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	<title>Bezerro Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>Bezerro Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Bezerro saudável começa nas primeiras horas de vida; manejo correto pode evitar perdas na pecuária leiteira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jul 2026 11:40:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Bezerro]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Manejo]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
		<category><![CDATA[produção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Colostragem e cura do umbigo reduzem riscos de doenças, diminuem gastos com tratamentos e favorecem o desempenho produtivo dos animais As primeiras horas de vida de um bezerro podem determinar seu desempenho durante toda a fase produtiva. Cuidados como a colostragem adequada e a cura do umbigo são considerados fundamentais para reduzir a ocorrência de [&#8230;]</p>
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<p><em>Colostragem e cura do umbigo reduzem riscos de doenças, diminuem gastos com tratamentos e favorecem o desempenho produtivo dos animais</em></p>



<p>As primeiras horas de vida de um bezerro podem determinar seu desempenho durante toda a fase produtiva. Cuidados como a colostragem adequada e a cura do umbigo são considerados fundamentais para reduzir a ocorrência de doenças, diminuir a mortalidade e garantir um melhor desenvolvimento dos animais.</p>



<p>O tema ganha importância em um momento de aumento da produção nacional de leite e redução da remuneração ao produtor. Dados da Pesquisa Trimestral do Leite, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que os estabelecimentos sob inspeção sanitária captaram 6,78 bilhões de litros de leite cru no primeiro trimestre de 2026, crescimento de 2,6% em relação ao mesmo período do ano passado e o maior volume da série histórica para o período. Em contrapartida, o preço médio pago ao produtor caiu 18,8% na comparação anual, chegando a R$ 2,24 por litro.</p>



<p>Nesse cenário, reduzir perdas dentro da propriedade torna-se ainda mais importante. Uma delas pode começar logo após o nascimento do animal, quando ocorre falha na chamada transferência de imunidade passiva, geralmente provocada por uma colostragem inadequada.</p>



<p>Segundo Gustavo Freu, especialista técnico da linha de Terapêuticos e Silagem da Ourofino Saúde Animal, a prevenção é uma das principais ferramentas para aumentar a eficiência dos sistemas de produção.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Na bovinocultura de leite, precisamos atuar muito mais de forma preventiva do que no tratamento. Ao proteger a saúde dos bezerros desde os primeiros cuidados, reduzimos a necessidade do uso de antimicrobianos e evitamos impactos que podem acompanhar o animal ao longo de toda a vida produtiva.&#8221;</p>
</blockquote>



<p><strong>O colostro funciona como a primeira vacina</strong></p>



<p>Diferentemente de outras espécies, os bovinos não transferem anticorpos da mãe para o feto durante a gestação. Por isso, o recém-nascido depende totalmente da ingestão de colostro para adquirir imunidade.</p>



<p>A recomendação técnica é fornecer, nas duas primeiras horas de vida, um volume equivalente a 10% do peso vivo do bezerro. Nas seis horas seguintes, o animal deve receber mais 5% do peso em colostro.</p>



<p>&#8220;O colostro funciona como a primeira vacina do recém-nascido. É por meio dele que o animal recebe os anticorpos necessários para enfrentar os microrganismos presentes no novo ambiente. Quanto mais cedo esse fornecimento acontece, maior tende a ser a capacidade de absorção das imunoglobulinas&#8221;, explica Freu.</p>



<p>Além da quantidade, a qualidade também faz diferença. O ideal é utilizar colostro com leitura superior a 25% na escala Brix, parâmetro que indica boa concentração de imunoglobulinas.</p>



<p><strong>Reflexos podem aparecer meses depois</strong></p>



<p>Nem sempre a falha na colostragem apresenta consequências imediatas. No entanto, ela pode aumentar a ocorrência de doenças como diarreia e pneumonia, elevar os custos com medicamentos, comprometer o crescimento e reduzir o potencial produtivo dos animais ao longo da vida.</p>



<p>&#8220;Um bezerro bem colostrado tende a adoecer menos, desenvolver-se melhor e chegar à fase produtiva em condições mais favoráveis. Já o animal que sofre uma falha na transferência de imunidade pode apresentar doenças com maior frequência e carregar os reflexos desse início inadequado ao longo da vida&#8221;, afirma o especialista.</p>



<p>Outro procedimento considerado indispensável é a cura do umbigo. A recomendação é utilizar solução de iodo a 10% até a completa secagem da estrutura, reduzindo o risco de entrada de microrganismos que podem provocar infecções graves.</p>



<p>Para Freu, o maior desafio das fazendas não está no conhecimento das técnicas, mas na padronização dos procedimentos.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Não basta que a equipe conheça o procedimento. É preciso estabelecer uma rotina para que quantidade, qualidade e horário do fornecimento sejam respeitados independentemente do dia, do turno ou do profissional responsável pelo atendimento.&#8221;</p>
</blockquote>



<p><strong>Capacitação reduz necessidade de tratamentos</strong></p>



<p>Diarreias e pneumonias continuam entre as principais enfermidades dos bezerros nas primeiras semanas de vida. Além do impacto sobre o bem-estar animal, esses problemas aumentam os custos com medicamentos, mão de obra e assistência veterinária.</p>



<p>Por isso, especialistas defendem que o investimento em treinamento das equipes e na adoção de protocolos de manejo para recém-nascidos seja tratado como uma estratégia de prevenção. A padronização da colostragem, da cura do umbigo e dos demais cuidados iniciais contribui para reduzir perdas e melhorar a produtividade do rebanho ao longo do tempo.</p>



<p><em>Com informações Grupo Inca.</em></p>
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		<title>Disparada do bezerro pressiona recria e engorda e exige estratégia no campo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 13:55:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Bezerro]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[recria e engorda]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O movimento de alta nos preços do bezerro não é novidade para quem acompanha o mercado. A pecuária vive uma mudança de ciclo, após o intenso abate de fêmeas registrado nos últimos anos. Com a maior retenção de matrizes e escassez de animais para reposição, a valorização da categoria era inevitável. “Era esperado que o [&#8230;]</p>
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<p>O movimento de alta nos preços do bezerro não é novidade para quem acompanha o mercado. A pecuária vive uma mudança de ciclo, após o intenso abate de fêmeas registrado nos últimos anos. Com a maior retenção de matrizes e escassez de animais para reposição, a valorização da categoria era inevitável.</p>



<p>“Era esperado que o aumento do preço do bezerro já acontecesse no final de 2024 e, em 2025, ele começou a dar sinais mais claros”, afirma o diretor técnico da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), Francisco Manzi. Segundo dados do Cepea, a categoria está sendo negociada acima dos R$ 3 mil na maior parte do país.</p>



<p>Manzi destaca que a reposição é um dos principais custos para o pecuarista que faz recria e engorda. Por isso, a alta nos preços de reposição impacta diretamente a rentabilidade da atividade.</p>



<p>Em Mato Grosso do Sul, por exemplo, o bezerro acumula alta de mais de 20% em um ano, passando de R$ 2.682,98 em março de 2025 para R$ 3.252,70 em março de 2026.<br><br><strong>Custo da reposição pesa mais para sistemas a pasto</strong><br><strong><br></strong>De acordo com o diretor da Acrimat, os impactos da valorização do bezerro variam conforme os sistemas de produção.</p>



<p>“Para a pecuária feita totalmente a pasto, o impacto é maior, porque o bezerro está mais valorizado e o animal acaba permanecendo mais tempo na fazenda. Isso torna o custo da reposição mais expressivo”, diz Manzi.</p>



<p>Segundo ele, nos sistemas mais intensivos, o custo da alimentação um pouco mais baixo ajuda a aliviar parte da pressão. “Uma ração mais atrativa acaba compensando um pouco, mas ainda assim é um impacto importante.”</p>



<p>Mesmo com a valorização da arroba do boi gordo, Manzi avalia que a margem pode não ser a mesma registrada em períodos em que o bezerro estava mais barato.</p>



<p><strong>Bezerro tem espaço para subir ainda mais</strong></p>



<p>Sazonalmente, março e maio são os meses que apresentam os maiores patamares de preços de reposição. Isso porque esse é o período em que ocorre a maior parte das desmamas nas fazendas.</p>



<p>Apesar da maior oferta de animais nessa época do ano, a expectativa segue positiva para o mercado. “Os preços do bezerro devem continuar firmes e com valorizações. A expectativa é de uma oferta mais limitada de animais, o que abre espaço para o mercado subir”, afirma Hyberville Neto, diretor da HN Agro.</p>



<p>Ele ressalta, porém, que o comportamento da reposição também depende do desempenho do mercado do boi gordo. Neto explica que quando o mercado apresenta oscilações, a relação de troca pode se deteriorar e gerar mais cautela por parte de quem compra animais para recria e engorda.</p>



<p>Guilherme Tonhá, diretor comercial da Estância Bahia Leilões, também avalia que a oferta restrita de animais deve continuar sustentando o mercado.</p>



<p>“A tendência é manter os preços firmes porque a oferta está muito baixa, tanto nos leilões quanto nas negociações diretas nas fazendas”, diz.</p>



<p>O pecuarista, contudo, não deixará de investir na reposição por causa dos preços em alta. “Quando não tem oferta, o comprador acaba sendo obrigado a pagar mais caro”, reforça. Segundo ele, os valores já superam os patamares registrados no último pico do ciclo pecuário, em 2021.</p>



<p><strong>Estratégia e controle de custos ganham peso<br></strong><br>Apesar do cenário positivo para quem vende bezerro, os especialistas alertam que a reposição mais cara exige maior planejamento por parte dos pecuaristas que atuam na recria e engorda.</p>



<p>“Quando a reposição fica mais cara, o pecuarista precisa redobrar o cuidado para que a conta feche. A eficiência da porteira para dentro passa a ser ainda mais importante”, diz Tonhá.</p>



<p>O diretor técnico da Acrimat, Francisco Manzi, tem uma percepção semelhante. “Preço não é margem. O mais importante é o pecuarista ter noção exata de cada custo, desde a reposição e os insumos até mão de obra e impostos”, observa.</p>



<p>De acordo com ele, como a pecuária é uma atividade de longo prazo, decisões tomadas hoje podem impactar a rentabilidade apenas anos depois.</p>



<p>Por isso, Manzi reforça que a eficiência dentro da propriedade se torna cada vez mais decisiva. “Hoje não tem mais espaço para amador. O pecuarista precisa calcular bem cada decisão para que a conta feche no final.”</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<item>
		<title>Bezerro acima de R$ 3 mil reflete forte demanda e baixa oferta de machos, aponta Cepea</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/bezerro-acima-de-r-3-mil-reflete-forte-demanda-e-baixa-oferta-de-machos-aponta-cepea/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 13:41:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Bezerro]]></category>
		<category><![CDATA[cepea]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O período de março a maio no mercado da pecuária normalmente é marcados pela grande procura das fazendas por bezerros. Isso ocorre pois, nessa fase do ano é comum o boi gordo ser repassado aos frigoríficos para o abate e, por conta disso, é necessário uma reposição por parte dos criadores. O cenário atual de [&#8230;]</p>
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<p>O período de março a maio no mercado da pecuária normalmente é marcados pela grande procura das fazendas por bezerros. Isso ocorre pois, nessa fase do ano é comum o boi gordo ser repassado aos frigoríficos para o abate e, por conta disso, é necessário uma reposição por parte dos criadores.</p>



<p>O cenário atual de 2026 é exemplo disso. Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq-USP), o valor do bezerro vem em crescimento desde o fim de 2025. A oferta de machos entre os criadores é considerado abaixo do normal e a demanda de compradores segue em alta, muito por conta da exportação.</p>



<p>Em números, a crescente surpreende. No Rio Grande Do Sul a média de valores de fevereiro fechou em R$ 3.158,74/cabeça, maior preço registrado desde dezembro de 2021 (valores foram deflacionados pelo IGP-DI). Em março foi registrado novamente um aumento novamente, chegando em R$ 3.236,30/cabeça.</p>



<p>Outro dado que revela o crescimento recorrente das cotações, é o comparativo no período de um ano. O Cepea relata que o preço do animal de reposição sul-mato-grossense subiu em 20% nesse intervalo de tempo.<br><br><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<title>Câmera registra momento em que onça ataca bezerro em fazenda no sul do Tocantins</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/camera-registra-momento-em-que-onca-ataca-bezerro-em-fazenda-no-sul-do-tocantins/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Aug 2025 10:55:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma onça que rondava uma fazenda localizada perto de Araguaçu, na região sul do estado, foi flagrada no momento exato em que tentava se alimentar de um bezerro. Quem conseguiu ver a ação da grande predadora foi Emanuela Gomes do Nascimento, que trabalha na fazenda. Emanuela, o marido e a sogra estavam passando de carro [&#8230;]</p>
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<p>Uma onça que rondava uma fazenda localizada perto de Araguaçu, na região sul do estado, foi flagrada no momento exato em que tentava se alimentar de um bezerro. Quem conseguiu ver a ação da grande predadora foi Emanuela Gomes do Nascimento, que trabalha na fazenda.</p>



<p>Emanuela, o marido e a sogra estavam passando de carro por uma estrada da região, saindo para viajar, quando viram o vulto na escuridão, na madrugada de sexta-feira (1º).</p>



<p>&#8220;De repente, eu olhei para o lado, aí eu vi um bezerro e um outro animal em pé. Na minha cabeça eu achei que eram dois bezerros. Aí, de repente, veio na minha cabeça, eu falei, olha a onça tá tacando um bezerro ali, do nada&#8221;, contou.</p>



<p>Logo depois, o marido de Emanuela deu ré no carro para ver os animais e ela começou a gravar com o celular. Os três ocupantes do carro viram a onça abraçando e mordendo o focinho do bezerro, tentando derrubá-lo.</p>



<p>&#8220;Tentando levar para o mato, né? Aí a gente buzinava, buzinava para poder ver se ela soltava, porque a gente queria salvar o animal. Meu marido começou a buzinar, buzinar, nada dela solta e aí ele abriu o vidro e começou a gritar para ver se soltava. E nada&#8221;, comentou.</p>



<p>Após alguns minutos, a onça finalmente correu para o mato. Mas como eles precisaram seguir viagem, não sabem qual destino teve o bezerro, que provavelmente estaria ferido.</p>



<p>Mesmo temendo pela própria segurança, Emanuela conta que observou a beleza do animal, que nunca havia visto tão de perto.</p>



<p>&#8220;Ela é muito linda, só que dá muito medo mesmo. Eu não sei como que eu consegui, na hora ali, pegar o celular para gravar, porque a gente fica muito nervoso. Porque é perigoso&#8221;, compreendeu.</p>



<p><strong>Ataques de onça em Talismã</strong></p>



<p>Diversos ataques atribuídos a onças, pelas autoridades, foram registrados em fazendas de Talismã, na região sul do estado. Durante o mês de março de 2025, animais foram mortos e felinos foram avistados pela população, gerando um estado de alerta na zona rural da cidade.</p>



<p>Na época, o Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) enviou técnicos ao local e a Defesa Civil da cidade fez varreduras pela região, mas o animal não foi localizado.</p>



<p><em>Por Patricia Lauris, g1 Tocantins.</em></p>
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		<item>
		<title>Bezerro é resgatado após ficar preso em manilhas de concreto em sistema de drenagem</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/bezerro-e-resgatado-apos-ficar-preso-em-manilhas-de-concreto-em-sistema-de-drenagem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Jun 2025 13:21:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
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		<category><![CDATA[Colinas do Tocantins]]></category>
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		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[sistema de drenagem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um bezerro precisou ser resgatado depois de ficar preso dentro das manilhas de um sistema de drenagem. O animal foi localizado na tarde de quinta-feira (12), perto do Parque de Exposição Agropecuária Noir Inácio, em Colinas do Tocantins, na região norte do estado. A BRK Ambiental informou que o bezerro foi encontrado na caixa do [&#8230;]</p>
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]]></description>
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<p>Um bezerro precisou ser resgatado depois de ficar preso dentro das manilhas de um sistema de drenagem. O animal foi localizado na tarde de quinta-feira (12), perto do Parque de Exposição Agropecuária Noir Inácio, em Colinas do Tocantins, na região norte do estado.</p>



<p>A BRK Ambiental informou que o bezerro foi encontrado na caixa do sistema de drenagem e a situação foi prontamente atendida pelas autoridades competentes. O animal foi resgatado com vida.</p>



<p>Há uma rede de abastecimento no local, mas a distribuição de água não sofreu nenhum impacto durante o incidente.</p>



<p><em>Por Brenda Santos, g1 Tocantins.</em></p>
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