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24/08/2020

Setor produtivo avalia seguro para soja e milho do Centro-Oeste, Norte e Nordeste

da redação

O projeto é uma iniciativa do Mapa em parceria com a CNA e outras entidades do setor

Na última sexta-feira (21) , a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) participou da reunião virtual do projeto Monitor do Seguro Rural para discutir e avaliar produtos e serviços de seguro para as culturas de soja e milho 1ª e 2ª safra, das regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste.

O projeto é uma iniciativa do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), em parceria com a CNA e outras entidades do setor. Participaram do encontro produtores rurais, representantes de cooperativas, associações, além de companhias seguradoras.

Para a assessora técnica da CNA, Gabriela Coser, o projeto permite que produtores apresentem as reais necessidades em relação aos produtos.

No encontro, o secretário de Política Agrícola do Mapa, César Halum, afirmou que o seguro rural sempre foi uma demanda prioritária do setor. “O Plano Safra 2020/2021 ampliou o volume de recursos para Programa de Subvenção ao Seguro Rural (PSR), o que trará maior segurança para o produtor, caso ocorra algum sinistro em sua produção”.

O governo anunciou para o PSR um volume recorde de R$ 1,3 bilhão, 30% a mais do que no ano passado, o que beneficiará a contratação de 298 mil apólices, a cobertura de 21 milhões de hectares e um valor segurado de R$ 58 bilhões.

O coordenador-Geral de Seguro Rural do Mapa, Diego Melo, participou da reunião e falou sobre o projeto piloto do PSR para produtores que se enquadram no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). Para soja e milho 1ª safra serão destinados R$ 40 milhões para contratação de apólices, com 55% de subvenção ao prêmio do seguro e nível mínimo de cobertura de 70%.

Melo também mostrou o total de contratação de apólices para soja e milho 1ª e 2ª safra, nas regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste, no ano de 2019.


Durante a reunião, a representante da seguradora Tókio Marine, Erika Tamie Ueda, apresentou dados da participação das regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste na contratação de seguro agrícola, em 2019. “Juntos, eles corresponderam por quase 40% da participação. A sinistralidade média foi de 137,8%, em razão da seca e alta temperatura, além de chuvas excessivas no estado do Tocantins”.

Erika mostrou ainda os três tipos de seguros para os produtores rurais: riscos nomeados, multirrisco de custeio e multirrisco de produtividade.

O Projeto Monitor é uma oportunidade de os produtores e as cooperativas, com as suas entidades representativas, construírem soluções com as empresas de seguro e apoio do Mapa. A próxima reunião será realizada na sexta, 28 de agosto, para avaliar os produtos de seguro disponíveis para o setor aquícola.

Fonte: Agrolink

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