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	<title>Cacau no Pará Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Cacau no Pará alia produção e clima e sequestra até 51 t de carbono por hectare</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 13:26:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Cacau no Pará]]></category>
		<category><![CDATA[Carbono]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa indica nova fonte de renda com sistemas agroflorestais Um estudo inédito realizado pela Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), em parceria com a Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra), confirmou o alto potencial dos Sistemas Agroflorestais (SAFs) de cacau na captura de carbono. A pesquisa indica que, além dos benefícios ambientais, a [&#8230;]</p>
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<p><em>Pesquisa indica nova fonte de renda com sistemas agroflorestais</em><br><br>Um estudo inédito realizado pela Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), em parceria com a Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra), confirmou o alto potencial dos Sistemas Agroflorestais (SAFs) de cacau na captura de carbono. A pesquisa indica que, além dos benefícios ambientais, a prática pode gerar uma nova fonte de renda para produtores por meio da comercialização de créditos de carbono.</p>



<p>Os resultados foram apresentados na quarta-feira, 8, na sede da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap), em Belém. O estudo foi financiado com recursos do Fundo de Apoio à Cacauicultura do Pará (Funcacau).</p>



<p>De acordo com os pesquisadores, as áreas de cacau com 32 anos ou mais registraram capacidade de sequestro entre 14 a 51 toneladas de carbono por hectare considerando áreas rurais e urbanas, com o melhor resultado observado em área rural.</p>



<p>Segundo o engenheiro agrônomo da Ceplac, Fernando Mendes, responsável pela apresentação do estudo, os dados abrem caminho para que produtores negociem créditos de carbono no mercado.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Agora existem elementos técnicos e científicos que possibilitam essa comercialização, o que pode gerar pagamento por serviços ambientais e ampliar a renda no campo”, destacou.</p>
</blockquote>



<p><strong>Medicilândia e Marituba</strong></p>



<p>O estudo foi conduzido em dois polos principais: o município de Medicilândia, maior produtor de cacau do Pará, e a Estação Experimental José Haroldo, da Ceplac, que possui cerca de 200 hectares de floresta e fica em Marituba, na Grande Belém. O trabalho também analisou a vegetação secundária, conhecida como capoeira, comum no Nordeste paraense.</p>



<p>Para o secretário de Estado de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca, Giovanni Queiroz, o estudo é um avanço para o setor cacaueiro, pois a comprovação científica da capacidade de sequestro de carbono nas lavouras fortalece o potencial econômico da atividade.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Isso habilita o produtor a negociar o carbono sequestrado e poder acessar uma nova fonte de receita”, afirmou.</p>
</blockquote>



<p>Ao todo, a pesquisa teve duração de um ano e quatro meses, com início em 2025 após aprovação do Conselho Gestor do Funcacau.</p>



<p>Em nota ao&nbsp;<strong>Pará Terra Boa</strong>, a Sedap informou que o estudo na íntegra será disponibilizado na próxima semana, com indicações inéditas para pesquisadores, estudiosos e trabalhadores do setor.</p>



<p><em>Por Pará Terra Boa.</em></p>
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