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	<title>CNU Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>CNU Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>‘Enem dos Concursos’ relaciona o agro à exploração predatória da terra</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/enem-dos-concursos-relaciona-o-agro-a-exploracao-predatoria-da-terra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Aug 2024 13:55:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[CNU]]></category>
		<category><![CDATA[Polêmica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Concurso Nacional Unificado (CNU), também chamado de “Enem dos Concursos”, aplicado no último fim de semana em todo o país para a seleção de funcionários públicos, trazia uma questão relativa a terras indígenas. A pergunta criticava o que foi considerado como “exploração predatória da terra”, relacionando o agronegócio a essa prática&#160;(confira no fim do [&#8230;]</p>
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<p>O Concurso Nacional Unificado (CNU), também chamado de “Enem dos Concursos”, aplicado no último fim de semana em todo o país para a seleção de funcionários públicos, trazia uma questão relativa a terras indígenas. A pergunta criticava o que foi considerado como “exploração predatória da terra”, relacionando o agronegócio a essa prática&nbsp;<em>(confira no fim do texto).</em></p>



<p>De acordo com o presidente da Associação Brasileira de Marketing Rural e Agro <strong><a href="http://www.canalrural.com.br/tag/abmra/">(ABMRA)</a></strong>, Ricardo Nicodemos, a questão parte de um enunciado equivocado e de uma visão que não representa o pensamento do setor.<br><br>Ele destacou que o problema é reflexo de um cenário mais amplo, em que as instituições de ensino passam uma imagem distorcida do agronegócio. Ele citou um estudo recente da Fundação Instituto de Administração (FIA) da Universidade de São Paulo (USP), que revelou que 60% das referências ao setor nos livros didáticos são negativas. “Precisamos unir o setor e trabalhar para levar o conhecimento real à sociedade urbana”, declarou.</p>



<p>Além disso, o presidente da ABMRA apontou que o exame reproduz uma percepção equivocada sobre a relação entre indígenas e o agronegócio. “Hoje, temos índios que trabalham e sobrevivem no setor, produzindo café e cacau de excelente qualidade. Os indígenas fazem parte do agronegócio, e o setor os acolhe muito bem”, disse.</p>



<p>Nicodemos ressaltou a necessidade de o setor se unir contra informações falsas, como as que estavam presentes no concurso. Ele mencionou o Projeto Marca Agro do Brasil, que visa monitorar e combater as <em>fake news</em> relacionadas ao agronegócio. “O setor tem que reagir a esse tipo de situação”, concluiu.<br><br><strong>Confira a questão polêmica do ‘Enem dos Concursos’</strong></p>



<p>A questão de número 7 do Concurso Nacional Unificado trazia o enunciado e as alternativas de resposta abaixo. Pelo gabarito, a opção correta seria a “e”:<br><br><em>“No contexto da redemocratização política do Brasil, em especial em função da promulgação da Constituição Federal de 1988 e graças à mobilização da sociedade civil e de lideranças indígenas, observou-se a ampliação do direito à proteção e ao usufruto das terras dos povos originários.&nbsp;</em></p>



<p><em>É muito comum nos depararmos com afirmações de que, no Brasil, ‘há muita terra para pouco índio’, geralmente acompanhadas de assertivas segundo as quais as populações indígenas e tradicionais são um ‘entrave ao desenvolvimento’.</em></p>



<p><em>Em função desse modelo de desenvolvimento, voltado para a exportação de produtos primários, os povos indígenas continuam sendo considerados um empecilho ao desenvolvimento, mas um desenvolvimento praticado de forma predatória, ao bem dos interesses particulares de poucos, e não do interesse comum.</em></p>



<p><em>Levando em conta o texto acima, a noção de que “há muita terra para pouco índio:<br><br>(a) sustenta-se numa premissa nacional-desenvolvimentista, cuja atualização em nossos dias tem como principal objetivo a produção de riqueza e&nbsp; sua distribuição mais equânime, justa e igualitária.</em></p>



<p>(b<em>) fundamenta-se no reconhecimento da natureza conservacionista dos povos originários, que representam um obstáculo ao desenvolvimento sustentável do país.</em></p>



<p><em>(c) legitima-se pelo avanço do agronegócio no Brasil, uma vez que concorre para a ampliação das fronteiras agrícolas, na mesma medida em que contribui para a proteção do direito à terra e para a manutenção dos modos de vida dos povos originários.</em></p>



<p><em>(d) justifica-se pela condescendência da legislação indigenista, própria da constituição federal de 1988, a qual&nbsp; privilegia os povos originários.</em></p>



<p><em>(e) relaciona-se com uma certa concepção de desenvolvimento, associada a um tipo de exploração predatória da terra, da qual decorre desacertadamente que o reconhecimento da propriedade indígena representaria um suposto entrave à economia sustentável do país.</em>“<br><br><em>Por Luis Roberto Toledo/Canal Rural. </em></p>
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		<title>Nova data para o &#8216;Enem dos concursos é definida&#8217;; CNU será em 18 de agosto</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/nova-data-para-o-enem-dos-concursos-e-definida-cnu-sera-em-18-de-agosto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 May 2024 12:14:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Avaliaç;ão]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[CNU]]></category>
		<category><![CDATA[Enem dos concursos]]></category>
		<category><![CDATA[Nova data]]></category>
		<category><![CDATA[Prova]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Gestão divulgou, nesta quinta-feira (23), a nova data para o Concurso Público Nacional Unificado (CNPU), que ficou conhecido como o &#8216;Enem dos concursos&#8217;. As avaliações vão acontecer dia 18 de agosto, em 228 cidades do país. Ao todo, mais de 2,1 milhões de pessoas se inscreveram no &#8220;Enem dos concursos&#8221;. Os candidatos vão concorrer a 6.640 vagas [&#8230;]</p>
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<p>O Ministério da Gestão divulgou, nesta quinta-feira (23), a nova data para o Concurso Público Nacional Unificado (CNPU), que ficou conhecido como o <strong>&#8216;Enem dos concursos&#8217;</strong>. <strong>As avaliações vão acontecer dia 18 de agosto, em 228 cidades do país</strong>.<br><br>Ao todo, mais de <strong>2,1 milhões de pessoas se inscreveram no &#8220;Enem dos concursos&#8221;</strong>. Os candidatos vão concorrer a <strong>6.640 vagas em 21 órgãos do governo federal</strong>. Segundo o Ministério da Gestão, um novo <strong>cronograma completo será divulgado em breve</strong>.</p>



<p>Antes, as avaliações iriam acontecer no dia 05 de maio, mas<strong> foram adidas devido às fortes chuvas no Rio Grande do Sul</strong>. Por isso, todos os 18.757 malotes de prova foram recolhidos em todo o Brasil e enviados para um local seguro.</p>



<p>Ainda segundo o ministério,&nbsp;<strong>os malotes foram checados, um a um, por membros da rede de segurança, e foi identificado que não houve qualquer violação</strong>. Agora, o órgão vai começar o diálogo institucional para garantir os locais de prova, priorizando a manutenção dos já definidos anteriormente.</p>



<p>No caso do Rio Grande do Sul, haverá um diálogo especial para garantir o acesso das pessoas inscritas no estado. Agora, os candidatos terão de acessar novamente os cartões de prova, para confirmar se o local de prova foi mantido ou alterado.</p>



<p>Um novo cartão de confirmação de inscrição do &#8216;Enem dos Concursos&#8217;, com os detalhes sobre os locais de provas,&nbsp;<strong>será divulgado no dia 7 de agosto</strong>.</p>



<p>O documento estará disponível na Área do Candidato, mesma <strong>página da Internet</strong> em que o candidato fez a inscrição. Para acessar, é preciso fazer login com os dados da conta GOV.BR.<br><br></p>
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		<item>
		<title>Ministério da Agricultura e Pecuária conta com 520 vagas no Concurso Público Nacional Unificado</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/ministerio-da-agricultura-e-pecuaria-conta-com-520-vagas-no-concurso-publico-nacional-unificado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ADM T. Rural]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jan 2024 03:22:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[CNU]]></category>
		<category><![CDATA[mapa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Mapa OGoverno Federal, por meio do Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos (MGI), lançou nesta quarta-feira (10), um conjunto de oito editais do&#160;Concurso Público Nacional Unificado (CPNU). Esses&#160;oito editais&#160;representam os diferentes blocos temáticos contemplados nesse processo de seleção (confira abaixo), em modelo que amplia a possibilidade de escolha da vaga, respeitando a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Por Mapa</strong></p>



<p>OGoverno Federal, por meio do Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos (MGI), lançou nesta quarta-feira (10), um conjunto de oito editais do&nbsp;<a href="https://www.gov.br/gestao/pt-br/concursonacional/">Concurso Público Nacional Unificado (CPNU)</a>. Esses<a href="https://www.gov.br/gestao/pt-br/concursonacional/editais/editais">&nbsp;oito editais</a>&nbsp;representam os diferentes blocos temáticos contemplados nesse processo de seleção (confira abaixo), em modelo que amplia a possibilidade de escolha da vaga, respeitando a vocação e o perfil profissional de cada candidato. Isso ocorre porque o CPNU permitirá a inscrição para mais de um cargo, desde que no mesmo eixo temático.</p>



<p>A prova será realizada no dia 5 de maio e contará com avaliações objetivas específicas e dissertativas, por área de atuação. A aplicação ocorrerá em 220 cidades, localizadas em todas as unidades da Federação. O MGI estima que o certame receba de dois a três milhões de inscritos.</p>



<p>O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) irá contar, no total, com 520 vagas, em diferentes blocos temáticos. No bloco 1 serão disponibilizadas 2 vagas para o cargo de Analista em Ciência e Tecnologia; no bloco 2 serão 20 vagas para Analista de Ciência e Tecnologia; no bloco 3 serão 200 vagas para Auditor Fiscal Federal Agropecuário; no bloco 7 serão 18 vagas para Analista em Ciência e Tecnologia; e no bloco 8 serão disponibilizadas 240 vagas para nível médio e técnico para agentes de atividades agropecuárias, inspeção sanitárias e técnicos de laboratório. Ainda, para o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), órgão vinculado ao Mapa, serão disponibilizadas 40 vagas no bloco 3 para Tecnologista.</p>



<p>O CPNU representa um passo essencial para o processo de reconstrução do Estado brasileiro, ao promover a recuperação das capacidades das organizações governamentais afetadas pelas políticas de redução do papel do Estado e de desmantelamento institucional praticadas pelos últimos governos. Nos últimos seis anos, o governo federal perdeu 73 mil servidores.</p>



<p>O “Enem dos concursos” vai selecionar, de uma só vez, 6.640 servidores para 21 órgãos públicos federais (órgãos e entidades da Administração Pública Federal direta, autárquica e fundacional).</p>



<p>A divulgação dos resultados das provas objetivas e preliminares das provas discursivas e redações será no dia 3 de junho. Os resultados finais serão anunciados em 30 de julho. Em 5 de agosto terá início a etapa de convocação para posse e realização de cursos de formação.</p>



<p><strong>Inscrições</strong></p>



<p>Os interessados terão entre 19 de janeiro e 9 de fevereiro para se inscreverem. As inscrições devem feitas pelo próprio candidato e apenas pela plataforma Gov.br. Serão aceitos todos os níveis de conta na plataforma Gov.br (ouro, prata ou bronze).</p>



<p>A taxa de inscrição será de R$ 60 para vagas de nível médio; e de R$ 90 para vagas de nível superior. Estão isentos desse pagamento os candidatos que integram o Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico); aqueles que cursam ou cursaram faculdade pelo Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies) ou pelo Programa Universidade para Todos (ProUni); assim como aqueles que realizaram transplante de medula óssea.</p>



<p>Para se inscrever, o candidato deve acessar sua conta na plataforma Gov.br. A conta Gov.br garante a correta identificação de cada cidadão que acessa os serviços digitais do governo. Em seguida, é necessário preencher os formulários e anexar os documentos exigidos no edital. No momento da inscrição, o candidato fará a escolha pelas carreiras, que estarão divididas em oito blocos temáticos. Cada bloco reúne as carreiras que possuem semelhanças entre si.</p>



<p>O CPNU permitirá a inscrição para a disputa por vagas para mais de um cargo, desde que dentro do mesmo bloco temático, com taxa de inscrição única. Ao concorrer a mais de um cargo, o candidato deverá classificar as vagas de interesse por ordem de preferência para definir a prioridade em uma possível chamada, que será baseada na nota alcançada.</p>



<p>Em política afirmativa e inclusiva, o MGI reservou percentuais para cotas específicas no CPNU: 5% do total de vagas de cada um dos cargos a candidatos com deficiência e 20% a candidatos negros, além de 30% das vagas para a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) para candidatos de origem indígena.</p>



<p>Os&nbsp;<a href="https://www.gov.br/gestao/pt-br/concursonacional/blocos-tematicos/blocos-tematicos-do-concurso-publico-nacional-unificado">blocos temáticos</a>&nbsp;estão divididos da seguinte forma:</p>



<p>• Bloco 1 – Infraestrutura, Exatas e Engenharias</p>



<p>• Bloco 2 – Tecnologia, Dados e Informação</p>



<p>• Bloco 3 – Ambiental, Agrário e Biológicas</p>



<p>• Bloco 4 – Trabalho e Saúde do Servidor</p>



<p>• Bloco 5 – Educação, Saúde, Desenvolvimento Social e Direitos Humanos</p>



<p>• Bloco 6 – Setores Econômicos e Regulação</p>



<p>• Bloco 7 – Gestão Governamental e Administração Pública</p>



<p>• Bloco 8 – Nível Intermediário</p>



<p><strong>Recomposição</strong></p>



<p>Ao longo de 2023, o governo autorizou uma primeira rodada de concursos, em esforço inicial para a recomposição das necessidades de alguns órgãos públicos federais em termos de pessoal, para fazer frente às aposentadorias ocorridas na última década. O CPNU vai aprofundar esse processo, indo além da contratação de novos profissionais, e também permitindo que seja construído um serviço público com a cara do Brasil. O MGI já autorizou concursos para mais de 8 mil vagas, visando reforçar principalmente as áreas finalísticas de atuação do governo.</p>



<p>A retomada dos concursos públicos é uma das partes mais importantes da estratégia de Transformação do Estado do Governo Lula. A recomposição da força de trabalho do setor público é fundamental para a entrega dos serviços públicos pelas quais o governo federal é responsável.</p>



<p>O pagamento de benefícios da seguridade social, a fiscalização trabalhista, o licenciamento ambiental, as políticas educacionais, a proteção dos povos indígenas, dentre outras, são exemplos de áreas em que o estrago derivado da quase uma década de suspensão de reposição de servidores públicos causou na administração pública federal.</p>



<p>O processo de reconstrução do Estado brasileiro já contou com medidas como a Emenda Constitucional nº 126, de 21 dezembro de 2022, que permitiu aprovar o aumento do salário mínimo, o reforço do Bolsa Família e a recomposição dos salários dos servidores públicos; e a Lei nº 14.600, de 19 de junho de 2023, que recriou e criou ministérios, permitindo ao governo fortalecer o Estado e reerguer as políticas públicas.</p>



<p><em>*Com informações do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI)</em></p>
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