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	<title>crime ambiental Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>crime ambiental Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Crime ambiental nas Serras Gerais gera cratera e pode custar R$ 100 mil por dia a agricultores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Oct 2025 12:15:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Dois agricultores da Bahia foram indiciados pela Polícia Civil do Tocantins por crimes ambientais na região das Serras Gerais, no sudeste do estado. A ação irregular causou uma enorme cratera em uma Área de Preservação Permanente (APP), que afetou a nascente do Rio Bartolomeu, que fica entre Aurora do Tocantins e Lavandeira, e parte da vegetação nativa [&#8230;]</p>
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<p>Dois agricultores da Bahia foram indiciados pela Polícia Civil do Tocantins por crimes ambientais na região das Serras Gerais, no sudeste do estado. A ação irregular causou uma enorme cratera em uma Área de Preservação Permanente (APP), que afetou a nascente do Rio Bartolomeu, que fica entre Aurora do Tocantins e Lavandeira, e parte da vegetação nativa local.</p>



<p>A Justiça, por meio da Vara Criminal de Taguatinga, determinou medida cautelar para que os agricultores retirem todo o material poluente. Caso a liminar não seja cumprida, eles terão que pagar multa diária de R$ 100 mil, além de outras obrigações.</p>



<p>O caso aconteceu em novembro de 2023 e passou a ser investigado pela 106ª Delegacia de Aurora do Tocantins, que concluiu o inquérito com o indiciamento dos agricultores. A erosão no local, tipo voçoroca, gerou cerca de 10 mil metros cúbicos de sedimentos, que foram parar na nascente.</p>



<p>Os nomes dos agricultores não foram divulgados e, por isso, não conseguimos contato com a defesa deles. O indiciamento é pelos crimes de poluição ambiental e descarte irregular de resíduos, conforme previstos na Lei de Crimes Ambientais.</p>



<p>Na época, imagens feitas por sobrevoo no local mostraram o impacto da prática criminosa. O Rio Bartolomeu, segundo a Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), é afluente da bacia do Rio Palma na região do Mosquito.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/-3DboXLzHYWaluJ2HOWq0hbpaqE=/0x0:1500x843/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/w/E/s8avBaRQOnuN0fIzPdHg/serras-gerais.jpeg" alt="A erosão no local, tipo voçoroca, gerou cerca de 10 mil metros cúbicos de sedimentos — Foto: Dicom/SSP-TO"/></figure>



<p><em>A erosão no local, tipo voçoroca, gerou cerca de 10 mil metros cúbicos de sedimentos — Foto: Dicom/SSP-TO</em></p>



<p>Foi apurado que os indiciados fizeram o descarte irregular de pneus, embalagens de agrotóxicos e outros resíduos sólidos na área.</p>



<p>“A atuação da Polícia Civil foi essencial para coibir práticas que colocam em risco um dos patrimônios naturais mais valiosos do Tocantins. A Serras Gerais abriga nascentes, formações geológicas e ecossistemas únicos, e qualquer dano nessa região causa impactos diretos na biodiversidade e na economia local, especialmente no turismo. A aplicação da multa reforça que o crime ambiental não ficará impune”, comentou o delegado Lucas Rodrigues, que conduziu a investigação.</p>



<p>Quando o crime ambiental foi descoberto, a Semarh, Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e órgãos da Bahia também foram acionados.</p>



<p><em>Por Patricia Lauris, g1 Tocantins</em>.</p>
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		<title>Multa de R$ 1,4 milhão é aplicada a fazendeiro do Tocantins por crime ambiental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Oct 2025 12:46:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Polícia Militar do Tocantins, por meio do Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA), aplicou uma multa de R$ 1.465.000,00 ao proprietário de uma fazenda em Peixe, no sul do estado, por crime ambiental. A autuação foi feita no sábado (25), durante a Operação Protetor dos Biomas. ÁREA EMBARGADA POR DANOS À RESERVA LEGAL Segundo [&#8230;]</p>
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<p>A Polícia Militar do Tocantins, por meio do Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA), aplicou uma multa de R$ 1.465.000,00 ao proprietário de uma fazenda em Peixe, no sul do estado, por crime ambiental. A autuação foi feita no sábado (25), durante a Operação Protetor dos Biomas.</p>



<p><strong>ÁREA EMBARGADA POR DANOS À RESERVA LEGAL</strong></p>



<p>Segundo a PM, o monitoramento detectou que o fazendeiro impediu a regeneração natural de 292,94 hectares de reserva legal devido a atividades de pecuária. A área foi embargada e o caso será encaminhado ao Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) e ao Ministério Público para as devidas providências.</p>



<p><strong>PM REFORÇA COMBATE AO DESMATAMENTO</strong></p>



<p>O comandante-geral da PMTO, coronel Cláudio Thomaz Coêlho de Souza, destacou que a ação integra o reforço na fiscalização ambiental.&nbsp;<em>“Estamos usando tecnologia para identificar e coibir crimes contra a flora em larga escala. Esta autuação de valor expressivo mostra que não haverá tolerância com o desmatamento ilegal”,</em>&nbsp;afirmou.</p>



<p><strong>MULTAS SOMAM R$ 2,5 MILHÕES EM OUTUBRO</strong></p>



<p>Ainda conforme a corporação, apenas em outubro o Batalhão Ambiental já aplicou cerca de R$ 2,5 milhões em multas por crimes ambientais. A PM informou que as ações de combate ao desmatamento e de proteção das áreas de reserva legal serão intensificadas em todo o estado.</p>



<p><em>Por Portal O Norte. </em></p>
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		<title>Ex-prefeito é responsabilizado por lixão irregular e cumpre pena com trabalho comunitário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Aug 2025 15:11:14 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Ministério Público do Tocantins (MPTO)]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ex-prefeito de Araguaçu (TO), Joaquim Pereira Nunes, foi condenado a 2 anos e 6 meses de reclusão por crime ambiental devido à manutenção dolosa e prolongada de um lixão a céu aberto durante sua gestão. A sentença atende a uma ação penal proposta pelo Ministério Público do Tocantins (MPTO) e reconhece que o ex-gestor [&#8230;]</p>
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<p>O ex-prefeito de Araguaçu (TO), Joaquim Pereira Nunes, foi condenado a 2 anos e 6 meses de reclusão por crime ambiental devido à manutenção dolosa e prolongada de um lixão a céu aberto durante sua gestão. A sentença atende a uma ação penal proposta pelo Ministério Público do Tocantins (MPTO) e reconhece que o ex-gestor assumiu deliberadamente o risco de provocar danos ambientais e à saúde pública ao ignorar obrigações legais.</p>



<p>Apesar da pena privativa de liberdade, a Justiça converteu a sanção em prestação de serviços à comunidade e pagamento de multa compensatória. O município de Araguaçu também foi condenado a desativar imediatamente o lixão e a implantar um sistema regular de manejo de resíduos sólidos, sob pena de multa diária de R$ 10 mil. A decisão ainda impôs ao município uma multa de R$ 500 mil, destinada ao Fundo Municipal de Meio Ambiente.</p>



<p><strong>Crime ambiental se estendeu por mais de 20 anos</strong></p>



<p>Segundo o MPTO, o lixão funcionava sem qualquer controle técnico ou ambiental desde pelo menos 1998, às margens da rodovia TO-181. O local acumulava resíduos sólidos a céu aberto, gerando chorume, liberação de gases tóxicos e atração de vetores de doenças, como insetos e roedores. O depósito irregular também contribuía para a proliferação do mosquito Aedes aegypti, com grande acúmulo de pneus e água parada.</p>



<p>Inspeções realizadas pelo próprio MPTO e relatórios do Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) constataram contaminação do lençol freático, ocorrência de queimadas ilegais e diversos outros riscos ambientais.</p>



<p>Mesmo após múltiplas notificações, multas e termos de ajustamento de conduta, o então prefeito manteve o lixão em funcionamento, sem providenciar medidas corretivas. O Ministério Público classificou essa conduta como “dolo por omissão”, ou seja, uma escolha consciente de não agir, desrespeitando a legislação ambiental vigente.</p>



<p><strong>Justiça reconhece crime de poluição</strong></p>



<p>A sentença reconheceu a materialidade do crime de poluição, conforme o artigo 54 da Lei de Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/98), que considera o delito de perigo abstrato — ou seja, não é necessário comprovar o dano efetivo, bastando o risco à integridade do meio ambiente.</p>



<p>O processo é acompanhado pelo promotor de Justiça Jorge José Maria Neto, da Promotoria Regional do Alto e Médio Araguaia.</p>



<p><em>Por AF Notícias. </em></p>
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		<title>Naturatins apura crime ambiental após helicóptero pousar ilegalmente nas dunas do Parque Estadual do Jalapão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Mar 2025 14:41:58 +0000</pubDate>
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<p>O Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) iniciou investigação para identificar os responsáveis e aplicar as sanções cabíveis, que podem incluir multas e outras penalidades previstas na legislação após um helicóptero ter realizado pouso não autorizado nas dunas do Parque Estadual do Jalapão na segunda-feira, 3. O episódio, ocorrido em uma área de preservação ambiental, representa uma grave infração às normas ambientais e aeronáuticas vigentes no país, já que coloca em risco a integridade do ecossistema local e a segurança dos visitantes.</p>



<p>A diretora de Biodiversidade e Áreas Protegidas, Perla Ribeiro, explica que o Parque Estadual do Jalapão, Unidade de Conservação de Proteção Integral sob gestão do Instituto, possui regras rígidas para garantir a preservação da fauna e flora locais. “A legislação ambiental brasileira proíbe pousos e decolagens de aeronaves em Unidades de Conservação de Proteção Integral sem autorização expressa, conforme previsto na Lei nº 9.605/1998. Além disso, o Decreto nº 6.514/2008 estabelece penalidades administrativas severas para infrações ambientais dessa natureza”, pontuou ao destacar que operações aéreas em áreas protegidas somente podem ser realizadas mediante autorização prévia e por motivos técnicos, científicos ou emergenciais.</p>



<p>Além do impacto ambiental direto causado pelo pouso, como a perturbação da fauna local, a presença de aeronaves não autorizadas em atrativos turísticos movimentados representa um risco significativo à segurança dos visitantes. “O Naturatins reitera seu compromisso com a preservação do Parque Estadual do Jalapão e reforça a importância da conscientização ambiental para a manutenção da biodiversidade do Tocantins. A população pode contribuir denunciando irregularidades ambientais por meio dos canais oficiais do Instituto”, finalizou Perla Ribeiro.</p>



<p><strong>Canais de comunicação</strong></p>



<p>Para garantir mais agilidade e acessibilidade no atendimento de denúncias contra o meio ambiente, o Naturatins atende de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, por ligação no 0800 063 11 55 e por mensagem pelo Linha Verde Zap (63) 99106-7787, e via internet, em qualquer dia e horário, no Portal do Cidadão.</p>



<p><em>Por Lidiane Moreira/Governo do Tocantins</em></p>
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