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20/08/2020

CNA debate iniciativas para mulheres agregarem valor à produção agropecuária

da redação

O debate contou com a participação de mais de 50 pessoas por videoconferência

O Grupo de Trabalho de Mulheres do Agro, coordenado pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), se reuniu na última quarta-feira (19), por videoconferência, para debater iniciativas que podem auxiliar produtoras rurais a agregar valor aos produtos, com objetivo de gerar negócios e renda.

Durante o encontro, que contou com a participação de mais de 50 pessoas, a superintendente técnica adjunta da CNA, Natália Fernandes, ressaltou a importância da troca de experiências sobre projetos em andamento que valorizam o papel da mulher no campo, inclusive os produtos por elas produzidos.

 

O primeiro tema da pauta foi o case de sucesso do grupo “Cafeína”, da Cooperativa dos Cafeicultores da Zona de Três Pontas (Cocatrel). Segundo a gestora do grupo, Ana Luísa Leite, ele foi criado há mais de um ano e faz da Cocatrel a cooperativa de produtores de café com o maior número de mulheres do país, sendo 21% do total.

A atuação do grupo Cafeína ganhou tanta visibilidade que rendeu oportunidades de negócios no exterior. “No final do ano passado iniciamos a exportação de cafés finos e especiais produzidos apenas por mãos femininas. Inclusive, os produtos ganharam nomes de mulheres, como Aurora, Pérola, Violeta e Jasmine”, completa Ana Luísa.

Na reunião, a assessora da Fundação Banco do Brasil, Rosângela D’ Angelis Brandão, apresentou um projeto da entidade, em parceria com a ONU Mulheres, para promover a geração de renda e autonomia econômica, financeira e social de produtoras rurais.

O analista técnico de Políticas Sociais da Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo, Rafael Dias, esteve no encontro e falou sobre a campanha Mulheres Rurais, Mulheres com Direitos, uma iniciativa da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), com apoio dos governos dos países da América Latina e do Caribe.

“O objetivo é construir uma plataforma regional para o intercâmbio de conhecimentos e cooperações, que aliviem a situação das mulheres rurais, indígenas e afrodescendentes dessas regiões, diante dos impactos da pandemia do coronavírus”.

A pauta também contou com uma apresentação da representante da FAO Brasil, Úrsula Zacarias, e do Representante Assistente para programa FAO Brasil, Gustavo Chianca, que falou sobre a agenda 2030 e os desafios rumo ao desenvolvimento sustentável.

Por fim, a especialista do Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), Cristina Costa, destacou a atuação da entidade e o apoio a projetos de mulheres. Segundo ela, o enfoque de gênero do IICA é estratégico nas ações de cooperação técnica e considerado como um processo de construção social.

Os debates foram conduzidos pela coordenadora administrativa da Superintendência Técnica da CNA, Cecília Naves, que afirmou que “iniciativas voltadas para as mulheres do agro existem, e são exemplos como o do grupo Cafeína, que mostram que todo o trabalho é possível. É uma caminhada conjunta”.

Fonte: Agrolink

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