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	<title>Café Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>Café Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Colheita e pós-colheita definem qualidade e valor do café brasileiro, aponta especialista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 13:19:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Café]]></category>
		<category><![CDATA[colheita]]></category>
		<category><![CDATA[Pós-colheita]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Boas práticas simples podem evitar perdas e elevar o padrão dos lotes, &#160;com impacto direto na remuneração do produtor A qualidade do café brasileiro começa a ser definida ainda no campo, mas é na colheita e, principalmente, no pós-colheita que o produtor decide o valor final do seu produto. Falhas nesse processo podem comprometer todo [&#8230;]</p>
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<p><em>Boas práticas simples podem evitar perdas e elevar o padrão dos lotes, &nbsp;com impacto direto na remuneração do produtor</em></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://mail.google.com/mail/u/0?ui=2&amp;ik=a166fbe188&amp;attid=0.2&amp;permmsgid=msg-f:1862378924977467907&amp;th=19d87fc3d474b203&amp;view=fimg&amp;fur=ip&amp;permmsgid=msg-f:1862378924977467907&amp;sz=s0-l75-ft&amp;attbid=ANGjdJ_4NoFzMbRHZg2AR6LlZfvZhPwQAN3VVQeOyEesu0LC4EMCUrcNngTAtb0zqsFYAhAOJ-yprl-ilmyankICaxaEkbbtsrRojftvZvJ-fD-jItfPto01RYtmsus&amp;disp=emb&amp;zw" alt=""/></figure>



<p>A qualidade do café brasileiro começa a ser definida ainda no campo, mas é na colheita e, principalmente, no pós-colheita que o produtor decide o valor final do seu produto. Falhas nesse processo podem comprometer todo o potencial da lavoura, mesmo quando a produção apresenta bom desenvolvimento agronômico.</p>



<p>Segundo Aldir Alves Teixeira, CEO da Experimental Agrícola do Brasil/illycaffè, erros operacionais simples continuam sendo um dos principais gargalos da cafeicultura. “A presença de frutos verdes e o manejo inadequado após a colheita são fatores que impactam diretamente a qualidade da bebida e, consequentemente, o preço recebido pelo produtor”, afirma.</p>



<p>De acordo com o especialista, a colheita seletiva é o primeiro passo para evitar perdas. A recomendação é iniciar a operação com no máximo 5% de frutos verdes ou verdoengos. “Colher no ponto correto de maturação é determinante. Misturar frutos compromete o padrão do lote e reduz seu valor comercial”, explica.</p>



<p>Outro ponto crítico é o tempo entre a colheita e o processamento. O acúmulo de café recém-colhido, prática ainda comum em algumas propriedades, pode desencadear fermentações indesejadas. “Deixar o café amontoado por horas é suficiente para iniciar a deterioração da qualidade”, alerta.</p>



<p><strong>Pós-colheita exige agilidade e controle</strong></p>



<p>Após a colheita, o café deve ser rapidamente encaminhado para o processamento. O processo de lavagem e descascamento deve ser feito no mesmo dia, sem remover a mucilagem, preservando as características do grão, como corpo e doçura. O início imediato da secagem também é fundamental para preservar as características sensoriais do grão.</p>



<p>“O pós-colheita é uma etapa técnica e exige disciplina operacional. Camadas finas no terreiro, revolvimento constante e controle de umidade fazem toda a diferença no resultado”, destaca Aldir.</p>



<p>A recomendação é que o café seja seco até atingir cerca de 11% de umidade, garantindo estabilidade e evitando defeitos. O manejo correto inclui, no início da secagem, o enleiramento, no período da tarde, em camadas baixas no sentido da declividade, sem nenhuma cobertura. Só deverá ser coberto após a meia seca com lona, jamais com lençol plástico preto. O armazenamento deverá ser feito em ambiente adequado, protegido de umidade, luminosidade e variações bruscas de temperatura.</p>



<p>Mesmo em propriedades com diferentes níveis de investimento, o uso de tecnologias simples e boas práticas pode reduzir perdas e aumentar a eficiência. “Não estamos falando apenas de alta tecnologia. Organização, timing e atenção aos detalhes já trazem ganhos expressivos de qualidade”, reforça.</p>



<p>Para mercados mais exigentes, como o de cafés especiais, esses cuidados são ainda mais determinantes. Além da qualidade física e sensorial, aspectos como rastreabilidade e sustentabilidade ganham peso na</p>



<p>comercialização.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://mail.google.com/mail/u/0?ui=2&amp;ik=a166fbe188&amp;attid=0.3&amp;permmsgid=msg-f:1862378924977467907&amp;th=19d87fc3d474b203&amp;view=fimg&amp;fur=ip&amp;permmsgid=msg-f:1862378924977467907&amp;sz=s0-l75-ft&amp;attbid=ANGjdJ9XHxs9WMx7XCXpv8Aodvflei5h1rpt9Z1upNtR0KUcsESiDTVmrRwch0orGrfIClrwiZUzIpeZqLa3CqXI6C8aYKj-Y9VfIWeDgc65LAntlad4lV1O6dBC5d8&amp;disp=emb&amp;zw" alt=""/></figure>



<p><em>Aldir Alves Teixeira, CEO da Experimental Agrícola do Brasil/illycaffè</em></p>



<p><strong>Dez práticas essenciais para garantir qualidade</strong></p>



<p>A illycaffè reúne recomendações técnicas consolidadas em um conjunto de boas práticas para orientar os produtores:</p>



<ol start="1" class="wp-block-list">
<li>Iniciar a colheita com menos de 5% de frutos verdes;</li>



<li>Evitar amontoar o café recém-colhido;</li>



<li>Lavar e descascar no mesmo dia;</li>



<li>Encaminhar o café ao terreiro sem excesso de água;</li>



<li>Iniciar a secagem imediatamente, em camadas finas;</li>



<li>Revolver o café ao longo do dia e enleirar à tarde no sentido da declividade do terreiro;</li>



<li>Trabalhar com cargas homogêneas e completas no secador;</li>



<li>Respeitar o descanso até atingir 11% de umidade;</li>



<li>Armazenar em ambiente escuro, ventilado, seco e protegido;</li>



<li>Adotar práticas sustentáveis do ponto de vista econômico, social e ambiental.</li>
</ol>



<p>Na avaliação de Dr. Aldir, a adoção consistente dessas práticas não apenas melhora o padrão da bebida, mas também posiciona o produtor em mercados mais valorizados. “O principal desafio na fase de colheita e pós-colheita é seguir rigorosamente as recomendações técnicas. A adoção de práticas corretas não só preserva a qualidade do produto final, mas também valoriza o trabalho do produtor e fortalece a cadeia produtiva”, conclui.</p>



<p><em>Por ADS Comunicação Corporativa.</em></p>
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		<title>Café reage nas exportações, mas desempenho ainda não recupera pico de 2024</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/cafe-reage-nas-exportacoes-mas-desempenho-ainda-nao-recupera-pico-de-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jan 2026 12:31:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Café]]></category>
		<category><![CDATA[Exportação]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As exportações totais brasileiras de café em 2026 devem superar as registradas em 2025, conforme expectativa manifestada pelo presidente do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), Márcio Ferreira. De acordo com o relatório estatístico mensal da entidade, o país embarcou, para 121 destinos,&#160;40,049 milhões de sacas&#160;de 60 kg de todos os tipos do produto [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>As exportações totais brasileiras de café em 2026 devem superar as registradas em 2025, conforme expectativa manifestada pelo presidente do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil <strong>(Cecafé)</strong>, Márcio Ferreira.</p>



<p>De acordo com o relatório estatístico mensal da entidade, o país embarcou, para 121 destinos,&nbsp;<strong>40,049 milhões de sacas</strong>&nbsp;de 60 kg de todos os tipos do produto nos 12 meses de 2025, o que implica declínio de 20,8% em relação ao ano anterior.</p>



<p>Apesar da queda em volume, a receita cambial, de US$ 15,586 bilhões, foi recorde anual, apresentando crescimento de 24,1% ante 2024. Esse desempenho foi alcançado com as 3,133 milhões de sacas exportadas em dezembro do ano passado (-20,2% frente a dezembro de 24), que renderam US$ 1,313 bilhão (+10,7%) ao país.</p>



<p>Já no acumulado do primeiro semestre da safra 2025/26 (entre julho e dezembro de 2025), o Brasil remeteu 20,610 milhões de sacas ao exterior, com receita de US$ 8,054 bilhões, desempenho que corresponde a um declínio de 21,3% em volume, mas incremento de 11,7% em valor na comparação com o intervalo de julho a dezembro de 2024.<a href="https://clck.mgid.com/ghits/24541788/i/58134455/0/pp/2/3?h=geEx5BRAlXbs6y9jOw8UOOQhI1D0h8PDiT6qHEXWieVpcOSKExowZj8Zqm2JsEts9QhJEXFthfQMN-U4ClxLxzNKk5hBYjNrKoI8m1aeiJrp31gKHPn280luPv5ZqS6k&amp;rid=3e79e9da-f5f6-11f0-93fd-d404e6f98490&amp;ts=canalrural.com.br&amp;tt=Referral&amp;att=4&amp;cpm=1&amp;abd=1&amp;iv=17&amp;ct=1&amp;gdprApplies=0&amp;st=-180&amp;h2=37_tdX3Sg9rLY8kADvJ40eXFVgKa0Xh-8dEktmBT5gWAgHsMI-PYla57s3egJqYvZyZhFfP32OCPrElYKU4fLw**&amp;k=1804580fc*f!fZvbPh0hfZvbYVYbfMDc5YzBlNjg4NzdkOGY0YTVjMmJhOTUwMGZjYWQzY2M%3DfNjk2*DMzNA%3D%3Df!ffPdff!ff%2C*f%2C*ffQf*faHR0cHM6Ly93d3cuY2FuYWxydXJhbC5jb20uYnIvYWdyaWN1bHR1cmEvZXhwb3J0YWNvZXMtZGUtY2FmZ%241kZXZlb%241hdW1lbnRhci1tYXMtYWluZGEtbG9uZ2UtZG8tcmVjb3JkZ%241kZ%240yMDI0LWRpei1zZXRvci8%3DfOzsvfKysvfI~fNjk2*DMwMDl8NTQx*DI4NjI%3DfNQ%3D%3Dftf!fcfMTYw*DE2MHw1NDF8MTg3fYAfNgff!fTW96aWxsY%2481LjAgKFdpbmRvd3MgTlQgMTAuMDsgV2luNjQ7IHg2NCkgQXBwbGVXZWJLaXQvNTM3LjM2IChL%24FRNTCwgbGlrZ%24BHZWNrbykgQ2hyb21lLzE0My4wLjAuMCBTYWZhcmkvNTM3LjM2fUERGVmlld2Vy*ENocm9tZVBERlZpZXdlcnxDaHJvbWl1bVBERlZpZXdlcnxNaWNyb3NvZnRFZGdlUERGVmlld2Vy*FdlYktpdGJ1aWx0LWluUERGf!fV2luMzI%3DfLTE4MA%3D%3DfMXw5OQ%3D%3DfMTUzNnw4MTY%3DfdW5rbm93bnw0Z3wwf!f!fQfbHwVi%3DfCf*(UCR2Q!&amp;wrst=1768912147&amp;muid=o4opfNRtqzz4" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a></p>



<p>Para Ferreira, o Brasil terá um primeiro semestre de 2026 sem número expressivo nas exportações, com estoque baixo antes da entrada da safra. Mas, com a colheita de uma safra brasileira em 2026 melhor do que em 2025 no geral a perspectiva é promissora para o país superar neste ano o desempenho do ano passado.</p>



<p>Ressalta, porém, que não será possível alcançar o recorde de 2024, quando o país embarcou 50 milhões de sacas. O segundo semestre será de melhor ritmo nas vendas externas de café com a entrada da safra.</p>



<p>O diretor técnico do Cecafé, Eduardo Heron, salientou que 2024 foi um ano atípico, de embarques recordes. Além de uma boa safra, o país ainda teve a antecipação de exportações pelos temores envolvendo a implantação do Regulamento da União Europeia sobre Produtos Livres de Desmatamento (EUDR), que entraria em vigor ao final de 2024 e já foi prorrogado duas vezes, agora para o fim de 2026, com micro e pequenas empresas tendo até 30 de junho de 2027 para cumprir. Isso acelerou bastante as vendas em 2024.</p>



<p>O ano de 2025, pela bienalidade, já teve uma safra menor, com queda na produção do arábica, com estoques mais baixos e ainda houve o efeito do tarifaço americano às importações do Brasil, que prejudicou os embarques no segundo semestre. “Foi um ano de volta à normalidade depois do recorde de 2024”, salientou Heron.</p>



<p>O presidente do Cecafé comentou que a safra brasileira 2026 deve ser um pouco menor no conilon, mas muito melhor a safra no arábica. “Vai ser um ano desafiador, com a geopolítica, mas com a produção brasileira maior trazendo muitas oportunidades”, observou.</p>



<p><strong>Acordo Mercosul-UE</strong></p>



<p>O diretor geral do Cecafé, Marcos Matos, destacou que o consumo global pela bebida segue firme e forte e que o acordo Mercosul-União Europeia pode ser um divisor de águas no mercado, trazendo aspectos favoráveis ao Brasil.</p>



<p>Segundo ele, no melhor cenário, o acordo entra em vigor no segundo semestre. “Para o café solúvel, torrado e moído brasileiro são quatro anos de desagravo em relação às tarifas, sendo reduzidas até chegar a zero. São muitos anos até cair tudo”, afirmou.</p>



<p>Mesmo assim, o Cecafé demonstrou grande otimismo com o tratado entre os blocos que deve trazer benefícios ao grão nacional.</p>



<p><strong>Impactos do tarifaço</strong></p>



<p>Segundo ele, devido ao tarifaço imposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, as exportações brasileiras para o país caíram 55% em 2025 em relação a 2024. “Ainda temos prejuízos, há a questão do café solúvel, e temos buscado diálogo com os setores”, ponderou.</p>



<p>De acordo com o executivo, houve perda substancial nos embarques com o tarifaço, com o ritmo das vendas para os EUA ainda não tendo sido totalmente recuperado. “A recuperação é gradual”, avalia o presidente do Cecafé, Márcio Ferreira.<br><br><br><em>Por Canal Rural. </em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>23 lotes de café são recolhidos após irregularidades identificadas pelo Ministério da Agricultura</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/23-lotes-de-cafe-sao-recolhidos-apos-irregularidades-identificadas-pelo-ministerio-da-agricultura/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Dec 2025 13:00:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[23 lotes]]></category>
		<category><![CDATA[Café]]></category>
		<category><![CDATA[mapa]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) identificou irregularidades em lotes de café torrado de quatro empresas fiscalizadas pelo Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal da Secretaria de Defesa Agropecuária. A pasta determinou o recolhimento de 23 lotes. Foram encontradas “impurezas e matérias estranhas acima do permitido&#8221; em 18 lotes da marca “Terra [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) identificou irregularidades em lotes de café torrado de quatro empresas fiscalizadas pelo Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal da Secretaria de Defesa Agropecuária. A pasta determinou o recolhimento de 23 lotes.</p>



<p><a href="https://globorural.globo.com/agricultura/noticia/2025/12/amazonas-tem-tres-cidades-em-quarentena-por-mosca-da-carambola.ghtml"></a>Foram encontradas “impurezas e matérias estranhas acima do permitido&#8221; em 18 lotes da marca “Terra da Gente”; dois lotes dos cafés da “Jalapão”; dois lotes da marca “Made in Brazil”; e um da marca “Q-Delícia”, informou o Ministério em nota.</p>



<p>Os cafés foram desclassificados e a fiscalização recolheu os lotes afetados nos seguintes estados: Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Tocantins, Mato Grosso e Ceará.</p>



<p>O Ministério orienta os consumidores que adquiriram esses produtos a interromper o consumo e solicitar a substituição, prevista no Código de Defesa do Consumidor.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-globorural.glbimg.com/_wHpR2Y1mIJoXQaCo8IDvx5ImIM=/0x0:2263x4364/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2025/X/A/74EOGxQc6KRAKnfShvlA/9bac55ed-e1e5-4d4d-a2fb-56f7e5c34e01.jpeg" alt="Lista das marcas desclassificadas — Foto: Ministério da Agricultura"/><figcaption class="wp-element-caption"><em>Lista das marcas desclassificadas — Foto: Ministério da Agricultura</em></figcaption></figure>



<p>A Terra da Gente se manifestou por meio de comunicado da fabricante Solveig.</p>



<p><em>&#8220;A Solveig Indústria e Comércio de Café Ltda., responsável pelo café Terra da Gente, esclarece que os lotes mencionados na notícia do MAPA são antigos, já foram integralmente segregados e não estão em circulação no mercado, não representando qualquer risco ao consumidor. Tão logo a empresa tomou conhecimento das supostas irregularidades, adotou medidas imediatas, como a segregação dos lotes e o reforço nos controles de qualidade. Desde agosto de 2025, a empresa também vem implementando um plano de modernização industrial, com equipamentos atualizados, processos aprimorados e rastreabilidade completa de toda a produção.&#8221;</em><br><br><em>Por Globo Rural. </em><a href="https://globorural.globo.com/agricultura/noticia/2025/12/china-deve-nortear-plantio-de-graos-nos-eua-na-nova-safra.ghtml"></a></p>



<p></p>
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		<item>
		<title>Produtores de café apostam nas próximas chuvas para salvar o potencial da safra</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/produtores-de-cafe-apostam-nas-proximas-chuvas-para-salvar-o-potencial-da-safra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Oct 2025 13:15:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Café]]></category>
		<category><![CDATA[Chuva]]></category>
		<category><![CDATA[Safra]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os produtores de café arábica estão à espera de mais chuvas, essenciais para garantir o pegamento e o desenvolvimento dos grãos da safra brasileira 2026/27, destaca o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). Por enquanto, as condições climáticas têm favorecido esta etapa inicial da temporada, com maior umidade e temperaturas amenas ao longo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Os produtores de café arábica estão à espera de mais chuvas, essenciais para garantir o pegamento e o desenvolvimento dos grãos da safra brasileira 2026/27, destaca o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). Por enquanto, as condições climáticas têm favorecido esta etapa inicial da temporada, com maior umidade e temperaturas amenas ao longo de outubro, diferentemente do observado em anos recentes.</p>



<p>Segundo colaboradores do Cepea, floradas expressivas foram abertas nas principais regiões produtoras de arábica na primeira quinzena deste mês. Embora a última precipitação volumosa em boa parte do estado de São Paulo e no Sul de Minas Gerais tenha sido observada há pouco mais de uma semana &#8211; o que começa a deixar produtores em alerta -, há previsão de chuvas para os próximos dias no Sudeste do Brasil.</p>



<p>Em relação aos preços, o indicador Cepea/Esalq do café arábica registrou, nesta terça-feira (28/10), a cotação de R$ 2.214,00 a saca de 60 quilos, uma queda diária de 2,30%. Desde o início de outubro, o indicador acumula alta de 4,07%.</p>



<p><em>Por Globo Rural. </em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Brasil estuda dois caminhos para evitar tarifa dos EUA sobre o café</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/brasil-estuda-dois-caminhos-para-evitar-tarifa-dos-eua-sobre-o-cafe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Oct 2025 11:54:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Café]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os exportadores brasileiros de café têm dois planos para isentar o produto do tarifaço imposto pelos Estados Unidos. A ideia é isentar o grão até que se consolide acordo bilateral ou manter a commodity na lista de isenção produto a produto, conforme ordem executiva de 5 de setembro. A proposta foi defendida, na quarta-feira (22), [&#8230;]</p>
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<p>Os exportadores brasileiros de café têm dois planos para isentar o produto do tarifaço imposto pelos Estados Unidos. A ideia é isentar o grão até que se consolide acordo bilateral ou manter a commodity na lista de isenção produto a produto, conforme ordem executiva de 5 de setembro.</p>



<p>A proposta foi defendida, na quarta-feira (22), pela diretoria executiva do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), representada pelo diretor-geral Marcos Matos e pelo diretor técnico Eduardo Heron, durante reunião com o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, em Brasília (DF).</p>



<p>Segundo Matos, em nota, “sobre o café, há duas frentes de ação: o produto se encaixar na solicitação de suspensão de todas as tarifas para produtos brasileiros, enquanto se conclui o acordo comercial bilateral; ou, não havendo essa suspensão, o café seguir na lista de isenção produto a produto, sendo incluído no anexo 2 da ordem executiva assinada pelo presidente Trump no dia 5 de setembro”.</p>



<p>Ele destacou que a primeira proposta – suspensão até conclusão de acordo bilateral – já foi formalizada ao secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, aos demais secretários americanos do Comércio e ao USTR, estando em fase de avaliação pela administração Trump.</p>



<p>“Os Ministérios de Relações Exteriores (MRE), da Agricultura e Pecuária (Mapa), da Fazenda, além do próprio MDIC, via Camex, estão em contínuo trabalho para os preparativos da reunião entre os presidentes na Malásia. Alckmin nos informou que fez o pedido diretamente ao presidente Lula para que ele aborde essa possibilidade de suspensão até a conclusão do acordo bilateral nessa importante conversa prevista para domingo, dia 26”, informou Matos.</p>



<p>Caso a suspensão não ocorra, Matos revelou que o plano é o café seguir na isenção produto a produto, conforme ordem executiva de 5 de setembro. “Houve um movimento de pinçar produtos, como a celulose e parte das madeiras, que foram para o anexo 2 com isenção total, sendo retirados, inclusive, os 10% da tarifa-base, de abril. O vice-presidente nos relatou que, para essa possibilidade, o café é o primeiro produto a ser incluído na lista de isenção, tanto pelo governo brasileiro, quanto do lado dos EUA”, mencionou.</p>



<p>O diretor-geral do Cecafé relatou que Alckmin passou a mensagem que o foco da reunião prevista entre Lula e Trump está na pauta econômica, com senso de urgência. “O vice-presidente da República comentou, ainda, que deseja manter contato permanente com o Cecafé para avaliação de cenários e à resolução de outros desafios que ocorrem para as exportações de café aos EUA e aos demais parceiros comerciais do Brasil”, concluiu.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<title>Dia Internacional do Café expõe desafios e incertezas para o futuro do setor</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/dia-internacional-do-cafe-expoe-desafios-e-incertezas-para-o-futuro-do-setor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Oct 2025 12:42:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Café]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Internacional do Café]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O café é quase uma unanimidade por inúmeros motivos. O grão reúne fatores culturais, sociais e sensoriais, além de benefícios à saúde. Consumido por bilhões de pessoas diariamente, é a segunda bebida mais ingerida no mundo, atrás apenas da água. O Dia Internacional do Café, celebrado em 1º de outubro, foi criado em 2015 para [&#8230;]</p>
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<p>O café é quase uma unanimidade por inúmeros motivos. O grão reúne fatores culturais, sociais e sensoriais, além de benefícios à saúde. Consumido por bilhões de pessoas diariamente, é a segunda bebida mais ingerida no mundo, atrás apenas da água.</p>



<p>O Dia Internacional do Café, celebrado em 1º de outubro, foi criado em 2015 para valorizar essa trajetória e destacar a importância da cadeia produtiva.</p>



<p>No Brasil, maior produtor e exportador, o setor enfrenta desde 2020 uma combinação de desafios, que vão de eventos climáticos extremos a custos mais altos de produção, bem como tensões geopolíticas. Além disso, os repasses de preços no varejo também desafiam o consumo.</p>



<p><strong>Consumo em queda</strong></p>



<p>Diante desse cenário, o café começa a perder espaço na xícara do consumidor. É o que mostra uma pesquisa da Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC), que ouviu 4.200 pessoas de todas as regiões do país. Segundo o levantamento, 24% dos entrevistados afirmaram ter diminuído o consumo, a maior taxa da série histórica.</p>



<p>O principal fator para a retração é o aumento expressivo dos preços. Nos últimos dois anos, o café esteve entre os alimentos que mais pressionaram a inflação brasileira, acumulando alta superior a 70%, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), compilados pela ABIC.</p>



<p><strong>Tarifaço e protecionismo</strong></p>



<p>Em vigor desde agosto, as tarifas de 50% impostas pelos Estados Unidos sobre as exportações brasileiras estão entre as principais preocupações do setor. Marcos Matos, diretor-geral do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), reforça que o foco da entidade em garantir a isenção tarifária o mais rápido possível continua.</p>



<p>“Nos EUA, o setor atua de forma decisiva para abrir o diálogo com as contrapartes norte-americanas”,&nbsp;explica.</p>



<p>Além do tarifaço, há o debate sobre a lei antidesmatamento da União Europeia, que proíbe a importação de produtos, como o café, provenientes de áreas desmatadas. Nesse sentido, Matos afirma que a cafeicultura brasileira é carbono negativo, ou seja, sequestra mais do que emite. “O nosso grão é baseado na sustentabilidade social, ambiental e econômica”, diz.</p>



<p><strong>Café: orgulho nacional</strong></p>



<p>Embora os desafios sejam muitos, o brasileiro continua fiel ao café. Afinal, a bebida está presente na rotina de 98% dos consumidores. Segundo Celírio Inácio, diretor-executivo da ABIC, 87% das pessoas ouvidas pela pesquisa reconhecem o selo de qualidade da entidade.</p>



<p>“Isso confirma a confiança do público na certificação, mesmo em momentos de crise. Nosso papel é garantir que o café siga presente em todos os lares, mantendo qualidade e segurança alimenta”, ressalta.</p>



<p>Para Matos, o café representa um legado brasileiro. “Neste Dia Internacional do Café, um produto que é orgulho nacional e que, em 2027, completará 300 anos no Brasil, reafirmamos o compromisso do Cecafé em promover a sustentabilidade, a competitividade e a eficiência do setor”, conclui.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<title>Anvisa proíbe marca de café após encontrar vidro e selo de pureza falsificado</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/anvisa-proibe-marca-de-cafe-apos-encontrar-vidro-e-selo-de-pureza-falsificado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Sep 2025 12:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[Café]]></category>
		<category><![CDATA[Falsificação]]></category>
		<category><![CDATA[Proibido]]></category>
		<category><![CDATA[vidro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a apreensão de todos os lotes do Café Torrado e Moído Extraforte e Tradicional da&#160;marca Câmara&#160;na última terça-feira (23). Além disso, ficam proibidas pela autarquia a comercialização, distribuição, fabricação, propaganda e o uso do produto. A medida foi tomada depois que uma portaria da Subsecretaria de Vigilância [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a apreensão de todos os lotes do Café Torrado e Moído Extraforte e Tradicional da&nbsp;<strong>marca Câmara</strong>&nbsp;na última terça-feira (23).</p>



<p>Além disso, ficam proibidas pela autarquia a comercialização, distribuição, fabricação, propaganda e o uso do produto.</p>



<p>A medida foi tomada depois que uma portaria da Subsecretaria de Vigilância e Atenção Primária à Saúde do estado do Rio de Janeiro confirmou a origem desconhecida do café.</p>



<p>“A embalagem do produto indica que o café é fabricado pelas empresas Sociedade Abast do Com e da Ind de Panif Sacipan S/A e Lam Fonseca Produtos Alimentos Ltda., que não estão regulares”, diz a Anvisa, em nota.</p>



<p>De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Café <strong>(Abic)</strong>, a fabricante falsificava o selo de pureza, mecanismo criado em 1989 pela entidade que identifica os cafés feitos com 100% de grãos e, assim, distingue os produtos que não seguem padrões de qualidade.</p>



<p>Em entrevista ao g1, a Abic disse que a Sacipan, responsável pela fabricação do café Câmara, não faz parte de seu quadro associativo desde 2016. A entidade já notificou a empresa por uso indevido do selo de pureza.</p>



<p>A última análise da entidade, realizada em fevereiro de 2024, mostrou que o produto estava impuro e, portanto, não poderia estampar a rotulagem que atesta a qualidade.</p>



<p>Conforme informações da Anvisa, um laudo de análise emitido pelo Laboratório Central de Saúde Pública Noel Nutels (Lacen/RJ) encontrou fragmentos de um corpo estranho, semelhantes a vidro, no lote de número 160229 do café Câmara.</p>



<p>De acordo com regras definidas pelo Ministério da Agricultura e Pecuária <strong>(Mapa)</strong> em 2022, pacotes de café não podem conter mais de 1% de impurezas ou materiais estranhos.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<title>Setores de carne e café abrem mão de compras públicas diante do tarifaço</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/setores-de-carne-e-cafe-abrem-mao-de-compras-publicas-diante-do-tarifaco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Aug 2025 12:31:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Café]]></category>
		<category><![CDATA[Carne]]></category>
		<category><![CDATA[compras públicas]]></category>
		<category><![CDATA[tarifaço]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os segmentos de carne e de café dizem não haver necessidade de serem incluídos em programas governamentais como medida de socorro ao tarifaço dos Estados Unidos. A afirmação foi feita nesta segunda-feira (25) pelo ministro Paulo Teixeira, do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA). “Eu acho que é um otimismo dos segmentos da [&#8230;]</p>
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<p>Os segmentos de carne e de café dizem não haver necessidade de serem incluídos em programas governamentais como medida de socorro ao tarifaço dos Estados Unidos. A afirmação foi feita nesta segunda-feira (25) pelo ministro Paulo Teixeira, do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA).</p>



<p>“Eu acho que é um otimismo dos segmentos da carne e do café. Não é só um otimismo, mas um pedido deles para que o governo continue com a negociação com os Estados Unidos”, disse.</p>



<p>De acordo com ele, há um sentimento no governo e nos setores produtivos de que a sociedade norte-americana está reagindo e pressionando o governo de Donald Trump para modificar o tarifaço em relação aos produtos brasileiros.</p>



<p>“Não veem a necessidade de inclusão deles [os setores de carne e café] nesse programa de compras. Essa é uma medida que será monitorada cotidianamente”, ressaltou.</p>



<p>Entre janeiro e julho deste ano, o Brasil exportou 169,2 mil toneladas de carne bovina fresca e congelada aos Estados Unidos, crescimento de 106% frente ao mesmo período de 2024, de acordo com a Secretaria de Comércio Exterior (Secex). Já em relação ao café, o grão nacional abastece cerca de 33% da demanda norte-americana.</p>



<p><strong>Compras públicas de produtos afetados</strong></p>



<p>Portaria do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), publicada em edição extra no Diário Oficial na sexta-feira (22), dispõe sobre os procedimentos excepcionais e emergenciais relativos às compras públicas de gêneros alimentícios.</p>



<p>A medida atende exclusivamente produtores e exportadores brasileiros atingidos pelo tarifaço imposto pelos Estados Unidos.</p>



<p>De acordo com a portaria, entre os produtos elegíveis, estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Açaí (purê, preparações alimentícias e frutas congeladas);</li>



<li>Água de coco;</li>



<li>Castanha de caju (<em>in natura</em> sem casca, além de preparações, sucos e extratos);</li>



<li>Castanha-do-brasil (fresca ou seca, sem casca);</li>



<li>Manga (fresca ou seca);</li>



<li>Mel natural;</li>



<li>Uvas frescas;</li>



<li>Pescados, incluindo corvina, pargo, outros peixes frescos, refrigerados ou congelados, além de tilápia em diferentes apresentações (filés frescos, congelados ou refrigerados, e peixes inteiros frescos ou congelados).</li>
</ul>



<p>Segundo a norma, poderão participar produtores e pessoas jurídicas que deixaram de exportar em razão das novas tarifas. Para se habilitar, as empresas exportadoras deverão apresentar uma Declaração de Perda (DP) e comprovar, via Sistema Integrado de Comércio Exterior (Siscomex), que realizaram exportações desde janeiro de 2023.</p>



<p>Já os produtores que fornecem diretamente a essas empresas deverão apresentar uma Autodeclaração de Perda (AP). Nos casos de produtores que exportam diretamente, serão exigidos os mesmos documentos das empresas.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>



<p></p>
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		<title>Três marcas de café são banidas pela Anvisa após identificação de toxinas</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/tres-marcas-de-cafe-sao-banidas-pela-anvisa-apos-identificacao-de-toxinas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Jun 2025 13:02:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[Banidas]]></category>
		<category><![CDATA[Café]]></category>
		<category><![CDATA[Melissa]]></category>
		<category><![CDATA[Oficial]]></category>
		<category><![CDATA[Pingo Preto]]></category>
		<category><![CDATA[Toxinas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a fabricação, venda e distribuição de três marcas de &#8220;pó para preparo de bebida sabor café&#8221;, apelidados de &#8220;café fake&#8221;, após inspeções constatarem a presença da toxina ocratoxina A (OTA), substância imprópria para o consumo humano. As marcas são: Melissa, Pingo Preto e Oficial. Elas já haviam sido desclassificadas pelo Ministério da Agricultura em 25 [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a fabricação, venda e distribuição de três marcas de &#8220;pó para preparo de bebida sabor café&#8221;, apelidados de &#8220;café fake&#8221;, após inspeções constatarem a presença da toxina ocratoxina A (OTA), substância imprópria para o consumo humano.</p>



<p>As marcas são: Melissa, Pingo Preto e Oficial. Elas já haviam sido desclassificadas pelo Ministério da Agricultura em 25 de maio, por serem impróprias para consumo.</p>



<p>A resolução da Anvisa desta segunda-feira (2) determina a proibição, comercialização, distribuição, fabricação, propaganda e uso dos produtos. Todos os lotes devem ser recolhidos.</p>



<p>Os produtos apresentaram irregularidades na rotulagem, informavam conter “polpa de café” e “café torrado e moído”, mas utilizavam ingredientes de qualidade inferior, como grãos crus ou até resíduos.</p>



<p>Análises laboratoriais do Ministério da Agricultura tinham detectado ainda a presença de matérias estranhas e impurezas acima do limite permitido, que é de 1%, segundo a legislação:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>matérias estranhas são pedras, areia, grãos ou sementes de outras espécies vegetais, como de ervas daninhas;</li>



<li>e impurezas são galhos, folhas e cascas.</li>
</ul>



<p>Na época da ação da Agricultura, a Duas Marias, empresa responsável pelo Melissa, afirmou que o &#8220;produto não é comercializado nem rotulado como &#8216;café torrado e moído'&#8221; e que &#8220;não utiliza exclusivamente grãos de café, mas sim uma formulação alternativa legalmente permitida&#8221;.</p>



<p>Em abril, o diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal (Dipov) do Ministério, Hugo Caruso, havia dito que os produtos eram feitos de &#8220;lixo da lavoura&#8221;.</p>



<p><strong>O risco da ocratoxina A para a saúde</strong></p>



<p>A ocratoxina A é uma toxina produzida por fungos que pode contaminar alimentos como grãos, café e carnes.</p>



<p>A OTA afeta principalmente os rins, sendo associada a doenças renais crônicas, tumores urinários e inflamações crônicas.</p>



<p>De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a OTA também pode ter efeitos no desenvolvimento de fetos, além de comprometer o sistema imunológico, deixando-o mais vulnerável a infecções.</p>



<p>&#8220;Ao contrário das evidências claras de toxicidade renal e câncer renal devido à exposição à ocratoxina A em animais, essa associação em humanos não é clara; no entanto, efeitos nos rins já foram demonstrados&#8221;, diz publicação de 2023 feita pela OMS.</p>



<p><strong>&#8216;Café fake&#8217;: saiba diferenciar café e pó sabor café na prateleira</strong></p>



<p><strong>Orientações ao consumidor</strong></p>



<p>Ao desclassificar as três marcas, o Ministério da Agricultura orientou que os consumidores que tenham adquirido os produtos listados deixem de consumi-los imediatamente.</p>



<p>É possível solicitar a substituição do produto com base nas disposições do Código de Defesa do Consumidor.</p>



<p>Além disso, caso os produtos ainda estejam sendo comercializados, o Mapa solicita que a ocorrência seja comunicada por meio do canal oficial Fala.BR, com o nome e endereço do estabelecimento onde foi realizada a compra.</p>



<p><em>Por Matheus Moreira, g1.</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Brasil já importa café: Origem dos grãos e impacto nos preços</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/brasil-ja-importa-cafe-origem-dos-graos-e-impacto-nos-precos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Mar 2025 12:17:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Café]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[Importação]]></category>
		<category><![CDATA[preços]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma das culturas mais afetadas pelos problemas climáticos no Brasil foi, sem dúvida, o café. E o prejuízo não atingiu apenas produtores do grão. Com a redução da oferta, acompanhada do forte ritmo de exportações, o valor do produto aumentou consideravelmente nas gôndolas do varejo. Em 2024, por exemplo, a bebida mais consumida pelos brasileiros subiu 46%, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Uma das culturas mais afetadas pelos problemas climáticos no Brasil foi, sem dúvida, o <strong>café</strong>. E o prejuízo não atingiu apenas produtores do grão. Com a redução da oferta, acompanhada do forte ritmo de exportações, o valor do produto aumentou consideravelmente nas gôndolas do varejo.</p>



<p>Em 2024, por exemplo, a bebida mais consumida pelos brasileiros subiu 46%, segundo a pesquisa ‘Variações de Preços: Brasil &amp; Regiões’, da Neogrid. E a tendência, conforme análise de especialistas, é que o preço continue elevado.</p>



<p>As indústrias ainda podem repassar os consumidores até 30% de aumento nos próximos meses para transferir parte da alta da matéria-prima que ainda não foi somada ao valor comercializado, aponta a Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic).</p>



<p><strong>Importação de café</strong></p>



<p>Com os efeitos do clima, principalmente a combinação de seca e calor em excesso atingindo as principais regiões produtoras e restringindo a produção nacional, uma alternativa cogitada seria aumentar o volume de importação para abastecer o mercado interno e, por consequência, reduzir o preço. No entanto, de acordo com Felippe Serigati, pesquisador do FGV Agro, a quantidade teria que ser muito alta para suprir a necessidade.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Não temos de quem importar café em uma quantidade que poderia trazer algum impacto. Além disso, o preço está alto no mundo inteiro. O café é uma commodity cujo preço tem sua referência principal na cotação de Nova Iorque. Não adianta”, explica.</p>
</blockquote>



<p><strong>Países de origem</strong></p>



<p>O Brasil é o maior exportador mundial de café verde, não torrado, mas também importa pequenas quantidades de grãos torrados para a composição de alguns “blends”.</p>



<p>Em 2025, o país comprou 970,47 toneladas de café torrado, extratos, essências e concentrados de café, número que representa crescimento de 19,4% em relação a janeiro e fevereiro de 2024, conforme dados do Comex Stat, portal do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. A Suíça, com 40%, foi quem mais enviou o produto. Veja abaixo a lista das principais origens do café importado:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Suíça: 39%</li>



<li>França: 21%</li>



<li>Estados Unidos: 10%</li>



<li>Espanha: 7,4%</li>



<li>Itália: 7,1%</li>



<li>Uruguai: 5,1%</li>



<li>Portugal: 2,5%</li>



<li>República Tcheca: 1,8%</li>



<li>México: 1,3%</li>



<li>Polônia: 1%</li>



<li>Holanda: 0,63%</li>



<li>Bélgica: 0,55%</li>



<li>Coreia do Sul: 0,44%</li>



<li>Reino Unido: 0,40%</li>



<li>China: 0,087%</li>



<li>Indonésia: 0,087%</li>



<li>Índia: 0,057%</li>



<li>Japão: 0,026%</li>
</ol>



<p>Em relação ao café não torrado, a quantidade adquirida entre janeiro e fevereiro de deste ano foi 89,4 toneladas, redução de 54,4% em relação ao mesmo período de 2024, sendo que 96,8% é oriundo do&nbsp;<strong>México</strong>.</p>



<p>“Nós não temos problema de desabastecimento ou falta de produto. O objetivo de aumentar a importação seria tentar reduzir o preço e a inflação. O Brasil, que abastece boa parte do mercado mundial, também é um grande consumidor de café. Então, para suprir isso, quanto teríamos que importar? Não adianta poucas toneladas como esses números de 2025. Isso não faz a diferença. No mundo, não tem ninguém agora que poderia fornecer uma quantidade adequada porque, há pelo menos dois anos, a safra no planeta não vem boa”, afirma o pesquisador do FGV Agro.</p>



<p>A história que teve início com prejuízos na colheita de café e terminou com o preço elevado ao consumidor foi observada a partir de 2024, quando a safra do Sudeste Asiático acabou prejudicada pela ação do El Niño.</p>



<p>O fenômeno meteorológico caracterizado pelo aquecimento acima do normal das águas do Pacífico causou escassez hídrica e temperaturas elevadas, condições impróprias para o desenvolvimento dos cafezais no Vietnã e Indonésia, principalmente. Neste momento, o mercado mundial passou a olhar para o Brasil, maior produtor e exportador do grão.</p>



<p><strong>Alíquotas zeradas</strong></p>



<p>Entre as seis medidas anunciadas pelo governo federal na última quinta-feira (6/3) para diminuir o preço dos alimentos, motivo de reclamação constante pelos brasileiros, está a lista com nove produtos que terão a alíquota zerada para importação. Entre eles, o café. Veja abaixo quais são os outros produtos que terão suas alíquotas zeradas e de quanto é a tarifa atualmente:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Azeite: 9%</li>



<li>Milho: 7,2%</li>



<li>Óleo de girassol: até 9%</li>



<li>Sardinha: 32%</li>



<li>Biscoitos: 16,2%</li>



<li>Massas alimentícias (macarrão): 14,4%</li>



<li>Carnes: até 10,8%</li>



<li>Açúcar: até 14%</li>
</ul>



<p>O governo também vai elevar a cota de importação do óleo de palma isenta de tarifa de importação, atualmente de 60 mil toneladas, para 150 mil toneladas, e precisa ser aprovada pela Câmara de Comércio Exterior (Camex) antes de entrar em ação.</p>



<p><strong>Efeito na prática</strong></p>



<p>Em relação ao café, a medida para conter a inflação foi considerada inócua pela Associação Brasileira da Indústria de Café Solúvel (Abics).</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Qualquer produto de origem vegetal ou animal, para entrar no Brasil, precisa passar por análise de risco fitossanitário do Ministério da Agricultura e Pecuária. Tornar a alíquota de importação de café zerada, sem ter autorização sanitária para entrar, não gera nenhum tipo de repercussão ou vantagem”, pontua Aguinaldo Lima, diretor de relações institucionais da Abics.</p>
</blockquote>



<p>Felippe Serigati, do FGV Agro, reforça que a decisão de reduzir a tarifa de importação para reduzir o preço do café não funciona.</p>



<p>“O governo está pressionado. A inflação de alimentos incomoda porque envolve uma compra que é feita com frequência. O consumidor vê o aumento. E essa inflação de alimentos está sendo apontada como uma das principais responsáveis pela perda de popularidade. Algo precisava ser feito, mas não vai entregar o resultado esperado. Um produto que pode ter resultado é o azeite, mas ele não é de cesta básica. A grande massa da sociedade não consome azeite”, diz.</p>



<p><em>Por <a href="https://globorural.globo.com/autores/daniela-walzburiech/">Daniela Walzburiech</a>— Florianópolis/Globo Rural. </em></p>
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