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	<title>2025/2026 Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Conab prevê alta nos fretes impulsionada pelo escoamento da soja em 2026</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/conab-preve-alta-nos-fretes-impulsionada-pelo-escoamento-da-soja-em-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Dec 2025 12:58:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[2025/2026]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[escoamento da soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A colheita da safra 2025/26 de soja deverá inflacionar o mercado de fretes rodoviários no primeiro trimestre de 2026, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Com produção estimada em 177,6 milhões de toneladas e armazéns ainda ocupados com milho, a pressão sobre o transporte deve se concentrar entre janeiro e março, quando o escoamento da oleaginosa [&#8230;]</p>
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<p>A colheita da safra 2025/26 de soja deverá inflacionar o mercado de fretes rodoviários no primeiro trimestre de 2026, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).</p>



<p>Com produção estimada em 177,6 milhões de toneladas e armazéns ainda ocupados com milho, a pressão sobre o transporte deve se concentrar entre janeiro e março, quando o escoamento da oleaginosa atinge seu pico.</p>



<p>A projeção consta do Boletim Logístico de novembro, que aponta sustentação das cotações mesmo durante a entressafra atual, período em que historicamente ocorrem quedas mais acentuadas.</p>



<p>“Tal colheita deverá inflacionar o mercado de fretes rodoviários no primeiro trimestre de 2026, em âmbito estadual”, informou a Conab ao avaliar o cenário de Mato Grosso, maior produtor nacional de grãos. A soja já deverá começar a ser colhida “de modo incipiente, na segunda quinzena de dezembro, com intensificação dos trabalhos para janeiro e fevereiro”, destacou a estatal.<a href="https://www.canalrural.com.br/tempo/ciclone-extratropical-deve-trazer-250-mm-de-chuva-veja-onde-e-quando/?utm_source=canalrural.com.br_internal&amp;utm_medium=internal&amp;utm_campaign=canalrural.com.br_internal&amp;utm_content=1385264209&amp;utm_term=1804580"></a></p>



<p><a href="https://clck.mgid.com/ghits/24682089/i/58134455/0/pp/4/2?h=gZpfvlrElb-KcdLB0yLs2XEktf8mGBYZCV4_jLQ-AdSnkOeVR84Kuwog18jBp3BxRHuP7G1_r5VOWjkRTeUwzOxQdnc1gQOlCJbVIcR319-v96HmgzWzkIMAgW_oJ3us&amp;rid=36518a3a-cf7d-11f0-acd3-c4cbe1e6c2f6&amp;ts=canalrural.com.br&amp;tt=Referral&amp;att=4&amp;cpm=1&amp;abd=1&amp;iv=17&amp;ct=1&amp;gdprApplies=0&amp;st=-180&amp;mp4=1&amp;h2=37_tdX3Sg9rLY8kADvJ40eXFVgKa0Xh-8dEktmBT5gWAgHsMI-PYla57s3egJqYvZyZhFfP32OCPrElYKU4fLw**&amp;muid=o4opfNRtqzz4" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a>A dinâmica atual já antecipa o cenário. Em outubro, os fretes se mantiveram em patamares elevados. “Em relação ao mês anterior houve de modo geral um declínio suave em boa parte das praças, ao passo que algumas apresentaram comportamento de estabilidade. Neste ponto, destaca-se que o recuo foi bastante moderado, tendo em vista o avanço da entressafra, período no qual, historicamente, maiores quedas nos valores dos fretes seriam esperadas”, explicou a Conab.</p>



<p>A sustentação dos preços ocorre pela combinação de fatores. A demanda firme de milho mantém os caminhões em movimento. “Setores como alimentação animal e biocombustíveis, que utilizam o milho como principal insumo têm demandado cada vez mais esse produto, que tem ganhado maior alcance e capilaridade. Frequentemente tais empresas oferecem ágio pela aquisição do produto em uma disputa pelo insumo ante o mercado externo”, disse a Conab. Essa disputa elevou os preços da commodity e gerou maiores movimentações logísticas.</p>



<p>Ao mesmo tempo, produtores enfrentam urgência para liberar espaço nos armazéns. “Soma-se a esse fator a existência de uma certa urgência para liberar espaço nos armazéns, atualmente ocupados majoritariamente com milho de modo a receber a soja que já deverá começar a ser colhida, de modo incipiente, na segunda quinzena de dezembro, com intensificação dos trabalhos para janeiro e fevereiro”, informou a estatal.</p>



<p>“Desta forma há o interesse em se escoar boa parte do milho antes da próxima safra, contribuindo, assim, para elevar a demanda por transportes, resultando em cotações elevadas de fretes rodoviários em plena entressafra de grãos”, destacou.</p>



<p><strong>Aumento nos fretes</strong></p>



<p>Em Mato Grosso, a rota Sorriso-Santos passou de R$ 480 para R$ 470 a tonelada em outubro, queda de apenas 2%. Para Paranaguá, o frete saiu de R$ 460 para R$ 450, recuo também de 2%. A partir de Primavera do Leste, os fretes para Santos recuaram 5%, de R$ 390 para R$ 370, enquanto para Paranaguá a queda foi de 4%, de R$ 370 para R$ 355.</p>



<p>“Diante deste cenário de maiores preços atribuídos aos serviços de transporte, o setor entende que o momento é favorável para fazer a frota girar e garantir sua cobertura de custos e sua lucratividade”, afirmou a Conab.</p>



<p>O mercado manifestou preocupação com possíveis distorções causadas pelo tabelamento de preços da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). “Existe a percepção, por parte do mercado, de que o tabelamento de fretes e as medidas recentes para seu maior controle e efetivação, tendem a ocasionar algumas distorções de mercado e alterar os incentivos atinentes às atividades, e que os maiores prejudicados com as medidas são os transportadores com caminhões menores, com quantidade de eixos igual ou inferior a sete, ao passo que, para caminhões de nove eixos a conta tem fechado melhor”, informou a Conab.</p>



<p>Apesar das ressalvas, a companhia destacou que o setor não deve registrar paralisações.</p>



<p>“A despeito de haver certo descontentamento, especialmente para esse nicho, descartou-se qualquer movimento de greve ou paralisação e os fluxos logísticos seguem a todo vapor, para dar vazão às enormes safras colhidas em Mato Grosso, bem como para dar espaço à vindoura produção de soja, que também deverá ser de enorme magnitude”, disse.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<title>Operação Piracema 2025/2026 registra apreensão de 1.450 metros de redes e 28 kg de pescado impróprio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2025 12:24:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Pesca e Aquicultura]]></category>
		<category><![CDATA[2025/2026]]></category>
		<category><![CDATA[Ilegal]]></category>
		<category><![CDATA[Operação Piracema]]></category>
		<category><![CDATA[Pesca e aquicultura]]></category>
		<category><![CDATA[Pescado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) encerrou, nessa segunda-feira, 17, uma série de ações de fiscalização e educação ambiental nas regiões norte e central do estado. As atividades, realizadas entre os dias 10 e 17 de novembro, integram a Operação Piracema 2025/2026, período em que a pesca é proibida para permitir a reprodução das espécies. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) encerrou, nessa segunda-feira, 17, uma série de ações de fiscalização e educação ambiental nas regiões norte e central do estado. As atividades, realizadas entre os dias 10 e 17 de novembro, integram a Operação Piracema 2025/2026, período em que a pesca é proibida para permitir a reprodução das espécies. Ao todo, foram apreendidos 1.450 metros de rede de emalhar e 28 kg de pescado impróprios para o consumo.</p>



<p>As iniciativas foram divididas em três frentes. A primeira, com foco na educação ambiental, percorreu as colônias de pescadores dos municípios de Babaçulândia, Filadélfia, Araguaína e Xambioá. O objetivo foi conscientizar pescadores, comunidades ribeirinhas, comerciantes e a população em geral sobre a importância da proibição da pesca para a preservação das espécies nativas. Além disso, a iniciativa serviu para reforçar a necessidade de implementação de ações conjuntas e individuais para o uso sustentável dos recursos naturais.</p>



<p>Cerca de 260 pessoas, a maioria pescadores profissionais artesanais com registro ativo, participaram das orientações. Em Araguaína, fiscais também vistoriaram entrepostos e comércios de pescado.</p>



<p>O gerente de fiscalização do Naturatins, Cândido José, destacou a relevância de aliar conscientização e fiscalização. “A piracema é um momento crucial para manter o equilíbrio dos ecossistemas aquáticos, o que exige esforço multidisciplinar. É preciso educar a população sobre a importância de assegurar a reprodução dos peixes, ao mesmo tempo em que atuamos no combate a infrações que ameaçam não só o meio ambiente, mas também a renda de muitas famílias”, afirmou.</p>



<p><strong>APA Ilha do Bananal Cantão</strong></p>



<p>Paralelamente, uma equipe do Naturatins realizou uma operação de fiscalização na Área de Proteção Ambiental Ilha do Bananal Cantão, em região de fronteira com estados vizinhos. As ações concentraram-se no combate ao desmatamento ilegal, à caça e à pesca predatórias.</p>



<p>Foram aplicadas multas por infrações ambientais, que totalizaram o valor de R$ 231 mil. Também foram apreendidos 350 metros de redes de emalhar, 18 kg de pescado de diversas espécies impróprios para o consumo e uma zagaia. Outros equipamentos utilizados em crimes de pesca, como um barco, uma carreta rodoviária e um motor rabeta, também foram confiscados. A operação resultou ainda na apreensão de um animal silvestre e na imposição de embargos ambientais por desmatamentos destinados ao plantio de soja.</p>



<p>Para o fiscal Jusley Caetano, as ações têm sido bem sucedidas no combate às ações criminosas. “Os números evidenciam a atuação eficaz da fiscalização na proteção dos recursos naturais tocantinenses. O volume de material apreendido reforça o impacto positivo das operações em campo”.</p>



<p><strong>Rio Araguaia</strong></p>



<p>A terceira frente se concentrou ao longo do Rio Araguaia, nos municípios de Couto Magalhães, Juarina, Bernardo Sayão, Arapoema e Pau D’Arco. A equipe da Supervisão Regional de Arapoema, com apoio da Polícia Militar, conduziu blitzes terrestres e patrulhamento aquático ao longo do rio e seus afluentes.</p>



<p>Foram abordados 69 veículos, resultando na apreensão de 10 kg de pescado nativo e de 1,1 mil metros de redes de emalhar. O material foi encaminhado à sede do órgão em Arapoema para destinação final, enquanto o pescado, por estar em mau estado, foi inutilizado e descartado.</p>



<p>&nbsp;Durante as abordagens, foram realizadas orientações à população sobre a legislação ambiental.</p>



<p><em>Por Vinicius Venâncio/Governo do Tocantins.</em></p>
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