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15/09/2020

Projeto Balde Cheio em Rede muda hábitos na pecuária leiteira no Tocantins e no sul do Pará

da redação

O projeto além de trabalhar com tecnologias que visam a maior e melhor produção leiteira, foca na gestão da propriedade

O Balde Cheio em Rede tem ajudado a mudar hábitos em propriedades que se dedicam à pecuária leiteira no Tocantins e no Sul do Pará. Esse é um projeto de transferência de tecnologia que, em vários estados brasileiros, vem mostrando que os produtores podem ter mais ganhos em sua atividade.

O projeto é baseado na capacitação periódica de técnicos de campo que colocam em prática o conhecimento teórico nas chamadas Unidades Demonstrativas (UDs), que são propriedades rurais que adotam tecnologias indicadas para suas realidades. O Balde Cheio, além de trabalhar com tecnologias que visam a maior e melhor produção leiteira, foca na gestão da propriedade; tudo isso acaba mostrando aos produtores a viabilidade técnica e financeira da pecuária de leite.

Hoje, são nove técnicos participantes do projeto no Tocantins, sendo quatro do Instituto de Desenvolvimento Rural do Estado do Tocantins (Ruraltins), dois da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Rural de Palmas (Seder), outros dois do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Tocantins (Senar Tocantins) e um de consultoria privada.

Ao todo, eles coordenam oito UDs e fazem assistência em mais cinco propriedades. Já no Sul paraense, são dois técnicos da iniciativa privada que coordenam duas Unidades Demonstrativas e prestam assistência a outras duas propriedades.

Um dos técnicos participantes do Balde Cheio é Cláudio Sayão, veterinário da Seder. Ele e Thiago Moreira, zooctenista da mesma secretaria, atendem diversas propriedades na capital tocantinense. Uma delas é o Sítio Estiva, que é uma Unidade Demonstrativa do projeto. São 20 anos de pecuária leiteira, em 2014, o projeto havia sido instalado por lá e, em setembro de 2018, foi retomado. Hoje, 17 vacas em lactação produzem em média 225 litros por dia; a meta do produtor Anizio Moura Filho é chegar aos 500 litros diários.

De acordo com Cláudio Sayão, o “produtor ajustou a correção e adubação de pastagens, fez alguns acertos na irrigação, ampliou a área de capineira, adequou o sal mineral, acertou os dados de gestão, reduziu o custo com concentrado, dentre outros fatos”. Caminho sendo trilhado, portanto, para que o sr. Anizio consiga chegar à meta. A ideia em Palmas é aumentar o número de propriedades participantes do Balde Cheio. E o Sítio Estiva tem servido de referência, como é a função das Unidades Demonstrativas.

Fonte: Agrolink

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