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12/12/2019

Visita de Bolsonaro ao Tocantins é esperança para Movimento Pró BR-010

Por Wanessa Sobreira/Tocantins Rural

A rodovia que foi iniciada há anos está paralisada em alguns trechos no Tocantins.

Há anos quem mora nos municípios localizados à margem direita do rio Tocantins sonham com a conclusão da obra da Rodovia BR-010. O famoso chão preto é esperança de dias melhores para economia e escoamento da produção local.

Os produtores chegam, muitas vezes, a perder o que plantam por falta de condições para realizar o escoamento da produção, devido as condições de tráfego.

A rodovia BR-010 é conhecida como Rodovia Belém-Brasília, no trecho que vai de Estreito- MA a Belém-PA. A estrada liga Brasília (DF) a Belém (PA), passando pelos estados de Goiás, Tocantins, Maranhão e Pará. Ela é uma das principais rodovias do Estado, pois está localizada em uma das regiões que tem grande produtividade de soja e outros grãos.

A rodovia que foi iniciada há anos está paralisada em alguns trechos no Tocantins.

Para os representantes do Movimento Pró BR-010, a esperança de novidades está na visita do presidente da República, Jair Bolsonaro, ao Tocantins. A visita está marcada para a quinta-feira, 12, na Capital. Um documento justificando a necessidade da obra deve ser entregue ao presidente.

Nesta semana, uma comissão formada por membros do Movimento estiveram reunidos com o presidente da Assembleia Legislativa do Tocantins, deputado Antonio Andrade (PTB). No encontro, ficou acertado que Andrade irá reforçar o pedido junto ao presidente da República. “É uma obrigação nossa defender a BR-010. Uma obra importante para os municípios que se encontram entre Paranã e Goiatins e também para o Tocantins e o Brasil”, pontuou Andrade.

De acordo com os líderes do Movimento, o pedido é pela conclusão do trecho entre Paranã/TO e Goiatins/TO, com prioridade para o sub-trecho entre Aparecida do Rio Negro/TO e Goiatins, na divisa com o Maranhão, o que representa uma extensão de 300 km. A rodovia conta com diversos trechos sem construir e outros sem pavimentação asfáltica.

“A rodovia vai propiciar a redução do fluxo de veículos da BR-153, levando desenvolvimento para a região por onde passa, atraindo investimentos como a melhoria do escoamento da produção”, explicou o jornalista Elpídio Ferreira Lopes, um dos defensores do projeto.

Segundo o grupo, as obras estavam sendo realizadas por meio de um convênio com o Governo do Tocantins, mas foram paralisadas pelo TCU em 2008. Com isso, o Departamento Nacional de Infraestrutura Terrestre (DNIT) passou a gerenciar a obra com a responsabilidade da elaboração do projeto, porém, até agora não foram finalizados.

O cronograma do DNIT/TO prevê o início da obra para 2022 e a expectativa é de que a obra da tão esperada rodovia federal seja antecipada.

A rodovia passará por Aparecida do Rio Negro, Rio Sono, Santa Maria, Itacajá, Goiatins, Pedro Afonso, Paranã, Silvanópolis, Natividade, Chapada da Natividade, Arraias, Santa Rosa e Palmas.

 

Foto: Divulgação/Internet

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