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31/08/2020

Produtores são alertados sobre a importância de exames de Anemia Infecciosa e Mormo nos equídeos

Por Welcton de Oliveira/ com edições do Tocantins Rural

Para realizar os exames o produtor deve procurar um médico veterinário cadastrado junto à Adapec e ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).

A Agência de Defesa Agropecuária (Adapec) alerta os produtores rurais que possuem criação de equídeos para que não deixem de realizar e de exigir os exames clínicos contra Mormo e Anemia Infecciosa Equina (AIE) em animais que estão em movimentação de trânsito, tanto para entrada ou saída nas propriedades. O objetivo é evitar a propagação dessas doenças no Estado e prejuízos econômicos.

Segundo o responsável técnico pelo Programa Estadual de Sanidade dos Equídeos (PESE), Raydleno Mateus Tavares, para a movimentação de trânsito dos equídeos é obrigatório à realização de exames contra o Mormo e AIE.

Para realizar os exames o produtor deve procurar um médico veterinário cadastrado junto à Adapec e ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).

A orientação é de que todos os casos suspeitos de doenças nos equídeos sejam informados imediatamente à Adapec, no escritório da Agência no município mais próximo ou pelo disque-defesa, no telefone 0800631122.

Vale lembrar que, no caso de infecção destas duas enfermidades, o serviço oficial procederá ao sacrifício do animal positivo e adotará as demais medidas para saneamento da propriedade.

Exames

 

A Adapec recomenda os produtores rurais que, no caso da AIE, só adquiram animais com exames negativos dentro do prazo de validade, que é de 60 dias, realizar quarentena antes de introduzir novos animais no rebanho da propriedade, fazer limpeza das baias para evitar insetos, vacinar ou medicar os animais só com agulhas descartáveis, desinfetar os equipamentos antes do uso, participar de eventos com aglomeração de equídeos onde os animais sejam comprovadamente negativos para AIE, por meio de exames laboratoriais.

No caso do Mormo, a dica é adquirir somente animais com exame negativo para doença e após o ingresso do animal na propriedade realizar uma quarentena, isolando o animal adquirido em piquete separado do plantel já existente; desinfetar cuidadosamente as instalações e os equipamentos; apenas participar de eventos equestres que obriguem o exame laboratorial para Mormo, dentro do prazo de validade, que é de 60 dias, evitando assim a disseminação da doença.

Vale destacar que o Mormo é uma zoonose, ou seja, também pode ser transmitida para o ser humano.

 

Fonte: Adapec

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