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09/02/2021

Piscicultura brasileira apresenta aumento de 4,4% nas exportações de 2020

da redação

O acompanhamento dos dados é feito pela Embrapa Pesca e Aquicultura, no Tocantins

A piscicultura brasileira apresentou crescimento de 4,4% nas exportações de 2020 com relação ao ano anterior. Mesmo com queda no quarto trimestre do último ano comparando-se com o terceiro trimestre, no acumulado de todo o ano o país exportou mais peixes que em 2019. Esse é um dos dados divulgados em informativo que vem, desde o início de 2020, acompanhando o comércio exterior da piscicultura brasileira.

O trabalho é desenvolvido pela Embrapa Pesca e Agricultura (Palmas-TO) em parceria com a Associação Brasileira da Piscicultura (Peixe BR). É um dos resultados do projeto “Ações estruturantes e inovação para o fortalecimento das cadeias produtivas da aquicultura no Brasil”, o BRS Aqua.

Quem coordena esse trabalho de acompanhamento das exportações da piscicultura brasileira é Manoel Pedroza, pesquisador da Embrapa Pesca e Aquicultura. Segundo ele, “existe uma tendência de crescimento das exportações da piscicultura nos próximos anos. Desde 2017, as exportações vêm crescendo em taxas superiores a 20% ao ano. A menor taxa de crescimento em 2020 (4,4%) foge do padrão verificado nos últimos quatro anos e tem relação direta com a pandemia do novo coronavírus e seus efeitos”.

Em 2020, o total exportado pelo Brasil envolveu U$ 11,690 milhões. No ano anterior, o volume movimentou U$ 11,197 milhões. A tilápia permanece como a principal espécie exportada, com mais de 88% do volume ao longo de todo o ano passado. Os curimbatás e o tambaqui vêm na sequência; juntos, foram responsáveis por quase 10% das exportações.

Com esse indicador, fica claro o destaque da tilápia nas exportações brasileiras de peixe. Assim como ocorre na produção. Manoel explica que a tilápia respondeu por quase 90% das exportações da piscicultura brasileira em 2020 e é muito provável que essa posição de destaque se mantenha no médio prazo.

Apesar de outras espécies nativas, como curimbatás, tambaqui e surubim, fazerem parte da pauta de exportações da piscicultura, não há evidências de que essas espécies venham a atingir volumes superiores aos da tilápia nos próximos anos.

Para onde vão nossos produtos

Os Estados Unidos, no último trimestre de 2020, foram o principal destino das exportações brasileiras de piscicultura. Ao todo, mais de U$ 1,44 milhão estiveram envolvidos nessa relação no período. No entanto, esse volume de dinheiro foi 20% menor do que o verificado no trimestre anterior. O segundo maior importador de produtos da piscicultura brasileira, de outubro a dezembro, foi o Chile, que também apresentou queda considerável em relação ao trimestre compreendido entre julho e setembro: 25%.

Especificamente sobre as exportações de tilápia, a principal categoria foi a de filés frescos ou refrigerados, tanto no último trimestre como em todo o ano passado. Mais da metade do que foi exportado dessa espécie correspondeu a tal categoria em ambos os recortes de tempo. E o Mato Grosso do Sul manteve a dianteira entre os estados exportadores, mesmo com queda maior do que 32% no quarto trimestre de 2020 em relação ao terceiro.

Fonte: Sucesso no campo

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