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	<title>BNDES Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>BNDES Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Após pressão do agro, BNDES inclui dívidas da safra 2024/25 em programa de renegociação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Jan 2026 12:58:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[BNDES]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após forte pressão do setor agropecuário, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ampliou o programa de renegociação de dívidas rurais e passou a incluir também os financiamentos de custeio da safra 2024/25. A decisão beneficia produtores impactados por eventos climáticos extremos, especialmente no Sul do país, e ocorre em um momento considerado decisivo para a [&#8230;]</p>
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<p>Após forte pressão do setor agropecuário, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ampliou o programa de renegociação de dívidas rurais e passou a incluir também os financiamentos de custeio da safra 2024/25. A decisão beneficia produtores impactados por eventos climáticos extremos, especialmente no Sul do país, e ocorre em um momento considerado decisivo para a reorganização financeira do setor.</p>



<p>A ampliação do escopo do programa foi detalhada pela diretora do BNDES, Maria Fernanda Coelho, em entrevista concedida nesta quarta-feira (21) ao programa Mercado e Companhia. Segundo ela, a medida provisória tem alcançado os resultados esperados desde sua criação. Até o momento, mais de 22 mil operações já foram contratadas, totalizando cerca de R$ 6 bilhões, de um montante de R$ 12 bilhões disponibilizados para renegociação.</p>



<p>De acordo com Maria Fernanda, a iniciativa está alinhada a um conjunto de ações do governo federal voltadas ao apoio aos produtores rurais afetados por perdas climáticas. Somente em 2024, o BNDES destinou bilhões de reais em crédito, garantias e suspensão de pagamentos, com destaque para as ações emergenciais no Rio Grande do Sul. Considerando todas as frentes do governo federal, os recursos superaram R$ 100 bilhões.</p>



<p>Inicialmente lançado em outubro, o programa previa a renegociação de dívidas contratadas até 2024. Com a ampliação anunciada em dezembro, passaram a ser incluídos também créditos e Cédulas de Produto Rural (CPRs) referentes à última safra, com contratos firmados até 30 de junho de 2025. O prazo para adesão segue até o dia 10 de fevereiro, ampliando o leque de produtores que podem ser atendidos pela medida.<a href="https://clck.mgid.com/ghits/25748041/i/58134455/0/pp/1/1?h=MB6BMZ0XAoU8ZDn7gILSl0NMpt5hKrGP9PrVrNKkQXCW_5wBfnDDUQ9M4buTDblzZFKqRvE54gWvmW7X5yJ2bDx7cR5-dwdVlgktf0xbydm-Cjc8pcbN0t83WalO-QjK&amp;rid=8244c627-f791-11f0-bd53-d404e6f98490&amp;ts=canalrural.com.br&amp;tt=Referral&amp;att=4&amp;cpm=1&amp;abd=1&amp;iv=17&amp;ct=1&amp;gdprApplies=0&amp;st=-180&amp;mp4=1&amp;h2=37_tdX3Sg9rLY8kADvJ40YNLSG4UbKMGxZxPQBEUpqaAgHsMI-PYla57s3egJqYvtBZ9Km2Qgr5w9pVLQRIN6A**&amp;muid=o4opfNRtqzz4" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a></p>



<p>Estudos realizados pelo governo indicam que cerca de 96% do público potencialmente beneficiado será contemplado. Atualmente, aproximadamente 60% das renegociações envolvem pequenos e médios produtores, enquadrados no Pronaf e no Pronamp. A medida provisória também prevê uma reserva significativa para esses perfis, sinalizando prioridade aos produtores em situação de maior vulnerabilidade.</p>



<p>Segundo a diretora do BNDES, a renegociação das dívidas é fundamental para a recomposição do fluxo de caixa, o acesso a novo crédito e o planejamento da próxima safra. Ela destacou ainda que a ampla rede de instituições financeiras parceiras do banco, presente em mais de 95% do território nacional, está mobilizada para orientar os produtores e viabilizar o acesso ao programa.</p>



<p>Maria Fernanda ressaltou que os efeitos da medida já começam a ser percebidos, com impactos positivos também sobre o mercado de alimentos. De acordo com ela, somadas às ações da Conab, as iniciativas do governo contribuíram para a redução do preço da cesta básica nas 27 capitais brasileiras, reforçando o papel do programa no apoio aos produtores que atuam diretamente na produção de alimentos.</p>



<p>Sobre o prazo de adesão, que se encerra em 10 de fevereiro, a diretora afirmou não acreditar que seja necessária uma prorrogação. Segundo ela, o governo federal, os veículos de imprensa, os ministérios envolvidos e as instituições financeiras têm atuado de forma integrada para divulgar a medida e garantir que os produtores tenham acesso às informações e ao processo de renegociação.</p>



<p>Por meio das instituições financeiras parceiras, cujos gerentes e técnicos atuam diretamente na ponta, os produtores conseguem reorganizar sua estrutura produtiva, recuperar a capacidade de investimento e se preparar para acessar novos créditos dentro do Plano Safra, garantindo a continuidade da atividade rural.<br><br><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<title>Usina de etanol de milho da Inpasa na Bahia recebe R$ 950 milhões do BNDES</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jan 2026 13:02:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[BNDES]]></category>
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		<category><![CDATA[milho]]></category>
		<category><![CDATA[Usina de etanol de milho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou um financiamento de R$ 950 milhões para a Inpasa Agroindustrial S/A construir sua sexta biorrefinaria no Brasil. A unidade será instalada em Luís Eduardo Magalhães, no oeste da Bahia, e produzirá etanol anidro e hidratado a partir da moagem de milho, sorgo e outros grãos. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou um financiamento de R$ 950 milhões para a Inpasa Agroindustrial S/A construir sua sexta biorrefinaria no Brasil.</p>



<p>A unidade será instalada em Luís Eduardo Magalhães, no oeste da Bahia, e produzirá etanol anidro e hidratado a partir da moagem de milho, sorgo e outros grãos. Os recursos serão compostos por R$ 350 milhões do Fundo Clima e R$ 600 milhões da linha Finem. A operação marca a primeira captação da empresa junto ao banco de fomento.</p>



<p>A nova planta terá capacidade anual para processar até 1 milhão de toneladas de milho. A produção prevista inclui 498 milhões de litros de etanol, 248,9 mil toneladas de DDGs (coproduto da produção de etanol a partir do milho), 24.862 toneladas de óleo vegetal e 185 GWh de energia elétrica. A expectativa é de que a unidade atinja a capacidade máxima a partir de 2027.</p>



<p>A área total do empreendimento será de 125.280,50 metros quadrados, localizada na zona rural do município.<a href="https://clck.mgid.com/ghits/24682089/i/58134455/0/pp/4/3?h=OWYtiIBU6ZmmUYN81ku-vtEFLoKAjhTzqz4u6SbsYdw7eYSHPKZvkqcUZM8GsRhx3_4ESGOaF-ni7T4kYwWxqP5o9TstWH1YDft2h0S-tF592XcmXB-M3SY3_lD9Tlu1&amp;rid=cfa5b14d-f07b-11f0-9301-c4cbe1e3eca4&amp;ts=canalrural.com.br&amp;tt=Referral&amp;att=4&amp;cpm=1&amp;abd=1&amp;iv=17&amp;ct=1&amp;gdprApplies=0&amp;st=-180&amp;h2=37_tdX3Sg9rLY8kADvJ40XWYH-RUCLHwy761cwR7jZ2AgHsMI-PYla57s3egJqYvXSKj_RRVJcjZnFzoFC_lHw**&amp;muid=o4opfNRtqzz4" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a></p>



<p><strong>Empregos e impactos regionais</strong></p>



<p>Durante a fase de construção, a estimativa é de geração de cerca de 300 empregos diretos e mais de 3 mil indiretos. Após o início das operações, a planta industrial deverá empregar entre 450 e 500 trabalhadores de forma direta, com foco nas atividades industriais e operacionais.</p>



<p>“A usina de etanol terá um impacto significativo na economia local, além de contribuir para que a Bahia deixe de ser importadora para se tornar exportadora de biocombustíveis”, afirmou o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, em comunicado à imprensa.</p>



<p><strong>Expansão da Inpasa no Brasil</strong></p>



<p>A Inpasa iniciou suas operações no Brasil em 2018 e vem ampliando sua presença no setor de biocombustíveis. Para a empresa, o financiamento representa um marco institucional.</p>



<p>“Fechamos nossa primeira captação de recursos junto ao BNDES e estamos muito satisfeitos com o resultado. A Inpasa, empresa relativamente nova no mercado de biocombustível no Brasil, desde 2018 vem expandindo sua atuação e se orgulha de poder contar com o apoio do BNDES na implantação de sua 6ª biorrefinaria no Brasil, 1ª na Bahia”, disse Moacir Marcos Junior, diretor de RI e Captação da Inpasa, também em comunicado.</p>



<p><strong>Fundo Clima</strong></p>



<p>Criado em 2009, o Fundo Clima é vinculado ao Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima e administrado pelo BNDES. O fundo integra a Política Nacional sobre Mudança do Clima e tem como finalidade apoiar projetos, estudos e financiamentos voltados à mitigação das mudanças climáticas, incluindo empreendimentos, aquisição de máquinas e equipamentos e inovações tecnológicas.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>



<p></p>
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		<item>
		<title>Produtores afetados por eventos climáticos terão R$ 5,2 bilhões em crédito aprovado pelo BNDES</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/produtores-afetados-por-eventos-climaticos-terao-r-52-bilhoes-em-credito-aprovado-pelo-bndes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Dec 2025 13:18:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[BNDES]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[eventos climáticos]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou, em dois meses, R$ 5,2 bilhões por meio do programa BNDES Liquidação de Dívidas Rurais. A iniciativa é voltada a produtores que registraram perdas de safra em decorrência de eventos climáticos e passaram a enfrentar dificuldades para cumprir obrigações financeiras. O protocolo do programa foi [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou, em dois meses, R$ 5,2 bilhões por meio do programa BNDES Liquidação de Dívidas Rurais.</p>



<p>A iniciativa é voltada a produtores que registraram perdas de safra em decorrência de eventos climáticos e passaram a enfrentar dificuldades para cumprir obrigações financeiras. O protocolo do programa foi aberto em 16 de outubro.</p>



<p>Até o momento, foram atendidos agricultores de 642 municípios, em 21 estados. O volume aprovado corresponde a cerca de 19,1 mil operações, com tíquete médio de R$ 273 mil.</p>



<p><strong>Alcance do programa</strong></p>



<p>Além da quitação de dívidas em atraso, o programa permite a reorganização financeira de produtores que renegociaram compromissos anteriores. A medida busca viabilizar a continuidade da atividade produtiva e a manutenção da oferta de alimentos.</p>



<p>“O BNDES é hoje um dos principais financiadores do agro brasileiro. Com esse programa, o governo do presidente Lula está oferecendo aos produtores rurais afetados por eventos climáticos extremos as condições para dar continuidade à sua atividade produtiva”, disse o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.</p>



<p>“Cerca de 62% dos recursos aprovados até agora foram destinados a agricultores familiares e produtores de médio porte, que têm papel central na segurança alimentar e no desenvolvimento regional”, completa.</p>



<p><strong>Orçamento e prazos</strong></p>



<p>O programa conta com orçamento de R$ 12 bilhões do governo federal. O prazo de pagamento pode chegar a nove anos, com até um ano de carência. A distribuição dos recursos entre as instituições financeiras credenciadas seguiu a proporcionalidade da carteira de crédito rural informada ao Banco Central, conforme a Resolução do Conselho Monetário Nacional nº 5.247/2025.</p>



<p>A norma também definiu uma reserva inicial de recursos para cada agente financeiro, válida por 60 dias após a abertura do protocolo.</p>



<p>Desde o último dia 16 de dezembro, os bancos passaram a ter acesso a recursos adicionais além das reservas iniciais. Atualmente, cerca de R$ 6,8 bilhões ainda não foram comprometidos. As operações podem ser protocoladas no BNDES até 6 de fevereiro de 2026.</p>



<p><strong>Quem pode acessar</strong></p>



<p>O programa pode ser utilizado para liquidação ou amortização de operações de crédito rural de custeio e investimento, além de Cédulas de Produto Rural (CPR), inclusive contratos recentes. Os recursos estão disponíveis para produtores rurais, associações, condomínios rurais e cooperativas agrícolas, por meio de instituições financeiras credenciadas.</p>



<p>Os beneficiários devem estar localizados em municípios que tiveram reconhecimento federal de estado de calamidade pública ou situação de emergência entre 2020 e 2024, com perdas superiores a 20% em duas atividades agrícolas no período. Também é exigido registro de perdas acima de 30% em duas ou mais safras entre 2020 e 2025.</p>



<p>Pelo menos 40% dos recursos são reservados a produtores enquadrados no Programa Nacional de Agricultura Familiar (Pronaf) e no Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp). O restante atende produtores de outras linhas de crédito rural, conforme os critérios do programa.<br><br><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<item>
		<title>BNDES amplia investimentos sustentáveis com novos fundos para a economia verde</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/bndes-amplia-investimentos-sustentaveis-com-novos-fundos-para-a-economia-verde/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Sep 2025 15:15:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[BNDES]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[economia verde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) lançou, nesta segunda-feira (1º), um edital público para selecionar fundos de investimento estruturados para projetos de descarbonização de processos industriais, transição energética, infraestrutura para adaptação climática, tecnologia para agricultura verde, restauração ecológica, reflorestamento e conservação de florestas com orçamento de até R$ 5 bilhões. O BNDES [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) lançou, nesta segunda-feira (1º), um edital público para selecionar fundos de investimento estruturados para projetos de descarbonização de processos industriais, transição energética, infraestrutura para adaptação climática, tecnologia para agricultura verde, restauração ecológica, reflorestamento e conservação de florestas com orçamento de até R$ 5 bilhões.</p>



<p>O BNDES prevê cerca de R$ 13 bilhões de capital privado para a iniciativa, alcançando um volume total de R$ 18 bilhões em investimentos.</p>



<p>Nos fundos de equity, a participação da BNDespar no capital comprometido será de até 25%, com a subscrição de cotas no valor de até R$ 1 bilhão por fundo na modalidade de transformação ecológica e de até R$ 500 milhões na modalidade de soluções baseadas na natureza.</p>



<p><a href="https://www.al.to.leg.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a>Os fundos de crédito terão participação da BNDespar de até 50% do capital, com limite de aporte de até R$ 500 milhões por fundo, independente da modalidade.</p>



<p>A Chamada de Clima prevê investimentos em dois tipos de fundos, já existentes ou que sejam criados para esse fim: Fundos de Equity e Fundos de Crédito.</p>



<p>As propostas poderão ser cadastradas até o dia 20 de outubro e podem incluir investidores estrangeiros. O resultado será divulgado em janeiro de 2026.</p>



<p>Serão selecionados até cinco fundos de equity, totalizando até R$ 4 bilhões em aporte do BNDES, sendo até três na Modalidade de Apoio de Transformação Ecológica (transição energética, ecológica, tecnologia para agricultura verde e descarbonização) e até dois na Modalidade de Apoio de Soluções Baseadas na Natureza (reflorestamento, agroflorestas, manejo florestal sustentável, silvicultura regenerativa, preservação e recuperação de ecossistemas e biodiversidade).</p>



<p>Nos Fundos de Crédito, serão selecionados até dois fundos nas duas modalidades, somando aporte do Banco de até R$ 1 bilhão.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Essa é a maior chamada pública voltada a fundos da história do BNDES. Com foco em mitigação climática, reforça o compromisso histórico do banco e do governo do presidente Lula com a sustentabilidade ambiental”, disse o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.</p>
</blockquote>



<p>Ele lembrou ainda que com essa iniciativa, o banco se posiciona como investidor-âncora, “induzindo a participação de investidores privados em setores estratégicos para o desenvolvimento sustentável, para agenda climática e para a melhoria da qualidade de vida dos brasileiros, além de contribuir com o desenvolvimento do mercado de capitais no país”.<br><br><em>Por Agência Brasil. </em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Cooperativas da agricultura familiar recebem R$ 60 milhões do BNDES para fabricar bioinsumos</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/cooperativas-da-agricultura-familiar-recebem-r-60-milhoes-do-bndes-para-fabricar-bioinsumos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Aug 2025 11:59:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura Familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Bioinsumos]]></category>
		<category><![CDATA[BNDES]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O setor de produção de alimentos saudáveis vai receber R$ 60 milhões em recursos não reembolsáveis destinados a cooperativas da agricultura familiar, através do BNDES Bioinsumos. De acordo com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), os recursos objetivam a produção e “multiplicação de bioinsumos acessíveis e replicáveis”. Feitos a partir de microrganismos, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O setor de produção de alimentos saudáveis vai receber R$ 60 milhões em recursos não reembolsáveis destinados a cooperativas da agricultura familiar, através do BNDES Bioinsumos. De acordo com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), os recursos objetivam a produção e “multiplicação de bioinsumos acessíveis e replicáveis”.</p>



<p>Feitos a partir de microrganismos, resíduos vegetais, orgânicos, os bioinsumos são importantes na fertilização do solo e promoção da agricultura sustentável. Eles também atuam como predadores de pragas e promovem o crescimento, o desenvolvimento e a saúde dos sistemas agrícolas, animais, aquícolas e florestais. A iniciativa conta com o apoio técnico da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa)</p>



<p>A ideia é incentivar a produção e multiplicação de bioinsumos em unidades industriais ou semi-industriais, possibilitando a “transição tecnológica para o uso de bioprodutos de forma integrada a agroecossistemas na produção de alimentos saudáveis”. Para isso, o BNDES fará uma chamada pública, com prioridade para as regiões Norte e Nordeste.</p>



<p>“O BNDES Bioinsumos atende a dois compromissos históricos do governo Lula: além de contribuir com o aumento da produção de alimentos saudáveis, garantindo a segurança e soberania alimentar e nutricional, essa iniciativa fortalece a geração de renda de cooperativas da agricultura familiar, ao ampliar o acesso aos bioinsumos, com menores custos e maior produtividade”, disse o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.<br><br><em>Por Revista Cultivar.</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Mais de R$ 520 milhões em crédito do BNDES devem impulsionar a economia do Tocantins</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Aug 2025 12:39:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[BNDES]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ampliou as aprovações de crédito para Tocantins no 1º semestre de 2025, alcançando R$ 520,2 milhões. O valor aprovado para Tocantins foi 17,5% superior ao aprovado no mesmo período de 2024. Os dados são do resultado do 1º semestre do BNDES, divulgados nesta quinta-feira (21). Os recursos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ampliou as aprovações de crédito para Tocantins no 1º semestre de 2025, alcançando R$ 520,2 milhões. O valor aprovado para Tocantins foi 17,5% superior ao aprovado no mesmo período de 2024. Os dados são do resultado do 1º semestre do BNDES, divulgados nesta quinta-feira (21).</p>



<p>Os recursos aprovados em 2025 beneficiaram todos os setores da economia, como agropecuária (R$ 284,6 milhões), comércio e serviços (R$ 86,7 milhões), indústria (R$ 12,9 milhões) e infraestrutura (R$ 136 milhões). Micro, pequenas e médias empresas (MPMEs) foram responsáveis por R$ 425,1 milhões do crédito aprovado, o que corresponde a 81,7% do total. Em Tocantins, destaque para o crescimento no volume de crédito aprovado para comércio e serviços (32,8%) e agropecuária (23,6%) na comparação com o mesmo período de 2024.</p>



<p>&#8220;Ao ampliar o volume de crédito aprovado para Tocantins, o BNDES impulsiona a economia local. Está alavancando negócios de pequenas e grandes empresas, transformando a agropecuária, cada mais inovadora e sustentável, e ampliando os investimentos em infraestrutura. Em Tocantins, o volume de crédito aprovado neste semestre para agropecuária foi 160% superior ao realizado no mesmo período do último ano do governo anterior. Esses resultados demonstram, na prática, o compromisso do presidente Lula em garantir que o desenvolvimento econômico e social alcance todo o país&#8221;, afirma Aloizio Mercadante, presidente do BNDES.</p>



<p><strong>Norte</strong></p>



<p>As aprovações de crédito para a Região Norte alcançaram R$ 2,5 bilhões no primeiro semestre de 2025. Os valores aprovados em 2025 beneficiaram setores como agropecuária (R$ 1 bilhão), comércio e serviços (R$ 604,8 milhões), indústria (R$ 174,3 milhões) e infraestrutura (R$ 725,6 milhões). Do total das aprovações em 2025, R$ 1,99 bilhão foi para micro, pequenas e médias empresas (MPMEs) &#8211; 78,2% do total -, um crescimento de 13,2% em relação ao mesmo período de 2024.</p>



<p><strong>Segundo maior lucro do Sistema Financeiro Nacional</strong></p>



<p>O BNDES registrou no primeiro semestre de 2025 o segundo maior lucro do Sistema Financeiro Nacional, R$ 13,3 bilhões, resultado estável se comparado ao mesmo período de 2024. No semestre, o volume de consultas, aprovações e desembolsos superou as marcas dos últimos cinco anos, com destaque para as aprovações de crédito e as operações garantidas, que registraram aumento de 56% em relação ao primeiro semestre de 2024, com injeção de crédito de R$ 129,6 bilhões, sendo R$ 72,8 bilhões em crédito e R$ 56,8 bilhões em garantias. Em relação a 2022, o aumento foi de 285%.</p>



<p>Os maiores crescimentos em aprovações de crédito foram para a indústria, alcançando R$ 18,1 bilhões, alta de 24% sobre 2024 e de 220% sobre 2022, e para a agropecuária, com R$ 17 bilhões, avanço de 20% em relação a 2024 e de 262% sobre 2022. O crédito aprovado para o setor de comércio e serviços somou R$ 13,5 bilhões (alta de 18% sobre 2024 e de 124% sobre 2022) e para a infraestrutura foi de R$ 24,2 bilhões (queda de 8% sobre 2024, mas alta de 53% sobre 2022).</p>



<p>O apoio a micro, pequenas e médias empresas (MPMEs) apresentou forte expansão no primeiro semestre de 2025. As garantias prestadas por fundos garantidores em operações realizadas por agentes financeiros alcançaram R$ 56,8 bilhões, enquanto as aprovações de crédito somaram R$ 32 bilhões, totalizando o volume de R$ 88,8 bilhões de apoio a estas empresas, aumento de 92% comparado ao primeiro semestre de 2024.<br><br><em>Por AF Notícias. </em></p>
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		<title>BNDES já liberou R$ 10 bilhões em crédito pelo Plano Safra 2025/26</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/bndes-ja-liberou-r-10-bilhoes-em-credito-pelo-plano-safra-2025-26/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Aug 2025 12:01:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[BNDES]]></category>
		<category><![CDATA[Plano Safra 2025/26]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) atingiu R$ 10 bilhões em aprovações de crédito do Plano Safra 2025/2026 em menos de um mês desde a abertura das linhas. Os recursos começaram a ser liberados em 17 de julho e já beneficiaram agricultores familiares, médios e grandes produtores, além de cooperativas, em praticamente todo o país. As aprovações [&#8230;]</p>
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<p>O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) atingiu R$ 10 bilhões em aprovações de crédito do Plano Safra 2025/2026 em menos de um mês desde a abertura das linhas. Os recursos começaram a ser liberados em 17 de julho e já beneficiaram agricultores familiares, médios e grandes produtores, além de cooperativas, em praticamente todo o país.</p>



<p>As aprovações envolvem recursos equalizados de programas agropecuários do governo federal, como Pronaf, Pronamp, PCA e Moderfrota, além do BNDES Crédito Rural, que somou R$ 812 milhões.</p>



<p><strong>Custeio e investimento no Plano Safra</strong></p>



<p>Nas linhas de custeio, abertas no dia 17, foram consumidos R$ 2,68 bilhões. Já nas linhas de investimento — destinadas a instalações e máquinas e liberadas no dia 24, foram aprovados R$ 7,37 bilhões.</p>



<p>Do total, R$ 9,1 bilhões foram direcionados a agricultores familiares, micro, pequenos e médios produtores e cooperativas. As 39 mil operações registradas até agora foram distribuídas entre 24 agentes financeiros credenciados, cobrindo mais de 20 linhas de financiamento.</p>



<p>Cerca de 70% dos recursos (R$ 6,9 bilhões) foram operados por bancos cooperativos e cooperativas de crédito. Segundo o BNDES, o modelo de atuação por meio de instituições parceiras garante a descentralização dos recursos, que já chegaram a 93% dos municípios brasileiros.</p>



<p><strong>Alta demanda e maior orçamento da história</strong></p>



<p>O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, destacou que o desempenho reflete a elevada demanda do setor e a capacidade de resposta do banco.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“São recursos que atendem grandes e pequenos agricultores e mostram o nosso compromisso com o setor agropecuário sustentável e inovador. Dos R$ 10 bilhões aprovados até agora, cerca de R$ 3,3 bilhões foram para a agricultura familiar”, afirmou.</p>
</blockquote>



<p>Para o Plano Safra 2025/2026, o BNDES terá R$ 70 bilhões disponíveis até 30 de junho de 2026 — o maior orçamento da história do banco para o setor, 5% acima do ciclo anterior e 180% maior que o de 2022/2023.</p>



<p><strong>Condições de crédito</strong></p>



<p>Do total, R$ 39,7 bilhões serão recursos equalizáveis acessados via Programas Agropecuários do Governo Federal. Deste montante:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>R$ 26,3 bilhões para médios e grandes produtores, com juros entre 8,5% e 14% ao ano;</li>



<li>R$ 13,4 bilhões para pequenos produtores da agricultura familiar, com juros entre 0,5% e 8% ao ano.</li>
</ul>



<p>Na agricultura empresarial, o BNDES oferece crédito via programas como Moderfrota, Pronamp, Renovagro, Inovagro, Proirriga, Prodecoop e PCA. Já a agricultura familiar conta com diversas linhas do Pronaf, que receberá R$ 13,4 bilhões, 9% a mais que no ciclo anterior.</p>



<p><em>Por Canal Rural.</em></p>
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		<title>Plano Safra terá R$ 70 bilhões em crédito do BNDES, maior valor da história</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Jul 2025 14:32:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[BNDES]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Plano Safra 2025/2026]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) informou, nesta sexta-feira (11), que vai disponibilizar R$ 70 bilhões em linhas de financiamento que atendem ao Plano Safra 2025/2026. O montante é o maior já oferecido pelo banco de fomento e representa acréscimo de 5% em relação ao ano anterior. O valor não chega a [&#8230;]</p>
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<p>O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) informou, nesta sexta-feira (11), que vai disponibilizar R$ 70 bilhões em linhas de financiamento que atendem ao Plano Safra 2025/2026. O montante é o maior já oferecido pelo banco de fomento e representa acréscimo de 5% em relação ao ano anterior.</p>



<p>O valor não chega a representar aumento real, pois&nbsp;<a target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-07/ipca-de-junho-faz-brasil-estourar-novo-modelo-de-metas-de-inflacao" rel="noreferrer noopener">fica abaixo da inflação acumulada nos últimos 12 meses</a>&nbsp;.</p>



<p>O Plano Safra é uma das principais iniciativas do governo federal para financiamento aos produtores rurais, com a disponibilização de empréstimos com juros mais baixos que os cobrados pelos bancos privados. O BNDES é um braço financeiro da política de fomento.</p>



<p><a href="https://www.al.to.leg.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a>Para o período de 12 meses, a contar até julho, R$ 39,7 bilhões poderão ser acessados por meio de programas agropecuários do governo federal e R$ 30 bilhões de recursos próprios do BNDES. Os recursos são para custeio da produção, investimentos e comercialização.<br><br>Dos recursos acessíveis via programas do governo, R$ 26,3 bilhões são destinados para médios e grandes produtores da agricultura empresarial, com taxas de juros entre 8,5% e 14% ao ano.</p>



<p><strong>Pequenos produtores da agricultura familiar terão acesso a R$ 13,4 bilhões, com juros entre 0,5% e 8% ao ano.</strong></p>



<p>Do montante total, R$ 14,4 bilhões terão custo financeiro atrelado ao dólar, voltados ao agronegócio. É uma forma de fazer com que a dívida acompanhe o comportamento da fonte de receitas dos exportadores, em moeda estrangeira.</p>



<p>O apoio do BNDES ao Plano Safra pode ser de forma direta – contratação da dívida junto ao banco – ou indireta, por meio de 80 instituições financeiras parceiras credenciadas espalhadas pelo país.</p>



<p><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-07/governo-lanca-plano-safra-de-r-5162-bilhoes-para-agronegocio" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O Plano Safra, lançado em 1º de julho, alcança R$ 516,2 bilhões em crédito rural</a>, valor que inclui outras formas de financiamento além da do BNDES. A ação é coordenada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária e inclui operações de custeio, comercialização e investimento.</p>



<p><strong>Safra recorde</strong></p>



<p>O Brasil se prepara para uma safra recorde. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a produção de cereais, leguminosas e oleaginosas deve totalizar 333,3 milhões de toneladas em 2025, um acréscimo de 13,9% ante a colheita de 2024.<br><br><em>Por Agência Brasil.</em></p>



<p></p>
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		<title>BNDES barra R$ 44,8 milhões em crédito rural no Tocantins por suspeita de desmatamento ilegal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Jun 2025 11:53:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[BNDES]]></category>
		<category><![CDATA[Crédito Rural]]></category>
		<category><![CDATA[Desmatamento Ilegal]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O&#160;Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)&#160;atingiu o volume de R$ 806,3 milhões de financiamentos evitados a produtores rurais que tinham propriedades com indícios de desmatamento ilegal. O MapBiomas monitora os biomas brasileiros via satélite e tem parceria com o BNDES desde 2023. O balanço divulgado nesta quarta-feira (5), Dia do Meio Ambiente, mostra [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O&nbsp;<strong>Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)</strong>&nbsp;atingiu o volume de R$ 806,3 milhões de financiamentos evitados a produtores rurais que tinham propriedades com indícios de desmatamento ilegal. O MapBiomas monitora os biomas brasileiros via satélite e tem parceria com o BNDES desde 2023. O balanço divulgado nesta quarta-feira (5), Dia do Meio Ambiente, mostra que chegou a quase R$ 1 milhão por dia o volume de solicitações de crédito não contratado a produtores ruais cujas propriedades tiveram alertas de indícios de desmatamento irregular.</p>



<p>No Tocantins, o volume de crédito evitado chegou a R$ 44,8 milhões, no mesmo período. O estado foi o segundo do Brasil em percentual de financiamento evitado, com 3,2% de crédito não concedido dos R$ 1,39 bi solicitados. Do total de solicitações feitas para Tocantins desde fevereiro de 2023, em 4,1% foram registrados alertas de indícios de desmatamento ilegal.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><em>Foram 3.723 alertas entre fevereiro de 2023 e abril de 2025, o equivalente a 1% das solicitações de crédito feitas no período</em></li>



<li><em>Normas adotadas pelo BNDES são mais rígidas que as definidas pelo Banco Central para o crédito rural</em></li>
</ul>



<p>Os 3.723 alertas ativos de indícios de desmatamento ilegal registrados desde fevereiro de 2023 equivalem a 1% das 337,2 mil solicitações de crédito rural encaminhadas ao BNDES neste período. São consideradas de crédito rural as operações dos programas agropecuários do Governo Federal, com juros equalizados; da linha BNDES Crédito Rural e aquelas que tenham marcação de crédito agrícola pelo Banco Central (BC).</p>



<p>“A tecnologia e uma governança rígida nos permitem atuar com agilidade e precisão na análise do crédito e atender a urgente agenda de enfrentamento das mudanças climáticas. Só no mês de abril deste ano, o volume de crédito evitado para quem possui indício de desmatamento ilegal foi de quase R$ 25 milhões. O BNDES é um grande parceiro do agronegócio e da pecuária, mas não é complacente com o agronegócio que destrói o meio ambiente. O banco acredita e apoia a agropecuária que tem o meio ambiente como aliado, que inova e é sustentável. O tempo do crédito para o agro que desmata já passou”, afirma Aloizio Mercadante, presidente do BNDES.</p>



<p><strong>Regiões</strong><br><br> A região Norte teve o maior percentual de financiamentos evitados (2,2% dos R$ 4,3 bilhões solicitados), com alertas ativos de indícios de desmatamento ilegal em 2,5% das quase 7,2 mil solicitações. O Nordeste foi a região que registrou a maior taxa de alertas ativos de indícios de desmatamento ilegal (2,8% das mais de 9,4 mil solicitações) e segundo maior percentual entre as regiões de financiamentos evitados (1,6% de R$ 5,95 bilhões).</p>



<p>Os melhores indicadores têm sido registrados no Sudeste, com bloqueio de 0,4% do total de 15,4 bilhões de volume de crédito solicitado e alertas de indícios de desmatamento ilegal de 0,3% das 46,3 mil solicitações de crédito rural. No Centro-Oeste, foram bloqueados 0,8% dos R$ 20,1 bilhões solicitados, e emitidos alertas de indícios de desmatamento ilegal em cerca de 1% das 22,3 mil solicitações. A região Sul teve evitados 0,9% dos R$ 42,3 bilhões solicitados e apresentou 1,1% das 252,1 mil solicitações de alertas de indício de desmatamento ilegal.</p>



<p>Em todo o período de vigência da parceria entre o BNDES e o MapBiomas, o Estado do Amazonas teve os maiores percentuais, com 6,25% de alertas de desmatamento em 48 solicitações de crédito e 12,64% de financiamentos evitados dos quase R$ 13 milhões solicitados.</p>



<p>Entre os 10 estados com maiores percentuais de financiamentos evitados, quatro são da região Norte (Amazonas, Tocantins, Acre e Rondônia); e seis, do Nordeste (Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Ceará). Entre todos os entes federativos, o Distrito Federal e o Amapá foram os únicos que não tiveram alertas, muito em função do menor número de solicitações de crédito rural ao BNDES</p>



<p><strong>Ferramenta tecnológica</strong> <br><br>A plataforma MapBiomas é capaz de validar alertas de indícios de desmatamento ilegal por meio de imagens de alta resolução e produzir laudos de constatação de desmatamentos recentes. A integração totalmente automatizada dos dados do MapBiomas com a plataforma operacional do BNDES permite ao Banco, inclusive, monitorar operações já contratadas, cujas propriedades rurais estão registradas no Sistema Nacional de Cadastro Ambiental Rural (SICAR) do Ministério da Agricultura e Pecuária</p>



<p><em>Por Agência BNDES de Notícias.</em></p>
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		<item>
		<title>BNDES vai estruturar PPP de hidrovias nos rios Tapajós e Tocantins</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/bndes-vai-estruturar-ppp-de-hidrovias-nos-rios-tapajos-e-tocantins/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Feb 2025 14:07:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[BNDES]]></category>
		<category><![CDATA[Hidrovias]]></category>
		<category><![CDATA[ppp]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Tapajós]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Tocanrtins]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ) assinaram nesta segunda-feira (17/2), em Brasília (DF) contrato para a estruturação do projeto de parceria para investimento e administração das hidrovias dos rios Tapajós e Tocantins, cobrindo cerca de 2.400 quilômetros de extensão de vias navegáveis. O evento contou [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ) assinaram nesta segunda-feira (17/2), em Brasília (DF) contrato para a estruturação do projeto de parceria para investimento e administração das hidrovias dos rios Tapajós e Tocantins, cobrindo cerca de 2.400 quilômetros de extensão de vias navegáveis. O evento contou com a participação do diretor de Planejamento e Relações Institucionais do Banco, Nelson Barbosa, e do diretor-presidente da Antaq, Eduardo Nery Machado Filho.</p>



<p>As duas hidrovias estão entre os seis “Trechos Hidroviários Estratégicos” definidos no Plano Geral de Outorgas (PGO) da ANTAQ, sendo priorizadas pela política pública federal com base em critérios como o volume atual de transporte e o potencial de crescimento.</p>



<p>O projeto tem como objetivo viabilizar investimentos para ampliação de capacidade, dragagens de manutenção, sinalização, monitoramento e incremento da segurança da navegação, transformando o que atualmente são rios navegáveis em hidrovias de fato. Ambos os rios enfrentam desafios comuns, como a necessidade de investimentos em dragagem e sinalização, especialmente em épocas de seca, conferindo perenidade para navegação ao longo do ano e um serviço de maior qualidade aos usuários transportadores de cargas.</p>



<p>“A maior utilização das hidrovias viabiliza o transporte de grandes volumes de carga de forma eficiente e com menor impacto ambiental em comparação ao transporte rodoviário. Além de reduzir as emissões de CO2, promovem o desenvolvimento regional, ao facilitar o escoamento da produção agrícola, mineral e industrial da região, gerando empregos e renda para a população”, explica o diretor do BNDES, Nelson Barbosa. Segundo ele, “a outorga da administração das hidrovias nos rios Tapajós e Tocantins tem o potencial de promover o desenvolvimento econômico sustentável no chamado Arco Norte, fortalecendo a infraestrutura logística do Brasil e contribuindo para a integração regional.”</p>



<p><strong>Hidrovia do rio Tapajós (650 km) </strong><br><br>Hidrovia estratégica para a transferência de graneis sólidos vegetais oriundos principalmente do Mato Grosso, que seguem para transbordo em instalações portuárias aptas ao transporte marítimo em Santarém (PA), Santana (AP) ou Barcarena (PA). O Plano Geral de Outorgas (PGO) destaca o potencial para viabilizar navegações de cabotagem e longo curso nesse trecho, desde que sejam realizadas dragagens corretivas e o aprofundamento do canal. Serão estudados dois trechos: (i) entre Itaituba (PA) e Santarém (PA); e (ii) estreitos entre Breves (PA) e Abaetetuba (PA).</p>



<p><strong>Hidrovia do rio Tocantins (1750 km) </strong><br><br>Hidrovia que conecta o Centro-Oeste do Brasil ao Oceano Atlântico, tendo sido qualificada no Programa de Parcerias de Investimentos – PPI, por meio do Decreto nº 12.193/2024. Atualmente, a navegação de grande porte ocorre predominantemente entre o Porto de Vila do Conde e a foz do rio. O trecho entre Marabá (PA) e Barcarena (PA) também apresenta atividade de navegação comercial. A médio e longo prazos, com a garantia de manutenção do trecho já navegável e investimentos na expansão da infraestrutura, especialmente em dragagens e no derrocamento do Pedral do Lourenço, a hidrovia pode agregar progressivamente novos trechos a montante, ampliando sua relevância para o transporte regional e nacional.</p>



<p><em>Por Agência Gov. </em></p>
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