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	<title>Pecuária Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>Pecuária Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Exportações de carne bovina superam 2,2 milhões de toneladas em 2026, apesar de queda em agosto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2026 15:06:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Embarques acumulados até agosto cresceram 5,3% e receita avançou 21,7%; redução das compras chinesas no mês abriu espaço para maior participação de outros mercados As exportações brasileiras de carne bovina ultrapassaram 2,2 milhões de toneladas entre janeiro e agosto de 2026, crescimento de 5,3% em relação ao mesmo período do ano passado. A receita acumulada [&#8230;]</p>
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<p><em>Embarques acumulados até agosto cresceram 5,3% e receita avançou 21,7%; redução das compras chinesas no mês abriu espaço para maior participação de outros mercados</em></p>



<p>As exportações brasileiras de carne bovina ultrapassaram <strong>2,2 milhões de toneladas entre janeiro e agosto de 2026</strong>, crescimento de 5,3% em relação ao mesmo período do ano passado. A receita acumulada chegou a <strong>US$ 12,79 bilhões</strong>, avanço de 21,7%.</p>



<p>Os dados são da <a href="https://abiec.com.br/exportacoes-brasileiras-de-carne-bovina-chegam-a-22-milhoes-de-toneladas-ate-agosto/">Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC)</a>, com base nas informações do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), e consideram carne bovina in natura, industrializada e salgada, além de miúdos, gorduras e tripas.</p>



<p>Apesar do resultado positivo no acumulado, agosto apresentou uma mudança no ritmo das exportações. O Brasil embarcou <strong>233,5 mil toneladas</strong> no mês, queda de 22,2% frente a agosto de 2025 e o menor volume mensal registrado em 2026. A receita alcançou US$ 1,36 bilhão, retração de 15,2%.</p>



<p><strong>Embarques para a China recuam 88,2%</strong></p>



<p>A redução em agosto foi puxada principalmente pela China. O país recebeu 18,9 mil toneladas de carne bovina brasileira, volume 88,2% inferior ao registrado no mesmo mês de 2025. A receita com as vendas ao mercado chinês caiu 88,6%, para US$ 101,9 milhões.</p>



<p>Segundo a ABIEC, a mudança está relacionada ao esgotamento da cota estabelecida pela salvaguarda chinesa. A entidade considera que o limite foi integralmente atingido desde o início de julho, levando em conta tanto os produtos já desembarcados quanto as cargas em trânsito.</p>



<p>A associação explica que há uma diferença entre essa avaliação e os cerca de 92% de utilização apontados pelas autoridades chinesas porque a cota é contabilizada no desembarque. Como o transporte entre Brasil e China pode levar de 40 a 45 dias, parte da carne já enviada ainda não aparece nas estatísticas do país asiático.</p>



<p>“Esse movimento já era esperado pelo setor. Houve uma antecipação importante dos embarques para a China no primeiro semestre e, com o esgotamento da cota, o fluxo naturalmente diminuiu. O desafio agora é continuar ampliando a presença brasileira em outros mercados”, afirma o presidente da ABIEC, Roberto Perosa.</p>



<p><strong>Estados Unidos lideram embarques em agosto</strong></p>



<p>Com a retração chinesa, outros destinos ganharam participação. Os <strong>Estados Unidos assumiram a liderança entre os compradores em agosto</strong>, com 35,3 mil toneladas, alta de 276% em relação ao mesmo mês de 2025. As vendas geraram US$ 226,5 milhões.</p>



<p>A União Europeia recebeu 23,4 mil toneladas, crescimento de 108,6%, com receita de US$ 201,9 milhões. Na sequência aparecem Rússia, com 22 mil toneladas (+54,5%) e US$ 116,8 milhões, e Chile, com 17,4 mil toneladas (+44,4%) e US$ 108,3 milhões.</p>



<p>Os resultados indicam uma redistribuição dos embarques no segundo semestre, com outros mercados aumentando sua participação diante da redução das compras chinesas.</p>



<p><strong>China ainda responde por 40,8% do volume no ano</strong></p>



<p>Apesar da forte queda registrada em agosto, a China continua sendo, com ampla vantagem, o principal destino da carne bovina brasileira no acumulado de 2026.</p>



<p>Entre janeiro e agosto, foram enviadas <strong>899,2 mil toneladas</strong> ao mercado chinês, que geraram US$ 5,51 bilhões em receita. O volume ficou 6,6% abaixo do mesmo intervalo de 2025, mas ainda corresponde a <strong>40,8% de toda a carne bovina exportada pelo Brasil neste ano</strong>.</p>



<p>Os Estados Unidos aparecem na sequência, com 269,1 mil toneladas (+28,7%) e US$ 1,74 bilhão. O Chile comprou 107,3 mil toneladas (+32%); a Rússia, 96,3 mil toneladas (+29,7%); e a União Europeia, 87,1 mil toneladas (+26,4%).</p>



<p><strong>Novos mercados ampliam participação</strong></p>



<p>A diversificação também aparece em destinos que historicamente possuem menor participação nas vendas brasileiras. A Indonésia importou 55,2 mil toneladas até agosto, crescimento de 259,6%. O Vietnã chegou a 10 mil toneladas, alta de 408,3%, enquanto a Argentina alcançou 19 mil toneladas, avanço de 140,1%.</p>



<p>Também aumentaram as vendas para Canadá (+191,1%), Peru (+84,2%), Jordânia (+51,6%), Arábia Saudita (+24,9%) e Turquia (+12,9%).</p>



<p>“Os números mostram que a carne bovina brasileira vem ampliando sua presença em diferentes mercados. A China continua sendo fundamental, mas o crescimento em outros destinos ajuda a reduzir a concentração e abre novas possibilidades para o setor”, destaca Perosa.</p>



<p>Em agosto, a carne bovina in natura representou <strong>84% do volume exportado</strong>, com 195,7 mil toneladas. Os miúdos responderam por 18,6 mil toneladas (8%), seguidos pelos produtos industrializados, com 9,6 mil toneladas (4,1%); gorduras, com 6,4 mil toneladas (2,7%); tripas, com 2,5 mil toneladas (1,1%); e carnes salgadas, com 647 toneladas (0,3%).</p>
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		<title>Bloqueio da UE ameaça exportações brasileiras de produtos de origem animal e acende alerta no agro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 17:59:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Restrição entrou em vigor nesta quinta-feira (3) e pode afetar cadeias produtivas nacionais; CNA cobra reação do governo brasileiro para tentar restabelecer acesso ao mercado europeu O bloqueio imposto pela União Europeia a produtos brasileiros de origem animal coloca em risco negócios do setor agropecuário com um dos principais mercados consumidores do mundo e amplia [&#8230;]</p>
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<p><em>Restrição entrou em vigor nesta quinta-feira (3) e pode afetar cadeias produtivas nacionais; CNA cobra reação do governo brasileiro para tentar restabelecer acesso ao mercado europeu</em></p>



<p>O bloqueio imposto pela União Europeia a produtos brasileiros de origem animal coloca em risco negócios do setor agropecuário com um dos principais mercados consumidores do mundo e amplia a preocupação entre produtores e exportadores. Em vigor desde quinta-feira (3), a restrição pode provocar perdas comerciais, comprometer embarques e reduzir o acesso de cadeias produtivas brasileiras ao mercado europeu.</p>



<p>Diante do impacto potencial sobre as exportações, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) acionou o governo federal e o Senado e pediu providências para tentar reverter a medida. A entidade sustenta que a decisão pode gerar prejuízos imediatos às cadeias produtivas nacionais e criar uma distorção nas relações comerciais entre Brasil e União Europeia.</p>



<p>A restrição está relacionada às regras europeias sobre o uso de antimicrobianos na produção animal. Segundo a CNA, a aplicação dessas exigências aos produtos importados do Brasil desconsidera o rigor do sistema oficial brasileiro de defesa e inspeção sanitária.</p>



<p>Em ofício encaminhado ao ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, o presidente da CNA, João Martins, criticou a decisão.</p>



<p>“A medida, decorrente da aplicação extraterritorial de normas sobre o uso de antimicrobianos, desconsidera o rigor do sistema oficial de defesa e inspeção sanitária do Brasil, impondo prejuízos imediatos às cadeias produtivas nacionais, gerando grave e injustificada distorção no acesso ao mercado europeu”, afirmou.</p>



<p><strong>CNA pede reação do governo brasileiro</strong></p>



<p>Para tentar restabelecer as condições comerciais, a CNA pediu ao Ministério das Relações Exteriores que avalie o acionamento do Mecanismo de Reequilíbrio de Concessões previsto no Acordo Mercosul-União Europeia.</p>



<p>Segundo a entidade, o mecanismo foi estabelecido para situações em que legislações unilaterais possam alterar o equilíbrio econômico e comercial pactuado entre as partes.</p>



<p>A CNA argumenta que o bloqueio europeu provoca anulação ou redução de benefícios comerciais esperados pelo Brasil. Nesse cenário, o país poderia buscar compensações equivalentes ou, de forma subsidiária, avaliar a suspensão proporcional de concessões tarifárias concedidas à União Europeia.</p>



<p>“Diante da gravidade e urgência da situação, a CNA solicita a Vossa Excelência a avaliação formal quanto à viabilidade e oportunidade de acionamento do Mecanismo de Reequilíbrio de Concessões previsto no acordo”, diz o documento.</p>



<p><strong>Senado também é acionado</strong></p>



<p>A Confederação encaminhou ainda um ofício ao presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado, Nelsinho Trad, solicitando medidas urgentes para discutir os efeitos da decisão europeia e possíveis respostas brasileiras.</p>



<p>Entre as providências defendidas está a realização de uma audiência pública com representantes dos ministérios das Relações Exteriores (MRE), da Agricultura e Pecuária (Mapa) e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), com o objetivo de avaliar os impactos econômicos da restrição e as medidas de defesa comercial que poderão ser adotadas.</p>



<p>A CNA também propõe uma reunião com representantes da União Europeia e das missões diplomáticas dos países integrantes do bloco no Brasil para buscar alternativas que preservem o fluxo comercial.</p>



<p>Outra solicitação é a apresentação de um pedido formal de informações ao Executivo sobre a viabilidade de acionamento do Mecanismo de Reequilíbrio de Concessões no âmbito do Acordo Mercosul-União Europeia.</p>



<p>Para João Martins, uma resposta das autoridades brasileiras é necessária para preservar a competitividade do setor agropecuário e buscar o restabelecimento das condições de comércio com o mercado europeu.</p>



<p>“A pronta intervenção do Senado Federal é indispensável à competitividade do produtor rural brasileiro e [para] restabelecer o equilíbrio nas relações bilaterais com a União Europeia”, afirmou.</p>
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		<title>24ª Expoagro de Dois Irmãos terá palestras, rodeio, shows e atividades para toda a família</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/24a-expoagro-de-dois-irmaos-tera-palestras-rodeio-shows-e-atividades-para-toda-a-familia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 11:40:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Programação será realizada de 3 a 6 de setembro, com entrada franca, e reúne AgroForte, atrações musicais, cavalgada e atividades ligadas ao setor produtivo A 24ª Expoagro de Dois Irmãos do Tocantins será realizada de 3 a 6 de setembro, no Parque de Exposições João Carlos Botelho Martins, com uma programação que reúne conhecimento, agronegócio [&#8230;]</p>
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<p><em>Programação será realizada de 3 a 6 de setembro, com entrada franca, e reúne AgroForte, atrações musicais, cavalgada e atividades ligadas ao setor produtivo</em></p>



<p>A 24ª Expoagro de Dois Irmãos do Tocantins será realizada de 3 a 6 de setembro, no Parque de Exposições João Carlos Botelho Martins, com uma programação que reúne conhecimento, agronegócio e entretenimento. Com entrada franca, a feira terá palestras, rodeio, cavalgada, atividades para diferentes públicos e shows regionais e nacionais.<br><br><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1000" height="1414" class="wp-image-26239" style="width: 1000px;" src="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/09/programacao.webp" alt="" srcset="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/09/programacao.webp 905w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/09/programacao-212x300.webp 212w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/09/programacao-724x1024.webp 724w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/09/programacao-768x1086.webp 768w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/09/programacao-750x1061.webp 750w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>



<p>Promovida pelo Sindicato Rural de Dois Irmãos do Tocantins, a edição deste ano terá entre as principais atrações musicais Léo Magalhães, Willy Vaqueiro, Patrick Costa e Nando Moreno, além de artistas regionais que se apresentam ao longo dos quatro dias.</p>



<p>A abertura oficial será na quinta-feira, 3, dia que concentra atividades voltadas às novas gerações. Pela manhã, o AgroForte Kids terá palestra e show com Dr. Bola e a premiação do I Concurso de Redação. Às 13h30, o <a href="https://tocantinsrural.com.br/agroforte-jovem-leva-debate-sobre-futuro-e-oportunidades-no-campo-a-24a-expoagro-de-dois-irmaos/"><strong>AgroForte Jovem</strong></a> discutirá formação e oportunidades profissionais no agronegócio.</p>



<p>Entre os participantes estão<strong> Luiz Cláudio Faria Cruz</strong>, com a palestra “Sistema Faet/Senar: oportunidades para transformar o futuro do jovem no agro”, e Omar Hennemann, com “O agro do futuro começa com você”. A programação terá ainda um bate-papo sobre escolhas e trajetórias profissionais, com participação de <strong>Uiatam Cabral</strong>, <strong>Mykaella Lima</strong>, analista de Gestão de Pessoas da Cooperativa Frísia, e <strong>João Antônio</strong>.</p>



<p>À noite, começam as disputas da Cia de Rodeio Dois Irmãos, seguidas pelos shows de <strong>Léo Magalhães, Willy Vaqueiro e Xamego Louco.</strong></p>



<p><strong>Programação técnica segue até sábado</strong></p>



<p>Na sexta-feira, 4, o destaque será o <a href="https://tocantinsrural.com.br/agroforte-mulher-reune-carla-aquino-e-josiane-lage-na-24a-expoagro-de-dois-irmaos-do-tocantins/"><strong>AgroForte Mulher</strong></a>, a partir das 17h. <strong>Josi Lage</strong> falará sobre posicionamento feminino e construção de marca no mercado, enquanto <strong>Carla Aquino</strong> abordará o tema “O poder da mulher que decide”. A noite terá rodeio e shows de Patrick Costa, Sandro e Santiago e Aldir e Rosimar.</p>



<p>No sábado, 5, a programação começa às 8h30 com a Oficina Gourmet, comandada pela chef Rafaela Sandri, que abordará o tema “Chambari e sua versatilidade”. Às 17h, o <a href="https://tocantinsrural.com.br/24a-expoagro-de-dois-irmaos-tera-richard-rasmussen-palestras-rodeio-e-shows/">AgroForte Produtor</a> coloca em pauta temas diretamente relacionados ao setor rural.</p>



<p><strong><a href="https://tocantinsrural.com.br/24a-expoagro-de-dois-irmaos-tera-richard-rasmussen-palestras-rodeio-e-shows/">Márcio de Oliveira Rezende</a></strong> apresentará a palestra “Rastreabilidade bovina: desafios, legislação e oportunidades para a pecuária moderna”. Na sequência, <strong><a href="https://tocantinsrural.com.br/24a-expoagro-de-dois-irmaos-tera-richard-rasmussen-palestras-rodeio-e-shows/">Richard Rasmussen, o “Richard Selvagem”</a></strong>, falará sobre “Os desafios do Agro”.</p>



<p>O sábado também marca o encerramento do rodeio, a partir das 21h. A programação musical terá Nando Moreno, Forró Top 10 e Renildo Alves.</p>



<p>No domingo, 6, a tradição do campo ganha destaque com a Grande Cavalgada, marcada para às 15h30. Os shows de Henrique Castro, Jean Novais e Clayttin Pires encerram a programação. A feira contará ainda com participações especiais de orquestra e sanfoneiros e com a 1ª Feira Criativa.</p>



<p>Para o presidente do Sindicato Rural de Dois Irmãos do Tocantins, Chicão Tozzatti, a diversidade da programação busca aproximar o setor produtivo e a comunidade.</p>



<p>“Estamos preparando mais uma Expoagro pensando no produtor rural, nas famílias e em toda a nossa região. Teremos momentos de conhecimento e troca de experiências, com palestras e atividades para o setor produtivo, mas também rodeio e shows. Nosso convite é para que todos venham participar e prestigiar a 24ª Expoagro”, destaca.</p>



<p><strong>Serviço</strong></p>



<p>24ª Expoagro de Dois Irmãos do Tocantins<br>Data: 3 a 6 de setembro de 2026<br>Local: Parque de Exposições do Sindicato Rural de Dois Irmãos do Tocantins – Parque João Carlos Botelho Martins<br>Entrada franca</p>
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		<title>Tocantins tem quase oito cabeças de gado por habitante e rebanho supera 11,6 milhões</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/tocantins-tem-quase-oito-cabecas-de-gado-por-habitante-e-rebanho-supera-116-milhoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 11:42:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Araguaçu concentra o maior rebanho do estado, enquanto exportações de carne bovina mantêm o Estado entre os principais fornecedores do país A pecuária segue como uma das atividades de maior peso no agronegócio tocantinense. Dados da Agência de Defesa Agropecuária do Tocantins (Adapec) mostram que o estado alcançou 11,6 milhões de bovinos em 2026, um [&#8230;]</p>
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<p><em>Araguaçu concentra o maior rebanho do estado, enquanto exportações de carne bovina mantêm o Estado entre os principais fornecedores do país</em></p>



<p>A pecuária segue como uma das atividades de maior peso no agronegócio tocantinense. Dados da Agência de Defesa Agropecuária do Tocantins (Adapec) mostram que o estado alcançou <strong>11,6 milhões de bovinos em 2026</strong>, um volume que ajuda a dimensionar a força da atividade no território estadual.</p>



<p>Para efeito de comparação, o Tocantins tinha população estimada em cerca de 1,5 milhão de habitantes em 2025, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Isso significa que o rebanho estadual corresponde a quase oito bovinos para cada morador.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img decoding="async" width="1000" height="563" src="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/08/araguacu-1.webp" alt="" class="wp-image-26210" style="width:1170px;height:auto" srcset="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/08/araguacu-1.webp 1000w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/08/araguacu-1-300x169.webp 300w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/08/araguacu-1-768x432.webp 768w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/08/araguacu-1-750x422.webp 750w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<p><em>Foto: Prefeitura de Araguaçu/Divulgação<br></em><br>A concentração é ainda maior em alguns municípios. <strong>Araguaçu possui o maior rebanho bovino do Tocantins</strong>, com 523.212 animais. Diante de uma população estimada em pouco mais de 8,2 mil habitantes, o município possui aproximadamente 64 bovinos para cada morador.</p>



<p>Na sequência aparecem Formoso do Araguaia, com 413.927 cabeças; Araguaína, com 310.116; Paranã, com 285.785; e Arraias, com 269.291. Os números fazem parte do levantamento da Adapec atualizado em junho deste ano.</p>



<p><strong>Pecuária também ganha espaço no mercado externo</strong></p>



<p>O tamanho do rebanho se reflete na participação do Tocantins no mercado de carne bovina. Dados da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) apontam que o estado ocupa, desde 2021, a <strong>oitava posição entre os maiores exportadores brasileiros do produto</strong>.</p>



<p>Em 2025, o Tocantins exportou aproximadamente <strong>137 mil toneladas de carne bovina</strong>. Já entre janeiro e julho de 2026, o volume chegou a cerca de <strong>68,7 mil toneladas</strong>.</p>



<p>A cadeia produtiva da carne bovina tem participação relevante na economia estadual, envolvendo desde propriedades de cria, recria e engorda até frigoríficos, transportadores, fornecedores de insumos e prestadores de serviços ligados à atividade.</p>



<p><strong>Produção animal vai além dos bovinos</strong></p>



<p>Embora a bovinocultura seja a principal referência da produção pecuária tocantinense, outras cadeias de proteína animal também possuem espaço no estado.</p>



<p>Dados do IBGE indicam um plantel de aproximadamente <strong>2,78 milhões de galináceos</strong>, sendo Darcinópolis o principal município produtor, com cerca de 1,7 milhão de aves.</p>



<p>Na piscicultura, a produção de tilápia alcançou <strong>660,5 mil quilos</strong>, com Lajeado na liderança estadual. Já o rebanho suíno chegou a <strong>60.230 animais</strong>, tendo Porto Nacional como principal produtor.</p>



<p>Os números reforçam a presença da produção animal na economia agropecuária do Tocantins e mostram uma atividade que, além do expressivo rebanho bovino, avança em diferentes cadeias produtivas.</p>
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		<title>Bezerro se valoriza mais que boi magro em 2026, aponta Cepea</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/bezerro-se-valoriza-mais-que-boi-magro-em-2026-aponta-cepea/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 13:30:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[2026]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Bezerro]]></category>
		<category><![CDATA[Boi Magro]]></category>
		<category><![CDATA[cepea]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Oferta mais ajustada e demanda de recriadores e invernistas sustentam preços; alta do bezerro supera inclusive a registrada pelo boi gordo Os preços dos animais de reposição seguem firmes no mercado pecuário brasileiro em 2026. Entre as categorias acompanhadas, o bezerro apresenta a valorização mais expressiva, superando o avanço observado tanto para o boi magro [&#8230;]</p>
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<p><em>Oferta mais ajustada e demanda de recriadores e invernistas sustentam preços; alta do bezerro supera inclusive a registrada pelo boi gordo</em></p>



<p>Os preços dos animais de reposição seguem firmes no mercado pecuário brasileiro em 2026. Entre as categorias acompanhadas, o <strong>bezerro apresenta a valorização mais expressiva</strong>, superando o avanço observado tanto para o boi magro quanto para o boi gordo.</p>



<p>Segundo levantamento do <a href="https://www.cepea.org.br/br/diarias-de-mercado/boi-cepea-bezerro-se-valoriza-mais-que-boi-magro.aspx">Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea)</a>, o movimento está relacionado principalmente à <strong>oferta mais ajustada de animais</strong>, diante da maior retenção de fêmeas, e à demanda consistente de recriadores e invernistas.</p>



<p>Com menor disponibilidade e procura firme, os preços do bezerro vêm ganhando força ao longo do ano. Para os pecuaristas que precisam adquirir esses animais, a valorização representa <strong>maior desembolso para iniciar o ciclo de recria</strong>.</p>



<p><strong>Boi magro tem avanço mais moderado</strong></p>



<p>O boi magro também registra valorização em 2026, mas em ritmo menos intenso. De acordo com o Cepea, os preços da categoria permanecem firmes, porém apresentam avanço mais moderado no acumulado do ano.</p>



<p>Essa diferença tem reflexos na relação de troca para o pecuarista. Enquanto a valorização mais intensa do bezerro aumenta o custo de aquisição para quem inicia a recria, <strong>a alta mais contida do boi magro em relação ao boi gordo reduz a pressão sobre a relação de troca</strong> no período.</p>



<p>O cenário evidencia movimentos distintos dentro do mercado de reposição, mesmo com a valorização das duas categorias. A disponibilidade de animais e o comportamento da demanda seguem entre os fatores que sustentam as cotações em 2026.</p>
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		<title>Rastreabilidade bovina avança em 2026 com adequação dos sistemas estaduais</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/rastreabilidade-bovina-avanca-em-2026-com-adequacao-dos-sistemas-estaduais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 12:48:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[adapec]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Agrotins 2026]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[PNIB]]></category>
		<category><![CDATA[rastreabilidade bovina]]></category>
		<category><![CDATA[rastreia]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segunda etapa do plano nacional prevê integração das bases dos estados ao sistema federal; Tocantins já iniciou ações para identificação individual do rebanho O Brasil está em 2026 na segunda etapa do Plano Nacional de Identificação Individual de Bovinos e Búfalos (PNIB), estratégia que pretende mudar gradualmente a forma como o rebanho é rastreado no [&#8230;]</p>
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<p><em>Segunda etapa do plano nacional prevê integração das bases dos estados ao sistema federal; Tocantins já iniciou ações para identificação individual do rebanho</em></p>



<p>O Brasil está em 2026 na <strong><a href="https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/sanidade-animal-e-vegetal/saude-animal/rastreabilidade-animal/pnib-1/PNIBVersofinalDEFESOELEITORAL.pdf">segunda etapa do Plano Nacional de Identificação Individual de Bovinos e Búfalos (PNIB)</a></strong>, estratégia que pretende mudar gradualmente a forma como o rebanho é rastreado no país. Neste ano, o foco está na preparação dos estados e na integração de seus sistemas de defesa sanitária à base nacional.</p>



<p>O cronograma estabelecido pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) prevê oito anos para a implementação do plano, entre 2025 e 2032. Ao final desse período, a previsão é que todo o rebanho brasileiro de bovinos e búfalos esteja submetido à identificação individual, conforme os critérios definidos na regulamentação.</p>



<p>A <strong>Etapa 2</strong>, em vigor de 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2026, é destinada especificamente aos Órgãos Executores de Sanidade Agropecuária dos estados. Durante o período, eles deverão adequar seus sistemas informatizados e bases oficiais de dados aos objetivos estabelecidos pelo PNIB.</p>



<p>A expectativa apresentada no plano é garantir a <strong>interoperabilidade entre a base federal e as bases estaduais</strong>, permitindo a integração das informações necessárias ao acompanhamento sanitário dos animais.</p>



<p><a href="https://tocantinsrural.com.br/rastreabilidade-bovina-avanca-no-brasil-e-deve-transformar-a-pecuaria-nos-proximos-anos/"><strong>Tocantins já iniciou ações de rastreabilidade</strong><br></a><br><img decoding="async" width="1000" height="571" class="wp-image-23587" style="width: 1000px;" src="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/f3_tocantins_realiza_a_primeira_brincagem_simbolica_de_rastreabilidade_na_agrotins_2026_foto_majuh_souza_governo_do_tocantinsjpg.webp" alt="" srcset="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/f3_tocantins_realiza_a_primeira_brincagem_simbolica_de_rastreabilidade_na_agrotins_2026_foto_majuh_souza_governo_do_tocantinsjpg.webp 1600w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/f3_tocantins_realiza_a_primeira_brincagem_simbolica_de_rastreabilidade_na_agrotins_2026_foto_majuh_souza_governo_do_tocantinsjpg-300x171.webp 300w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/f3_tocantins_realiza_a_primeira_brincagem_simbolica_de_rastreabilidade_na_agrotins_2026_foto_majuh_souza_governo_do_tocantinsjpg-1024x585.webp 1024w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/f3_tocantins_realiza_a_primeira_brincagem_simbolica_de_rastreabilidade_na_agrotins_2026_foto_majuh_souza_governo_do_tocantinsjpg-768x439.webp 768w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/f3_tocantins_realiza_a_primeira_brincagem_simbolica_de_rastreabilidade_na_agrotins_2026_foto_majuh_souza_governo_do_tocantinsjpg-1536x877.webp 1536w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/f3_tocantins_realiza_a_primeira_brincagem_simbolica_de_rastreabilidade_na_agrotins_2026_foto_majuh_souza_governo_do_tocantinsjpg-750x428.webp 750w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/f3_tocantins_realiza_a_primeira_brincagem_simbolica_de_rastreabilidade_na_agrotins_2026_foto_majuh_souza_governo_do_tocantinsjpg-1140x651.webp 1140w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><br><em>Tocantins realiza a primeira brincagem simbólica de rastreabilidade na Agrotins 2026. (Foto: Majuh Souza/Governo do Tocantins).</em></p>



<p>No Tocantins, o avanço da rastreabilidade bovina também já começou a ganhar espaço nas políticas públicas voltadas à pecuária. Durante a <strong><a href="https://tocantinsrural.com.br/rastreabilidade-bovina-avanca-no-brasil-e-deve-transformar-a-pecuaria-nos-proximos-anos/">Agrotins 2026</a></strong>, o Governo do Estado realizou a primeira brincagem simbólica para identificação individual de um bovino, marcando o início da implantação da rastreabilidade individual do rebanho tocantinense.</p>



<p>A iniciativa integra o <strong>programa Rastreia Tocantins</strong>, criado por decreto estadual e alinhado ao PNIB. Com um rebanho estimado em <strong>11,7 milhões de animais e cerca de 70 mil propriedades rurais</strong>, o estado busca fortalecer o controle sanitário, ampliar a transparência da cadeia produtiva e criar condições para ampliar o acesso da pecuária tocantinense a mercados.</p>



<p>A movimentação estadual ocorre justamente no período em que o cronograma nacional concentra esforços na preparação dos sistemas dos órgãos estaduais de defesa sanitária. Pelo PNIB, 2026 funciona como uma etapa de estruturação para o início gradual da identificação individual previsto para os próximos anos.</p>



<p>Além dos ganhos para o controle sanitário, a rastreabilidade pode contribuir para a gestão das propriedades rurais. O acompanhamento individual amplia o acesso a informações sobre histórico sanitário, movimentações e outros dados dos animais, que podem auxiliar no gerenciamento dos rebanhos.</p>



<p>Na comercialização, a possibilidade de comprovar com maior precisão a origem e o histórico dos animais também pode fortalecer a confiança ao longo da cadeia e contribuir para o atendimento das exigências de mercados que demandam níveis mais elevados de rastreabilidade. O próprio PNIB aponta o <strong>acesso a mercados internacionais</strong> entre as vantagens da identificação individual.</p>



<p><strong>Identificação dos animais avança a partir de 2027</strong></p>



<p>A adequação prevista para 2026 prepara o caminho para uma mudança mais perceptível dentro das propriedades rurais a partir do próximo ano.</p>



<p>Conforme o cronograma, a <strong>Etapa 3 será realizada entre 2027 e 2029</strong> e marcará o início da identificação individual de bovinos e búfalos. Nesse período, deverão ser identificados os animais que passarem por manejo sanitário e aqueles incluídos em protocolos privados, homologados ou não pelo Mapa.</p>



<p>Para efeitos do programa, o documento considera como manejo sanitário a <strong>vacinação contra a brucelose</strong>, conforme as regras do Programa Nacional de Controle e Erradicação de Brucelose e Tuberculose Animal (PNCEBT).</p>



<p>Ao final de 2029, a expectativa é que os animais abrangidos por essa etapa estejam individualmente identificados e tenham seus respectivos dados registrados na Base Central.</p>



<p><strong>O que muda com a identificação individual?</strong></p>



<p>Atualmente, segundo o plano, a rastreabilidade de bovinos e búfalos no Brasil ocorre por lotes. O PNIB propõe avançar para um modelo em que cada animal possua uma <strong>identificação única e irrepetível</strong>, permitindo acompanhar de forma mais precisa seu histórico e suas movimentações.</p>



<p>Entre os objetivos estão melhorar a resposta a emergências sanitárias, facilitar a localização de animais infectados ou expostos a doenças, acompanhar movimentações e eventos sanitários e ampliar a capacidade de rastreamento do rebanho.</p>



<p>A Base Central deverá reunir informações relacionadas aos produtores, propriedades e explorações pecuárias, animais identificados e suas movimentações. O plano também prevê integração com as bases oficiais dos órgãos estaduais de defesa agropecuária.</p>



<p><strong>Como será feita a identificação</strong></p>



<p>O PNIB estabelece a utilização da numeração oficial <strong>ISO 076</strong>, formada pelo código 076 seguido de uma sequência única de 12 dígitos. A numeração deverá ser única e irrepetível para cada animal.</p>



<p>O documento prevê quatro possibilidades de identificação, envolvendo brinco auricular do tipo bandeira e/ou botton auricular, com opções eletrônicas e não eletrônicas dentro dos padrões estabelecidos pelo programa.</p>



<p>A regra geral prevista no plano é que a identificação individual ocorra, no máximo, <strong>antes da primeira movimentação do animal</strong>, observando o cronograma de obrigatoriedade.</p>



<p><strong>Implementação vai até 2032</strong></p>



<p>O PNIB foi dividido em quatro etapas. A primeira, realizada em 2025, foi destinada ao desenvolvimento do sistema informatizado e da Base Central de Dados em âmbito federal. <strong>A segunda corresponde a 2026 e concentra-se na adequação dos sistemas estaduais.</strong></p>



<p>A terceira, de 2027 a 2029, prevê o início gradual da identificação dos animais. Já a quarta e última etapa ocorrerá entre <strong>2030 e 2032</strong>, quando deverão ser identificados, antes da primeira movimentação, todos os bovinos e búfalos que transitarem pelo território nacional.</p>



<p>Ao final de 2032, o plano estabelece como objetivo tornar obrigatória a identificação individual de todo o rebanho bovino e bubalino brasileiro antes da primeira movimentação.</p>
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		<title>Carne bovina do Tocantins se valoriza no exterior e exportações crescem 20,6%</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/carne-bovina-do-tocantins-se-valoriza-no-exterior-e-exportacoes-crescem-206/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 12:21:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Carne Bovina]]></category>
		<category><![CDATA[carne bovina brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Exportações]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema Faet/Senar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Receita alcançou US$ 179,3 milhões no segundo trimestre mesmo com leve redução no volume embarcado, segundo levantamento da FAET A carne bovina produzida no Tocantins ganhou valor no mercado internacional no segundo trimestre de 2026. Entre abril e junho, as exportações de carne bovina in natura movimentaram US$ 179,3 milhões, crescimento de 20,6% em relação [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Receita alcançou US$ 179,3 milhões no segundo trimestre mesmo com leve redução no volume embarcado, segundo levantamento da FAET</em></p>



<p>A carne bovina produzida no Tocantins ganhou valor no mercado internacional no segundo trimestre de 2026. Entre abril e junho, as exportações de carne bovina in natura movimentaram <strong>US$ 179,3 milhões</strong>, crescimento de <strong>20,6%</strong> em relação ao mesmo período do ano passado.</p>



<p>Em 2025, as vendas externas do produto haviam alcançado aproximadamente US$ 148,7 milhões no período analisado.</p>



<p>Os números fazem parte do <a href="https://sistemafaetsenar.org.br/faet/wp-content/uploads/2026/08/BoletimFAET-2oTRIM-26_v02.comp_.pdf">Boletim Técnico do Sistema FAET/SENAR Tocantins, elaborado com informações do Agrostat, do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).</a></p>



<p>O resultado colocou a carne bovina in natura como o <strong>segundo principal produto da pauta de exportações do agronegócio tocantinense</strong>, atrás apenas da soja em grãos.</p>



<p><strong>Receita cresce mesmo com menor volume</strong></p>



<p>Um dos pontos que chama atenção no levantamento é que o crescimento da receita ocorreu mesmo com uma pequena redução na quantidade de carne bovina enviada ao exterior.</p>



<p>O volume exportado passou de aproximadamente <strong>30 mil toneladas no segundo trimestre de 2025 para 29,1 mil toneladas em 2026</strong>, queda de 2,9%.</p>



<p>Ao mesmo tempo, o valor médio do produto avançou de aproximadamente <strong>US$ 4,96 por quilo para US$ 6,17 por quilo</strong>.</p>



<p>O próprio boletim destaca a carne bovina ao analisar a diferença entre o crescimento do valor das exportações do agronegócio e o aumento do volume comercializado. Segundo o levantamento, esse comportamento indica que melhores valores unitários contribuíram para o desempenho das vendas externas do Estado.</p>



<p><strong>Carnes movimentam US$ 185,7 milhões</strong></p>



<p>Considerando o conjunto das carnes, as exportações tocantinenses alcançaram <strong>US$ 185,7 milhões</strong> no segundo trimestre deste ano. No mesmo intervalo de 2025, haviam sido US$ 154,1 milhões.</p>



<p>A alta foi de <strong>20,5%</strong>, e o segmento respondeu por <strong>16,4% das exportações do agronegócio estadual</strong>.</p>



<p>O complexo soja permaneceu na liderança, com participação de 78,8%. Somados, soja e carnes responderam por <strong>95,2% das vendas externas do agro tocantinense</strong> entre abril e junho.</p>



<p>Além da carne bovina, outro movimento de destaque dentro da pecuária foi registrado nas exportações de bovinos vivos, que passaram de US$ 2,4 milhões para US$ 14,7 milhões, crescimento de 503,9%.</p>



<p>No conjunto, o agronegócio do Tocantins movimentou <strong>US$ 1,13 bilhão em exportações no segundo trimestre</strong>, avanço de 17,1% em relação ao mesmo período de 2025.</p>



<p><em>Fonte: Boletim Técnico do Sistema FAET/SENAR Tocantins, com dados do Agrostat/Mapa.</em></p>



<p></p>
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		<title>Exportações de bovinos vivos do Tocantins crescem mais de 500% no segundo trimestre</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/exportacoes-de-bovinos-vivos-do-tocantins-crescem-mais-de-500-no-segundo-trimestre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 14:17:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Exportações de bovinos]]></category>
		<category><![CDATA[mapa]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema Faet/Senar]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
		<category><![CDATA[vivos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Receita com embarques saltou de US$ 2,4 milhões para US$ 14,7 milhões em um ano; segmento figura entre os cinco principais produtos exportados pelo agro estadual As exportações de bovinos vivos do Tocantins registraram forte avanço no segundo trimestre de 2026. Entre abril e junho, os embarques movimentaram US$ 14,7 milhões, crescimento de 503,9% em [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Receita com embarques saltou de US$ 2,4 milhões para US$ 14,7 milhões em um ano; segmento figura entre os cinco principais produtos exportados pelo agro estadual</em></p>



<p>As exportações de bovinos vivos do Tocantins registraram forte avanço no segundo trimestre de 2026. Entre abril e junho, os embarques movimentaram <strong>US$ 14,7 milhões</strong>, crescimento de <strong>503,9%</strong> em relação ao mesmo período de 2025, quando a receita ficou em aproximadamente US$ 2,4 milhões.</p>



<p>Os números fazem parte do Boletim Técnico do segundo trimestre de 2026 do<a href="https://sistemafaetsenar.org.br/faet/wp-content/uploads/2026/08/BoletimFAET-2oTRIM-26_v02.comp_.pdf"> Sistema FAET/SENAR Tocantins, elaborado a partir de informações do Agrostat, do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).</a></p>



<p>No segundo trimestre, os bovinos vivos <strong>figuraram entre os cinco principais produtos da pauta de exportações do agronegócio tocantinense</strong>. Apesar da alta expressiva, o segmento ainda representa uma parcela menor do total comercializado pelo setor, com participação de <strong>1,3%</strong>.</p>



<p>O desempenho chama atenção principalmente pela velocidade do crescimento. Entre os principais produtos apresentados no levantamento, os bovinos vivos registraram a maior variação percentual na comparação entre os segundos trimestres de 2025 e 2026.</p>



<p><strong>Pecuária avança nas exportações</strong></p>



<p>O crescimento dos embarques de animais vivos ocorreu em um período de expansão das vendas externas de produtos ligados à pecuária tocantinense.</p>



<p>O grupo das carnes movimentou <strong>US$ 185,7 milhões</strong> no segundo trimestre, frente aos US$ 154,1 milhões registrados no mesmo período de 2025. O avanço foi de <strong>20,5%</strong>, e o segmento respondeu por 16,4% das exportações do agronegócio estadual.</p>



<p>A <strong>carne bovina in natura</strong> concentrou a maior parte desse resultado, alcançando <strong>US$ 179,3 milhões</strong> em vendas externas, crescimento de 20,6% na comparação anual. O produto ficou atrás apenas da soja em grãos entre os principais itens exportados pelo agro tocantinense.</p>



<p><strong>Agro movimenta mais de US$ 1,1 bilhão</strong></p>



<p>No conjunto, as exportações do agronegócio do Tocantins somaram <strong>US$ 1,13 bilhão entre abril e junho de 2026</strong>, crescimento de 17,1% em relação ao segundo trimestre do ano passado.</p>



<p>O setor respondeu por <strong>93,9% de todas as exportações do Estado</strong>, mantendo ampla participação na pauta do comércio exterior tocantinense.</p>



<p>Além dos bovinos vivos, entre os cinco principais produtos exportados pelo agro aparecem <strong>soja em grãos, carne bovina in natura, farelo de soja e peptonas e seus derivados</strong>. Juntos, esses produtos concentraram cerca de <strong>97,3% do valor exportado pelo agronegócio estadual</strong> no trimestre.</p>



<p><em>Com inforamações do Boletim Técnico do Sistema FAET/SENAR Tocantins, com dados do Agrostat/Mapa.</em></p>
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		<title>Alta dos custos aperta margem da avicultura enquanto preço dos ovos recua em agosto</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/alta-dos-custos-aperta-margem-da-avicultura-enquanto-preco-dos-ovos-recua-em-agosto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 14:39:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Agosto]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Avicultura]]></category>
		<category><![CDATA[cepea]]></category>
		<category><![CDATA[Frangos]]></category>
		<category><![CDATA[Ovos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Milho e farelo de soja ficam mais caros para produtores de frango, enquanto menor demanda pressiona as cotações dos ovos na segunda quinzena O mercado de aves e ovos enfrenta pressão em agosto. Enquanto a valorização dos principais insumos reduz o poder de compra do avicultor paulista pelo segundo mês consecutivo, os preços dos ovos [&#8230;]</p>
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<p><em>Milho e farelo de soja ficam mais caros para produtores de frango, enquanto menor demanda pressiona as cotações dos ovos na segunda quinzena</em></p>



<p>O mercado de aves e ovos enfrenta pressão em agosto. Enquanto a valorização dos principais insumos reduz o poder de compra do avicultor paulista pelo segundo mês consecutivo, os preços dos ovos recuam nesta segunda quinzena diante do enfraquecimento da demanda. Os dados são do <a href="https://www.cepea.org.br/br/categoria/diarias-de-mercado.aspx">Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea)</a>.</p>



<p>Na avicultura, o cenário combina <strong><a href="https://www.cepea.org.br/br/diarias-de-mercado/frango-cepea-alta-dos-insumos-reduz-poder-de-compra-do-avicultor-paulista.aspx">queda no preço do frango vivo com aumento dos custos de milho e farelo de soja</a></strong>, dois dos principais componentes da alimentação dos animais.</p>



<p>Segundo o Cepea, a elevada oferta interna de frango vivo no início de agosto pressionou as cotações. Após a acomodação desse excedente, os preços passaram a apresentar maior estabilidade.</p>



<p>A situação dos insumos, porém, segue desfavorável ao produtor. Tanto o milho quanto o farelo de soja se valorizaram no período, reduzindo a quantidade desses produtos que pode ser adquirida com a receita obtida na comercialização do frango.</p>



<p>De acordo com a Equipe de Grãos do Cepea, o avanço foi mais intenso para o farelo de soja. Entre os fatores apontados estão a maior disputa pelo produto entre compradores dos mercados interno e externo e a valorização do dólar frente ao Real.</p>



<p>Com isso, o poder de compra do avicultor paulista frente aos dois insumos recua em agosto pelo segundo mês consecutivo.</p>



<p><strong>Ovos ficam mais baratos na segunda quinzena</strong><br><br><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="478" class="wp-image-19724" style="width: 1000px;" src="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/11/foto-1.webp" alt="" srcset="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/11/foto-1.webp 984w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/11/foto-1-300x143.webp 300w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/11/foto-1-768x367.webp 768w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/11/foto-1-750x358.webp 750w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>



<p>No mercado de ovos, o movimento também é de pressão sobre os produtores. Depois de preços relativamente estáveis durante a primeira metade de agosto, as cotações começaram a cair na segunda quinzena.</p>



<p>Conforme pesquisadores do Cepea, a desaceleração das vendas, considerada típica para este período do mês, enfraqueceu o mercado e aumentou a pressão de atacadistas e varejistas por descontos.</p>



<p>Diante da menor procura, produtores passaram a aceitar valores mais baixos nas negociações como forma de manter o giro dos estoques nas granjas.</p>



<p>As quedas, no entanto, não ocorreram com a mesma intensidade em todas as localidades. Segundo o Cepea, a oferta controlada em algumas praças ajudou a limitar os recuos.</p>



<p>A redução das cotações foi registrada tanto nas regiões produtoras quanto nos mercados atacadistas dos principais centros consumidores.</p>
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		<title>Operação pecuária no Tocantins projeta abater 156 mil bovinos em 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 12:07:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[abate de bovinos]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
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		<category><![CDATA[Motta Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Grupo mantém confinamentos em Miranorte e na região de Marianópolis e prevê ampliar o volume para 165 mil cabeças no próximo ano Uma operação pecuária instalada no Tocantins deve encerrar 2026 com cerca de 156 mil bovinos abatidos. A projeção é da Motta Agropecuária, que mantém dois confinamentos no Estado e vem ampliando anualmente o [&#8230;]</p>
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<p><em>Grupo mantém confinamentos em Miranorte e na região de Marianópolis e prevê ampliar o volume para 165 mil cabeças no próximo ano</em></p>



<p>Uma operação pecuária instalada no Tocantins deve encerrar 2026 com cerca de 156 mil bovinos abatidos. A projeção é da Motta Agropecuária, que mantém dois confinamentos no Estado e vem ampliando anualmente o número de animais terminados no sistema intensivo.</p>



<p>As estruturas funcionam nas fazendas Bacaba, em Miranorte, e São Geraldo, localizada entre Caseara e Marianópolis. Juntas, possuem capacidade para receber simultaneamente cerca de 65 mil animais em engorda.</p>



<p>O volume coloca o grupo entre os principais confinadores brasileiros. No ranking TOP 20 Confinadores de 2025, divulgado pela Revista DBO, a empresa aparece na sétima posição nacional. Considerando somente a criação de animais próprios, sem operações de boitel, a Motta Agropecuária afirma ocupar a terceira colocação no país.</p>



<p>O crescimento também aparece nos números de abate. Em 2025, foram 127 mil cabeças. A estimativa para este ano representa um aumento de aproximadamente 23% sobre esse volume, chegando aos 156 mil bovinos. Para 2027, a previsão é alcançar 165 mil animais.</p>



<p>Segundo o diretor de Pecuária do grupo, Thiago Amorim, a estrutura permite chegar a aproximadamente 170 mil abates por ano caso os confinamentos operem em capacidade plena durante todo o período.</p>



<p>O ciclo de engorda dura, em média, 110 dias, podendo variar de acordo com o período do ano e a estratégia de produção.</p>



<p><strong>Duas operações no Tocantins</strong></p>



<p>Na região oeste do Estado, a Fazenda São Geraldo está situada entre Caseara e Marianópolis. De acordo com a Agência de Defesa Agropecuária do Tocantins (Adapec), a propriedade é o maior confinamento cadastrado no Tocantins quando considerada a capacidade informada pelo estabelecimento.</p>



<p>Em Miranorte está a<a href="https://tocantinsrural.com.br/suspeito-de-desviar-r-10-milhoes-de-fazenda-tinha-salario-de-r-26-mil-aponta-investigacao/"> Fazenda Bacaba</a>, que atualmente possui a maior capacidade de confinamento entre as unidades do grupo.</p>



<p>A propriedade esteve no centro de uma<a href="https://tocantinsrural.com.br/suspeito-de-desviar-r-10-milhoes-de-fazenda-tinha-salario-de-r-26-mil-aponta-investigacao/"> investigação da Polícia Civil do Tocantins divulgada em abril deste ano</a>. Um ex-gerente da fazenda foi preso preventivamente sob suspeita de envolvimento em um esquema que, segundo a investigação, teria provocado desvios estimados em R$ 10 milhões entre 2021 e 2025.</p>



<p>Na ocasião, a Justiça também determinou bloqueios de valores relacionados ao investigado, à esposa dele e a uma empresa que, conforme a Polícia Civil, teria participação no esquema. A defesa do ex-gerente negou as acusações, afirmou que ele é inocente e ressaltou que o caso ainda estava em fase de investigação, sem condenação.</p>



<p><strong>Agricultura abastece sistema de produção</strong></p>



<p>Além dos confinamentos, a operação mantém atividades agrícolas que dão suporte à produção pecuária. São cerca de 20 mil hectares de soja, 13 mil hectares de milho e outros 7 mil hectares destinados à produção de silagem e feno.</p>



<p>O modelo também prevê o aproveitamento de resíduos da pecuária para fabricação de fertilizantes organominerais, integrando a produção animal às áreas agrícolas.</p>



<p>Ao todo, a empresa possui aproximadamente 51 mil hectares no Tocantins, dos quais 24 mil hectares são destinados à preservação. As diferentes atividades mantidas pelo grupo no Estado envolvem quase 500 colaboradores.</p>



<p><em>Com informações do g1 Tocantins. </em></p>



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