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	<title>calor intenso Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>calor intenso Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Inmet prevê agosto com calor intenso, geadas e riscos para a produção agrícola</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Aug 2025 12:46:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A previsão climática do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para agosto de 2025 aponta a predominância de chuvas próximas à média histórica em grande parte do Brasil. Em regiões pontuais do oeste e nordeste da Região Norte, leste do Nordeste, oeste da Região Sul, além do sul do Mato Grosso do Sul, Triângulo Mineiro e centro do Espírito [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A previsão climática do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para agosto de 2025 aponta a predominância de chuvas próximas à média histórica em grande parte do Brasil.</p>



<p>Em regiões pontuais do oeste e nordeste da Região Norte, leste do Nordeste, oeste da Região Sul, além do sul do Mato Grosso do Sul, Triângulo Mineiro e centro do Espírito Santo, são esperados acumulados acima da média.</p>



<p>Já o sul de Roraima e a porção central do Pará devem registrar volumes abaixo do normal.</p>



<p>Na <strong>Região Norte</strong>, a previsão indica volumes próximos à climatologia, com exceção do noroeste do Amazonas, nordeste de Roraima e do Pará, onde a chuva pode superar em até 50 mm a média histórica.</p>



<p>Por outro lado,&nbsp;<strong>o centro-sul de Roraima e a área central do Pará</strong>&nbsp;devem enfrentar déficits hídricos.</p>



<p>No Nordeste, os acumulados devem se manter dentro da média histórica na maioria dos estados. Contudo, áreas do litoral da Bahia, Sergipe, Pernambuco e Paraíba podem registrar volumes superiores a 80 mm.</p>



<p>Para as&nbsp;<strong>regiões Centro-Oeste e Sudeste</strong>, os prognósticos indicam chuvas próximas à média, incluindo áreas em que a ausência de precipitação é comum nesta época do ano.</p>



<p>Ainda assim, localidades do centro-sul de Mato Grosso do Sul, sudoeste de Minas Gerais e centro do Espírito Santo podem registrar acumulados acima de 40 mm.</p>



<p>Na Região Sul, a previsão também é de volumes dentro da normalidade, com destaque para o norte do Paraná, onde os valores variam entre 60 e 80 mm. No noroeste do Rio Grande do Sul e no oeste do Paraná, os acumulados podem superar a média em até 50 mm.</p>



<p><strong>Temperaturas acima da média em quase todo o Brasil</strong></p>



<p>As temperaturas devem ficar acima da média climatológica em quase todo o país, com destaque para o centro-sul do Pará, noroeste do Mato Grosso, centro-oeste do Mato Grosso do Sul e a região do Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia). Nesses locais, os termômetros podem marcar entre 27°C e 30°C, até 2°C acima da média.</p>



<p>No Nordeste e no Sudeste, a previsão é de temperaturas elevadas em todos os estados, com exceção de pontos isolados do leste nordestino e nordeste do Sudeste, onde os valores devem ficar próximos à média.</p>



<p>As temperaturas devem se manter acima de 24°C no Nordeste e entre 20°C e 26°C no Sudeste, podendo cair abaixo de 18°C nas áreas de maior altitude.</p>



<p>Na Região Sul, os termômetros também devem permanecer acima da média, com desvios de até 1°C. Apenas áreas pontuais do oeste do Paraná e leste de Santa Catarina devem apresentar temperaturas próximas da normalidade. No Rio Grande do Sul, o frio predomina, com registros abaixo de 15°C nas áreas serranas.</p>



<p><strong>Impactos esperados na agricultura</strong></p>



<p>Segundo o Inmet, as previsões para agosto podem impactar diferentes culturas agrícolas do país.</p>



<p>Na Região Norte, o aumento das temperaturas combinado a chuvas regulares demanda atenção nas culturas permanentes e pastagens, especialmente no sudoeste do Pará, onde há risco de baixa reposição hídrica.</p>



<p>O estresse hídrico pode comprometer a evapotranspiração das pastagens e reduzir a oferta de alimento ao rebanho.</p>



<p>No Nordeste, o excesso de chuvas no litoral da Bahia, Sergipe, Pernambuco e Paraíba tende a beneficiar o feijão e o milho de terceira safra, contribuindo para o desenvolvimento final das lavouras.</p>



<p>Em contraste,&nbsp;<strong>no Matopiba</strong>, a previsão de clima mais seco eleva o risco de estresse hídrico e pode prejudicar o desempenho agrícola, sobretudo em áreas não irrigadas.</p>



<p>No Centro-Oeste e no Sudeste, a previsão de chuvas dentro da média deve favorecer a colheita do milho segunda safra e do algodão, além do café e da cana-de-açúcar.</p>



<p>Contudo, o calor intenso e a baixa umidade aumentam a evapotranspiração, exigindo práticas de conservação do solo, principalmente em lavouras em fase de floração e enchimento de grãos, como o feijão da terceira safra.</p>



<p>Na Região Sul, a entrada de massas de ar frio pode provocar geadas, ameaçando culturas sensíveis como hortaliças e frutíferas.</p>



<p>As temperaturas baixas também podem atrasar a maturação do milho. Já o excesso de chuvas no oeste do Rio Grande do Sul e Paraná pode dificultar a semeadura e o início do ciclo de cultivos de inverno, como trigo, aveia, canola, centeio e cevada, especialmente em solos com baixa drenagem. No entanto, a umidade do solo tende a ser adequada ao desenvolvimento dessas culturas.</p>



<p><em>Por AgrofyNews. </em></p>



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