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21/10/2020

Alta temperatura impacta nos preços de hortaliças

Por Eliza Maliszewski/ com edições do Tocantins Rural

Uma das hortaliças mais impactadas em setembro foi o tomate, apresentando alta nas cotações em praticamente todas as Centrais de Abastecimentos analisadas pela Conab

As altas temperaturas registradas em setembro trouxeram impactos na comercialização das principais frutas e hortaliças no país. Foi o que apontou o 10º Boletim Prohort divulgado, nesta quarta-feira (21), pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

A avaliação envolve as cinco principais hortaliças (alface, batata, cebola, cenoura e tomate) e cinco principais frutas (banana, laranja, maçã, mamão e melancia). Com o calor muitos produtos tiveram sua maturação acelerada e isso respondeu pelas elevações e quedas nos preços.

Tomate e cenoura nas alturas

Uma das hortaliças mais impactadas em setembro foi o tomate, apresentando alta nas cotações em praticamente todas as Centrais de Abastecimentos analisadas pela Conab, sendo a maior variação em Brasília, de 32,5%. Apenas na Ceasa do Rio de Janeiro a hortaliça ficou mais barata. A maturação precoce concentrou a oferta do tomate nos primeiros dias de setembro, quando o preço baixou, mas a oferta diminuiu no restante do mês, o que trouxe um efeito de elevação de preços na média final. No entanto, pelo acompanhamento dos preços diários, é possível notar uma tendência de queda a partir da segunda quinzena deste mês.

Outra que teve forte alta foi a cenoura. A maior elevação foi observada em Brasília com 38%. Todas as centrai analisadas tiveram alta. Este ano os níveis de oferta da cenoura aos mercados estão abaixo dos ofertados no ano anterior. O acumulado de 2020, até setembro, está cerca de 10% mais baixo que no mesmo período de 2019 e decorre da menor produção no estado de Minas Gerais.

Batata, cebola e alface tiveram queda

Na outra ponta batata, cebola e alface tiveram baixas. No tubérculo queda superior a 20% em Recife. Esta tendência de declínio vem se registrando desde junho, sendo que em maio se deu o pico de preços deste ano. O clima quente e seco nas zonas produtoras impulsionou os produtores a acelerar o ritmo da colheita.

A cebola caiu 14% em Fortaleza em especial porque na região Nordeste os produtos foram oriundos da própria região, o que reduziu perdas e diminuiu custos com transporte, o que influenciou no preço final do produto. A alface teve baixa de 43% em Recife. Em setembro o afluxo de alface aos mercados aumentou cerca de 8%, na comparação com agosto. O que ocorreu foi um aumento e concentração da oferta provocada pela disponibilidade da alface em ponto de colheita.

O levantamento foi realizado nas Centrais de Abastecimento localizadas em São Paulo/SP, Belo Horizonte/MG, Rio de Janeiro/RJ, Vitória/ES, Curitiba/PR, Goiânia/GO, Brasília/DF, Fortaleza/CE e Recife/PE que, em conjunto, comercializam a maior parte dos hortigranjeiros consumidos pela população brasileira.

No mês de setembro, dentre as hortaliças comercializadas na Ceagesp - São Paulo, destacaram-se na redução da média de preços o pimentão (26%), chuchu (24%), almeirão (22%), nabo (21%), alcachofra (13%) e pimenta (9%).

Fonte: Agrolink

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