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	<title>Agropecuária Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>Agropecuária Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>1º FAST: Evento debate tecnologias de baixo carbono e caminhos para fortalecer a agropecuária tocantinense</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 13:05:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[1º Fórum de Agricultura Sustentável do Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Produtores, pesquisadores, estudantes, instituições e agentes financeiros participaram de debates sobre inovação, aumento da produtividade e adoção de tecnologias sustentáveis no campo. A Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (Seagro), participou nesta quarta-feira, 10, do 1º Fórum de Agricultura Sustentável do Tocantins, realizado em Palmas. O encontro reuniu cerca de 170 participantes entre produtores [&#8230;]</p>
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<p><em>Produtores, pesquisadores, estudantes, instituições e agentes financeiros participaram de debates sobre inovação, aumento da produtividade e adoção de tecnologias sustentáveis no campo.</em><br><br>A Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (Seagro), participou nesta quarta-feira, 10, do 1º Fórum de Agricultura Sustentável do Tocantins, realizado em Palmas. O encontro reuniu cerca de 170 participantes entre produtores rurais, pesquisadores, estudantes, representantes de instituições públicas e privadas, organizações da sociedade civil e agentes financeiros para discutir estratégias voltadas ao fortalecimento da produção sustentável no estado.</p>



<p>Promovido em parceria com o Fórum Agricultura Sustentável do Tocantins (Fast), produtores rurais e instituições ligadas ao setor agropecuário, o evento ocorreu no auditório do Tribunal de Contas do Estado (TCE) e abordou temas relacionados ao aumento da produtividade, à adoção de tecnologias de baixo carbono e ao desenvolvimento sustentável do agronegócio tocantinense.</p>



<p>Na abertura do evento, o secretário de Estado da Agricultura e Pecuária, Fred Sodré, destacou a importância da integração entre os diferentes segmentos para ampliar os avanços da agropecuária estadual. “Para alcançarmos novos avanços e ampliarmos ainda mais os resultados da agropecuária tocantinense, é necessário conectar pessoas, compartilhar conhecimento e transformar a produção por meio da adoção de novas práticas e tecnologias sustentáveis. O Tocantins tem avançado de forma consistente e continuará investindo em ações que conciliem produtividade, conservação ambiental e desenvolvimento econômico”, ressaltou.</p>



<p><strong>Plano ABC+ e metas para 2030</strong></p>



<p>Abrindo a programação técnica, a gerente do Plano ABC+ no Tocantins, Marla Guedes, apresentou os avanços alcançados pelo Estado e as metas previstas até 2030.</p>



<p>Segundo ela, o Tocantins vem consolidando resultados importantes na adoção de práticas sustentáveis de produção agropecuária. “Já avançamos muito, mas ainda temos metas importantes a cumprir até 2030. Contamos com a atuação do Grupo Gestor Estadual ABC+ Tocantins, formado por representantes de 28 instituições, e temos o desafio de alcançar mais de 3 milhões de hectares em sistemas produtivos sustentáveis”, destacou.<br><br><strong>Integração lavoura-pecuária</strong><br><br>Representando a Associação de Criadores do Pará (Acripará), o produtor Mauro Lúcio apresentou experiências sobre os benefícios da Integração Lavoura-Pecuária (ILP), sistema que integra agricultura e pecuária em uma mesma área produtiva. “A Integração Lavoura-Pecuária traz diversos benefícios, especialmente em relação à rentabilidade. O sistema permite maior utilização de tecnologias, melhora a fertilidade do solo e contribui para a recuperação de áreas degradadas, tornando a produção mais eficiente e sustentável”, afirmou.<br><br><strong>Agricultura regenerativa</strong><br><br>O coordenador técnico do Grupo Associado de Agricultura Sustentável (Gaas), Pablo Hardoim, abordou os benefícios das práticas regenerativas para a segurança alimentar e a saúde do solo. “O Brasil é um dos maiores produtores de alimentos do mundo, mas ainda precisa fortalecer a comunicação sobre a sustentabilidade da sua produção. A agricultura regenerativa permite produzir alimentos mais resilientes às mudanças climáticas, reduzir custos, utilizar os recursos de forma mais eficiente e aumentar a produtividade das propriedades rurais”, explicou.</p>



<p><strong>Investimentos para o agro sustentável</strong></p>



<p>O fórum também contou com a participação de representantes de instituições financeiras e empresas voltadas ao financiamento da produção sustentável.</p>



<p>Representando a SIM Finance, Rafael Arruda apresentou linhas de crédito destinadas a produtores que adotam práticas sustentáveis. “Nossa participação tem como objetivo mostrar alternativas de financiamento para apoiar produtores comprometidos com a sustentabilidade. Atualmente contamos com linhas específicas para o Cerrado, destinadas a produtores que atendam critérios ambientais e adotem boas práticas produtivas”, destacou.<br><br><strong>Programação</strong><br><br>A programação foi organizada em quatro painéis temáticos voltados à produção sustentável e às oportunidades para o agronegócio tocantinense: práticas de baixo carbono para produtividade e resiliência climática; benefícios das práticas regenerativas para segurança alimentar e saúde do solo; impacto da vegetação nativa na rentabilidade e regularização da agropecuária; e mecanismos financeiros voltados às práticas regenerativas e de baixo carbono.</p>



<p>As atividades ocorreram nos períodos da manhã e da tarde, reunindo especialistas e representantes do setor para discutir soluções voltadas ao desenvolvimento sustentável da agropecuária no Tocantins.<br><br><em>Por Elmiro de Deus/Governo do Tocantins<br></em><br></p>
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		<title>CNA divulga análise e aponta alta de 11,7% no PIB da agropecuária em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 13:25:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[CNA]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) divulgou Comunicado Técnico com a análise do Produto Interno Bruto (PIB), publicado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), referente aos resultados do quarto trimestre de 2025. Os dados mostram que, em termos setoriais, o PIB da Agropecuária cresceu 11,7% no ano em comparação com [&#8230;]</p>
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<p>A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) divulgou Comunicado Técnico com a análise do Produto Interno Bruto (PIB), publicado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), referente aos resultados do quarto trimestre de 2025.</p>



<p>Os dados mostram que, em termos setoriais, o PIB da Agropecuária cresceu 11,7% no ano em comparação com 2024. Trata-se do segundo maior resultado da série histórica, ficando atrás apenas de 2023, quando o setor registrou alta de 15,1%.</p>



<p>O PIB brasileiro avançou 2,3% em 2025, totalizando R$ 12,7 trilhões no ano. Sem o crescimento da atividade agropecuária, o PIB do Brasil teria aumentado apenas 1,5%, o que indica que a agropecuária foi responsável por cerca de um terço da expansão econômica do país no período.</p>



<p>Com esse desempenho, a participação do setor alcançou 7,5% do PIB total, o maior patamar da série histórica iniciada em 1996. Os demais setores da economia apresentaram crescimento mais modesto: 1,8% em Serviços e 1,4% na Indústria.</p>



<p>Veja a&nbsp;<a href="https://www.cnabrasil.org.br/publicacoes/impulsionado-pelo-crescimento-de-11-7-da-agropecuaria-pib-brasileiro-fecha-2025-com-alta-de-2-3">análise completa</a></p>



<p><em>Por Assessoria de Comunicação CNA.</em></p>
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		<title>Soja, milho e pecuária levam agro a crescer 11,7% em 2025</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/soja-milho-e-pecuaria-levam-agro-a-crescer-117-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 13:40:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
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		<category><![CDATA[Soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A agropecuária teve expansão de 11,7% no ano passado em relação a 2024 e puxou o crescimento de 2,3% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2025, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira (3). Foi o melhor desempenho entre os setores da economia: no mesmo período, a indústria avançou 1,4% e os [&#8230;]</p>
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<p>A agropecuária teve expansão de 11,7% no ano passado em relação a 2024 e puxou o crescimento de 2,3% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2025, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira (3).</p>



<p>Foi o melhor desempenho entre os setores da economia: no mesmo período, a indústria avançou 1,4% e os serviços, 1,8%.</p>



<p>Segundo Rebeca Palis, coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, o agro, as indústrias extrativas, informação e comunicação e outras atividades de serviços contribuíram com 72% do PIB no ano passado.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Se olharmos só a agropecuária, ela responde por 33% de todo o crescimento da economia do ano passado. Foi a que contribuiu mais para o crescimento do PIB olhando as atividades&#8221;, diz Pallis.</p>
</blockquote>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/rZRqBeBAxhdGkR90y3uk9xWiu6Y=/0x0:1200x1798/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/A/W/WBGzAXRA6aB82iuDbiOg/260302-info-agropecuaria-pib.png" alt="Desempenho da agropecuária e do Produto Interno Bruto (PIB). — Foto: Reprodução"/></figure>



<p><em>Desempenho da agropecuária e do Produto Interno Bruto (PIB). — Foto: Reprodução</em></p>



<p>O forte crescimento do agro foi puxado por uma combinação de colheitas recordes, especialmente de soja e milho, além de um bom desempenho da pecuária, que também bateu marcas históricas.</p>



<p>Em 2025, o Brasil se tornou o maior produtor mundial de carne bovina, ultrapassando os Estados Unidos, pela primeira vez.</p>



<p>Apesar de ter tido o maior crescimento na comparação com outros setores, a agropecuária tem um peso de 7,1% no PIB, bem menor que os serviços (69,5%) e a indústria (23,4%).</p>



<p>Isso acontece porque o PIB do IBGE calcula somente as atividades primárias do agro, como os plantios e as criações de animais.</p>



<p>Mas, quando se coloca nessa conta, os serviços, os comércios e as indústrias do setor, esse peso sobe para 23%, segundo dados da Confederação da Agricultura e Pecuária (CNA).<a href="https://globoplay.globo.com/categorias/lollapalooza/?origemId=1779&amp;utm_source=g1&amp;utm_medium=tapume&amp;utm_campaign=aq-org_g1_conteudo_up_perf_banner_web_tier2_live_lolla-24&amp;utm_content=banner&amp;utm_term=tapume-g1-assista"></a></p>



<p><strong>O que favoreceu a agropecuária</strong></p>



<p>O forte crescimento do agro em 2025 representou uma recuperação em relação a 2024, quando o PIB do setor recuou após secas extremas e enchentes terem derrubado diversas produções agrícolas, como as de soja, milho, cana-de-açúcar e laranja.</p>



<p>&#8220;A gente sabe que a agropecuária é uma atividade muito vulnerável à questão climática. Mas, em 2025, não tivemos nenhum problema climático relevante a ponto de gerar uma quebra de safra&#8221;, diz Juliana Trece, coordenadora do Núcleo de Contas Nacionais do FGV Ibre.</p>



<p>&#8220;Também tivemos custos de produção menores e ganhos de produtividade&#8221;, acrescenta.</p>



<p>Esses fatores fizeram o Brasil colher a maior safra de grãos da história no ano passado. No total, foram 350,2 milhões de toneladas, puxadas por soja e por um volume de milho jamais registrado na série histórica.</p>



<p>No ano, a colheita de milho cresceu 23,6%, enquanto a de soja teve alta de 14,6%, segundo o IBGE.</p>



<p>Com a maior produção dos grãos, a exportação do setor também cresceu. A soja, por exemplo, bateu recorde com o embarque de 108,2 milhões de toneladas, um aumento de 9,5% na comparação com o ano anterior.</p>



<p>Uma das motivações para isso foi a guerra comercial entre Estados Unidos e China. Com os chineses comprando menos dos norte-americanos, a demanda foi redirecionada para o Brasil, explica Luiz Fernando Roque, especialista de grãos da consultoria Hedgepoint.</p>



<p>A pecuária brasileira também conseguiu superar os seus próprios recordes em um ano marcado pelo tarifaço dos Estados Unidos, segundo maior comprador de carne bovina do Brasil.</p>



<p>As exportações bateram recorde puxadas pela demanda chinesa. No ano, foram vendidas 3,50 milhões de toneladas, alta de 20,9% em relação a 2024.</p>



<p>Além disso, o abate de gado chegou a 42,3 milhões de cabeças, outra marca histórica do setor.</p>



<p><strong>Como fica em 2026</strong></p>



<p>Após um ano de recordes, a expectativa do Ibre é de que o setor desacelere em relação a 2025.</p>



<p>&#8220;O Ibre está projetando uma leve queda de 0,2%, o que é considerado um cenário de estabilidade. Diferente de 2025, a agropecuária não deve ser o motor que impulsionará o PIB este ano&#8221;, diz Trece.</p>



<p>A pecuária, por exemplo, está entrando em um momento de redução do número de abates.</p>



<p>A tendência é de que, neste ano, os produtores retenham mais fêmeas nas fazendas para produzir bezerros em vez de direcioná-las para a produção de carne.</p>



<p>É um movimento diferente do que aconteceu em 2025, quando um volume recorde de fêmeas foi enviado para o abate.</p>



<p>As colheitas de grãos também devem desacelerar em relação ao ano passado, diz Trece.</p>



<p>&#8220;A produção de soja, que cresceu 14,6% em 2025, deve crescer apenas 3,9% em 2026. Já o milho tem uma previsão de queda de 5,6% na produção para este ano&#8221;, afirma.</p>



<p>Roque, da Hedgepoint, discorda. Para ele, em 2026, o agro aumentará ainda mais a sua participação no PIB brasileiro.</p>



<p>Isso porque a estimativa é que as exportações de soja e milho continuem crescendo em 2026, gerando mais espaço no mercado internacional e batendo novos recordes.</p>



<p>Na produção, a Hedgepoint prevê uma estabilidade para a soja, com safra de 179,5 milhões de toneladas no Brasil. O volume da safra anterior foi de 180 milhões de toneladas.</p>



<p>Já no caso do milho, a maior oferta vem também de estoques iniciais maiores.</p>



<p><em>Por G1. </em></p>
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		<title>Em visita técnica a Santa Catarina, representantes agropecuários do Tocantins conhecem sistema referência em rastreabilidade bovina</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/em-visita-tecnica-a-santa-catarina-representantes-agropecuarios-do-tocantins-conhecem-sistema-referencia-em-rastreabilidade-bovina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Dec 2025 12:53:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Agência de Defesa Agropecuária (Adapec), em parceria com a Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária, realiza, entre os dias 14 e 18 de dezembro, uma visita técnica ao estado de Santa Catarina, com o objetivo de conhecer o sistema de rastreabilidade bovina desenvolvido pela Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Agência de Defesa Agropecuária (Adapec), em parceria com a Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária, realiza, entre os dias 14 e 18 de dezembro, uma visita técnica ao estado de Santa Catarina, com o objetivo de conhecer o sistema de rastreabilidade bovina desenvolvido pela Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), referência nacional na área.</p>



<p>O Tocantins avança na implantação da rastreabilidade bovina e dará início, a partir de 2026, à adoção do sistema de forma voluntária, seguindo as etapas previstas no Plano Estratégico Nacional de Identificação Individual de Bovinos e Búfalos, coordenado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária.</p>



<p>Segundo o diretor de Defesa, Sanidade e Inspeção Estadual da Adapec, Márcio Rezende, Santa Catarina implantou o Sistema de Identificação Individual e Rastreabilidade de Bovinos e Bubalinos (SRBOV-SC) há 17 anos, o que comprova a experiência e a eficiência do modelo.</p>



<p>“Trata-se de um sistema consolidado. Estamos absorvendo esse conhecimento para estruturar um modelo que traga mais segurança sanitária aos animais, mais qualidade aos produtos e maior proteção à saúde pública”, destacou o diretor.</p>



<p>A agenda técnica inclui reuniões com representantes da Cidasc e do Instituto Catarinense de Sanidade Agropecuária (Icasa), promovendo o intercâmbio de experiências e boas práticas.</p>



<p>No Tocantins, a rastreabilidade bovina vem sendo construída de forma participativa, debatendo com o setor produtivo. Em maio de 2025, o Estado lançou o Sistema de Identificação Individual e Rastreabilidade de Bovinos e Bubalinos do Tocantins (Sirbov/TO), alinhado às diretrizes do Plano Nacional de Identificação Individual de Bovinos e Búfalos (Pnib), que prevê a implantação de um sistema obrigatório em todo o país.</p>



<p>Além disso, o Governo do Tocantins firmou acordo de cooperação técnica com a organização internacional&nbsp;<em>The Nature Conservancy&nbsp;</em>(TNC), para a elaboração do plano de rastreabilidade do rebanho tocantinense, e implantou o novo Sistema Informatizado de Defesa Agropecuária do Tocantins (Sidato 2.0), que já contempla o controle de animais destinados ao abate, com diferentes níveis de certificação.</p>



<p>As ações têm como objetivo valorizar o rebanho do Tocantins, com cerca de 11,6 milhões de cabeças de gado, além de ampliar o acesso a mercados mais exigentes, que demandam garantias de origem, sanidade e sustentabilidade da carne produzida no estado.</p>



<p><em>Por Dinalva Martins/Governo do Tocantins.</em></p>
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		<title>Tocantins cresce 7,9% e se torna o 4º estado que mais avançou em 2023, segundo IBGE</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/1tocantins-cresce-79-e-se-torna-o-4o-estado-que-mais-avancou-em-2023-segundo-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Nov 2025 14:12:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Treze estados e o Distrito Federal tiveram crescimento proporcional maior que o da economia brasileira em 2023. Desses, oito foram empurrados principalmente pela atividade agropecuária: Acre, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Tocantins, Goiás, Paraná, Roraima e Minas Gerais. Enquanto o Brasil viu o Produto Interno Bruto (PIB, conjunto de bens e serviços produzidos) crescer [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Treze estados e o Distrito Federal tiveram crescimento proporcional maior que o da economia brasileira em 2023. Desses, oito foram empurrados principalmente pela atividade agropecuária: Acre, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Tocantins, Goiás, Paraná, Roraima e Minas Gerais.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1667816&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1667816&amp;o=node"></p>



<p>Enquanto o Brasil viu o Produto Interno Bruto (PIB, conjunto de bens e serviços produzidos) crescer 3,2% em 2023, os estados impulsionados pelo agro apresentaram expansão de 3,4% a 14,7%.</p>



<p>As informações são do Sistema de Contas Regionais, divulgado nesta sexta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O estudo é um detalhamento do comportamento da economia das unidades da federação, com dados até 2023. Em termos nacionais, o IBGE já divulgou que o Brasil cresceu 3,4% em 2024, marcando quatro anos seguidos de crescimento.</p>



<p>Veja a lista das 14 unidades da federação&nbsp;que apresentaram expansão de PIB maior que a do Brasil em 2023:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Acre: 14,7%</li>



<li>Mato Grosso do Sul: 13,4%</li>



<li>Mato Grosso: 12,9%</li>



<li>Tocantins: 7,9%</li>



<li>Rio de Janeiro: 5,7%</li>



<li>Goiás: 4,8%</li>



<li>Paraná: 4,3%</li>



<li>Rio Grande do Norte: 4,2%</li>



<li>Roraima: 4,2%</li>



<li>Maranhão: 3,6%</li>



<li>Alagoas: 3,5%</li>



<li>Minas Gerais: 3,4%</li>



<li>Espírito Santo: 3,4%</li>



<li>Distrito Federal: 3,3%</li>
</ol>



<p>Os quatro líderes do ranking contaram com bom desempenho especialmente do cultivo da soja. Já o Rio de Janeiro teve a contribuição da indústria de óleo e gás. O Distrito Federal foi impulsionado pelas atividades financeiras e administração pública.</p>



<p>Apesar de alguns números serem bem superiores ao do crescimento do país, os dados não significam que os estados são os que mais influenciam a média nacional. Isso acontece porque cada unidade da federação tem um peso no conjunto do país.</p>



<p>O Acre, por exemplo, representa apenas 0,2% do PIB brasileiro. Já o Rio de Janeiro, 10,7%. O estado com maior participação é São Paulo, que concentra praticamente um terço do PIB nacional (31,5%).</p>



<p>Em 2023, a economia paulista cresceu 1,4%, terceira menor expansão, à frente apenas de Rio Grande do Sul e Rondônia, ambos com variação de 1,3%.</p>



<p><strong>Regiões</strong></p>



<p>Ao medir o crescimento da economia por regiões, o Centro-Oeste se destaca, com expansão superior ao dobro da nacional.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Centro-Oeste: 7,6%</li>



<li>Norte: 2,9%</li>



<li>Nordeste: 2,9%</li>



<li>Sudeste: 2,7%</li>



<li>Sul: 2,6%</li>
</ul>



<p><strong>Desconcentração econômica</strong></p>



<p>O IBGE apresentou também o comportamento das economias estaduais no período de 2002 a 2023. Dezessete UFs tiveram crescimento médio anual superior ao do Brasil nesse intervalo de tempo.</p>



<p>Enquanto o país teve taxa média de 2,2% ao ano, Mato Grosso (5,2%), Tocantins (4,9%) e Roraima (4,5%) superaram a marca de 4%, todos influenciados pela agropecuária.</p>



<p>Rio de Janeiro (1,6%) e Rio Grande do Sul (1,4%) tiveram os menores resultados. Os dois colheram recuos na indústria de transformação.</p>



<p>O comportamento das duas últimas décadas indica desconcentração da economia brasileira. Considerado a locomotiva do país, São Paulo era 34,9% do PIB brasileiro em 2002, passando para 31,5% em 2023.</p>



<p>O Rio de Janeiro é o segundo que mais perde participação em 21 anos, indo de 12,4% para 10,7%.</p>



<p>Na outra ponta, Mato Grosso foi o que mais cresceu no período, quase duplicando a participação – de 1,3% para 2,5% do PIB brasileiro. Assim, o estado que era o 15% maior PIB do país em 2002 terminou 2023 como o 10º maior.</p>



<p><em>Por Agência Brasil. </em></p>



<p><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-11/brasil-soberano-ja-aprovou-76-bi-em-creditos-para-535-empresas"></a></p>



<p></p>
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		<item>
		<title>Uso da terra no Brasil mostra equilíbrio entre produção agropecuária e preservação ambiental, segundo ABPA</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/uso-da-terra-no-brasil-mostra-equilibrio-entre-producao-agropecuaria-e-preservacao-ambiental-segundo-abpa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jul 2025 11:41:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[ABPA]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Preservação Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[produção agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar de sua forte vocação agropecuária, o Brasil mantém a maior parte de seu território coberta por vegetação nativa protegida. De acordo com dados reunidos pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), FUNAI, EMBRAPA (2018), IBGE (2019) e Sistema de Cadastro Ambiental Rural (SFB/SICAR, 2021), 66,3% do território brasileiro é ocupado por áreas destinadas à vegetação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Apesar de sua forte vocação agropecuária, o Brasil mantém a maior parte de seu território coberta por vegetação nativa protegida. De acordo com dados reunidos pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), FUNAI, EMBRAPA (2018), IBGE (2019) e Sistema de Cadastro Ambiental Rural (SFB/SICAR, 2021), <strong>66,3% do território brasileiro é ocupado por áreas destinadas à vegetação protegida e preservada</strong>.</p>



<p>Esse percentual é composto por:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>33,2%</strong> de áreas destinadas à preservação da vegetação no mundo rural, conforme declaradas no Cadastro Ambiental Rural (CAR),</li>



<li><strong>13,8%</strong> de terras indígenas,</li>



<li><strong>9,9%</strong> de vegetação nativa em áreas militares e terras devolutas,</li>



<li><strong>9,4%</strong> de unidades de conservação integral.</li>
</ul>



<p>Já o <strong>uso agropecuário corresponde a apenas 30,2% da área total do país</strong>, sendo subdividido em:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>21,2%</strong> de pastagens,</li>



<li><strong>7,8%</strong> de lavouras,</li>



<li><strong>1,2%</strong> de florestas plantadas.</li>
</ul>



<p>Outros usos, como infraestrutura urbana e industrial, representam somente <strong>3,5%</strong> do território nacional.</p>



<p>Esses dados reforçam o papel da legislação ambiental brasileira, em especial o <strong>Código Florestal</strong>, considerado uma das normas ambientais mais completas do mundo. A legislação exige que todas as propriedades rurais mantenham <strong>Áreas de Preservação Permanente (APPs)</strong> e <strong>Reservas Legais</strong>, que variam entre <strong>20% e 80% da área da propriedade</strong>, dependendo do bioma em que está inserida.</p>



<p>Mesmo em regiões distantes da Amazônia, setores como a avicultura e a suinocultura seguem rigorosamente essas normas, demonstrando que é possível produzir proteína animal em larga escala com responsabilidade ambiental.</p>



<p><em>Com informações da Associação Brasileira de Proteção Animal. </em></p>
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		<title>Tocantins e Maranhão renovam acordo para fortalecimento da defesa agropecuária</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/tocantins-e-maranhao-renovam-acordo-para-fortalecimento-da-defesa-agropecuaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Apr 2025 20:06:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[adapec]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Maranhão]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Agência de Defesa Agropecuária (Adapec), e o Governo do Maranhão, por meio da Agência Estadual de Defesa Agropecuária (Aged-MA), assinaram nesta terça-feira, 1º de abril, em Palmas, a renovação de um termo de cooperação técnica entre os dois estados, que visa manter e ampliar a troca de informações para o fortalecimento da defesa agropecuária [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Agência de Defesa Agropecuária (Adapec), e o Governo do Maranhão, por meio da Agência Estadual de Defesa Agropecuária (Aged-MA), assinaram nesta terça-feira, 1º de abril, em Palmas, a renovação de um termo de cooperação técnica entre os dois estados, que visa manter e ampliar a troca de informações para o fortalecimento da defesa agropecuária na região.</p>



<p>O termo tem por objeto a colaboração dos partícipes, visando manter estreito auxílio mútuo, e aprimorar a fiscalização sanitária, a troca de informações e conhecimento, objetivando o fortalecimento das ações de defesa agropecuária nos dois estados.</p>



<p>As duas Agências se comprometeram a compartilhar informações relevantes e atualizadas sobre questões relacionadas à defesa agropecuária, incluindo legislações, normas, regulamentos, casos de violações e boas práticas. Também foi assegurado a troca de informações dos sistemas informatizados adotados pelos dois estados, em consonância com a Lei de Proteção de Dados (LPD). A renovação do termo de cooperação técnica, a partir de agora, é por tempo indeterminado.</p>



<p>“A Adapec e a Aged já mantêm uma parceria ao longo dos anos, o que tem contribuído com a defesa agropecuária do Tocantins e do Maranhão. Hoje&nbsp;<em>[terça-feira, 1º de abril]</em>, recebemos a presidente da Aged, Jucielly Campos, e estamos renovando o termo de cooperação, para ampliar a nossa parceria no compartilhamento de conhecimentos, informações e tecnologia de ambos os lados, visando ao fortalecimento da defesa sanitária”, pontuou o presidente da Adapec, Paulo Lima.&nbsp;</p>



<p><em>Por Welcton de Oliveira/Governo do Tocantins.</em></p>
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		<item>
		<title>Setor agropecuário define prioridades legislativas e rejeita propostas específicas</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/setor-agropecuario-define-prioridades-legislativas-e-rejeita-propostas-especificas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Mar 2025 15:06:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[prioridades legislativas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) apresentou sua&#160;agenda legislativa para este ano&#160;em sessão solene do Congresso Nacional realizada nesta quarta-feira (26). Foram elencadas 87 propostas legislativas em análise no Congresso, sendo que 16 delas não têm o apoio da entidade. O presidente da CNA, João Martins, disse que, em geral, a agenda [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) apresentou sua&nbsp;<a target="_blank" href="https://cnabrasil.org.br/storage/arquivos/pdf/AgendaLegislativa2025pdf.pdf" rel="noreferrer noopener">agenda legislativa para este ano</a>&nbsp;em sessão solene do Congresso Nacional realizada nesta quarta-feira (26). Foram elencadas 87 propostas legislativas em análise no Congresso, sendo que 16 delas não têm o apoio da entidade.</p>



<p>O presidente da CNA, João Martins, disse que, em geral, a agenda inclui propostas que defendem o direito de propriedade, a tributação justa do setor, além de questões ambientais e trabalhistas.</p>



<p>“Visam principalmente proteger a produção das obsessões regulatórias de Estado, que tem faltado com uma agenda de crescimento. Assim, para melhor sintetizar, a agenda que estamos propondo é uma agenda para o crescimento.”</p>



<p>O deputado Pedro Lupion (PP-PR), presidente da&nbsp;Frente Parlamentar&nbsp;da Agropecuária, disse que não queria estar discutindo direito de propriedade em 2025; mas afirmou que existem ameaças a esse direito.</p>



<p>“Um consórcio feito entre o Executivo e o Supremo que acaba tentando nos vencer&#8221;, criticou. &#8220;Em votos e articulação política nós vencemos internamente, e lá para fora eles tentam tolher a nossa capacidade de articulação, fazendo com que o nosso trabalho seja sempre questionado.”</p>



<p><strong>Sustentabilidade</strong><br><br>Já a deputada Marussa Boldrin (MDB-GO) destacou que o setor agropecuário tem se preocupado cada vez mais com questões de sustentabilidade ambiental e social.</p>



<p>“Essa segurança alimentar, cuidar não só das propriedades, dos colaboradores, cuidar da segurança da transição energética também que vem desse alimento, cuidar da parte social”, explicou.</p>



<p><strong>Contrato de trabalho por safra</strong><br><br>Uma proposta que a CNA apoia totalmente é o projeto ( <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/944766-projeto-assegura-direito-do-safrista-de-manter-beneficios-sociais-durante-contrato-de-trabalho" target="_blank" rel="noreferrer noopener">PL 715/23</a> ) que dispõe sobre a compatibilidade entre o contrato de trabalho por safra e a condição de titular de benefícios sociais.</p>



<p>Hoje, segundo a entidade, os trabalhadores se recusam a formalizar o contrato de safrista com receio de perder os benefícios sociais que têm.</p>



<p><strong>Impostos</strong><br><strong><br></strong>Entre as propostas que a CNA apoia parcialmente, está a continuidade da regulamentação da reforma tributária.</p>



<p>A entidade adianta que vai observar com atenção a compensação do aumento do limite de isenção do Imposto de Renda (&nbsp;<a target="_blank" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1141174-governo-envia-projeto-sobre-aumento-da-isencao-de-imposto-de-renda-para-o-congresso-copia" rel="noreferrer noopener">PL 1087/25</a>&nbsp;) e a regulamentação do Imposto Seletivo para evitar aumentos da carga tributária do setor.</p>



<p><strong>Produtividade rural</strong><br><br>Entre as propostas que a entidade não apoia, está o projeto ( <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1102354-projeto-muda-regras-de-definicao-do-indice-de-produtividade-da-terra" target="_blank" rel="noreferrer noopener">PL 2604/24</a> ) que propõe a revisão periódica dos índices de produtividade rural com base em dados do IBGE e do Censo Agropecuário.</p>



<p>Isso permitiria que propriedades hoje consideradas produtivas possam ser reclassificadas como passíveis de desapropriação para a reforma agrária.<br><br><a href="https://cnabrasil.org.br/storage/arquivos/pdf/AgendaLegislativa2025pdf.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Veja a íntegra da agenda legislativa de 2025</a></p>



<p><em>Por Agência Câmara. </em></p>
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		<title>18ª ExpoFrísia acontece em abril e mobiliza a agropecuária no Paraná no ano do centenário da Frísia</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/18a-expofrisia-acontece-em-abril-e-mobiliza-a-agropecuaria-no-parana-no-ano-do-centenario-da-frisia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Mar 2025 11:38:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Centenário]]></category>
		<category><![CDATA[ExpoFrísia]]></category>
		<category><![CDATA[Frísia Cooperativa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Cooperativa Frísia apresenta entre os dias 24 e 26 de abril a 18a edição da ExpoFrísia, uma das principais feiras voltada à pecuária leiteira do Brasil. O evento contará com a Arena Digital Agro, apresentando aos visitantes as mais importantes novidades em tecnologia e soluções inovadoras para o campo. A ExpoFrísia acontecerá em Carambeí [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Cooperativa Frísia apresenta entre os dias 24 e 26 de abril a 18a edição da ExpoFrísia, uma das principais feiras voltada à pecuária leiteira do Brasil. O evento contará com a Arena Digital Agro, apresentando aos visitantes as mais importantes novidades em tecnologia e soluções inovadoras para o campo. A ExpoFrísia acontecerá em Carambeí (PR), com atrações que destacam o centenário da Frísia, a mais antiga cooperativa de produção do Paraná e segunda no país. A entrada e o estacionamento são gratuitos.</p>



<p>O gerente executivo Pecuária da Cooperativa Frísia, Eduardo Ichikawa, explica que a ExpoFrísia e a Arena Digital Agro, acontecendo de forma conjunta, atendem os diversos perfis de produtor, de acordo com as suas necessidades. Como é característica dos Campos Gerais, região reconhecida por produtores e cooperados atuando com pecuária leiteira, suinocultura, agricultura, floresta, entre outros, os eventos englobam uma série de atividades complementares.&nbsp;</p>



<p>“Teremos diversas palestras dentro do ciclo técnico, desde a área mercadológica de commodities até especialistas que vão falar de gestão da propriedade, da importância do monitoramento da fazenda, além de tecnologias desenvolvidas recentemente para os setores agrícolas, pecuária de leite e de suinocultura”, explica o gerente.&nbsp;</p>



<p>A ExpoFrísia apresenta o que o mercado tem de melhor em genética e manejo dos animais, que se soma a exposição de bovinos da raça holandesa, julgamentos, Clube de Bezerras &#8211; para a nova geração, incentivando manejo e cuidado com os animais &#8211; e Copa dos Apresentadores &#8211; com a participação de cooperativas parceiras na região.&nbsp;</p>



<p>Já a Arena Digital Agro conta em assuntos e tecnologias que apontam tendências para a geração de resultados positivos, inovadores e sustentáveis. O evento tem o apoio técnico da Fundação ABC. A Arena também sediará o Fórum de Comunicação, promovido pela Ocepar.&nbsp;</p>



<p>Um dos exemplos do resultado no investimento em pesquisa e desempenho inovador é o marco alcançado pelos cooperados da Frísia ano passado: no mês de julho foi alcançada a média de um milhão de litros de leite produzidos por dia. Foi a primeira vez na história da cooperativa que esse número é atingido durante um mês inteiro. “Foram três pilares trabalhados para alcançar esse desempenho: nutrição, genética e sanidade dos rebanhos”, destaca Ichikawa.</p>



<p><strong>Serviço</strong></p>



<p><strong>18ª ExpoFrísia</strong></p>



<p><strong>Data:</strong>&nbsp;24 a 26 de abril (quinta a sábado)</p>



<p><strong>Local:</strong>&nbsp; &nbsp; Pavilhão de Exposições Frísia</p>



<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Anexo ao Parque Histórico de Carambeí</p>



<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Avenida dos Pioneiros, 4.050</p>



<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Carambeí (PR)</p>



<p><em>Por PG1 Comunicação. </em></p>
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		<item>
		<title>Tecnologia digital impulsiona a produção agropecuária no Matopiba</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/tecnologia-digital-impulsiona-a-producao-agropecuaria-no-matopiba/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Mar 2025 15:13:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[MATOPIBA]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A adoção de tecnologias digitais e práticas sustentáveis está promovendo uma transformação na produção de alimentos e biocombustíveis no Matopiba, região que abrange áreas do Cerrado nos estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia. A modernização do setor agrícola tem impulsionado o crescimento da produção, consolidando a região como um dos principais polos do agronegócio [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A adoção de tecnologias digitais e práticas sustentáveis está promovendo uma transformação na produção de alimentos e biocombustíveis no Matopiba, região que abrange áreas do Cerrado nos estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia. A modernização do setor agrícola tem impulsionado o crescimento da produção, consolidando a região como um dos principais polos do agronegócio brasileiro.</p>



<p>Nos últimos 20 anos, a produção de soja no Matopiba quintuplicou, refletindo o avanço das tecnologias aplicadas ao campo. Soluções digitais voltadas para a otimização de processos, assistência técnica e planejamento estratégico têm permitido ganhos de produtividade e redução de impactos ambientais. Além das culturas tradicionais, como soja, milho e algodão, a diversificação agrícola tem ganhado espaço, incentivando o cultivo de espécies como a mamona, com grande potencial para o mercado de biocombustíveis.</p>



<p>O desenvolvimento da agricultura regenerativa é um dos pilares dessa evolução, com práticas que incluem rotação de culturas, uso de bioinsumos e fertilizantes sustentáveis. Essas estratégias não apenas aumentam a produtividade, mas também favorecem a recuperação do solo e a redução da dependência de fertilizantes químicos.</p>



<p>A incorporação de ferramentas tecnológicas tem possibilitado um monitoramento preciso da produção, permitindo que os agricultores otimizem a gestão das lavouras e tomem decisões estratégicas com base em dados. Soluções de agricultura de precisão, softwares de gestão e plataformas de análise climática estão entre as inovações que contribuem para uma produção mais eficiente e sustentável.</p>



<p>Além disso, alternativas de financiamento, como o barter (troca de insumos por colheitas futuras), têm facilitado o acesso dos produtores a novas tecnologias, promovendo maior estabilidade financeira e segurança no planejamento das safras.</p>



<p>A mamona, tradicionalmente cultivada no Nordeste, ressurge como uma cultura estratégica no Matopiba, impulsionada pelo crescimento da demanda por biocombustíveis. Com baixa exigência hídrica e capacidade de recuperar solos degradados, a cultura tem se destacado como uma opção viável para diversificação da produção. Além de contribuir para a sustentabilidade das propriedades, o cultivo da mamona gera novas oportunidades econômicas para os agricultores da região.</p>



<p>Apesar do avanço tecnológico, a expansão da produção no Matopiba enfrenta desafios estruturais. A infraestrutura de transporte e logística ainda apresenta limitações, dificultando o escoamento da produção. Investimentos em rodovias, ferrovias e terminais hidroviários têm sido discutidos como alternativas para melhorar a competitividade da região.</p>



<p>Outro desafio relevante é a necessidade de equilibrar o crescimento agrícola com a preservação ambiental. A região está inserida majoritariamente no bioma Cerrado, exigindo práticas de manejo responsável para garantir a sustentabilidade da produção. Muitas propriedades têm adotado estratégias alinhadas ao Código Florestal, promovendo o uso eficiente da terra e a conservação dos recursos naturais.</p>



<p>A ampliação das práticas de agricultura regenerativa e o avanço da digitalização no campo devem continuar moldando o futuro do agronegócio no Matopiba. Com investimentos em tecnologia, infraestrutura e capacitação, a região se consolida como um dos principais motores do crescimento agropecuário no Brasil, aliando produtividade e sustentabilidade em um cenário de constante evolução.</p>



<p><em>Por Pensar Agro. </em></p>
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