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05/09/2019

Conheça a campanha em defesa da Amazônia com parceira do Agronegócio e sociedade civil

Da Redação

A campanha “Seja Legal com a Amazônia”cobra ações efetivas dos poderes público. 

A campanha "Seja Legal com a Amazônia" foi lançada nesta quinta-feira, 05, em São Paulo. 

O site já está disponível www.sejalegalcomaamazonia.org.br/O movimento tem cinco objetivos, são eles:

1 -  Apoiar a Força-Tarefa Amazônia, criada em 22 de agosto de 2018 pelo Ministério Público Federal;

2 - Acabar com o desmatamento em áreas públicas;

3 - Criar uma força-tarefa para promover a destinação para conservação e usos sustentáveis das florestas públicas não destinadas; A Amazônia possui 287,6 milhões de hectares de florestas públicas, sendo 24% não destinadas. Isto equivale a um território maior que o estado de Minas Gerais;

4 - Criar uma força-tarefa da Justiça Federal, apoiada pelo Executivo, Legislativo e Ministério Público, com o objetivo de promover a resolução de conflitos fundiários nas terras públicas;

5 - Manter as atuais unidades de conservação do país.

A iniciativa reúne a Abag (Associação Brasileira do Agronegócio), a Abiec (Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes), AIPC (Associação das Indústrias Processadoras de Cacau), Cebds (Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável), Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura, GTPS (Grupo de Trabalho da Pecuária Sustentável), IBÁ (Indústria Brasileira de Árvores), Imazon (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia),  Instituto Ethos, IPAM (Instituto de Pesquisa da Amazônia) e  SRB (Sociedade Rural Brasileira).

A campanha está aberta a novas adesões de entidades representativas do agronegócio, das empresas e da sociedade civil. Escreva para assistente@coalizaobrasil.org

De acordo com dados do IPAM, em 2018 cerca de 40% do desmatamento na Amazônia ocorreu em florestas públicas, isto é, unidades de conservação, terras indígenas e florestas públicas não destinadas (terras públicas em poder da União, mas sem uso específico). Esse percentual sobe para 50% se incluído o desmate nas áreas onde há indefinição acerca do que é público e privado. O manifesto pelo fim da exploração ilegal da floresta pode ser assinado no site www.sejalegalcomaamazonia.org.br

Foto: Reprodução

Fonte: Seja Legal com Amazônia

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