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11/09/2019

Produtores rurais da região sudoeste levam demandas para Assembleia Legislativa

Por Penaforte/ Com edição de Tocantins Rural

Entre as principais está a captação de água na bacia do Rio Formoso.

Representantes da Associação dos Produtores Rurais do Sudoeste do Tocantins (Aproest) foram recebidos na manhã deste quarta-feira, 11, no plenarinho da Assembleia Legislativa, pelos parlamentares e autoridades da área.

Entre as principais demandas apresentadas da região está a captação de água na bacia do Rio Formoso – um controle de vazão de águas criado pelos produtores, para uso na agricultura irrigada, mas que está sendo questionado pelo Ministério Público.

Em defesa do projeto, eles apresentaram um vídeo sobre o sistema de produção agrícola na Bacia, os avanços na estrutura da gestão hídrica e dos investimentos em segurança no sistema, além de questionarem ações do Ministério Público e de ambientalistas. “Estamos propondo uma nova forma de praticar a agricultura, buscando entendimento para garantirmos produtividade e geração de empregos no Estado” afirmou o superintendente executivo da Aproest, Wagno Milhomem.

Milhomem pediu à Assembleia apoio na criação de uma Câmera de Mediação e de Conciliação de Conflitos Ambientais, a fim de intermediar questões entre a Justiça e os órgãos fiscalizadores do meio ambiente.

O deputado Antonio Andrade, presidente da AL, afirmou que o Poder Legislativo tem especial atenção com agronegócio e prometeu apoio aos produtores. Ele sugeriu a instalação de um Comitê Gestor com o objetivo de mediar efetivamente as questões do setor. “A saída econômica para o país está no campo, e os produtores precisam ser ouvidos e vistos de forma positiva, pois produzem alimentos, uma atividade essencial para a vida e para a economia do nosso país”, afirmou.

Por outro lado, o deputado Zé Roberto (PT) se contrapôs a algumas explanações, alertando para o desmatamento em várias regiões do Estado e criticando a pulverização de agrotóxicos por aviões, o que, segundo ele, provoca danos ao meio ambiente e é prejudicial à saúde humana.

Para o secretário da Agricultura, Pecuária e Aquicultura (Seagro), César Halum, é importante procurar o entendimento, com vistas a promover a integração entre lavoura, pecuária e floresta. “É preciso conviver com o contraditório e buscar o debate com domínio tecnológico e conhecimento de causa”, sugeriu.

Diante das alegações, a presidente do Partido Verde, deputada Cláudia Lélis, adiantou que vai elaborar um requerimento propondo uma audiência pública na Lagoa da Confusão para ouvir os questionamentos das pessoas, dos produtores e de todos os envolvidos e atingidos com a segmentação.

Foto: Divulgação 

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