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	<title>Boi Gordo Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>Boi Gordo Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Boi gordo inicia a semana em alta e arroba chega a R$ 335 em São Paulo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 12:46:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Arroba do boi gordo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mercado registra segundo reajuste consecutivo após mais de um mês de estabilidade; oferta restrita sustenta preços O mercado do boi gordo iniciou a semana com nova valorização nas principais praças pecuárias de São Paulo. Segundo levantamento da Scot Consultoria, a arroba do boi gordo subiu R$ 3 nesta segunda-feira (20), alcançando R$ 335, no pagamento [&#8230;]</p>
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<p><em>Mercado registra segundo reajuste consecutivo após mais de um mês de estabilidade; oferta restrita sustenta preços</em></p>



<p>O mercado do boi gordo iniciou a semana com nova valorização nas principais praças pecuárias de São Paulo. Segundo levantamento da <strong>Scot Consultoria</strong>, a arroba do boi gordo subiu <strong>R$ 3</strong> nesta segunda-feira (20), alcançando <strong>R$ 335</strong>, no pagamento a prazo, nas regiões de Araçatuba e Barretos.</p>



<p>Este é o segundo reajuste consecutivo registrado pela consultoria, encerrando um período de mais de um mês sem altas nas cotações.</p>



<p>A novilha também apresentou valorização de <strong>R$ 3</strong>, sendo negociada a <strong>R$ 325 por arroba</strong>. Já os preços da vaca gorda e do chamado <strong>&#8220;boi China&#8221;</strong> permaneceram estáveis.</p>



<p><strong>Oferta reduzida sustenta mercado</strong></p>



<p>De acordo com a Scot Consultoria, os pecuaristas seguem resistentes em negociar animais por valores abaixo das referências de mercado, fator que tem contribuído para a sustentação das cotações.</p>



<p>Embora tenham sido registrados negócios pontuais na faixa de <strong>R$ 340 por arroba</strong>, esses valores ainda não representam a referência predominante do mercado paulista.</p>



<p>Além das duas principais praças de São Paulo, outras dez regiões acompanhadas pela consultoria também registraram valorização no preço do boi gordo, enquanto 21 praças permaneceram estáveis.</p>



<p><strong>Carne no atacado também sobe</strong></p>



<p>No mercado atacadista, a carne bovina iniciou a segunda quinzena de julho com aumento nos preços.</p>



<p>Segundo a Scot, o bom ritmo de vendas na primeira metade do mês levou o varejo a reforçar os estoques, movimento considerado incomum para o período. Ao mesmo tempo, a oferta de carcaças, especialmente de fêmeas, permaneceu mais restrita, contribuindo para a valorização dos cortes.</p>



<p><strong>Exportações recuam, mas preços seguem firmes</strong></p>



<p>Apesar da recuperação do mercado interno, as exportações brasileiras de carne bovina in natura registraram desaceleração nos primeiros 13 dias úteis de julho.</p>



<p>Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), analisados pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), mostram que o Brasil embarcou <strong>140,4 mil toneladas</strong> no período, com média diária de <strong>10,8 mil toneladas</strong>, volume <strong>10,3% inferior</strong> ao registrado no mesmo período de julho de 2025.</p>



<p>Por outro lado, o preço médio da carne exportada continua em alta. A tonelada foi negociada, em média, a <strong>US$ 6.387,70</strong>, valor <strong>15,1% superior</strong> ao observado em julho do ano passado, reforçando a boa remuneração das vendas brasileiras no mercado internacional.</p>



<p><em>Por Globo Rural. </em></p>
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		<title>Mercado do boi gordo segue travado com consumo fraco e pressão sobre a carne, aponta Cepea</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 12:28:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Boi Gordo]]></category>
		<category><![CDATA[cepea]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Oferta controlada de animais e demanda enfraquecida mantêm o ritmo lento das negociações na maior parte das praças pecuárias. O mercado do boi gordo segue pressionado, com predominância de estabilidade nos preços e baixa liquidez na maior parte das praças pecuárias do país. Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), a oferta controlada [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Oferta controlada de animais e demanda enfraquecida mantêm o ritmo lento das negociações na maior parte das praças pecuárias.</em></p>



<p>O mercado do boi gordo segue pressionado, com predominância de estabilidade nos preços e baixa liquidez na maior parte das praças pecuárias do país. Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), a oferta controlada de animais e a demanda enfraquecida continuam limitando o ritmo dos negócios.</p>



<p>Em Sorriso (MT), os preços permaneceram estáveis, com negociações entre R$ 310 e R$ 315 por arroba. De acordo com o Cepea, a expectativa de valorização nos próximos dias levou produtores a resistirem às ofertas da indústria, deixando o mercado travado. As escalas de abate variaram entre sete e nove dias.</p>



<p>Já em Cassilândia (MS), foi registrada uma alta pontual de R$ 5 por arroba para machos e fêmeas, em um cenário de oferta restrita.</p>



<p>Ainda assim, o Cepea ressalta que o movimento não foi generalizado e o interesse de compra permaneceu baixo, com parte dos frigoríficos buscando animais em outros estados quando os custos se mostraram mais competitivos. As negociações ocorreram entre R$ 325 e R$ 335 por arroba, com escalas de abate de seis a nove dias.</p>



<p>Em Goiânia (GO), a baixa oferta de animais não impediu um recuo de R$ 5 por arroba em relação à semana passada. Segundo o Cepea, a dificuldade no escoamento da carne no mercado interno tem reduzido o giro da mercadoria, pressionando as cotações. Os negócios foram registrados entre R$ 310 e R$ 320 por arroba, com escalas de abate próximas de uma semana.</p>



<p><strong>Carne bovina cai no atacado</strong></p>



<p>No atacado da Grande São Paulo, o Cepea também observou novas quedas nos preços da&nbsp;<a href="https://www.canalrural.com.br/tag/carne-bovina/">carne bovina</a>&nbsp;com osso. A carcaça casada bovina foi negociada, em média, a R$ 23,55 por quilo à vista, recuo de 0,47% em relação ao dia anterior.</p>



<p>Segundo o centro de pesquisas, a retração reflete a demanda enfraquecida no mercado interno, cenário que também sofre influência do período de férias escolares, quando o consumo tende a perder ritmo.</p>
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		<title>Arroba do boi gordo perde força, mas cenário aponta reação no último trimestre</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/arroba-do-boi-gordo-perde-forca-mas-cenario-aponta-reacao-no-ultimo-trimestre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 11:55:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Boi Gordo]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Abates destinados ao mercado externo devem impulsionar as cotações. O mercado físico do boi gordo registrou lentidão nos negócios ao longo da semana. Segundo o analista da consultoria Safras &#38; Mercado, Fernando Iglesias, os pecuaristas relutam em entregar os animais nas atuais condições de preço, enquanto os frigoríficos que ainda operam com escalas encurtadas tentam [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em><em>Abates destinados ao mercado externo devem impulsionar as cotações.</em></em></p>



<p>O mercado físico do boi gordo registrou lentidão nos negócios ao longo da semana. Segundo o analista da consultoria Safras &amp; Mercado, Fernando Iglesias, os pecuaristas relutam em entregar os animais nas atuais condições de preço, enquanto os frigoríficos que ainda operam com escalas encurtadas tentam sustentar a pressão baixista nas cotações.</p>



<p>No entanto, o especialista esclarece que as condições para o produtor cadenciar o ritmo dos negócios são piores no momento, considerando o atual momento das pastagens, além da necessidade de girar os negócios nos confinamentos.</p>



<p>Iglesias destaca que o virtual esgotamento da cota chinesa de 1,1 milhão de toneladas de carne bovina é um elemento importante a ser mencionado neste momento. “As indústrias ainda operam com maior capacidade ociosa para se adequar a uma realidade de menor exportação ao principal mercado do Brasil nos últimos anos.”</p>



<p><strong>O que esperar?</strong></p>



<p>Os preços da arroba do boi gordo devem ter uma alta consistente no último trimestre do ano. A volta da demanda chinesa focada na cota de exportação do Brasil em 2027, a forte procura esperada pelos Estados Unidos e o período auge de demanda no mercado interno tendem a dar sustentação ao mercado.</p>



<p>O coordenador da equipe de inteligência de mercado da Scot Consultoria, Felipe Fabbri, acredita que a arroba deve superar a máxima do ano até aqui, de R$ 360 na praça-base São Paulo. “Há uma soma de fatores que nos levam a crer neste comportamento, como a menor participação de fêmeas em relação aos machos, o que puxa o preço do boi intraanualmente.”</p>



<p>Além disso, o especialista ressalta que a partir de setembro, a tendência é a de que a movimentação para o período eleitoral no Brasil intensifique a circulação de renda no país, além da geração de empregos temporários típicos do fim do ano e a diminuição de encargos, somada às bonificações e festas de fim de ano.</p>



<p>“Do lado exportador, o setor já programa os abates e produção de carne para enviar à China e para os Estados Unidos fora das tarifas adicionais que os dois países impõem após a cota de volume superada. Outro destaque é a estação de monta no Brasil, que estimula a retenção de matrizes e, com isso, os preços atuais da reposição devem puxar uma aceleração do quadro para o fim do ano”, destaca Fabbri.</p>



<p><strong>Média da arroba do boi</strong></p>



<p>Os valores do boi gordo, na modalidade a prazo, estavam assim no dia 9 de julho:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>São Paulo (Capital):&nbsp;</strong>R$ 330, baixa de 1,49% frente aos R$ 335 registrados no final da última semana;</li>



<li><strong>Goiás (Goiânia):&nbsp;</strong>R$ 315, recuo de 1,56% ante os R$ 320 do final da semana anterior;</li>



<li><strong>Minas Gerais (Uberaba):</strong>&nbsp;R$ 310, retração de 1,59% em comparação aos R$ 315 praticados no fechamento da semana anterior;</li>



<li><strong>Mato Grosso do Sul (Dourados):&nbsp;</strong>R$ 320, sem mudanças frente à semana passada;</li>



<li><strong>Mato Grosso (Cuiabá):</strong>&nbsp;R$ 320, decréscimo de 3,03% perante os R$ 330 registrados no fechamento da semana passada;</li>



<li><strong>Rondônia (Vilhena):&nbsp;</strong>R$ 315, declínio de 1,56% em relação aos R$ 320,00 registrados no encerramento da semana passada.</li>
</ul>



<p><strong>Mercado atacadista</strong></p>



<p>O mercado atacadista se deparou com preços estáveis durante a semana. A eliminação precoce da seleção brasileira de futebol resultou em uma expectativa mais comedida de consumo de carne em relação à Copa do Mundo.</p>



<p>“A carne bovina ainda perde competitividade se comparada às proteínas concorrentes, em especial frente à carne de frango”, lembra o analista.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Quarto do dianteiro:</strong>&nbsp;cotado a R$ 20 por quilo, queda de 4,76% frente aos R$ 21 por quilo praticados na semana passada;</li>



<li><strong>Quarto do traseiro bovino:</strong>&nbsp;precificado a R$ 25,50 por quilo, sem mudanças ante à semana anterior.</li>
</ul>



<p>Exportações de carne bovina</p>



<p>As exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada do Brasil renderam US$ 288,346 milhões em julho até o momento (3 dias úteis), com média diária de US$ 96,115 milhões, conforme dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).</p>



<p>A quantidade total exportada pelo país chegou a 45,169 mil toneladas, com média diária de 15,056 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 6.387,70.</p>



<p>Em relação a julho de 2025, houve alta de&nbsp;<strong>43,9%</strong>&nbsp;no valor médio diário da exportação, ganho de&nbsp;<strong>25,1%</strong>&nbsp;na quantidade média diária exportada e avanço de&nbsp;<strong>15%</strong>&nbsp;no preço médio.</p>



<p><em>Com informações de Safras New</em>s.</p>



<p></p>
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		<item>
		<title>Preço do boi gordo recua para R$ 315 por arroba com mercado em compasso de espera</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/preco-do-boi-gordo-recua-para-r-315-por-arroba-com-mercado-em-compasso-de-espera/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 12:47:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Boi Gordo]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Gado]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Preço do boi gordo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mercado segue travado, com consumo interno enfraquecido e pressão sobre as cotações em diversas praças pecuárias, segundo o Cepea O mercado físico do boi gordo seguiu em ritmo lento na última quarta-feira (8), com baixa liquidez e preços praticamente estáveis na maior parte das praças pecuárias. Segundo análise do Centro de Estudos Avançados em Economia [&#8230;]</p>
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<p><em>Mercado segue travado, com consumo interno enfraquecido e pressão sobre as cotações em diversas praças pecuárias, segundo o Cepea</em></p>



<p>O mercado físico do boi gordo seguiu em ritmo lento na última quarta-feira (8), com baixa liquidez e preços praticamente estáveis na maior parte das praças pecuárias. Segundo análise do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), frigoríficos e pecuaristas continuam adotando uma postura de espera, enquanto o consumo de carne bovina no mercado interno segue enfraquecido.</p>



<p>De acordo com o Cepea, apesar de parte dos frigoríficos do estado de São Paulo manter as atividades durante o feriado estadual desta quarta-feira (9), o volume de negociações já havia diminuído na véspera. A maioria dos negócios foi fechada nos mesmos valores registrados na terça-feira (7), refletindo um mercado sem força para novas movimentações.</p>



<p>Em Colíder (MT), compradores relataram que a oferta de animais é considerada confortável, mas os pecuaristas seguem resistentes em aceitar preços menores. As negociações do boi gordo ocorreram entre R$ 315 e R$ 320 por arroba, com escalas de abate variando de seis a dez dias.<br><br>Já em Cassilândia (MS), frigoríficos chegaram a ofertar redução de R$ 5 por arroba, mas não conseguiram fechar negócios. Segundo o Cepea, a oferta limitada de animais terminados continua sustentando as cotações, que permaneceram entre R$ 325 e R$ 330 por arroba. As escalas de abate no município variaram de cinco a nove dias.</p>



<p><strong>Mercado de carne segue enfraquecido<br></strong><br>O principal desafio para a indústria continua sendo o desempenho das vendas de carne bovina no mercado doméstico. Nem mesmo o período de recebimento dos salários foi suficiente para estimular a demanda, segundo o Cepea.</p>



<p>Em algumas regiões, representantes de frigoríficos com foco no abastecimento do mercado interno relataram redução no ritmo de abates diante da lentidão nas vendas.</p>



<p>Esse cenário também se reflete nos preços da carne no atacado. Pelo levantamento do Cepea, a carcaça casada bovina negociada à vista na Grande São Paulo voltou a registrar queda e passou a ser comercializada a R$ 23,77 por quilo. O valor está cerca de R$ 1 abaixo da média observada em meados de junho.</p>



<p>Na avaliação do Cepea, enquanto o consumo doméstico permanecer enfraquecido e os pecuaristas resistirem a vender animais por preços menores, o mercado do boi gordo tende a seguir em compasso de espera nos próximos dias.</p>



<p><em>Por Canal Rural.</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Mercado do boi gordo segue travado e frigoríficos enfrentam dificuldade para ampliar escalas de abate</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/mercado-do-boi-gordo-segue-travado-e-frigorificos-enfrentam-dificuldade-para-ampliar-escalas-de-abate/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 13:23:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Boi Gordo]]></category>
		<category><![CDATA[Frigoríficos]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Safras & Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O mercado físico do boi gordo seguiu enfrentando um ambiente de negócios travado nesta terça-feira. Segundo o analista da Safras &#38; Mercado, Fernando Henrique Iglesias, a dificuldade dos frigoríficos em alongar as escalas de abate já resulta em negócios acima da referência média em algumas regiões, como em Mato Grosso do Sul. Em São Paulo, o feriado estadual [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O mercado físico do boi gordo seguiu enfrentando um ambiente de negócios travado nesta terça-feira. Segundo o analista da<a href="https://safras.com.br/"> Safras &amp; Mercado</a>, Fernando Henrique Iglesias, a dificuldade dos frigoríficos em alongar as escalas de abate já resulta em negócios acima da referência média em algumas regiões, como em Mato Grosso do Sul.</p>



<p>Em São Paulo, o feriado estadual de 9 de julho pode tornar a situação das escalas de abate ainda mais apertada. Outro fator que segue no radar é o esgotamento precoce das cotas de exportação para a China. De acordo com Iglesias, embora os embarques tenham sido intensificados em maio e junho, a internalização da carne nos portos chineses ocorre de forma lenta, retardando o avanço do preenchimento das cotas.</p>



<p>No mercado físico, a arroba do boi gordo foi cotada, em média, a R$ 327,83 em São Paulo, R$ 314,71 em Goiás, R$ 309,65 em Minas Gerais, R$ 320,80 no Mato Grosso do Sul e R$ 317,30 no Mato Grosso.</p>



<p><strong>Atacado do boi gordo</strong></p>



<p>No atacado, os preços permaneceram acomodados ao longo da terça-feira. A eliminação precoce da seleção brasileira de futebol reduziu a expectativa de aumento do consumo durante a Copa do Mundo. Além disso, a carne bovina continua perdendo competitividade frente a proteínas concorrentes, principalmente a carne de frango.<a href="https://clck.mgid.com/ghits/27349395/i/67325933/0/pp/4/1?h=8WlcaW6PDYNSTA_CaGudigC3TVCLl9ZuJ9sYggYRjbcoIaqz1XLBN6XCNJyOLROMRHuP7G1_r5VOWjkRTeUwzEn7YYIuq9CNlavgrVK4bGYw9iRE6KJu_fAQu6uHqH7-&amp;rid=c5e00d5c-7acc-11f1-bd52-d404e6faf7f0&amp;ts=canalrural.com.br&amp;tt=Referral&amp;att=4&amp;cpm=1&amp;iv=17&amp;ct=1&amp;gdprApplies=0&amp;st=-180&amp;h2=37_tdX3Sg9rLY8kADvJ40YNLSG4UbKMGxZxPQBEUpqYgk3tG4cG8M-vlM73vdpSDqfvlDKb-4OLkBbPvXM3KGA**&amp;mcca=0.0077&amp;muid=o4opfNRtqzz4" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a></p>



<p>O quarto dianteiro permaneceu cotado a R$ 20,00 por quilo, enquanto o quarto traseiro seguiu em R$ 25,50 por quilo. A ponta de agulha manteve o preço de R$ 18,50 por quilo.</p>



<p><strong>Câmbio</strong></p>



<p>No mercado cambial, o dólar comercial encerrou o dia em alta de 0,39%, cotado a R$ 5,1526 para venda e R$ 5,1506 para compra.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Boi gordo fecha junho em queda com ajuste no mercado interno e nas exportações</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/boi-gordo-fecha-junho-em-queda-com-ajuste-no-mercado-interno-e-nas-exportacoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 13:57:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Boi Gordo]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Exportações]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Menor procura da China e desaceleração dos abates influenciaram o recuo da arroba O mercado físico do boi gordo encerrou junho em forte movimento de correção, com queda nas cotações da arroba em praticamente todas as principais regiões produtoras do Brasil. Segundo a Safras &#38; Mercado, o cenário foi influenciado pelo ajuste da indústria frigorífica diante da redução [&#8230;]</p>
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<p><em>Menor procura da China e desaceleração dos abates influenciaram o recuo da arroba</em></p>



<p>O mercado físico do boi gordo encerrou junho em forte movimento de correção, com queda nas cotações da arroba em praticamente todas as principais regiões produtoras do Brasil. Segundo a Safras &amp; Mercado, o cenário foi influenciado pelo ajuste da indústria frigorífica diante da redução temporária das compras chinesas, principal destino da carne bovina brasileira.</p>



<p>De acordo com o analista Fernando Iglesias, os frigoríficos reduziram a capacidade de abate e passaram a anunciar férias coletivas em diversas unidades para adequar a produção ao menor ritmo das exportações previsto para o terceiro trimestre.</p>



<p>O primeiro semestre também foi marcado por intensa volatilidade no mercado do boi gordo. As constantes mudanças relacionadas à salvaguarda chinesa provocaram oscilações nos preços, levando as indústrias a reagirem rapidamente às informações do mercado. Diante desse cenário, a recomendação é que os pecuaristas utilizem ferramentas de proteção de preços para reduzir riscos.</p>



<p>Entre as praças pecuárias, São Paulo registrou arroba a R$ 335, queda de 5,63% em relação ao fim de maio. Em Goiânia (GO), o preço recuou para R$ 320 (-3,03%). Em Uberaba (MG), a arroba caiu para R$ 315 (-3,08%). Já em Dourados (MS), a retração foi de 8,57%, com a arroba cotada a R$ 320. Em Cuiabá (MT), o preço caiu 7,04%, para R$ 330, enquanto em Vilhena (RO) a arroba encerrou o mês em R$ 320, baixa de 4,48%.<a href="https://clck.mgid.com/ghits/27305341/i/67325933/0/pp/4/3?h=iW8kNOB8VNb0K4x5orC1OKvLfMpqzX6cy3MvFDX2hxSaget8_X82mvMmgOzQWO9GRHuP7G1_r5VOWjkRTeUwzHB2efb7vvyRaNLGeRB7lwBeX6TcPbQ0o4cEnnau4ici&amp;rid=be35a2a0-7a07-11f1-9608-d404e6faf7f0&amp;ts=canalrural.com.br&amp;tt=Referral&amp;att=4&amp;cpm=1&amp;abd=1&amp;iv=17&amp;ct=1&amp;gdprApplies=0&amp;st=-180&amp;mp4=1&amp;h2=37_tdX3Sg9rLY8kADvJ40YNLSG4UbKMGxZxPQBEUpqYgk3tG4cG8M-vlM73vdpSDqfvlDKb-4OLkBbPvXM3KGA**&amp;mcca=0.0033&amp;muid=o4opfNRtqzz4" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a></p>



<p><strong>Atacado</strong></p>



<p>Segundo Iglesias, o mercado atacadista também registrou queda nas cotações ao longo de junho, mesmo durante o período da Copa do Mundo, quando tradicionalmente há expectativa de maior consumo. O desempenho foi limitado pela menor competitividade da carne bovina frente às proteínas concorrentes, principalmente a carne de frango, que seguiu mais atrativa ao consumidor.</p>



<p>No fechamento do mês, o quarto dianteiro foi negociado a R$ 21,00 por quilo, recuo de 2,33% em relação aos R$ 21,50 registrados no fim de maio. Já os cortes do traseiro bovino encerraram junho cotados a R$ 25,50 por quilo, queda de 5,56% frente aos R$ 27,00 praticados no mês anterior.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<title>Negociações do boi gordo continuam lentas com retração dos frigoríficos nas compras</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/negociacoes-do-boi-gordo-continuam-lentas-com-retracao-dos-frigorificos-nas-compras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 13:58:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Boi Gordo]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Frigorífico]]></category>
		<category><![CDATA[negociações]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O mercado físico do boi gordo começou a semana em ritmo lento, com poucos negócios e pressão sobre os preços dos animais para abate. Segundo análise do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), muitos frigoríficos permaneceram fora das compras nesta segunda-feira (18), sustentados por escalas abastecidas com animais de contratos e produção própria. [&#8230;]</p>
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<p>O mercado físico do boi gordo começou a semana em ritmo lento, com poucos negócios e pressão sobre os preços dos animais para abate. Segundo análise do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), muitos frigoríficos permaneceram fora das compras nesta segunda-feira (18), sustentados por escalas abastecidas com animais de contratos e produção própria.</p>



<p>De acordo com o levantamento, a postura mais cautelosa costuma ser comum nas segundas e sextas-feiras, mas o mercado pode ganhar mais movimentação ao longo desta terça-feira (19).</p>



<p>Com as indústrias abastecidas, as escalas de abate seguem confortáveis em boa parte do país, variando entre uma semana ou mais. Esse cenário continua limitando reações nos preços da arroba.</p>



<p><strong>Pecuaristas resistem, mas clima interfere nas negociações<br></strong><br>Do lado dos produtores, parte dos pecuaristas ainda tenta segurar as vendas em busca de melhores ofertas dentro das próprias regiões. Outros preferem negociar apenas o mínimo necessário.<br><br>Além disso, as mudanças climáticas em algumas regiões também têm influenciado o ritmo das negociações no mercado físico.</p>



<p>Apesar da pressão predominante no país, algumas praças seguem descoladas do cenário nacional. No Pará, por exemplo, os preços do boi gordo continuam firmes, com negócios entre R$ 335 e R$ 345 por arroba. As escalas de abate no estado variam entre três e oito dias.</p>



<p>Rondônia também apresenta um mercado mais ajustado, com preços entre R$ 330 e R$ 335 por arroba e escalas ainda mais curtas, entre dois e cinco dias.</p>



<p><strong>Carne bovina perde força no atacado<br></strong><br>No mercado atacadista da Grande São Paulo, a carne bovina voltou a registrar queda nos preços. Segundo o Cepea, todos os cortes com osso apresentaram recuo nesta segunda-feira.</p>



<p>A ponta de agulha liderou as perdas, com baixa próxima de 1% no dia. Com isso, a carcaça casada bovina teve média à vista de R$ 25,06 por quilo, recuo de 0,57%.</p>



<p>Segundo agentes do setor, a demanda não chega a ser considerada fraca, mas já apresenta desaceleração em relação ao ritmo observado na semana passada.</p>



<p><strong>Boi magro acompanha queda da arroba<br></strong><br>Na reposição, os preços do boi magro também seguem pressionados em São Paulo. A desvalorização da arroba do boi gordo acabou puxando para baixo as cotações da categoria.</p>



<p>Na comparação semanal, o boi magro registrou queda de 1,9%.</p>



<p>Enquanto isso, o Indicador Cepea/Esalq do boi gordo paulista fechou a segunda-feira com média à vista de R$ 345,30 por arroba.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<title>Mercado do boi gordo perde força e registra queda de preços em importantes praças pecuárias</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/mercado-do-boi-gordo-perde-forca-e-registra-queda-de-precos-em-importantes-pracas-pecuarias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 14:52:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Boi Gordo]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado do boi gordo]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Goiânia, Triângulo Mineiro e noroeste do Paraná lideram recuos na primeira quinzena do mêsO mercado pecuário brasileiro fechou a última semana em ritmo mais lento, com negociações travadas e menor movimentação nas compras de gado. O cenário reflete a combinação entre demanda enfraquecida no atacado e escalas de abate mais confortáveis para parte dos frigoríficos. [&#8230;]</p>
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<p><em>Goiânia, Triângulo Mineiro e noroeste do Paraná lideram recuos na primeira quinzena do mês<br></em><br>O mercado pecuário brasileiro fechou a última semana em ritmo mais lento, com negociações travadas e menor movimentação nas compras de gado. O cenário reflete a combinação entre demanda enfraquecida no atacado e escalas de abate mais confortáveis para parte dos frigoríficos. A análise é do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).</p>



<p>Segundo o levantamento, muitas indústrias seguem abastecidas com animais já contratados e, por isso, reduziram a pressão por novas aquisições no mercado físico. Ao mesmo tempo, as vendas de carne bovina no atacado ainda apresentam dificuldade de reação, mantendo o mercado pressionado.</p>



<p>Do lado da oferta, pecuaristas continuam demonstrando resistência aos preços praticados e limitam a venda de animais em várias regiões do país. Em algumas praças, no entanto, as condições climáticas contribuíram para aumento na oferta de gado.</p>



<p>As escalas de abate registradas na sexta-feira já garantiam, em muitos casos, a programação da semana seguinte, com algumas unidades avançando até o início de junho.</p>



<p>Na primeira quinzena do mês, o boi gordo acumulou quedas importantes em diferentes regiões. Goiânia liderou as desvalorizações, com recuo de 2,6%, seguida pelo Triângulo Mineiro, com baixa de 2,4%, e pelo noroeste do Paraná, onde a retração chegou a 2%.</p>



<p>O mercado de reposição também perdeu força. Em Cassilândia (MS), o preço do bezerro caiu 3,5%, enquanto em Presidente Prudente (SP) a desvalorização foi de 2,8%.</p>



<p>No atacado da Grande São Paulo, a carne bovina acumula queda de 1,3% desde o início do mês. Na sexta-feira, o quilo foi comercializado, em média, a R$ 25,20.</p>



<p>Agora, o setor acompanha o comportamento dos leilões realizados no fim de semana, diante da expectativa de negócios com preços mais baixos para os animais.<br><br><em>Com informações do Canal Rural.</em></p>
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		<title>Oferta restrita impulsiona recuperação da cotação do boi gordo</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/oferta-restrita-impulsiona-recuperacao-da-cotacao-do-boi-gordo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 16:20:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Boi Gordo]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O mercado físico do boi gordo recuperou seus preços no decorrer da semana. O ambiente de negócios ainda sugere pela continuidade deste movimento no curtíssimo prazo, considerando o atual posicionamento das escalas de abate, ainda convivendo com restrição de oferta. Segundo o analista da consultoria Safras &#38; Mercado Fernando Henrique Iglesias, a guerra no Oriente [&#8230;]</p>
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<p>O mercado físico do boi gordo recuperou seus preços no decorrer da semana. O ambiente de negócios ainda sugere pela continuidade deste movimento no curtíssimo prazo, considerando o atual posicionamento das escalas de abate, ainda convivendo com restrição de oferta.</p>



<p>Segundo o analista da consultoria Safras &amp; Mercado Fernando Henrique Iglesias, a guerra no Oriente Médio ainda gera instabilidades. “Entretanto, o entendimento é de uma logística mais complicada, com custos mais pesados sobre os exportadores, mas sem a disrupção total do fluxo de exportação”, sinaliza.<br><br>De acordo com ele, mesmo assim, a escalada do conflito e potenciais desdobramentos não podem ser descartadas de forma alguma.</p>



<p><strong>Preços médios do boi gordo</strong><br><br>São Paulo: R$ 348,75<br>Goiás: R$ 334,11<br>Minas Gerais: R$ 344,41<br>Mato Grosso do Sul: R$ 336,02<br>Mato Grosso: R$ 338,65<br>Mercado atacadista<br><br>O mercado atacadista ainda se depara com preços acomodados. Iglesias destaca que nem a entrada dos salários na economia tem sido insuficiente para justificar novos reajustes dos preços da carne bovina.<br><br>“O fato é que a carne bovina já assumiu um patamar de preços que afasta boa parte dos consumidores brasileiros, em especial aquelas famílias que têm como renda entre um e dois salários-mínimos. Nesse campo, a prioridade está no consumo de proteínas mais acessíveis, a exemplo da carne de frango, embutidos e ovos”, avalia.</p>



<p>Quarto dianteiro: ainda é precificado a R$ 20,50 por quilo;<br>Quarto traseiro: segue cotado a R$ 27,00 por quilo;<br>Ponta de agulha: se mantém no patamar de R$ 20,50 por quilo.<br><strong><br>Câmbio</strong><br><br>O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 1,67%, sendo negociado a R$ 5,2457 para venda e a R$ 5,2437 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,1572 e a máxima de R$ 5,2502.<br><br><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<title>Mercado do boi gordo mantém preços estáveis na maior parte do Brasil</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/mercado-do-boi-gordo-mantem-precos-estaveis-na-maior-parte-do-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 12:22:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Boi Gordo]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[preços estáveis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O mercado pecuário teve um dia sem grandes alterações em quase todo o Brasil nesta quinta-feira (26/2), informa a Scot Consultoria. As ofertas de animais estavam enxutas, mas suficientes para manter as cotações estáveis. Das 33 praças pecuárias monitoradas pela Scot, foram registradas altas no preço do boi gordo apenas no oeste da Bahia, Cuiabá [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O mercado pecuário teve um dia sem grandes alterações em quase todo o Brasil nesta quinta-feira (26/2), informa a Scot Consultoria. As ofertas de animais estavam enxutas, mas suficientes para manter as cotações estáveis.</p>



<p>Das 33 praças pecuárias monitoradas pela Scot, foram registradas altas no preço do boi gordo apenas no oeste da Bahia, Cuiabá (MT), Paragominas (PA) e sul do Tocantins. Todas as demais regiões tiveram estabilidade nas cotações em relação ao dia anterior.<br><br>Nas praças de Araçatuba (SP) e Barretos (SP), referências para o mercado, o preço do boi gordo seguiu em R$ 350 a arroba para o pagamento a prazo. Houve poucos negócios acima da referência para a vaca e para a novilha, sem força para mudar cotações. As escalas de abate estavam curtas, em média, para seis dias.<br><br>Para as próximas semanas, pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) indicam que o mercado deve seguir atento ao ritmo das exportações, à entrada de animais de confinamento e ao comportamento da demanda doméstica com o período pós-carnaval e Quaresma. Esses fatores podem determinar a continuidade, ou não, do movimento de valorização da arroba.</p>



<p>A consultoria Agrifatto informa que a movimentação da carne bovina perdeu força ao longo da semana, com reposições fracas no varejo e no atacado, refletindo o impacto de uma segunda quinzena de mês. “Há mercadorias encalhadas, giro praticamente nulo de dianteiros e pontas de agulha, deixando o mercado temporariamente estagnado”, destaca boletim.</p>



<p>Ainda assim, a expectativa é de reação gradual com a virada do mês. Com a arroba elevada encurtando escalas e limitando abates, a oferta de carne segue ajustada, sustentando preços firmes na primeira quinzena de março.</p>



<p><em>Por Globo Rural. </em></p>
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