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	<title>Pecuária Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>Pecuária Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Tocantins mantém status sanitário e segue livre de gripe aviária e doença de Newcastle</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 13:11:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Monitoramento contínuo garante proteção à avicultura e reforça a segurança da produção no estado A Agência de Defesa Agropecuária (Adapec), realiza ações do Plano de Vigilância 2025/2026 para comprovar a ausência de circulação dos vírus da Influenza Aviária e da Doença de Newcastle em todo o estado. As atividades começaram em novembro de 2025 e [&#8230;]</p>
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<p><em>Monitoramento contínuo garante proteção à avicultura e reforça a segurança da produção no estado</em></p>



<p>A Agência de Defesa Agropecuária (Adapec), realiza ações do Plano de Vigilância 2025/2026 para comprovar a ausência de circulação dos vírus da Influenza Aviária e da Doença de Newcastle em todo o estado. As atividades começaram em novembro de 2025 e seguem até junho deste ano. Ao todo, serão visitadas 28 propriedades, sendo 12 de subsistência, que correspondem a 132 animais; e 16 propriedades industriais, que somam 176 animais, totalizando 308 aves monitoradas.</p>



<p>As equipes técnicas realizam visitas a propriedades rurais e unidades de produção avícola para coleta de amostras biológicas, como soro sanguíneo, utilizado para identificar possível exposição prévia aos agentes virais, além de&nbsp;<em>swabs</em>&nbsp;de traqueia e cloaca, destinados à detecção de infecções ativas.</p>



<p>O plano integra um estudo soroepidemiológico e é dividido em componentes estratégicos, entre eles os componentes 3 e 4, executados anualmente no estado desde 2022. O componente 3 contempla a vigilância ativa na avicultura industrial. Já o componente 4 é direcionado às aves de subsistência localizadas em áreas com maior risco de contato com aves aquáticas migratórias.</p>



<p>Segundo a responsável técnica do Programa Estadual de Sanidade Avícola (Pesa), Mariana Teles, o componente 4 já foi concluído, enquanto o componente 3 está em fase final, restando apenas três propriedades para o encerramento das coletas até junho. “Essa iniciativa fortalece a sanidade avícola, amplia a segurança da produção estadual e reforça a credibilidade do Tocantins perante os mercados consumidores”, destacou.</p>



<p>Até o momento, todos os resultados laboratoriais analisados apresentaram resultado negativo para o vírus H5N1, subtipo da influenza aviária. Os dados reforçam a inexistência de circulação viral nos plantéis avaliados e demonstram a efetividade das medidas de vigilância sanitária adotadas no estado.</p>



<p>A influenza aviária e a doença de Newcastle são enfermidades de grande impacto para a avicultura, com potencial para causar prejuízos econômicos expressivos e gerar restrições sanitárias e comerciais nos mercados nacional e internacional.</p>



<p>A Adapec orienta os produtores rurais a receberem as equipes técnicas durante as visitas de campo e, em caso de suspeita da doença, comunicar imediatamente uma das unidades da Adapec ou entrar em contato pelo telefone 0800 000 4733.</p>



<p><em>Por Graziela Aires/Governo do Tocantins.</em></p>
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		<title>Com tecnologia, produtores transformam a gestão dentro da porteira no Tocantins</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/com-tecnologia-produtores-transformam-a-gestao-dentro-da-porteira-no-tocantins/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 12:08:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Experiências no campo mostram como dados, drones e sistemas digitais têm mudado decisões e resultados na pecuária A incorporação de tecnologia tem transformado a gestão das fazendas no Tocantins. Em um cenário de expansão da pecuária e maior exigência por eficiência, produtores têm investido em ferramentas que permitem acompanhar indicadores em tempo real e tomar [&#8230;]</p>
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<p><em>Experiências no campo mostram como dados, drones e sistemas digitais têm mudado decisões e resultados na pecuária</em></p>



<p>A incorporação de tecnologia tem transformado a gestão das fazendas no Tocantins. Em um cenário de expansão da pecuária e maior exigência por eficiência, produtores têm investido em ferramentas que permitem acompanhar indicadores em tempo real e tomar decisões com base em dados.</p>



<p>Dados do IBGE e da Embrapa apontam o avanço da adoção tecnológica no campo brasileiro, impulsionando sistemas mais intensivos e produtivos. No Tocantins, onde o rebanho supera 11 milhões de cabeças, segundo a Adapec, esse movimento reforça a profissionalização da atividade.</p>



<p>Na prática, softwares de gestão, identificação eletrônica e sensores permitem o controle detalhado do rebanho, redução de falhas e melhor planejamento das operações. O uso de drones também vem ampliando o monitoramento de pastagens e áreas produtivas, garantindo mais agilidade e precisão no manejo.</p>



<p>Na Fazenda Santana, em Pium, a pecuarista Maria Elizabeth de Rooy Nascimento já utiliza essas tecnologias na rotina. “Há seis anos adotamos software de gestão e brinco eletrônico, o que trouxe mais organização das informações, rastreabilidade e controle individualizado dos animais”, afirma.</p>



<p>“Com a gestão individualizada, conseguimos avaliar melhor a produção e descartar animais menos produtivos. O brinco eletrônico trouxe mais agilidade no manejo e reduz erros, enquanto o uso de drones aumentou a precisão nas operações e reduziu desperdícios”, explica.<br><br>A análise de solo também passou a orientar o uso mais eficiente de insumos e a produtividade das pastagens.</p>



<p>A produtora destaca ainda que a adoção exigiu adaptação. “Houve resistência no início, mas com treinamento e resultados práticos, a equipe passou a utilizar as ferramentas com confiança.”</p>



<p>Além da gestão, outro ponto de destaque é a integração entre tecnologia e genética. O cruzamento de dados sobre desempenho, ganho de peso, fertilidade e qualidade de carcaça permite uma seleção mais precisa dos animais, acelerando os resultados ao longo dos ciclos produtivos.</p>



<p>Para o presidente da Novilho Precoce Tocantins, Fernando Penteado, a tecnologia já é parte essencial da atividade. “O produtor que trabalha com informação e ferramentas modernas ganha eficiência, melhora a qualidade da produção e evolui com mais consistência. Hoje, quem não acompanha esse movimento acaba ficando para trás.”</p>



<p>A tendência é que o uso de tecnologia continue avançando no campo, consolidando a gestão baseada em dados como um dos pilares da pecuária moderna.</p>



<p><em>Por Ascom Novilho Precoce Tocantins. </em></p>
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		<title>Produpasto coloca em debate limites e avanços da pecuária na região amazônica</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/produpasto-coloca-em-debate-limites-e-avancos-da-pecuaria-na-regiao-amazonica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 13:20:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Produpasto]]></category>
		<category><![CDATA[região amazônica]]></category>
		<category><![CDATA[Sebrae Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com apoio do Sebrae Tocantins, o evento reuniu produtores e especialistas para discutir tecnologia, manejo e sustentabilidade no campo Com o objetivo de fortalecer a pecuária no norte do Estado e ampliar o acesso a estratégias para uma produção mais eficiente e sustentável, o Sebrae Tocantins apoiou o VII Produpasto. O evento realizado neste fim [&#8230;]</p>
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<p><em>Com apoio do Sebrae Tocantins, o evento reuniu produtores e especialistas para discutir tecnologia, manejo e sustentabilidade no campo</em></p>



<p>Com o objetivo de fortalecer a pecuária no norte do Estado e ampliar o acesso a estratégias para uma produção mais eficiente e sustentável, o Sebrae Tocantins apoiou o VII Produpasto. O evento realizado neste fim de semana, em Araguaína, reuniu produtores, técnicos e especialistas em torno de soluções para aumentar a rentabilidade da bovinocultura na região.</p>



<p>A iniciativa ocorreu em um contexto de crescente pressão por produtividade aliada à preservação ambiental, sobretudo em áreas sensíveis como a Amazônia. Ao longo da programação, foram apresentadas tecnologias e práticas de manejo direcionadas à intensificação sustentável, com destaque para a recuperação de pastagens e o uso mais eficiente dos recursos naturais. A proposta foi aproximar os produtores de soluções já validadas no campo, consideradas estratégicas para ampliar a competitividade do setor no médio e longo prazo.</p>



<p>O Produpasto, realizado a cada dois anos, se consolidou como uma das principais iniciativas de difusão de conhecimento técnico para a pecuária na região. A programação diversificada reuniu especialistas reconhecidos nacionalmente e proporcionou aos participantes acesso a conteúdos atualizados, com foco em soluções aplicáveis à realidade do campo.</p>



<p>Na visão do analista do Sebrae Tocantins Thiago Dias, a participação em iniciativas desse porte representa uma oportunidade de acelerar resultados na atividade rural. “No campo, errar custa caro e aprender sozinho pode levar anos. Em eventos como este, o produtor tem acesso direto a experiências já testadas, especialistas e soluções que funcionam na prática, o que impacta o desempenho do negócio”, afirma.</p>



<p>Atualmente, Araguaína concentra um dos principais polos da pecuária no Estado, setor estratégico para a economia regional, mas que enfrenta o desafio de crescer sem avançar sobre novas áreas. Segundo Dias, há potencial de expansão dentro das áreas já consolidadas, sobretudo com a recuperação de pastagens e a adoção de técnicas mais eficientes de manejo. “A bovinocultura na região Amazônica impõe desafios constantes. O caminho passa por equilibrar produção e preservação”, diz o analista.</p>



<p>Ao longo do evento, o Produpasto reforçou seu papel como espaço de atualização técnica na produção animal em pastagens, ao reunir conteúdos alinhados às demandas mais recentes do setor. A programação incluiu palestras, workshops e debates conduzidos por especialistas de diferentes regiões do País, com a difusão de tecnologias e práticas de manejo que favorecem o aumento da produtividade com maior eficiência no uso dos recursos disponíveis.<em> </em><br><br><em>Por Assessoria de Imprensa do Sebrae Tocantins.</em></p>
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		<item>
		<title>Preço do boi gordo fica firme, mas cenário no campo acende sinal de atenção</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/preco-do-boi-gordo-fica-firme-mas-cenario-no-campo-acende-sinal-de-atencao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 13:16:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Cotações]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Preço do boi gordo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Exportações aquecidas contrastam com ritmo mais fraco no mercado interno O mercado físico do boi gordo abriu a semana com estabilidade, mas em várias praças houve tentativas de compra em patamares mais baixos de preço, informa a consultoria Safras &#38; Mercado. O movimento esteve mais intenso em Goiás e em Minas Gerais, Estados em que [&#8230;]</p>
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<p><em>Exportações aquecidas contrastam com ritmo mais fraco no mercado interno</em></p>



<p>O mercado físico do boi gordo abriu a semana com estabilidade, mas em várias praças houve tentativas de compra em patamares mais baixos de preço, informa a consultoria Safras &amp; Mercado. O movimento esteve mais intenso em Goiás e em Minas Gerais, Estados em que a condição das pastagens é pior devido ao estresse hídrico.</p>



<p>Já no Mato Grosso, Pará, Tocantins e Rondônia, as chuvas tiveram maior regularidade em abril, oferecendo bom suporte aos pastos, que ainda apresentam vigor, oferecendo maior capacidade de retenção ao pecuarista. Segundo Fernando Iglesias, analista da Safras &amp; mercado, esse cenário oferece uma perspectiva de menor pressão baixista nesses Estados, o que pode acontecer com maior intensidade apenas na segunda quinzena de maio.</p>



<p>“A progressão da cota chinesa é outro elemento a ser mencionado. A leitura é que será esgotada em meados de junho”, destaca.</p>



<p>Nesta segunda-feira (27/4), das 33 regiões monitoradas pela Scot Consultoria, 26 não tiveram alterações nos preços do boi gordo. Houve quedas de valores no Triângulo Mineiro, Belo Horizonte (MG), sul de Minas Gerais, Goiânia (GO), sul de Goiás, Dourados (MS) e Redenção (PA).</p>



<p>Nas praças de Araçatuba (SP) e Barretos (SP), referências para o mercado o boi gordo seguiu cotado a R$ 363 a arroba para o pagamento a prazo. A cotação do “boi China” caiu R$ 3, para R$ 365 a arroba. Não houve alterações para a vaca e a novilha.</p>



<p><strong>Mercado externo</strong></p>



<p>As exportações de carne bovina seguem em bom ritmo. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) mostram que o volume médio que tem sido embarcado por dia segue acima de 10 mil toneladas. Na parcial de abril (16 dias úteis), a média está em 13.516 toneladas diárias de carne in natura.</p>



<p>O preço em dólar tem subido com o passar das semanas, contrabalançando a queda do câmbio. A média parcial do mês está em US$ 6.200 por tonelada, equivalente a R$ 31.313 por tonelada.</p>



<p><strong>Mercado interno</strong></p>



<p>Segundo a Scot Consultoria, na última semana, o ritmo dos negócios no varejo esteve reduzido e, consequentemente, os pedidos para reposição de estoque estiveram baixos, mas com a disponibilidade de carne nas câmaras frias em menor volume. No entanto, diferentemente das semanas anteriores, quando o mercado vinha sustentado, houve queda nas cotações das carcaças casadas.</p>



<p>Ao longo da segunda-feira, os preços estiveram acomodados no mercado atacadista, com o ambiente de negócios ainda sugerindo menor espaço para reajustes no decorrer do restante do mês, considerando o apelo mais fraco ao consumo durante a segunda quinzena do mês, explica Iglesias, da Safras &amp; Mercado. Além disso, o analista destaca que os preços da carne bovina ainda perdem competitividade na comparação com as proteínas concorrentes, especialmente em relação à carne de frango.</p>



<p>Nesta segunda-feira, no atacado da Grande São Paulo, a consultoria Safras &amp; Mercado registrou o quarto dianteiro ainda precificado a R$ 23,50, por quilo; o quarto traseiro seguiu cotado a R$ 28,50 por quilo; e a ponta de agulha continuou no patamar de R$ 21,50 por quilo.</p>



<p><em>Por Globo Rural. </em></p>
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		<item>
		<title>Gustavo Mioto e Murilo Huff levam sucessos do sertanejo para a 51ª Expo Gurupi 2026</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/gustavo-mioto-e-murilo-huff-levam-sucessos-do-sertanejo-para-a-51a-expo-gurupi-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 12:50:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
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		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A 51ª Expo Gurupi 2026 segue ganhando força com a confirmação de nomes de peso da música sertaneja. Entre as atrações anunciadas pelo Sindicato Rural de Gurupi estão Gustavo Mioto e Murilo Huff, artistas que acumulam milhões de reproduções e sucessos que dominam rádios e plataformas digitais em todo o país. Gustavo Mioto, que se [&#8230;]</p>
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<p>A 51ª Expo Gurupi 2026 segue ganhando força com a confirmação de nomes de peso da música sertaneja. Entre as atrações anunciadas pelo Sindicato Rural de Gurupi estão Gustavo Mioto e Murilo Huff, artistas que acumulam milhões de reproduções e sucessos que dominam rádios e plataformas digitais em todo o país.</p>



<p>Gustavo Mioto, que se apresenta no dia 28 de maio com entrada gratuita, é dono de hits que marcaram o sertanejo recente. Entre os mais conhecidos estão “Com ou Sem Mim”, “Solteiro Não Trai”, “Impressionando os Anjos” e “Eu Gosto Assim”, parceria com Mari Fernandez que figurou entre as músicas mais tocadas do Brasil. O cantor se destaca por unir romantismo e uma pegada mais moderna, conquistando principalmente o público jovem.</p>



<p>Já Murilo Huff, confirmado para a abertura do rodeio, também no dia 28 de maio, chega com um repertório consolidado. Entre seus principais sucessos estão “Uma Ex”, “Dois Enganados”, “Desejando Eu” e “Anestesiado”, canções que reforçam sua identidade no sertanejo romântico e que costumam embalar grandes públicos em shows pelo país.</p>



<p>A Expo Gurupi será realizada entre os dias 26 e 31 de maio e reúne programação diversificada, com foco no agronegócio, entretenimento e geração de negócios. A expectativa é de mais uma edição com grande público, consolidando o evento como um dos mais importantes do Tocantins.</p>



<p>A realização é do Sindicato Rural de Gurupi, presidido por João Victor Stival.<br><br><em>Con informações do Sindicato Rural de Gurupi. </em></p>



<p></p>
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		<title>Negócio envolvendo um dos maiores confinamentos do Brasil marca venda da Fazenda Conforto</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/negocio-envolvendo-um-dos-maiores-confinamentos-do-brasil-marca-venda-da-fazenda-conforto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 13:01:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Confinamento]]></category>
		<category><![CDATA[Fazenda Conforto]]></category>
		<category><![CDATA[Gado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mesmo após acordo com grupo de Júnior Friboi, família Negrão segue no agro com base no Tocantins A venda da Fazenda Conforto, uma das maiores e mais modernas operações de confinamento do País, para a JBJ Agropecuária &#8211; gigante do setor pertencente a José Batista Júnior, o Júnior Friboi, filho do fundador e ex-CEO da JBS [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Mesmo após acordo com grupo de Júnior Friboi, família Negrão segue no agro com base no Tocantins</em></p>



<p>A venda da Fazenda Conforto, uma das maiores e mais modernas operações de confinamento do País, para a JBJ Agropecuária &#8211; gigante do setor pertencente a José Batista Júnior, o Júnior Friboi, filho do fundador e ex-CEO da JBS &#8211; não significa a saída definitiva da família Negrão do setor agropecuário.</p>



<p>As negociações entre as duas partes, formalizadas em um pedido de análise da transação junto ao Cade, envolvem “apenas” os ativos relacionados à propriedade localizada em Nova Crixás, no estado de Goiás, onde o empresário Alexandre Negrão, falecido em 2023, implantou seu ambicioso projeto.</p>



<p>Desde esse mesmo ano, entretanto, seus herdeiros operam uma segunda propriedade, a Fazenda Conforto II, situada no município de Formosa do Araguaia, no estado de Tocantins, a cerca de 300 quilômetros da Conforto original.</p>



<p>Com 5 mil hectares, ela recebeu, logo após a aquisição (por valores não revelados), um investimento de R$ 80 milhões para o desenvolvimento de 2,5 mil hectares de soja. A primeira safra foi semeada no fim de 2023 e resultou em produtividades superiores a 60 sacas por hectare.</p>



<p>O aporte para a “transformação da fazenda em tempo recorde” incluía também a preparação para estabelecer ali um modelo de semiconfinamento, segundo&nbsp;<a href="https://agfeed.com.br/negocios/conforto-bate-15-milhao-de-bois-abre-segunda-fazenda-e-produz-novos-negocios/">informou ao&nbsp;<strong>AgFeed</strong></a>, na ocasião, Sergio Pellizzer, genro de Negrão e CEO do grupo Conforto.</p>



<p>O projeto previa uma capacidade estática de 15 mil animais para recria e adaptação – a terminação sendo feita na fazenda goiana.</p>



<p>Nesta sexta-feira, 24 de abril, Pellizzer confirmou ao <strong>AgFeed</strong> que a família manterá a operação da Conforto II, sem dar detalhes.</p>



<p>Quando foi adquirida, a ideia é que a fazenda funcionasse como uma extensão do confinamento de Goiás, fornecendo animais e recebendo insumos, como os biofertilizantes produzidos na Conforto, para utilização na área agrícola.</p>



<p>“Fizemos a opção de expandir em área que não ficasse muito distante”, disse o CEO em 2023. “Assim, conseguimos levar para essa área o adubo que produzimos em Nova Crixás e trazer os bois para o confinamento com um custo logístico não muito alto”.</p>



<p>Na Conforto II, a aplicação de tecnologia nas operações agrícolas segue o modelo que já funcionava de forma exemplar na outra fazenda. No plantio de soja, por exemplo, a empresa adotou o sistema de agricultura de precisão Smart Farm, da John Deere.</p>



<p>“Desde o plantio até a colheita, passando pela aplicação de insumos, acompanhamos o desempenho em detalhes: o que foi plantado, o quanto foi produzido, o consumo por hectare e a eficiência geral das operações”, informa uma postagem da empresa nas redes sociais em janeiro de 2025.</p>



<p><em>Com informações da AgFeed. </em></p>



<p></p>
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		<title>Motorista é preso após acidente que matou duas mulheres em Miracema do Tocantins</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/motorista-e-preso-apos-acidente-que-matou-duas-mulheres-em-miracema-do-tocantins/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 12:32:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Acidente]]></category>
		<category><![CDATA[Morte]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um grave acidente de trânsito registrado por câmeras de segurança resultou na morte de duas mulheres na madrugada do último sábado, 25, em Miracema do Tocantins. A colisão ocorreu no cruzamento da Avenida 7 de Setembro com a Rua Jacy Cavalcante, logo após o fim de uma noite de programação da pecuária do município, e [&#8230;]</p>
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<p>Um grave acidente de trânsito registrado por câmeras de segurança resultou na morte de duas mulheres na madrugada do último sábado, 25, em Miracema do Tocantins. A colisão ocorreu no cruzamento da Avenida 7 de Setembro com a Rua Jacy Cavalcante, logo após o fim de uma noite de programação da pecuária do município, e envolveu um carro de passeio e uma motocicleta.<br><br><img fetchpriority="high" decoding="async" width="700" height="350" class="wp-image-23126" style="width: 700px;" src="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-4-1140x570-1.webp" alt="" srcset="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-4-1140x570-1.webp 1140w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-4-1140x570-1-300x150.webp 300w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-4-1140x570-1-1024x512.webp 1024w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-4-1140x570-1-768x384.webp 768w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-4-1140x570-1-360x180.webp 360w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-4-1140x570-1-750x375.webp 750w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>



<p>As imagens mostram o momento em que o veículo segue pela avenida e a motocicleta surge no cruzamento, instante em que ocorre a batida. Mesmo após o impacto, o carro continua em movimento por alguns metros.</p>



<p>De acordo com a Polícia Militar, o motorista do carro, identificado como João Batista Júnior Silva Torres, de 33 anos, foi preso em flagrante após apresentar sinais visíveis de embriaguez. Ele foi encaminhado à delegacia e autuado por duplo homicídio culposo, quando não há intenção de matar, sob influência de álcool.</p>



<p>As vítimas foram identificadas como Mary Ellen Macedo de Gois, de 41 anos, e Noemia Pereira da Silva, de 46 anos. A morte das duas gerou grande comoção entre moradores da cidade.</p>



<p>A defesa do motorista afirmou que ele estava acompanhado da companheira no momento do acidente e que foi o próprio condutor quem acionou a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros. Os advogados também alegam que a motocicleta teria atravessado a via sem parar e que não foi realizado exame toxicológico no local.</p>



<p>O caso segue sob investigação.</p>



<p><em><strong>Fonte:</strong> Informações da Polícia Militar do Tocantins e apuração com base em publicações da página Eu Amo Lagoa (@euamolagoa_) nas redes sociais.</em></p>
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		<title>Braford ganha espaço no Tocantins e impulsiona produção de carne de qualidade</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/braford-ganha-espaco-no-tocantins-e-impulsiona-producao-de-carne-de-qualidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 12:57:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Braford]]></category>
		<category><![CDATA[Carne]]></category>
		<category><![CDATA[Gado]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[produção]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Rusticidade, adaptação ao clima tropical e qualidade de carcaça têm impulsionado o avanço da raça Braford na pecuária brasileira. Composta predominantemente por sangue Hereford e zebuíno, no padrão mais difundido de 5/8 Hereford e 3/8 zebuíno, a raça reúne a adaptabilidade dos bovinos tropicais à precocidade, à docilidade e ao padrão de carcaça das linhagens [&#8230;]</p>
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<p>Rusticidade, adaptação ao clima tropical e qualidade de carcaça têm impulsionado o avanço da raça Braford na pecuária brasileira. Composta predominantemente por sangue Hereford e zebuíno, no padrão mais difundido de 5/8 Hereford e 3/8 zebuíno, a raça reúne a adaptabilidade dos bovinos tropicais à precocidade, à docilidade e ao padrão de carcaça das linhagens britânicas. O resultado é um animal que transita com facilidade entre diferentes sistemas de produção e regiões do País.</p>



<p><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Eduardo.jpg?resize=200%2C300&amp;ssl=1" alt="" width="200" height="300" srcset="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Eduardo.jpg?resize=200%2C300&amp;ssl=1 200w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Eduardo.jpg?resize=683%2C1024&amp;ssl=1 683w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Eduardo.jpg?resize=768%2C1152&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Eduardo.jpg?resize=300%2C450&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Eduardo.jpg?resize=600%2C900&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Eduardo.jpg?w=800&amp;ssl=1 800w"></p>



<p id="caption-attachment-208365"><em>Médico-veterinário, produtor rural e presidente da Associação Brasileira de Hereford e Braford (ABHB), Eduardo de Souza Soares: “O Braford se adaptou aos mais variados ambientes do nosso país. Entrega rentabilidade em sistemas pastoris e também responde muito bem quando inserido em sistemas de confinamento ou de terminação intensiva em cocho”</em></p>



<p>O médico-veterinário, produtor rural e presidente da Associação Brasileira de Hereford e Braford (ABHB), Eduardo de Souza Soares afirma que a versatilidade é a principal marca do Braford. Segundo ele, se trata de um animal de porte moderado, manso e com carcaça alinhada às exigências da exportação. “O Braford se adaptou aos mais variados ambientes do nosso país. Entrega rentabilidade em sistemas pastoris e também responde muito bem quando inserido em sistemas de confinamento ou de terminação intensiva em cocho”, afirma.</p>



<p>Hoje, a raça está presente em praticamente todas as regiões brasileiras, com criadores em Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas Gerais e Sergipe, além da forte base da criação na região Sul, especialmente no Rio Grande do Sul.</p>



<p>De acordo com Soares, o Braford ganhou escala por meio do cruzamento industrial com outras raças zebuínas, agregando desempenho produtivo e valorização comercial aos bezerros. A demanda crescente por carne de maior valor agregado tem impulsionado esse movimento. Diante de um consumidor mais exigente e disposto a pagar por qualidade, cresce cada vez mais a procura por animais com genética britânica na composição, reconhecida mundialmente pela maciez e pelo padrão de carcaça. “O mercado hoje paga por qualidade. Os frigoríficos estão buscando cada vez mais animais que entreguem padrão de carcaça e maciez, e isso está diretamente ligado à genética britânica. Quando o produtor usa o Braford no cruzamento, ele aumenta a produtividade e consegue vender seus terneiros e bezerros com maior valor agregado”, atesta o presidente da ABHB.</p>



<p><strong>Melhoramento acelera ganhos produtivos</strong></p>



<p>O crescimento da raça também está associado ao investimento em genética. O programa de melhoramento conduzido pela associação fornece avaliações zootécnicas aos criadores, complementando a seleção visual tradicional. Além disso, a ampla disseminação da transferência de embriões e das fertilizações in vitro acelerou o ganho genético da raça nos últimos anos.</p>



<p><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/04/braford-10.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1" alt="" style=""></p>



<p id="caption-attachment-208361"><em>Foto: Divulgação/Fazenda Basso Pancote</em></p>



<p>Segundo o presidente da ABHB, a combinação de ferramentas reprodutivas e critérios técnicos de seleção elevou o padrão dos rebanhos e contribuiu para consolidar o Braford como alternativa tanto para produção de genética quanto para fornecimento de animais comerciais.</p>



<p>A estratégia se conecta diretamente ao mercado de carne certificada. O Programa Carne Certificada Braford, coordenado pela entidade, foi o primeiro do gênero no Brasil. A proposta é garantir ao consumidor a procedência e a padronização da carne identificada com a marca da raça. “Quando o consumidor reconhece que há certificação e padrão de qualidade dentro da embalagem, a demanda cresce. E isso vem se intensificando nos últimos anos”, salienta Soares.</p>



<p><strong>Modelo de seleção no Rio Grande do Sul</strong></p>



<p>Na prática, a evolução genética da raça pode ser observada em propriedades como a Fazenda Basso Pancotte, em Soledade (RS). O empreendimento iniciou as atividades em 2006, sob comando de Neide Basso e Jair Pancotte, com a proposta de construir um modelo de criação focado em alto desempenho.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/04/braford-02.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-208362"/></figure></div>


<p>De acordo com o médico-veterinário da fazenda, Daniel Borelli, o trabalho começou com a raça Angus e forte investimento em inseminação artificial e transferência de embriões. O desempenho em exposições como a Expointer e a Exposição de Uruguaiana consolidou o foco em melhoramento genético.</p>



<p>Com o tempo, o mercado passou a demandar animais mais adaptáveis a diferentes condições climáticas. Foi nesse contexto que a fazenda incorporou embriões de Brangus e Braford ao plantel. “Nos últimos 10 anos, o salto da raça Braford dentro da propriedade foi muito expressivo”, afirma Borelli.</p>



<p>Segundo ele, a procura por material genético cresceu à medida que os pecuaristas perceberam a versatilidade da raça. Hoje, a fazenda comemora resultados em exposições internacionais e a produção de animais comerciais destinados ao cruzamento industrial.</p>



<p><strong>Manejo e adaptação</strong></p>



<p>Por ser uma raça sintética, resultado da combinação de duas linhagens puras, o Braford herdou características que facilitam o manejo. “A influência zebuína, com contribuição de raças como Brahman, Nelore e Tabapuã ao longo do processo seletivo, garante pelo fino e maior resistência a parasitas em regiões quentes”, ressalta Borelli.</p>



<p><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Daniel-1.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1" alt="" style=""></p>



<p id="caption-attachment-208363"><em>Médico-veterinário da Fazenda Basso Pancotte, Daniel Borelli: “ A influência zebuína, com contribuição de raças como Brahman, Nelore e Tabapuã ao longo do processo seletivo, garante pelo fino e maior resistência a parasitas em regiões quentes” – Foto: Jaqueline Galvão/OP Rural</em></p>



<p>Ele ainda destaca que o controle de carrapatos, por exemplo, tende a ser mais simples em comparação a raças exclusivamente britânicas. “A docilidade transmitida pelo Hereford também favorece a condução dos animais. Na Fazenda Basso Pancotte, o manejo é realizado a pé, sem registros de problemas de temperamento”, pontua.</p>



<p>A mobilidade do rebanho, aliada à fertilidade e à precocidade de carcaça, completa o conjunto de atributos que têm sustentado a expansão da raça. Para os criadores, se trata de um equilíbrio entre produtividade e adaptação às condições tropicais.</p>



<p>Com presença consolidada no Sul e avanço no Centro-Oeste e no Sudeste, o Braford se firmou como ferramenta estratégica tanto para programas de cruzamento quanto para atender a um mercado que paga mais por carne com origem e padrão definidos. A combinação entre genética, certificação e adaptação ambiental explica o momento favorável da raça no campo brasileiro.</p>



<p><strong>Braford nasce da adaptação ao clima e ganha escala na pecuária brasileira</strong></p>



<p>A formação da Braford no Brasil não foi resultado de um experimento isolado, mas de uma resposta técnica a um problema produtivo. Nos campos do Sul, criadores buscavam um bovino que mantivesse o padrão de carne europeu e, ao mesmo tempo, suportasse calor, radiação solar intensa e pressão de parasitas.</p>



<p>O ponto de partida foi o cruzamento entre Hereford e zebuínos. No fim da década de 1960, nasceram, em Rosário do Sul (RS), na Fazenda Santa Clara, de Rubem Silveira Vasconcelos, os primeiros animais oriundos do acasalamento entre Hereford e Tabapuã. Em Uruguaiana (RS), outros criadores utilizavam inseminação de vacas Hereford com Nelore. As iniciativas tinham motivações convergentes como rusticidade, pigmentação ocular e maior capacidade de adaptação sem abrir mão da qualidade da carcaça.</p>



<p>Inicialmente o resultado do cruzamento que deu origem à raça chegou a ser chamada de Pampiana, ajustado aos campos de basalto da fronteira Oeste gaúcha, onde o verão impõe temperaturas elevadas e luminosidade intensa. A consolidação técnica, porém, exigia padronização.</p>



<p>Foi no início dos anos 1980 que a Associação Brasileira de Hereford e Braford, em parceria com a Embrapa Pecuária Sul, iniciou um trabalho de orientação aos criadores para unificar critérios de formação. Nesse momento, a raça passou a adotar o nome Braford, alinhado ao padrão internacional.</p>



<p>O reconhecimento oficial veio em duas etapas. Em 1993, o Ministério da Agricultura e Pecuária enquadrou a Braford como raça em formação. A oficialização definitiva ocorreu 10 anos depois, com a publicação da Portaria nº 587, de 05 de junho de 2003. A formalização, na prática, consolidou um processo que já estava sedimentado a campo.</p>



<p>A base genética mais difundida se tornou o chamado padrão Mercosul, com 3/8 de sangue zebuíno e 5/8 Hereford. A pelagem conhecida como ‘camiseta’ com corpo vermelho, cara branca e pigmentação ao redor dos olhos, se tornou identidade visual da raça e resposta objetiva à incidência solar.</p>



<p>Do zebuíno, a Braford incorporou rusticidade e resistência a ectoparasitas. Do Hereford, herdou fertilidade, habilidade materna, temperamento e qualidade de carne. A síntese se traduz em carcaças com boa cobertura de gordura e marmoreio, atributo diretamente associado à maciez.</p>



<p>Em sistemas intensivos ou em confinamento, os animais podem ser abatidos entre 14 e 18 meses, com pesos que variam de 380 a 480 quilos, dependendo do manejo alimentar. A precocidade ampliou o uso da raça também no cruzamento industrial, estratégia que impulsionou sua presença para além do Sul.</p>



<p>Hoje, a Associação Brasileira de Hereford e Braford é a certificadora exclusiva de reprodutores e matrizes Braford no país, mantendo controle genealógico e diretrizes de seleção. A raça está distribuída em diferentes regiões brasileiras e avança em mercados externos, sustentando a reputação de carne de qualidade associada à adaptabilidade.</p>



<p>A trajetória da Braford evidencia um movimento clássico da pecuária nacional: a partir da necessidade ambiental, estruturar tecnicamente a solução e, por fim, institucionalizar o modelo produtivo. O que começou como ajuste genético regional tornou-se um ativo estratégico na bovinocultura de corte brasileira.</p>



<p><em>Por O Presente Rural.</em></p>
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		<item>
		<title>Morre referência nacional na criação de muares e deixa legado no campo</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/morre-referencia-nacional-na-criacao-de-muares-e-deixa-legado-no-campo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 15:03:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[LUTO]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[rei dos muares]]></category>
		<category><![CDATA[Tércio Barnabé]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após décadas liderando a maior criação de mulas e jumentos do país, Tércio Barnabé o “rei dos muares” deixa um império com mais de 500 animais — mas o futuro do criatório ainda é incerto. O mundo dos muares viveu dias de luto com o anúncio da morte de Tércio do Carmo Barnabé, reconhecido como o “Rei [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Após décadas liderando a maior criação de mulas e jumentos do país, Tércio Barnabé o “rei dos muares” deixa um império com mais de 500 animais — mas o futuro do criatório ainda é incerto.</p>



<p>O mundo dos muares viveu dias de luto com o anúncio da morte de Tércio do Carmo Barnabé, reconhecido como o “Rei dos muares”. A sua despedida encerra um dos capítulos mais importantes da asinocultura brasileira. Criador do tradicional afixo Indaiatuba, ele foi responsável por consolidar um dos maiores criatórios de mulas e jumentos do país, tornando-se referência nacional pela qualidade genética e pela escala de produção.</p>



<p>A própria associação do setor destacou sua trajetória, lembrando o criador pelo trabalho, dedicação e contribuição à criação de asininos no Brasil.</p>



<p><strong>Mais do que um produtor</strong>, Barnabé foi um nome que&nbsp;<strong>ajudou a transformar uma atividade tradicional em um negócio estruturado</strong>&nbsp;dentro do agronegócio.</p>



<p>O chamado “império dos muares” não foi construído em uma única fazenda. Ao longo dos anos, a operação foi expandida e organizada em diferentes propriedades rurais, formando um sistema produtivo robusto.</p>



<p>Entre as principais bases do criatório, destacam-se:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Fazenda Campo Bonito</li>



<li>Fazenda Indaiatuba</li>



<li>Fazenda Santa Helena</li>



<li>Fazenda São Francisco</li>
</ul>



<p>Registros da própria associação mostram que Barnabé era proprietário de importantes fazendas em Indaiatuba (SP), consolidando sua presença como um dos principais criadores do estado .</p>



<p>Ao todo, o sistema reúne centenas de animais, entre jumentos, éguas e muares, posicionando-se como um dos maiores polos de produção do país.</p>



<p>O criatório ganhou notoriedade não apenas pelo tamanho, mas pela capacidade de atender o mercado em larga escala.</p>



<p>Animais oriundos dessas fazendas abastecem propriedades em diversas regiões do Brasil, especialmente em estados com forte atividade pecuária e áreas de difícil acesso.</p>



<p>Isso reforça um ponto importante: <em>Mesmo com o avanço da mecanização, os muares continuam sendo essenciais no campo brasileiro.</em></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://www.comprerural.com/wp-content/uploads/2026/04/SaveClip.App_621811033_17992005563863181_9038303932977717009_n.jpg" alt="Morre o “Rei dos Muares”, maior criador de mulas e jumentos do Brasil deixou um legado; e agora?" class="wp-image-391769"/><figcaption class="wp-element-caption">Tércio Barnabé mula Aliança. Foto: @harascampobonito</figcaption></figure>



<p>O diferencial do “rei dos muares” sempre esteve na seleção genética.</p>



<p>O sistema produtivo é baseado principalmente em:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Jumentos da raça Pêga, uma das mais valorizadas do Brasil</li>



<li>Cruzamentos planejados com éguas selecionadas</li>
</ul>



<p>Esse trabalho resultou em animais reconhecidos por:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Alta resistência física</li>



<li>Docilidade no manejo</li>



<li>Capacidade de trabalho em terrenos difíceis</li>



<li>Eficiência alimentar</li>
</ul>



<p>Foi essa combinação que transformou o criatório em referência nacional.</p>



<p>Com a morte de Tércio Barnabé, surge uma dúvida que movimenta o setor: Quem assume o comando do maior criatório de asininos do Brasil?</p>



<p>Até o momento, não há confirmação pública oficial sobre:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>sucessor direto</li>



<li>mudança na gestão</li>



<li>divisão do criatório</li>
</ul>



<p>Não foram divulgadas informações por entidades do setor nem pela família sobre quem ficará à frente da operação.</p>



<p>Por outro lado, registros recentes indicam a presença de membros da família Barnabé ligados a propriedades rurais, o que pode sinalizar continuidade do negócio dentro do núcleo familiar.</p>



<p>A história do “rei dos muares” vai além da estrutura física ou do número de animais.</p>



<p>Ela representa:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Décadas de seleção genética</li>



<li>Construção de um mercado especializado</li>



<li>Valorização da asinocultura no Brasil</li>



<li>Manutenção de uma atividade essencial no campo</li>
</ul>



<p>Sua atuação ajudou a manter viva uma prática que acompanha o Brasil desde o período colonial e que ainda hoje é indispensável em muitas regiões.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://www.comprerural.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-22-at-16.30.41.jpeg" alt="Tércio Barnabé" class="wp-image-391725"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto:&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/abcjpega/">abcjpega</a></figcaption></figure>



<p>A morte de Tércio Barnabé, o rei dos muares, encerra um ciclo, mas não o negócio. O futuro do maior criatório de asininos do Brasil dependerá agora da sucessão, ainda indefinida.</p>



<p>Enquanto isso, o setor observa com atenção. Porque mais do que um criador, o “rei dos muares” deixou um sistema estruturado, uma genética consolidada e um mercado ativo.</p>



<p>E a grande pergunta permanece: quem dará continuidade a esse legado no agro brasileiro?</p>



<p><em>Por Portal Compre Rural. </em></p>
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		<item>
		<title>Com alta de 39,2% em 10 anos, rebanho bovino do Tocantins atinge 11,6 milhões de cabeças</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/com-alta-de-392-em-10-anos-rebanho-bovino-do-tocantins-atinge-116-milhoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 12:25:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Alta]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Rebanho bovino]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Tocantins registrou um crescimento de 39,2% em seu rebanho bovino nos últimos dez anos, totalizando 11,6 milhões de cabeças. O estado ocupa atualmente a 9ª posição no ranking nacional da pecuária, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Durante o mesmo período, o rebanho brasileiro cresceu de 212,3 milhões para 238,2 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Tocantins registrou um crescimento de 39,2% em seu rebanho bovino nos últimos dez anos, totalizando 11,6 milhões de cabeças. O estado ocupa atualmente a 9ª posição no ranking nacional da pecuária, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>



<p>Durante o mesmo período, o rebanho brasileiro cresceu de 212,3 milhões para 238,2 milhões de cabeças, representando um avanço de 12,2%. Esse crescimento foi mais acentuado nas regiões Norte e Nordeste do país.</p>



<p><strong>Crescimento da produção e práticas de manejo</strong></p>



<p>A produção pecuária no Tocantins passou por significativas mudanças, com a redução do ciclo produtivo de quatro anos para cerca de dois anos e meio. Entre as práticas adotadas estão o manejo de solo, rotação de pastagens e sistemas integrados, como a Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF), visando aumentar a produção por área.</p>



<p>A integração com a agricultura tem avançado especialmente na região do Matopiba, onde há uma atuação conjunta entre a pecuária e a produção de grãos.</p>



<p><strong><em>Exportações e abate de bovinos no Tocantins</em></strong></p>



<p>As exportações de carne bovina do Brasil cresceram 135% na última década, com o Tocantins contribuindo com 102 mil toneladas, o que representa 18% da pauta exportadora do estado. Araguaína é responsável por cerca de 30% dessas exportações, atendendo mercados como os estados Unidos.</p>



<p>O estado realiza cerca de 1,3 milhão de abates por ano, com uma média de oito cabeças por habitante. O ciclo de abate foi reduzido para cerca de 24 meses, devido a técnicas de manejo e alimentação mais eficientes.</p>



<p>Os dados foram apresentados pela Federação da Agricultura e Pecuária do estado do Tocantins (FAET), que monitora o desempenho do setor no estado.</p>



<p>Com informações de:&nbsp;<a href="https://girodoboi.canalrural.com.br/pecuaria/tocantins-amplia-rebanho-em-39-e-chega-a-116-milhoes/">girodoboi.canalrural.com.br</a>.</p>



<p><em>Por Canal Rural.</em></p>
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