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	<title>Conabio Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>Conabio Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Conabio adia divulgação de lista que equiparava tilápia a espécie invasora e amplia consultas ao setor produtivo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Dec 2025 12:17:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesca e Aquicultura]]></category>
		<category><![CDATA[Conabio]]></category>
		<category><![CDATA[MMA]]></category>
		<category><![CDATA[pesca e piscicultura]]></category>
		<category><![CDATA[Tilápia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A presidência da Comissão Nacional de Biodiversidade (Conabio), do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), suspendeu temporariamente o processo de elaboração da Lista Nacional de Espécies Exóticas Invasoras Presentes no Brasil. Na prática, o documento colocava espécies de interesse comercial, como a tilápia, em mesmo patamar do javali, classificando-a como invasora. A iniciativa [&#8230;]</p>
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<p>A presidência da Comissão Nacional de Biodiversidade (Conabio), do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), suspendeu temporariamente o processo de elaboração da Lista Nacional de Espécies Exóticas Invasoras Presentes no Brasil.</p>



<p>Na prática, o documento colocava espécies de interesse comercial, como a tilápia, em mesmo patamar do javali, classificando-a como invasora. <strong>A iniciativa havia sido fortemente criticada pelo setor</strong>, como a Associação Brasileira da Piscicultura (Peixe BR) e sido alvo de pedido de esclarecimentos pelo Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA).</p>



<p>De acordo com o MMA, o adiamento visa ampliar as consultas aos setores econômicos que utilizam essas espécies, a fim de definir medidas adequadas à formulação de políticas e procedimentos de controle do escape no ambiente natural, compatíveis com a atividade produtiva.</p>



<p>“A análise será retomada após a consolidação das contribuições de todos os seguimentos interessados, que será submetida à apreciação da Conabio, formada por 12 ministérios, autarquias e representantes dos setores produtivos da agricultura, pecuária e indústria, órgãos estaduais e municipais de meio ambiente, universidades e institutos de pesquisa, agricultura familiar, pescadores artesanais, povos indígenas e comunidades tradicionais, entre outros”, destaca o MMA, em nota.<a href="https://www.canalrural.com.br/tempo/ciclone-extratropical-deve-trazer-250-mm-de-chuva-veja-onde-e-quando/?utm_source=canalrural.com.br_internal&amp;utm_medium=internal&amp;utm_campaign=canalrural.com.br_internal&amp;utm_content=1385264209&amp;utm_term=1804580"></a></p>



<p><a href="https://clck.mgid.com/ghits/24682098/i/58134455/0/pp/2/1?h=7_uH7efD0kD64DFrWrwAOsQnKrzbNfN1LwvbevaFnuQ9oHbRnSiqaVobrAkA85mcIO0JD1KqC17-DxhAtJrNqLB-WG5r1jJn9ldU19dA6YoLIFYIXqcDeNR8-DhlGd0W&amp;rid=0d4a2266-d1d3-11f0-a0a6-d404e6f98490&amp;ts=canalrural.com.br&amp;tt=Referral&amp;att=4&amp;cpm=1&amp;abd=1&amp;iv=17&amp;ct=1&amp;gdprApplies=0&amp;st=-180&amp;mp4=1&amp;h2=37_tdX3Sg9rLY8kADvJ40XWYH-RUCLHwy761cwR7jZ0qPPKawbSW7S6YgPj3OBZmoOc46G-wMdzWZWAcrrqf7A**&amp;muid=o4opfNRtqzz4" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a>A pasta ainda reforça que o estabelecimento da Lista Nacional de Espécies Exóticas Invasoras Presentes no Brasil decorre de um processo técnico, lastreado em informações científicas aprofundadas, e possui caráter preventivo, não implicando no banimento, proibição de uso ou cultivo.</p>



<p>“O reconhecimento e identificação dessas espécies visa permitir a detecção precoce e resposta rápida em caso de invasões biológicas, que evitem impactos negativos sobre a biodiversidade nativa”, afirma.</p>



<p>O adiamento da divulgação da lista atende a pedido da Peixe BR, que havia divulgado em nota do dia 17 de outubro, ver a proposta com “extrema preocupação, uma vez que sua fundamentação carece de debate técnico amplo e de estudos atualizados e imparciais.”</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<title>Sem proibição: governo afirma que não pretende impedir produção de tilápia no Brasil</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/sem-proibicao-governo-afirma-que-nao-pretende-impedir-producao-de-tilapia-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Oct 2025 12:30:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Pesca e Aquicultura]]></category>
		<category><![CDATA[Conabio]]></category>
		<category><![CDATA[Lista Nacional de Espécies Exóticas Invasoras]]></category>
		<category><![CDATA[Pesca e aquicultura]]></category>
		<category><![CDATA[produção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) esclareceu, em nota, que a eventual inclusão da tilápia na Lista Nacional de Espécies Exóticas Invasoras, em análise pela Comissão Nacional de Biodiversidade (Conabio), não implicará em proibições de cultivo no país. A nova lista de espécies de animais e plantas que não são nativas do Brasil [&#8230;]</p>
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<p>O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) esclareceu, em nota, que a eventual inclusão da tilápia na Lista Nacional de Espécies Exóticas Invasoras, em análise pela Comissão Nacional de Biodiversidade (Conabio), não implicará em proibições de cultivo no país.</p>



<p>A nova lista de espécies de animais e plantas que não são nativas do Brasil deverá ser votada em dezembro. Além da tilápia, principal espécie de peixe produzida e consumida no Brasil, a proposta inclui culturas como eucalipto, pinus, camarão vannamei e todas os tipos de braquiária usadas em pastagens no rol de espécies invasoras, segundo a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA).</p>



<p>Segundo o ministério, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), órgão responsável pela autorização de cultivo de espécies exóticas na aquicultura, permite a criação da tilápia e não há “qualquer proposta ou planejamento para interromper essa atividade”.</p>



<p>A Pasta apontou ainda que a inclusão de uma espécie na lista tem “caráter técnico e preventivo, não implicando banimento, proibição de uso ou cultivo”. O reconhecimento de espécies exóticas com potencial de impacto sobre a biodiversidade nativa, disse o ministério de Marina Silva, serve como referência técnica para políticas públicas e ações de prevenção e controle.</p>



<p>“A eventual inclusão da tilápia na nova lista está sendo amplamente debatida na comissão quanto à prevenção, detecção precoce e resposta rápida em caso de novas invasões biológicas. A avaliação é conduzida de forma colegiada por todos os membros da Conabio, que reúne representantes de diversos setores do governo e da sociedade”, defendeu a Pasta.</p>



<p>A Conabio é formada pelo Ministério do Meio Ambiente e mais 11 ministérios, autarquias e representantes dos setores produtivo da agricultura, pecuária e indústria, órgãos estaduais e municipais de meio ambiente, universidades e institutos de pesquisa, agricultura familiar, trabalhadores agroextrativistas, pescadores artesanais, povos indígenas e povos e comunidades tradicionais, organizações não governamentais ambientalistas e redes de juventude pela biodiversidade.</p>



<p><strong>Preocupação</strong></p>



<p>O tema tem gerado preocupação no setor produtivo. A Associação Brasileira de Piscicultura(Peixe BR) disse que a classificação como “invasora” coloca as espécies de peixes e camarões no mesmo patamar de alerta e controle do javali, animal alvo de uma estratégia de erradicação do país.</p>



<p>“A PeixeBR vê com extrema preocupação essa proposta, uma vez que sua fundamentação carece de debate técnico amplo e de estudos atualizados e imparciais. Decisões dessa magnitude não podem desconsiderar o impacto socioeconômico para milhares de famílias que vivem da piscicultura”, disse em nota.</p>



<p>A entidade diz que a minuta apresentada não oferece prazo adequado para defesa do setor.</p>



<p>O presidente da FPA, deputado federal Pedro Lupion (PP-PR), disse, nesta terça-feira (21/10), que a proposta apresentada pela Conabio para ampliação da lista de espécies invasoras é uma “piada de mau gosto”.</p>



<p>“A minuta gera bastante problema para manejo das espécies. Não há a mínima condição de ser levada a sério. É uma piada de mau gosto”, afirmou em coletiva de imprensa.</p>



<p>“Reconhecemos a inquestionável importância da proteção da biodiversidade nativa, pilar essencial para o desenvolvimento sustentável do país. Contudo, entendemos que a classificação generalizada da tilápia como ‘invasora’, no contexto de uma atividade zootécnica consolidada, licenciada e altamente tecnificada, constitui equívoco de graves consequências, que poderá gerar impactos socioeconômicos irreversíveis sem, entretanto, representar solução efetiva às questões ambientais”, disse Marilsa Patrício Fernandes, secretária-executiva da Associação de Piscicultores em Águas Paulistas e da União (Peixe SP).</p>



<p>Em 2024, o Brasil produziu 662,2 mil toneladas de tilápia. A espécie representa 68% de toda a produção nacional de peixes cultivados.</p>



<p><em>Por Globo Rural. </em></p>
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		<title>Conabio quer proibir cultivo de tilápia e preocupa setor que responde por 68% da produção nacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Oct 2025 15:03:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Pesca e Aquicultura]]></category>
		<category><![CDATA[Conabio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma proposta da Comissão Nacional de Biodiversidade (Conabio), órgão do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), de incluir a tilápia na Lista Nacional de Espécies Exóticas Invasoras acendeu um sinal de alerta máximo no agronegócio. A medida, que na prática proibiria o cultivo da espécie, gerou a profunda preocupação da Associação de Piscicultores em Águas Paulistas e [&#8230;]</p>
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<p>Uma proposta da Comissão Nacional de Biodiversidade (Conabio), órgão do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), de incluir a tilápia na Lista Nacional de Espécies Exóticas Invasoras acendeu um sinal de alerta máximo no agronegócio.</p>



<p>A medida, que na prática proibiria o cultivo da espécie, gerou a profunda preocupação da Associação de Piscicultores em Águas Paulistas e da União (Peixe SP), que exige a reconsideração imediata da Conabio.</p>



<p>A tilapicultura é o principal pilar da piscicultura brasileira.&nbsp;<strong>Em 2024, o Brasil produziu 662.230 toneladas de tilápia</strong>, volume que representa 68% de toda a produção nacional de peixes cultivados, sendo São Paulo o segundo maior produtor.</p>



<p><strong>Insegurança jurídica e dano socioeconômico iminente</strong><a href="https://forbes.com.br/wp-content/uploads/2025/10/agro_tilapia_17.10.2025-1.jpg"></a></p>



<p>Operação de pesca de tilápias em propriedade de cultivo em tanque rede</p>



<p>A Peixe SP argumenta que a classificação generalizada da tilápia como “invasora” é um “equívoco de graves consequências”. A entidade destaca que a tilapicultura é uma cadeia produtiva robusta e estratégica, que gera milhares de empregos, movimenta economias locais e contribui expressivamente para a segurança alimentar de milhões de brasileiros.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Qualquer tentativa de restringir retroativamente essa atividade configuraria grave violação à segurança jurídica e aos fundamentos da boa governança ambiental,” afirma Marilsa Patrício Fernandes, secretária executiva da Peixe SP.</p>
</blockquote>



<p>A proibição configura, segundo a entidade, a criminalização de uma cadeia produtiva legalmente constituída, com o risco de paralisar investimentos e provocar danos sociais e econômicos irreversíveis.</p>



<p><strong>Aquicultura moderna vs. introdução descontrolada</strong></p>



<p>Um dos pontos centrais do ofício da Peixe SP é a distinção entre a aquicultura moderna e a introdução descontrolada de espécies. A entidade defende que a maior parte da produção nacional de tilápia ocorre em ambientes controlados e antropizados, sob rigoroso controle e licenciamento ambiental.</p>



<p>A tilápia é cultivada em tanques-rede em reservatórios de usinas hidrelétricas e em viveiros escavados e elevados, não em ambientes naturais.</p>



<p>A atividade é legalmente amparada pela <a href="https://www.ibama.gov.br/component/legislacao/?view=legislacao&amp;legislacao=102995" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Portaria IBAMA nº 145/1998</a>, que estabelece parâmetros para o cultivo de espécies exóticas em áreas autorizadas, uma norma cuja validade não pode ser afastada de forma retroativa, sob pena de violar o direito adquirido de empreendimentos licenciados.</p>



<p>O setor utiliza tecnologia em manejo, nutrição e genética, que ampliam a eficiência e reduzem os riscos ambientais. A Peixe SP reforça o compromisso com a sustentabilidade e busca um diálogo técnico com a Conabio para evitar o que seria um desastre econômico para a piscicultura nacional.</p>



<p><em>Por Forbes. </em></p>



<p></p>
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