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	<title>Conflito no Irã Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>Conflito no Irã Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Conflito no Irã pode afetar temporariamente exportações de carne do Brasil, diz MDIC</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/conflito-no-ira-pode-afetar-temporariamente-exportacoes-de-carne-do-brasil-diz-mdic/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 13:43:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito no Irã]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O agravamento das tensões no Oriente Médio pode trazer impactos temporários para as exportações brasileiras de alimentos, especialmente para mercados importantes da região, como o Irã. A avaliação é do diretor de Estatísticas e Estudos de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), Herlon Brandão. Segundo o diretor, conflitos geopolíticos tendem [&#8230;]</p>
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<p>O agravamento das tensões no Oriente Médio pode trazer impactos temporários para as exportações brasileiras de alimentos, especialmente para mercados importantes da região, como o Irã. A avaliação é do diretor de Estatísticas e Estudos de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), Herlon Brandão.</p>



<p>Segundo o diretor, conflitos geopolíticos tendem a gerar instabilidade nas rotas comerciais e nas relações econômicas com países da região, que são grandes compradores de produtos do agronegócio brasileiro, como carnes, milho, açúcar e itens produzidos conforme as normas halal.</p>



<p>Apesar do possível impacto no curto prazo, Brandão avalia que a demanda por alimentos nesses mercados deve se manter no médio prazo.</p>



<p>“Mesmo com instabilidades, a necessidade de alimentos continua existindo. Os fluxos comerciais tendem a se reorganizar e se normalizar com o tempo”, afirmou o diretor ao comentar os dados recentes da balança comercial brasileira.<br><br><strong>Oriente Médio é destino relevante para alimentos brasileiros<br></strong><br>O Oriente Médio tem participação importante no comércio exterior do agronegócio brasileiro. Dados do Mdic indicam que cerca de 32% das exportações brasileiras de milho têm como destino países da região.</p>



<p>A participação também é significativa em outros produtos agropecuários. Aproximadamente 30% das exportações de carne de frango do Brasil são direcionadas ao Oriente Médio. No caso do açúcar, a região responde por cerca de 17% das vendas externas, enquanto a carne bovina representa cerca de 7%.</p>



<p>Além da relevância econômica, a região também é estratégica para produtos certificados como halal, produzidos conforme as exigências religiosas islâmicas, especialmente no segmento de carnes.</p>



<p>Petróleo pode compensar perdas no curto prazo<br>Se por um lado o conflito pode trazer impactos para as exportações de alimentos, por outro o cenário tende a favorecer as vendas externas de petróleo brasileiro.</p>



<p>Isso porque tensões no Oriente Médio costumam pressionar os preços internacionais do petróleo, o que pode beneficiar países exportadores do produto, como o Brasil.</p>



<p>“O Brasil é um exportador líquido de petróleo. Se o preço da commodity subir no mercado internacional, o saldo do comércio de combustíveis tende a aumentar”, explicou Brandão.</p>



<p><strong>Mudanças nas exportações para principais parceiros<br></strong><br>Os dados mais recentes da balança comercial também mostram mudanças relevantes no desempenho das exportações brasileiras para alguns dos principais parceiros comerciais.</p>



<p>As vendas para os Estados Unidos somaram US$ 2,52 bilhões em fevereiro, queda de 20,3% em relação ao mesmo período do ano passado. As importações também recuaram 16,5%, totalizando US$ 2,78 bilhões, o que resultou em déficit de US$ 265 milhões na balança comercial com o país.</p>



<p>Segundo o Mdic, essa foi a sétima queda consecutiva nas exportações brasileiras para os Estados Unidos. O movimento está associado à sobretaxa de 50% aplicada pelo governo norte-americano sobre produtos brasileiros em 2025.</p>



<p>Embora a Suprema Corte dos Estados Unidos tenha derrubado a medida no fim de fevereiro, os efeitos positivos dessa decisão devem aparecer apenas nos próximos meses.</p>



<p>China amplia participação no comércio brasileiro<br>Na direção oposta, o comércio com a China registrou crescimento expressivo. Em fevereiro, as exportações brasileiras para o país asiático somaram US$ 7,22 bilhões, alta de 38,7% em relação ao mesmo mês de 2025.</p>



<p>As importações vindas da China, por outro lado, caíram 31,3%, totalizando US$ 5,49 bilhões. Com isso, o Brasil registrou superávit de US$ 1,73 bilhão na relação comercial com o principal parceiro comercial do país.</p>



<p><strong>União Europeia e Argentina<br></strong><br>As exportações brasileiras para a União Europeia também apresentaram avanço. Em fevereiro, as vendas ao bloco chegaram a US$ 4,23 bilhões, crescimento de 34,7% em relação ao mesmo período do ano anterior.</p>



<p>Já as importações provenientes da Europa recuaram 10,8%, para US$ 3,30 bilhões, gerando superávit de US$ 931 milhões.</p>



<p>No comércio com a Argentina, houve retração tanto nas exportações quanto nas importações. As vendas brasileiras caíram 26,5%, somando US$ 1,05 bilhão, enquanto as compras recuaram 19,2%, para US$ 850 milhões.</p>



<p>Mesmo assim, o Brasil manteve saldo positivo de US$ 207 milhões na balança comercial com o país vizinho.</p>



<p>China, Estados Unidos, União Europeia e Argentina continuam entre os principais parceiros comerciais do Brasil e exercem forte influência sobre o desempenho da balança comercial brasileira.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<title>Conflito no Irã pode impactar exportações brasileiras de milho e soja</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/conflito-no-ira-pode-impactar-exportacoes-brasileiras-de-milho-e-soja/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2026 14:54:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito no Irã]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Exportações]]></category>
		<category><![CDATA[irã]]></category>
		<category><![CDATA[Soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A escalada do conflito entre EUA e Irã acende um alerta para o agronegócio brasileiro. Embora o país persa represente menos de 1% das exportações totais do Brasil, ele é um comprador relevante de milho e soja, dois dos principais produtos da pauta agro nacional. Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) [&#8230;]</p>
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<p>A escalada do conflito entre EUA e Irã acende um alerta para o agronegócio brasileiro. Embora o país persa represente menos de 1% das exportações totais do Brasil, ele é um comprador relevante de milho e soja, dois dos principais produtos da pauta agro nacional.</p>



<p>Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) mostram que, em 2025, a corrente de comércio entre Brasil e Irã somou cerca de US$ 3 bilhões, o equivalente a mais de R$ 15 bilhões. O Brasil registrou superávit expressivo nessa relação, com US$ 2,9 bilhões em exportações e apenas US$ 85 milhões em importações.</p>



<p>No ranking geral, o Irã foi o 31º principal destino das exportações brasileiras no ano passado. No Oriente Médio, ocupou a quinta posição, atrás apenas de Emirados Árabes Unidos, Egito, Turquia e Arábia Saudita. As vendas ao país superaram, inclusive, mercados como Suíça, África do Sul e Rússia.</p>



<p><a href="https://clck.mgid.com/ghits/26138816/i/58134455/0/pp/3/3?h=6PpJi_ngyAdc7aHmheXTHnHrEtEZcYUKOnQo96QAloROtaO6aYF22ZdqWU3VYD6nRHuP7G1_r5VOWjkRTeUwzFM0HGT-MeL_qPiI_97Y54sO4fUHLL4NmJfArnmZi30g&amp;rid=775f0972-1645-11f1-b0a4-d404e6f9f440&amp;ts=canalrural.com.br&amp;tt=Referral&amp;att=4&amp;cpm=1&amp;abd=1&amp;iv=17&amp;ct=1&amp;gdprApplies=0&amp;st=-180&amp;mp4=1&amp;h2=37_tdX3Sg9rLY8kADvJ40XWYH-RUCLHwy761cwR7jZ2AgHsMI-PYla57s3egJqYvXSKj_RRVJcjZnFzoFC_lHw**&amp;muid=o4opfNRtqzz4" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a><strong>Milho lidera embarques ao Irã</strong></p>



<p>O comércio bilateral é fortemente concentrado no agronegócio. Em 2025, milho e soja responderam por 87,2% das exportações brasileiras ao Irã.</p>



<p>O milho não moído lidera com folga, representando 67,9% do total embarcado e movimentando mais de US$ 1,9 bilhão. A soja aparece em seguida, com 19,3% das vendas, somando cerca de US$ 563 milhões.</p>



<p>Também figuram na pauta exportadora açúcares e itens de confeitaria, farelos de soja destinados à alimentação animal e petróleo.</p>



<p>Do lado das importações, o fluxo é bem menor. O Brasil comprou aproximadamente US$ 84 milhões do Irã em 2025, com destaque para adubos e fertilizantes, responsáveis por cerca de 79% do total, além de frutas, nozes, pistaches e uvas secas.</p>



<p><strong>Risco logístico e impacto no petróleo</strong></p>



<p>Para o pesquisador da FGV Leonardo Paz Neves, os impactos para o Brasil podem ocorrer em duas frentes principais: energia e comércio exterior.</p>



<p>Segundo ele, uma escalada do conflito tende a pressionar os preços do petróleo. “Toda vez que o petróleo sobe, e o petróleo é base de cadeia, ele impacta diversos setores”, afirma. O encarecimento da energia pode gerar inflação e pressionar custos de transporte e produção.</p>



<p>Além disso, o comércio direto com o Irã pode ser afetado. “O Irã é um importador importante dos produtos brasileiros, especialmente a soja, o milho e alguma coisa de proteína”, destaca.</p>



<p>Na avaliação do pesquisador, um eventual cerco naval ao Irã ou restrições à navegação na região podem dificultar o envio das exportações brasileiras. “Se o conflito escalar muito e tiver o Irã cercado pela marinha americana, vai ser um problema mandar a exportação brasileira para lá. Vai ter alguns setores aqui no Brasil que vão sofrer um pouco, perder um importante comprador”, alerta.</p>



<p><strong>Oscilações recentes</strong></p>



<p>A relação comercial entre os dois países já apresentou variações significativas nos últimos anos. Em 2022, as exportações brasileiras ao Irã atingiram US$ 4,2 bilhões, o maior valor da série recente. Em 2023, houve recuo, seguido de recuperação em 2024 e 2025.</p>



<p>Embora o Irã não esteja entre os maiores parceiros comerciais do Brasil em termos globais, sua relevância é maior quando o foco está em produtos específicos do agronegócio, especialmente o milho.</p>



<p>Diante de um cenário internacional mais tenso, o conflito no Oriente Médio pode trazer reflexos indiretos e diretos para o campo brasileiro, seja pelo encarecimento do petróleo, seja pela possível interrupção de embarques para um mercado que, sozinho, absorve quase US$ 2 bilhões em milho brasileiro por ano</p>



<p><em>Por Agência Brasil. </em></p>
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