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	<title>Carbono Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>Carbono Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Cacau no Pará alia produção e clima e sequestra até 51 t de carbono por hectare</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 13:26:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Cacau no Pará]]></category>
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		<category><![CDATA[Clima]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa indica nova fonte de renda com sistemas agroflorestais Um estudo inédito realizado pela Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), em parceria com a Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra), confirmou o alto potencial dos Sistemas Agroflorestais (SAFs) de cacau na captura de carbono. A pesquisa indica que, além dos benefícios ambientais, a [&#8230;]</p>
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<p><em>Pesquisa indica nova fonte de renda com sistemas agroflorestais</em><br><br>Um estudo inédito realizado pela Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), em parceria com a Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra), confirmou o alto potencial dos Sistemas Agroflorestais (SAFs) de cacau na captura de carbono. A pesquisa indica que, além dos benefícios ambientais, a prática pode gerar uma nova fonte de renda para produtores por meio da comercialização de créditos de carbono.</p>



<p>Os resultados foram apresentados na quarta-feira, 8, na sede da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap), em Belém. O estudo foi financiado com recursos do Fundo de Apoio à Cacauicultura do Pará (Funcacau).</p>



<p>De acordo com os pesquisadores, as áreas de cacau com 32 anos ou mais registraram capacidade de sequestro entre 14 a 51 toneladas de carbono por hectare considerando áreas rurais e urbanas, com o melhor resultado observado em área rural.</p>



<p>Segundo o engenheiro agrônomo da Ceplac, Fernando Mendes, responsável pela apresentação do estudo, os dados abrem caminho para que produtores negociem créditos de carbono no mercado.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Agora existem elementos técnicos e científicos que possibilitam essa comercialização, o que pode gerar pagamento por serviços ambientais e ampliar a renda no campo”, destacou.</p>
</blockquote>



<p><strong>Medicilândia e Marituba</strong></p>



<p>O estudo foi conduzido em dois polos principais: o município de Medicilândia, maior produtor de cacau do Pará, e a Estação Experimental José Haroldo, da Ceplac, que possui cerca de 200 hectares de floresta e fica em Marituba, na Grande Belém. O trabalho também analisou a vegetação secundária, conhecida como capoeira, comum no Nordeste paraense.</p>



<p>Para o secretário de Estado de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca, Giovanni Queiroz, o estudo é um avanço para o setor cacaueiro, pois a comprovação científica da capacidade de sequestro de carbono nas lavouras fortalece o potencial econômico da atividade.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Isso habilita o produtor a negociar o carbono sequestrado e poder acessar uma nova fonte de receita”, afirmou.</p>
</blockquote>



<p>Ao todo, a pesquisa teve duração de um ano e quatro meses, com início em 2025 após aprovação do Conselho Gestor do Funcacau.</p>



<p>Em nota ao&nbsp;<strong>Pará Terra Boa</strong>, a Sedap informou que o estudo na íntegra será disponibilizado na próxima semana, com indicações inéditas para pesquisadores, estudiosos e trabalhadores do setor.</p>



<p><em>Por Pará Terra Boa.</em></p>
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		<title>Interesse de grandes players cresce por créditos de carbono do Tocantins durante a COP 30</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2025 12:37:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Carbono]]></category>
		<category><![CDATA[COP 30]]></category>
		<category><![CDATA[JREDD+]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[REDD+]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A participação do Governo do Tocantins na&#160;COP 30, teve como saldo positivo o alto interesse de potenciais compradores dos créditos de carbono oriundos do programa JREDD+ que está sendo implementado pelo estado. A informação é da Superintendente de Gestão de Políticas Públicas Ambientais da Semarh, Marli Santos, que integra a comitiva oficial, juntamente com o [&#8230;]</p>
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<p>A participação do Governo do Tocantins na<a href="https://conexaoto.com.br/tag/cop-30">&nbsp;COP 30</a>, teve como saldo positivo o alto interesse de potenciais compradores dos créditos de carbono oriundos do programa JREDD+ que está sendo implementado pelo estado. A informação é da Superintendente de Gestão de Políticas Públicas Ambientais da Semarh, Marli Santos, que integra a comitiva oficial, juntamente com o governador Laurez Moreira e o secretário do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Divaldo Rezende.&nbsp;</p>



<p>“O Tocantins está sendo considerado exemplo pela maneira como está conduzindo o seu programa de JREDD+, estando muito próximo da certificação, o que atraiu interesse de potenciais compradores como a Amazon, Microsoft, Bank of America, Itaú e outras grandes empresas”, explicou a superintendente.</p>



<p>O Governo do Tocantins desenvolve o programa no formato jurisdicional, ou seja, considerando os resultados de redução de emissões dos gases de efeito estufa em toda a extensão do estado e com repartição de benefícios entre as populações indígenas e tradicionais, agricultores familiares e o setor agroprodutivo, além de investimentos em setores governamentais para combate ao desmatamento ilegal e degradação (incêndios florestais). “Estamos apresentando o JREDD+ em diversos painéis e reuniões bilaterais. Trouxemos materiais para apresentr o trabalho das consultas que fizemos com as populações envolvidas e comprovamos que tudo está sendo feito de acordo com os protocolos pré-estabelecidos”, esclareceu Marli Santos.</p>



<p><strong>Portfólio Ambiental</strong></p>



<p>Além do JREDD+, o Governo do Tocantins apresentou também na&nbsp;<a href="https://conexaoto.com.br/tag/cop-30">COP 30</a>, o seu portfólio de ações para um desenvolvimento de baixas emissões, incluindo o programa de Agricultura de Baixo Carbono (ABC), liderado pela Secretaria da Agricultura e do Meio Ambienta, além da Estratégia Tocantins Competitivo e Sustentável e outros programas e ações como a análise dos Cadastros Ambientais Rurais, investimentos em tecnologia para monitoramento ambiental,&nbsp; recuperação nascentes, entre outros.</p>



<p>A Semarh participou de um painel dedicado as iniciativas e soluções climáticas baseadas na natureza que atraiu um grande público, incluindo desenvolvedores&nbsp; de projetos e programas de carbono florestal da África, Indonésia, América Latina,&nbsp; além de membros do Instituto Nature4Climate. O Tocantins também apresentou seus programas em evento com a participação de empresas como a Microsoft, Bank of America, Banco Itaú, Amazon e Vale, potenciais compradores de créditos de carbono. “O Tocantins foi amplamente elogiado por esses potenciais compradores que já manifestaram interesse em avançar nas negociações, assim que nossos créditos de carbono estiverem validados e registrados, o que deve acontecer nos próximos seis meses”, anunciou a superintendente,&nbsp;Marli&nbsp;Santos.</p>



<p><em>Por Conexão Tocantins. </em></p>
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		<title>Produtores rurais podem lucrar até R$ 600 mil com neutralização de carbono</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/produtores-rurais-podem-lucrar-ate-r-600-mil-com-neutralizacao-de-carbono/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Oct 2025 14:56:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Carbono]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Produtores Rurais]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com a COP30 se aproximando, aumentam as discussões sobre metas climáticas e alternativas sustentáveis que estarão em pauta na conferência em Belém, Pará. Entre elas, a neutralização de carbono se destaca como solução estratégica, unindo redução de emissões e geração de créditos para o agronegócio. O CEO da Eccaplan, Fernando Beltrame, explica que o conceito funciona [&#8230;]</p>
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<p>Com a COP30 se aproximando, aumentam as discussões sobre metas climáticas e alternativas sustentáveis que estarão em pauta na conferência em Belém, Pará. Entre elas, a neutralização de carbono se destaca como solução estratégica, unindo redução de emissões e geração de créditos para o agronegócio.</p>



<p>O CEO da Eccaplan, Fernando Beltrame, explica que o conceito funciona unindo quem emite CO₂ com quem reduz ou captura o carbono. “O campo não só é parte da solução, mas também é um dos setores que mais sofrem com os efeitos das mudanças climáticas”, afirma.</p>



<p>Segundo Beltrame, a intensificação de secas, tempestades e outros eventos extremos tem colocado o produtor rural em posição de vulnerabilidade.</p>



<p>De acordo com ele, nesse cenário, a neutralização de carbono surge como alternativa estratégica. De um lado, quem emite CO₂ (seja pela queima de combustíveis, pelo uso de fertilizantes ou em viagens aéreas) e, do outro, quem reduz ou captura esse carbono.</p>



<p>Para Beltrame, há um conceito do poluidor pagador e do protetor recebedor: quem impacta paga, e quem protege precisa receber. No campo, essa compensação pode ser feita de diversas formas, como o plantio direto e a recuperação de pastagens.</p>



<p>“Se você emitiu 10 toneladas de CO₂, por exemplo, pode neutralizar isso plantando árvores, recuperando pastagens ou usando bioinsumos. Cada ação gera créditos de carbono, que podem ser comercializados”, explica Beltrame.</p>



<p><strong>Metodologias reconhecidas</strong></p>



<p>O CEO conta que a neutralização de carbono é um processo que já conta com metodologias reconhecidas internacionalmente para medir emissões e capturas de gases de efeito estufa.</p>



<p>“Uma delas é o GHG Protocol, o protocolo dos gases de efeito estufa. Com ele é possível calcular, por exemplo, quanto de diesel foi consumido, quanto isso representa em toneladas de CO₂, ou mesmo o uso de fertilizantes e seu impacto em emissões”, explica.</p>



<p>Segundo ele, esse cálculo permite comparar emissões com ações de captura. “Se uma empresa emitiu 10 toneladas de CO₂ e, no campo, foram preservadas ou plantadas árvores capazes de capturar essas 10 toneladas, ocorre a neutralização. É a soma de quem poluiu com quem compensou”, completa.</p>



<p><strong>Agricultura regenerativa</strong></p>



<p>A agricultura regenerativa já se mostra uma alternativa economicamente viável para a geração de créditos de carbono no Brasil. Um exemplo citado por Beltrame é o de seis produtores de café que adotaram práticas sustentáveis entre 2019 e 2022.</p>



<p>“Esses produtores reduziram o uso de fertilizantes e passaram a trabalhar com uma espécie de café mais adaptada ao local. Com isso, produziram mais na mesma área e ainda capturaram mais carbono no solo”, explica Beltrame.</p>



<p>“Esses seis produtores obtiveram e comercializaram cerca de 30 mil créditos de carbono, que podem gerar uma receita de até R$ 600 mil, dependendo da negociação”.</p>



<p>Para o especialista, a experiência reforça a necessidade de mais agricultores acessarem esse tipo de incentivo para tornar sua produção sustentável e financeiramente viável</p>



<p><strong>Redução de emissões de carbono</strong></p>



<p>Beltrame destaca que o campo tem diferentes caminhos para reduzir emissões e gerar créditos de carbono.</p>



<p>“Você pode reduzir o uso de fertilizantes, diminuir a dependência de combustíveis fósseis, adotar o plantio direto, recuperar pastagens, investir em bioinsumos ou em sistemas agroflorestais. Todas essas práticas, quando mensuradas, se transformam em créditos de carbono”, afirma.</p>



<p>“O produtor não só ajuda o meio ambiente, como também recebe incentivo financeiro. É uma solução sustentável e economicamente viável, que mostra que o campo é protagonista na luta contra as mudanças climáticas” conclui Beltrame.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<title>Sistema Faet/Senar promove &#8220;live&#8221; sobre mercado de carbono nesta quinta, 22</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/sistema-faet-senar-promove-live-sobre-mercado-de-carbono-nesta-quinta-22/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Aug 2024 11:35:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Carbono]]></category>
		<category><![CDATA[Faet]]></category>
		<category><![CDATA[Senar]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com o objetivo de apresentar o tema para os produtores rurais, tirar dúvidas e apontar perspectivas de negócios relativos à compensação pela redução de emissões de gases do efeito estufa, o Sistema FAET/Senar promove dia 22 de agosto, quinta-feira, uma “Live” especial no canal da entidade no YouTube com o: &#8220;Perspectivas do Mercado de Carbono [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Com o objetivo de apresentar o tema para os produtores rurais, tirar dúvidas e apontar perspectivas de negócios relativos à compensação pela redução de emissões de gases do efeito estufa, o Sistema FAET/Senar promove dia 22 de agosto, quinta-feira, uma “Live” especial no canal da entidade no YouTube com o: &#8220;Perspectivas do Mercado de Carbono Nacional e suas conexões com o Mercado Global e Jurisdicional&#8221;.</p>



<p>O mercado de carbono no Brasil ainda gera muitas dúvidas entre os produtores rurais. Por isso, o especialista no assunto, Nelson Ananias, coordenador de Sustentabilidade da CNA (Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil), é o convidado especial do Sistema FAET/Senar.</p>



<p>Ele vai trazer informações estratégicas e oportunas sobre como o mercado de carbono está evoluindo no Brasil e suas conexões com o cenário global. A “Live” será mediada pelo Assessor de Relações Institucionais da FAET, Luiz Claudio Faria.</p>



<p>Segundo ele, “o objetivo é esclarecer ao máximo essas questões, fornecendo informações técnicas do modelo de negócio; além disso, buscamos apresentar a produtores, técnicos e estudantes como a CNA está acompanhando o tema no Congresso e, assim, fornecer subsídios para que o produtor, entendendo mais como funciona esse mercado, avalie como pode ou não aproveitar essa oportunidade”, destacou.</p>



<p>Os interessados em participar bastam acessar o canal do Sistema FAET/Senar no YouTube, a partir das 17 horas. Para interagir e serem certificados, os participantes devem fazer inscrição neste endereço eletrônico: https://forms.gle/LzmKapsMY4jM3S1i8 <br><br><em>Por Renata Santana/Ascom Sistema Faet Senar. </em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Vegetais produzidos com uso do controle biológico têm intensidade de carbono menor que os de cultivo convencional</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/vegetais-produzidos-com-uso-do-controle-biologico-tem-intensidade-de-carbono-menor-que-os-de-cultivo-convencional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Aug 2024 13:31:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Carbono]]></category>
		<category><![CDATA[Controle]]></category>
		<category><![CDATA[Vegetais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo foi feito em lavouras de berinjela e pimentão, considerando-se a emissão de quilos CO2/quilos de vegetais produzidos O uso de boas práticas agrícolas, como o manejo integrado de pragas (MIP) e aplicação de bioinsumos, pode reduzir em até 42% (de 0,019 para 0,011 kg CO2/kg de vegetais produzidos) a intensidade de carbono no cultivo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Estudo foi feito em lavouras de berinjela e pimentão, considerando-se a emissão de quilos CO2/quilos de vegetais produzidos</em></p>



<p>O uso de boas práticas agrícolas, como o manejo integrado de pragas (MIP) e aplicação de bioinsumos, pode reduzir em até 42% (de 0,019 para 0,011 kg CO<sub>2</sub>/kg de vegetais produzidos) a intensidade de carbono no cultivo do pimentão e em 17% (de 0,016 para 0,014 kg CO<sub>2</sub>/kg de vegetais produzidos) na berinjela, segundo trabalhos demonstrativos de campo da Promip, empresa pioneira em controle biológico no Brasil.</p>



<p>O levantamento foi realizado em Engenheiro Coelho (SP) e comparou a emissão de gases de efeito estudo no MIP e no manejo convencional. As emissões foram avaliadas pelo método de câmeras estáticas e as amostras analisadas pela empresa Delta CO<sub>2.&nbsp;</sub>Posteriormente os quilos de CO<sub>2&nbsp;</sub>emitidos foram comparadas com as quantidades de pimentões e berinjelas produzidas para se chegar à intensidade de carbono.</p>



<p>O trabalho demonstrativo faz parte do Programa MipExperience, também promovido pela Promip, para difundir a prática entre os agricultores e oferecer soluções viáveis ao produtor do ponto de vista econômico e ambiental, com a associação das melhores ferramentas dos controles biológico e químico e também da época certa de cada aplicação. “Com o impacto positivo na redução das emissões de gases de efeito estufa, o agricultor certificado pelo Programa, muito em breve poderá usar os créditos de carbono em seu benefício, como moeda verde para financiamentos ou troca com grandes emissores, como algumas indústrias ou o varejo”, explica Marcelo Poletti, CEO da Promip.</p>



<p><strong>Certificação</strong></p>



<p>A certificação do Programa MipExperience foi lançada recentemente e gera um selo para os produtores certificados, que passam por uma extensa qualificação e monitoramento para a adoção do MIP e dos produtos biológicos, seguidos de uma auditoria.</p>



<p>O certificado tem o aval do Programa de Boas Práticas Agrícolas do Mapa (Ministério da Agricultura e Pecuária) e apoio da rede varejista Carrefour, que vai utilizar o selo nos produtos vendidos nas gôndolas de seus supermercados.</p>



<p><strong>Sobre a Promip</strong></p>



<p>A Promip é uma empresa de base tecnológica que reúne em seu portfólio produtos biológicos para a implementação de Programas de Manejo Integrado de Pragas. A companhia é pioneira na produção e comercialização de biodefensivos no Brasil.<br><br><em>Por Flávia Romanelli.</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Ciência contribui para Lei que cria planos de adaptação às mudanças climáticas</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/ciencia-contribui-para-lei-que-cria-planos-de-adaptacao-as-mudancas-climaticas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jul 2024 12:30:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Carbono]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Lei 14.904/24, que cria diretrizes para a elaboração de planos de adaptação à mudança do clima. O texto estabelece padrões para o monitoramento e a avaliação das ações, para a articulação entre a esfera federal e os setores socioeconômicos e para a estruturação de planos estaduais [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Lei 14.904/24, que cria diretrizes para a elaboração de planos de adaptação à mudança do clima. O texto estabelece padrões para o monitoramento e a avaliação das ações, para a articulação entre a esfera federal e os setores socioeconômicos e para a estruturação de planos estaduais e municipais.</p>



<p>O texto é originado do Projeto de Lei 4129/21, da deputada Tabata Amaral (PSB,SP), aprovado em maio pelos senadores e em junho pelos deputados, que analisaram alterações feitas no Senado. A Embrapa atuou fortemente na formulação desta política pública, sob orientação da Presidência e da Diretoria de Pesquisa e Inovação, a partir da articulação da Assessoria de Relações Institucionais e Governamentais (ARIG) e da coordenação técnica da Gerência-Geral de Gestão de Portfólios e Programas de PD&amp;I, numa parceria com os Portfólios na época vigentes: Mudança Climática, Convivência com a Seca, Serviços Ambientais, Pastagens e Carnes; além da Assessoria de Relações Internacionais.</p>



<p>Pela lei, as medidas de adaptação à mudança do clima serão elaboradas por órgão federal competente em articulação com as três esferas da Federação (União, estados e municípios) e os setores socioeconômicos, garantida a participação social dos mais vulneráveis aos efeitos adversos dessa mudança e dos representantes do setor privado. O plano e suas ações e estratégias deverão ter como base evidências científicas, análises modeladas e previsões de cenários, considerando os relatórios científicos do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês).</p>



<p>Coube ao então Comitê Gestor do Portfólio de Mudança Climática (CGPort) elaborar três Notas Técnicas durante a tramitação do PL pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal. O material contribuiu para a qualificação do projeto e indicação de fontes de recursos para a pesquisa voltada às mudanças do clima.</p>



<p>A articulação da Embrapa para qualificação do referido projeto de lei possibilitou mudanças significativas em seu conteúdo, tais como a inserção da avaliação, do planejamento e da priorização de uma gestão coordenada de investimentos, visando minimizar parte das perdas e danos gerados por eventos climáticos e o fomento à pesquisa, desenvolvimento e inovação para a geração de conhecimento e modelos acerca da vulnerabilidade dos sistemas nacionais e dos impactos da mudança do clima. Nesse sentido, a pesquisa agropecuária também poderá vir a receber recursos para o desenvolvimento científico.</p>



<p>“Somos muito cobrados internacionalmente pela mitigação, porém a captação externa de recursos ainda é um grande desafio. Por isso, defendemos uma política nacional de investimento para pesquisa e desenvolvimento em adaptação e também a execução de ações. No nosso caso, demonstramos, por meio das Notas Técnicas, a necessidade de recursos para a pesquisa na agropecuária, pois o impacto das mudanças climáticas podem ameaçar diretamente a segurança alimentar”, afirmou o pesquisador da Embrapa Agricultura Digital, à época presidente do Portfólio de Mudança Climática.</p>



<p>Segundo Pellegrino, o Zoneamento de Risco Climático (Zarc) é hoje uma política púbica, além de ferramenta poderosa na redução das vulnerabilidades climáticas, portanto, instrumento promotor de adaptação. E já se tornou um item orçamentário, ou seja, já faz parte da peça orçamentária do governo federal. “O ideal é que possamos considerar a adaptação às mudanças climáticas no mesmo sentido, ou seja, transformá-la em uma política pública para que não fique dependendo de recursos extra orçamentários ou de emendas parlamentares”, acrescentou.</p>



<p><strong>Planos locais<br></strong><br>Conforme a lei, o plano nacional deverá indicar diretrizes para a elaboração de planos estaduais e municipais, além de estabelecer ações e programas para auxiliar os entes federados na formulação dos seus próprios documentos. Essa implementação poderá ser financiada pelo Fundo Nacional sobre Mudança do Clima.</p>



<p>O texto também estabelece que as ações deverão ser avaliadas, monitoradas e revisadas a cada quatro anos. Os planos deverão ainda ser integrados à Política Nacional de Proteção e Defesa Civil e à Estratégia Nacional de Segurança de Infraestruturas Críticas.<br><br><em>Por Maria Clara Guaraldo/(Sucom).</em></p>
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		<title>Rota da Pecuária encerra com apresentação do Plano de Agricultura de Baixa Emissão de Carbono no Tocantins</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jul 2024 11:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Governo do Tocantins, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (Seagro) e parceiros, encerrou na manhã desta sexta-feira, 28, a 3ª edição da Rota da Pecuáriaapresentando oPlano de Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (ABC) por meio do sistema de produção aplicado na Fazenda Boa Esperança, no município de Paraíso do [&#8230;]</p>
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<p>O Governo do Tocantins, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (Seagro) e parceiros, encerrou na manhã desta sexta-feira, 28, a 3ª edição da Rota da Pecuáriaapresentando oPlano de Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (ABC) por meio do sistema de produção aplicado na Fazenda Boa Esperança, no município de Paraíso do Tocantins, região central do Estado.</p>



<p>A Rota da Pecuária tem como objetivos integrar pecuaristas e técnicos, baseado na troca de informações e conhecimento de manejos; identificar tanto os pontos positivos quanto os gargalos de cada projeto e as tomadas de decisões implementadas nos processos produtivos.<br><br>A Expedição iniciou na última segunda-feira, 24, durante os cinco dias de visitações, cerca de mil pessoas, entre pecuaristas, produtores e técnicos, estiveram nas propriedades rurais. A<em>Rota da Pecuária</em>percorreu aproximadamente 1.200 km, abrangendo os municípios de Dois Irmãos, Brejinho de Nazaré, Marianópolis e Paraíso do Tocantins, onde visitou quatro propriedades e um frigorífico previamente selecionados pela Seagro, que se destacam em manejo produtivo e gestão.</p>



<p>Encerrando o evento, a secretária-executiva da Seagro, Lilian Martins, fez uma avaliação positiva da experiência. “É muito gratificante encerrar essa expedição com otimismo. Durante esses dias, pudemos notar o quanto os produtores se interessam e, ao mesmo tempo, repassam conhecimento sobre as tecnologias utilizadas no segmento agropecuário, que é o carro-chefe do agro tocantinense. Foi maravilhoso participar dessa troca de experiências e ver de perto as tecnologias utilizadas nas propriedades”, ressaltou a secretária-executiva.</p>



<p>O pecuarista Douglas Almeida Lima, que participou das outras edições e também nestes cinco dias percorrendo as propriedades, destacou a importância das experiências vividas com os produtores por onde a caravana passou. “É uma iniciativa louvável do governo realizar essas visitas em que pudemos ter contato com ideias novas, inovações tecnológicas sobre a pecuária e, com isso, levar para aplicar em nossas propriedades, e consequentemente alcançar a produtividade e rentabilidade na produção”, explicou.<br><br><strong>Fazenda visitada</strong></p>



<p>A Fazenda Boa Esperança, com uma área total de 1.200 hectares, utiliza o sistema de produção ciclo completo, dentro do Plano de Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (ABC), abrangendo a intensificação de pastagem, Integração Lavoura-Pecuária (ILP) e confinamento de bovinos de recria. Os animais ficam em confinamento por um período entre 90 e 120 dias, no período seco e início da estação chuvosa. A propriedade trabalha também com a cultura do milho e soja e produção de fenos para comercialização e ração animal.</p>



<p>O proprietário da Fazenda Boa Esperança, Carlos Pinto Milhomem, afirmou estar satisfeito pela visita da expedição à sua propriedade. “É uma honra muito grande receber essa caravana na minha fazenda. Com isso, fazemos a troca de experiências. Esse é um projeto do Governo do Estado que tem muito a contribuir para a pecuária do nosso Estado”, explicou.<br><br><em>Por Ascom/Seagro.<br></em><br></p>



<p><br><br></p>
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		<title>Resultados do carbono jurisdicional do Tocantins são apresentados na Noruega nesta última terça, 25</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Jun 2024 11:21:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Carbono]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Governo do Tocantins, por intermédio da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), apresentou nesta terça-feira, 25, os resultados do carbono jurisdicional à Iniciativa Internacional Norueguesa para o Clima e Florestas (NICFI). Na ocasião, os avanços do REDD+ Jurisdicional do Tocantins, políticas públicas, medidas para zerar o desmatamento ilegal e novas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Governo do Tocantins, por intermédio da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), apresentou nesta terça-feira, 25, os resultados do carbono jurisdicional à Iniciativa Internacional Norueguesa para o Clima e Florestas (NICFI). Na ocasião, os avanços do REDD+ Jurisdicional do Tocantins, políticas públicas, medidas para zerar o desmatamento ilegal e novas soluções para transparência e monitoramento ambiental, despertou o interesse de cooperação da Iniciativa Norueguesa com a política ambiental do Estado.</p>



<p>Em agenda paralela, a equipe técnica do Tocantins também participou do Fórum da Floresta Tropical de Oslo (OTFF), que celebra resultados dos países tropicais na implementação de políticas para redução do desmatamento e proteção da natureza, a gestão florestal dos povos indígenas e comunidades locais, ações para combater crimes contra a natureza e novas soluções para transparência e monitoramento florestal. No Fórum, estão reunidos ministros, decisores políticos, instituições multilaterais, sociedade civil, povos indígenas, além do setor privado, para promover ações na proteção das florestas tropicais.<br><br><img fetchpriority="high" decoding="async" width="700" height="432" class="wp-image-5622" style="width: 700px;" src="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2024/06/382742.jpg" alt="" srcset="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2024/06/382742.jpg 565w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2024/06/382742-300x185.jpg 300w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /><br><br>O secretário de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Marcello Lelis, ressaltou que, no Tocantins o REDD+ Jurisdicional está bem avançado e despertou o interesse de cooperação com a política ambiental do Estado. “Esse é um programa extremamente importante para a nossa política estadual como um todo e vai revolucionar a política ambiental do Tocantins. A proposta de contribuição vai oferecer melhores condições de venda dos nossos créditos de carbono jurisdicional”, pontuou.</p>



<p>O secretário acrescentou que entende as propostas que visam acordo com o setor de exportação, a indústria do petróleo, a produção agrícola e a agropecuária, como caminhos para o fortalecimento do programa e salientou que a voz da ministra do Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Colômbia e presidente da Conferência das Nações Unidas sobre Biodiversidade, Susana Muhamad, será importantíssima na COP 16, para obtenção do apoio do governo federal à estratégia sugerida.</p>



<p>O diretor da Iniciativa Internacional Norueguesa para o Clima e Florestas, Andreas Dahl-Jorgensen, demonstrou grande interesse em cooperar com o Tocantins, não apenas com o programa de REDD+ Jurisdicional do Estado, mas com a política ambiental como um todo.<br><br>A ministra do Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Colômbia, Susana Muhamad, concordou que é necessário buscar um mecanismo de equilíbrio à compensação das exportações de petróleo para preservação da Amazônia, devendo ser consideradas as especificidades de cada país. A ministra citou como um modelo que pode ser pensado e ajustado, o imposto estabelecido em seu país, que é direcionado para um fundo de créditos de carbono e destinado às universidades.</p>



<p>O diretor-executivo e presidente do<em>Earth Innovation Institute</em>, Daniel Nepstad, buscou informações sobre questões relacionadas a regulamentação da compensação; reconhecimento dos estados, departamentos e províncias; como estão lidando com a exploração da floresta; e a respeito do desenvolvimento de uma maneira sistêmica de isenção à regra aos produtos agrícolas e da pecuária, onde tem a performance a nível jurisdicional para o livre comércio na Europa.</p>



<p>A superintendente de Gestão de Políticas Públicas Ambientais do Tocantins, Marli Santos, acompanha e contribui com as discussões, oferecendo detalhes técnicos e gestão estratégica relacionados aos avanços e a trajetória de fomento do programa REDD+ Jurisdicional no Estado.</p>



<p><strong>Fórum</strong></p>



<p>O Fórum da Floresta Tropical de Oslo (OTFF) é uma Conferência Global que tem o objetivo de mostrar resultados que podem inspirar ações em outros ecossistemas e destacar os desafios que necessitam de atenção da comunidade global. Em 2024, esse Fórum ocorre entre os dias 25 e 26 de junho, organizado pela Norad, a Agência Norueguesa de Cooperação para o Desenvolvimento, em nome da NICFI.<br><br><em>Por Assessoria. <br></em><br></p>



<p><br><br></p>
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		<title>Sistema promove estoque de carbono 30% maior do que o da vegetação natural</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/sistema-promove-estoque-de-carbono-30-maior-do-que-o-da-vegetacao-natural/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 May 2024 12:55:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Carbono]]></category>
		<category><![CDATA[Carbono Neutro]]></category>
		<category><![CDATA[Embrapa]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema Agroflorestais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A adoção de práticas de manejo conservacionistas no bioma Caatinga, a exemplo de sistemas agroflorestais, não apenas ajuda a manter estoque de carbono no solo, mas, a longo prazo, promove seu aumento em comparação ao observado na vegetação natural, contribuindo para a mitigação da emissão de gases de efeito estufa. Essa é a principal conclusão de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A adoção de práticas de manejo conservacionistas no bioma <a href="https://www.canalrural.com.br/tag/caatinga/">Caatinga</a>, a exemplo de sistemas agroflorestais, não apenas ajuda a manter estoque de carbono no solo, mas, a longo prazo, promove seu aumento em comparação ao observado na vegetação natural, contribuindo para a mitigação da emissão de gases de efeito estufa.<br><br>Essa é a principal conclusão de estudo realizado na <a href="https://www.canalrural.com.br/tag/embrapa/">Embrapa</a> Caprinos e Ovinos (CE). Os resultados indicam que os estoques de carbono no solo nos sistemas agroflorestais chegam a aumentar até 30,9% no manejo rotativo, comparados à vegetação natural.<br><br>Com base em dados de um experimento de longa duração (25 anos) implantado em Sobral (CE), no Semiárido brasileiro, e na adoção do modelo Century, software que simula a dinâmica da matéria orgânica no solo, o estudo comparou práticas agrícolas tradicionalmente utilizadas na região.</p>



<p>“No bioma Caatinga, o sistema de corte e queima sem pousio reduz em 50% os estoques de carbono do solo nos primeiros dez anos de cultivo, e sua recuperação aos níveis iniciais só é possível após cinquenta anos de descanso da terra”, informa a bióloga Anaclaudia Alves Primo, doutora em Ecologia e Recursos Naturais, que conduziu o trabalho de pesquisa na Embrapa.<br><br>Segundo ela, os sistemas agroflorestais são alternativas sustentáveis para recuperar e aumentar os estoques de carbono do solo de forma mais rápida e sem a necessidade de longos períodos de pousio. “A rotação de diferentes tipos de sistemas agroflorestais parece também ser uma boa alternativa para proporcionar maior sequestro de carbono no solo”, afirma.</p>



<p>Na região semiárida, a maioria dos agricultores maneja a terra de forma intensiva, recorrendo ao corte e à queima da vegetação para plantio de culturas anuais como milho e feijão. Após dois anos, esse espaço é deixado em pousio ou utilizado para pastejo dos rebanhos, o que pode acelerar o processo de desertificação. Em seguida, os agricultores partem para outra área que será explorada da mesma maneira.</p>



<p>De acordo com relatórios do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), mudanças no uso da terra podem promover o armazenamento de maiores índices de carbono no solo. Por isso, são importantes os estudos sobre diferentes práticas de manejo e a forma como afetam essa dinâmica.<br><br><strong>Componente vital</strong></p>



<p>O carbono é um componente vital para os solos, pois desempenha um papel fundamental no funcionamento dos ecossistemas terrestres.&nbsp;Ele está disponível na atmosfera como dióxido de carbono (CO2), um dos principais gases emitidos durante as ações antrópicas (atividades realizadas pelo ser humano), e sua elevação na atmosfera contribui para o aumento do efeito estufa e para o aquecimento global. “Por isso é importante que ele permaneça no solo”, explica Anaclaudia Primo.</p>



<p>Quando é realizado um manejo em que há corte e queima da vegetação, todo o carbono que faz parte da estrutura das plantas e mais aquele retido no solo são emitidos na forma de CO2. Mas quando são aplicadas práticas de cultivo alternativas, a exemplo dos sistemas agroflorestais, que não desmatam totalmente a vegetação e nem utilizam fogo, ou ainda quando é adotado o pousio entre os cultivos, o carbono é preservado.</p>



<p>“Dessa forma, os estudos relacionados à adoção de práticas de manejo que busquem a conservação e preservação do carbono no solo contribuem para a mitigação das mudanças climáticas globais”, assegura.&nbsp;</p>



<h6 class="wp-block-heading" id="h-metodologia"><strong>Metodologia</strong></h6>



<p>A pesquisa utilizou o modelo de simulação Century, para prever e comparar a dinâmica temporal do carbono orgânico no solo em sistema de manejo tradicional de corte e queima e em diferentes tipos de sistemas agroflorestais, no Semiárido, até o ano de 2100. O local de realização do estudo foi a Fazenda Crioula, na Embrapa Caprinos e Ovinos, com dados de um experimento instalado em 1997, formado originalmente por três modelos de sistemas.<br><br>O primeiro é o manejo tradicional, que promove corte e queima da vegetação nativa e o plantio de culturas anuais durante dois anos e posterior mudança para uma nova parcela de terra onde as mesmas práticas serão adotadas.</p>



<p>O outro sistema é o agrossilvipastoril, no qual o milho e o sorgo são plantados em “corredores” formados por leucena e gliricídia, que não pertencem originalmente à vegetação da Caatinga, mas estão bem adaptadas e servem de alimento para os animais, que também fazem parte do modelo.</p>



<p>O terceiro sistema é o silvipastoril, que consiste em uma área de Caatinga raleada e rebaixada utilizada para o pastejo de caprinos e ovinos. Uma área de vegetação natural da Caatinga não manejada foi utilizada como referência.</p>



<p>Primo explica que, para a adoção do modelo Century, inicialmente foram utilizados arquivos calibrados para a vegetação da Caatinga e disponibilizados por pesquisadores da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Eles já haviam feito essa calibração para esse bioma. E, a partir daí, foram inseridos os dados da região do experimento, etapa de parametrização do modelo.</p>



<p>“Em seguida, nós preparamos os arquivos de entrada: um contendo dados de solo (textura, densidade, pH) e clima (precipitação, temperaturas máxima e mínima); e o outro, os diferentes tipos de manejo (cultivo tradicional intensivo, cultivo tradicional de corte e queima com diferentes tempos de pousio e os sistemas agroflorestais fixo e rotativo).<br><br>Após a inserção dos arquivos, ‘rodamos’ cada cenário separadamente, para observarmos o que acontece com o estoque de carbono em cada prática de manejo diferente, ao longo de cem anos. Depois de cada simulação dos cenários, comparamos as informações simuladas pelo modelo Century com aquelas obtidas a campo.”</p>



<p><strong>Principais resultados<br></strong><br>A pesquisa simulou cenários para os sistemas agroflorestais, com adoção de dois tipos de manejo: permanente (manejo contínuo) e rotativo (alternando entre agrossilvipastoril, silvipastoril e vegetação natural); e para a área com prática de corte e queima, com diferentes períodos de pousio, fazendo projeções para os próximos cem anos. Os resultados apontam que no cultivo com corte e queima as perdas de carbono no solo diminuíram de 74,7% (com manejo sem pousio) para 28,7%, em sete anos de pousio da terra após o cultivo.</p>



<p>No cenário de corte e queima da vegetação, a adoção de maiores períodos de pousio aumenta o estoque de carbono no solo, mas somente após trinta anos de descanso o percentual se iguala aos valores da vegetação natural; e cinquenta anos de pousio levam a um aumento de 4% dos estoques de carbono, comparados à vegetação natural em equilíbrio.<br><br>Segundo o estudo, o período de vinte anos de pousio da terra, sugerido pelo IPCC como o tempo necessário para a recuperação dos estoques de carbono após qualquer mudança de uso da terra, pode não ser o tempo suficiente para recuperar os estoques de carbono dos solos do Semiárido brasileiro.</p>



<p>Nos sistemas agroflorestais, foram feitas simulações tanto no manejo permanente quanto no rotativo, comparando com a vegetação natural em equilíbrio e com o sistema de corte e queima, adotando o pousio por sete anos. Os resultados indicam que os estoques de carbono nos sistemas agroflorestais aumentam em até 18,6%,no manejo permanente e 30,9% no manejo rotativo, comparando-os com a vegetação natural.</p>



<p>“Quando comparamos apenas os manejos permanente e rotativo dos sistemas agroflorestais, mesmo tendo iniciado com valores de estoque de carbono iguais, com o passar do tempo, o sistema rotativo apresentou valores superiores (10,5%) em relação ao sistema permanente”, diz Anaclaudia Primo.</p>



<p>No manejo agrossilvipastoril, ocorre remoção de carbono quando da colheita de milho<br>ou feijão plantado na área, mas essa retirada é compensada pela adição de esterco<br>dos animais e restos das plantas cultivadas, além da vegetação permanente e serapilheira (camada de folhas secas, galhos, restos de frutas, flores e animais mortos que estão na superfície do solo).</p>



<p>No silvipastoril, o carbono no solo aumenta em virtude da deposição no solo de materiais vegetais (restos de árvores e folhas, esterco de animais). O desbaste de 60% das árvores do sistema aumenta a luminosidade e favorece o desenvolvimento da vegetação mais próxima ao solo e maior acúmulo de serapilheira, o que ajuda no aumento do percentual de carbono.</p>



<p>“Os sistemas agroflorestais podem ser utilizados como sumidouros de carbono (locais em que as absorções de CO₂ são maiores do que as emissões) na região semiárida, que apresenta níveis avançados de degradação, principalmente em virtude da atividade humana”, explica Anaclaudia Primo. Ela também afirma que o desenvolvimento social da região é afetado pela destruição ambiental porque compromete a produção de alimentos e a geração de energia, deixando as populações locais em situação de vulnerabilidade.</p>



<p>O zootecnista da Embrapa Caprinos e Ovinos Éden Fernandes acredita que os resultados dessa pesquisa têm utilidade direta para os agricultores que trabalham no Semiárido, pois demonstram que a decisão por uma forma sustentável de uso da terra pode ser a garantia da continuidade de suas práticas de manejo, sem a necessidade de constantes deslocamentos para plantios agrícolas ou criação dos rebanhos.</p>



<p>Fernandes ressalta que outra vantagem para os agricultores da região, que já adotam sistemas agroflorestais, é que suas terras não precisarão de longos períodos de repouso. “Ou seja, quem já os adota pode ficar mais seguro sobre o que acontecerá no futuro, em termos de cuidados que sua terra necessitará para continuar produzindo, além de estarem contribuindo para diminuir os efeitos do calor no planeta”, conclui.<br><br><em>Por Vitória Rosendo/Canal Rural.</em></p>



<p><br><br></p>
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