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	<title>Abiove Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>Abiove Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Indústria brasileira caminha para recorde no esmagamento de soja em 2026</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/industria-brasileira-caminha-para-recorde-no-esmagamento-de-soja-em-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jan 2026 14:44:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Abiove]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[esmagamento de soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) atualizou suas projeções para o complexo soja e apontou um novo recorde para o processamento interno do grão no Brasil. Segundo a entidade, o esmagamento de soja deve alcançar 61 milhões de toneladas em 2026, volume inédito e 0,8% superior à estimativa anterior. O avanço reflete o fortalecimento [&#8230;]</p>
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<p>A <a href="https://abiove.org.br/">Associação Brasileira das Indústrias de </a>Óleos <a href="https://abiove.org.br/">Vegetais</a> (Abiove) atualizou suas projeções para o complexo soja e apontou um novo recorde para o processamento interno do grão no Brasil. Segundo a entidade, o esmagamento de soja deve alcançar 61 milhões de toneladas em 2026, volume inédito e 0,8% superior à estimativa anterior.</p>



<p>O avanço reflete o fortalecimento da indústria nacional e a maior agregação de valor à produção agrícola. De acordo com a Abiove, o crescimento do esmagamento será acompanhado pela ampliação da oferta de derivados.</p>



<p><strong>Farelo de soja</strong></p>



<p>A produção de farelo de soja está projetada em 47 milhões de toneladas, alta de 0,9%, enquanto a fabricação de óleo de soja deve atingir 12,25 milhões de toneladas, crescimento de 0,8%.</p>



<p>Esse cenário é sustentado por uma safra robusta. Dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) indicam que a produção brasileira de soja pode chegar a 177,1 milhões de toneladas no próximo ciclo, garantindo matéria-prima suficiente para atender tanto o mercado interno quanto às exportações.</p>



<p>No comércio internacional, o Brasil deve manter sua posição de liderança. As exportações de soja em grão estão estimadas em 111,5 milhões de toneladas em 2026, crescimento de 0,5%. Entre os subprodutos, os embarques de farelo devem alcançar 24,6 milhões de toneladas, enquanto as exportações de óleo de soja tendem a registrar avanço expressivo de 11,5%, chegando a 1,45 milhão de toneladas.</p>



<p>“O foco crescente no esmagamento reflete o amadurecimento da indústria brasileira. Ao processarmos 61 milhões de toneladas, estamos agregando valor à nossa matéria-prima e garantindo o suprimento de proteínas e energia para o mercado interno e global”, afirma Daniel Furlan Amaral, diretor de Economia e Assuntos Regulatórios da Abiove.</p>



<p><strong>Desempenho do complexo soja em 2025</strong></p>



<p>Os números consolidados de 2025 já antecipavam essa tendência de crescimento. O esmagamento no ano fechou em 58,5 milhões de toneladas, impulsionado por uma safra de 171,5 milhões de toneladas de soja, conforme dados da Conab. A atividade industrial resultou na produção de 45,1 milhões de toneladas de farelo e 11,7 milhões de toneladas de óleo de soja, segundo a Abiove.</p>



<p>No fluxo comercial, dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) confirmam exportações de 108,2 milhões de toneladas de soja em grão, 23,3 milhões de toneladas de farelo e 1,36 milhão de toneladas de óleo. Para atender demandas pontuais, o Brasil importou 969 mil toneladas de soja e 105 mil toneladas de óleo de soja ao longo do ano.</p>



<p><strong>Ritmo mensal confirma expansão</strong></p>



<p>O desempenho da indústria também se destaca nos dados mensais. Em novembro de 2025, o processamento de soja somou 4,369 milhões de toneladas, volume 5,4% superior ao registrado no mesmo mês de 2024, após ajuste pelo percentual amostral.</p>



<p>No acumulado de janeiro a novembro de 2025, o esmagamento alcançou 48,1 milhões de toneladas, crescimento de 4,6% em relação ao mesmo período do ano anterior. O resultado consolida 2025 como um ano de expansão contínua para as indústrias brasileiras de óleos vegetais e reforça as perspectivas positivas para 2026.<br><br><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<title>Projeções do complexo soja para 2026 são atualizadas pela Abiove com novos cenários de oferta e demanda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2025 13:11:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Abiove]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) divulgou sua nova projeção para o balanço de oferta e demanda do complexo da soja em 2026, trazendo números que apontam para um novo ciclo de expansão. Os números da produção brasileira de soja são estimados em 177,7 milhões de toneladas, enquanto o esmagamento deverá atingir 60,5 milhões [&#8230;]</p>
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<p>A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (<a href="https://abiove.org.br/">Abiove</a>) divulgou sua nova projeção para o balanço de oferta e demanda do complexo da soja em 2026, trazendo números que apontam para um novo ciclo de expansão. Os números da produção brasileira de soja são estimados em 177,7 milhões de toneladas, enquanto o esmagamento deverá atingir 60,5 milhões de toneladas. A expectativa é que a produção de farelo alcance 46,6 milhões de toneladas, e a de óleo de soja, 12,5 milhões de toneladas.</p>



<p>No comércio exterior, o Brasil deve consolidar sua posição no mercado global. As exportações de grãos estão projetadas em 111 milhões de toneladas, um novo patamar histórico. O farelo de soja deve registrar 24,6 milhões de toneladas exportadas, enquanto o óleo pode chegar a 1,2 milhão de toneladas, um avanço de 20% em relação ao ano anterior. As importações de óleo devem permanecer em 125 mil toneladas, e as de soja, em 500 mil toneladas, destinadas a complementar a oferta interna.</p>



<p>Segundo Daniel Furlan Amaral, diretor de Economia e Assuntos Regulatórios da Abiove, os resultados reforçam o dinamismo e a resiliência do setor. ”Mesmo com ajustes pontuais, os números reforçam a solidez da cadeia da soja e a capacidade do setor em responder às demandas do mercado interno e externo com eficiência”, diz Amaral. Segundo ele, a expansão do processamento, somada ao ritmo consistente das exportações, confirma o papel estratégico do Brasil no comércio internacional do complexo da soja.</p>



<p><strong>Cenário atualizado em 2025</strong></p>



<p>Até setembro de 2025, os dados consolidados mostram desempenho positivo. A produção de soja do ciclo alcançou 172,1 milhões de toneladas, enquanto o esmagamento atingiu 58,5 milhões de toneladas. A produção de farelo se manteve estável, somando 45,1 milhões de toneladas, e a de óleo alcançou 11,7 milhões de toneladas.<a href="https://www.canalrural.com.br/tempo/nova-frente-fria-chega-na-semana-e-aumenta-risco-de-temporais-saiba-onde/?utm_source=canalrural.com.br_internal&amp;utm_medium=internal&amp;utm_campaign=canalrural.com.br_internal&amp;utm_content=1380303040&amp;utm_term=1804580"></a><a href="https://clck.mgid.com/ghits/25367495/i/58134455/0/pp/2/4?h=lz5w8C49MCXroZMe98NxAF_LsxChxh-Zz1fHlVruHDol4bWq3EuNXRjdn18yz56tRHuP7G1_r5VOWjkRTeUwzEQRe3C6v4QHXJRh8QLc23Amaxc71LSOgUyWBaarS1Nw&amp;rid=dd4976ab-c540-11f0-805f-d404e6faf7f0&amp;ts=canalrural.com.br&amp;tt=Referral&amp;att=4&amp;cpm=1&amp;iv=17&amp;ct=1&amp;gdprApplies=0&amp;st=-180&amp;h2=37_tdX3Sg9rLY8kADvJ40TotcHMnYqNGVwm8XjpUrISAgHsMI-PYla57s3egJqYvlIoEsHF5IzwtY8Fx1nchSA**&amp;k=1804580fc*f!fZqcBsT2fZqcN7DgfMDc5YzBlNjg4NzdkOGY0YTVjMmJhOTUwMGZjYWQzY2M%3DfNTgx*DM1Ng%3D%3Df!ffkrff!ff*f*ffQf*faHR0cHM6Ly93d3cuY2FuYWxydXJhbC5jb20uYnIvYWdyaWN1bHR1cmEvcHJvamV0by1zb2phLWJyYXNpbC9hYmlvdmUtYXR1YWxpemEtcHJvamVjb2VzLWRvLWNvbXBsZXhvLXNvamEtcGFyY%240yMDI2LTIvfOzsvfKysvfS%3DfNTgx*DMxOTd8NTQx*DMxOTY%3DfMw%3D%3Dfef!fcfMTYw*DE2MHw1NDF8MzU1fYAfNgff!fTW96aWxsY%2481LjAgKFdpbmRvd3MgTlQgMTAuMDsgV2luNjQ7IHg2NCkgQXBwbGVXZWJLaXQvNTM3LjM2IChL%24FRNTCwgbGlrZ%24BHZWNrbykgQ2hyb21lLzE0Mi4wLjAuMCBTYWZhcmkvNTM3LjM2fUERGVmlld2Vy*ENocm9tZVBERlZpZXdlcnxDaHJvbWl1bVBERlZpZXdlcnxNaWNyb3NvZnRFZGdlUERGVmlld2Vy*FdlYktpdGJ1aWx0LWluUERGf!fV2luMzI%3DfLTE4MA%3D%3DfMXw5OQ%3D%3DfMTUzNnw4MTY%3DfdW5rbm93bnw0Z3wwf!f!fQfbQOVZ~ff*(Ig71s%3A&amp;crst=1763557453&amp;wrst=1763557470&amp;muid=o4opfNRtqzz4" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a><a href="https://www.canalrural.com.br/cop30/brasil-lidera-criacao-de-alianca-global-para-acelerar-planos-de-adaptacao-na-cop30/?utm_source=canalrural.com.br_internal&amp;utm_medium=internal&amp;utm_campaign=canalrural.com.br_internal&amp;utm_content=1381295244&amp;utm_term=1804580"></a></p>



<p><strong>Processamento mensal e exportações</strong></p>



<p>Em setembro de 2025, o volume processado foi de 4,1 milhões de toneladas, queda de 9,1% em relação a agosto e retração de 1,2% na comparação com setembro de 2024, após ajustes amostrais. No acumulado do ano, porém, o processamento registra alta de 5,1% frente ao mesmo período de 2024, totalizando 39,3 milhões de toneladas.<br><br><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<title>Abiove pede ao Supremo que suspenda processos que contestam a Moratória da Soja</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/abiove-pede-ao-supremo-que-suspenda-processos-que-contestam-a-moratoria-da-soja/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Nov 2025 13:48:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Abiove]]></category>
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<p>A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) protocolou na segunda-feira (3) pedido de medida cautelar no Supremo Tribunal Federal (STF) para suspender processos judiciais e administrativos que questionem a moratória da soja. A entidade argumenta que a continuidade dessas ações pode gerar decisões contraditórias ao entendimento que vem sendo formado pela Corte na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 7774, que trata da Lei 12.709/2024 de Mato Grosso. Em nota divulgada nesta terça-feira (4) a associação considerou “positiva” a decisão do STF que validou a lei estadual.</p>



<p>O pedido foi apresentado no mesmo dia em que o STF formou maioria para validar a lei mato-grossense, que veda a concessão de benefícios fiscais e terrenos públicos a empresas signatárias de acordos como a moratória. O placar está em 7 votos favoráveis à constitucionalidade da norma e 3 contrários. A decisão determina que os efeitos da lei passam a vigorar a partir de 1º de janeiro de 2026.</p>



<p>Na nota, a Abiove afirmou que a decisão “reconheceu a legalidade da Moratória da Soja na discussão sobre a inconstitucionalidade da Lei Estadual nº 12.709/2024, do Mato Grosso”. Segundo a entidade, “a decisão confirma que o pacto multissetorial é uma iniciativa legítima, eficaz e alinhada aos princípios constitucionais, além de reconhecer seus impactos positivos para o meio ambiente e para o agronegócio brasileiro”.</p>



<p>Na petição ao STF, a Abiove pede o sobrestamento de três processos específicos. O primeiro é a ação coletiva movida pela Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) na Vara Especializada em Ações Coletivas de Cuiabá, na qual a entidade de produtores requer a declaração de ilegalidade e a extinção da moratória da soja. O segundo é o processo administrativo do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) que investiga o pacto. O terceiro é o inquérito administrativo instaurado pela Superintendência-Geral (SG) do Cade também na segunda-feira contra 15 executivos de tradings e entidades setoriais.</p>



<p>A Abiove sustenta que o relator da ADI 7774, ministro Flávio Dino, reconheceu em sua decisão que “a Moratória da Soja não foi marcada por ilegalidades e trouxe inequívocos benefícios ao paaís”. Esse entendimento foi referendado pela maioria dos ministros que já votaram no plenário virtual. Para a entidade, permitir que o Cade ou a Justiça estadual prossigam com investigações sobre a suposta ilegalidade do pacto representaria contradição ao posicionamento do STF.</p>



<p>A associação cita o artigo 28 da Lei 9.868/99, que estabelece que decisões do STF em ações diretas de inconstitucionalidade têm eficácia contra todos e efeito vinculante sobre órgãos do Judiciário e da Administração Pública. A Abiove argumenta que o conselheiro José Levi do Amaral Júnior, do Cade, reconheceu em sessão de 30 de setembro que o efeito vinculante das decisões do STF se aplica também aos órgãos da Administração Pública federal indireta, como o próprio Cade.</p>



<p>A entidade destaca o&nbsp;<em>timing&nbsp;</em>da abertura do inquérito pela SG do Cade, ocorrida no mesmo dia em que o STF formou maioria. “A instauração de novo inquérito administrativo pela SG/CADE, realizada hoje mesmo, é demonstração vívida da urgência deste pleito”, afirma a petição. A Abiove alega perigo na demora, argumentando que decisões contrárias à posição do STF podem gerar insegurança jurídica para empresas signatárias, para o setor agroindustrial e para a política ambiental de combate ao desmatamento.</p>



<p>A associação pede que o STF determine a suspensão imediata, com efeitos retroativos e para todos, de processos que tenham por objeto a legalidade ou ilegalidade da moratória, até o trânsito em julgado da ADI 7774. Caso não seja deferida a suspensão geral, a Abiove requer ao menos o sobrestamento dos três processos mencionados. A entidade cita precedentes do STF em que a Corte determinou a suspensão nacional de processos em ações diretas de inconstitucionalidade.</p>



<p>Em nota, a Abiove destacou que “sempre trabalhou para o reconhecimento do alto padrão de sustentabilidade da soja brasileira, promovendo simultaneamente a expansão da produção, o desenvolvimento regional e a preservação ambiental”. A entidade afirmou que “esse equilíbrio foi possível graças a um conjunto de ações setoriais, entre elas, a Moratória da Soja, que contribuíram para que o grão deixasse de ser vetor de desmatamento no bioma Amazônia”.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<title>Justiça concede liminar à Abiove contra suspensão da Moratória da Soja</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/justica-concede-liminar-a-abiove-contra-suspensao-da/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Aug 2025 12:25:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Abiove]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais&nbsp;<strong>(Abiove)</strong>&nbsp;conseguiu na noite desta segunda-feira (25) uma medida preventiva para que a suspensão da Moratória da Soja seja impedida.</p>



<p>Na ação, contra o superintendente-geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), Alexandre Barreto de Souza, a entidade sustenta que a<strong>&nbsp;decisão, aprovada em 18 de agosto</strong>, foi tomada de maneira monocrática e proferida sem a devida apreciação das manifestações técnicas e jurídicas apresentadas, em evidente afronta ao contraditório, à ampla defesa e ao devido processo legal.</p>



<p>A ação que cancelava os efeitos da Moratória — pacto multissetorial que impede que traders de soja comprem o grão de produtores que tenham desmatado áreas no bioma amazônico após julho de 2008 — havia sido requerida ao Cade pela Associação dos Produtores de Soja de Mato Grosso (Aprosoja-MT), Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal.</p>



<p>A Abiove alega, ainda, que o ato extrapola os limites da competência da Superintendência Geral do Cade ao interferir em política pública ambiental reconhecida e apoiada formalmente por órgãos federais, como o Ministério do Meio Ambiente (MMA) e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).</p>



<p>Assim, a previsão de multa diária de&nbsp;<strong>R$ 250 mil&nbsp;</strong>às signatárias da Moratória também foi suspensa na decisão, assinada pela juíza federal Adverci Rates Mendes de Abreu, da 20ª Vara/SJDF.</p>



<p>Ao aprovar o pleito que suspendia os efeitos da Moratória da Soja, o superintendente-geral do Cade havia determinado, ainda, uma investigação completa sobre os signatários do pacto, dizendo que se “constitui em um acordo anticompetitivo entre concorrentes que prejudicam a exportação de soja”.</p>



<p><strong>Resposta da Aprosoja-MT</strong></p>



<p>Em nota a respeito da liminar conquistada pela Abiove, a Aprosoja-MT diz respeitar a decisão judicial, mas que espera que o colegiado do Cade reitere as medidas preventivas da Superintendência-Geral que suspendeu os efeitos da Moratória da Soja.</p>



<p>“Reafirmamos que, há anos, um acordo privado, sem respaldo legal, vem impondo barreiras comerciais injustas aos produtores, sobretudo os pequenos e médios, impedindo a comercialização de safras cultivadas em áreas regulares e licenciadas”, diz a entidade.</p>



<p>A Aprosoja-MT advoga, ainda, que o fim da Moratória da Soja “é um passo essencial para o Brasil reafirmar que sustentabilidade e legalidade não se opõem — e reforça que não se pode simular políticas ambientais como pretexto para a exclusão econômica”.</p>



<p>De acordo com a entidade, as tradings, que controlam mais de 90% das exportações, “impõem unilateralmente condições que afastam do mercado produtores que operam dentro da legalidade”.</p>



<p>Para a Associação, não se pode simular políticas ambientais como pretexto para exclusão econômica, muito menos impor, sem representação democrática, regras que ferem a soberania nacional e o princípio constitucional da livre iniciativa.</p>



<p><em>Por Canal Rural.</em></p>



<p></p>
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