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	<title>Aumento Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>Aumento Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Produção de peixes no Tocantins chega a 20,4 mil toneladas e cresce 12,7%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 11:27:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Pesca e Aquicultura]]></category>
		<category><![CDATA[Aumento]]></category>
		<category><![CDATA[Peixe BR]]></category>
		<category><![CDATA[Pesca e aquicultura]]></category>
		<category><![CDATA[Produção de peixes]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 2025, o Tocantins alcançou a produção de 20,4 mil toneladas de peixes de cultivo, registrando crescimento de 12,7% em relação ao ano anterior, conforme dados do Anuário Brasileiro da Piscicultura 2026, da Associação Brasileira da Piscicultura (Peixe BR). Desse volume, aproximadamente 19,2 mil toneladas correspondem a espécies nativas, enquanto a tilápia representa uma produção [&#8230;]</p>
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<p>Em 2025, o Tocantins alcançou a produção de 20,4 mil toneladas de peixes de cultivo, registrando crescimento de 12,7% em relação ao ano anterior, conforme dados do Anuário Brasileiro da Piscicultura 2026, da Associação Brasileira da Piscicultura (Peixe BR). Desse volume, aproximadamente 19,2 mil toneladas correspondem a espécies nativas, enquanto a tilápia representa uma produção de 1.200 toneladas.</p>



<p>O resultado posiciona o Tocantins entre os estados com maior evolução produtiva do país, ocupando a 4ª colocação nacional, além de fortalecer a cadeia produtiva e garantir maior oferta de pescado durante a Semana Santa, um dos períodos de maior consumo do ano.</p>



<p>O governador Wanderlei Barbosa destaca que a expansão da piscicultura no Tocantins é impulsionada por fatores que vão desde a modernização da cadeia produtiva até a atuação integrada do Governo do Estado. “Estamos avançando de forma estruturada na piscicultura, por meio da Secretaria da Pesca e Aquicultura, com ações voltadas à organização e ao crescimento do setor, fortalecendo toda a cadeia produtiva, da assistência técnica à regularização e ao acesso ao mercado. Nosso objetivo é consolidar o estado como referência nacional na produção de pescado”, enfatiza.</p>



<p><strong>Políticas públicas impulsionam o setor</strong></p>



<p>As políticas públicas tiveram papel decisivo no fortalecimento da cadeia produtiva em 2025. Entre as principais medidas, destaca-se a isenção de ICMS para diversas espécies de pescado, além da resolução do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), que reduziu em 60% a alíquota incidente sobre o preço dos alevinos. As medidas têm como base os Convênios ICMS 76/98 e 25/18.</p>



<p>A Trilha da Pesca e Aquicultura também se consolidou como iniciativa governamental que apoia os municípios na elaboração de planos locais e garante assistência técnica e incentivo direto aos produtores, com doação de alevinos, ração e fortalecimento da organização produtiva.&nbsp;</p>



<p>O secretário de Estado da Pesca e Aquicultura, Rodrigo Ayres, explicou que os resultados refletem uma política contínua de incentivo ao setor, voltadas à atração de investidores e ao fortalecimento da produção local.</p>



<p>Outro eixo estratégico é a regularização da atividade aquícola, com mutirões que facilitam o acesso ao Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (Caf), crédito e políticas públicas, ações realizadas pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Tocantins (Ruraltins), permitindo que piscicultores ampliem sua produção com mais segurança e acesso ao mercado. O processo é acompanhado pelo Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins), responsável pelo licenciamento ambiental e pela orientação quanto ao uso sustentável dos recursos hídricos, garantindo segurança jurídica e preservação ambiental.</p>



<p><strong>Tecnologia, mercado e ambiente favorável</strong></p>



<p>A cadeia produtiva também é impulsionada por ações de capacitação, eventos técnicos e acesso à inovação. A piscicultura ganha destaque na Feira de Tecnologia Agropecuária do Tocantins (Agrotins), onde produtores têm acesso a tecnologias, equipamentos e oportunidades de negócios.</p>



<p>O avanço do setor é favorecido pela produção de grãos no estado, que fortalece a cadeia de ração e reduz custos de produção, somado a condições naturais como clima favorável e disponibilidade hídrica.</p>



<p>Com políticas públicas estruturadas, assistência técnica, regularização e sustentabilidade ambiental, o Governo do Tocantins consolida a piscicultura como uma atividade estratégica para o desenvolvimento regional e a geração de renda no estado.</p>



<p><strong>Aumento do consumo</strong></p>



<p>O crescimento da produção de pescado no Tocantins tem refletido diretamente no fortalecimento da oferta e na dinamização do mercado local. Com maior volume disponível, produtores e comerciantes atendem à demanda com mais regularidade, especialmente em períodos estratégicos como a Semana Santa, quando o consumo de peixe tradicionalmente aumenta.</p>



<p>Esse cenário positivo impacta toda a cadeia produtiva, desde os produtores até os feirantes, o que gera mais oportunidades de renda e movimenta a economia regional. Em Palmas, por exemplo, a expectativa é de aumento nas vendas, impulsionada pela maior oferta e pela preferência do consumidor por produtos frescos e de origem local.</p>



<p>A comerciante Maria Solange Ribeiro Lopes atua na feira da 304 Sul, em Palmas, e explicou que este é um dos períodos mais importantes do ano para o setor. Segundo ela, a procura por espécies nativas, como caranha e pintado, cresce de forma significativa.</p>



<p>“Nesta época, o movimento aumenta bastante. A gente se organiza com antecedência para atender melhor os clientes, garantindo variedade e qualidade no produto. É um período muito esperado por nós, porque além de intensificar as vendas, também ajuda a reforçar a renda”, relatou Maria Solange.</p>



<p>O avanço da produção, aliado ao aumento do consumo, consolida a piscicultura como uma atividade cada vez mais estratégica para a economia do Tocantins, especialmente em datas que estimulam o mercado e valorizam a produção local.</p>



<p><em>Por Leydiane Lima/Governo do Tocantins.</em></p>



<p></p>
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		<title>Lucro Líquido da Kepler Weber cresce 28,5% no quatro trimestre e atinge R$ 64,8 milhões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Feb 2026 14:46:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Aumento]]></category>
		<category><![CDATA[Kepler Weber]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Área de Negócios Internacionais alcançou melhor desempenho da história no período, com R$ 102,6 milhões em receita líquida, 31% acima do ano anterior A Kepler Weber (KEPL3) encerrou o quarto trimestre de 2025 com resultado líquido de R$ 64,8 milhões, avanço de 28,5% frente ao mesmo período do ano anterior, quando registrou R$ 50,4 milhões. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Área de Negócios Internacionais alcançou melhor desempenho da história no período, com R$ 102,6 milhões em receita líquida, 31% acima do ano anterior</em></p>



<p>A Kepler Weber (KEPL3) encerrou o quarto trimestre de 2025 com resultado líquido de R$ 64,8 milhões, avanço de 28,5% frente ao mesmo período do ano anterior, quando registrou R$ 50,4 milhões. A margem no período foi de 16,2%, com expansão de 5,2 pontos percentuais na comparação anual, e o trimestre concentrou 41% do ganho apurado em 2025, que somou R$ 156,3 milhões.  </p>



<p>O balanço da companhia, enviado ao Mercado nesta quarta-feira (25), destacou uma receita líquida no trimestre que somou R$ 398,7 milhões, recuo de 13,3% frente ao mesmo período de 2024, quando atingiu R$ 460,1 milhões. No acumulado de 2025, a companhia registrou R$ 1,5 bilhão, queda de 7,3% na comparação anual.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>O EBITDA no quarto trimestre totalizou R$ 67,5 milhões, queda de 17,7% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando foi de R$ 82,1 milhões. No acumulado de 2025, o indicador somou R$ 231,9 milhões, retração de 29,4% frente a 2024, que registrou R$ 328,7 milhões.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>No balanço financeiro, a Kepler Weber destaca o retorno aos acionistas, com a distribuição de R$ 145 milhões em dividendos em 2025, equivalente a&nbsp;<em>payout</em>&nbsp;de 92,8% pelo regime de caixa. Segundo o documento, o resultado “reflete a geração operacional e a política de alocação de capital” da companhia.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>A companhia registrou redução de 5,1% nas despesas gerais e administrativas (G&amp;A),&nbsp;no trimestre&nbsp;e de 4,3% no acumulado de 2025, em linha com a estratégia de controle de custos e eficiência operacional.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>No documento enviado à CVM, a Kepler Weber afirma que “o 4T25 encerra um ano emblemático para a companhia, em que a celebração do centenário coincidiu com um ambiente macroeconômico mais desafiador para o agronegócio. Em um cenário de juros elevados e maior seletividade nas decisões de investimento, a Companhia demonstrou resiliência operacional e disciplina de execução, sustentadas por um portfólio diversificado e por uma estratégia consistente de longo prazo”.&nbsp;&nbsp;</p>



<p><strong>Desempenho por segmento</strong>&nbsp;&nbsp;</p>



<p>O segmento de&nbsp;<strong>Negócios Internacionais</strong>&nbsp;registrou receita líquida recorde&nbsp;no quarto&nbsp;trimestre de 2025, ao atingir R$ 102,6 milhões, alta de 31% frente&nbsp;ao&nbsp;quatro trimestre de 2024. No acumulado de 2025, a receita somou R$ 237,7 milhões, avanço de 19,4% sobre 2024, no melhor resultado anual do segmento na última década, tanto em valor quanto em volume comercializado.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>A Argentina respondeu por 23% das receitas internacionais no ano, com crescimento de 16 vezes em relação ao mesmo período anterior, ampliando o peso do país na estratégia da companhia. Segundo a empresa, “o desempenho no trimestre e no ano foi impulsionado por fatores estruturais e conjunturais favoráveis nos mercados externos.&nbsp;Destaca-se o aumento da atividade na Argentina, Bolívia e Paraguai,&nbsp;além do avanço relevante das receitas em outros continentes, que concentraram as principais contribuições&nbsp;para o resultado do período”.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>No trimestre, a Kepler Weber reforça que firmou contratos no mercado externo que somam cerca de R$ 20,1 milhões, com fornecimento de soluções completas para soja e milho em países como Paraguai, Argentina e Venezuela, além de equipamentos para beneficiamento de arroz no Equador e na Colômbia.&nbsp;Os novos negócios reforçam a carteira de&nbsp;projetos &nbsp;da&nbsp;Companhia.&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p>O segmento de&nbsp;<strong>Reposição e Serviços (R&amp;S)</strong>&nbsp;registrou receita líquida de R$ 95,3 milhões no&nbsp;quarto&nbsp;trimestre de 2025, leve recuo de 0,4% frente ao mesmo período de 2024.&nbsp;No acumulado de 2025, a receita somou R$ 310,9 milhões, crescimento de 10,1% sobre 2024. O resultado foi sustentado pela expansão de 7% na base de clientes e pela alta de 11% nas reformas,&nbsp;“em linha com a demanda por modernizações, melhorias de fluxo e soluções aplicadas a estruturas já em operação, ampliando a atuação da companhia ao longo do ciclo de vida dos ativos”.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>A área de&nbsp;<strong>Fazendas</strong>, voltada ao atendimento de produtores rurais, registrou receita líquida de R$ 105 milhões no quatro trimestre de 2025, retração de 26,4% na comparação com o quarto trimestre de 2024. No acumulado de 2025, o segmento somou R$ 469,7 milhões, redução de 9,7% em relação a 2024. Segundo a companhia, “o desempenho no trimestre e no ano foi impactado por um ambiente mais restritivo para o produtor, com margens pressionadas, custo financeiro elevado e maior seletividade nas decisões de investimento”.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>No quarto trimestre de 2025, a Kepler Weber firmou contratos no segmento de Fazendas que somaram cerca de R$ 90,2 milhões, distribuídos por diferentes regiões do país.&nbsp;Segundo a companhia,&nbsp;os novos negócios foram refletidos na carteira de projetos.&nbsp;</p>



<p>O segmento de&nbsp;<strong>Agroindústrias</strong>, que abrange cerealistas, cooperativas e indústrias de transformação de grãos, registrou receita líquida de R$ 88,4 milhões no quarto trimestre de 2025, retração de 32,9% frente ao quarto trimestre de 2024. No acumulado de 2025, o faturamento somou R$ 405,2 milhões, queda de 17,8% em relação a 2024. Segundo a companhia, “o desempenho no trimestre e no ano refletiu um ambiente mais restritivo para investimentos, com custo de capital elevado e maior seletividade nas decisões. A industrialização do arroz foi um dos destaques negativos, impactada pela queda de preços no segundo semestre de 2025, o que reduziu a demanda por novos projetos”.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>No trimestre, a companhia firmou contratos no segmento de Agroindústrias que somaram cerca de R$ 151,4 milhões, envolvendo projetos de armazenagem, beneficiamento e transformação de grãos para cerealistas, cooperativas e indústrias nas regiões Sul e Centro-Oeste.&nbsp;Os valores foram incorporados à carteira de contratos,&nbsp;ampliando sua base.&nbsp;</p>



<p>No quarto trimestre de 2025, o segmento de&nbsp;<strong>Portos e Terminais&nbsp;</strong>registrou receita líquida de R$ 7,3 milhões, retração de 38,9% frente ao mesmo período de 2024. O resultado, segundo a Kepler Weber, reflete a característica de projetos de longo prazo, com reconhecimento de receita concentrado em etapas específicas de execução.&nbsp;No acumulado de 2025, a receita esteve concentrada em contratos de grande porte e alta complexidade técnica, em linha com a atuação da companhia em projetos de infraestrutura logística para o agronegócio. A margem bruta ficou acima do padrão histórico do segmento, influenciada por efeitos pontuais relacionados à execução de reformas específicas.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>A empresa manteve a execução dos contratos em andamento, que somam cerca de R$ 52,5 milhões, e encerrou o quarto trimestre de&nbsp;2025 com carteira consistente, com&nbsp;reconhecimento de receita conforme avanço físico dos projetos.&nbsp;</p>



<p><em>Por Agência FR. </em></p>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Abobrinha fica até 80% mais cara e encarece feira no Tocantins</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/abobrinha-fica-ate-80-mais-cara-e-encarece-feira-no-tocantins/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jul 2025 13:00:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura Familiar]]></category>
		<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[abobrinha]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Aumento]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em Palmas e Gurupi, hortaliças lideram altas de preços em julho. Conab registra aumentos de até 25% em itens básicos. Feirantes amargam queda nas vendas, donas de casa se desdobram e economistas alertam para impactos mais amplos na inflação alimentar. A abobrinha virou símbolo da inflação nos mercados tocantinenses. De acordo com os dados mais [&#8230;]</p>
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<p><em>Em Palmas e Gurupi, hortaliças lideram altas de preços em julho. Conab registra aumentos de até 25% em itens básicos. Feirantes amargam queda nas vendas, donas de casa se desdobram e economistas alertam para impactos mais amplos na inflação alimentar.</em></p>



<p>A abobrinha virou símbolo da inflação nos mercados tocantinenses. De acordo com os dados mais recentes do Prohort/Conab, o preço do quilo da hortaliça saltou 25% em Palmas e 22% em Gurupi no último mês. Em meio à temporada seca e com menor oferta nos cinturões produtores, os consumidores se deparam com valores que superam R$ 9,50 o quilo — quase o dobro da média registrada no mesmo período do ano passado.</p>



<p>A tendência de alta, no entanto, não se limita à abobrinha. O pepino também teve variação acentuada: subiu 18% em Palmas e 15% em Gurupi. O arroz tipo 1, pacote de 5 kg, atingiu R$ 21,50 na capital, enquanto o feijão carioca chegou a R$ 9,10 o quilo. Tomate, cenoura e batata também apresentaram oscilações positivas entre 8% e 12%, segundo levantamento do próprio sistema Ceasa Digital.</p>



<p>“Não dá pra fazer a feira como antes”, diz consumidora</p>



<p>Na Feira do Bosque, em Palmas, a dona de casa&nbsp;<strong>Maria das Dores Silva</strong>, de 62 anos, mostra o carrinho mais vazio do que o habitual. “Antes, com R$ 50 eu fazia feira pra três dias. Agora, mal dá pra dois. A abobrinha eu deixei de lado, virou artigo de luxo. O jeito é adaptar o cardápio com o que estiver mais em conta”, lamenta.</p>



<p>Em Gurupi, a servidora pública&nbsp;<strong>Rosa Amélia dos Santos</strong>, 39, relata mudança nos hábitos: “A gente está comprando menos, cortando hortaliças e frutas. O pepino que meu filho adora, não levo faz semanas. Está tudo caro. Só no arroz e no feijão já vão quase R$ 30. Como fica o restante?”</p>



<p><strong>Feirantes registram queda nas vendas</strong></p>



<p>O feirante&nbsp;<strong>José Carlos da Silva</strong>, que trabalha há 18 anos, em Gurupi, afirma que o movimento caiu. “O povo reclama, pechincha, leva menos. A abobrinha mesmo encalha. Eu trouxe duas caixas semana passada e não vendi nem a metade. E o problema nem é o lucro: é o custo que disparou. Transporte, frete, fornecedor… tudo subiu.”</p>



<p>Segundo ele, parte dos produtos vem de Goiás e Minas Gerais, e o custo com combustíveis e transporte rodoviário tem pesado na composição final. “A gente não consegue segurar o preço quando o custo vem alto desde a origem”, completa.</p>



<p><strong>Especialistas alertam para inflação de alimentos mais prolongada</strong></p>



<p>Para o economista Dr. Renan Almeida, o cenário preocupa. “Estamos diante de um ciclo de encarecimento dos alimentos in natura, especialmente hortaliças, que têm menor escala de produção e são mais vulneráveis a variações climáticas. No Tocantins, temos baixa produção local em larga escala, o que gera dependência de fornecedores de fora.”</p>



<p>Segundo ele, a alta da abobrinha é apenas o sintoma mais visível de uma cadeia desequilibrada. “O consumidor percebe o impacto na feira, mas o problema está em toda a cadeia logística, na escassez de estoques reguladores, no preço do diesel e na falta de incentivos ao pequeno produtor. Quando o poder de compra cai, há retração no consumo e pressão social sobre as famílias de baixa renda”, analisa.</p>



<p><strong>Comparativo com o mês anterior</strong></p>



<p>De acordo com os dados da Ceasa Digital/Conab para Palmas e Gurupi:</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><thead><tr><th>Produto</th><th>Junho (R$)</th><th>Julho (R$)</th><th>Variação</th></tr></thead><tbody><tr><td>Abobrinha (kg)</td><td>7,60</td><td>9,50</td><td>+25%</td></tr><tr><td>Pepino (kg)</td><td>5,50</td><td>6,50</td><td>+18%</td></tr><tr><td>Feijão (kg)</td><td>8,40</td><td>9,10</td><td>+8,3%</td></tr><tr><td>Arroz (5kg)</td><td>20,00</td><td>21,50</td><td>+7,5%</td></tr><tr><td>Tomate (kg)</td><td>6,80</td><td>7,60</td><td>+11,7%</td></tr><tr><td>Cenoura (kg)</td><td>4,20</td><td>4,70</td><td>+11,9%</td></tr></tbody></table></figure>



<p><strong>Possíveis soluções e caminhos</strong></p>



<p>A curto prazo, a orientação dos economistas é de que os consumidores acompanhem os preços pelos canais oficiais — como o app Prohort — e substituam alimentos com alta acentuada por outros com melhor custo-benefício. Já para o médio e longo prazo, o economista defende investimento em produção local e maior apoio à agricultura familiar no Tocantins.</p>



<p>“É fundamental estimular hortas comunitárias, cadeias curtas de distribuição e assistência técnica ao produtor. Enquanto ficarmos dependentes de Ceasas de outros estados, estaremos vulneráveis a esses picos de preço”, conclui Dr. Renan.</p>



<p><em>Por Diário Tocantinense. </em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>IBGE aponta salto de mais de 31% na produção de pescado no Tocantins em 12 meses</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/ibge-aponta-salto-de-mais-de-31-na-producao-de-pescado-no-tocantins-em-12-meses/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jun 2025 14:16:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Pesca e Aquicultura]]></category>
		<category><![CDATA[Aumento]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Pescado]]></category>
		<category><![CDATA[produção]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Secretaria da Pesca e Aquicultura, celebra o aumento de 31,63%, na produção de pescado no Estado, em 2024. Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE/TO), e foram divulgados nesta terça-feira, 17, durante uma reunião em Palmas. Ainda conforme os dados do IBGE, os peixes mais produzidos no período foram o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Secretaria da Pesca e Aquicultura, celebra o aumento de 31,63%, na produção de pescado no Estado, em 2024. Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE/TO), e foram divulgados nesta terça-feira, 17, durante uma reunião em Palmas.</p>



<p>Ainda conforme os dados do IBGE, os peixes mais produzidos no período foram o tambaqui (48,52%); o tambacu e a tambatinga (25,72%); pintado, cachara, cachapira, pincachara e surubim (12,42%); tilápia (4,33%) e outros peixes (9,01%).</p>



<p>O Estado já vem mostrando seu potencial na piscicultura e se posiciona atualmente, como o 17º colocado no ranking nacional de produção, podendo estar entre os 5 maiores produtores até 2027.&nbsp;</p>



<p>As conquistas fazem parte do apoio técnico e cuidado que o governo Wanderlei Barbosa tem tido com os pescadores e produtores tocantinenses, promovendo através de políticas públicas e ações, o desenvolvimento sustentável dos setores, respeitando não apenas o meio ambiente, mas as comunidades locais.&nbsp;</p>



<p>Para o secretário da Pesca e Aquicultura, Rodrigo Ayres, os números demostram a expansão da piscicultura no Estado. “Os dados divulgados pelo IBGE confirmam aquilo que já vínhamos percebendo em campo: a piscicultura tocantinense vive um momento de expansão sólida e consistente. Com um crescimento de 31,63% entre 2023 e 2024 , onde este valor representou um crescimento de 3.657,56 toneladas no período, ultrapassamos a marca de 15.000 toneladas pescado produzidos levantados pela Instituição. Isso&nbsp; evidencia a força do nosso produtor, estrutura de cadeia produtiva, governança e a eficácia das políticas públicas implementadas sob a liderança do governador Wanderlei Barbosa. A diversidade da produção permanece como uma das grandes virtudes do Tocantins, com relevância expressiva para espécies como tambaqui, tambacu e pintado amazônico. A tilápia, por sua vez, vem crescendo de forma estratégica e planejada, incorporando-se gradualmente à matriz produtiva estadual sem perder de vista as especificidades de nosso território e o equilíbrio ecológico das bacias aquícolas”.</p>



<p>O diretor de desenvolvimento da Aquicultura, Thiago Tardivo, também destacou a expansão da cadeia produtiva e apoio do Governo. “Esse desempenho é resultado direto das políticas públicas implementadas pelo Governo do Estado, com ações voltadas ao fomento, à governança e à organização dos elos da cadeia produtiva. A diversificação da produção, com destaque para os peixes redondos, a tilápia e outras espécies nativas, mostra que o trabalho conjunto entre poder público e setor produtivo está gerando impactos positivos e sustentáveis.</p>



<p><strong>Parcerias</strong></p>



<p>O fortalecimento da piscicultura no Tocantins é resultado de um trabalho conjunto, que articula diferentes instituições e níveis de governo em torno de uma agenda estratégica de desenvolvimento sustentável.&nbsp;</p>



<p>Nesse contexto, o secretário Rodrigo Ayres, destaca a importância dessa rede colaborativa para o futuro da aquicultura tocantinense&nbsp;<strong>“</strong>Esse avanço é sustentado por uma rede técnica e institucional robusta, consolidada especialmente a partir do Programa Trilha da Pesca e Aquicultura, que promove qualificação profissional, inovação tecnológica e fortalecimento das cadeias produtivas. Integram essa aliança estratégica instituições como a Universidade Federal do Tocantins (UFT), o Instituto Federal do Tocantins (IFTO), o Ruraltins, a Adapec, a Secretaria da Indústria, Comércio e Serviços (Sics), a Embrapa, a Organização das Nações Unidas (ONU/PNUD), o Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), a Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) e os municípios parceiros. Juntos, estamos construindo uma política pública sustentável, técnica e socialmente comprometida com o futuro da aquicultura no Estado”.</p>



<p><img decoding="async" src="https://central.to.gov.br/image/430392?w=670&amp;h=414"></p>



<p><em>O peixe mais produzido no Tocantins em 2024 foi o Tambaqui &#8211; Thiago Tardivo/Governo do Tocantins &#8211; Thiago Tardivo/Governo do Tocantins </em></p>



<p><img decoding="async" src="https://central.to.gov.br/image/430394?w=670&amp;h=414"></p>



<p><em>Sepea participou da reunião da sede do IBGE em Palmas &#8211; IBGE/Divulgação</em></p>
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		<item>
		<title>Aumento no preço do ovo e da tilápia impacta orçamentos e afeta economia do Tocantins</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/aumento-no-preco-do-ovo-e-da-tilapia-impacta-orcamentos-e-afeta-economia-do-tocantins/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Mar 2025 15:04:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Aumento]]></category>
		<category><![CDATA[Ovos]]></category>
		<category><![CDATA[Tilápia]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os consumidores tocantinenses estão sentindo no bolso o impacto da alta dos preços de alimentos básicos como o ovo e a tilápia. Itens tradicionalmente acessíveis e presentes na mesa da população, sobretudo nas camadas de menor renda, registraram aumentos expressivos nos dois primeiros meses de 2025, afetando hábitos de consumo, a dinâmica da cadeia produtiva [&#8230;]</p>
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<p>Os consumidores tocantinenses estão sentindo no bolso o impacto da alta dos preços de alimentos básicos como o ovo e a tilápia. Itens tradicionalmente acessíveis e presentes na mesa da população, sobretudo nas camadas de menor renda, registraram aumentos expressivos nos dois primeiros meses de 2025, afetando hábitos de consumo, a dinâmica da cadeia produtiva e o próprio desempenho do setor agroalimentar regional.</p>



<p>Segundo levantamento divulgado pelo&nbsp;<em>Jornal do Tocantins</em>, o preço médio da dúzia de ovos brancos subiu 18,6% em comparação com o mesmo período do ano passado, atingindo valores próximos de R$ 14 em supermercados da capital. Já o filé de tilápia, uma das principais proteínas alternativas ao frango e à carne vermelha no estado, teve aumento de 22,3%, com o quilo ultrapassando R$ 42 em pontos de venda do interior e da região metropolitana de Palmas.</p>



<p><strong>Causas da alta</strong></p>



<p>Especialistas apontam uma combinação de fatores para justificar os aumentos. No caso dos ovos, os produtores enfrentam custos maiores com rações, energia elétrica e embalagens. A estiagem prolongada no Cerrado entre novembro de 2024 e fevereiro de 2025 também comprometeu parte da produção nas granjas do interior.</p>



<p>A tilápia, por sua vez, é impactada por um cenário nacional de elevação nos custos de produção, incluindo insumos como ração de peixe (à base de milho e soja), combustíveis e logística. Além disso, a demanda aquecida no mercado interno — especialmente em razão do encarecimento das carnes bovina e suína — intensificou a pressão sobre os preços.</p>



<p>Em entrevista ao&nbsp;<em>Jornal do Tocantins</em>, o economista agroindustrial Paulo César Mendes, professor da Universidade Federal do Tocantins (UFT), afirmou que “a tendência de substituição de proteínas mais caras por alternativas como o ovo e a tilápia acabou pressionando ainda mais a cadeia produtiva, que não estava dimensionada para esse aumento súbito no consumo”.</p>



<p><strong>Impactos sociais e econômicos</strong></p>



<p>O impacto é sentido principalmente entre as famílias das classes C e D, que recorrem a esses alimentos como alternativa diante da inflação alimentar persistente. De acordo com dados do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), cerca de 42% das famílias tocantinenses reduziram a frequência de compra de ovos e peixes em fevereiro, substituindo por fontes menos nobres de proteína, como miúdos de frango e salsichas.</p>



<p>No setor produtivo, o aumento dos preços não se traduz necessariamente em lucro. Pequenos produtores de peixe, por exemplo, relatam dificuldades em manter o ritmo de produção por conta da alta nos custos operacionais. A Associação Tocantinense de Piscicultores (ATOP) aponta que muitos criadores familiares operam no limite da capacidade e alertam para o risco de retração na oferta nos próximos meses, caso não haja estímulos de crédito e políticas públicas para o setor.</p>



<p><strong>Medidas e perspectivas</strong></p>



<p>O governo do Tocantins, por meio da Secretaria de Agricultura e Pecuária, informou que acompanha os impactos e estuda medidas de incentivo à produção local de proteína animal, com foco na piscicultura familiar e em linhas de crédito rural para o fortalecimento das granjas de pequeno porte.</p>



<p>“O Tocantins tem potencial para ampliar sua produção de peixe e ovos com sustentabilidade. Estamos avaliando ações que possam reduzir a dependência de insumos externos e tornar a cadeia mais resiliente a choques econômicos”, declarou o secretário Jaime Café, em nota oficial.</p>



<p>No curto prazo, no entanto, a tendência é de que os preços permaneçam elevados, especialmente com a aproximação da Semana Santa — período em que a demanda por peixes e ovos tradicionalmente aumenta em todo o país.</p>



<p><strong>Dados e projeções:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Ovo branco (dúzia):</strong>&nbsp;R$ 14 (alta de 18,6% em relação a fev/2024)</li>



<li><strong>Filé de tilápia (kg):</strong>&nbsp;R$ 42 (alta de 22,3%)</li>



<li><strong>Redução no consumo:</strong>&nbsp;42% das famílias de baixa renda diminuíram frequência de compra</li>



<li><strong>Custo da ração de peixe:</strong>&nbsp;aumento de 25% nos últimos 12 meses</li>



<li><strong>Produção de tilápia no TO:</strong>&nbsp;4,1 mil toneladas em 2024, segundo IBGE</li>
</ul>



<p><em><a href="https://diariotocantinense.com.br/economia/2025/03/21/alta-no-preco-do-ovo-e-da-tilapia-pressiona-orcamentos-e-afeta-economia-do-tocantins/">Por Diário Tocantinense. </a></em></p>
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		<title>Ovo se torna item de contrabando nos EUA</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/ovo-se-torna-item-de-contrabando-nos-eua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Mar 2025 14:43:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Aumento]]></category>
		<category><![CDATA[Contrabando]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Ovos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O forte aumento dos preços dos ovos nos Estados Unidos, consequência do surto de gripe aviária, que exigiu a eliminação de milhões de galinhas no país, multiplicou os casos de contrabando do produto. Segundo a Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA (CBP, na sigla em inglês), o escritório de San Diego, na Califórnia, que fica próximo [&#8230;]</p>
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<p>O forte aumento dos preços dos ovos nos Estados Unidos, consequência do surto de gripe aviária, que exigiu a eliminação de milhões de galinhas no país, multiplicou os casos de contrabando do produto. Segundo a Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA (CBP, na sigla em inglês), o escritório de San Diego, na Califórnia, que fica próximo à fronteira com México, registrou um crescimento de 158% nas interceptações de ovos nos dois primeiros meses deste ano.</p>



<p>O fenômeno não se restringe à cidade californiana. Entre outubro de 2024 e fevereiro de 2025, as apreensões de ovos nas fronteiras americanas, incluindo as do Canadá, México, portos marítimos e aeroportos, aumentaram 29% em comparação com o mesmo período do ano anterior. O contrabando de ovos acontece tanto em pequenas quantidades, para consumo próprio, quanto em grandes remessas, para distribuição no mercado americano.</p>



<p>“É importante alertar as pessoas que viajam para que protejam nossa indústria agrícola”, afirmou Sidney Aki, diretor de operações de campo da CBP em San Diego. A agência lembra que os viajantes devem declarar todos os produtos agrícolas aos oficiais da CBP e às autoridades agropecuárias. A falta de declaração pode resultar em multas de até US$ 10 mil. É proibido transportar ovos frescos, frango cru ou aves vivas para os EUA sem as devidas autorizações.</p>



<p>A CBP afirma ter ampliado inspeções, a vigilância e o uso de tecnologia de rastreamento para detectar e apreender ovos contrabandeados. As autoridades estão preocupadas com os impactos econômicos, mas também com os potenciais riscos à saúde. O transporte ilegal de ovos, frequentemente em condições inadequadas, pode resultar em disseminação de doenças e contaminação, como a da bactéria salmonela.</p>



<p>A Administração de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos (FDA, na sigla em inglês) também alertou sobre os riscos à saúde que os ovos ilegais representam, já que eles podem não atender aos padrões de manuseio, refrigeração e saneamento exigidos nos EUA. O governo mexicano adotou novas medidas para combater o contrabando de ovos, incluindo regulamentações mais rigorosas sobre produção e exportação.</p>



<p>A “crise dos ovos” nos EUA tem colocado o produto no noticiário policial como poucas vezes se viu. Em fevereiro, a polícia da Filadélfia registrou o roubo de uma carga de 100 mil ovos orgânicos.<br><br><em>Por <a href="https://globorural.globo.com/autores/gabriella-weiss/">Gabriella Weiss</a>— São Paulo/Globo Rural. </em></p>
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		<item>
		<title>Bacia Hidrográfica do Rio Formoso registra aumento no nível médio no 1º bimestre de 2025</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/bacia-hidrografica-do-rio-formoso-registra-aumento-no-nivel-medio-no-1o-bimestre-de-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Feb 2025 11:47:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Aumento]]></category>
		<category><![CDATA[Bacia Hidrográfica do Rio Formoso]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Rio]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Governo do Tocantins registrou elevação contínua do nível médio da Bacia Hidrográfica do Rio Formoso no 1º bimestre de 2025 e possíveis reflexos da variação de precipitação de chuvas na oscilação do nível médio em outras bacias hidrográficas, com tendência à estabilidade no mesmo período. Os dados registrados na Rede Hidrometeorológica estadual, da Secretaria [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Governo do Tocantins registrou elevação contínua do nível médio da Bacia Hidrográfica do Rio Formoso no 1º bimestre de 2025 e possíveis reflexos da variação de precipitação de chuvas na oscilação do nível médio em outras bacias hidrográficas, com tendência à estabilidade no mesmo período.</p>



<p>Os dados registrados na Rede Hidrometeorológica estadual, da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), apontam nesta quinta-feira, 27, uma sucessiva elevação do nível médio na Bacia do Rio Formoso, nos meses de janeiro e fevereiro deste ano. Em janeiro, esse rio registrou 312 cm e; em fevereiro, 541 cm, que marcam o aumento contínuo em comparação ao mesmo período do ano passado, quando os níveis foram de 178 cm e 398 cm, respectivamente. Da mesma forma, neste ano, no Rio Providência, foi registrado no mês de janeiro o nível médio de 170 cm; e em fevereiro, 217 cm, ou seja, um aumento em relação a 2024, que registrou em janeiro 87 cm e no mês de fevereiro 186 cm.</p>



<p>Em outras bacias monitoradas os registros apresentaram variações sutis com tendência à estabilidade do nível médio. No Rio Palma, em janeiro de 2025, o nível médio subiu para 417 cm, mas reduziu em fevereiro para 404 cm, tendo variação da estabilidade do nível médio em comparação ao mesmo período de 2024, quando foram registrados 360 cm e 490 cm, respectivamente. Seguindo essa tendência, o Rio Corda marcou 335 cm em janeiro e 372 cm em fevereiro deste ano, frente aos 319 cm e 399 cm registrados nos respectivos meses do ano anterior.</p>



<p>O diretor de Planejamento e Gestão dos Recursos Hídricos da Semarh, Aldo Azevedo, ressaltou que, “são registradas diariamente informações de 68 PCDs [Plataformas de Coleta de Dados] distribuídas em todo o estado, cobrindo cerca de 90% das bacias hidrográficas no território tocantinense. O monitoramento diário é contínuo e o cálculo do nível médio das bacias hidrográficas considera os registros de um período. Entre outros fatores, a oscilação constatada pode estar associada ao&nbsp;aumento ou diminuição das precipitações de chuvas na região”.</p>



<p>Aldo Azevedo acrescentou que, “a instalação das 20 novas PCDs, iniciada em 2024 com a contratação de uma empresa especializada, avança para a implantação e a operacionalização das cinco últimas unidades adquiridas para essa etapa de ampliação da cobertura da Rede Hidrometeorológica. Neste ano, vamos adquirir novas plataformas para iniciar mais uma etapa de instalações do plano de adensamento”.</p>



<p>O gerente de Hidrometeorologia da Semarh, Rogério Noleto, reiterou que, “a variação dos níveis dos rios pode ocorrer em curto espaço de tempo e as plataformas em operação garantem a produção de informações diárias que são fundamentais para a gestão hídrica estadual. A escolha dessas estações oferece a melhor representação territorial da distribuição dos pontos de monitoramento hídrico do Estado. Além do monitoramento dos dados, mantemos, em campo, técnicos que realizam a instalação de PCDs para o adensamento dos pontos de coleta de dados, bem como os que executam a manutenção preventiva e corretiva dos equipamentos”.</p>



<p>A Semarh produz informação da situação hídrica no Tocantins por meio de boletins diários e semanais que divulgam dados da Rede Hidrometeorológica do Tocantins via plataforma de&nbsp;<a href="https://gan.iacuft.org.br/pagina/principal">Gestão de Alto Nível &#8211; GAN</a>, do&nbsp;<a href="https://www.to.gov.br/semarh/2025/267j1kc222vi">Boletim Diário Hidrometeorológico</a>,&nbsp;do&nbsp;<a href="https://www.to.gov.br/semarh/boletim-de-qualidade-de-agua/2hgofr4w0m6k">Boletim de Qualidade de Água</a>, do&nbsp;<a href="https://www.to.gov.br/semarh/2025/6a5olje4yvvf">Boletim Climático e Riscos de Incêndio</a>&nbsp;desenvolvido pelo Centro de Inteligência Geográfica em Gestão do Meio Ambiente (Cigma),<strong>&nbsp;</strong>além dos dados disponibilizados no&nbsp;<a href="https://monitordesecas.ana.gov.br/mapa?mes=1&amp;ano=2025">Monitor de Secas</a>,&nbsp;coordenado pela Agência Nacional de Águas (ANA).</p>



<p><em>Por Cleide Veloso/Governo do Tocantins.</em></p>
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		<item>
		<title>Safra 2024/2025 no Tocantins deve registrar aumento de 10% na produção de grãos</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/safra-2024-2025-no-tocantins-deve-registrar-aumento-de-10-na-producao-de-graos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jan 2025 12:58:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[ALGODÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Aumento]]></category>
		<category><![CDATA[Produção de grãos]]></category>
		<category><![CDATA[Safra 24/25]]></category>
		<category><![CDATA[Soja]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As condições das lavouras no Tocantins para a safra de grãos 2024/2025 são promissoras. As produções de soja e milho, principais culturas do estado, apresentam bom desenvolvimento. Segundo dados do 4º levantamento realizado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a expectativa é de um crescimento de 10,7% na produção total, alcançando 8,5 milhões de toneladas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>As condições das lavouras no Tocantins para a safra de grãos 2024/2025 são promissoras. As produções de soja e milho, principais culturas do estado, apresentam bom desenvolvimento. Segundo dados do 4º levantamento realizado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a expectativa é de um crescimento de 10,7% na produção total, alcançando 8,5 milhões de toneladas de grãos, em relação à safra passada de 2023/2024 que foi de aproximadamente 7,6 milhões de toneladas. A área plantada deve crescer 2,9%, totalizando 2,26 milhões de hectares.</p>



<p>A soja e o milho, que juntos representam 88% do total de grãos produzidos no estado, devem apresentar aumentos de 11,9% e 12,4%, respectivamente. A previsão é que a soja alcance 5,12 milhões de toneladas, enquanto o milho atinja 2,37 milhões de toneladas.</p>



<p>Outra cultura de destaque no Tocantins é o arroz, com previsão de colheita em torno de 769 mil toneladas, mantendo o estado como o terceiro maior produtor nacional do grão.</p>



<p><strong>Algodão</strong></p>



<p>Embora o algodão tenha como produto principal a pluma, ele é incluído nos levantamentos de grãos por seu valor agregado. No Tocantins, a produção de algodão tem mostrado crescimento significativo. Para a safra atual, espera-se um aumento de 47,06% na área plantada, alcançando 12,5 mil hectares, e de 57,97% na produção, chegando a 54,5 mil toneladas de algodão em caroço.</p>



<p>Apesar de números modestos em comparação aos grandes produtores nacionais, como Mato Grosso e Bahia, o crescente interesse de agricultores em diversificar suas produções torna o algodão uma cultura promissora no estado.</p>



<p><strong>Fatores de Sucesso</strong></p>



<p>Segundo o engenheiro agrônomo Antônio Cássio Oliveira Filho, da Secretaria da Agricultura e Pecuária (Seagro), o crescimento da produção de grãos no Tocantins é resultado de diversos fatores, incluindo chuvas regulares e bem distribuídas, manejo adequado do solo, controle de pragas e doenças e a adoção de tecnologias avançadas, como sementes de alta qualidade, biotecnologia e agricultura de precisão.</p>



<p>“O clima é um fator primordial para o desenvolvimento das lavouras. A ocorrência de chuvas regulares e bem distribuídas é fundamental para garantir boas produtividades. Além disso, o uso de boas práticas agrícolas é essencial para o sucesso das lavouras”, explicou o agrônomo.</p>



<p><strong>Mercado</strong></p>



<p>Antônio Cássio destacou ainda que o mercado agrícola tem se mostrado dinâmico, com preços competitivos que incentivam os produtores a investir em melhorias e inovações.</p>



<p>“A expectativa é de que, com a continuidade das boas práticas agrícolas e o suporte das instituições de pesquisa e extensão rural, a safra 2024/2025 no Tocantins traga resultados positivos para os produtores e contribua significativamente para a economia local”, concluiu.</p>



<p><em>Por <a href="https://atitudeto.com.br/negocio/agronegocio/safra-2024-2025-no-tocantins-deve-registrar-aumento-de-10-na-producao-de-graos/">Atitude Tocantins/Colaboração: Antonio Cássio Oliveira Filho, engenheiro agrônomo.</a></em></p>
<p>The post <a href="https://tocantinsrural.com.br/safra-2024-2025-no-tocantins-deve-registrar-aumento-de-10-na-producao-de-graos/">Safra 2024/2025 no Tocantins deve registrar aumento de 10% na produção de grãos</a> appeared first on <a href="https://tocantinsrural.com.br">Tocantins Rural</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Adapec intensifica barreiras fixas devido ao aumento do fluxo de veículos nas divisas entre Tocantins e Maranhão</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/adapec-intensifica-barreiras-fixas-devido-ao-aumento-do-fluxo-de-veiculos-nas-divisas-entre-tocantins-e-maranhao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jan 2025 12:39:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[adapec]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Aumento]]></category>
		<category><![CDATA[barreiras]]></category>
		<category><![CDATA[Maranhão]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Ponte]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Agência de Defesa Agropecuária (Adapec) tem intensificado os trabalhos nas barreiras fixas do município de Tocantinópolis e do Povoado Bela Vista, que têm recebido o aumento de fluxo de veículos devido ao desabamento da ponte que liga o Tocantins ao Maranhão/MA. Uma equipe técnica da instituição está visitando essas barreiras, desde a quinta-feira, 9, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Agência de Defesa Agropecuária (Adapec) tem intensificado os trabalhos nas barreiras fixas do município de Tocantinópolis e do Povoado Bela Vista, que têm recebido o aumento de fluxo de veículos devido ao desabamento da ponte que liga o Tocantins ao Maranhão/MA. Uma equipe técnica da instituição está visitando essas barreiras, desde a quinta-feira, 9, para garantir agilidade, bem como, a defesa sanitária animal e vegetal.</p>



<p>O vice-presidente da Adapec, Lenito Abreu, ressaltou que o trânsito de veículos aumentou consideravelmente, por isso foi necessário reforçar a quantidade de servidores para melhorar a prestação de serviços em relação a entrada e saída de animais e vegetais. “É um momento de unirmos forças e fortalecermos as ações de fiscalização de trânsito, para continuarmos preservando o patrimônio zoofitossanitário do Tocantins”, pontuou.</p>



<p>Entre os participantes da visita técnica, além do vice-presidente da Adapec, estão o diretor de defesa, inspeção e sanidade animal, Márcio Rezende; o assessor de gabinete, Francisco Ramos; e o responsável pelo trânsito animal, Marne Noleto.<br><br><em>Por Dinalva Martins/Governo do Tocantins.</em></p>
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		<title>Aumento de 11% no confinamento de gado bovino em 2024: qual o impacto?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Dec 2024 14:59:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Aumento]]></category>
		<category><![CDATA[Bovinos]]></category>
		<category><![CDATA[Gado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Censo de Confinamento de 2024, realizado pela DSM-Firmenich, revelou um aumento de 11% no número de gado bovino confinado em relação ao ano anterior, alcançando 7.961.754 cabeças em 2.592 propriedades brasileiras. Segundo o gerente de confinamento da empresa, Walter Patrizi, esse crescimento reflete uma retomada no setor, que enfrentou margens negativas nos últimos dois anos. “Esse [&#8230;]</p>
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<p>O Censo de Confinamento de 2024, realizado pela DSM-Firmenich, revelou um aumento de 11% no número de gado bovino confinado em relação ao ano anterior, alcançando 7.961.754 cabeças em 2.592 propriedades brasileiras. Segundo o gerente de confinamento da empresa, Walter Patrizi, esse crescimento reflete uma retomada no setor, que enfrentou margens negativas nos últimos dois anos.</p>



<p>“Esse aumento está totalmente em linha com o crescimento do abate registrado neste ano e supera a média histórica de 9% ao ano. Foi um crescimento realmente muito importante”, destacou Patrizi, durante evento de apresentação dos resultados do Censo de Confinamento da dsm-firmenich, realizado na terça-feira, 10. Ele também chamou atenção para a maior participação das vacas no confinamento.</p>



<p>A concentração geográfica da atividade permanece marcante, com 75% do volume confinado distribuído entre os Estados de Mato Grosso, Goiás, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Minas Gerais. Porém, destacou que a prática tem avançado para outras regiões.</p>



<p>“Esses cinco Estados representam, em grande parte, o nosso confinamento. No entanto, Estados como Pará e Tocantins vêm crescendo de forma significativa nos últimos anos”, explicou.</p>



<p>Os dados também indicam um aumento dos grandes confinamentos. “Os maiores confinamentos, com mais de 10 mil cabeças, têm crescido mais do que os menores. Já os confinamentos de pequeno porte, em geral, reduziram o volume de animais”, apontou Patrizi.</p>



<p>Ele acrescentou que cem grandes produtores, entre os mais de 2.500 levantados no censo, concentram praticamente metade do rebanho confinado.</p>



<p>De acordo com o levantamento, a participação de confinamentos com mais de 10 mil cabeças cresceu de 53,9% (3,9 milhões de cabeças) em 2023 para 58,7% (4,7 milhões de cabeças) em 2024. Já os confinamentos com menos de 10 mil cabeças se mantiveram com 3,3 milhões de animais entre um ano e outro, mas a participação recuou de 46,1% para 41,3%.<br><br><em>Por Canal Rural. </em></p>
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