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	<title>Audiência Pública Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>Audiência Pública Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Debate sobre impactos ambientais do Complexo Aura Almas reúne comunidade em audiência pública</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Oct 2025 12:36:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Audiência Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Complexo Aura Almas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) promoveu nessa terça-feira, 30, em Almas, uma audiência pública para apresentação do Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e do Relatório de Impacto Ambiental (Rima), referentes ao Complexo Aura Almas, Vira Saia. O evento foi presidido pelo diretor de Gestão e Regularização Ambiental, do Naturatins, Rodrigo Sávio, acompanhado de equipe [&#8230;]</p>
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<p>O Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) promoveu nessa terça-feira, 30, em Almas, uma audiência pública para apresentação do Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e do Relatório de Impacto Ambiental (Rima), referentes ao Complexo Aura Almas, Vira Saia.</p>



<p>O evento foi presidido pelo diretor de Gestão e Regularização Ambiental, do Naturatins, Rodrigo Sávio, acompanhado de equipe técnica. Em sua apresentação, ele enfatizou a importância da audiência como um espaço de diálogo com a comunidade. “É um momento de informação e esclarecimento, aberto a toda a comunidade. Esta audiência tem caráter consultivo e tudo o que for discutido aqui será avaliado. É um espaço para ouvirmos a sociedade nas questões relacionadas ao projeto Vira Saia”, afirmou.</p>



<p>O gerente de Saúde, Segurança, Meio Ambiente e Comunidades, da Aura Minerals, Benônimo Júnior, ressaltou que a audiência representa um marco no relacionamento entre a empresa e a população local. “Estamos vivendo um momento ímpar na história da mineração. Nosso objetivo é trazer transparência e gerar confiança para a comunidade, apresentando um projeto de extrema importância, que é a nova mina a céu aberto Vira Saia. Não existe relacionamento sem comunicação, por isso este encontro é essencial para mostrar que estamos comprometidos com as questões socioambientais e o desenvolvimento da região”, destacou.</p>



<p>O coordenador de projetos, Fernando Lobo, explicou o processo de elaboração do EIA/Rima e os principais pontos avaliados. “Nosso foco é a licença prévia, baseada nos estudos ambientais exigidos pela legislação. O EIA/Rima é um estudo complexo, que envolve especialistas de diversas áreas. Nele, analisamos alternativas de implantação do projeto para reduzir impactos negativos, além de definir áreas de influência. O diagnóstico inclui aspectos sociais, econômicos, fauna, flora, recursos hídricos, entre outros fatores. Com esses levantamentos, conseguimos identificar e avaliar os impactos socioambientais de forma precisa”, detalhou.</p>



<p>Entre os participantes, o fazendeiro e morador de Almas, Ilmar Oliveira Rocha, avaliou positivamente o encontro. “Achei muito boa a audiência pública. As perguntas foram respondidas com clareza e acredito que vai dar certo. A empresa tem trazido movimento para a cidade, o que é bom para todos nós”, afirmou.<br><br><em>Por Andréa Marques/Governo do Tocantins.</em></p>
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		<title>Plano de Manejo da APA Ilha do Bananal/Cantão será tema de Audiência Pública</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/plano-de-manejo-da-apa-ilha-do-bananal-cantao-sera-tema-de-audiencia-publica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Jun 2025 13:00:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[APA Ilha do Bananal/Cantão]]></category>
		<category><![CDATA[Audiência Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Naturatins]]></category>
		<category><![CDATA[Plano de Manejo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) divulgou o&#160;chamamento&#160;para a 1ª audiência pública do projeto de revisão do Plano de Manejo da Área de Proteção Ambiental (APA) Ilha do Bananal/Cantão. O evento é aberto ao público e ocorre nesta terça-feira, 10, a partir das 14 horas, no Centro de Convenções de Marianópolis do Tocantins.&#160; O evento [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) divulgou o&nbsp;<a href="https://www.to.gov.br/naturatins/edital-de-convocacao-audiencia-publica-plano-de-manejo/703n6i1gs94f">chamamento</a>&nbsp;para a 1ª audiência pública do projeto de revisão do Plano de Manejo da Área de Proteção Ambiental (APA) Ilha do Bananal/Cantão. O evento é aberto ao público e ocorre nesta terça-feira, 10, a partir das 14 horas, no Centro de Convenções de Marianópolis do Tocantins.&nbsp;</p>



<p>O evento objetiva apresentar, à sociedade, o plano de trabalho e o desenvolvimento do plano de comunicação do projeto, destacando as ações previstas no processo de revisão do Plano de Manejo da Unidade de Conservação (UC).</p>



<p>A iniciativa integra o Termo de Convênio nº 01/2025 firmado entre o Naturatins, a Universidade Federal do Tocantins (UFT), por meio do Instituto de Atenção às Cidades (IAC); e a Associação para o Desenvolvimento Sustentável do Tocantins (ADSTO).</p>



<p>No âmbito do convênio firmado, compete ao Naturatins coordenar e fiscalizar a revisão do Plano de Manejo, além de assegurar a participação da população local. Desta forma, a iniciativa também visa facilitar o acesso à informação e incentivar o envolvimento da sociedade em todas as etapas do processo.</p>



<p>O presidente do Naturatins, Cledson Lima, destaca que o evento representa um espaço democrático fundamental para fortalecer a gestão ambiental. “A audiência pública é uma etapa importante na revisão do Plano de Manejo, pois garante que o processo seja conduzido com base em critérios técnicos, de forma transparente e participativa.&nbsp;Esse instrumento de gestão é fundamental para orientar o uso sustentável da área protegida e sua atualização deve refletir as necessidades atuais da região. Seguindo os princípios de inclusão dos diferentes segmentos da sociedade e com uma base técnica bem fundamentada, podemos construir diretrizes mais robustas para a conservação da biodiversidade e o desenvolvimento equilibrado da APA”, pontuou o gestor.&nbsp;</p>



<p>A participação ativa de representantes do poder público, da sociedade civil e da comunidade local é essencial para assegurar a transparência e ampliar o envolvimento de todos nas decisões que impactam diretamente a gestão e a conservação da unidade.&nbsp;</p>



<p>O edital de convocação pode ser consultado<a href="https://www.to.gov.br/naturatins/edital-de-convocacao-audiencia-publica-plano-de-manejo/703n6i1gs94f">&nbsp;aqui</a>.</p>



<p><strong>APA Ilha do Bananal/Cantão</strong></p>



<p>Instituída pela Lei Estadual nº 907, de 20 de maio de 1997, a APA Ilha do Bananal/Cantão foi criada para assegurar a conservação da fauna, da flora e do solo, além de proteger a qualidade da água e garantir a manutenção das vazões dos mananciais da região.</p>



<p>Gerida pelo Governo do Tocantins, por meio do Naturatins, a APA é a maior Unidade de Conservação do estado, abrangendo os municípios de Abreulândia, Araguacema, Caseara, Chapada de Areia, Divinópolis, Dois Irmãos, Marianópolis, Monte Santo e Pium, e ocupa uma área de 1.678.000 hectares.</p>



<p>A APA possui um Zoneamento Ambiental, que estabelece normas de uso, condições bióticas, geológicas, agropastoris, extrativistas e culturais da região. As atividades econômicas dos municípios pertencentes à APA Ilha do Bananal/Cantão devem ser orientadas pelo seu Zoneamento, que divide a Unidade em quatro zonas de manejo:&nbsp;zonas de usos especiais, conservação de vida silvestre, preservação de vida silvestre e desenvolvimento econômico, conforme estabelecido pela sua Lei de criação.</p>



<p><em>Por Andréa Marques/Governo do Tocantins.</em></p>
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		<item>
		<title>Plano Safra 2025/2026 será tema de audiência pública da Comissão de Agricultura nesta quarta, 28</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/plano-safra-2025-2026-sera-tema-de-audiencia-publica-da-comissao-de-agricultura-nesta-quarta-28/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 May 2025 12:09:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Audiência Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão de Agricultura e Reforma Agrária]]></category>
		<category><![CDATA[Plano Safra 2025/26]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) vai debater nesta quarta-feira (28), às 14h, o Plano Safra para o biênio 2025-2026. O&#160;programa do governo federal oferece linhas de crédito e incentivos para o setor agropecuário, visando apoiar a produção e a comercialização de alimentos, para promover o desenvolvimento sustentável da agricultura brasileira, especialmente da [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) vai debater nesta quarta-feira (28), às 14h, o Plano Safra para o biênio 2025-2026. O&nbsp;programa do governo federal oferece linhas de crédito e incentivos para o setor agropecuário, visando apoiar a produção e a comercialização de alimentos, para promover o desenvolvimento sustentável da agricultura brasileira, especialmente da agricultura familiar e empresarial, por meio do oferecimento de crédito rural, apoio à comercialização, investimentos em inovação, seguro agrícola e assistência técnica.</p>



<p>Em seu requerimento para a audiência (<a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/168438" target="_blank" rel="noreferrer noopener">REQ 20/2025)</a>, Zequinha Marinho (Podemos-PA)argumenta que instabilidades climáticas e econômicas representam grandes desafios para a agropecuária brasileira. Zequinha defendeu maior segurança jurídica para a área, com respaldo técnico e financeiro.</p>



<p>“A proposta apresentada pelo setor produtivo, com apoio da bancada ruralista, contempla medidas estruturantes como a destinação de R$ 25 bilhões para equalização de juros, a aplicação de 1% do valor total do Plano Safra (R$ 5,99 bilhões) para subvenção ao seguro rural e a regulamentação de um Fundo de Catástrofe”, esclarece.</p>



<p>Segundo ele, esses recursos vão evitar a interrupção do crédito rural e proteger produtores rurais dos eventos climáticos extremos, especialmente no Rio Grande do Sul e no Centro-Oeste. Seria um modelo mais estável e moderno, com planejamento de longo prazo, como o praticado pelos Estados Unidos.</p>



<p>Já confirmaram presença na audiência:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), Guilherme Campos Júnior;</li>



<li>secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Guilherme Mello;</li>



<li>subsecretário de Política Agrícola e Negócios Agroambientais da Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Gilson Bittencourt;</li>



<li>assessor técnico da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Guilherme Augusto Costa Rios;</li>



<li>presidente da Associação Brasileira de Produtores de Soja (Aprosoja), Maurício Buffon;</li>



<li>coordenador do Ramo Agropecuário da Organização das Cooperativas do Brasil &#8211; OCB, João José Prieto Flávio.</li>
</ul>



<p>E por videoconferência:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>coordenador-geral de Financiamento à Produção Rural da Secretaria de Agricultura Familiar e Agroecologia do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Robson Lopes</li>
</ul>



<p><strong>Convite a Wellington Dias</strong></p>



<p>Após a audiência pública será realizada sessão deliberativa para votação do requerimento ( <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/168746" target="_blank" rel="noreferrer noopener">REQ 27/2025</a> ) do senador Marcos Rogério (PL-RO) que convoca o ministro Wellington Dias, do Desenvolvimento e Assistência Social, para explicar a mudança de posição do governo quanto a Projeto de Lei (<a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/164303" target="_blank" rel="noreferrer noopener">PL) 715/2023</a> que exclui os valores recebidos por trabalhadores rurais em contratos por safra do cálculo da renda familiar mensal usada para definir quem tem direito a benefícios sociais. O projeto também propõe que as informações sobre os contratos de safra sejam obrigatoriamente registradas no sistema eSocial — plataforma do governo que concentra dados trabalhistas, previdenciários e fiscais.</p>



<p><em>Por Câmara Senado.</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Mais de 50 organizações se opõem a projeto que seria etapa da Hidrovia Araguaia-Tocantins</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/mais-de-50-organizacoes-se-opoem-a-projeto-que-seria-etapa-da-hidrovia-araguaia-tocantins/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Aug 2024 12:57:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Araguaia-Tocantins]]></category>
		<category><![CDATA[Audiência Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Hidrovia]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com eventos climáticos extremos mais frequentes, modificação de bacias pode resultar em graves impactos socioambientais e desperdício de recursos públicos bilionários Indicando uma série de ilegalidades, o Ministério Público Federal (MPF) entrou com uma ação que pede a anulação do licenciamento concedido para a construção de trecho de hidrovia no Pará. A iniciativa foi endossada [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Com eventos climáticos extremos mais frequentes, modificação de bacias pode resultar em graves impactos socioambientais e desperdício de recursos públicos bilionários</em></p>



<p>Indicando uma série de ilegalidades, o Ministério Público Federal (MPF) entrou com uma ação que pede a anulação do licenciamento concedido para a construção de trecho de hidrovia no Pará. A iniciativa foi endossada por pesquisadores em Audiência Pública nesta quarta-feira (28), realizada pela Comissão de Meio Ambiente do Senado. O projeto denominado “Dragagem e Derrocagem da Via Navegável do Rio Tocantins” é uma nova tentativa de viabilizar a Hidrovia Araguaia-Tocantins e acende alerta para organizações em toda a extensão dos rios, que perpassam Pará, Tocantins e Goiás. Mais de 50 organizações da sociedade civil se manifestaram.</p>



<p>O projeto, organizado pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), busca facilitar o escoamento de commodities agrícolas e minerais, mas envolve intervenções significativas no leito do rio Tocantins e, conforme ação do MPF, faltou ser&nbsp; realizada consulta prévia, livre e informada às comunidades que devem ser impactadas, e não houve a demonstração de viabilidade da obra. As intervenções incluem a retirada de bancos de areia (dragagem) e de afloramentos rochosos (derrocagem) ao longo de 560 km, criando um canal de navegação para grandes embarcações e comboios de barcaças.&nbsp;</p>



<p>No entanto, para avançar com o empreendimento, foram adotados artifícios ilegais e sem embasamento técnico que reduziram artificialmente as “áreas de influência” do projeto. Inicialmente, o empreendimento licenciado era a Hidrovia, mas após mudança de entendimento institucional, a avaliação de impactos ambientais foi restrita apenas às obras propostas, como um fatiamento das licenças ambientais, desconsiderando as consequências da hidrovia como um todo.</p>



<p>Além disso, foram adotados critérios artificiais para o cálculo de abrangência de impactos diretos e indiretos (3 km em caso de comunidades ribeirinhas e 10 km no caso de comunidades indígenas e quilombolas), o que exclui diversas comunidades que realizam atividades tradicionais de pesca e navegação na região.</p>



<p>“O resultado prático de uma avaliação incompleta é a precarização da vida e o empobrecimento das comunidades ribeirinhas. Portanto, a classificação como atividade não impactante jamais poderia ter sido adotada como premissa, pois carece de embasamento técnico e desconsidera a relação inextrincável entre a obra e o aumento do trânsito de embarcações”, explica o Ministério Público Federal na referida ação.</p>



<p>Os impactos potenciais deste empreendimento são alarmantes e abrangem diferentes aspectos. O canal de navegação pode provocar erosão das margens e ilhas, alterar a força, velocidade e direção das correntes, contaminar a água por efluentes e outros danos à qualidade da água. A dragagem e a derrocagem podem afugentar e perturbar o comportamento da ictiofauna, dificultar a recuperação dos estoques pesqueiros (região de lagos, lagoas e berçários naturais) e introduzir espécies exóticas no ecossistema. As mudanças nas rotas de navegação e locais de pesca, somadas ao aumento do esforço pesqueiro, podem reduzir a lucratividade da atividade. Vindo a comprometer toda a cadeia produtiva da pesca.</p>



<p>A pesca artesanal, amadora e o Turismo da Pesca Esportiva no rio Tocantins, são as atividades econômicas mais importantes na região, e qualquer impacto terá repercussões graves sobre a segurança alimentar e nutricional dessas comunidades. A perda e alteração do habitat aquático e a diminuição da atividade pesqueira são consequências esperadas, com magnitude e relevância elevadas.</p>



<p>No mais, diante das mudanças do clima, conforme as previsões de crise hídrica, a navegabilidade do Rio Tocantins pode ser seriamente comprometida, tornando o investimento, que é bilionário, um desperdício de recursos públicos, com os custos recaindo sobre a sociedade e o meio ambiente.</p>



<p>Diante dessa situação, organizações com atuação nos três estados afetados iniciaram mobilização para discutir e divulgar os perigos que esse empreendimento representa, se opondo à continuidade da obra sem os devidos estudos, consultas e licenças que levem em consideração a amplitude dos impactos socioambientais. Desta forma, assinam este posicionamento as seguintes organizações.</p>



<p>Confira a Ação do Ministério Público Federal na íntegra aqui:&nbsp;<a href="https://www.mpf.mp.br/pa/sala-de-imprensa/documentos/2024/acp-mpf-anulacao-licenca-derrocamento-pedral-lourenco-1035924-87-2024-4-01-3900.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.mpf.mp.br/pa/sala-de-imprensa/documentos/2024/acp-mpf-anulacao-licenca-derrocamento-pedral-lourenco-1035924-87-2024-4-01-3900.pdf</a>&nbsp;</p>



<p>A Vida no Cerrado &#8211; AVINC</p>



<p>Alternativas para a Pequena Agricultura no Tocantins &#8211; APA-TO</p>



<p>Articulação dos Povos Indígenas do Tocantins &#8211; ARPIT</p>



<p>Articulação Tocantinense de Agroecologia &#8211; ATA</p>



<p>Associação Alternativa Terrazul</p>



<p>Associação Brasileira de Antropologia &#8211; ABA</p>



<p>Associação da Comunidade Ribeirinha Extrativista Vila Tauiry &#8211; ACREVITA</p>



<p>Associação de Amigos do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros &#8211; AVE</p>



<p>Associação de Jovens Engajamundo</p>



<p>Associação Indígena Apinajé PYKA MEX</p>



<p>Associação Onça D’água &#8211; Tocantins</p>



<p>Associação para Recuperação e Conservação do Ambiente &#8211; ARCA</p>



<p>Associação Wyty Catë das Comunidades Timbira do Maranhão e Tocantins</p>



<p>Cáritas Brasileira Regional Norte 2</p>



<p>Centro de Direitos Humanos de Cristalândia Dom Heriberto Hermes &#8211; CDHC</p>



<p>Centro de Trabalho Indigenista &#8211; CTI</p>



<p>Coalizão Pelos Rios</p>



<p>Coalizão Vozes do Tocantins por Justiça Climática</p>



<p>Coletivo Goiás Lixo Zero</p>



<p>Coletivo Ideias Urbanas</p>



<p>Colônia de Pescadores de Araguacema &#8211; Copesca Z-5</p>



<p>Comissão Pastoral da Terra &#8211; Araguaia-Tocantins</p>



<p>Comissão Pastoral da Terra &#8211; CPT Pará</p>



<p>Comitê de Defesa da Vida Amazônica na bacia do rio Madeira &#8211; COMVIDA</p>



<p>Conselho Indigenista Missionário regional Goiás-Tocantins</p>



<p>Cooperativa de Trabalho de Catadores de Material Reciclável de Bela Vista de Goiás</p>



<p>Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira &#8211; COIAB</p>



<p>FASE Amazônia</p>



<p>Instituto Aldeias</p>



<p>Instituto Altair Sales</p>



<p>Instituto de Desenvolvimento Econômico e Socioambiental &#8211; IDESA</p>



<p>Instituto EcomAmor</p>



<p>Instituto Madeira Vivo &#8211; IMV</p>



<p>Instituto Plantadores de Água</p>



<p>Instituto Pouso Alto</p>



<p>Instituto Santa Dica</p>



<p>Instituto Sociedade, População e Natureza &#8211; ISPN</p>



<p>Instituto Zé Claudio e Maria</p>



<p>International Rivers</p>



<p>Movimento dos Atingidos por Barragens &#8211; MAB</p>



<p>Movimento Estadual de Direitos Humanos e Ambientais do Tocantins</p>



<p>Movimento Interestadual de Quebradeiras de Coco Babaçu &#8211; MIQCB</p>



<p>Movimento Sos Cerrado</p>



<p>Movimento SOS Chapada dos Veadeiros</p>



<p>Museu da Águas Brasileiras</p>



<p>Núcleo Rondônia do Fórum Mudanças Climáticas e Justiça Socioambiental</p>



<p>Observatório de Conflitos Socioambientais do Matopiba</p>



<p>Rede Cerrado</p>



<p>Rede Jandyras</p>



<p>Rede Pouso Alto Agroecologia</p>



<p>Sociedade Ecológica Porto das Antas</p>



<p>SOS RIO Piracanjuba</p>



<p>Territórios Globais &#8211; TG</p>



<p><em>Por Ascom Vozes do Tocantins. </em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Associação para o Desenvolvimento Sustentável do Tocantins convida população para a Audiência Pública sobre APA Ilha do Bananal/Cantão nesta quarta, 31</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/associacao-para-o-desenvolvimento-sustentavel-do-tocantins-convida-populacao-para-a-audiencia-publica-sobre-apa-ilha-do-bananal-cantao-nesta-quarta-31/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jul 2024 13:59:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[APA Cantão]]></category>
		<category><![CDATA[Audiência Pública]]></category>
		<category><![CDATA[ilha do Bananal]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Associação para o Desenvolvimento Sustentável do Tocantins (ADSTO) convida para a Audiência Pública para discutir o futuro da Área de Proteção Ambiental (APA) Ilha do Bananal/Cantão. O evento ocorrerá no dia 31 de julho de 2024, às 14 horas, no Salão do Tribunal do Júri, no Fórum de Palmas, localizado na Avenida Teotônio Segurado [&#8230;]</p>
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<p>A Associação para o Desenvolvimento Sustentável do Tocantins (ADSTO) convida para a Audiência Pública para discutir o futuro da Área de Proteção Ambiental (APA) Ilha do Bananal/Cantão. O evento ocorrerá no dia 31 de julho de 2024, às 14 horas, no Salão do Tribunal do Júri, no Fórum de Palmas, localizado na Avenida Teotônio Segurado e contará com a presença de residentes dos nove municípios da APA e do público em geral.</p>



<p>Na Audiência Pública, a ADSTO vai identificar desafios e explorar soluções para promover o desenvolvimento sustentável na região. Os participantes terão a oportunidade de expressar suas opiniões, apresentar sugestões e colaborar na formulação de estratégias para a preservação e o desenvolvimento responsável da APA.</p>



<p>A presença de todos é essencial para assegurar que as necessidades da comunidade sejam atendidas e para encontrar soluções inovadoras para a APA Ilha do Bananal/Cantão.<br><br><em>Por Yuri Felipe Sousa. </em></p>
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