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	<title>Calor Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>Calor Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Calor e umidade podem provocar chuvas intensas no Tocantins este fim de semana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Dec 2025 20:20:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Estadual]]></category>
		<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[Energisa Tocantins]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
		<category><![CDATA[Umidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Destaques são para regiões central e norte do Estado; temperaturas permanecem estáveis O Tocantins está com previsão de chuvas localmente fortes, incidência de descargas atmosféricas e variação de rajadas de vento entre 30 e 50 km/h, principalmente na região Norte e Central do Estado. Segundo a meteorologista e consultora da Energisa Tocantins, Ana Paula Paes, [&#8230;]</p>
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<p><em>Destaques são para regiões central e norte do Estado; temperaturas permanecem estáveis</em></p>



<p>O Tocantins está com previsão de chuvas localmente fortes, incidência de descargas atmosféricas e variação de rajadas de vento entre 30 e 50 km/h, principalmente na região Norte e Central do Estado.</p>



<p>Segundo a meteorologista e consultora da Energisa Tocantins, Ana Paula Paes, o calor combinado à alta umidade favorece a formação de tempestades. “Os próximos dias serão marcados por instabilidades típicas da estação, com pancadas de chuva que podem ocorrer principalmente no sábado e domingo à tarde”, explica. Em Palmas, as temperaturas permanecem estáveis, com máximas entre 28°C e 30°C.</p>



<p>Até o momento, o Tocantins já registrou mais de 4 milhões de descargas atmosféricas em 2025. O dia 10 de novembro entrou para a história, com 112.982 registros em 24 horas, o maior volume dos últimos cinco anos. O recorde anterior havia sido registrado em novembro de 2023, com 109.357 descargas. Os números consideram apenas os raios que atingiram o solo, que representam riscos à segurança e ao fornecimento de energia.</p>



<p>Para reduzir esses impactos, a Energisa Tocantins mantém ao longo do ano um programa de manutenção preventiva que inclui revisão de equipamentos, manejo de vegetação, podas técnicas e capacitação contínua das equipes. O gerente de operações da concessionária, Maurício Zanina, afirma que essas ações reforçam a capacidade da rede de enfrentar eventos extremos. “Para garantir que o fornecimento seja contínuo, seguro e suporte as condições severas do tempo, seguimos um rigoroso plano de manutenção ao longo de todo o ano, com equipes treinadas e práticas permanentes de prevenção”, destaca.</p>



<p>Além da manutenção, a empresa opera um plano de contingência específico para tempestades, com procedimentos definidos para antes, durante e depois das ocorrências, envolvendo diversas áreas internas. “Nosso plano de contingência é uma força-tarefa que amplia o esforço operacional e administrativo, incluindo reforço logístico, suporte de TI, equipes adicionais e até a disponibilização de grupos geradores quando necessário”, detalha Zanina.</p>



<p>A distribuidora prevê encerrar 2025 com R$ 605 milhões investidos na expansão e modernização do sistema elétrico, com novas subestações, equipamentos modernizados e tecnologias de religamento automático que agilizam o restabelecimento da energia.</p>



<p>Durante períodos de chuva intensa, a concessionária reforça cuidados essenciais de segurança: evitar se abrigar sob árvores; não permanecer em rios, lagos ou piscinas; buscar abrigo em locais seguros com portas e janelas fechadas; evitar caminhar em áreas abertas caso não haja abrigo; manter distância de cercas, alambrados, estruturas metálicas e redes; não usar chuveiro elétrico; desligar eletrodomésticos; não utilizar o celular enquanto carrega; providenciar aterramento adequado das instalações; não tocar em fios caídos; e evitar estruturas móveis, como tendas e barracas, que podem atingir a rede.</p>



<p>Ocorrências envolvendo a rede elétrica podem ser comunicadas pelo 0800 721 3330, pelo aplicativo Energisa On, pela Agência Digital no site energisa.com.br ou pelo WhatsApp da assistente virtual Gisa, no endereço www.gisa.energisa.com.br.</p>



<p><em>Por Ascom Energisa Tocantins. </em></p>
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		<title>Excesso de calor pode prejudicar a produção de café em Minas Gerais</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/excesso-de-calor-pode-prejudicar-a-producao-de-cafe-em-minas-gerais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Feb 2025 14:48:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Café]]></category>
		<category><![CDATA[Calor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os próximos cinco dias de altas temperaturas serão decisivos para o peso dos grãos de café em regiões produtoras do Brasil, especialmente em Minas Gerais. Com termômetros acima dos 35 graus e intensa exposição solar, a fase conhecida pelos produtores como granação fica ainda mais comprometida. Esse período é fundamental para determinar a quantidade de café que apresentará maior [&#8230;]</p>
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<p>Os próximos cinco dias de altas temperaturas serão decisivos para o peso dos grãos de café em regiões produtoras do Brasil, especialmente em Minas Gerais. Com termômetros acima dos 35 graus e intensa exposição solar, a fase conhecida pelos produtores como granação fica ainda mais comprometida. Esse período é fundamental para determinar a quantidade de <a class="" href="https://globorural.globo.com/tudo-sobre/agricultura/cafe/">café</a> que apresentará maior ou menor qualidade.</p>



<p>“Nas áreas produtoras de <a class="" href="https://globorural.globo.com/tudo-sobre/agricultura/cafe/">café</a> do Sudeste e do Nordeste, a expectativa é de que o tempo seco continue predominando durante a maior parte desta semana. Além disso, as temperaturas seguirão em elevação, e o calor excessivo tende a acentuar o déficit hídrico nas lavouras e o estresse térmico nas plantas. Isso deve prejudicar o ganho de peso dos grãos de <a class="" href="https://globorural.globo.com/tudo-sobre/agricultura/cafe/">café</a>”, aponta a Climatempo em nota enviada nesta segunda-feira (17/2).</p>



<p>A previsão preocupa produtores, especialmente aqueles com lavouras mais velhas, cujas plantas têm mais de oito anos de produção. No entanto, até o momento, não há consenso sobre a produtividade entre cafeicultores e corretoras de&nbsp;<a class="" href="https://globorural.globo.com/tudo-sobre/agricultura/cafe/">café</a>, conforme apurou a reportagem.</p>



<p>Nas redes sociais, cafeicultores compartilham vídeos e relatos sobre a maturação das plantas, destacando que os grãos não crescerão como esperado, o que impactará a qualidade da safra. As irregularidades nas lavouras, especialmente nas de&nbsp;<a class="" href="https://globorural.globo.com/tudo-sobre/agricultura/cafe/">café</a>&nbsp;arábica, têm sido tema de debate entre produtores. Dois cenários estão em discussão: um deles prevê uma quebra na oferta para os comercializadores, enquanto o outro envolve produtores que estariam aguardando um preço-alvo de R$ 3 mil por saca nas principais praças do Brasil para vender o&nbsp;<a class="" href="https://globorural.globo.com/tudo-sobre/agricultura/cafe/">café</a>.</p>



<p>A corretora Comércio e Representação Pimentel, de Manhuaçu (MG), publicou há dois dias um vídeo de plantas de&nbsp;<a class="" href="https://globorural.globo.com/tudo-sobre/agricultura/cafe/">café</a>&nbsp;em Caparaó (MG), na zona das Matas de Minas, mostrando que a quantidade de grãos nos pés com mais de seis e oito anos é baixa se comparada às de três ou quatro anos, o que será um desafio para o produtor, já que acentua irregularidades.</p>



<p>Outro problema que se arrasta há pelo menos duas semanas é a queda de chumbinhos, um fenômeno natural de autorregulação da planta, mas que foi intensificado pela seca prolongada de 2024 e pelo calor extremo desde o início do ano, mesmo com as chuvas registradas em janeiro.</p>



<p>De acordo com o relatório de fevereiro do banco holandês Rabobank, há registros de chuvas pontuais nas zonas cafeeiras, com exceção das Matas de Minas e do Espírito Santo. No entanto, o volume de precipitação não tem sido suficiente para compensar os danos causados pelo baixo pegamento da florada, principalmente no&nbsp;<a class="" href="https://globorural.globo.com/tudo-sobre/agricultura/cafe/">café</a>&nbsp;arábica. A instituição está em fase de monitoramento de campo e deve divulgar sua estimativa para a safra brasileira de 2025/26 no fim do mês.</p>



<p><em>Por Glolo Rural. </em></p>
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		<title>Chuvas e calor intenso marcam o próximo trimestre no país</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/chuvas-e-calor-intenso-marcam-o-proximo-trimestre-no-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Dec 2024 11:32:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[Intenso]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Norte]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
		<category><![CDATA[Trímestre]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O prognóstico agroclimático do Inmet para dezembro de 2024 a fevereiro de 2025 prevê temperaturas acima da média histórica em todo o Brasil. As chuvas devem variar entre a média e acima da normalidade na maior parte das regiões, com exceção de áreas específicas onde os volumes podem ser menores, trazendo impactos à umidade do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O prognóstico agroclimático do Inmet para dezembro de 2024 a fevereiro de 2025 prevê temperaturas acima da média histórica em todo o Brasil. As chuvas devem variar entre a média e acima da normalidade na maior parte das regiões, com exceção de áreas específicas onde os volumes podem ser menores, trazendo impactos à umidade do solo e à gestão de recursos hídricos.</p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img decoding="async" src="https://assets.revistacultivar.com.br/1018f83c-9653-4093-bafd-dbef36cd099b.jpg" alt="Figura 1: previsão de anomalias de (a) precipitação e (b) temperatura média do ar do multi-modelo Inpe/Inmet/Funceme para o trimestre DJF/2024-2025" style="width:1170px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption"><em>Figura 1: previsão de anomalias de (a) precipitação e (b) temperatura média do ar do multi-modelo Inpe/Inmet/Funceme para o trimestre DJF/2024-2025</em></figcaption></figure>



<h5 class="wp-block-heading" id="h-regiao-norte"><strong>Região Norte</strong></h5>



<p>A maior parte da região deve registrar chuvas próximas ou acima da média. Contudo, o centro-leste do Pará, Tocantins e o leste do Amapá podem enfrentar precipitações abaixo da média. Temperaturas mais altas estão previstas especialmente para Pará, Tocantins e parte do Amazonas. Roraima, por sua vez, continuará com baixos níveis de armazenamento hídrico.</p>



<h5 class="wp-block-heading" id="h-regiao-nordeste"><strong>Região Nordeste</strong></h5>



<p>Chuvas abaixo da média dominam o cenário, com os menores volumes esperados no centro-norte do Piauí, Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco. A região enfrentará calor intenso, com temperaturas acima da média histórica e baixos níveis de umidade do solo, exceto no Maranhão e oeste da Bahia, que podem apresentar leve recuperação em janeiro.</p>



<h5 class="wp-block-heading" id="h-regiao-centro-oeste"><strong>Região Centro-Oeste</strong></h5>



<p>As chuvas devem ser regulares ou acima da média em quase toda a região, exceto no norte de Goiás e nordeste do Mato Grosso. A umidade do solo permanecerá elevada em Goiás e Mato Grosso, exceto em áreas específicas do Mato Grosso do Sul.</p>



<h5 class="wp-block-heading" id="h-regiao-sudeste"><strong>Região Sudeste</strong></h5>



<p>Chuvas acima da média são esperadas para São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e centro-sul de Minas Gerais, enquanto o norte de Minas pode registrar volumes menores. As temperaturas tendem a ser elevadas, mas frentes frias e corredores de umidade podem suavizar o calor.</p>



<h5 class="wp-block-heading" id="h-regiao-sul"><strong>Região Sul</strong></h5>



<p>O leste de Santa Catarina e partes do Paraná terão chuvas acima da média, mas o sudeste do Rio Grande do Sul poderá enfrentar condições mais secas. O calor predomina, mas a entrada de frentes frias pode ocasionar períodos de temperaturas mais amenas.</p>



<h5 class="wp-block-heading" id="h-impactos-climaticos-e-tendencias"><strong>Impactos climáticos e tendências</strong></h5>



<p>Fatores como o El Niño-Oscilação Sul e o Dipolo do Atlântico seguem influenciando o clima no Brasil. A probabilidade de um evento de La Niña é de 62% até fevereiro, diminuindo para 50% nos meses seguintes. Essas condições continuarão impactando diretamente a agricultura e a distribuição de recursos hídricos no país.</p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img decoding="async" src="https://assets.revistacultivar.com.br/c55ced68-c4f0-426c-977c-d0bbcb490800.jpg" alt="Figura 2 – anomalia mensal da Temperatura da Superfície do Mar (ºC)" style="width:1170px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption"><em>Figura 2 – anomalia mensal da Temperatura da Superfície do Mar (ºC)</em></figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img decoding="async" src="https://assets.revistacultivar.com.br/5f1a6c37-1919-4dda-8d83-718ef5785c98.jpg" alt="Figura 3 – previsão probabilística de Enos do APCC" style="width:1170px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption"><em>Figura 3 – previsão probabilística de Enos do APCC</em></figcaption></figure>



<p><em>Por Revista Cultivar/INMET. </em></p>
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		<item>
		<title>Brasil já registrou mais de 154 mil focos de calor este ano</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/brasil-ja-registrou-mais-de-154-mil-focos-de-calor-este-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Sep 2024 14:07:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Programa Queimadas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil iniciou o mês de setembro com mais 154 mil focos de calor registrados este ano, segundo o Programa Queimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O maior número de frentes de fogo está na Amazônia, que concentra 42,7% dos focos registrados no domingo (1º) e nesta segunda-feira (2). De acordo com o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Brasil iniciou o mês de setembro com mais 154 mil focos de calor registrados este ano, segundo o Programa Queimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).</p>



<p>O maior número de frentes de fogo está na Amazônia, que concentra 42,7% dos focos registrados no domingo (1º) e nesta segunda-feira (2).</p>



<p>De acordo com o Inpe, como esses dados são gerados por imagens de satélite, que variam em captação de áreas entre 375 metros quadrados (m²) e 4 quilômetros quadrados (km²), cada foco pode representar uma ou várias frentes de fogo ativas.<br><br>Da mesma forma, uma frente de fogo muito grande pode ser captada por mais de um satélite e representar mais de um foco de calor.</p>



<p><strong>Focos de calor continuam avançando<br></strong><br>Na comparação com os dados divulgados no último boletim do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), no último sábado (31), os focos de calor continuam avançando pelos biomas brasileiros, em relação ao registrado até o dia 27 de agosto, até quando já haviam sido captados pouco mais de 112 mil focos de calor no país.</p>



<p>Embora a Amazônia seja o bioma mais atingido, por causa da extensão de seu território, o município mais afetado foi Corumbá, em Mato Grosso do Sul, onde o bioma predominante é o Pantanal e foram detectados 4.245 focos. Já o segundo município mais atingido foi Apuí, no Amazonas, onde houve 3.401 focos até o dia 27 de agosto.</p>



<p>De acordo com o Laboratório de Aplicações de Satélites Ambientais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Lasa-UFRJ), a área da Amazônia que já foi consumida pelo fogo em 2024 ultrapassou 5,5 milhões de hectares e o Pantanal já perdeu 2,5 milhões de hectares até esse domingo.</p>



<p><strong>Equipes de combate<br></strong><br>O MMA informou que atualmente atuam na Amazônia 1.468 brigadistas do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).</p>



<p>Já no Pantanal, esses órgãos atuam com 391 profissionais, que se somam a outros 343 das Forças Armadas, 79 da Força Nacional de Segurança Pública e dez da Polícia Federal. Também estão sendo empregadas 18 aeronaves e 52 embarcações do governo federal.</p>



<p>Na última terça-feira (27), o Supremo Tribunal Federal determinou o prazo de 15 dias para que o governo federal reforce o número de pessoas e de equipamentos no combate ao fogo no Pantanal e na Amazônia.</p>



<p>No dia 10 de setembro, o cumprimento da medida deverá ser avaliado em audiência de conciliação que tratará de três ações de descumprimento de preceito fundamental (ADPFs) que tratam do tema.<br><br><em>Por Agência Brasil. </em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Inmet emite alerta de baixa umidade no Tocantins e para 15 Estados e DF</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/inmet-emite-alerta-de-baixa-umidade-no-tocantins-e-para-15-estados-e-df/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Sep 2024 13:15:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estadual]]></category>
		<category><![CDATA[Baixa Umidade]]></category>
		<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[inmet]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
		<category><![CDATA[Umidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) emitiu nesta terça, 3, um alerta laranja para 15 Estados e o Distrito Federal devido à baixa umidade. O aviso indica que a umidade relativa do ar pode atingir níveis abaixo de 20%. A OMS (Organização Mundial de Saúde) recomenda um limite ideal de 60%. A baixa umidade traz riscos de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O <a href="https://portal.inmet.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Inmet</a> (Instituto Nacional de Meteorologia) emitiu nesta terça, 3, um alerta laranja para 15 Estados e o Distrito Federal devido à baixa umidade. O aviso indica que a umidade relativa do ar pode atingir níveis abaixo de 20%. A OMS (Organização Mundial de Saúde) recomenda um limite ideal de 60%. A baixa umidade traz riscos de incêndios florestais e problemas de saúde.</p>



<p>Os Estados afetados são Goiás, Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, partes do Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Paraíba, Bahia, Minas Gerais, São Paulo, Paraná e Rondônia.<strong>alertas grátis</strong>&nbsp;do Poder360</p>



<p>O Inmet aconselha a população a adotar medidas preventivas. Recomenda-se aumentar a ingestão de líquidos, evitar atividades físicas e exposição ao sol nas horas mais quentes. Sugere-se também o uso de hidratantes para a pele e umidificadores de ambiente.</p>



<p>Em Brasília, espera-se que a umidade varie entre 12% e 20%. A Semad (Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável) de Minas Gerais destacou as regiões do Triângulo, Noroeste, Oeste e Sul como as mais vulneráveis. Aconselha-se o uso de roupas leves e o consumo de frutas e verduras.</p>



<p>No Mato Grosso do Sul, foram emitidos alertas de diferentes níveis, incluindo amarelo, laranja e vermelho. A umidade pode variar entre mínimas de 8% e máximas de 20%. A Governadoria do Estado explicou que a situação decorre de uma onda de calor. Esta é impulsionada por uma massa de ar quente e seca, o que aumenta o risco de incêndios florestais e problemas de saúde.<br><br><em>Por Agência Brasil. </em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>É preciso mudança da cultura no topo da pirâmide, caso contrário não conseguiremos combater os incêndios florestais</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/e-preciso-mudanca-da-cultura-no-topo-da-piramide-caso-contrario-nao-conseguiremos-combater-os-incendios-florestais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Sep 2024 15:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Queimadas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta última semana de agosto, foi noticiado pelos principais veículos de comunicação que o Brasil precisa reduzir em 92% as emissões de gases do efeito estufa até 2035, para contribuir de forma justa com a proposta de limitar em 1,5 graus Celsius (ºC) o aquecimento global. Quem diz isso é o Observatório do Clima que [&#8230;]</p>
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<p>Nesta última semana de agosto, foi noticiado pelos principais veículos de comunicação que o Brasil precisa reduzir em 92% as emissões de gases do efeito estufa até 2035, para contribuir de forma justa com a proposta de limitar em 1,5 graus Celsius (ºC) o aquecimento global. Quem diz isso é o Observatório do Clima que fez um estudo a respeito. Para esta meta ser atingida, os pesquisadores que participaram do estudo apontam que o país precisará atingir outras ambições.</p>



<p>Desmatamento zero até 2030, recuperação de 21 milhões de hectares de vegetação nativa, combate à degradação e aumento da proteção de seus biomas, bem como investir nas transições energéticas e na prática de agropecuária de baixa emissão, além de uma gestão adequada dos resíduos no país. Essas são as principais ambições que os pesquisadores se referem. O percentual tem como base as emissões de 2005 e avança limitando em 200 milhões de toneladas líquidas, a emissão anual que era de 2,4 bilhões de toneladas líquidas, há 19 anos.</p>



<p>Paralelamente, nos deparamos na mesma última semana de agosto com outra notícia, que infelizmente vai para o lado oposto. A grande quantidade de queimadas que aconteceram em diversas localidades do território nacional. O clima está muito seco porque faz muito tempo que não chove. Porém, vale reforçar que existe entre os especialistas a concordância de que a seca prolongada não justifica tantos focos de incêndio.</p>



<p>Curiosamente, desta vez o foco não foi a floresta Amazônica. A região Centro-oeste e o interior do Estado de São Paulo foram as áreas mais afetadas. Vale lembrar que o interior paulista praticamente não tem mais floresta nativa, apenas alguns poucos resíduos de mata selvagem que sobraram e que são importantes para a tentativa de recuperação do bioma. Infelizmente parte foi queimada junto com plantações de cana-de-açúcar e de laranja, principalmente. O que também chama a atenção porque fazendas são áreas já desmatadas.</p>



<p>É provável que o Observatório do Clima tenha de refazer seus estudos. A quantidade de incêndios é tão grande que não só a meta de redução de desmatamento ficou mais difícil como é fato que o que foi consumido pelas chamas são justamente as plantas que contribuiriam para a absorção do carbono na atmosfera. Aliás, ao serem queimadas, elas próprias se transformaram em gases nocivos à saúde e responsáveis pelo aquecimento global.</p>



<p>Em um mundo que é importante dar cada vez mais importância para o ESG, o que está acontecendo no Brasil é catastrófico. Embora, algumas empresas, entidades e cidadãos busquem, individualmente, soluções para mitigar emissões e frear as mudanças climáticas, no conjunto da nossa sociedade acontece o contrário. Emitimos mais fumaça ao mesmo tempo que destruímos o verde que ainda resta, a ferramenta de descarbonização mais eficiente que existe.</p>



<p>Considerando o contexto das ocorrências, em que a maioria dos focos são resultado da ação humana, parte por criminosos e parte por pessoas irresponsáveis, fica evidente que a solução depende de uma mudança radical na forma como o Estado brasileiro gerencia seus recursos naturais. Também é preciso uma forte mudança na visão de negócios dos donos do agronegócio, o mais importante segmento econômico do Brasil. Muitos desdenhava do trabalho contra o desmatamento, mas agora eles próprios se tornaram vítimas do mesmo fogo que destruiu gigantescas áreas de florestas nativas.</p>



<p>O que mais chama a atenção nisso tudo é que o Congresso brasileiro se mostra totalmente indiferente ao problema. Pior que isso, eles trabalham justamente para destruir o pouco que resta. Não bastasse perder tempo para aprovar projetos que autorizam a jogatina eletrônica e a comercialização de cigarros eletrônicos, os congressistas trabalham para aprovar o “pacote da destruição” formado por mais de 25 projetos de lei três propostas de emendas à Constituição (PECs), que permitem absurdos com derrubada de mata nativa em áreas de preservação permanente, redução de 80% para 50% a reserva legal na Amazônia, entre outros.</p>



<p>Projetos que visam beneficiar economicamente os donos do agronegócio, muitos deles, agora vítimas desses incêndios, mas que não enxergam além de seus próprios bolsos. Isso tem que mudar antes que seja tarde. Poder público e agropecuaristas precisam se reunir, se entenderem e, juntos, criarem um plano em prol da sustentabilidade. Os governos municipais, estaduais e o federal, assim como os legislativos nas três esferas, devem avaliar os gargalos que dificultam a fiscalização para corrigi-los assim como deve haver mudança na legislação para que a punição passe a ser verdadeiramente temida.</p>



<p>Já os proprietários das fazendas precisam melhorar procedimentos e criar meios de monitorar toda a área produtiva e os resquícios de florestas que restaram em suas propriedades. As perdas não são só deles e nem são apenas animais selvagens que estão morrendo e perdendo seus habitats. O lucro deles está sendo queimado. Compaixão com o primeiro grupo é respeito com o próprio bolso ou conta bancária. É respeito com a sociedade como um todo.</p>



<p>O conceito ESG tem de ser mais bem disseminado na sociedade. Mas isso só será possível se os que estão no topo da pirâmide política e econômica aprenderem e a aceitarem que é preciso mudar. Querendo ou não, eles são o exemplo para a sociedade. Se a cultura lá em cima não mudar, na base também não mudará. E aí o Brasil perderá a batalha para o aquecimento global. Todos nós seremos penalizados. Vai mais um aviso: para a natureza não existe classe social nem cargo de maior importância. Quando ela revidar, ninguém vai se salvar com “carteirada”.</p>



<p><em>Por Roberto Gonzalez é consultor de governança corporativa e ESG e conselheiro independente de empresas. É autor do livro &#8220;Governança Corporativa &#8211; O Poder de Transformação das Empresas</em>&#8220;. </p>
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		<title>Setembro mais quente da história: Onda de calor deve elevar temperaturas no Tocantins nos próximos dias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Sep 2024 12:04:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Energisa]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Quente]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Práticas de consumo consciente de energia dentro de casa ajudam para não ser surpreendido com uma conta de luz mais cara, orienta concessionária. Os próximos dias devem ser de calor intenso para os tocantinenses, isso acontece devido a onda de calor que deve atingir grande parte do Brasil durante a primeira metade de setembro, que [&#8230;]</p>
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<p><em>Práticas de consumo consciente de energia dentro de casa ajudam para não ser surpreendido com uma conta de luz mais cara, orienta concessionária.</em></p>



<p>Os próximos dias devem ser de calor intenso para os tocantinenses, isso acontece devido a onda de calor que deve atingir grande parte do Brasil durante a primeira metade de setembro, que deve ser um dos mais quentes já registrados no país. Com esse período, é importante que a população esteja atenta, reproduzindo hábitos de consumo que possam amenizar este calor dentro de casa, ao mesmo tempo também que possa economizar no consumo de energia durante a onda de calor excepcional.</p>



<p><strong>Temperaturas elevadas no Tocantins</strong></p>



<p>Segundo a empresa&nbsp;<em>Storm&nbsp;</em>de monitoramento meteorológico, não há previsão de chuva para os próximos dias no Tocantins, com as temperaturas muito elevadas e a umidade relativa do ar inferior a 30%, o que aumenta o risco de queimadas no estado. “Este calor deve ser provocado pela atuação de um sistema de alta pressão atmosférica sobre a região central do País, que tende a inibir a formação de nuvens de tempestades e a passagens de frentes frias. Desta forma teremos um aumento na radiação solar recebida e consequente aumento das temperaturas.”, reforça a meteorologista e consultora da Energisa, Ana Paula Paes.</p>



<p>No estado do Tocantins, as temperaturas devem ficar cerca de pelo menos 4 a 6 graus acima da média climatológica anteriormente prevista para o período na região. A massa de ar quente nesta primeira semana de setembro deve afetar com força e marcar temperaturas próximas à 40º C, e sensação termina ainda maior. Além do Tocantins, a temperatura elevada deve atingir também estados como Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Maranhão, Piauí, São Paulo, Amazonas, dentre outros. A abrangência do calor deve ser maior na segunda semana de setembro, quando mais estados devem ter temperaturas máximas acima de 40ºC.</p>



<p><strong>Hábitos para redução de energia durante a onda de calor</strong></p>



<p>Para enfrentar a intensa onda de calor dos próximos dias, os tocantinenses recorrem ao uso mais frequente de equipamentos de refrigeração como ar-condicionado, ventiladores e refrigeradores. Para ajudar neste período, a Energisa preparou algumas dicas de consumo consciente de energia, de maneira que a população consiga se aliviar durante o período de temperaturas elevadas, mas sem surpresas no valor da conta de luz. Confira:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Uso consciente do ar-condicionado: Use na temperatura entre 23ºC e 24ºC. Ao ficar muito tempo fora do ambiente, desligue-o. Além da adoção de modelos mais eficientes e econômicos, é recomendado também evitar a luz do sol no ambiente, para que o equipamento não sobrecarregue e consiga climatizar de maneira eficaz. Mantenha os filtros limpos e a manutenção em dia, provocando que o aparelho trabalhe no seu melhor estado.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Optar por roupas mais leves: roupas com tecidos mais leves contribui para que elas não precisem ser passadas, economizando no uso do ferro de passar. além disso, roupas leves são lavadas de maneira mais rápida e, diferente de tecidos mais pesados, reduz a força aplicada na máquina de lavar;</li>



<li>Deixe a geladeira longe de locais ou equipamentos de aquecimento, como forno elétrico, fogão, churrasqueira e micro-ondas, e preferencialmente em um local que não pegue sol de forma direta. Quanto maior a temperatura fora da geladeira, mais ela vai precisar trabalhar para manter a temperatura interna, em especial quando for aberta;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</li>



<li>Verifique constantemente se a vedação da geladeira está em boas condições: Caso não esteja, o ar quente do ambiente externo pode entrar para o interior do equipamento, forçando o motor a trabalhar mais para manter a temperatura baixa. Você pode fazer um teste de vedação colocando uma folga de papel ao fechar a porta. Se ela sair com facilidade, pode ser um sinal de precisar trocar a borracha;</li>



<li>Evite o uso de chuveiro elétrico: Mesmo durante este período, algumas pessoas ainda usam o equipamento, mas seu uso deve ser evitado para que o consumo de energia diminua;</li>



<li>Diminuir o uso excessivo de energia: Utilize equipamentos com programação de desligamento automático, configurando para desligar 1-2 horas antes do usual; não deixar aparelhos ligados na tomada caso não esteja utilizando;</li>
</ul>



<p><em>Por Comunicação ETO. </em></p>
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		<title>Focos de calor na Amazônia em julho de 2024 tiveram aumento de 98% emrelação ao mesmo mês no passado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Aug 2024 13:51:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Aumento]]></category>
		<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Greenpeace]]></category>
		<category><![CDATA[Julho]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com 11,4 mil focos, julho tem recorde de fogo para o mês em quase vinte anos.Dentre todos os biomas, a Amazônia registrou mais da metade dos focos de calor emjulho, com 50,9% do total. A Amazônia teve 11.434 focos de calor em julho de 2024, segundo dados do sistemaBDQueimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais [&#8230;]</p>
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<p><em>Com 11,4 mil focos, julho tem recorde de fogo para o mês em quase vinte anos.<br>Dentre todos os biomas, a Amazônia registrou mais da metade dos focos de calor em<br>julho, com 50,9% do total.</em><br><br>A Amazônia teve 11.434 focos de calor em julho de 2024, segundo dados do sistema<br>BDQueimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), um aumento de<br>98% em relação ao mesmo mês no ano passado (que registrou 5.772 focos de calor). O<br>maior registro de fogo no mês foi 30 de julho, com 1348 registros em um único dia.<br><br>Julho também teve o maior registro de fogo na Amazônia desde 2005, quando ocorreu<br>o recorde histórico de 19 mil focos de calor para um mês de julho. No estado do<br>Amazonas, o recorde de focos de queimadas é histórico, sendo o maior desde 1998,<br>quando o Inpe iniciou as medições.<br><br>É esperado um aumento nos alertas de de desmatamento e nas queimadas na<br>Amazônia entre julho e outubro, época onde a maioria dos estados passa pelo “verão<br>amazônico”, período em há diminuição da chuva e da umidade relativa do ar e do<br>aumento da temperatura, o que deixa a vegetação mais seca e sujeita ao fogo.<br><br>“No entanto, cabe lembrar que, mesmo assim, a grande maioria desse fogo tem sua<br>origem por ação humana, seja propositalmente para desmatar ou queimar a floresta no<br>chão, seja por perder o controle da queima de pastos e áreas de agricultura que<br>acabam se espalhando”, explica o especialista em campanhas do Greenpeace Brasil,<br>Rômulo Batista.<br><br>O porta-voz também alerta que julho é apenas o primeiro mês deste período seco na<br>Amazônia, e que há previsões de uma seca muito severa no bioma em 2024.<br>“Considerando que ainda temos mais três meses de verão amazônico, a situação do<br>fogo e da seca, que já fez três estados decretarem estado de emergência, é de extrema<br>preocupação na Amazônia. A floresta e seus povos ainda não se recuperaram da<br>última grande seca e dos incêndios florestais do ano passado e outra grande seca se<br>avizinha que com muito fogo, pode levar a floresta ainda mais perto do ponto de não<br>retorno”, explica Batista.<br><br><strong>Caminhos para o combate do fogo<br></strong><br>“É preciso abandonar o uso do fogo na pecuária e agricultura, ficando seu uso restrito a<br>povos indígenas, populações tradicionais que historicamente manejam o fogo em áreas<br>muito pequenas e pequenos agricultores que não tem outra opção viável tecnicamente<br>e financeiramente”, afirma o porta-voz.<br><br>“A Amazônia precisa de um planejamento sistemático do bioma, que passa por<br>continuar combatendo o desmatamento e atingir o Desmatamento zero o quanto antes,<br>mas também precisamos atuar fortemente na prevenção, no manejo integrado do fogo e<br>criar verdadeiros batalhões de combate a queimadas e incêndios de biomas naturais<br>que sejam estruturados, bem pagos e equipados para esse combate. Locais com difícil<br>acesso, como no Pantanal e na Amazônia, precisam que o Brasil invista em um<br>esquadrão de combate ao fogo, inclusive com aviões de grande porte dando suporte a<br>esse combate. Não adianta termos somente brigadistas em parte do ano na Amazônia”,<br>completa Batista.<br><br>● Amazonas foi o estado com maior número de focos de calor, com 4241<br>registros, recorde histórico para o mês &#8211; o uso do fogo no sul do estado está<br>proibido desde o dia 05 de julho; Pará, com 3265 focos, e Rondônia, com 1617<br>focos, aparecem em segundo e terceiro lugares;<br>● Os municípios campeões em focos de calor para o mês foram Apuí e Lábrea, no<br>Amazonas, e Porto Velho, em Rondônia;<br>● As terras indígenas que mais concentram focos de calor em julho são as que<br>mais sofrem com garimpo historicamente: TI Munduruku e TI Kayapó;<br>● Entre as Unidades de Conservação, a situação é especialmente preocupante<br>no Parque Estadual de Guajará-Mirim, em Rondônia, com 40% dos registros em<br>UCs.</p>



<p><br><br><strong>Sobre o Greenpeace Brasil<br></strong><br>O Greenpeace Brasil é uma organização ativista ambiental sem fins lucrativos, que atua desde 1992 na defesa do meio ambiente. Ao lado de todas as pessoas que buscam um mundo mais verde, justo e pacífico, a organização atua há mais de 30 anos pela defesa do meio ambiente denunciando e<br>confrontando governos, empresas e projetos que incentivam a destruição das florestas</p>
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		<title>Estudo da Nasa aponta Brasil como um dos cinco lugares do planeta que pode ficar ‘inabitável’ em 50 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jul 2024 12:36:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Estudos]]></category>
		<category><![CDATA[Inabitável]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Nasa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Num momento em que o calor anômalo afeta boa parte do planeta, uma análise da Nasa, a agência espacial americana, destaca que alguns lugares do mundo podem se tornar inabitáveis nas próximas décadas com a escalada das temperaturas. Áreas do Centro-Oeste, do Nordeste, do Norte e do Sudeste do Brasil estão incluídas num estudo que mapeou cinco [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Num momento em que o calor anômalo afeta boa parte do planeta, uma análise da Nasa, a agência espacial americana, destaca que alguns lugares do mundo podem se tornar inabitáveis nas próximas décadas com a escalada das temperaturas. Áreas do Centro-Oeste, do Nordeste, do Norte e do Sudeste do Brasil estão incluídas num estudo que mapeou cinco regiões da Terra onde o calor pode tornar impossível a sobrevivência humana dentro de 50 anos.<br><br>Neste momento, o vermelho, que marca as temperaturas acima da média, é a cor dominante do mapa global. Países do Hemisfério Norte, onde é verão, sofrem com ondas de calor, como a que afeta desde a semana estados do Oeste e do Leste dos Estados Unidos. No Hemisfério Sul, o inverno não tem força para impedir que as temperaturas passem dos 35C em cidades do Centro-Oeste, Nordeste e Norte do Brasil.<br><br><strong>O que causa o aumento das temperaturas?</strong></p>



<p>O aumento da temperatura é uma das principais consequências das mudanças climáticas. Cientistas enfatizam que a tendência é que o mundo continue a esquentar, caso das emissões de gases do efeito estufa continuem a seguir em ritmo acelerado. Ondas de calor já têm se tornado mais frequentes e severas.<br><br><strong>Por que parte do mundo pode se tornar inabitável?</strong></p>



<p>O alerta de que parte do mundo pode se tornar inabitável veio de um estudo integrado por Colin Raymond, do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa. O trabalho analisou os extremos de calor e umidade e foi publicado na revista científica Science Advances.</p>



<p>Para fazer o estudo, Raymond e seus colegas usaram imagens de satélite e projeções da temperatura de bulbo úmido. Esta medida de conforto térmico considera não apenas a temperatura, mas também a umidade do ar.<br><br>Embora o ar seco possa ser desagradável, é a umidade que aumenta significativamente a sensação de calor. Isso acontece porque a transpiração é um dos principais mecanismos de resfriamento do corpo humano. Porém, quando está muito úmido, o suor não evapora e isso faz com que o calor não seja dissipado.<br><br>Mas, a ciência usa a chamada temperatura de bulbo úmido para se balizar. Se estima que mesmo a mais saudável das pessoas superaquecerá e poderá morrer se permanecer numa temperatura de bulbo úmido acima de 35C por mais de seis horas. Esses 35C de bulbo úmido equivalem a 45C com 50% de umidade, o que dá uma sensação térmica de 71C.<br><br><strong>Além dos limites do corpo humano</strong></p>



<p>O corpo consegue se manter suando a 45C com 20% de umidade. Porém, se a umidade passar de 40%, essa combinação pode ser letal porque a capacidade de suar e assim dissipar calor, se reduz. Não se sabe quase nada sobre como as pessoas podem ser adaptar à exposição a temperaturas assim por vários dias.</p>



<p>Há alguns anos, se considerava quase impossível que essa temperatura de bulbo úmido fosse atingida. No entanto, o estudo mostrou que desde 2005 isso já acontece em alguns lugares do Golfo Pérsico e do Paquistão. Segundo o estudo, continuada a tendência de aquecimento, essas temperaturas extremas vão se tornar progressivamente mais elevadas e frequentes ao longo das próximas décadas.<br><br>A seguir, as áreas onde os cientistas estimam que a combinação de calor e umidade extremos impedirão que sejam habitadas em torno de 2070:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Sul da Ásia</strong>: esta região, onde vivem milhares de milhões de pessoas, poderá registar temperaturas de bulbo húmido superiores a 35 graus Celsius até 2070. Isto significa que a combinação de calor e umidade poderá atingir níveis perigosos para a saúde humana, mesmo para pessoas saudáveis.</li>



<li><strong>Golfo Pérsico e Mar Vermelho:&nbsp;</strong>as temperaturas nessas regiões também já são extremamente elevadas e a previsão é a de que aumentem ainda mais nas próximas décadas. A combinação de calor e umidade poderá tornar a região inabitável até 2070.</li>



<li><strong>Partes da China, Sudeste Asiático e Brasil:&nbsp;</strong>essas regiões também poderão enfrentar condições inabitáveis ​​nas próximas décadas, embora o prazo exato seja mais incerto. Porém, a derrubada de árvores e o consumo irresponsável de recursos naturais podem provocar uma aceleração no aumento da temperatura.</li>
</ul>



<p><em>Por O Globo.<br></em><br></p>
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		<item>
		<title>Brasil enfrenta onda de calor em pleno inverno</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/brasil-enfrenta-onda-de-calor-em-pleno-inverno/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jul 2024 16:18:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estadual]]></category>
		<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
		<category><![CDATA[Verão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma condição atípica para o inverno marca o início desta semana, segundo Gabriel Rodrigues, meteorologista do Portal Agrolink. As temperaturas devem subir, alcançando até 5°C acima da média para esta época do ano, resultando em uma onda de calor. Projeções indicam que os termômetros podem atingir valores na ordem de 38°C nos próximos dias. “A [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><span style="color: rgb(77, 77, 77); font-family: inter-regular, arial; font-size: 20px; text-align: justify; white-space-collapse: collapse;">Uma condição atípica para o inverno marca o início desta semana, segundo Gabriel Rodrigues, meteorologista do Portal Agrolink. As temperaturas devem subir, alcançando até 5°C acima da média para esta época do ano, resultando em uma onda de calor. Projeções indicam que os termômetros podem atingir valores na ordem de 38°C nos próximos dias.</span><br><br>“A América do Sul deve registrar uma grande amplitude térmica nos próximos dias,” explica Rodrigues. “Embora estejamos em julho, o mês mais frio do ano, as temperaturas diurnas vão disparar, deslocando-se do norte da região central do Brasil até a Argentina, Uruguai e a região sul do Brasil.”</p>



<p>A previsão do centro meteorológico americano aponta para valores extremos, com Porto Velho, em Rondônia, alcançando 38°C e Cuiabá com 37°C. Em São Paulo, cidades como São José do Rio Preto e Presidente Prudente devem registrar 32°C e 30°C, respectivamente. Goiás também não fica de fora, com Rio Verde chegando a 29,9°C. No Tocantins, Maranhão, Piauí e oeste da Bahia, as temperaturas também estarão elevadas.</p>



<p>No sul do país, o norte do Paraná deve atingir temperaturas na casa dos 30°C, enquanto o oeste do Rio Grande do Sul pode registrar tardes acima dos 28°C. “Para algumas regiões do Brasil, 28°C não é uma temperatura muito quente, mas considerando que estamos no inverno e esses valores podem ocorrer na região sul, é uma condição atípica,” destaca Rodrigues.</p>



<p>Além das altas temperaturas, a umidade relativa do ar também será um fator preocupante, podendo ficar abaixo dos 15% em alguns pontos da região centro-oeste. Isso aumenta os riscos de incêndios, especialmente para aqueles que estão avançando nas operações de colheita.</p>



<p>No tocante às chuvas, a circulação de bloqueio está atuando principalmente no Brasil Central. As chuvas mais volumosas devem se concentrar no extremo norte do Brasil, especialmente em Roraima e Amapá, devido à Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) e às ondas tropicais. Na costa leste do Nordeste, são esperadas chuvas recorrentes, mas com baixos volumes.</p>



<p>“A partir de quarta-feira, uma frente fria avançará pelo Atlântico Sul, trazendo chuvas para o Rio Grande do Sul, Santa Catarina e sul do Paraná,” relata Rodrigues. “Essa frente fria traz uma condição de chuvas fracas a partir de quinta-feira, com volumes abaixo dos 15 mm na maioria das localidades ao longo da semana.”</p>



<p>Para quem está avançando no plantio na região sul, a recomendação é acompanhar o monitoramento e a previsão do tempo no curto prazo, escolhendo as melhores janelas de plantio para aproveitar essa umidade adicional com as chuvas previstas para a semana.<br><br><em>Por Agrolink. </em></p>
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