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	<title>Cana-de-açúcar Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>Cana-de-açúcar Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>UniCatólica prepara acadêmicos de Agronomia para mercado de trabalho com aula sobre cana-de-açúcar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 11:47:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Cana-de-açúcar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Atividade aproxima estudantes da realidade do setor sucroenergético e das demandas do mercado de trabalho Na última segunda-feira, 9 de março, acadêmicos do curso de Agronomia do Centro Universitário Católica do Tocantins (UniCatólica) participaram de uma aula de campo sobre boas práticas de colheita e pós-colheita da cana-de-açúcar. A atividade integrou a disciplina Culturas I [&#8230;]</p>
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<p><em>Atividade aproxima estudantes da realidade do setor sucroenergético e das demandas do mercado de trabalho</em></p>



<p>Na última segunda-feira, 9 de março, acadêmicos do curso de Agronomia do Centro Universitário Católica do Tocantins (UniCatólica) participaram de uma aula de campo sobre boas práticas de colheita e pós-colheita da cana-de-açúcar. A atividade integrou a disciplina Culturas I e foi realizada no campo experimental da instituição, seguida de análises laboratoriais para avaliação da qualidade do caldo da cana.</p>



<p>Durante a prática, os acadêmicos realizaram a identificação do ponto ideal de colheita por meio da análise da anatomia da planta, além da leitura do grau Brix com o auxílio de refratômetro e o cálculo do índice de maturação. Na sequência, já no laboratório, foi realizada a moagem da cana para extração do caldo e a análise de parâmetros de qualidade, como pH, grau Brix e teor alcoólico (grau GL).</p>



<p>A atividade também incluiu a demonstração da cana assada, permitindo observar a concentração de açúcares após a evaporação da água e discutir os processos iniciais de transformação dos açúcares durante o processamento.</p>



<p>De acordo com a docente Me. Cibelle Christine Brito Ferreira responsável pela atividade, a proposta foi proporcionar aos estudantes uma vivência próxima da realidade da indústria sucroenergética (é um segmento da agroindústria brasileira focado na produção conjunta de açúcar e energia -etanol e bioeletricidade- a partir da cana-de-açúcar), permitindo compreender como são definidos os destinos da matéria-prima a partir da análise de qualidade da cana. “A proposição trouxe aos estudantes a experiência de como a indústria realiza os parâmetros de avaliação da qualidade. A partir dessas análises, é possível identificar se o material é mais adequado para a produção de açúcar, etanol ou outros destinos, como a alimentação animal”, destacou.</p>



<p>Segundo a professora, compreender esses parâmetros é fundamental, pois eles influenciam diretamente na destinação da produção e na definição do valor comercial da cana. A atividade buscou, portanto, integrar teoria e prática, permitindo que os estudantes acompanhassem todo o processo, desde a colheita até as etapas iniciais de análise do caldo.</p>



<p>Para a acadêmica de Agronomia Júlya Tavares, do 7º período, a experiência contribuiu significativamente para consolidar os conteúdos trabalhados em sala de aula. “Essa experiência foi muito enriquecedora, porque nos permitiu observar e medir diretamente no campo aquilo que estudamos. Para mim, essas práticas contribuem muito para a nossa formação como futuros agrônomos, porque colocando a mão na massa aprendemos muito mais”, concluiu.</p>



<p>A realização da aula prática também dialoga com o crescimento da cultura da cana-de-açúcar no Tocantins. A expansão da demanda e a presença de indústrias que utilizam a cultura como matéria-prima ampliam as oportunidades no setor produtivo e reforçam a importância de formar profissionais qualificados para atuar nesse segmento.</p>



<p><em>Por Ascom UniCatólica. </em></p>
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		<title>Setor de energia celebra decreto que estimula biometano e amplia rastreabilidade</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/setor-de-energia-celebra-decreto-que-estimula-biometano-e-amplia-rastreabilidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Sep 2025 13:27:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[biometano]]></category>
		<category><![CDATA[Cana-de-açúcar]]></category>
		<category><![CDATA[Energia]]></category>
		<category><![CDATA[rastreabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A publicação do decreto nº 12.614, que regulamenta o Programa Nacional de Descarbonização do Produtor e Importador de Gás Natural e de Incentivo ao Biometano, conforme estabelecido na Lei nº 14.993/2024, que institui o marco legal do programa Combustível do Futuro, foi comemorada pelo setor. A Bioenergia Brasil e a União da Indústria de Cana-de-Açúcar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A publicação do decreto nº 12.614, que regulamenta o Programa Nacional de Descarbonização do Produtor e Importador de Gás Natural e de Incentivo ao Biometano, conforme estabelecido na Lei nº 14.993/2024, que institui o marco legal do programa Combustível do Futuro, foi comemorada pelo setor.</p>



<p>A Bioenergia Brasil e a União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia&nbsp;<strong><a href="https://www.canalrural.com.br/tag/unica/">(Unica)</a></strong>&nbsp;divulgaram nota parabenizando o governo federal e, em especial, o Ministério de Minas e Energia.</p>



<p>“A iniciativa representa um avanço regulatório fundamental, consolidando o Brasil na vanguarda da transição energética global ao estabelecer metas obrigatórias de descarbonização para o segmento de gás natural, com ênfase no uso progressivo do biometano”, destacam.</p>



<p><strong>Rastreabilidade da cadeia produtiva</strong></p>



<p>O decreto garantirá a instituição do Certificado de Garantia de Origem do Biometano (CGOB), instrumento para assegurar a rastreabilidade da cadeia produtiva, viabilizar o cumprimento das metas de redução de emissões e, ainda, permitir iniciativas voluntárias de descarbonização por parte de empresas comprometidas com práticas sustentáveis.</p>



<p>“O setor sucroenergético brasileiro, detentor do maior potencial de produção de biometano a partir de subprodutos agroindustriais como a vinhaça e a torta de filtro, reitera seu papel estratégico na promoção de economia circular, com geração de empregos, atração de investimentos e aumento da competitividade nacional”, ressaltam as entidades.</p>



<p>De acordo com a nota, a utilização do biometano não apenas reforça os compromissos ambientais assumidos pelo Brasil, como também contribui de forma direta para a redução das emissões de gases de efeito estufa no setor energético e em outras áreas da economia brasileira.</p>



<p>“A regulamentação e o início do programa, legalmente previsto para começar em 2026, constituem marco relevante na consolidação de uma matriz energética diversificada, resiliente e de baixo carbono, reforçando o protagonismo brasileiro no desenvolvimento de soluções sustentáveis com base em bioenergia avançada”.</p>



<p><strong>Biometano e compromissos ambientais</strong></p>



<p>O deputado federal e presidente da Comissão Especial da Transição Energética da Câmara dos Deputados, Arnaldo Jardim, ressaltou que ampliar a participação do biometano na matriz energética brasileira contribuirá significativamente para o atendimento de compromissos assumidos em acordos internacionais sobre o clima.</p>



<p>“O biometano é uma energia limpa, renovável, que transforma passivos ambientais, como resíduos sólidos urbanos e agroindustriais, em riqueza e desenvolvimento para o país”, disse.</p>



<p>Para ele, o biometano ajudará o Brasil a se consolidar como protagonista da nova economia, demonstrando que é possível unir agronegócio, proteção ambiental e inovação e acelerar ainda mais a transição para um modelo de menos impacto ambiental.</p>



<p><em>Por Canal Rural.</em></p>
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		<title>Produção de cana mais sustentável: nova lei beneficia o meio ambiente e os produtores</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/producao-de-cana-mais-sustentavel-nova-lei-beneficia-o-meio-ambiente-e-os-produtores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jan 2025 14:42:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Cana-de-açúcar]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Produtores Rurais]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Está em vigor a Lei 15.082/24, que garante ao produtor de&#160;cana-de-açúcar&#160;destinada ao biocombustível participação nas receitas obtidas com a negociação de créditos de descarbonização (CBios). Antes, a remuneração era exclusiva das usinas produtoras de etanol. A nova lei altera a Política Nacional de Biocombustíveis (RenovaBio) para incluir os produtores independentes. A norma foi publicada no&#160;Diário [&#8230;]</p>
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<p>Está em vigor a Lei 15.082/24, que garante ao produtor de&nbsp;<strong><a href="https://www.canalrural.com.br/tag/cana-de-a%C3%A7%C3%BAcar/">cana-de-açúcar</a></strong>&nbsp;destinada ao biocombustível participação nas receitas obtidas com a negociação de créditos de descarbonização (CBios). Antes, a remuneração era exclusiva das usinas produtoras de etanol. A nova lei altera a Política Nacional de Biocombustíveis (RenovaBio) para incluir os produtores independentes.</p>



<p>A norma foi publicada no&nbsp;<strong><a href="https://www.canalrural.com.br/tag/dou/">Diário Oficial da União (DOU)</a></strong>&nbsp;no último dia do ano de 2025 e altera a Lei do Petróleo, exigindo que o distribuidor comprove, por meio de balanço mensal, que possui estoque próprio e compras e retiradas de biodiesel compatíveis com o volume de diesel B (resultado da mistura de biodiesel ao diesel de origem fóssil) comercializado. Sem essa comprovação, o distribuidor fica impedido de vender qualquer categoria de diesel.</p>



<p>A lei também reforça a regulação do setor com medidas como o aumento de multas para os agentes que não cumprirem as metas de descarbonização estabelecidas. O não cumprimento das metas passa a ser tipificado como crime ambiental e a comercialização de combustíveis será proibida para distribuidores inadimplentes com sua meta individual.</p>



<p>A legislação ainda revoga a autorização dada pela&nbsp;<strong><a href="https://www.canalrural.com.br/tag/anp/">Agência Nacional do Petróleo (ANP)</a></strong>&nbsp;em casos de reincidência de descumprimento das metas.</p>



<p>O RenovaBio é um programa de descarbonização da matriz de transportes, com impactos para o meio ambiente, contribuindo para o atendimento aos compromissos do Brasil no âmbito do Acordo de Paris sob a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima.</p>



<h5 class="wp-block-heading" id="h-receitas"><strong>Receitas</strong></h5>



<p>Os produtores de cana-de-açúcar deverão receber parcelas de, no mínimo, 60% das receitas oriundas da comercialização dos CBios gerados a partir do processamento da cana entregue por eles às usinas. Quando o agricultor fornecer à indústria os dados primários necessários ao cálculo da nota de eficiência energético-ambiental, além desses 60%, ele deverá receber 85% da receita adicional sobre a diferença de créditos, já descontados os custos de emissão.</p>



<p>Já os produtores das demais matérias-primas de biocombustíveis, como soja e milho, usados para a produção de biodiesel e etanol, respectivamente, poderão negociar a parcela de remuneração no âmbito privado.</p>



<h5 class="wp-block-heading" id="h-crime-ambiental"><strong>Crime ambiental</strong></h5>



<p>A regra endurece o cumprimento das metas individuais de descarbonização pelas distribuidoras de combustíveis. Elas deverão ser cumpridas até 31 de dezembro de cada ano. O descumprimento configura crime ambiental, com multa que poderá variar de R$ 100 mil a R$ 500 milhões. Para cumprir as metas, as distribuidoras compram os CBios emitidos pelas usinas de biocombustíveis.</p>



<p>Cada crédito representa uma tonelada de carbono equivalente que deixou de ser emitida.</p>



<h5 class="wp-block-heading" id="h-vetos"><strong>Vetos</strong></h5>



<p>O&nbsp;<strong><a href="https://www.canalrural.com.br/tag/lula/">presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)&nbsp;</a></strong>vetou dois trechos da lei. Um deles permitia a tomada de créditos de contribuições tributárias pelas distribuidoras na aquisição dos CBios. Os ministérios da Fazenda e do Planejamento e Orçamento observaram que o texto vetado “equipara os créditos de descarbonização a insumos para os distribuidores a fim de gerar créditos para compensação no processo de não cumulatividade de tributos federais”.</p>



<p>Segundo o Executivo, “o preceito contraria o interesse público” e é inconstitucional por criar “renúncia de receita sem estimativa de impacto orçamentário e financeiro”.</p>



<p>O outro veto também foi pedido pelo Ministério da Fazenda ao trecho que equipara os CBios aos demais valores mobiliários.</p>



<h5 class="wp-block-heading" id="h-projeto"><strong>Projeto</strong></h5>



<p>A Lei 15.082/24 teve origem no PL 3149/20, de autoria do então deputado e atual senador Efraim Filho (União-PB). Ele próprio foi o relator da matéria no Senado.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Agricultura distribui mudas de cana e capim para suplementação animal a produtores rurais</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/agricultura-distribui-mudas-de-cana-e-capim-para-suplementacao-animal-a-produtores-rurais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Nov 2024 12:17:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Animal]]></category>
		<category><![CDATA[Cana-de-açúcar]]></category>
		<category><![CDATA[Capim para suplementação]]></category>
		<category><![CDATA[mudas]]></category>
		<category><![CDATA[produtor rural]]></category>
		<category><![CDATA[Seagro]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Secretaria da Agricultura e Pecuária (Seagro), por meio da Gerência de Agroenergia e Floresta, está distribuindo mudas de cana e capim para suplementação animal no período de seca. A distribuição ocorre nas unidades experimentais do Parque Agrotecnológico Engenheiro Agrônomo Mauro Medanha, em Palmas. As mudas de cana são de quatro variedades com elevado potencial [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Secretaria da Agricultura e Pecuária (Seagro), por meio da Gerência de Agroenergia e Floresta, está distribuindo mudas de cana e capim para suplementação animal no período de seca. A distribuição ocorre nas unidades experimentais do Parque Agrotecnológico Engenheiro Agrônomo Mauro Medanha, em Palmas.</p>



<p>As mudas de cana são de quatro variedades com elevado potencial produtivo e adequadas para a suplementação animal. As mudas de capim das variedades Capiaçu e Kurumi, ambas da cultivar BRS, alcançam até 10% de proteína bruta quando cortadas aos 50 dias, um índice superior ao da silagem de milho.</p>



<p>Esses capins podem ser cortados até três vezes ao ano, com um teor de 7% de proteína quando bem manejados, e têm um custo três vezes menor que a silagem de milho e sorgo.</p>



<p>De acordo com Wagner Palhares, engenheiro agrícola da Gerência de Agroenergia e Floresta da Seagro, a doação das mudas é uma iniciativa do Governo do Estado, por meio da Seagro, para contribuir com a melhoria da qualidade do rebanho bovino. “Essas mudas, selecionadas para distribuição aos produtores, são de alto potencial produtivo e nutritivo. Estamos realizando essa ação pensando no período da seca e na alimentação do rebanho bovino”, explica o gerente.</p>



<p><strong>Interessados</strong></p>



<p>Os produtores interessados devem procurar a administração do Parque Agrotecnológico ou a Gerência de Agroenergia e Floresta na Seagro, pelo telefone (63) 3218-2185.</p>



<p>Edição: Caroline Spricigo</p>



<p><img decoding="async" src="https://central.to.gov.br/image/399434?w=670&amp;h=383" style="width: 797px;"><br><em>Wagner Palhares, engenheiro agrícola da Gerência de Agroenergia e Floresta da Seagro, a doação das mudas é uma iniciativa do Governo do Estado, por meio da Seagro para contribuir com a melhoria da qualidade do rebanho bovino &#8211; Seagro/Governo do Tocantins </em></p>



<p><em>Por Elmiro de Deus/Governo do Tocantins.</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Conab: Produção de cana-de-açúcar é estimada em 689,8 milhões de toneladas na safra 2024/2025</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/conab-producao-de-cana-de-acucar-e-estimada-em-6898-milhoes-de-toneladas-na-safra-2024-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Aug 2024 16:03:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Cana-de-açúcar]]></category>
		<category><![CDATA[Conab]]></category>
		<category><![CDATA[Safra 24/25]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A estimativa de produção brasileira de cana-de-açúcar na safra 2024/2025 está em 689,8 milhões de toneladas. O volume, se confirmado, será o segundo maior a ser colhido na série histórica acompanhada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), atrás apenas da produção obtida no ciclo anterior. Os dados, divulgados nesta quinta-feira (22), estão no 2º Levantamento [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A estimativa de produção brasileira de cana-de-açúcar na safra 2024/2025 está em 689,8 milhões de toneladas. O volume, se confirmado, será o segundo maior a ser colhido na série histórica acompanhada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), atrás apenas da produção obtida no ciclo anterior. Os dados, divulgados nesta quinta-feira (22), estão no 2º Levantamento da Safra 2024/2025 do produto. <br><br>Com uma estimativa de 8,63 milhões de hectares destinados à colheita, crescimento de 3,5% em relação ao ciclo 2023/2024, essa redução na produção de 3,3% é explicada principalmente pelo menor desempenho das lavouras, já que a Conab estima uma queda na produtividade de 6,6%, esperada em 79.953 quilos por hectare. Os baixos índices pluviométricos aliados às altas temperaturas registrados na região Centro-Sul do país são os principais fatores que devem reduzir a produção em relação à safra passada.</p>



<p>Responsável por 64,2% da produção de cana no país, a região Sudeste tem uma colheita estimada em 442,8 milhões de toneladas, queda de 5,6% em comparação à safra 2023/24, com a maior redução, de 27,22 milhões de toneladas, observada em São Paulo. A produtividade média da região apresentou uma redução significativa, chegando a 82.879 quilos por hectare, 9,9% inferior que o registrado em 2023/2024, reflexo do forte déficit hídrico, ocasionando, desta forma, níveis críticos de disponibilidade de água no solo.</p>



<p>Para a região Centro-Oeste, a estimativa é de uma safra de 149,17 milhões de toneladas, alta de 2,8% quando comparada com o ciclo passado. Com a colheita atingindo cerca de 49% da produção, a produtividade média deve permanecer estável, mesmo com as adversidades climáticas ao final do ano passado, se mantendo em torno de 81.577 kg/ha. A alta na produção é influenciada pela maior área destinada à cultura em virtude de novos arrendamentos próximos às unidades de produção.</p>



<p>As áreas produtoras de cana no Norte e Nordeste do país acompanham o movimento de alta na produção registrada no Centro-Oeste. Mas nessas duas regiões, além do aumento de área, a Conab verifica também um incremento nas produtividades médias das lavouras. No Nordeste a estimativa de produção de cana-de-açúcar é de 59,62 milhões de toneladas, crescimento de 5,6% em relação à obtida na safra anterior, enquanto que no Norte é esperada uma produção de 4,04 milhões de toneladas, alta de 2,6% quando comparada com 2023/2024.</p>



<p>Já no Sul, a região deve produzir 34,21 milhões de toneladas de cana-de-açúcar, uma redução no volume obtido no ciclo anterior em razão da estimativa de menor produtividade e área.</p>



<p>Produtos – Com cerca de 50% da estimativa de produção de cana-de-açúcar colhida, a Conab verifica a manutenção da maior destinação da matéria-prima para a fabricação de açúcar. A produção para o adoçante está estimada em 46 milhões de toneladas, acréscimo de 0,7% ao obtido na safra anterior, um novo recorde na série histórica caso o resultado se confirme.</p>



<p>Outro produto fabricado a partir da cana, o etanol deve apresentar uma redução de 4,1%, sendo estimado em 28,47 bilhões de litros. A menor destinação da cana para a produção do combustível é explicada pelas condições mercadológicas mais favoráveis para o açúcar, além da menor produção da matéria prima nesta safra. Em compensação, o etanol derivado de milho apresenta crescimento de 17,3%, já correspondendo a cerca de 20% da produção total de combustível no país, estimada em 6,94 bilhões de litros. Esse incremento contribui para que a produção total de etanol permaneça em torno de 35,41 bilhões de litros.</p>



<p><strong>Mercado </strong><br><br>O cenário no mercado internacional para o açúcar continua favorável. A demanda pelo produto brasileiro continua aquecida. Entre abril e julho deste ano a comercialização do adoçante ao mercado internacional totalizou mais de 11,6 milhões de toneladas, conforme dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). O volume é 27,1% superior ao volume embarcado no mesmo período da safra anterior. O valor dessas exportações acompanhou o movimento de alta e também cresceu significativamente, alcançando US$ 5,6 bilhões, incremento de quase 24% em relação ao período de abril a julho de 2023. Para os próximos meses, a expectativa é que o cenário positivo de preços para os produtores se mantenha, uma vez que é projetada queda na produção na Ásia.</p>



<p>Já no caso do etanol, o panorama é oposto. A exportação brasileira do combustível, na safra 2024/25, vem registrando queda de 17,2% em comparação ao mesmo período da safra anterior, totalizando 440,1 milhões de litros.</p>



<p>Outras informações sobre a safra de cana-de-açúcar, bem como dos produtos derivados da cana, estão disponíveis no Boletim divulgado no&nbsp;<a href="https://www.conab.gov.br/info-agro/safras/cana" rel="noreferrer noopener" target="_blank">site da Companhia</a>.</p>



<p><em>Por Conab.</em></p>
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		<title>Atraso do plantio aumenta desafios ambientais da cana-de-açúcar na safra 2024/2025</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/atraso-do-plantio-aumenta-desafios-ambientais-da-cana-de-acucar-na-safra-2024-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Apr 2024 13:37:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[2024]]></category>
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		<category><![CDATA[Desafios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ter chuva é bom para a agricultura, mas em excesso é motivo de preocupação. O elevado índice de precipitação que fechou&#160;o primeiro trimestre (e o verão) impactou&#160;a produção agrícola e foi responsável por atraso no plantio da cana-de-açúcar para a safra 2024/2025. Esse desafio climático pode se refletir em diminuição da produtividade, avalia o engenheiro [&#8230;]</p>
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<p>Ter chuva é bom para a agricultura, mas em excesso é motivo de preocupação. O elevado índice de precipitação que fechou&nbsp;o primeiro trimestre (e o verão) impactou&nbsp;a produção agrícola e foi responsável por atraso no plantio da cana-de-açúcar para a safra 2024/2025. Esse desafio climático pode se refletir em diminuição da produtividade, avalia o engenheiro agrônomo Bernardo Borges, gerente técnico da BRQ&nbsp;Brasilquímica.&nbsp;</p>



<p>&#8220;O impacto das fortes chuvas de janeiro a março vai além da possível redução na rentabilidade do agricultor, podendo se estender aos setores de energia, álcool e açúcar&#8221;, comenta o especialista, que é pós-doutor em&nbsp;agronomia pela Universidade de Edimburgo (Escócia). &#8220;Com o atraso do plantio, teremos cana jovem enfrentando clima adverso. Sem o tempo úmido e mais ameno do outono, a predominância do período de desenvolvimento vegetal passará pelo inverno, com temperaturas mais baixas e mais clima seco.&#8221;&nbsp;</p>



<p>Enquanto o clima do primeiro trimestre do ano favorece o desenvolvimento rápido da cana, de abril e agosto – ou seja, do outono até o período mais crítico do inverno – as características climáticas retardam o desenvolvimento vegetal, constata a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Por isso, em um ciclo agrícola, atrasos consideráveis na etapa de cultivo podem significar menos plantas prontas para o corte na época de colheita. Assim, fortalecer raízes, reduzir o estresse e estimular o crescimento tornam-se fundamentais.&nbsp;</p>



<p>&#8220;Para auxiliar no enfrentamento desses desafios, a BRQ&nbsp;Brasilquímica&nbsp;desenvolve soluções de alta eficiência para os agricultores. Contamos com o&nbsp;enraizador&nbsp;e condicionador de solo&nbsp;Organik, composto de&nbsp;leonardita, matéria-prima sustentável, rica em ácido húmico e extraída de depósitos orgânicos naturais. Temos ainda&nbsp;Fertitop, fonte de aminoácido que favorece o estímulo vegetativo para que a cana resista melhor ao período de inverno&#8221;, destaca o engenheiro agrônomo.&nbsp;</p>



<p>Durante o outono, de acordo com o gerente técnico Bernardo Borges, faz diferença o manejo&nbsp;pré-seca, com foco específico no estresse oxidativo. &#8221;Qualymix&nbsp;Ultra, fertilizante na forma de sais com alta solubilidade, suplementa zinco, manganês, potássio e molibdênio, entre outros nutrientes, para o necessário suporte nutricional à cana. O objetivo é que as plantas enfrentem a desidratação e sejam resilientes diante de temperaturas adversas&#8221;, complementa. &#8221;A BRQ&nbsp;Brasilquímica&nbsp;conta com um portfólio completo para alavancar a produtividade e a qualidade da cana.&#8221;&nbsp;</p>



<p><strong>Produção em alta&nbsp;</strong></p>



<p>Com o atraso no plantio, consultorias estimam que pode haver redução da colheita de cana na safra 2024/2025, resultado que reverteria a sequência de aumento da produção. Relatório da Conab divulgado em 18 de abril apontou aumento de 17% na safra 2023/2024 ante o ciclo 2022/2023, atingindo 713 milhões de toneladas – maior volume histórico.&nbsp;</p>



<p><strong>Sobre a BRQ&nbsp;Brasilquímica&nbsp;</strong></p>



<p>A BRQ Brasilquímica é uma empresa brasileira especializada na produção insumos para a agricultura, visando a nutrição de plantas. Fundada em 1995 e com sede em Batatais (SP), desenvolve e comercializa soluções inovadoras, contribuindo para a geração de valor ao agronegócio por meio de produtos de alta qualidade e resultados de grande performance, com a missão de possibilitar aos produtores rurais ganhos de rentabilidade por área. Seu portfólio inclui adjuvantes, inoculantes, controle biológico, fertilizantes foliares, fertilizantes organominerais e sais para a agricultura e pecuária. Com moderna infraestrutura industrial e laboratorial, prima pelo rigoroso controle de qualidade das matérias-primas até o produto final. Sua equipe capacitada, com cerca de 160 profissionais, garante a excelência dos negócios e a satisfação dos clientes. Para mais informações, acesse <a href="http://www.brasilquimica.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">www.brasilquimica.com.br</a>. <br><br><em>Por Assessoria.</em></p>
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