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	<title>2024 Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>2024 Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Estado lança questionário de avaliação do ICMS Ecológico para ações municipais em 2024</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Feb 2025 12:16:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[2024]]></category>
		<category><![CDATA[icms ecológico]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[questionário]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Questionário de Avaliação Qualitativa ano-base 2024 para ações e iniciativas dos municípios, no critério relativo ao meio ambiente no ICMS Ecológico, já está disponível no site da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh). Conforme a Lei nº 4.081/2022, o prazo para envio é, impreterivelmente, até o dia 15 de março. [&#8230;]</p>
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<p>O Questionário de Avaliação Qualitativa ano-base 2024 para ações e iniciativas dos municípios, no critério relativo ao meio ambiente no ICMS Ecológico, já está disponível no site da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh). Conforme a Lei nº 4.081/2022, o prazo para envio é, impreterivelmente, até o dia 15 de março.</p>



<p>O questionário foi habilitado para os municípios no Sistema Informatizado do ICMS Ecológico (Siseco) na sexta-feira, 31. A Resolução Coema/TO nº 117/2023, publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) nº 6.430/2023, contém o questionário e o glossário dos termos envolvidos. Para consultar e baixar o documento, basta acessar o&nbsp;<a href="https://central.to.gov.br/download/351882">link</a>.</p>



<p>A coordenadora da equipe do ICMS Ecológico, Fernanda Silva, explica que, neste ano, o sistema vem com dois novos questionários, sendo o de Terras Quilombolas e o de Turismo Sustentável. Ao todo, 21 municípios estão habilitados dentro do Mapa do Turismo Brasileiro e também nove municípios possuem terras quilombolas que os tornam aptos a responderem esses questionários. “É muito importante que os municípios informem suas práticas de preservação e cuidado com o meio ambiente, para que consigam pontuar no ICMS Ecológico”, destaca a coordenadora.&nbsp;</p>



<p>Os municípios incluídos no mapa do turismo são: Aguiarnópolis, Axixá do Tocantins, Itaguatins, Praia Norte, Araguanã, Babaçulândia, Miracema do Tocantins, Palmas, Porto Nacional, Tocantínia, Paraíso do Tocantins, Mateiros, Almas, Lavandeira, Aurora do Tocantins, Paranã, Araguacema, Caseara, Formoso do Araguaia, Gurupi e Lagoa da Confusão.</p>



<p>Possuem terras quilombolas os seguintes municípios: Araguatins &nbsp;(Ilha de São Vicente), Arraias ( Kalunga do Mimoso), Dianópolis (Lajeado), Filadélfia&nbsp;(Grotão), Lagoa do Tocantins (Barra do Aroeira), Novo Acordo&nbsp;(Barra do Aroeira), Paranã (Kalunga do Mimoso), Santa Fé do Araguaia (Cocalinho) e Santa Tereza (Barra do Aroeira).</p>



<p><strong>Critérios</strong></p>



<p>No total, o questionário contempla ações em seis critérios, com 74 questões: I &#8211; Política de Meio Ambiente do Município; II &#8211; Controle de Queimadas, Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais do Município; III &#8211; Conservação da Biodiversidade: Unidades de Conservação, Terras Indígenas e Quilombolas do Município; IV &#8211; Saneamento Básico e Conservação da Água do Município; V &#8211; Conservação do Solo e da Cobertura Vegetal do Município; e VI &#8211; Turismo Sustentável do Município.</p>



<p><strong>ICMS Ecológico</strong></p>



<p>O ICMS Ecológico é um programa de pagamento por serviços ambientais, em que o Governo do Estado repassa o total de 13% dos recursos do Índice de Participação dos Municípios (IPM), de acordo com o resultado das ações ambientais realizadas e comprovadas pelos municípios.<br><br><em>Por Fábia Lázaro/Governo do Tocantins.</em></p>
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		<title>PIB do agro deve voltar a crescer este ano após queda em 2024</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/pib-do-agro-deve-voltar-a-crescer-este-ano-apos-queda-em-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jan 2025 14:48:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[2024]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
		<category><![CDATA[Queda]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se em 2024 o agronegócio atuou como um freio da economia brasileira, com uma queda de 3%, este ano o setor deve voltar a impulsionar o Produto Interno Bruto (PIB) do país.&#160;As previsões são de crescimento do PIB agropecuário entre 3% e 5,5% em 2025, um desempenho ainda bem abaixo dos 16% de aumento registrado [&#8230;]</p>
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<p>Se em 2024 o agronegócio atuou como um freio da economia brasileira, com uma queda de 3%, este ano o setor deve voltar a impulsionar o Produto Interno Bruto (PIB) do país.&nbsp;As previsões são de crescimento do PIB agropecuário entre 3% e 5,5% em 2025, um desempenho ainda bem abaixo dos 16% de aumento registrado em 2023, mas uma retomada em relação ao ano passado.</p>



<p>Para a MacroSector Consultores , o PIB agropecuário deve ter crescimento de 3% em 2025. A MB Agro estima aumento de 3,6%. O Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre) e a LCA Consultores projetam um avanço de 4% a 4,5%. O Santander estima 4,8% de aumento e o Bradesco, de 5,5%.</p>



<p>O resultado deve ser impulsionado pelo aumento da produção agrícola, pelos preços em alta de commodities como café, cacau, suco de laranja e por ganhos com a queda do real em relação ao dólar, que torna os produtos brasileiros mais competitivos na exportação.</p>



<p>Na pecuária, há expectativa de elevação nos preços no mercado interno e demanda firme para as carnes bovina, de frango e suína, no Brasil e no exterior, com possíveis reflexos positivos no PIB.</p>



<p>Economistas ponderaram, no entanto, que crescimento do PIB agropecuário não significa necessariamente maior rentabilidade para os produtores. E em um cenário de juros mais altos e oferta de crédito ainda escassa é essencial ter cuidado na gestão do capital.</p>



<p>“A grande lição de 2024 é que o agronegócio é eficiente, mas o excesso de alavancagem financeira dá vulnerabilidade, por melhor que seja o setor. Quem se alavancou demais enfrentou dificuldades”, afirma José Roberto Mendonça de Barros, sócio da MB Agro. O economista observa que a agricultura brasileira é majoritariamente de sequeiro, o que significa riscos mais elevados por causa do clima.</p>



<p>Mendonça de Barros considera que, a médio prazo, o setor deve apresentar um salto na produtividade com o amadurecimento de tecnologias, com avanços na agricultura de precisão, agricultura regenerativa, biotecnologia, gestão de dados, nos biocombustíveis. “Esse salto exige recursos e capacidade de gestão. O balanço das empresas tem de estar saudável para que elas se beneficiem desse salto”, acrescenta Barros.</p>



<h5 class="wp-block-heading" id="h-clima"><strong>Clima</strong></h5>



<p>Os extremos climáticos que afetam a produtividade das lavouras e tornam menos previsível o retorno financeiro é outro fator a ser considerado, segundo Rodrigo Gallegos, sócio da consultoria RGF e especialista em reestruturação de negócios. Com esse cenário e o aumento da inadimplência, os bancos limitam o acesso ao crédito rural, dificultando ainda mais a operação do produtor e elevando o risco de insolvência das empresas.</p>



<p>Silvia Matos, pesquisadora e coordenadora do Boletim Macro do FGV Ibre, acrescenta que o custo de crédito elevado encarece os investimentos em insumos e equipamentos.&nbsp;“Apesar de mais produção de grãos, vai ser uma vida mais dura para o produtor. O custo do endividamento vai ser maior. O lucro vai ser mais difícil de ser atingido nesse contexto”, afirma.</p>



<p>No mercado interno, há ainda preocupação com a persistente inflação de alimentos. “A proteína tem um peso muito alto na inflação doméstica, então vai ser um ano de inflação de alimentos alta. Tem também o efeito do câmbio que afeta os preços domésticos”, observa a pesquisadora . No segundo semestre, o risco é uma rápida desaceleração da economia com o aperto monetário.</p>



<p>“Vai ser um ano de retenção de abate de bois, o que se reflete em preços. E as cotações já se valorizaram em 2024 por causa de uma demanda grande da China e dos Estados Unidos. Esse cenário também deve influenciar nos preços das outras proteínas”, diz Francisco Pessoa Faria, economista sênior da LCA Consultoria Econômica.</p>



<p>Fabio Silveira, sócio-diretor da Macro Sector Consultores,&nbsp;projeta um crescimento de 3% no PIB agropecuário em 2025, com aumento de 10% na receita agrícola, que deve somar R$ 976 bilhões. Segundo ele, o desempenho deve ser favorecido pelo aumento da produção de grãos e melhora na rentabilidade com a redução em custos de insumos. Pelos cálculos do economista, café e cana devem ter maior receita, reflexo, respectivamente, da alta nos preços internacionais e do maior volume na produção.</p>



<p>Do lado da oferta, a perspectiva é de uma safra maior, resultado do aumento de área e ganhos de produtividade com o clima mais favorável. “O complexo soja vai ter um desempenho positivo em volume de produção, mas há preocupação em relação ao preço, com uma safra global cheia”, afirma Faria.</p>



<p>Outro receio é com a colheita concentrada, que pode encarecer os fretes e ficar sujeita a perdas se houver chuva excessiva no período. Na visão do analista da LCA, “a preocupação depois disso é com a condição financeira do produtor. O PIB agropecuário aumenta, mas não necessariamente a renda do produtor cresce. Isso pode prejudicar a capacidade de expansão em 2026”.</p>



<h5 class="wp-block-heading" id="h-demanda"><strong>Demanda</strong></h5>



<p>No mercado externo, a expectativa é de demanda aquecida. “O Brasil vem numa tendência de ampliação de mercados e isso vai continuar”, diz Mendonça de Barros, citando um acordo de compra de café brasileiro entre 2025 e 2029 pela rede de cafeterias Luckin Coffee, a maior da China. Segundo o Ministério da Agricultura, o Brasil conseguiu 224 aberturas de mercado só ano passado.</p>



<p>Além da procura, o real desvalorizado em relação ao dólar também deve favorecer os embarques brasileiros. “Mesmo em setores que tiveram queda de preços, com esse câmbio, os preços estão bem decentes”, observa Barros.</p>



<p>Mas também há riscos vindos do exterior. Entre eles os efeitos da eventual imposição de mais tarifas de importação pelo novo governo Donald Trump. Isso pode elevar a inflação nos EUA, gerando pressão para o Federal Reserve aumentar os juros. “O risco maior vem dessa combinação de juros mais altos e dólar valorizado”, diz Barros. Por outro lado, a imposição de tarifas sobre a China, que importa soja americana, poderia favorecer as compras do grão brasileiro.</p>



<p>Com cautela, os economistas também esperam que haja um cessar-fogo nas guerras que assolam o Oriente Médio e a Ucrânia. Isso levaria a uma queda nos preços do petróleo, com efeito em fertilizantes, fretes, seguros e outros insumos agropecuários.<br><br><em>Por Globo Rural.</em></p>
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		<title>Após 2024 com carne bovina ganhando espaço, 2025 deve ser de retomada da carne de frango e suína</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jan 2025 15:29:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[2024]]></category>
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		<category><![CDATA[Carne Bovina]]></category>
		<category><![CDATA[fRANGO]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ano de 2024 ficou marcado com preços em alta para a arroba do boi gordo, principalmente a partir do mês de setembro. Até então, a competitividade da carne bovina no atacado estava interessante perante as concorrentes. Mas este ano, de acordo com analistas consultados pelo Notícias Agrícolas, o cenário deve mudar, já que os [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O ano de 2024 ficou marcado com preços em alta para a arroba do boi gordo, principalmente a partir do mês de setembro. Até então, a competitividade da carne bovina no atacado estava interessante perante as concorrentes. Mas este ano, de acordo com analistas consultados pelo Notícias Agrícolas, o cenário deve mudar, já que os patamares de preços para a arroba bovina devem ficar mais elevados, com o início da mudança do ciclo pecuário, afetando diretamente o preço da proteína.</p>



<p>Segundo o analista de mercado da Scot Consultoria, Felipe Fabbri, no ano passado, “até meados de setembro a quantidade de carne de frango e de suíno comprada com o preço de um quilo de carne de dianteiro bovino foi menor, ou seja, para a indústria que desossa e vende os cortes sem osso ao varejo, o preço da carne bovina esteve atrativo”.</p>



<p>Tomando como referência o gráfico abaixo, elaborado por Fabbri, ele destaca que , em 2024, o preço do dianteiro esteve abaixo ou muito próximo à sua referência em 2023 (representado pela parte cinza no gráfico), enquanto os preços do frango e do suíno subiram. “Com isso, a relação de troca, ou seja, a quantidade de frango e suíno comprado com um quilo de dianteiro bovino, ficou menos atrativa do que em 2023, na maior parte dos meses, compensando ao atacadista comprar a carne bovina em relação à suína e a de frango”.</p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img decoding="async" src="https://cdn.noticiasagricolas.com.br/dbimagens/thumbs/800x2000/grafico-fabbri-scot-consultoria-competitividade-ca-GgSze.jpeg" alt="GRÁFICO FABBRI SCOT CONSULTORIA COMPETITIVIDADE CARNES 1" style="width:1170px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption"><em>Preço médio do dianteiro avulso no mercado atacadista de carne com osso e a quantidade de quilos de carne de frango e de carne suína compradas com um quilo de dianteiro. Fonte: Scot Consultoria</em></figcaption></figure>



<p>César de Castro Alves, que é gerente da Consultoria Agro do Itaú BBA, corrobora a informação, explicando que a relação de troca no início de 2024 era de 1,7 kg de frango e comprava 1 kg de dianteiro bovino. A média histórica, segundo César, era 2,5, e isso seguiu até agosto. “Em setembro começou a subir a arroba do boi e a carne, chegando a 2,6 kg de frango para comprar 1 kg de dianteiro. Em dezembro foi 2,38 kg de frango para 1 kg de carne bovina, e aí começamos janeiro com uma relação de 2,26 kg frango e 1 kg de dianteiro bovino”, disse.</p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img decoding="async" src="https://cdn.noticiasagricolas.com.br/dbimagens/thumbs/800x2000/grafico-cesar-itau-bba-competitividade-carne-bovin-bKxst.png" alt="GRÁFICO CÉSAR ITAÚ BBA COMPETITIVIDADE CARNE BOVINA FRANGO" style="width:1170px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption"><em>Competitividade entre o dianteiro bovino e a carne de frango. Fonte: Itaú BBA</em></figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img decoding="async" src="https://cdn.noticiasagricolas.com.br/dbimagens/thumbs/800x2000/grafico-cesar-carne-de-frango-e-suina-competitivid-qhl47.png" alt="GRÁFICO CÉSAR CARNE DE FRANGO E SUÍNA COMPETITIVIDADE ITAÚ BBA" style="width:1170px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption"><em>Competitividade entre carne suína e de frango. Fonte: Itaú BBA</em></figcaption></figure>



<p><br>Fabbri adiciona a este cenário o contexto econômico no país, como o aumento da &nbsp;renda per capita e redução do desemprego no Brasil diminuiu, o que aumentou a possibilidade do brasileiro comprar mais carne bovina, bem como outras proteínas também. &nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img decoding="async" src="https://cdn.noticiasagricolas.com.br/dbimagens/thumbs/800x2000/grafico-felipe-fabbri-scot-macroeconomia-2024-p5ahL.jpeg" alt="GRÁFICO FELIPE FABBRI SCOT MACROECONOMIA 2024" style="width:1170px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption"><em>Rendimento médio mensal, na cor laranja, e quilos de carne bovina possíveis de serem adquiridos, em azul. Fonte: Scot Consultoria</em></figcaption></figure>



<h5 class="wp-block-heading" id="h-perspectivas-para-2025"><strong>PERSPECTIVAS PARA 2025</strong></h5>



<p>Com o início da inversão do ciclo pecuário, Allan Maia, analista da Safras &amp; Mercado, destaca que, como houve muito abate de matrizes nos últimos dois anos, a tendência é de preços firmes para 2025 para a arroba do boi gordo e para os cortes no atacado e, consequentemente, no varejo também.&nbsp;</p>



<p>“Para o ano que vem, com a possibilidade de preços maiores para a carne bovina e incertezas quanto ao dinamismo da economia brasileira, acredito que essa relação vai pressionar o mercado de carne bovina e levar a um êxodo de consumo para frango e suíno”, disse.</p>



<p>“Para a carne de frango, ela veio bastante competitiva ao longo de 2024 e deve seguir competitiva ao longo de 2025 frente às demais proteínas. A carne suína deve ter mais um ano de recorde na produção, com disponibilidade interna crescendo, mas nada exagerado. No caso da demanda para a carne suína, o ritmo mais forte começa em maio, já que o início do ano, com a população com menor poder aquisitivo e com as temperaturas mais elevadas, acabam deixando a demanda mais arrefecida”, pontuou.</p>



<p>Sobre a carne bovina, César de Castro Alves afirma que “a tendência para o ano de 2025 é de que a relação de troca com as demais proteínas tenha mais chances de ficar acima da média histórica mais do que para baixo. É razoável supor que a carne bovina não volte aos patamares de agosto de 2024”, disse.</p>



<p>Felipe Fabbri enxerga o ano de 2025 como sendo mais desafiador para a carne bovina. Ele aponta que, do lado da oferta de boiadas, espera redução nos abates, e consequentemente na produção de carne bovina também. “Há a expectativa de aumento na demanda externa &#8211; ou seja, novo recorde de exportação &#8211; com uma produção de carne bovina menor e, provavelmente, preços maiores ao consumidor brasileiro”.&nbsp;</p>



<p>Por outro lado, conforme explica Fabbri, frango e suínos possuem um cenário de expectativas de aumento das suas produções para o ano que começa, ou seja, deve aumentar a oferta dessas proteínas e, consequentemente, pouco espaço para altas expressivas em seus preços ao longo do ano.&nbsp;</p>



<p>“O resumo para mim seria um mercado com maior competitividade do frango e suíno frente à carne bovina, após um 2024 onde a carne bovina ganhou espaço”, finalizou Fabbri.</p>



<p>Dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), projetando produção, consumo interno e exportações para 2025 em relação às carnes suína e de frango, mostram consumo interno para a carne suína estável e de frango, com aumento em relação a 2024.</p>



<p>Para 2025, o setor avícola projeta produzir até 15,3 milhões de toneladas de carne de frango, o que representa avanço de 2,7% em relação a 2024, com disponibilidade de cerca de 9,9 milhões de toneladas, perfazendo aumento de 2,1%, consumo per capita chegando a 46,6 quilos, incremento de 2,2% em relação ao registrado em 2024 e exportações com crescimento de 1,9%, podendo chegar à marca de até 5,4 milhões de toneladas.</p>



<p>No caso da carne suína, a expectativa é de que a produção cresça 2% em 2025, avançando para 5,45 milhões de toneladas, sendo que a disponibilidade interna deve permanecer estável em 4 milhões de toneladas, assim como o consumo per capita de 19 quilos. Já as exportações da proteína suinícola podem subir 7,4%, com volume embarcado de até 1,45 milhão de toneladas.</p>



<p>Sobre a carne bovina, as informações da Agrifatto Consultoria dão conta de que “apesar dessa redução na produção, o Brasil seguirá líder mundial nas exportações de carne bovina em 2025. Isso se deve à maior consolidação do mercado asiático, especialmente com a expansão das compras de países do Sudeste Asiático e à redução da participação dos EUA no comércio global da proteína, que, inclusive, deverão importar mais carne bovina do que em 2024. Assim, projetamos que as exportações de carne bovina in natura alcancem 2,62 milhões de toneladas, um aumento de 3,18% em relação a 2024, superando o recorde histórico alcançado neste ano. Diante de uma oferta reduzida de carne bovina e uma demanda externa aquecida, a visão central é de valorização real (acima da inflação) para o boi gordo em 2025”.</p>



<p>Por Letícia Guimarães/Notícias Agrícolas.</p>
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		<title>Anec: Brasil exporta 97,3 milhões de toneladas de soja em grão em 2024</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/anec-brasil-exporta-973-milhoes-de-toneladas-de-soja-em-grao-em-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jan 2025 15:22:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[2024]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[anec]]></category>
		<category><![CDATA[Exportação]]></category>
		<category><![CDATA[Grão]]></category>
		<category><![CDATA[Soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) informou que a exportação brasileira de soja em grão em 2024 foi de 97,299 milhões de toneladas, 3,9% abaixo das 101,312 milhões de toneladas de 2023. Os embarques de milho para o exterior também recuaram de um ano para o outro. Foram 37,811 milhões de toneladas, 31,94% menos que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Associação Nacional dos Exportadores de Cereais<strong> (Anec)</strong> informou que a exportação brasileira de soja em grão em 2024 foi de 97,299 milhões de toneladas, 3,9% abaixo das 101,312 milhões de toneladas de 2023.</p>



<p>Os embarques de milho para o exterior também recuaram de um ano para o outro. Foram 37,811 milhões de toneladas, 31,94% menos que os 55,559 milhões de toneladas nos 12 meses do ano anterior.</p>



<p>Os embarques de farelo de soja, por outro lado, cresceram. Em 2024 o volume somou 22,841 milhões de toneladas, 2,17% mais que as 22,355 milhões de toneladas de 2023. As exportações de trigo também cresceram: de 2,497 milhões de toneladas para 2,585 milhões de toneladas (+3,52%).</p>



<p>De 22 a 28 de dezembro, os portos brasileiros embarcaram 246.835 toneladas de soja, 243.739 toneladas de farelo de soja, 704.035 toneladas de milho e 78.725 de trigo.</p>



<p>Para a atual semana (29 de dezembro a 4 de janeiro), a programação prevê embarques de 250.884 toneladas de soja, 571.943 toneladas de farelo de soja, 768.398 toneladas de milho e 224.000 toneladas de trigo.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<title>2024 fecha com mais de 4 milhões de descargas atmosféricas no Tocantins</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/2024-fecha-com-mais-de-4-milhoes-de-descargas-atmosfericas-no-tocantins/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jan 2025 13:20:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estadual]]></category>
		<category><![CDATA[2024]]></category>
		<category><![CDATA[Chuva]]></category>
		<category><![CDATA[descargas atmosféricas]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Número é um dos maiores dos últimos anos, ficando atrás apenas de 2023, com El Niño. Para início de 2025, a previsão é de maior volume de chuvas e descargas atmosféricas no estado, segundo meteorologista. 2024 foi um ano de eventos climáticos adversos no Tocantins: queimadas, que contribuíram para a seca na região, além das [&#8230;]</p>
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<p><em>Número é um dos maiores dos últimos anos, ficando atrás apenas de 2023, com El Niño. Para início de 2025, a previsão é de maior volume de chuvas e descargas atmosféricas no estado, segundo meteorologista.</em></p>



<p>2024 foi um ano de eventos climáticos adversos no Tocantins: queimadas, que contribuíram para a seca na região, além das chuvas, que são acompanhadas de um grande volume de raios e rajadas de ventos que chegaram a marcar 100kmh. Estes eventos acontecem desde 2023, com a atuação do fenômeno El Niño. Somente nesses dois anos, o estado registrou mais de 9 milhões de descargas atmosféricas.</p>



<p>Em 2024, foram registradas mais de 4.04 milhões descargas atmosféricas que caíram em solo tocantinense. Para se ter ideia da grandeza do número, o volume é cerca de 20% maior que 2022 que marcou 3,4 milhões de raios, e fica atrás exclusivamente de 2023, com fenômeno El Niño, que registrou 5,1 milhões descargas atmosféricas. A incidência de descargas atmosféricas acende o alerta para segurança e a concessionária de energia orienta a população para cuidados com a rede elétrica, para evitar acidentes.</p>



<p><strong>Histórico de descargas atmosféricas</strong></p>



<p>2018: 895.587</p>



<p>2019: 2.182.732</p>



<p>2020: 2.533.330</p>



<p>2021: 3.488.190</p>



<p>2022: 3.424.654</p>



<p>2023: 5.104.625</p>



<p>“<em>O número elevado de descargas atmosféricas em 2023 pode, em partes, estar associado a atuação do fenômeno El Niño, que, apesar de reduzir o volume de chuva na região, também provocou tempestades mais intensas. Por outro lado, 2024 foi um ano de transição entre águas mais quentes (El Niño) e frias no Oceano Pacífico Equatorial, o que resultou na redução do número de descargas em relação ao ano anterior</em>”, destacou a meteorologista e consultora da Energisa, Ana Paula Paes.</p>



<p>“Para o início de 2025, a tendência indica que o volume de chuva pode ficar acima da média no Tocantins, devido a possível atuação do&nbsp;<em>La Niña</em>, o que pode também elevar o número de descargas atmosféricas na região”, alertou.</p>



<p>Além das descargas, o Tocantins também enfrenta fortes rajadas de vento neste período, o que pode resultar no lançamento de objetos na rede elétrica. O acompanhamento do clima é usado pela Energisa como apoio nas ações de operação.</p>



<p>“Durante os temporais, são frequentes os casos de quedas de árvores e objetos que são lançados pela ventania sobre a rede, causando o rompimento de cabos de energia e danificando postes. Por isso, a empresa monitora em tempo real e faz os deslocamentos de equipes e materiais necessários para enfrentar as situações de instabilidade”, explica o coordenador do Centro de Operações da Energisa, Tony Franco.</p>



<p>Além da atuação em contingência, durante as chuvas, a Energisa realiza diversas ações de forma preventiva, como limpeza de faixas, poda de árvores que podem atingir a rede elétrica, além do investimento na modernização da rede elétrica, dando maior robustez ao fornecimento de energia.</p>



<p>A Energisa reforça os cuidados que a população deve ter para evitar acidentes elétricos:</p>



<p>–&nbsp; Quando estiver em casa, evite&nbsp;manusear aparelhos elétricos com as mãos molhadas ou pés descalços e tocar nas partes metálicas dos objetos, prevenindo o risco de choque. Essa dica vale para qualquer período do ano, mas em dias de chuva a recomendação é ter mais atenção;</p>



<p>–&nbsp; Caso perceba que alguma parede da sua casa está úmida, não ligue equipamentos elétricos em tomadas instaladas nela. As paredes podem ser fonte de choques e mau funcionamento de equipamentos, causando danos aos aparelhos;</p>



<p>–&nbsp; Não faça manutenções quando estiver chovendo. Em telhados, existe o risco de ser atingido por raios e, em equipamentos elétricos ligados à tomada, há chance de choque elétrico. Em caso de alagamento, curto-circuito ou princípio de incêndio dentro de casa, desligue imediatamente o disjuntor;</p>



<p>–&nbsp; Se estiver na rua e começar a chover, fique longe de áreas abertas, como campos de futebol. Também mantenha distância de piscinas, lagos, árvores, antenas e locais elevados. Evite encostar em grades e objetos metálicos, não se abrigue em lugares descampados, próximo de postes ou embaixo da fiação elétrica. Esses locais se tornam perigosos por causa do risco de descargas elétricas naturais, como raios;</p>



<p>– Se observar fios caídos, objetos ou pessoas em contato com a rede elétrica, galhos ou árvores entre a fiação, não se aproxime e entre em contato imediatamente com a Energisa;</p>



<p>– Se, devido à ventania, observar algum objeto que foi arremessado na rede elétrica, como placas, árvores, entre outros, não se aproxime ou tente afastar a fiação. Entre em contato com a Energisa e aguarde em local seguro, longe dos fios.</p>



<p>Em caso de emergência, entre em contato com o Corpo de Bombeiros pelo 193. A Energisa orienta que caso observe algum objeto na rede elétrica ou cabo rompido, a população nunca deve se aproximar e entrar em contato imediatamente com a Energisa. Caso precise, o consumidor também pode informar ocorrências de falta de energia por meio dos canais digitais. O atendimento é disponível 24 horas por dia, todos os dias da semana, por meio do aplicativo Energisa&nbsp;On&nbsp;(disponível no Google Play ou App Store do celular), Agência Digital pelo site&nbsp;<a href="http://energisa.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">energisa.com.br</a>&nbsp;e atendente virtual pelo WhatsApp (Gisa):&nbsp;&nbsp;<a href="http://www.gisa.energisa.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">www.gisa.energisa.com.br</a>.</p>



<p><em>Por Ascom Energisa. </em></p>
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		<title>Brasil registra aumento de 90% em áreas queimadas em 2024, o maior em seis anos</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/brasil-registra-aumento-de-90-em-areas-queimadas-em-2024-o-maior-em-seis-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Dec 2024 14:28:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[2024]]></category>
		<category><![CDATA[90%]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Queimadas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entre janeiro e novembro de 2024, o Brasil registrou um aumento alarmante de 90% na área queimada, comparado ao mesmo período de 2023.  Segundo os dados divulgados pelo Monitor do Fogo, desenvolvido pelo MapBiomas, a área total queimada neste ano chega a 29,7 milhões de hectares, marcando a maior extensão desde 2018. Esse aumento de 14 milhões de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Entre janeiro e novembro de 2024, o Brasil registrou um aumento alarmante de 90% na área queimada, comparado ao mesmo período de 2023. </p>



<p>Segundo os dados divulgados pelo Monitor do Fogo, desenvolvido pelo MapBiomas, a área total queimada neste ano chega a 29,7 milhões de hectares, marcando a maior extensão desde 2018. Esse aumento de 14 milhões de hectares é equivalente ao tamanho do estado do Amapá.</p>



<p>A coordenadora do Monitor do Fogo, Ane Alencar, destacou que o aumento desproporcional, especialmente nas florestas, exige atenção urgente.</p>



<p>“É fundamental controlar o uso do fogo, especialmente em anos com condições climáticas extremas, que podem transformar uma queimada pequena em um grande incêndio”, alertou.</p>



<p><strong>Distribuição das queimadas no Brasil</strong></p>



<p>A maior parte da área queimada, 57%, está na Amazônia, com 16,9 milhões de hectares afetados pelo fogo. Desses, 7,6 milhões de hectares são de florestas, incluindo as florestas alagáveis, superando as pastagens, que queimaram 5,59 milhões de hectares.</p>



<p>O Cerrado também foi severamente atingido, com 9,6 milhões de hectares consumidos pelo fogo.</p>



<p><em>Por Agrofy. </em></p>
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		<title>Balanço 2024: FAET intensifica atuação em defesa do setor produtivo</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/balanco-2024-faet-intensifica-atuacao-em-defesa-do-setor-produtivo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Dec 2024 18:45:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[2024]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Balanço]]></category>
		<category><![CDATA[Defesa]]></category>
		<category><![CDATA[Setor Produtivo]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema Faet/Senar]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ano de 2024 foi marcado por avanços e desafios para a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Tocantins (FAET), que desempenhou um papel ativo em diversas frentes voltadas ao desenvolvimento sustentável, fortalecimento do setor agropecuário e defesa dos interesses dos produtores rurais. Confira os principais destaques: Zoneamento Ecológico Econômico (ZEE) A FAET [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O ano de 2024 foi marcado por avanços e desafios para a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Tocantins (FAET), que desempenhou um papel ativo em diversas frentes voltadas ao desenvolvimento sustentável, fortalecimento do setor agropecuário e defesa dos interesses dos produtores rurais. Confira os principais destaques:</p>



<p><strong>Zoneamento Ecológico Econômico (ZEE)</strong></p>



<p>A FAET acompanhou de perto as discussões sobre o ZEE no Conselho Estadual de Meio Ambiente, cobrando agilidade e transparência. Foi protocolado o ofício 123/2024, solicitando acesso integral ao documento para análise técnica. Além disso, promoveu reuniões com o segmento produtivo para debater os rumos da proposta.</p>



<p><strong>Código Florestal Estadual</strong></p>



<p>A entidade teve participação ativa na cobrança da definição do novo Código Florestal do Tocantins, contribuindo em audiências públicas e reuniões com a Frente Parlamentar da Agropecuária. A FAET destacou a importância de uma legislação que concilie preservação ambiental e segurança jurídica para os produtores.</p>



<p><strong>REDD+ Jurisdicional</strong></p>



<p>A FAET integrou o grupo de trabalho responsável por acompanhar o programa de comercialização de crédito de carbono e promoveu debates com produtores rurais para garantir que os projetos de compensação ambiental contemplem o setor produtivo.</p>



<p><strong>Regularização Fundiária</strong></p>



<p>A FAET foi uma voz ativa no incentivo da criação e defesa do Projeto de Lei 1199/2023, que prevê a doação de áreas da União ao Estado do Tocantins. Foram realizadas reuniões com senadores e audiências públicas para buscar soluções para a regularização fundiária e combater a insegurança jurídica.</p>



<p><strong>Mobilização no Congresso Nacional</strong></p>



<p>Com forte articulação junto à bancada federal, a FAET se destacou na mobilização realizada pela CNA na derrubada de vetos presidenciais relacionados ao agronegócio, como a legislação sobre autocontrole agropecuário e reserva legal.</p>



<p><strong>Polo de Irrigação na Região Sudoeste</strong></p>



<p>A entidade participou da criação do Polo de Irrigação da Região Sudoeste do Tocantins, integrando o comitê gestor e contribuindo com ações estratégicas para impulsionar a agricultura irrigada no estado.</p>



<p><strong>APA Cantão</strong></p>



<p>A FAET acompanhou ativamente a revisão do plano de manejo da APA Cantão, participando de audiências públicas e discussões técnicas para assegurar que as medidas respeitem o equilíbrio entre preservação ambiental e a atividade agropecuária.</p>



<p><strong>Combate às Invasões de Terra</strong></p>



<p>Com o objetivo de garantir segurança ao setor produtivo, a FAET propôs à Frente Parlamentar do Agronegócio um projeto de lei para endurecer a punição de invasores de terra. Também estimulou e apoiou a criação do patrulhamento rural em diferentes pontos do estado.</p>



<p><strong>Esclarecimentos sobre Desmatamento</strong></p>



<p>A FAET assinou uma nota conjunta com outras entidades do agronegócio, cobrando explicações do governo estadual sobre notícias relacionadas ao desmatamento ilegal. A nota pedia revisão das informações. A ação reforça o compromisso com a preservação ambiental e a transparência.</p>



<p><strong>Exposições Agropecuárias</strong></p>



<p>A FAET apoiou a realização de 34 feiras agropecuárias que movimentaram 342.000.000,00 em negócios.</p>



<p><strong>Agro Forte</strong></p>



<p>O projeto &#8220;AgroForte&#8221; contou com 18 edições. Dentro das feiras agropecuárias, o projeto levou capacitação por meio de palestras&nbsp;e painéis.</p>



<p>Segundo o presidente do sistema FAET/Senar, Paulo Carneiro, com&nbsp;2024 chegando ao fim, a FAET reafirma seu compromisso de atuar como uma ponte entre os produtores rurais e as políticas públicas, sempre buscando um equilíbrio entre o desenvolvimento sustentável e a proteção dos interesses do setor agropecuário “Seguimos&nbsp;firmes&nbsp;na&nbsp;missão de construir um futuro mais forte e promissor para o Tocantins”.&nbsp;</p>



<p><em>Por Ascom Faet/Senar. </em></p>
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		<item>
		<title>Bombeiros do Tocantins registraram pelo menos 13 mortes por afogamento em 2024</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/bombeiros-do-tocantins-registraram-pelo-menos-13-mortes-por-afogamento-em-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jul 2024 13:32:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estadual]]></category>
		<category><![CDATA[2024]]></category>
		<category><![CDATA[Afogamento]]></category>
		<category><![CDATA[mortes]]></category>
		<category><![CDATA[Temporada de Praia]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De janeiro a julho deste ano, 13 pessoas morreram afogadas em rios e lagos do Tocantins. Embora esse número seja significativo, os dados mostram uma diminuição em relação ao ano passado, quando foram registrados 14 casos entre janeiro e julho, totalizando 29 ao longo de todo o ano de 2023. O número tende a aumentar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>De janeiro a julho deste ano, 13 pessoas morreram afogadas em rios e lagos do Tocantins. Embora esse número seja significativo, os dados mostram uma diminuição em relação ao ano passado, quando foram registrados 14 casos entre janeiro e julho, totalizando 29 ao longo de todo o ano de 2023.</p>



<p>O número tende a aumentar durante a temporada de praias, por causa do intenso fluxo de banhistas.<br><br>No último fim de semana, o Corpo de Bombeiros Militar (CBM) atendeu a 10 ocorrências em 16 praias. Essas ocorrências incluíram dois ataques de arraias, um atendimento a uma vítima com corte por objeto, um acidente de trânsito, duas intervenções preventivas e um quase afogamento. </p>



<p>Cinco das 16 praias registraram incidentes, com destaque para dois casos em Filabeach (Filadélfia), um em Araguabeach (Araguanã) e um na Praia da Ponta (Araguatins).</p>



<p><strong>Sobre a data</strong></p>



<p>O dia 25 de julho foi designado pela Organização das Nações Unidas (ONU) como o Dia Mundial de Prevenção do Afogamento. Considerando que 75% da superfície da Terra é coberta por água, o Brasil, além de possuir o maior rio do mundo, o Amazonas, também desfruta de mais de 8 mil quilômetros de costa oceânica.</p>



<p>No estado lançou nesta quinta-feira (25), a Semana Estadual de Prevenção a Afogamentos. A realização tem foco nos banhistas em geral e vai entrar no Calendário Anual da corporação como mais uma ferramenta voltada à prevenção para àqueles que frequentam os rios, praias e as chamadas áreas balneares tocantinenses.&nbsp;</p>



<p>A primeira parte da solenidade ocorreu nesta quinta-feira (25)&nbsp; às 7h, na Academia de Formação de Bombeiros Militar (AFBM), antigo QCG, na Quadra 403 Sul. Em seguida ocorreu na Praia da Graciosa, o simulado da atuação de bombeiros militares que resgataram uma vítima em situação de afogamento.</p>



<p>O Decreto Lei com as demais informações sobre a semana foi publicado dia 9 de julho, e, nele, o Governo do Tocantins afirma que a realização “tem por objetivo estabelecer ações de prevenção visando difundir e compartilhar informações e conhecimento a respeito da segurança dos banhistas e praticantes de atividades aquáticas nas piscinas, rios, represas, lagos e outros espelhos d’água”.</p>



<p><em>Morgana Gurgel é integrante do programa de estágio entre Jornal do Tocantins e Universidade Federal do Tocantins (UFT), sob orientação de Vilma Nascimento </em><br><br></p>
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		<title>Plano Safra 2024/2025: Iniciativa que impulsiona o agronegócio</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/plano-safra-2024-2025-iniciativa-que-impulsiona-o-agronegocio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Jun 2024 11:25:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[2024]]></category>
		<category><![CDATA[2025]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Plano Safra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Plano Safra é um programa governamental que tem como objetivo estimular a produção rural no Brasil por meio de linhas de crédito especiais. Desde o plantio até a colheita e venda final da sua produção, o produtor rural enfrenta desafios do agronegócio. Ter um apoio financeiro possibilita lidar com essas questões com mais segurança e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Plano Safra é um programa governamental que tem como objetivo estimular a produção rural no Brasil por meio de linhas de crédito especiais. Desde o plantio até a colheita e venda final da sua produção, o produtor rural enfrenta desafios do agronegócio.<br><br>Ter um apoio financeiro possibilita lidar com essas questões com mais segurança e contribui para manter a qualidade e a produtividade das atividades do campo. É aí que se destaca o Plano Safra: uma iniciativa que disponibiliza recursos financeiros para pequenos, médios e grandes produtores, especialmente para agricultores familiares.</p>



<p>O Plano Safra tem vigência de julho de um ano até junho do ano seguinte, alinhando-se ao ciclo agrícola de culturas como soja e milho. Desse modo, o produtor rural recebe apoio durante toda a safra para cobrir custos de insumos, maquinário, mão de obra, e outras necessidades.</p>



<p><strong>Tipos de crédito rural&nbsp;</strong></p>



<p>Diversas linhas de crédito são disponibilizadas a cada ano safra, podendo ter taxas e regras específicas de acordo com o porte do produtor, tipo de cultura cultivada e tamanho da propriedade, por exemplo. Essas regras são definidas pelo governo federal. No entanto, as linhas de crédito atendem sempre as finalidades do crédito rural. Conheça cada uma delas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Custeio: linha de crédito para o financiamento de despesas da produção agrícola e pecuária, como insumos, ciclo produtivo de lavoura, vacinas e muito mais.</li>



<li>Comercialização: financiamento de recursos para cobrir as despesas da fase imediata à colheita da produção, permitindo ofertar os produtos nas melhores condições de mercado. Para manutenção familiar, transporte de grãos, armazenagem da safra e muito mais.</li>



<li>Investimento: aqui, os recursos são direcionados para investir na infraestrutura do agro, como compra de máquinas, instalação de sistemas de irrigação e outras melhorias que contribuem com o aumento da produtividade a longo prazo.</li>



<li>Industrialização: por meio desse tipo de financiamento, é possível investir no processamento e na industrialização da matéria-prima, além de ser uma oportunidade para que o produtor rural agregue valor aos produtos e à atividade.</li>
</ul>
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			</item>
		<item>
		<title>CNA apresenta propostas para o Plano Safra 2024/2025 ao ministro Fávaro</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/cna-apresenta-propostas-para-o-plano-safra-2024-2025-ao-ministro-favaro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Apr 2024 14:48:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta quarta-feira (24), o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, esteve na sede da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) para escutar as propostas da entidade para o Plano Safra 2024/2025. Na oportunidade, o presidente da CNA, João Martins entregou ao ministro Fávaro um documento com dez pontos considerados prioritários. O objetivo [&#8230;]</p>
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<p>Nesta quarta-feira (24), o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, esteve na sede da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) para escutar as propostas da entidade para o Plano Safra 2024/2025.</p>



<p>Na oportunidade, o presidente da CNA, João Martins entregou ao ministro Fávaro um documento com dez pontos considerados prioritários. O objetivo da entidade é contribuir na elaboração do próximo conjunto de políticas públicas que visam apoiar e financiar a produção agropecuária no Brasil.<br><br>Em seu discurso, o ministro Fávaro elogiou e destacou a importância do trabalho da CNA para que seja feito um novo Plano Safra mais assertivo e que atenda os anseios dos produtores.</p>



<p>“Em linhas gerais, as prioridades apresentadas hoje estão todas sincronizadas com o que o Governo vem discutindo. Isso nos dá a certeza de que faremos deste um Plano Safra ainda mais inovador, com responsabilidade ambiental, com taxas de juros compatíveis, com linhas de créditos que venham atender os anseios de produtores nesse momento difícil, de renda achatada, de intempéries climáticas, pensando muito na modernização do seguro”, ressaltou Fávaro.</p>



<p>O documento apresentado ao ministro foi construído em conjunto com as federações de agricultura e pecuária, sindicatos rurais, produtores e entidades setoriais, durante encontros realizados com representantes das regiões Norte, Nordeste, Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia).</p>



<p>Entre os pontos abordados no material estão o aumento dos recursos financiáveis; fortalecimento do seguro rural; regulamentação da lei que criou o Fundo de Catástrofe; rebate de taxas ou aumento do limite financiável; coibir as práticas de venda casada; priorização de recursos para as linhas de investimento, entre outros.</p>



<p>“Ouvimos todas as partes do Brasil para construir uma proposta detalhada que beneficiem os produtores rurais”, afirmou Martins. “Nós da CNA estamos a disposição para ajudar no que for possível”, concluiu o presidente.<br><br><em>Por Mapa.</em></p>
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