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	<title>CNA Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>CNA Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>CNA atende solicitação da FAET e pede providências urgentes ao Ministério dos Transportes sobre ponte de Pedro Afonso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 12:20:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[CNA]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério dos Transportes]]></category>
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		<category><![CDATA[Sistema Faet/Senar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) atendeu ao pedido da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Tocantins (FAET) e encaminhou ao Ministério dos Transportes um ofício solicitando providências urgentes para o restabelecimento da trafegabilidade na ponte sobre o Rio Tocantins, localizada na BR-235, entre os municípios de Pedro Afonso e [&#8230;]</p>
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<p>A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) atendeu ao pedido da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Tocantins (FAET) e encaminhou ao Ministério dos Transportes um ofício solicitando providências urgentes para o restabelecimento da trafegabilidade na ponte sobre o Rio Tocantins, localizada na BR-235, entre os municípios de Pedro Afonso e Tupirama.</p>



<p>O documento, assinado pelo presidente da CNA, João Martins da Silva Junior, destaca a preocupação com os impactos causados pela interdição da estrutura, considerada estratégica para a logística do centro-norte tocantinense. A interrupção do tráfego tem afetado diretamente o escoamento da produção agropecuária, o abastecimento regional e a mobilidade da população local.</p>



<p>A mobilização da CNA teve início após a FAET e o Sindicato Rural de Pedro Afonso alertarem sobre os prejuízos causados pela interdição, especialmente em um período de intensa movimentação da safra agrícola. Segundo informações repassadas pelas entidades, mais de 100 carretas utilizam diariamente a travessia da ponte em operações ligadas ao setor agropecuário.</p>



<p>No ofício encaminhado ao ministro dos Transportes, George Santoro, a CNA ressalta que a BR-235 desempenha papel fundamental na ligação entre áreas produtoras e importantes corredores logísticos nacionais, especialmente a BR-153. O trecho é utilizado para o transporte de grãos, insumos agropecuários, combustíveis e outras cargas essenciais para a economia da região.</p>



<p>Além dos impactos sobre a atividade produtiva, o documento destaca os reflexos da interdição sobre o abastecimento regional, o deslocamento de trabalhadores e a integração econômica entre Pedro Afonso, Tupirama e municípios vizinhos.</p>



<p>Diante da situação, a CNA solicitou atenção especial do Ministério dos Transportes e do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) para o encaminhamento célere das soluções necessárias à normalização da travessia. A entidade também pediu ampla divulgação das medidas previstas, dos prazos estimados para execução das obras e das ações emergenciais destinadas à redução dos impactos logísticos e à preservação da mobilidade regional.</p>



<p>O presidente do Sistema FAET/Senar, Paulo Carneiro, destacou a importância do apoio da CNA à demanda apresentada pelo setor produtivo tocantinense.</p>



<p>“A interdição dessa ponte impacta diretamente produtores rurais, transportadores, trabalhadores e toda a economia da região. A atuação da CNA fortalece esse pleito e demonstra a importância da união das entidades na defesa dos interesses do setor produtivo e da população que depende dessa ligação”, ressaltou.</p>



<p>A FAET segue acompanhando o caso e reforçando junto aos órgãos competentes a necessidade de soluções rápidas e efetivas para minimizar os prejuízos causados pela interrupção do tráfego na BR-235.</p>



<p><em>Por Ascom Sistema Faet/Senar. </em></p>
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		<title>Regras do Tocantins e de Rondônia para setor agroindustrial são questionadas no STF </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 13:10:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[agroindústrias]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[CNA]]></category>
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		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Confederação questiona exigências estaduais e aponta risco de prejuízos à atividade econômica e ao setor produtivo rural A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) acionou o Supremo Tribunal Federal (STF) contra normas dos estados do Tocantins e de Rondônia que estabelecem critérios para a concessão de incentivos fiscais e de terrenos públicos para empresas do setor agroindustrial. A questão é objeto das Ações [&#8230;]</p>
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<p><em>Confederação questiona exigências estaduais e aponta risco de prejuízos à atividade econômica e ao setor produtivo rural</em></p>



<p>A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) acionou o Supremo Tribunal Federal (STF) contra normas dos estados do Tocantins e de Rondônia que estabelecem critérios para a concessão de incentivos fiscais e de terrenos públicos para empresas do setor agroindustrial. A questão é objeto das Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) <a href="https://portal.stf.jus.br/processos/detalhe.asp?incidente=7577911" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>7959</strong></a><strong> </strong>e <a href="https://portal.stf.jus.br/processos/detalhe.asp?incidente=7577912" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>7960</strong></a> distribuídas, respectivamente, aos ministros Luiz Fux e Dias Toffoli. <br><br><strong>Impactos econômicos</strong> </p>



<p>Segundo a CNA, a Lei 5.837/2024, de Rondônia, e a Lei 4.791/2025, do Tocantins, impedem benefícios públicos a empresas que participem de acordos ou de quaisquer outras formas de compromisso, nacionais ou internacionais, que imponham restrições à expansão da atividade agropecuária em áreas não protegidas por legislação ambiental. No entanto, a confederação sustenta que o texto, como redigido, exclui as associações do alcance da norma. Para a entidade, isso compromete a eficácia das leis e pode tornar inócua a política estadual.</p>



<p>O pedido nas ADIs é que a palavra “empresas”, constante dos dispositivos questionados, seja interpretada como “pessoas naturais ou jurídicas, com ou sem fins lucrativos, que, direta ou indiretamente (via entidades representativas),” se enquadrem nas vedações previstas.</p>



<p>A confederação sustenta&nbsp;ainda&nbsp;que a controvérsia está relacionada à chamada&nbsp;“moratória da soja”,&nbsp;um&nbsp;acordo comercial privado firmado por associações de empresas exportadoras,&nbsp;que está&nbsp;sob análise do&nbsp;Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade)&nbsp;e&nbsp;discutido em&nbsp;outras ações (ADIs&nbsp;7774,&nbsp;7775 e 7863) em&nbsp;tramitação no&nbsp;STF.&nbsp;</p>



<h5 class="wp-block-heading" id="h-conciliacao"><strong>Conciliação</strong></h5>



<p>Atendendo a pedido da CNA, os ministros Luiz Fux e Dias Toffoli determinaram o envio das ações para o&nbsp;Núcleo de Solução Consensual de Conflitos (Nusol)&nbsp;do STF,&nbsp;em razão da semelhança&nbsp;temática com outros processos em análise na Corte.&nbsp;Nesse período, as ações ficam suspensas.</p>



<p><em>Por Edilene Cordeiro/AS/JP/STF.</em></p>
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		<item>
		<title>CNA cobra mais previsibilidade e reforço no crédito para o Plano Safra 2026/27</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/cna-cobra-mais-previsibilidade-e-reforco-no-credito-para-o-plano-safra-2026-27/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 13:50:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[CNA]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[plano safra 2026/27]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Propostas incluem seguro rural mais robusto, orçamento plurianual e alívio das dívidas no campo A CNA apresentou ao governo federal um conjunto de propostas para o Plano Agrícola e Pecuário (PAP) 2026/2027, com foco em ampliar o acesso ao crédito, fortalecer o seguro rural e garantir maior previsibilidade orçamentária. O documento foi entregue pelo presidente [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Propostas incluem seguro rural mais robusto, orçamento plurianual e alívio das dívidas no campo</em></p>



<p>A CNA apresentou ao governo federal um conjunto de propostas para o Plano Agrícola e Pecuário (PAP) 2026/2027, com foco em ampliar o acesso ao crédito, fortalecer o seguro rural e garantir maior previsibilidade orçamentária.</p>



<p>O documento foi entregue pelo presidente da entidade, João Martins, ao ministro da Agricultura, André de Paula, e reúne dez medidas consideradas prioritárias para o próximo ciclo da política agrícola.</p>



<p>Entre os principais pontos defendidos pela CNA estão a necessidade de planejamento plurianual do Plano Safra e a compatibilização entre o orçamento público e o calendário agrícola.</p>



<p>Segundo a entidade, o atual modelo, baseado em previsões anuais, dificulta o planejamento de produtores, cooperativas e instituições financeiras, além de gerar incertezas ao longo do ciclo produtivo.<br><br>A CNA também destaca a insuficiência de recursos no Orçamento Geral da União, especialmente em um cenário de juros elevados, que aumenta o custo do crédito subsidiado.</p>



<p><strong>Endividamento e custo de produção preocupam<br></strong><br>No documento, a entidade afirma que o setor enfrenta pressão de custos, restrições financeiras e instabilidade climática, o que tem levado produtores a operar com maior endividamento e margens mais reduzidas.</p>



<p>Diante desse cenário, o Plano Safra 2026/27 é apontado como decisivo não apenas para ampliar recursos, mas para reestruturar os instrumentos de política agrícola, com foco em gestão de riscos e acesso efetivo ao crédito.</p>



<p><strong>Seguro rural e orçamento plurianual<br></strong><br>A CNA propõe a destinação de R$ 4 bilhões ao Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), além da modernização da legislação do setor.</p>



<p>Outro destaque é a defesa de um modelo plurianual para o Plano Safra, com previsão de recursos ao longo de vários anos. A medida, segundo a entidade, permitiria maior previsibilidade, continuidade das políticas e melhor planejamento das atividades produtivas.</p>



<p><strong>Volume de crédito e apoio ao produtor<br></strong><br>Entre as propostas, a CNA sugere que o Plano Safra 2026/27 conte com R$ 623 bilhões em crédito rural, sendo R$ 104,9 bilhões destinados à agricultura familiar e R$ 518,2 bilhões à agricultura empresarial.</p>



<p>A entidade também defende medidas para apoiar a saúde financeira do produtor, incluindo mecanismos de renegociação de dívidas e ajustes nas regras de enquadramento em programas como Pronaf e Pronamp.</p>



<p><strong>Veja as 10 propostas da CNA para o próximo Plano Safra:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>1 – Possibilitar a construção de um novo modelo de Plano Agrícola e Pecuário Plurianual, com direcionamentos para programas prioritários;</li>



<li>2 – Garantir R$ 4 bilhões no orçamento do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) e a aprovação do Projeto de Lei nº 2.951/2024, que prevê a modernização do seguro rural;</li>



<li>3 – Assegurar efetivos R$ 623 bilhões no Plano Agrícola e Pecuário 2026/2027, sendo R$ 104,9 bilhões destinados à agricultura familiar e R$ 518,2 bilhões à agricultura empresarial, com recursos exclusivos do crédito rural tradicional;</li>



<li>4 – Promover medidas de apoio à saúde financeira do produtor rural e apoiar a aprovação do Projeto de Lei nº 5.122/2023;</li>



<li>5 – Atualizar e ampliar os limites de Renda Bruta Agropecuária (RBA) para enquadramento no Pronaf, no Pronamp e nas demais categorias de produtores;</li>



<li>6 – Apoiar e assegurar a aprovação da proposta de nova Lei do Agro (“Lei do Agro 3”);</li>



<li>7 – Promover ajustes no ambiente de negócios do crédito rural, reduzindo burocracias, eliminando extrapolações infralegais e fortalecendo o combate à venda casada;</li>



<li>8 – Nos programas de investimento agropecuário, priorizar o RenovAgro, o PCA e o Proirriga;</li>



<li>9 – Ampliar os fundos garantidores para operações de custeio e investimento agropecuário;</li>



<li>10 – Ampliar os mecanismos de financiamento privado do agro no mercado de capitais.</li>
</ul>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Soja 26/27 ganha novo calendário e CNA liga alerta para manejo nas lavouras</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/soja-26-27-ganha-novo-calendario-e-cna-liga-alerta-para-manejo-nas-lavouras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 13:19:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[CNA]]></category>
		<category><![CDATA[Lavouras]]></category>
		<category><![CDATA[Soja]]></category>
		<category><![CDATA[Soja 26/27]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) reforçou a importância do manejo adequado da lavoura de soja após a divulgação dos períodos de vazio sanitário e do calendário de semeadura para a safra 2026/2027. As regras foram estabelecidas pela&#160;Portaria SDA/MAPA nº 1.579, publicada na sexta-feira (10) no Diário Oficial da União e assinada [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (<a href="https://tocantinsrural.com.br/?s=cna">CNA</a>) reforçou a importância do manejo adequado da lavoura de soja após a divulgação dos períodos de vazio sanitário e do calendário de semeadura para a safra 2026/2027.</p>



<p>As regras foram estabelecidas pela&nbsp;<a href="https://in.gov.br/web/dou/-/portaria-sda/mapa-n-1.579-de-9-de-abril-de-2026-698696654">Portaria SDA/MAPA nº 1.579</a>, publicada na sexta-feira (10) no Diário Oficial da União e assinada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), responsável pela definição das normas fitossanitárias no país.</p>



<p>Segundo a CNA, o cumprimento das medidas é essencial para garantir produtividade e reduzir a incidência de doenças, especialmente a ferrugem asiática, uma das principais ameaças à cultura da soja.</p>



<p>O Ministério manteve, em grande parte do país, os mesmos períodos adotados na safra 2025/2026, mas promoveu mudanças na Bahia, que passou a ser dividida em quatro regiões distintas para definição das janelas de vazio sanitário e semeadura.</p>



<p>De acordo com o assessor técnico da Comissão Nacional de Cereais, Fibras e Oleaginosas da CNA, Tiago Pereira, o conjunto de medidas é fundamental para interromper o ciclo do fungo causador da ferrugem asiática.</p>



<p>“O vazio sanitário segue como uma das principais ferramentas para interromper o ciclo do fungo, ao eliminar a presença de plantas vivas de soja no período de entressafra. Já o calendário de semeadura ajuda a reduzir a sobreposição de lavouras e a limitar a disseminação da doença ao longo do ciclo produtivo”, explicou.</p>



<p>Pereira alertou ainda para o aumento dos casos de ferrugem asiática na safra 2025/2026 em comparação ao ciclo anterior. No Paraná, os registros passaram de 66 para 156 casos; no Mato Grosso do Sul, de 12 para 70; e no Rio Grande do Sul, de 25 para 61 ocorrências.</p>



<p>Segundo ele, o cenário está relacionado a fatores climáticos favoráveis ao desenvolvimento do fungo e reforça a necessidade de cumprimento rigoroso das normas fitossanitárias.</p>



<p>“O calendário de semeadura e o vazio sanitário são ferramentas complementares e fundamentais para o manejo da ferrugem. O aumento dos registros reforça que o foco precisa estar na execução, com controle rigoroso de plantas voluntárias e monitoramento”, destacou.</p>



<p><strong>Calendário por estado</strong></p>



<p>No Acre, o vazio sanitário ocorre de 22 de junho a 20 de setembro de 2026, e o calendário de semeadura vai de 21 de setembro de 2026 a 8 de janeiro de 2027.</p>



<p>Em Alagoas, o vazio sanitário começa em 1º de janeiro de 2027 e vai até 1º de abril de 2027, com semeadura de 2 de abril de 2027 a 10 de julho de 2027.</p>



<p>No Amapá, o vazio sanitário vai de 1º de dezembro de 2026 a 28 de fevereiro de 2027, e a semeadura ocorre de 1º de março a 8 de junho de 2027.</p>



<p>No Amazonas, o vazio sanitário ocorre de 10 de junho a 10 de setembro de 2026, e a semeadura vai de 11 de setembro de 2026 a 9 de janeiro de 2027.</p>



<p>Na Bahia, os períodos variam por região, com o vazio sanitário e a semeadura definidos em quatro zonas distintas ao longo de 2026 e 2027.</p>



<p>No Ceará, o vazio sanitário ocorre de 3 de novembro de 2026 a 31 de janeiro de 2027, e a semeadura de 1º de fevereiro a 31 de maio de 2027.</p>



<p>No Distrito Federal, o vazio sanitário vai de 1º de julho a 30 de setembro de 2026, e a semeadura de 1º de outubro de 2026 a 8 de janeiro de 2027.</p>



<p>Em Goiás, o vazio sanitário ocorre de 27 de junho a 24 de setembro de 2026, e a semeadura de 25 de setembro de 2026 a 2 de janeiro de 2027.</p>



<p>No Maranhão, os períodos variam por região, com diferentes janelas de vazio sanitário e semeadura entre julho de 2026 e março de 2027.</p>



<p>Em Minas Gerais, o vazio sanitário ocorre de 1º de julho a 30 de setembro de 2026, e a semeadura de 1º de outubro de 2026 a 8 de janeiro de 2027.</p>



<p>Em Mato Grosso, o vazio sanitário vai de 8 de junho a 6 de setembro de 2026, e a semeadura de 7 de setembro de 2026 a 7 de janeiro de 2027.</p>



<p>Já em Mato Grosso do Sul, o vazio sanitário ocorre de 15 de junho a 15 de setembro de 2026, e a semeadura de 16 de setembro a 31 de dezembro de 2026.</p>



<p>No Pará, os períodos variam por região, com janelas de vazio sanitário e semeadura entre junho de 2026 e março de 2027.</p>



<p>No Paraná, o vazio sanitário ocorre entre junho e setembro de 2026, e a semeadura entre setembro de 2026 e janeiro de 2027, variando por região.</p>



<p>No Piauí, os períodos também variam por região, com vazio sanitário e semeadura entre julho de 2026 e março de 2027.</p>



<p>No estado do Rio de Janeiro, o vazio sanitário vai de 15 de junho a 28 de setembro de 2026, e a semeadura de 29 de setembro de 2026 a 6 de janeiro de 2027.</p>



<p>No Rio Grande do Sul, o vazio sanitário ocorre de 3 de julho a 30 de setembro de 2026, e a semeadura de 1º de outubro de 2026 a 28 de janeiro de 2027.</p>



<p>Em Rondônia, o vazio sanitário vai de 10 de junho a 10 de setembro de 2026, e a semeadura de 11 de setembro de 2026 a 9 de janeiro de 2027.</p>



<p>Em Roraima, o vazio sanitário ocorre de 19 de dezembro de 2026 a 18 de março de 2027, e a semeadura de 19 de março a 26 de junho de 2027.</p>



<p>Em Santa Catarina, os períodos variam por região, com vazio sanitário e semeadura entre junho de 2026 e fevereiro de 2027.</p>



<p>Em São Paulo, os períodos também variam por região, com vazio sanitário entre junho e setembro de 2026 e semeadura entre setembro de 2026 e janeiro de 2027.</p>



<p>Por fim, em Tocantins, o vazio sanitário vai de 1º de julho a 30 de setembro de 2026, e a semeadura de 1º de outubro de 2026 a 15 de janeiro de 2027.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Alta do diesel leva CNA a pedir corte temporário de impostos para o setor agropecuário</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/alta-do-diesel-leva-cna-a-pedir-corte-temporario-de-impostos-para-o-setor-agropecuario/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 13:38:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Alta do diesel]]></category>
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		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) solicitou ao Ministério da Fazenda e ao Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) a redução imediata e temporária das alíquotas de tributos federais e estaduais que incidem sobre o óleo diesel. O pedido foi formalizado na terça-feira (10) e ocorre em meio à elevação dos preços [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) solicitou ao Ministério da Fazenda e ao Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) a redução imediata e temporária das alíquotas de tributos federais e estaduais que incidem sobre o óleo diesel.</p>



<p>O pedido foi formalizado na terça-feira (10) e ocorre em meio à elevação dos preços do petróleo e de seus derivados no mercado internacional, cenário que tem pressionado os custos de produção no Brasil.</p>



<p><br>Segundo a entidade, o momento é especialmente sensível para o setor agropecuário, já que coincide com o período de plantio e colheita da segunda safra, quando o consumo de combustível tende a aumentar nas operações de campo e no transporte da produção.</p>



<p>“O momento é particularmente sensível para o setor agropecuário, marcado pelo plantio e pela colheita da segunda safra, período em que o custo do combustível tem efeito direto sobre as despesas de produção e sobre a atividade econômica”, afirmou o presidente da CNA, João Martins.<br><br><strong>Tributos federais representam cerca de 10,5% do preço do diesel<br></strong><br>Em ofício encaminhado ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad, a CNA cita os tributos federais que incidem sobre o combustível: PIS, Pasep e Cofins.</p>



<p>De acordo com a entidade, esses impostos representam cerca de 10,5% do valor do diesel comercializado no país.</p>



<p>A CNA argumenta que uma redução temporária dessas alíquotas poderia ajudar a amenizar os impactos da alta internacional do petróleo sobre a economia brasileira.</p>



<p>Impostos estaduais elevam carga tributária<br>Em outro documento, enviado ao presidente da Comissão Técnica Permanente do ICMS (Cotepe/ICMS), Carlos Henrique de Azevedo Oliveira, a confederação destacou o peso dos tributos estaduais sobre o combustível.</p>



<p>Segundo a entidade, os impostos estaduais acrescentam, em média, 38,4% ao preço final do diesel, sendo o ICMS um dos principais componentes dessa carga tributária.</p>



<p>A Cotepe/ICMS é vinculada ao Confaz, órgão que reúne as secretarias de Fazenda dos 26 estados e do Distrito Federal.</p>



<p><strong>Impacto pode chegar aos preços dos alimentos<br></strong><br>Na avaliação da CNA, a redução temporária da carga tributária sobre o diesel pode gerar efeitos positivos para toda a economia.</p>



<p>A entidade argumenta que a medida ajudaria a reduzir custos de produção agropecuária, aliviar pressões inflacionárias e contribuir para moderar os preços dos alimentos ao consumidor.</p>



<p>Além disso, segundo o presidente da CNA, a iniciativa poderia favorecer um ambiente macroeconômico mais estável, com reflexos positivos para a trajetória de queda da taxa básica de juros (Selic).</p>



<p>Ao final do documento, João Martins afirmou que a confederação está à disposição do governo para colaborar com propostas que ajudem a reduzir custos logísticos e produtivos associados aos recentes conflitos geopolíticos que impactam a economia brasileira.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<title>CNA divulga análise e aponta alta de 11,7% no PIB da agropecuária em 2025</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/cna-divulga-analise-e-aponta-alta-de-117-no-pib-da-agropecuaria-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 13:25:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[CNA]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) divulgou Comunicado Técnico com a análise do Produto Interno Bruto (PIB), publicado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), referente aos resultados do quarto trimestre de 2025. Os dados mostram que, em termos setoriais, o PIB da Agropecuária cresceu 11,7% no ano em comparação com [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) divulgou Comunicado Técnico com a análise do Produto Interno Bruto (PIB), publicado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), referente aos resultados do quarto trimestre de 2025.</p>



<p>Os dados mostram que, em termos setoriais, o PIB da Agropecuária cresceu 11,7% no ano em comparação com 2024. Trata-se do segundo maior resultado da série histórica, ficando atrás apenas de 2023, quando o setor registrou alta de 15,1%.</p>



<p>O PIB brasileiro avançou 2,3% em 2025, totalizando R$ 12,7 trilhões no ano. Sem o crescimento da atividade agropecuária, o PIB do Brasil teria aumentado apenas 1,5%, o que indica que a agropecuária foi responsável por cerca de um terço da expansão econômica do país no período.</p>



<p>Com esse desempenho, a participação do setor alcançou 7,5% do PIB total, o maior patamar da série histórica iniciada em 1996. Os demais setores da economia apresentaram crescimento mais modesto: 1,8% em Serviços e 1,4% na Indústria.</p>



<p>Veja a&nbsp;<a href="https://www.cnabrasil.org.br/publicacoes/impulsionado-pelo-crescimento-de-11-7-da-agropecuaria-pib-brasileiro-fecha-2025-com-alta-de-2-3">análise completa</a></p>



<p><em>Por Assessoria de Comunicação CNA.</em></p>
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		<item>
		<title>Paulo Carneiro amplia atuação nacional ao assumir novas funções na CNA</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/paulo-carneiro-amplia-atuacao-nacional-ao-assumir-novas-funcoes-na-cna/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Dec 2025 13:08:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[CNA]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema Faet/Senar]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Quero fazer muito pelo meu estado do Tocantins, que muito me orgulha e também pelos produtores rurais de todo o país, porque foi nos dada uma grande missão de representar o agronegócio tocantinense e brasileiro”. As palavras são do presidente do Sistema FAET/Senar, Paulo Carneiro, que passou a ocupar novas funções na entidade máxima do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://sistemafaetsenar.org.br/faet/wp-content/uploads/2025/12/Captura-de-tela-2025-12-10-085924-1024x670.png" alt="" class="wp-image-3761"/></figure>



<p>“Quero fazer muito pelo meu estado do Tocantins, que muito me orgulha e também pelos produtores rurais de todo o país, porque foi nos dada uma grande missão de representar o agronegócio tocantinense e brasileiro”.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://sistemafaetsenar.org.br/faet/wp-content/uploads/2025/12/54974890741_7a758414f2_c.jpg" alt="" class="wp-image-3759"/></figure>



<p>As palavras são do presidente do Sistema FAET/Senar, Paulo Carneiro, que passou a ocupar novas funções na entidade máxima do setor produtivo rural do país. Em cerimônia realizada no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), em Brasília/DF, Paulo Carneiro tomou posse no Conselho Fiscal da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e também no Conselho da Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudan).</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://sistemafaetsenar.org.br/faet/wp-content/uploads/2025/12/54975187200_d526b23b30_c.jpg" alt="" class="wp-image-3758"/></figure>



<p>Ao lado do presidente reeleito da CNA, João Martins, Paulo Carneiro e os demais membros da nova diretoria e conselho fiscal da Confederação foram empossados numa solenidade concorrida que reuniu representantes de entidades do agro, do setor privado, deputados, senadores, embaixadores, autoridades, familiares, produtores rurais, presidentes de Federações estaduais de agricultura e pecuária, diretores e integrantes do Sistema CNA/Senar.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://sistemafaetsenar.org.br/faet/wp-content/uploads/2025/12/54974766566_81764b5e8f_c-1.jpg" alt="" class="wp-image-3760"/></figure>



<p><strong>Representatividade&nbsp;</strong></p>



<p>Além de presidente do Sistema FAET/Senar e o Conselho Deliberativo do Sebrae Tocantins, Paulo Carneiro, assume um compromisso ainda maior com o desenvolvimento do estado. “Ser conselheiro efetivo da maior entidade representativa do agronegócio brasileiro é uma grande responsabilidade e um motivo de orgulho”, destacou.</p>



<p>O marco histórico da representatividade dos produtores acontece num momento em que a CNA celebra a marca de alcançar 400 mil pequenos produtores em todos os pontos do país, priorizando as regiões menos favorecidas. “Levamos a essa nova classe um conjunto de conhecimentos e assistência, que lhes permite alcançar o máximo de sua capacidade tocantinense”, destacou João Martins, presidente da CNA.</p>



<p>A nova diretoria da Confederação e Conselho fiscal terá quatro anos de mandato no mesmo período (quadriênio 2025-2029). Confira a nova diretoria da entidade:</p>



<p><strong>Diretoria Executiva</strong></p>



<p>Presidente – João Martins da Silva Júnior (BA)</p>



<p>1o vice-presidente – Gedeão Silveira Pereira (RS)</p>



<p>2o vice-presidente – Antônio Pitangui de Salvo (MG)</p>



<p>1o vice-presidente de Finanças – Humberto Miranda (BA)</p>



<p>2o vice-presidente de Finanças – Muni Lourenço Silva Júnior (AM)</p>



<p>1o vice-presidente de Secretaria – Marcelo Bertoni (MS)</p>



<p>2o vice-presidente de Secretaria – José Amílcar de Araújo Silveira (CE)</p>



<p><strong>Conselho Fiscal</strong></p>



<p><strong>Efetivos</strong></p>



<p>Álvaro Arthur Lopes de Almeida (AL)</p>



<p><strong><em>Paulo Carneiro (TO)</em></strong></p>



<p>Hélio Dias de Souza (RO)</p>



<p><strong>Suplentes</strong></p>



<p>Raimundo Coelho de Souza (MA)</p>



<p>Luiz Iraçú Guimarães Colares (AP)</p>



<p>José Álvares Vieira (RN)</p>



<p><em>Por Ascom Sistema Faet/Senar. </em></p>
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		<title>CNA aponta agravamento do endividamento no campo e pede ajustes urgentes no crédito rural</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/cna-aponta-agravamento-do-endividamento-no-campo-e-pede-ajustes-urgentes-no-credito-rural/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Dec 2025 12:32:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[CNA]]></category>
		<category><![CDATA[Crédito Rural]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[produtor rural endividado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160;A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) participou, na quarta (3), do 5º Brasília Summit, promovido pelo Grupo de Líderes Empresariais (Lide) e pelo jornal Correio Braziliense. O diretor técnico da entidade, Bruno Lucchi, palestrou no painel “Contratos, crédito e garantias: como aumentar a confiança jurídica nas operações rurais”. Durante sua exposição, Lucchi [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>&nbsp;A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) participou, na quarta (3), do 5º Brasília Summit, promovido pelo Grupo de Líderes Empresariais (Lide) e pelo jornal Correio Braziliense. O diretor técnico da entidade, Bruno Lucchi, palestrou no painel “Contratos, crédito e garantias: como aumentar a confiança jurídica nas operações rurais”.</p>



<p>Durante sua exposição, Lucchi destacou que os produtores rurais vivem um momento crítico em relação ao endividamento. Segundo ele, nos últimos anos, todos os fatores negativos atuaram simultaneamente sobre a produção agropecuária, agravando ainda mais o cenário no campo.</p>



<p>Ele citou a acentuada queda no preço das commodities como um dos principais elementos que pressionaram o setor e lembrou que a saca da soja, por exemplo, chegou a R$ 210 em 2021, e atualmente está próxima de R$ 110.</p>



<p>“Essa queda foi abrupta e se mantém até hoje. Se trouxermos as questões climáticas, que tanto afetaram o Sul do país, de 2013 até 2024, tivemos mais de R$ 732 bilhões de reais. Desse total, 57% foram ligados à agricultura e pecuária. Ou seja, somos um dos setores mais afetados.&#8221;</p>



<p>Outro ponto sensível é a retração do seguro rural, argumenta Lucchi. Em 2021, o país somou 14 milhões de hectares segurados, cobrindo mais de 30% da área produtiva. Em 2025, a estimativa é fechar o ano com 3 milhões de hectares segurados, menos de 5%. Para Lucchi, essa queda agrava ainda mais a insegurança dos produtores.</p>



<p>O diretor da CNA lembrou que o endividamento rural saiu de 3,54% em outubro de 2024 para 11,4%. “Esse é o maior valor da série histórico no crédito livre, o último que tivemos foi em março de 2017, em torno de 5,91%. Isso acende uma luz vermelha de que temos um problema que precisamos discutir.”</p>



<p>Bruno Lucchi falou ainda sobre Recuperação Judicial (RJ) e reforçou que o problema não está na lei, mas na aplicação. Ele lembrou que o instrumento tem sido utilizado de forma distorcida, impulsionando uma “indústria da RJ” que induz produtores a aderirem sem pleno conhecimento dos efeitos sobre futuras concessões de crédito.</p>



<p>Sobre o Plano Safra, o diretor técnico observou que, mesmo com recursos disponíveis, o crédito não tem chegado ao produtor nas condições previstas. De acordo com ele, entre julho e outubro, houve retração de 17% nas contratações, um dos menores volumes dos últimos cinco anos na comparação histórica.</p>



<p>Lucchi associa esse movimento às maiores exigências dos bancos, à Selic elevada e a alta alavancagem dos produtores. Ele destacou a importância do momento para discutir o alto custo de transição do crédito, citando o exemplo de um produtor do Pronaf, com taxa de juros de 6,5% ao ano, no custeio, que acaba pagando 22,5% quando toma R$ 100 mil para a safra de milho.</p>



<p>Como alternativas, ele defendeu o aprimoramento normativo para evitar restrições excessivas ao crédito rural. Bruno Lucchi reforçou que o setor não acredita em melhorias nos preços no próximo ano, mas é necessário aproveitar o momento para buscar outros mecanismos que tornem o crédito brasileiro mais forte.</p>



<p>Mesmo com previsão de uma safra semelhante ou ligeiramente maior, o diretor afirmou que redução dos pacotes tecnológicos preocupa, especialmente diante da possível volta do fenômeno La Niña e da baixa cobertura do seguro rural.</p>



<p><em>Por Assessoria de Comunicação CNA.</em></p>
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		<item>
		<title>CNA lança estudo inédito e ferramenta que orienta produtores sobre alugar, comprar ou terceirizar máquinas agrícolas</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/cna-lanca-estudo-inedito-e-ferramenta-que-orienta-produtores-sobre-alugar-comprar-ou-terceirizar-maquinas-agricolas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Oct 2025 12:35:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[alugar]]></category>
		<category><![CDATA[calculadora]]></category>
		<category><![CDATA[CNA]]></category>
		<category><![CDATA[comprar]]></category>
		<category><![CDATA[Máquinas Agrícolas]]></category>
		<category><![CDATA[Produtores Rurais]]></category>
		<category><![CDATA[terceirizar]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O consultor e produtor Vinicius Camargos falou da sua experiência e frisou que em relação à terceirização de máquinas, o mercado só vai crescer se investir na qualificação da mão-de-obra operacional. Estudo  O estudo “Máquinas Agrícolas: alugar, comprar ou terceirizar? Tome a decisão certa” compara os três principais modelos ao alcance dos produtores em relação [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O consultor e produtor Vinicius Camargos falou da sua experiência e frisou que em relação à terceirização de máquinas, o mercado só vai crescer se investir na qualificação da mão-de-obra operacional.</p>



<p><strong>Estudo</strong> <br><br>O estudo “Máquinas Agrícolas: alugar, comprar ou terceirizar? Tome a decisão certa” compara os três principais modelos ao alcance dos produtores em relação a máquinas e equipamentos: frota própria, aluguel e terceirização de serviços, com base em dados do Projeto Campo Futuro.</p>



<p>O levantamento contempla 12 regiões estratégicas localizadas no Sul, Centro-Oeste e Matopiba+PA. Juntas representam mais de 80% da área cultivada com soja no Brasil.</p>



<p><strong>Contexto de custo elevado e crédito mais restrito</strong> <br><br>Entre 2019 e 2025, os preços das máquinas agrícolas registraram forte valorização. De acordo com dados do Projeto Campo Futuro, os preços das plantadeiras aumentaram entre 131% e 225%. Para as colheitadeiras, a valorização variou de 57% a 124%. No caso dos tratores, os preços subiram de 107% a 154%.</p>



<p>Esse movimento foi acompanhado por uma alta significativa dos juros das linhas oficiais de crédito. Entre 2019 e 2025, as taxas do Moderfrota pelo Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor (Pronamp) subiram de 6,0% para 12,5% ao ano. Já as taxas do Moderfrota tradicional passaram de 7,0% para 13,5% ao ano.</p>



<p>Com a elevação dos custos fixos e maior dificuldade de financiamento, cresceu o interesse de produtores por alternativas como a terceirização e o aluguel de máquinas, diz o estudo.</p>



<p>Nesse cenário, o levantamento busca orientar o produtor quanto à melhor estratégia para cada operação, levando em conta escala, acesso ao crédito, janela operacional e penetração da segunda safra.</p>



<p>As orientações partem de premissas técnicas e simulações feitas com base em condições reais de mercado e linhas oficiais de financiamento, com análise de fluxo de caixa projetado, Valor Presente Líquido (VPL), ponto de equilíbrio e cenários de sensibilidade.</p>



<p>O estudo traz, ainda, avaliações para contribuir com a decisão do produtor.</p>



<p><strong>Terceirização </strong><br><br>A terceirização se mostrou mais vantajosa para a colheita em todas as regiões analisadas. Essa preferência está relacionada ao elevado custo de aquisição e manutenção das colheitadeiras, ao uso concentrado em um curto período da safra e à baixa disponibilidade de mão de obra qualificada para operar esse tipo de máquina.</p>



<p>Diante desses desafios, a contratação de serviços especializados se mostra mais eficiente do ponto de vista financeiro, permitindo ao produtor reduzir o capital imobilizado.</p>



<p>Por outro lado, a terceirização também impõe desafios importantes. A disponibilidade de prestadores de serviço nos picos de safra pode ser limitada, especialmente em regiões de difícil acesso ou menor escala.</p>



<p>No caso do plantio e da pulverização, a vantagem da terceirização depende de fatores regionais. Para o plantio, ela foi mais viável em 5 das 12 regiões, especialmente onde não há milho segunda safra. Já a pulverização, que demanda alta frequência de aplicação e rápida resposta a pragas e doenças, foi mais eficaz com frota própria na maioria dos casos.</p>



<p><strong>Aluguel </strong><br><br>O modelo de aluguel ainda tem baixa adesão no segmento de grãos e está concentrado em produtores maiores e com perfil empresarial. Os contratos oferecem vantagens como redução de capital imobilizado e acesso a máquinas modernas.</p>



<p>Plantadeiras e semeadoras, por terem custo inferior às colheitadeiras e menor desgaste operacional, apresentaram resultados mais equilibrados nas simulações, especialmente em cenários de juros elevados.</p>



<p>Ainda assim, a aquisição da máquina própria se mostrou, na maioria dos casos, mais viável que o aluguel.</p>



<p><strong>Validação internacional</strong> <br><br>As conclusões do estudo também se alinham à experiência observada em outros países. Nos Estados Unidos, por exemplo, tanto a terceirização de operações quanto o aluguel de máquinas são práticas consolidadas.</p>



<p>Naquele país, há um mercado estruturado com ampla oferta de prestadores de serviços e contratos de locação flexíveis, inclusive com participação direta de grandes fabricantes. Além disso, é comum que produtores prestem serviços entre si para otimizar o uso da frota.</p>



<p>Na Argentina, a terceirização é predominante, especialmente pelo alto índice de propriedades arrendadas. Estima-se que 60% das operações mecanizadas sejam realizadas por prestadores de serviço, segundo dados da Federação dos Contratistas de Máquinas Agrícolas (Facma).</p>



<p>O setor no país vizinho é tradicional, com empresas familiares atuando há várias gerações, e conta com estrutura de logística, comboios e apoio técnico.</p>



<p>Segundo a CNA, as referências internacionais corroboram os resultados encontrados, que apontam para a crescente adoção de modelos mais flexíveis de mecanização como estratégia de otimização técnica e financeira, especialmente em um cenário de margens apertadas, máquinas mais caras e crédito mais restrito.</p>



<p><strong>Flexibilidade e eficiência no planejamento </strong><br><br>O levantamento da CNA reforça, contudo, que não há um modelo único ideal. A escolha entre frota própria, aluguel ou terceirização depende das características da propriedade, do ciclo de produção e das condições financeiras de cada produtor.</p>



<p>As simulações consideram premissas técnicas e médias regionais, e os resultados devem ser interpretados como apoio à tomada de decisão, não como recomendação direta. Com mais opções e dados, o produtor pode construir um planejamento mecanizado mais eficiente, reduzir riscos e melhorar sua rentabilidade.</p>



<p><strong>Ferramenta prática para apoiar decisões</strong> <br><br>Além do relatório técnico, a CNA vai disponibilizar uma calculadora online, que permitirá ao produtor rural simular e comparar, de forma personalizada, os custos e a rentabilidade dos diferentes modelos para operações de plantio, pulverização e colheita.</p>



<p>A ferramenta cobre as principais regiões produtoras e foi desenvolvida para apoiar a tomada de decisão. De forma simples e interativa, o produtor poderá inserir seus dados, como tamanho de área, dimensionamento do parque de máquinas, tipo de operação e condições de financiamento, obter uma comparação dos custos e benefícios em uma visualização gráfica dos resultados.</p>



<p>A base de dados da calculadora será atualizada periodicamente com dados dos painéis do Projeto Campo Futuro e de mercado. Tanto o estudo completo quanto a calculadora online estão disponíveis na página oficial do estudo:</p>



<p><a href="https://cnabrasil.org.br/paginas-especiais/maquinas-agricolas"></a><a href="https://cnabrasil.org.br/paginas-especiais/maquinas-agricolas">Máquinas Agrícolas</a></p>



<p><em>Por Assessoria de Comunicação CNA.</em></p>



<p><a href="https://www.cnabrasil.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a></p>
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		<title>Estudo inédito da CNA revela impacto econômico e vantagens do uso de máquinas agrícolas no país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Oct 2025 12:59:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[CNA]]></category>
		<category><![CDATA[Máquinas Agrícolas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) lançou um estudo inédito que orienta produtores de soja e milho na escolha da melhor estratégia para o uso de máquinas agrícolas, seja compra, aluguel ou terceirização. O material foi apresentado nesta quarta-feira (29), durante o evento Benchmark Agro: Custos de Produção 2025, na sede da [&#8230;]</p>
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<p>A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) lançou um estudo inédito que orienta produtores de soja e milho na escolha da melhor estratégia para o uso de máquinas agrícolas, seja compra, aluguel ou terceirização. O material foi apresentado nesta quarta-feira (29), durante o evento Benchmark Agro: Custos de Produção 2025, na sede da entidade, em Brasília.</p>



<p>O painel de lançamento, intitulado “Terceirização e Aluguel de Máquinas: Alternativas para a Colheita de Grãos”, foi conduzido pelo produtor rural e presidente da Comissão Nacional de Cereais, Fibras e Oleaginosas da CNA, André Dobashi, com participação de Débora Simões, sócia-diretora de Estratégia e Soluções da Agroconsult, e do consultor de negócios agrícolas Vinicius Camargos.</p>



<p>Dobashi destacou que o estudo foi desenvolvido em parceria com a Agroconsult e não busca indicar uma única solução, mas oferecer informações e ferramentas para que o produtor tome decisões baseadas em dados técnicos e econômicos.</p>



<p>“A CNA, em parceria com a Agroconsult, desenvolveu o estudo e uma calculadora online para que o produtor possa comparar custos e benefícios da terceirização, do aluguel ou da compra de máquinas, considerando sua realidade e sistema de produção”, explicou.</p>



<p><strong>Custos crescentes e crédito mais caro pressionam decisões</strong></p>



<p>O levantamento “Máquinas Agrícolas: alugar, comprar ou terceirizar? Tome a decisão certa” foi elaborado a partir de dados do Projeto Campo Futuro e abrange 12 regiões estratégicas do Sul, Centro-Oeste e Matopiba+PA, responsáveis por mais de 80% da área de soja no país.</p>



<p>Entre 2019 e 2025, os preços das máquinas agrícolas subiram fortemente: plantadeiras tiveram alta entre 131% e 225%, colheitadeiras entre 57% e 124%, e tratores entre 107% e 154%. No mesmo período, as taxas de juros do programa Moderfrota mais que dobraram, passando de 6% para até 13,5% ao ano, o que encareceu o financiamento e estimulou o interesse por alternativas como o aluguel e a terceirização.</p>



<p>De acordo com Débora Simões, cerca de 17% do Custo Operacional Total (COT) do produtor está relacionado às máquinas e à depreciação dos equipamentos.</p>



<p>“Esse custo pesa no bolso do produtor. Por isso, é importante oferecer condições e opções de mecanização mais flexíveis e adequadas à realidade de cada propriedade”, afirmou.</p>



<p><strong>Terceirização é mais vantajosa na colheita</strong></p>



<p>O estudo aponta que a terceirização se mostrou a opção mais vantajosa para a colheita em todas as regiões analisadas. O principal motivo é o alto custo de aquisição e manutenção das colheitadeiras, aliado à necessidade de uso concentrado em um curto período da safra.</p>



<p>Além de reduzir o capital imobilizado, a contratação de serviços especializados ajuda o produtor a lidar com a escassez de mão de obra qualificada. No entanto, a disponibilidade de prestadores de serviço durante o pico da safra ainda é um desafio, especialmente em áreas mais remotas ou de menor escala.</p>



<p>Para o plantio, a terceirização foi mais viável em cinco das doze regiões avaliadas, principalmente onde não há segunda safra de milho. Já na pulverização, que exige frequência e agilidade, o modelo mais eficiente segue sendo o de frota própria.</p>



<p><strong>Aluguel cresce entre produtores maiores</strong></p>



<p>O aluguel de máquinas ainda tem participação limitada no segmento de grãos, mas vem crescendo entre produtores de maior porte e perfil empresarial. O modelo reduz o capital imobilizado e permite acesso a equipamentos modernos, embora a compra própria ainda apresente melhor viabilidade na maioria dos cenários analisados.</p>



<p><strong>Referências internacionais reforçam tendência</strong></p>



<p>A CNA também comparou a realidade brasileira com a de outros países. Nos Estados Unidos, o aluguel e a terceirização são práticas consolidadas, com ampla oferta de prestadores e contratos flexíveis. Na Argentina, cerca de 60% das operações mecanizadas são terceirizadas, em um setor já estruturado e tradicional.</p>



<p>Essas referências internacionais, segundo a CNA, confirmam a tendência de adoção crescente de modelos mais flexíveis de mecanização, diante de margens mais apertadas, custos elevados e crédito restrito.</p>



<p><strong>Ferramenta online ajuda na simulação</strong></p>



<p>Além do relatório técnico, a CNA disponibilizou uma calculadora online que permite ao produtor simular, de forma personalizada, os custos e a rentabilidade das diferentes opções para plantio, pulverização e colheita.</p>



<p>A ferramenta, atualizada com dados do Projeto Campo Futuro e de mercado, oferece visualizações gráficas comparando os modelos de frota própria, aluguel e terceirização, e está disponível na página oficial do estudo Máquinas Agrícolas.</p>



<p>“O objetivo é apoiar a tomada de decisão. Cada produtor pode inserir seus dados e avaliar o que faz mais sentido para sua realidade”, resume Dobashi.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>
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