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	<title>consórcios Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>consórcios Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>O consórcio como vetor de previsibilidade para o campo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 12:07:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O agronegócio brasileiro é um setor maduro, mas que passa por uma transformação profunda na forma de gerir seus investimentos. O produtor rural sempre esteve acostumado às linhas tradicionais de financiamento e aos créditos específicos. No entanto, diante do cenário atual de juros elevados e&#160;de&#160;eventos climáticos extremos e&#160;cada vez mais&#160;frequentes, a busca por alternativas mais [&#8230;]</p>
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<p>O agronegócio brasileiro é um setor maduro, mas que passa por uma transformação profunda na forma de gerir seus investimentos. O produtor rural sempre esteve acostumado às linhas tradicionais de financiamento e aos créditos específicos. No entanto, diante do cenário atual de juros elevados e&nbsp;de&nbsp;eventos climáticos extremos e&nbsp;cada vez mais&nbsp;frequentes, a busca por alternativas mais inteligentes de capitalização virou prioridade no campo.</p>



<p>É nesse contexto que o consórcio de máquinas e equipamentos agrícolas deixou de ser uma opção secundária para se consolidar como uma ferramenta central de planejamento. O agricultor percebeu que assumir dívidas bancárias tradicionais em momentos de incerteza operacional traz um risco desnecessário para a propriedade.</p>



<p>Dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC) mostram esse avanço: no primeiro semestre de 2026, o volume de créditos disponibilizados para o segmento&nbsp;agrícola&nbsp;subiu 12,7%, com alta de 3,7% nas contemplações. Mas a grande virada do mercado não está apenas no volume de cotas, e sim no valor dos contratos. O perfil do produtor mudou. Hoje, mesmo com uma adesão mais criteriosa, o ticket médio das operações deu um salto significativo.</p>



<p>Essa mudança ocorreu porque o setor de consórcios também amadureceu e ajustou o produto à realidade do campo. No passado, para comprar um maquinário de grande porte, o produtor precisava pulverizar o investimento e adquirir várias cartas de crédito de valor menor, enfrentando uma burocracia excessiva e o desafio de sincronizar a contemplação de múltiplos contratos para viabilizar uma única compra. Conforme o mercado entendeu a demanda e calibrou as soluções para elevar o teto dos contratos, o agro aderiu de vez. O produtor passou a focar em ativos de alto valor agregado e retorno imediato de produtividade, como colheitadeiras, pulverizadores, plantadeiras de precisão e tratores de alta tecnologia.</p>



<p>A força dessa expansão passa também pela atuação das cooperativas, especialmente nas regiões Sul e Centro-Oeste. Essas instituições, possuem uma proximidade única com o produtor e ajudaram a&nbsp;consolidar&nbsp;o consórcio como uma solução de fomento personalizada para a realidade local.</p>



<p>A principal vantagem do modelo é evitar a descapitalização do produtor, seja ele pequeno, médio ou grande. Ao eliminar a taxa de juros&nbsp;de financiamento&nbsp;e diluir o custo no tempo, o consórcio preserva o capital de giro e garante a liquidez da operação. Além disso, a carta de crédito contemplada dá ao agricultor o poder de negociação equivalente ao pagamento à vista na compra do bem de qualquer marca. Em um ambiente global que cobra eficiência máxima e controle rigoroso de custos, a modalidade se estabelece como o principal vetor de previsibilidade para transformar a instabilidade do clima e da economia em segurança operacional para o agronegócio.</p>



<p><em>Por <strong>Thiago Guerra</strong>, vice-presidente comercial do Consórcio Embracon</em>.</p>
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		<title>&#8220;Consórcio deixou de ser plano B e virou estratégia no agro&#8221;, afirma especialista</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/consorcio-deixou-de-ser-plano-b-e-virou-estrategia-no-agro-afirma-especialista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 12:09:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Alta de 214% na procura por consórcios para máquinas agrícolas no Tocantins contrasta com retração do mercado nacional de máquinas e implementos. Enquanto a indústria brasileira de máquinas agrícolas enfrenta um dos anos mais desafiadores da última década, produtores rurais do Tocantins têm recorrido cada vez mais ao consórcio como alternativa para manter os investimentos [&#8230;]</p>
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<p><em>Alta de 214% na procura por consórcios para máquinas agrícolas no Tocantins contrasta com retração do mercado nacional de máquinas e implementos</em>.</p>



<p>Enquanto a indústria brasileira de máquinas agrícolas enfrenta um dos anos mais desafiadores da última década, produtores rurais do <a href="https://tocantinsrural.com.br/?s=Tocantins">Tocantins</a> têm recorrido cada vez mais ao consórcio como alternativa para manter os investimentos na modernização das propriedades.</p>



<p>Levantamento da administradora <a href="https://tocantinsrural.com.br/procura-por-consorcios-para-maquinas-agricolas-cresce-214-no-tocantins/">Embracon</a> aponta que o volume de créditos comercializados para aquisição de <a href="https://tocantinsrural.com.br/?s=m%C3%A1quinas+agr%C3%ADcolas">máquinas e equipamentos agrícolas</a> no estado saltou de <strong>R$ 4,6 milhões para R$ 14,6 milhões</strong> no primeiro trimestre de 2026, crescimento de <strong>214%</strong> em relação ao mesmo período do ano passado. No mesmo intervalo, o número de cotas comercializadas aumentou <strong>25%</strong>.<br><br><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1000" height="783" class="wp-image-21612" style="width: 1000px;" src="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/02/foto-colheita-FAZ.-HERMANN.webp" alt="" srcset="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/02/foto-colheita-FAZ.-HERMANN.webp 1920w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/02/foto-colheita-FAZ.-HERMANN-300x235.webp 300w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/02/foto-colheita-FAZ.-HERMANN-1024x802.webp 1024w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/02/foto-colheita-FAZ.-HERMANN-768x602.webp 768w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/02/foto-colheita-FAZ.-HERMANN-1536x1203.webp 1536w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/02/foto-colheita-FAZ.-HERMANN-750x588.webp 750w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/02/foto-colheita-FAZ.-HERMANN-1140x893.webp 1140w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>



<p>O movimento ocorre na contramão do desempenho da indústria nacional. Dados divulgados pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) mostram que o faturamento do setor recuou <strong>21,3%</strong> no primeiro semestre deste ano. As vendas de tratores caíram <strong>11,5%</strong> e as de colheitadeiras registraram retração de <strong>31,1%</strong>, reflexo da menor rentabilidade do produtor rural, da restrição ao crédito e do adiamento de investimentos.</p>



<p>Para a <a href="https://tocantinsrural.com.br/procura-por-consorcios-para-maquinas-agricolas-cresce-214-no-tocantins/">superintendente regional da Embracon, <strong>Bárbara Nascimento</strong></a>, esse cenário ajuda a explicar o crescimento da procura pelo consórcio, mas não é o único fator.</p>



<p>&#8220;O cenário de juros mais altos sem dúvida atua como um catalisador. Quando o financiamento tradicional encarece, o produtor busca alternativas para continuar investindo. Mas o que estamos vendo no Tocantins vai além de uma reação momentânea. O agricultor e o pecuarista deixaram de olhar para o consórcio apenas como plano B e passaram a utilizá-lo estrategicamente para a renovação programada da frota, garantindo previsibilidade de caixa sem pagar os juros elevados do crédito convencional.&#8221;</p>



<p>Segundo ela, o consórcio vem sendo incorporado ao planejamento financeiro das propriedades, permitindo organizar investimentos de médio e longo prazo sem comprometer a liquidez do negócio.</p>



<p><strong>Menor custo e maior poder de negociação</strong></p>



<p>Em um cenário de margens mais apertadas na atividade agropecuária, a previsibilidade dos custos passou a ser um fator decisivo na escolha da modalidade de aquisição.</p>



<p>De acordo com Bárbara Nascimento, além da ausência de juros, o produtor contemplado passa a negociar como comprador à vista, ampliando seu poder de barganha junto às concessionárias.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;No consórcio, o produtor paga apenas a taxa de administração. Quando é contemplado, ele tem poder de compra à vista, o que garante melhores condições de negociação. Em um momento em que cada economia faz diferença, isso contribui para preservar a saúde financeira da fazenda.&#8221;</p>
</blockquote>



<p><strong>Máquinas mais modernas lideram a procura</strong></p>



<p>O crescimento de <strong>214%</strong> no volume financeiro, diante de um aumento de <strong>25%</strong> na quantidade de cotas, também indica uma mudança no perfil dos investimentos.</p>



<p>Segundo a executiva, os produtores estão direcionando recursos para equipamentos de maior valor agregado e tecnologia embarcada.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;O produtor tocantinense está buscando tecnologia de ponta para ganhar eficiência. As máquinas mais procuradas são colheitadeiras de alta capacidade, tratores de alta potência, plantadeiras de precisão, pulverizadores autopropelidos e caminhões utilizados no escoamento da safra.&#8221;</p>
</blockquote>



<p><strong>Eficiência para enfrentar custos elevados</strong></p>



<p>Na avaliação da Embracon, a mecanização continua sendo um dos principais caminhos para manter a competitividade, mesmo em um ambiente de crédito mais restrito.</p>



<p>&#8220;Em tempos de margens espremidas e insumos caros, a mecanização e a agricultura de precisão deixaram de ser diferenciais e passaram a ser uma condição para continuar competitivo. O desafio é modernizar a fazenda sem comprometer a liquidez do negócio, e o consórcio surge justamente como essa solução de equilíbrio.&#8221;</p>



<p>A expansão da agricultura no Tocantins e em toda a região do MATOPIBA também contribui para esse movimento.</p>



<p>&#8220;O Tocantins é hoje uma das principais fronteiras agrícolas do país e atrai produtores altamente profissionalizados. A demanda por máquinas modernas acompanha esse crescimento e reforça a necessidade de soluções financeiras que permitam levar mais tecnologia ao campo.&#8221;</p>



<p><strong>Tendência é de continuidade</strong></p>



<p>Mesmo diante da retração do mercado nacional de máquinas agrícolas, a expectativa da Embracon é que a procura por consórcios continue crescendo ao longo do segundo semestre e em 2027.</p>



<p>Segundo Bárbara Nascimento, o planejamento da renovação da frota deve se consolidar como prática cada vez mais comum entre os produtores.</p>



<p>&#8220;Quem se programa com antecedência consegue utilizar estratégias como os lances para antecipar a contemplação nas épocas ideais de plantio e colheita, pagando menos pelo maquinário. O consórcio continuará sendo um dos motores da modernização do agro tocantinense.&#8221;</p>
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		<item>
		<title>Procura por consórcios para máquinas agrícolas cresce 214% no Tocantins</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/procura-por-consorcios-para-maquinas-agricolas-cresce-214-no-tocantins/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2026 13:50:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[consórcios]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Embracon]]></category>
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		<category><![CDATA[Soja]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Levantamento da Embracon aponta aumento no volume de créditos comercializados no primeiro trimestre de 2026, refletindo a busca dos produtores por alternativas ao crédito tradicional. A alta dos juros e o cenário de maior cautela na contratação de financiamentos têm levado produtores rurais do Tocantins a buscar novas formas de investir na modernização das propriedades. [&#8230;]</p>
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<p><em>Levantamento da Embracon aponta aumento no volume de créditos comercializados no primeiro trimestre de 2026, refletindo a busca dos produtores por alternativas ao crédito tradicional.</em></p>



<p>A alta dos juros e o cenário de maior cautela na contratação de financiamentos têm levado produtores rurais do Tocantins a buscar novas formas de investir na modernização das propriedades. Um levantamento da administradora de consórcios Embracon mostra que o volume de créditos comercializados para a compra de <a href="https://tocantinsrural.com.br/?s=m%C3%A1quinas+agr%C3%ADcolas">máquinas e equipamentos agrícolas</a> no estado alcançou <strong>R$ 14,6 milhões</strong> entre janeiro e março de 2026, um crescimento de <strong>214%</strong> em relação aos <strong>R$ 4,6 milhões</strong> registrados no mesmo período do ano passado.</p>



<p>Além do aumento no valor movimentado, também houve crescimento na quantidade de contratos. Segundo a empresa, o número de cotas comercializadas avançou <strong>25%</strong> no primeiro trimestre deste ano, indicando que mais produtores passaram a utilizar o consórcio como estratégia para viabilizar investimentos sem recorrer imediatamente ao crédito tradicional.</p>



<p>Na avaliação da superintendente regional da Embracon, <strong>Bárbara Nascimento</strong>, a mudança está diretamente relacionada ao ambiente financeiro enfrentado pelo setor agropecuário.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Diante de um mercado financeiro mais severo, a sustentabilidade da produção passa pelo controle de custos. Temos observado um interesse crescente pelo consórcio de máquinas agrícolas por permitir investimentos robustos sem comprometer o futuro do negócio com as taxas praticadas pelo crédito tradicional&#8221;, afirma.</p>
</blockquote>



<p><strong>Modernização do campo</strong></p>



<p>Entre os equipamentos mais procurados pelos produtores estão tratores, colheitadeiras, pulverizadores, plantadeiras de alta precisão e caminhões utilizados no transporte da produção. De acordo com a administradora, o crescimento do volume de crédito também indica uma procura maior por máquinas de maior valor agregado, acompanhando o processo de modernização das propriedades rurais.</p>



<p>O movimento ocorre em um momento em que produtores de diferentes regiões do país enfrentam custos elevados de produção, maior seletividade na concessão de crédito e necessidade de ampliar a eficiência operacional para preservar a rentabilidade das atividades agrícolas.</p>



<p><strong>Cenário acompanha desafios do agro</strong></p>



<p>No Tocantins, a procura por alternativas de financiamento ocorre em meio ao avanço da produção de grãos e à necessidade de renovação do parque de máquinas. Especialistas apontam que investimentos em mecanização têm papel importante para elevar a produtividade, reduzir perdas e otimizar as operações no campo, especialmente em um contexto de margens mais apertadas e custos de produção elevados.</p>



<p>Embora o consórcio não substitua o crédito rural em todas as situações, a modalidade vem ganhando espaço entre produtores que podem planejar a aquisição de equipamentos a médio e longo prazo, sem a incidência de juros típicos dos financiamentos convencionais.<br><br><em>Com informações da Agência Máquina. </em></p>
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		<item>
		<title>Consórcio ganha força como alternativa estratégica para o agronegócio em 2025</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/consorcio-ganha-forca-como-alternativa-estrategica-para-o-agronegocio-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jan 2025 13:33:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[2025]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Alternativas]]></category>
		<category><![CDATA[consórcios]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O agricultor brasileiro começa o ano com boas notícias pelo menos em relação às safras, segundo dados do IBGE &#8211; Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística , no seu terceiro prognóstico para a safra deste ano, a produção de cereais, leguminosas e oleaginosas deve somar 322,6 milhões de toneladas, com alta de 2,5% antes o [&#8230;]</p>
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<p>O agricultor brasileiro começa o ano com boas notícias pelo menos em relação às safras, segundo dados do IBGE &#8211; Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística , no seu terceiro prognóstico para a safra deste ano, a produção de cereais, leguminosas e oleaginosas deve somar 322,6 milhões de toneladas, com alta de 2,5% antes o segundo prognóstico de 7,8 milhões de toneladas e alta de 10,2% frente a 2024 (29,9 milhões de toneladas).&nbsp;</p>



<p>Mas com a perspectiva de aumento para a&nbsp;<strong>taxa Selic&nbsp;</strong>em 2025,o&nbsp;<strong>Boletim Focus&nbsp;</strong>manteve, na última semana de 2024, a estimativa de que a taxa básica de juros definida pelo&nbsp;<strong>Banco Central&nbsp;</strong>fique a 14,75%, com isso os produtores rurais enfrentam novos desafios na aquisição de máquinas pesadas. A alta nos juros encarece o crédito tradicional, dificultando a compra de equipamentos essenciais para o agronegócio, como tratores, colheitadeiras e implementos rodoviários.</p>



<p>Nesse cenário, o consórcio agrícola desponta como uma solução financeiramente vantajosa, permitindo aos produtores planejamento de médio a longo prazo, sem a incidência de juros elevados. Por meio do consórcio, é possível adquirir caminhões, máquinas agrícolas e outros equipamentos com condições atrativas, o que alivia o impacto financeiro e mantém o foco na expansão das atividades. Ainda mais para os pequenos e médios agricultores que possuem um capital de investimento mais reduzido.&nbsp;</p>



<p>Para Fernando Lamounier, educador financeiro e diretor da Multimarcas Consórcios, explica que de janeiro a dezembro de 2024, o número de participantes ativos foi superior há 864 mil consorciados, um aumento de 11% comparado ao mesmo período do ano anterior, segundo dados da ABAC &#8211; Associação Brasileira de Administradores de Consórcios.&nbsp;</p>



<p><em>“O maquinário agrícola representa um investimento significativo tanto para as empresas do setor quanto para os produtores rurais, o que torna o consórcio uma alternativa atraente para a aquisição dessas ferramentas. Embora existam opções de financiamento, os altos juros tornam-nas muitas vezes inviáveis. Já o consórcio se ajusta perfeitamente às necessidades do setor, conquistando uma crescente credibilidade. Por isso, cada vez mais, os consumidores, ao planejar suas compras, optam por essa modalidade como uma solução econômica para alcançar seus objetivos&#8221;</em>, afirma o especialista.</p>



<p><strong>Aceitação no mercado</strong></p>



<p>Dados recentes indicam que as máquinas agrícolas, como tratores e colheitadeiras, lideram os pedidos de consórcios no Brasil, seguidas de caminhões e implementos rodoviários. Essa preferência reflete a necessidade crescente de modernização no campo para atender à demanda global por alimentos, mantendo a competitividade do agronegócio brasileiro. Só em 2023, ainda de acordo com os dados da ABAC, foram comercializados no país – mas não necessariamente contemplados – R$ 46,76 bilhões em créditos. O relatório referente ao ano de 2024, deve sair ainda no primeiro bimestre de 2025.&nbsp;</p>



<p><strong>Perspectivas para 2025</strong></p>



<p>Especialistas do setor projetam um aumento significativo na adesão a consórcios para aquisição de veículos pesados e equipamentos agrícolas, impulsionado pela busca por alternativas que combinem eficiência financeira e planejamento estratégico. Lamounier enxerga uma grande oportunidade para os produtores, frente aos números positivos das safras para este ano.&nbsp;</p>



<p>“<em>O consórcio, além de ser uma opção viável em tempos de incerteza econômica, reforça seu papel como aliado indispensável para a modernização do agronegócio e para o fortalecimento de um setor vital à economia brasileira</em>”, finaliza o especialista.<br><br><em>Por Fábio Bouças/Press FC Assessoria e Consultoria.</em></p>
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		<title>Aprovado projeto que incentiva criação de consórcios intermunicipais agropecuários</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/aprovado-projeto-que-incentiva-criacao-de-consorcios-intermunicipais-agropecuarios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Nov 2024 13:35:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuário]]></category>
		<category><![CDATA[Assembleia Legislativa]]></category>
		<category><![CDATA[consórcios]]></category>
		<category><![CDATA[criação]]></category>
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		<category><![CDATA[Projeto]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foi aprovado na sessão plenária da manhã desta última quarta-feira, 6, um projeto de lei (PL) do deputado Cleiton Cardoso (Republicanos), que institui no âmbito do Estado do Tocantins, a Política de Incentivo a Criação de Consórcios Intermunicipais Agropecuários. A iniciativa tem como objetivo a convergência de esforços na busca do máximo aproveitamento dos recursos [&#8230;]</p>
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<p>Foi aprovado na sessão plenária da manhã desta última quarta-feira, 6, um projeto de lei (PL) do deputado Cleiton Cardoso (Republicanos), que institui no âmbito do Estado do Tocantins, a Política de Incentivo a Criação de Consórcios Intermunicipais Agropecuários.</p>



<p>A iniciativa tem como objetivo a convergência de esforços na busca do máximo aproveitamento dos recursos humanos, técnicos e financeiros já existentes nos municípios, ampliando mercados e gerando empregos e renda para o setor agropecuário do Estado.</p>



<p>“Considera-se Consórcio Intermunicipal Agropecuário para os efeitos da Lei, a sociedade de Municípios instituída como associação pública, devidamente constituída, com a finalidade de executar políticas públicas de interesse agropecuário comum”, assegura o projeto de Cleiton Cardoso.</p>



<p>Também foi aprovada a propositura do deputado Eduardo Fortes (PSD), que cria a Política de Atenção à Saúde Mental dos Conselheiros Tutelares do Tocantins. A matéria prevê a promoção da saúde mental e prevenção de transtornos mentais e agravos psicossociais; garantia de atenção à saúde mental, incluindo acesso a tratamento, acompanhamento e reabilitação; desenvolvimento de estratégias de promoção de ambientes de trabalho saudáveis; e implementação de programas de capacitação e aprimoramento continuado para gestores e trabalhadores.</p>



<p>“A implementação desta Política, será realizada pela Secretaria de Estado da Saúde, em articulação com a Secretaria de Estado da Cidadania e Justiça e outros órgãos afins”, assegura Eduardo Fortes.</p>



<p>Também de Eduardo foi aprovado o PL, que obriga todos os pet shops, consultórios, clínicas veterinárias, centro de zoonoses e estabelecimentos congêneres, fixarem em locais visíveis cartazes que facilitem e incentivem a adoção de animais domésticos.</p>



<p><strong>Títulos de Cidadania e Utilidade Públicas</strong></p>



<p>Títulos de Cidadão Tocantinense, também receberam admissão do plenário, como o dedicado à ex-senadora Kátia Abreu, proposto pelo parlamentar Eduardo Mantoan (PSDB).</p>



<p>A deputada Vanda Monteiro (UB) concede o mesmo título ao senhor Raimundo Nonato Brasil e a José Evandir Gasparin. De autoria da mesma parlamentar, foi criado o Dia Estadual de Conscientização Sobre a Violência Contra a Pessoa Idosa.</p>



<p>Por sua vez, o deputado Gipão (PL) concede Título de Cidadão Benemérito Senador João Ribeiro a Senhora Edna Carneiro dos Santos Nascimento.</p>



<p>Já a concessão de Utilidade Pública Estadual, foi declarada à Associação Pai Benedito de Aruanda, com sede em Palmas, mediante projeto de Gutierres Torquato (PDT).<br><br><em>Por Elpídio Lopes/Assembleia Legislativa do Estado do Tocantins. </em></p>
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