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	<title>Inovação Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>Inovação Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Com irrigação, lotação pode saltar de 1 para até 15 animais por hectare, diz especialista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 13:27:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Irrigação]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos últimos anos, a irrigação se tornou um ponto importante para transformar a produtividade do agronegócio brasileiro. Em entrevista, o Dr. Fernando Mendonça, professor da ESALQ-USP, afirmou que a adoção de sistemas de irrigação não é apenas uma alternativa para enfrentar a seca, mas o caminho definitivo para verticalizar a produção. Para o especialista, a [&#8230;]</p>
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<p>Nos últimos anos, a irrigação se tornou um ponto importante para transformar a produtividade do agronegócio brasileiro. Em entrevista, o Dr. Fernando Mendonça, professor da ESALQ-USP, afirmou que a adoção de sistemas de irrigação não é apenas uma alternativa para enfrentar a seca, mas o caminho definitivo para verticalizar a produção.</p>



<p>Para o especialista, a tecnologia permite que a produtividade por área seja de duas a quatro vezes superior ao sistema de sequeiro, consolidando a irrigação como uma ferramenta estratégica para a modernização das pastagens tropicais.</p>



<p><strong>O salto na produtividade e o uso da terra</strong></p>



<p>O dado mais impactante apresentado pelo Dr. Fernando revela a ineficiência do uso atual das terras no Brasil devido à baixa adoção tecnológica. Se todo o rebanho brasileiro fosse criado em sistemas irrigados, ele ocuparia menos de 20 milhões de hectares. Atualmente, a pecuária utiliza mais de 150 milhões de hectares.</p>



<p><a href="https://clck.mgid.com/ghits/22651249/i/67325934/0/pp/2/1?h=bVepfG8815BlT8OO9mSHzOlVsOYEAuq0NCVz8mEK_O2DhyFmNC0hO2PC7mzs8I4FLcs5CGzMCaOrtVyW014r-nONsBhd3oEauIEn_AacYHgNmaPGDcWbZdQxqw2vL_LS&amp;rid=c8432e99-3f15-11f1-95de-d404e6faf7f0&amp;ts=canalrural.com.br&amp;tt=Referral&amp;att=4&amp;cpm=1&amp;iv=17&amp;ct=1&amp;gdprApplies=0&amp;st=-180&amp;h2=37_tdX3Sg9rLY8kADvJ40XWYH-RUCLHwy761cwR7jZ0Y7xz6ngZANgvdH78Z8qfNOpxO__AcqtJotk1z5dK4nw**&amp;mcca=0.0170&amp;k=1991241fc*f!fZ6wd.CBfZ6weuXEfOGE1YWI5OGMzODE0ZmJkMTExMTNkZDYxMWMyNmNjMzA%3DfNjkz*DMzNQ%3D%3Df!fNPUNc%3BfM~ff!ff%2C*f*ffQf*faHR0cHM6Ly9naXJvZG9ib2kuY2FuYWxydXJhbC5jb20uYnIvcGVjdWFyaWEvY%241wcm9kdXRpdmlkYWRlLXBvZGUtc2VyLWRlLWR1YXMtY%241xdWF0cm8tdmV6ZXMtbWFpb3ItZGl6LWVzcGVjaWFsaXN0Y%241zb2JyZ%241pcnJpZ2FjYW8vfaHR0cHM6Ly93d3cuY2FuYWxydXJhbC5jb20uYnIvfaHR0cHM6Ly93d3cuZ29vZ2xlLmNvb%248%3Df*fNjkz*DM0MzV8NTQx*DMzNDk%3DfMg%3D%3DfSf!fcfMTYw*DE2MHw1NDF8MjUwfYAfNgff!fTW96aWxsY%2481LjAgKFdpbmRvd3MgTlQgMTAuMDsgV2luNjQ7IHg2NCkgQXBwbGVXZWJLaXQvNTM3LjM2IChL%24FRNTCwgbGlrZ%24BHZWNrbykgQ2hyb21lLzE0Ny4wLjAuMCBTYWZhcmkvNTM3LjM2fUERGVmlld2Vy*ENocm9tZVBERlZpZXdlcnxDaHJvbWl1bVBERlZpZXdlcnxNaWNyb3NvZnRFZGdlUERGVmlld2Vy*FdlYktpdGJ1aWx0LWluUERGf!fV2luMzI%3DfLTE4MA%3D%3DfMXw5OQ%3D%3DfMTUzNnw4MTY%3DfdW5rbm93bnw0Z3wwf!f!fQfQQqVQ%3AfCf*(O_H_L%3D&amp;wrst=1776950109&amp;muid=o4opfNRtqzz4" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a>O Brasil possui cerca de 8 milhões de hectares irrigados, mas o potencial de crescimento é de 55 milhões de hectares, sendo que 26 milhões destes estão em áreas de pastagens.</p>



<p>Atualmente, apenas cerca de 100 a 120 mil hectares de pastagens são irrigados no país, um número considerado “infinitamente insignificante” diante das oportunidades de ganho de produtividade.</p>



<p><strong>A irrigação como seguro e ferramenta de manejo</strong></p>



<p>Diferente do que muitos pensam, a irrigação atua como um seguro produtivo durante todo o ano, e não apenas nos meses sem chuva. A tecnologia protege a produção contra faltas de chuva repentinas durante o período das águas, mantendo o crescimento do capim constante.</p>



<p>Além disso, o pecuarista que irriga elimina a dependência da chuva para aplicar fertilizantes nitrogenados, como a ureia. A adubação ocorre no momento exato em que a planta precisa, maximizando o aproveitamento dos nutrientes.</p>



<p>Em sistemas intensivos irrigados, a capacidade de suporte pode saltar de 1 ou 2 UA/ha para até 12 a 15 UA/ha.</p>



<p><strong>Sistemas pressurizados e viabilidade econômica</strong></p>



<p>O Brasil é referência no uso de sistemas de alta eficiência, que garantem que a água chegue ao destino com o menor desperdício possível. O uso de pivô central para grandes áreas e o gotejamento subterrâneo (que leva água direto à raiz) são tendências fortes para 2026.</p>



<p>O Dr. Fernando ressalta que a irrigação é uma tecnologia de “meio para frente”. Primeiro, o produtor deve corrigir o solo e garantir genética de ponta (tanto de forragem quanto de rebanho) para que a planta e o animal consigam responder ao investimento.</p>



<p>O investimento costuma se pagar entre 2 e 6 anos. Em pequenas propriedades de leite, irrigar apenas 10% da área já é suficiente para transformar o resultado financeiro.</p>



<p>Com o cenário climático de 2026 exigindo cada vez mais resiliência, a irrigação oferece a estabilidade necessária para a produtividade de alta performance. Como resumiu o professor Mendonça, o Brasil possui terra e água em abundância, mas precisa converter esse potencial em infraestrutura e manejo para elevar o patamar da pecuária nacional.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<item>
		<title>Novo simulador da Embrapa ajuda pecuaristas a projetar lucro e definir investimentos</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/novo-simulador-da-embrapa-ajuda-pecuaristas-a-projetar-lucro-e-definir-investimentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 12:26:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Embrapa]]></category>
		<category><![CDATA[Gado]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[pecuaristas]]></category>
		<category><![CDATA[simulador]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Embrapa apresentou nesta última quarta-feira, 01, uma ferramenta que promete ser um divisor de águas na gestão do campo: o Simulador Pecuária.io. Desenvolvido pela Embrapa Pecuária Sul (Bagé/RS) em parceria com a Inovatech.Digital, o simulador oferece uma interface gratuita e intuitiva para que o pecuarista possa “testar” suas decisões no mundo digital antes de investir um [&#8230;]</p>
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<p>A Embrapa apresentou nesta última quarta-feira, 01, uma ferramenta que promete ser um divisor de águas na gestão do campo: o <a href="https://www.pecuaria.io/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Simulador Pecuária.io</a>. Desenvolvido pela Embrapa Pecuária Sul (Bagé/RS) em parceria com a <a href="https://www.inovatech.digital/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Inovatech.Digital</a>, o simulador oferece uma interface gratuita e intuitiva para que o pecuarista possa “testar” suas decisões no mundo digital antes de investir um centavo no curral.</p>



<p>Participaram do lançamento o pesquisador Vinícius Lampert e o CEO da Inovatech, Thomás Capiotti, detalhando como a inteligência algorítmica está simplificando a vida de quem produz.</p>



<p><strong>O que é o Simulador Pecuária.io?</strong></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://uploads-girodoboi.canalrural.com.br/sites/4/2026/04/2-1024x576.jpg" alt="Foto: Divulgação." class="wp-image-327176"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Divulgação.</figcaption></figure>



<p>A plataforma é um sistema de modelagem acessível via celular ou computador que permite ao produtor desenhar cenários produtivos e financeiros em tempo real. Atualmente, a ferramenta é ideal para sistemas que envolvem cria, recria e engorda. Uma versão dedicada exclusivamente à pecuária de cria está prevista para outubro de 2026.</p>



<p>Embora criado no Rio Grande do Sul, o simulador já opera em 18 estados brasileiros e 3 países, sendo totalmente customizável para diferentes raças (Zebuínos ou Taurinos) e biomas.</p>



<p><strong>Funcionalidades: transformando dados em decisões</strong></p>



<p>O simulador decodifica algoritmos complexos da Embrapa em relatórios simples, focando nos indicadores que realmente impactam o bolso:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Estrutura de rebanho:</strong> projeta a evolução das categorias animais (matrizes, bezerros, bois) ao longo dos anos.</li>



<li><strong>Indicadores zootécnicos:</strong> permite simular ajustes na taxa de desmame, mortalidade, idade de abate e carga animal por hectare.</li>



<li><strong>Análise de sensibilidade:</strong> o produtor pode ver, por exemplo, como reduzir a idade de abate de 3 para 2 anos impacta o faturamento total e o giro de caixa da fazenda.</li>



<li><strong>Gestão financeira:</strong> calcula automaticamente o desembolso cabeça/mês e o custo por arroba produzida.</li>
</ul>



<p><strong>A inversão da lógica: “quanto posso gastar?”</strong></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://uploads-girodoboi.canalrural.com.br/sites/4/2026/04/1-1024x576.jpg" alt="Foto: Divulgação." class="wp-image-327175"/><figcaption class="wp-element-caption"><em>Foto: Divulgação.</em></figcaption></figure>



<p>A maior inovação do Pecuária.io é ajudar o produtor a definir seu Teto de Investimento. Em vez de apenas registrar custos passados, a ferramenta projeta o futuro:</p>



<p>O simulador indica até quanto o produtor pode pagar por uma tecnologia (como suplementação ou reforma de pasto) para que o novo cenário seja mais lucrativo que o atual.</p>



<p>O usuário insere uma meta (ex: “quero desmamar 1.000 bezerros”) e o sistema calcula “de trás para frente” qual a área necessária e quais índices de fertilidade ele precisará atingir para chegar lá.</p>



<p><strong>Benefícios do uso de simuladores na pecuária</strong></p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><thead><tr><td><strong>Benefício</strong></td><td><strong>Descrição Técnica</strong></td><td><strong>Resultado Prático</strong></td></tr></thead><tbody><tr><td><strong>Previsibilidade</strong></td><td>Antecipa resultados de mudanças de manejo</td><td>Menor risco em novos investimentos</td></tr><tr><td><strong>Intuitividade</strong></td><td>Interface amigável para smartphones</td><td>Gestão estratégica feita no curral ou no escritório</td></tr><tr><td><strong>Customização</strong></td><td>Inserção de preços e pesos reais da fazenda</td><td>Análise fiel à realidade de cada propriedade</td></tr><tr><td><strong>Ciência Aplicada</strong></td><td>Traduz algoritmos da Embrapa em sugestões</td><td>Decisões baseadas em números, não em “achismos”</td></tr></tbody></table></figure>



<p>O simulador Pecuária.io não veio para substituir a consultoria técnica, mas para potencializá-la. Ao fornecer argumentos numéricos sólidos, ele dá ao produtor a coragem necessária para investir com segurança. “Se você sabe o seu teto de gastos, você investe para colher o lucro projetado”, afirmou Thomás Capiotti.</p>



<p><em>Por Giro do Boi. </em></p>
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		<item>
		<title>Mesmo com expansão no país, Tocantins registra redução de agtechs, aponta Embrapa</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/mesmo-com-expansao-no-pais-tocantins-registra-reducao-de-agtechs-aponta-embrapa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ADM T. Rural]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 18:49:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estado perdeu sete agtechs em 2025, enquanto crescimento se espalha para regiões mais próximas da produção O Tocantins registrou redução no número de startups voltadas ao agronegócio em 2025, na contramão do movimento nacional de expansão e interiorização da inovação no campo. É o que aponta a 6ª edição do Radar Agtech Brasil, levantamento da [&#8230;]</p>
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<p>Estado perdeu sete agtechs em 2025, enquanto crescimento se espalha para regiões mais próximas da produção</p>



<p>O Tocantins registrou redução no número de startups voltadas ao agronegócio em 2025, na contramão do movimento nacional de expansão e interiorização da inovação no campo. É o que aponta a 6ª edição do Radar Agtech Brasil, levantamento da Embrapa em parceria com SP Ventures e Homo Ludens.</p>



<p>De acordo com o estudo, o estado perdeu sete agtechs no último ano, ao lado do Distrito Federal. No mesmo período, o Brasil alcançou a marca de 2.075 startups do agro, crescimento de 5% em relação a 2024. Apesar da desaceleração no ritmo de surgimento de novas empresas, o levantamento indica um avanço qualitativo do setor, com maior consolidação dos modelos de negócio.</p>



<p>Um dos principais movimentos observados é a descentralização geográfica das agtechs, que passam a se aproximar das regiões produtoras. Ainda que Sul e Sudeste concentrem 79% dessas empresas, regiões como Norte, Nordeste e Centro-Oeste vêm ampliando sua participação. O Centro-Oeste, por exemplo, já soma 7,1% das agtechs do país.</p>



<p>Segundo os pesquisadores, essa mudança está diretamente ligada ao crescimento de startups que atuam “dentro da fazenda”, segmento que já representa 41,1% do total. A tendência indica maior conexão direta com o produtor rural e com os desafios do dia a dia no campo.</p>



<p>Mesmo com esse avanço, a queda no número de empresas no Tocantins acende um alerta sobre o posicionamento do estado no ecossistema de inovação agropecuária. O levantamento sugere que, após um período de crescimento acelerado entre 2019 e 2021, o setor entra em uma fase de maturidade, em que permanecem as iniciativas mais estruturadas e sustentáveis.</p>



<p>Além disso, o ambiente de investimentos se tornou mais desafiador, exigindo das startups maior eficiência e foco em resultados desde as fases iniciais. A inteligência artificial, por sua vez, já está presente em 83% das agtechs, consolidando-se como base tecnológica do setor.</p>



<p>Para especialistas, o futuro da inovação no agro brasileiro dependerá menos da quantidade de novas empresas e mais da qualidade das conexões entre produtores, startups e investidores. Nesse cenário, estados com forte vocação agrícola, como o Tocantins, têm potencial para retomar protagonismo, desde que consigam fortalecer seus ambientes de inovação e atrair novos empreendimentos.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Estado do Tocantins sedia o 1º Encontro de Agricultura Regenerativa Tropical</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/estado-do-tocantins-sedia-o-1o-encontro-de-agricultura-regenerativa-tropical/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ADM T. Rural]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 14:43:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O estado do Tocantins recebeu, na última terça-feira, 24, no municipio do Tabocão, o 1º Encontro de Agricultura Regenerativa Tropical, iniciativa que reuniu produtores rurais, especialistas e instituições públicas e privadas para discutir caminhos mais eficientes, sustentáveis e lucrativos para o agronegócio. Realizado pelo grupo Ecoara, o evento teve como tema central os “Sistemas Integrados [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O estado do Tocantins recebeu, na última terça-feira, 24, no municipio do Tabocão, o 1º Encontro de Agricultura Regenerativa Tropical, iniciativa que reuniu produtores rurais, especialistas e instituições públicas e privadas para discutir caminhos mais eficientes, sustentáveis e lucrativos para o agronegócio.</p>



<p>Realizado pelo grupo Ecoara, o evento teve como tema central os “Sistemas Integrados de Produção”, abordando estratégias que reduzem a dependência de insumos químicos e aumentam a resiliência das propriedades rurais.</p>



<p><strong>Um novo modelo produtivo</strong></p>



<p>O projeto apresentado propõe a diminuição do uso de adubos químicos e defensivos agrícolas por meio de práticas como manejo biológico de pragas e doenças, compostagem de esterco animal e uso de plantas de cobertura na entressafra para aumento da matéria orgânica do solo.</p>



<p>Esse sistema cria um ciclo produtivo integrado: resíduos da pecuária são transformados em adubo orgânico, utilizado na produção de grãos e pastagens, que posteriormente alimentam os animais. O modelo fortalece a chamada economia circular dentro da propriedade rural, promovendo ganhos ambientais e econômicos.</p>



<p>Além disso, a adoção dessas técnicas permite reduzir significativamente o custo de produção e aumentar o resultado operacional da atividade. Segundo dados apresentados durante o evento, sistemas regenerativos podem reduzir custos totais e elevar margens por hectare, tornando o negócio mais eficiente.</p>



<p><strong>Mais autonomia e menos risco</strong></p>



<p>Outro benefício destacado é a redução da dependência de insumos externos, especialmente em cenários de instabilidade global. A escassez de fertilizantes e defensivos agrícolas em períodos de crise, como conflitos internacionais, tem impactado diretamente o setor, o que reforça a importância de sistemas mais autossuficientes.</p>



<p>Com a produção própria de bioinsumos e compostos orgânicos, os produtores passam a ter maior controle sobre sua operação, além de diminuir a emissão de gases de efeito estufa e diversificar o sistema produtivo.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-26-at-11.41.48-1024x682.webp" alt="" class="wp-image-22411" srcset="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-26-at-11.41.48-1024x682.webp 1024w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-26-at-11.41.48-300x200.webp 300w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-26-at-11.41.48-768x512.webp 768w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-26-at-11.41.48-1536x1023.webp 1536w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-26-at-11.41.48-750x500.webp 750w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-26-at-11.41.48-1140x760.webp 1140w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-26-at-11.41.48.webp 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p><strong>Crédito de carbono e novos arranjos</strong></p>



<p>A transição para práticas regenerativas também abre portas para novas fontes de renda. Propriedades que adotam esse modelo podem se habilitar para a geração de créditos de carbono, criando uma receita adicional ao produtor rural.</p>



<p>Empresas como a MyCarbon participaram do encontro, apresentando oportunidades nesse mercado em expansão.</p>



<p><strong>Disseminação do conhecimento</strong></p>



<p>O evento contou com a presença de especialistas de instituições renomadas, como a Embrapa, além da Libertas, que trouxe experiências em manejo integrado em sistemas orgânicos.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="682" src="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-26-at-11.41.48-1-1024x682.webp" alt="" class="wp-image-22410" srcset="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-26-at-11.41.48-1-1024x682.webp 1024w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-26-at-11.41.48-1-300x200.webp 300w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-26-at-11.41.48-1-768x512.webp 768w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-26-at-11.41.48-1-1536x1023.webp 1536w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-26-at-11.41.48-1-750x500.webp 750w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-26-at-11.41.48-1-1140x760.webp 1140w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-26-at-11.41.48-1.webp 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Também participaram representantes do setor público e de instituições financeiras, incluindo o Comitê Gestor do Plano ABC+, por meio da SEAGRO e RURALTINS, além do Itaú BBA e Banco ABC.</p>



<p>Patrocinado pela BRANDT Brasil, o encontro reforçou a importância da colaboração entre diferentes agentes do agro para acelerar a transformação do setor.</p>



<p><strong>Um movimento em construção</strong></p>



<p>O grupo Ecoara já iniciou o processo de transição da agricultura convencional para o modelo regenerativo em suas áreas. Segundo João Vitor Bonilha, sócio do Grupo, o objetivo é ampliar o impacto da iniciativa. “Nosso intuito é disseminar essas práticas na região para que o agro se torne cada vez mais forte, maior e sustentável. Com esse trabalho, podemos transformar o Tocantins em uma referência ainda maior de produção que sequestra carbono e, Conquistar valorização adicional na venda de produtos junto a tradings e frigorifico”, afirma.</p>



<p>Mais do que um evento, o encontro marcou o início de um movimento regional em direção a um agro mais resiliente, rentável e alinhado às demandas ambientais do futuro.</p>
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		<title>Fundo Social segue com inscrições abertas até o dia 10 de abril</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/fundo-social-segue-com-inscricoes-abertas-ate-o-dia-10-de-abril/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ADM T. Rural]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 15:35:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cooperativa alerta para critérios do edital e documentação necessária para participação Segue aberto até 10 de abril o período de inscrições para o Fundo Social Sicredi, iniciativa que apoia projetos de interesse coletivo voltados ao desenvolvimento das comunidades locais. A seleção é feita por meio da plataforma Sicredi na Comunidade, onde também são centralizadas as [&#8230;]</p>
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<p><em>Cooperativa alerta para critérios do edital e documentação necessária para participação</em></p>



<p>Segue aberto até 10 de abril o período de inscrições para o Fundo Social Sicredi, iniciativa que apoia projetos de interesse coletivo voltados ao desenvolvimento das comunidades locais. A seleção é feita por meio da plataforma Sicredi na Comunidade, onde também são centralizadas as informações sobre cada proposta inscrita.</p>



<p>Ao longo do período de inscrição, a orientação da cooperativa é para que as entidades interessadas não deixem o cadastro para os últimos dias. Isso porque, além do preenchimento das informações do projeto, o processo exige atenção à documentação e aos critérios previstos no regulamento.</p>



<p>Podem se inscrever entidades associadas à cooperativa, com ou sem fins lucrativos, desde que tenham CNPJ ativo e regular, não apresentem restrições financeiras ou judiciais, estejam adimplentes com a cooperativa e possuam reconhecimento comunitário em sua área de atuação. Também é necessário que a entidade tenha cadastro atualizado e prestação de contas aprovada, caso já tenha participado de editais anteriores.</p>



<p>Outro ponto importante é a realização do curso do Fundo Social por pelo menos um dos representantes legais da entidade e pela pessoa responsável pelo cadastro do projeto. O conteúdo é oferecido na própria plataforma, na área de cursos.</p>



<p>De acordo com o assessor de desenvolvimento do cooperativismo da Sicredi, Eduardo Meyer, além de apoiar o envio das propostas, as agências da cooperativa estão preparadas para orientar as instituições interessadas em cada região.</p>



<p>“Muitas entidades desenvolvem um trabalho importante, mas nem sempre estão acostumadas com editais ou com a estruturação formal de um projeto. Por isso, as agências estão à disposição para orientar as instituições durante esse processo. Quando a entidade entende melhor os critérios e a forma de apresentar a proposta, consegue mostrar com mais clareza o impacto que pretende gerar. A nossa orientação é que procure a agência da sua região para tirar dúvidas e não deixe a inscrição para os últimos dias”, afirma.</p>



<p>O Fundo Social contempla projetos nas áreas educacional, cultural, esportiva, de inclusão social, saúde, segurança, sustentabilidade e meio ambiente, emergencial, inovação e tecnologia, além de diversificação das cadeias produtivas. O valor máximo recomendado por iniciativa é de R$ 5 mil.</p>



<p>“O que a cooperativa busca são projetos com relevância para a comunidade, que tenham efeito coletivo e estejam alinhados ao propósito de contribuir para uma sociedade mais próspera. É esse potencial de transformação que norteia o programa”, acrescenta Meyer.</p>



<p>Todos os projetos, aprovados ou não, receberão devolutiva diretamente na plataforma após a etapa de análise.</p>



<p><strong>Serviço</strong></p>



<p>Prazo de inscrição: até 10/04</p>



<p>Inscrições:&nbsp;<a href="https://fundacao.sicredi.com.br/nacomunidade/fundosocial" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://fundacao.sicredi.com.br/nacomunidade/fundosocial</a></p>



<p></p>
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		<title>VLI registra aumento de volumes em ferrovias e portos e melhoria em indicadores financeiros em 2025</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/vli-registra-aumento-de-volumes-em-ferrovias-e-portos-e-melhoria-em-indicadores-financeiros-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ADM T. Rural]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 15:01:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ferrovias movimentaram 43,5 bilhões de TKU, aumento de 4% vs 2024 Por mais um ano, a VLI – companhia de soluções logísticas que opera ferrovias, portos e terminais – manteve a trajetória de crescimento lucrativo sustentável de seu negócio, que movimenta cargas de cadeias produtivas dos principais segmentos da economia brasileira como o agronegócio, mineração, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Ferrovias movimentaram 43,5 bilhões de TKU, aumento de 4% vs 2024</p>



<p>Por mais um ano, a VLI – companhia de soluções logísticas que opera ferrovias, portos e terminais – manteve a trajetória de crescimento lucrativo sustentável de seu negócio, que movimenta cargas de cadeias produtivas dos principais segmentos da economia brasileira como o agronegócio, mineração, indústria e construção civil. Ao final de 2025, a companhia registrou a movimentação de 43,5 bilhões de TKU nos seus corredores logísticos ferroviários, um aumento de 4% em relação a 2024. Nos portos onde opera, a VLI embarcou 43,9 milhões de toneladas, incremento de 2% ante 2024.</p>



<p>Os indicadores financeiros atestam a gestão sólida da companhia, com Ebitda de R$ 5,26 bilhões, receita líquida de R$ 9,95 bilhões e lucro líquido reportado de R$ 1,40 bilhão (+5.3% vs. 2024), alavancado por iniciativas para refinanciamento de dívidas vincendas, que trouxeram redução de despesas financeiras. A margem Ebitda alcançou o recorde de 52,9%, o que representa um acréscimo de 0,5 ponto percentual vs. 2024.</p>



<p>“É extremamente gratificante para todo o nosso time alcançar resultados positivos enquanto contribuímos para a criação de valor em setores da economia que geram prosperidade e fazem o Brasil crescer. Nossos números são reflexo do engajamento das nossas pessoas, da disciplina na gestão de custos e da alocação estratégica de capital, da diversificação do portfólio de clientes e regiões geográficas atendidas pela VLI, além da busca pela excelência e segurança das operações em ferrovias, portos e terminais. Pelo sétimo ano seguido, nosso rating de crédito mantem-se no grau máximo (AAA), o que demonstra o compromisso com uma gestão responsável, para gerar resultados para os nossos investidores, clientes e sociedade”, afirma Fábio Marchiori, CEO da VLI.</p>



<p>Pelo segundo ano consecutivo, a companhia investiu cerca de R$ 3,5 bilhões em seus ativos próprios e nas concessões sob sua gestão, o equivalente a 35% da receita líquida e 2,5 vezes o lucro líquido reportado no ano.</p>



<p>“Esses resultados demonstram que o propósito da transformação da logística do Brasil exige convicção e resiliência e que as escolhas que fazemos precisam sempre ser orientadas pela sustentabilidade e reputação do negócio no longo prazo. Modernizar a infraestrutura, buscando eficiência e segurança, é condição essencial para que o Brasil possa manter uma posição de destaque no cenário do comércio internacional”, completa Marchiori.</p>



<p><strong>Sobre a VLI</strong><br>A VLI atua na integração de serviços logísticos por meio de ferrovias, portos e terminais intermodais. A empresa opera as ferrovias Norte Sul (FNS) e Centro-Atlântica (FCA), além de terminais em pontos estratégicos como Santos (SP), São Luís (MA) e Vitória (ES). Presente nas regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste, a VLI conecta a produção nacional aos principais corredores logísticos do país. A VLI reafirma seu protagonismo ao conquistar, pela terceira vez, o topo do ranking Valor Inovação em Transporte e Logística — mantendo-se entre as líderes do setor por sete anos consecutivos.</p>



<p><strong>A VLI no Tocantins</strong><br>A VLI opera no Tocantins por meio do Corredor Norte, que une Porto Nacional (TO) ao sistema portuário de São Luís. O trajeto é percorrido por meio do tramo norte da Ferrovia Norte-Sul, controlado pela VLI, e pela Estrada de Ferro Carajás, onde a VLI opera por direito de passagem. A estrutura do corredor inclui três terminais intermodais, em Porto Nacional e Palmeirante, no Tocantins, e Porto Franco, no Maranhão. Nesses locais, a carga trazida por caminhões é carregada nas composições da companhia. Pelo Corredor Norte são transportadas cargas como grãos (milho e soja), fertilizantes e combustíveis, entre outros produtos.</p>
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		<title>Circulação da influenza reforça necessidade de prevenção anual</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/circulacao-da-influenza-reforca-necessidade-de-prevencao-anual/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ADM T. Rural]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 14:36:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vacina da gripe 2026 chega à rede privada com composição atualizada para o Hemisfério Sul Infecção respiratória viral aguda, a influenza é responsável por epidemias sazonais que impactam sistemas de saúde em diferentes países. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a gripe sazonal está associada a cerca de 1 bilhão de casos anuais no [&#8230;]</p>
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<p><em>Vacina da gripe 2026 chega à rede privada com composição atualizada para o Hemisfério Sul</em></p>



<p>Infecção respiratória viral aguda, a influenza é responsável por epidemias sazonais que impactam sistemas de saúde em diferentes países. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a gripe sazonal está associada a cerca de 1 bilhão de casos anuais no mundo, com 3 a 5 milhões de casos graves e até 650 mil mortes por complicações respiratórias a cada ano.</p>



<p>Sylvia Freire, médica do Sabin Diagnóstico e Saúde, explica que os sintomas mais comuns da gripe incluem febre de início súbito, tosse, dor de cabeça, dores musculares, dor de garganta, coriza e mal-estar. “Em parte dos casos, especialmente entre idosos, gestantes, puérperas, crianças pequenas, pessoas com doenças crônicas e imunossuprimidos, o quadro pode evoluir para complicações como pneumonia e Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), com possibilidade de internação e óbito”, diz.</p>



<p>Em 2025, o Brasil registrou cerca de 220 mil casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), segundo o InfoGripe, da Fundação Oswaldo Cruz. Entre os casos confirmados para vírus respiratórios, aproximadamente um em cada quatro esteve associado à influenza A, colocando o vírus entre as principais causas de quadros graves no país. No mesmo período, foram contabilizadas mais de 13 mil mortes por SRAG e, entre os óbitos com identificação viral, quase metade teve relação com influenza A.</p>



<p><strong>Vacinação</strong></p>



<p>A vacinação é recomendada para todas as pessoas a partir de seis meses de idade. Crianças entre seis meses e oito anos que serão vacinadas pela primeira vez devem receber duas doses, com intervalo mínimo de quatro semanas. A partir dos nove anos, a recomendação é de dose única anual. Pessoas com febre ou quadro infeccioso agudo devem aguardar melhora clínica antes da aplicação.</p>



<p>Segundo a infectologista pediátrica, a vacina contra a gripe é do tipo inativada, produzida com partículas de vírus partículas de virus que foram cultivadas, inativadas quimicamente e purificadas. “O imunizante estimula a produção Antígenos que não são capazes de causar infecção. Quando a pessoa vacinada entra em contato com o influenza, o sistema imunológico já reconhece o agente e responde de forma mais rápida, reduzindo o risco de evolução para quadros graves”, diz.</p>



<p><strong>Composição</strong></p>



<p>O imunizante é atualizado anualmente para acompanhar as cepas com maior probabilidade de circulação, conforme definição técnica baseada na vigilância global coordenada pela OMS e adotada no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).</p>



<p>A especialista afirma que a atualização anual é necessária devido à capacidade de mutação do vírus. “O influenza sofre alterações genéticas frequentes. A cada ano, centros colaboradores da OMS analisam as amostras coletadas em diversos países para identificar quais cepas têm maior probabilidade de circular na próxima temporada. A composição da vacina é ajustada com base nesses dados”, comenta Sylvia Freire.</p>



<p>Para a temporada 2026 no Hemisfério Sul, a Anvisa definiu que as vacinas trivalentes devem conter vírus similares às variações A (H1N1 e H3N2) e B (linhagem Victoria). Já as vacinas quadrivalentes incluem essas três cepas e podem manter um segundo componente de vírus influenza B (linhagem Yamagata), conforme previsto na regulamentação vigente, embora essa linhagem não apresente circulação documentada nos últimos anos.</p>



<p>Na rede privada em 2026, serão disponibilizadas vacinas trivalentes e quadrivalentes atualizadas, conforme diretrizes da Anvisa. A vacina quadrivalente 2026 e a vacina de alta dose trivalente, destinada a idosos , estará disponível nas unidades do Sabin Diagnóstico e Saúde.</p>



<p><strong>Sabin no Tocantins&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</strong></p>



<p>Presente no Tocantins desde 2012, o Sabin&nbsp; conta com 16 unidades distribuídas nas cidades de Palmas, Araguaína, Porto Nacional, Paraíso do Tocantins, Gurupi, Guaraí e Colinas do Tocantins. Referência em exames laboratoriais, a empresa oferece serviços de saúde com excelência, inovação e responsabilidade socioambiental.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p>A vacinação está disponível exclusivamente na Unidade Matriz, em Palmas. O Sabin também integra o ecossistema de saúde por meio da Rita Saúde, plataforma que conecta farmácias, clínicas e profissionais, ampliando o acesso a serviços de qualidade.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Com 41 anos de atuação, o Grupo Sabin é reconhecido nacionalmente por sua excelência técnica, liderança feminina e compromisso com a sustentabilidade. Presente em 14 estados e no Distrito Federal, o grupo conta com cerca de 7 mil colaboradores e realiza 7 milhões de atendimentos por ano em 362 unidades distribuídas pelo país.</p>
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		<item>
		<title>Brasil passa a operar primeiro avião agrícola autônomo</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/brasil-passa-a-operar-primeiro-aviao-agricola-autonomo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 13:26:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[primeiro avião agrícola]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O primeiro avião agrícola autônomo pode ter superado a etapa mais exigente para inovações no agronegócio: a aprovação do produtor rural. Com 79 unidades já comercializadas no Brasil, o modelo Pelican Spray apresenta resultados vantajosos. Essa é a avaliação de Rafael Bortoli, CEO do Grupo Natter, que cultiva 55 mil hectares de soja, milho e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O primeiro avião agrícola autônomo pode ter superado a etapa mais exigente para inovações no agronegócio: a aprovação do produtor rural. Com 79 unidades já comercializadas no Brasil, o modelo Pelican Spray apresenta resultados vantajosos.</p>



<p>Essa é a avaliação de Rafael Bortoli, CEO do Grupo Natter, que cultiva 55 mil hectares de soja, milho e algodão no Mato Grosso. O grupo também atua na pecuária com um rebanho de 13 mil cabeças de bovinos, piscicultura, viticultura e nutrição de plantas. A empresa administra 42 mil hectares de terra e unidades industriais.<br><br>&#8220;Conhecemos o equipamento em uma feira e decidimos assumir o risco de testar uma tecnologia ainda pouco difundida. Não havia cases no Brasil, então fizemos uma aposta. E hoje já acredito que está dando certo”, comenta.<br><br>Rafael tem perfil vanguardista na adoção de tecnologias. Ele também usa robótica e internet das coisas (IoT, Internet of things, em inglês) nas atividades agrícolas do grupo. O Pelican Spray, desenvolvido pela startup americana Pyka, está operando na propriedade desde o final do ano passado para pulverização de lavouras de soja e algodão.</p>



<p>&#8220;Como toda nova tecnologia, precisamos nos estruturar. Antes mesmo da chegada do equipamento, buscamos informações sobre a estrutura necessária para garantir eficiência operacional”, explica.</p>



<p>De acordo com ele, a fazenda adaptou uma estrutura em terra para troca rápida de baterias e abastecimento simultâneo, reduzindo o tempo em solo. &#8220;Isso foi essencial para garantir agilidade e bom aproveitamento da aeronave”, avalia.</p>



<p>Outro diferencial importante foi um conjunto de pistas de pouso. Como o Pelican precisa de apenas 50 metros para pouso e decolagem, o Grupo Natter construiu várias pistas dentro da mesma unidade produtiva.</p>



<p>“Nem o software estava preparado para operar em múltiplas pistas na mesma fazenda. Em parceria com a equipe técnica, atualizamos o sistema para permitir essa operação. Isso aumentou significativamente o rendimento”, conta.</p>



<p>A preparação permitiu que a aeronave pulverizasse 123 hectares em uma hora, acima inclusive dos 90 hectares por hora previstos pelo fabricante. A operação pôde cobrir 881 hectares em um turno. &#8220;Foi o melhor rendimento com qualquer tecnologia que tivemos até agora”, afirma.</p>



<p><strong>Voo noturno<br></strong><br>A aeronave pode operar à noite justamente por não ser ocupada por seres humanos. A legislação brasileira não permite pulverização aérea tripulada no período noturno.</p>



<p>&#8220;Em dois turnos, podemos dobrar a eficiência. Nesse cenário, a produtividade supera a de aeronaves agrícolas tradicionais como o Ipanema ou o Air Tractor”, compara.</p>



<p>Aviões agrícolas convencionais cobrem em média 160 hectares por hora. Além de ampliar a área coberta em menos tempo, outra vantagem da pulverização aérea noturna seria aproveitar melhor as janelas climáticas.</p>



<p>“Às vezes, chove durante o dia, mas o clima é perfeito durante a noite. Isso favorece a pulverização e também aplicação de nutrição foliar. As plantas ficam com os estômatos abertos durante a noite”, analisa.</p>



<p>A aeronave autônoma exige dois operadores. Ainda assim, segundo ele, o custo de operação é menor do que o de uma aeronave agrícola tradicional. Segundo o fabricante, o custo por hectare pulverizado fica entre US$ 1 e US$ 2 com o Pelican. Aviões convencionais custam 30% mais para a mesma atividade.</p>



<p>”O custo de aquisição é alto, mas ao longo do tempo o equipamento vai se pagar, inclusive pelo menor custo de manutenção. Eu acredito que o futuro da pulverização será autônomo”, afirma Rafael.</p>



<p>Cada unidade do Pelican Spray custa a partir de US$ 550 mil, ou cerca de R$ 2,9 milhões, livre de impostos. &#8220;Em um avião agrícola tradicional, há revisões frequentes de motor ou turbina que têm custo elevado. Só a economia nessas manutenções já representa uma vantagem importante”, acrescenta.</p>



<p><strong>Menos deriva<br></strong><br>O sistema de pulverização do Pelican foi desenhado com foco em precisão e redução da deriva, que é quando a calda dos defensivos não chega no alvo. Antes mesmo de consolidar a operação, a equipe do Grupo Natter e a Synerjet realizaram estudos para definir o melhor conjunto de barras e atomizadores.</p>



<p>De acordo com Rafael, a melhoria na padronização das gotas ampliou o potencial de controle de pragas e doenças. Ele acredita que o resultado será especialmente positivo em culturas sensíveis como o algodão, onde o combate ao bicudo exige frequência e eficiência.</p>



<p>“Com a qualidade da aplicação que estamos alcançando, temos potencial para um controle mais eficiente da praga”, diz.<br><br>Segundo Mateus Delacqua, diretor da Synerjet, que é representante do Pika no Brasil, o Pelican voa a 120 km/h, não a 200 km/h, o que reduz as quebras secundárias das gotas.</p>



<p>&#8220;A menor velocidade operacional diminui a fragmentação adicional das gotas no ar, reduzindo a formação de partículas muito finas e suscetíveis ao deslocamento pelo vento”, comenta.</p>



<p>Além disso, segundo ele, o desenho aerodinâmico também contribui para maior estabilidade da nuvem de pulverização. “O formato da asa gera menor vórtice, o que minimiza o impacto da deriva. Tudo isso é rastreável e demonstrável”, explica Delacqua.</p>



<p>Assim, o Grupo Natter consegue realizar aplicações a cada três dias, se necessário, mesmo com a grande escala de área cultivada. Outro diferencial é a eliminação do tráfego de máquinas em solo, evitando compactação e amassamento de plantas em períodos chuvosos.</p>



<p>“Esse é um gargalo que conseguimos resolver com a aeronave autônoma.”</p>



<p><strong>Fila até 2029<br></strong><br>Após pouco mais de um ano do lançamento comercial no Brasil, o Pelican já acumula 79 aeronaves vendidas e 14 em operação.</p>



<p>“Temos entregas programadas até 2029. Para 2026, a previsão é entregar cerca de 20 unidades. Ao menos três desses clientes já encomendaram novas unidades”, destaca Mateus.</p>



<p>Ele explica que, tecnicamente, o Pelican é um drone, ou VANT (Veículo Autônomo Não Tripulado), mas é único pelo seu tamanho. O modelo tem dimensões comparáveis às de um avião Ipanema, com 11,5 metros de envergadura, capacidade para 300 litros de calda e peso máximo de decolagem de 600 quilos.</p>



<p>Do ponto de vista regulatório, o Pelican opera sob um enquadramento específico. Por ser uma aeronave autônoma, está registrada no Sisante, sistema da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) destinado a equipamentos não tripulados.</p>



<p>Apenas uma unidade está no RAB (Registro Aeronáutico Brasileiro), justamente a que chegou ao país em 2021 para testes.</p>



<p><strong>Grandes propriedades<br></strong><br>Mateus acrescenta que o perfil dos compradores é de grandes grupos agrícolas, como SLC Agrícola, Crestani, Amaggi, Agro Cavalca e próprio Grupo Natter. “Propriedades a partir de 2 mil hectares já entram no radar de viabilidade econômica”, calcula.</p>



<p>As aeronaves em operação estão distribuídas por todo o território nacional, majoritariamente em operações de grãos e fibras, além de um projeto em cana-de-açúcar.<br><br><em>Por Globo Rural. </em></p>



<p></p>
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		<item>
		<title>Tecnologia brasileira antecipa risco de ferrugem asiática com uso de IA</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/tecnologia-brasileira-antecipa-risco-de-ferrugem-asiatica-com-uso-de-ia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 13:50:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[100 Dias]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[ferrugem asiática]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cientistas brasileiros desenvolveram uma plataforma para o diagnóstico da ferrugem-asiática da soja, uma das doenças mais severas da cultura. A tecnologia integra inteligência artificial à análise combinada de dados climáticos, agronômicos e de imagens digitais. Hospedado em nuvem, o sistema avalia o risco de ocorrência da ferrugem e gera relatórios com recomendações técnicas de manejo, [&#8230;]</p>
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<p>Cientistas brasileiros desenvolveram uma plataforma para o diagnóstico da ferrugem-asiática da soja, uma das doenças mais severas da cultura. A tecnologia integra inteligência artificial à análise combinada de dados climáticos, agronômicos e de imagens digitais.</p>



<p>Hospedado em nuvem, o sistema avalia o risco de ocorrência da ferrugem e gera relatórios com recomendações técnicas de manejo, contribuindo para decisões mais precisas no campo. Agora, os pesquisadores buscam parceiros privados para viabilizar a transferência da solução ao setor produtivo.<br><br>O modelo reúne dados de sensores ambientais, imagens digitais das folhas e parâmetros agronômicos, como cultivar, espaçamento e calendário de plantio. Os resultados são apresentados em um painel on-line, que permite aos agricultores acompanhar séries temporais de dados climáticos e imagens das plantas.</p>



<p>O sistema foi desenvolvido no âmbito do projeto Ferramenta Digital Avançada para o Gerenciamento de Riscos Agrícolas, apoiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). A iniciativa integrou parte do doutorado do cientista da computação Ricardo Alexandre Neves na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), sob a orientação do pesquisador da Embrapa Instrumentação (SP) Paulo Cruvinel.</p>



<p><br><strong>Severidade da ferrugem gera prejuízos<br></strong><br>A soja tem importância econômica global, devido a sua versatilidade. No Brasil, a estimativa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) para a safra 2025/26 é de cerca de 177,6 milhões de toneladas, um aumento de 3,6% na área cultivada, totalizando 49,1 milhões de hectares.</p>



<p>O grão é matéria-prima para alimentos, ração animal e biocombustíveis. Mas dados da Embrapa apontam que a ferrugem asiática, provocada pelo patógeno Phakopsora pachyrhizi, pode causar até 80% de perdas na lavoura e gerar custos com o controle, que podem ultrapassar US$ 2 bilhões por safra.</p>



<p>A disseminação da doença é feita pelo vento, que pode espalhar o fungo na própria lavoura, em áreas vizinhas ou distantes. Portanto, dificulta seu controle. O controle utiliza fungicidas químicos, mas a ferrugem asiática está cada vez mais resistente às diversas classes desses defensivos.</p>



<p>Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!<br>“Para obter uma lavoura livre da ferrugem asiática, pode haver excesso de aplicações. Isso implica em prejuízos ao meio ambiente e aos produtores, uma vez que impacta nos custos de produção”, afirma Cruvinel.</p>



<p>A doença se manifesta inicialmente com manchas amareladas ou alaranjadas. No estágio intermediário, essas manchas se expandem e formam áreas avermelhadas maiores. Na fase avançada, as áreas afetadas tornam-se castanhas e cobrem grandes porções da folha, que perece.</p>



<p><strong>Fusão de dados facilita diagnóstico<br></strong><br>Os cientistas desenvolveram o sistema por on-farm research – pesquisa a campo diretamente no ambiente de produção -, em um modelo que utiliza variáveis climáticas, dados relacionados às plantas de soja, e informações obtidas a partir de imagens digitais de folhas da soja. As variáveis climatológicas foram observadas no período de monitoramento na área da cultura.</p>



<p>“A tecnologia classifica a favorabilidade da doença em três níveis, baixo, médio e alto, a depender da combinação do conjunto das variáveis relacionadas ao estágio de infestação. Com isso, é possível realizar diagnósticos e prognósticos de controle da doença, com maior eficácia e precisão”, complementa Neves.</p>



<p>Segundo ele, o nível de favorabilidade é definido por inferência estatística em função do comportamento do conjunto das variáveis consideradas e relacionadas à ocorrência da doença.</p>



<p>Os pesquisadores explicam que o sistema funciona a partir da junção de dados. Os principais viabilizam a análise de fatores essenciais ao desenvolvimento do fungo, como o período de molhamento foliar – umidade relativa acima de 90%, na faixa de temperatura entre 18°C e 26,5°C – ou o ponto de orvalho.</p>



<p>O trabalho utiliza técnicas avançadas e específicas de processamento para extrair informações das imagens digitais de folhas da soja. Padrões de cor, como verde, amarelo e marrom, estão associados aos estágios de evolução da doença.</p>



<p>Cruvinel conta que, para a fusão desses dados, o estudo avaliou dois métodos. O sistema, por fim, utiliza o modelo de Cadeias Ocultas de Markov, que oferece robustez, eficácia e eficiência ao processo de suporte à decisão. Essa metodologia se mostrou superior à de lógica Fuzzy (difusa), alcançando 100% de acerto na correspondência dos cenários avaliados sobre riscos de ocorrência da ferrugem asiática em áreas de cultura de soja.</p>



<p>“O modelo desenvolvido para a fusão de dados de diferentes variáveis oportunizou estruturar uma base de regras completa, que considera sistematicamente diferentes situações em que seja provável a doença ocorrer”, diz o pesquisador.</p>



<p>Durante o estudo de quatro anos com a cultivar convencional BRS 537 da Embrapa Soja (PR), os pesquisadores utilizaram mais de 2 gigabytes de dados por ciclo de cultura, considerando informações coletadas em lavoura real durante o cultivo, em parcelas georreferenciadas na região de Poxoréu (MT) e fotografadas sob índices de iluminação conhecidos.</p>



<p><strong>Dados estão à disposição dos produtores<br></strong><br>Os relatórios analíticos disponibilizados no painel de controle foram constituídos com base em um histórico de vinte anos e possibilitam avaliar períodos de ciclos da cultura. O sistema possui interface amigável para navegação, organizada, com informações básicas e de interesse para produtores e potenciais usuários.</p>



<p>De acordo com Cruvinel e Neves, os relatórios gerenciais têm por objetivo apoiar às tomadas de decisão do produtor quanto à gestão das áreas de plantio, possibilitando avaliar a ocorrência ou não da ferrugem asiática e o estágio de severidade da doença, além de apresentar recomendações agronômicas baseadas no diagnóstico para o controle da doença.</p>



<p>Cruvinel acrescenta que o relatório é exibido na aba “Recomendações Agrícolas” do painel de controle, onde há também um link para o site Agrofit, banco de informações sobre os produtos agroquímicos e afins registrados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), para consultas e seleção de fungicidas recomendados para o controle da ferrugem asiática.</p>



<p><strong>Solução reduz uso de fungicidas<br></strong><br>Os pesquisadores afirmam que o sistema viabiliza o monitoramento da presença ou não da ferrugem asiática da soja, bem como a avaliação da dinâmica de ocorrência da doença, em seus diferentes estágios de severidade e risco no processo agrícola produtivo.</p>



<p>“O ponto-chave da pesquisa foi criar um método que integra dados heterogêneos para oferecer um diagnóstico mais confiável. Depender apenas de imagens ou apenas de dados climáticos isolados não é suficiente para uma avaliação precisa, o que pode levar a diagnósticos falso-positivos. Além disso, a solução oferece prevenção e uso racional de fungicidas”, afirma Neves, que é atualmente professor do Instituto Federal de São Paulo (IFSP), campus de São João da Boa Vista.</p>



<p><strong>Sistema é validado por especialistas<br></strong><br>Para Bernardo Vieira e Katia Nechet, fitopatologistas da Embrapa Meio Ambiente (SP) a solução desenvolvida é de grande valia para o produtor, pois cruzou dados obtidos de imagens de folhas de soja com ferrugem asiática, cujos sintomas e severidade foram avaliados por especialistas, e dados climáticos coletados por sensores ambientais.</p>



<p>Os pesquisadores pontuam que o modelo desenvolvido e validado tem como mérito fornecer estimativas mais acuradas e precisas para prever a propensão climática favorável à progressão da doença.</p>



<p>“Na prática, o método propicia a tomada de medidas de controle em campo antes que a doença atinja alta severidade, uma vez que permite aos produtores decidirem, de forma antecipada, o melhor momento para utilização de medidas de controle”, ressaltam Vieira e Nechet, que participaram da validação do modelo, além de outros especialistas.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<title>Projeto Parque Pequi propõe soluções tecnológicas para o campo no Tocantins</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 13:33:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Parque Pequi]]></category>
		<category><![CDATA[Soluções Tecnológicas]]></category>
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<p>O secretário da Agricultura e Pecuária, Fred Sodré, recebeu nesta última segunda-feira, 02, o diretor de Ambientes de Inovação e Empreendedorismo da Universidade Federal do Tocantins (UFT), Silon Procath, para apresentação do projeto do Parque Pequi (Parque de Empreendedorismo, Qualidade Socioambiental e Inovação Tecnológica).</p>



<p>Durante o encontro, o secretário destacou a importância da iniciativa para o fortalecimento do ecossistema de inovação no Estado e para a integração entre pesquisa acadêmica e setor produtivo. “O Governo do Tocantins entende que inovação e tecnologia são caminhos fundamentais para ampliar a competitividade do nosso agro e diversificar a nossa economia. Receber a apresentação do Parque Pequi é um passo importante para construirmos parcerias estratégicas que conectem a universidade ao produtor e ao mercado, gerando desenvolvimento, emprego qualificado e soluções sustentáveis para o Estado”, afirmou Fred Sodré.</p>



<p>Para a Seagro, a aproximação com o projeto reforça o compromisso do Governo do Estado com a construção de um ambiente favorável à pesquisa aplicada, à inovação e ao desenvolvimento sustentável do Tocantins.</p>



<p><strong>O parque</strong></p>



<p>O Parque Pequi é um projeto da Universidade Federal do Tocantins (UFT), aprovado com financiamento da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), com investimento estimado em aproximadamente R$ 15 milhões. A estrutura será implantada no campus da UFT, em Palmas, com prazo de execução de 18 meses e inauguração prevista para março de 2028.</p>



<p><em>Por Hérica Rocha/Governo do Tocantins.</em></p>
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