<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Crise Climática Archives - Tocantins Rural</title>
	<atom:link href="https://tocantinsrural.com.br/tag/crise-climatica/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://tocantinsrural.com.br/tag/crise-climatica/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 17 Jul 2026 11:52:50 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2023/10/cropped-favicon-1-32x32.png</url>
	<title>Crise Climática Archives - Tocantins Rural</title>
	<link>https://tocantinsrural.com.br/tag/crise-climatica/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Crise Climática e Segurança Jurídica: o impacto do El Niño 2026 e a nova dinâmica das dívidas rurais</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/crise-climatica-e-seguranca-juridica-o-impacto-do-el-nino-2026-e-a-nova-dinamica-das-dividas-rurais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 11:52:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Crise Climática]]></category>
		<category><![CDATA[El niño]]></category>
		<category><![CDATA[produtor rural endividado]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://tocantinsrural.com.br/?p=25149</guid>

					<description><![CDATA[<p>O agronegócio tocantinense vive um momento de incerteza. Ao mesmo tempo em que as previsões apontam para os impactos do El Niño em 2026, produtores rurais também precisam lidar com mudanças nas regras para a prorrogação das dívidas do crédito rural. Essa combinação entre riscos climáticos, possível queda na produção, aumento dos custos e mudanças [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://tocantinsrural.com.br/crise-climatica-e-seguranca-juridica-o-impacto-do-el-nino-2026-e-a-nova-dinamica-das-dividas-rurais/">Crise Climática e Segurança Jurídica: o impacto do El Niño 2026 e a nova dinâmica das dívidas rurais</a> appeared first on <a href="https://tocantinsrural.com.br">Tocantins Rural</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O agronegócio tocantinense vive um momento de incerteza. Ao mesmo tempo em que as previsões apontam para os impactos do El Niño em 2026, produtores rurais também precisam lidar com mudanças nas regras para a prorrogação das dívidas do crédito rural.</p>



<p>Essa combinação entre riscos climáticos, possível queda na produção, aumento dos custos e mudanças na forma como os bancos analisam os pedidos de renegociação exige atenção e planejamento. Mais do que nunca, entender as regras e agir com antecedência pode fazer a diferença para proteger a atividade e evitar o agravamento da situação financeira da propriedade.</p>



<p>Os modelos climáticos mais recentes passaram a utilizar um novo indicador para acompanhar o comportamento do Oceano Pacífico: o Índice Oceânico de Niño Relativo (RONI), que busca representar com mais precisão a influência do aquecimento das águas sobre o clima.</p>



<p>As projeções indicam uma alta probabilidade de que o El Niño permaneça ativo durante boa parte de 2026 e avance até o início de 2027. Dados da APCC apontam chance elevada de um evento de forte intensidade entre julho e setembro, enquanto projeções da NOAA indicam que as temperaturas do oceano podem ficar mais de 2°C acima da média.</p>



<p>Embora os efeitos variem entre as regiões do país, para o Tocantins as previsões apontam redução das chuvas e temperaturas acima do normal. Esse cenário pode provocar diminuição da umidade do solo, dificultar o plantio da safra 2026/2027, aumentar o risco de incêndios e elevar os custos da produção. Na pecuária, a perda de qualidade das pastagens pode antecipar a necessidade de suplementação alimentar e ampliar os gastos com água e manejo dos rebanhos, afetando diretamente o fluxo de caixa das propriedades.&nbsp;</p>



<p><strong>A alteração do Manual de Crédito Rural pela Resolução CMN nº 5.314/2026</strong></p>



<p>Além dos desafios climáticos, os produtores também precisam acompanhar uma mudança importante nas regras do crédito rural. A Resolução CMN nº 5.314, publicada em 25 de junho de 2026, alterou as regras do Manual de Crédito Rural sobre a prorrogação das operações de crédito. Antes da mudança, o Manual previa o alongamento da dívida quando o produtor comprovasse incapacidade de pagamento causada, entre outras situações, por dificuldades na comercialização da produção ou por perdas de safra decorrentes de fatores adversos. Com a nova redação do item 2-6-4, a instituição financeira passa a poder prorrogar a dívida, &#8220;por sua conveniência e decisão&#8221;, desde que haja solicitação do mutuário.</p>



<p>Em um primeiro momento, a alteração pode dar a impressão de que os bancos passaram a ter maior liberdade para decidir sobre esses pedidos. No entanto, essa mudança no Manual de Crédito Rural precisa ser analisada em conjunto com a legislação que disciplina o crédito rural. Isso porque tanto o Manual quanto as resoluções do Conselho Monetário Nacional são normas infralegais e devem respeitar as diretrizes estabelecidas pela política agrícola e pelo Sistema Nacional de Crédito Rural.</p>



<p>A Constituição Federal, em seu artigo 187, inclui o crédito rural como um dos instrumentos da política agrícola. Já a Lei nº 8.171/1991 determina que os prazos de pagamento sejam compatíveis com a natureza da atividade, a capacidade de pagamento do produtor e o período normal de comercialização da produção. Da mesma forma, a Lei nº 4.829/1965 estabelece que o crédito rural tem como objetivo fortalecer economicamente os produtores e incentivar a produção. Esse entendimento também é reforçado pela Súmula 298 do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que reconhece o alongamento da dívida rural como um direito do produtor quando os requisitos previstos em lei estiverem presentes.</p>



<p>Isso significa que a simples mudança no Manual de Crédito Rural não elimina os direitos assegurados pela legislação. Se o produtor comprovar que fatores extraordinários, como os impactos do El Niño, comprometeram temporariamente sua capacidade de pagamento, uma eventual negativa da instituição financeira poderá ser analisada pelo Poder Judiciário.</p>



<p>Mas é importante destacar que o fenômeno climático, por si só, não garante a prorrogação da dívida. O produtor precisa demonstrar, com documentos técnicos e financeiros, de que forma os efeitos do clima afetaram sua produção, sua renda e sua capacidade de cumprir os compromissos assumidos.</p>



<p>Por isso, quem identificar dificuldades para honrar os financiamentos deve agir com antecedência. O pedido de prorrogação precisa ser apresentado antes do vencimento das parcelas e acompanhado de documentação que comprove os prejuízos, como laudos técnicos, registros climáticos, relatórios de produtividade e demonstrativos financeiros.</p>



<p>Em um cenário de maior instabilidade climática e econômica, esperar que o problema aconteça para só então buscar uma solução pode tornar a situação mais difícil. O acompanhamento jurídico preventivo permite organizar as provas, avaliar as alternativas disponíveis e preparar uma negociação mais consistente com a instituição financeira, reduzindo riscos e aumentando as chances de preservar a atividade rural.</p>



<p><em>Por<strong> Kaique Fraz,</strong> pós-graduado em Processo Civil e em Direito Administrativo pela Damásio Educacional. Atua com ênfase nessa área. Possui diversos cursos de extensão e qualificação em liderança e gestão de conflitos pela Dale Carnegie Course. Sócio e Diretor Jurídico do escritório Fraz Advocacia. </em></p>
<p>The post <a href="https://tocantinsrural.com.br/crise-climatica-e-seguranca-juridica-o-impacto-do-el-nino-2026-e-a-nova-dinamica-das-dividas-rurais/">Crise Climática e Segurança Jurídica: o impacto do El Niño 2026 e a nova dinâmica das dívidas rurais</a> appeared first on <a href="https://tocantinsrural.com.br">Tocantins Rural</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Seminário de pecuária orgânica discute alternativas para a crise climática</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/seminario-de-pecuaria-organica-discute-alternativas-para-a-crise-climatica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Sep 2024 11:42:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Alternativas]]></category>
		<category><![CDATA[Crise Climática]]></category>
		<category><![CDATA[Orgânica]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Seminário]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://tocantinsrural.com.br/?p=7574</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Embrapa participa, de 11 a 13 de setembro, do “Seminário Nacional de Pecuária Orgânica em&#160;Base Agroecológica: uma alternativa para a crise climática (SNPO)”, evento promovido na capital federal pelo Instituto Federal de Brasília (IFB Campus Planaltina), grupo de estudos Raízes e pelo grupo de estudos IFBSUI no auditório do IFB Campus Brasília. O objetivo [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://tocantinsrural.com.br/seminario-de-pecuaria-organica-discute-alternativas-para-a-crise-climatica/">Seminário de pecuária orgânica discute alternativas para a crise climática</a> appeared first on <a href="https://tocantinsrural.com.br">Tocantins Rural</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Embrapa participa, de 11 a 13 de setembro, do “Seminário Nacional de Pecuária Orgânica em&nbsp;Base Agroecológica: uma alternativa para a crise climática (SNPO)”, evento promovido na capital federal pelo Instituto Federal de Brasília (IFB Campus Planaltina), grupo de estudos Raízes e pelo grupo de estudos IFBSUI no auditório do IFB Campus Brasília. O objetivo é capacitar técnicos extensionistas, pesquisadores e produtores por meio da troca de saberes, além de unir as câmaras setoriais de produção orgânica.&nbsp;</p>



<p>O Seminário também vai proporcionar o diálogo entre pesquisadores, produtores e governo para a compreensão dos desafios da criação orgânica no Brasil e estabelecer objetivos e metas que auxiliem no aumento e permanência da criação animal agroecológica no Brasil. As inscrições podem ser feitas gratuitamente em:&nbsp;<a href="https://www.even3.com.br/seminario-nacional-de-pecuaria-organica-em-base-agroecologica-485337/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.even3.com.br/seminario-nacional-de-pecuaria-organica-em-base-agroecologica-485337/</a>.&nbsp;O IFB Campus Brasília fica na Via L2 Norte, SGAN 610 (610 Norte), Módulo D, E, F e G &#8211; Asa Norte, Brasília (DF).</p>



<p>O painel 1, “Atualizações sobre pecuária orgânica”, será realizado na manhã do desta quarta-feira (11) e terá a participação da pesquisadora Fernanda Machado, da Embrapa Gado de Leite (MG), com a palestra “Panorama da pecuária orgânica certificada no Brasil e no mundo”, a partir das 9h30.&nbsp;</p>



<p>Já o painel 2, “Desafios e oportunidades na criação de bovinos em base agroecológica visando à certificação orgânica”, realizado na tarde do dia 11, contará, entre os&nbsp;palestrantes, com o pesquisador João Paulo Soares, da Embrapa Cerrados (DF), que vai apresentar, às 15h30, o tema&nbsp;“Sistema agrossilvipastoril orgânico – Construção participativa dos produtores”.</p>



<p>O pesquisador vai apresentar o sistema agrossilvipastoril orgânico e as diferentes tecnologias disponíveis como forrageiras (braquiária ruziziensis BRS Integra, estilosantes BRS Bela e capim elefante BRS Canará); fruteiras (maracujá BRS Perola do Cerrado); genótipos bovinos leiteiro (Gir leiteiro, Jersey e cruzamentos) e insumos agrícolas (remineralizador de solo biotita xisto). “Vamos demonstrar a importância da preservação ambiental e da possibilidade de buscar alimentos alternativos para os animais, além do milho e da soja, trabalhando em sistemas agrossilvipastoris”, explica.</p>



<p>Confira a programação do Seminário:</p>



<p><strong>Dia 11/09 (quarta-feira)</strong><br><br>8h30 &#8211; Mesa de abertura &#8211; IFB, MDA, MDS, MAPA, MST e Emater-DF </p>



<p>Painel 1 &#8211; Atualizações sobre pecuária orgânica<br>9h30 &#8211; Panorama da pecuária orgânica certificada no Brasil e no Mundo &#8211; Fernanda Machado &#8211; Embrapa Gado de Leite<br>10h20 &#8211; Princípios e importância da pecuária orgânica na atualidade &#8211; Angela Escosteguy &#8211; IBEM<br>11h &#8211; Alimentos, alimentação, comercialização e saúde – Márcia Monks &#8211; UFRGS<br>11h40 &#8211; Lançamento dos manuais: Pecuária Orgânica (Ruminantes) e Sanidade na Pecuária orgânica &#8211; IBEM, UFRGS e MAPA</p>



<p>Painel 2 &#8211; Desafios e oportunidades na criação de bovinos em base agroecológica visando à certificação orgânica<br>14h &#8211; Sistema silvipastoril e agroflorestal como fator na recuperação de pastos degradados &#8211; Enrique Murgueitio &#8211; CIPAV Colômbia<br>14h50 &#8211; Pastoreio Racional Voisin &#8211; Luiz Carlos Marchado Filho &#8211; UFSC<br>15h30 &#8211; Sistema agrossilvipastoril orgânico &#8211; Construção participativa dos produtores &#8211; João Paulo Guimarães Soares &#8211; Embrapa Cerrados<br>16h20 &#8211; A experiência do leite e queijo orgânico da propriedade Terra Límpida &#8211; Piero Alberti e Patrizia Narcisi, proprietários da Terra Límpida (SP)<br>17h10 &#8211; A experiência da Ecoleite: manejo agroecológico de rebanho leiteiro e qualidade do leite &#8211; Mônica Florião, proprietária da Ecoleite (RJ)<br>17h40 &#8211; Políticas públicas &#8211; Mesa de debate sobre as oportunidades e desafios</p>



<p><strong>12/09 (quinta-feira)</strong><br><br>Painel 3 &#8211; Para além do bem-estar animal<br>8h30 &#8211; Princípios de bem-estar animal e melhoria da qualidade ambiental &#8211; Luiz Carlos Pinheiro &#8211; UFSC<br>9h10 &#8211; Bem-estar animal e saúde única &#8211; Júlia Eumira &#8211; IFB Planaltina<br>10h – Comportamento dos animais como catalisador das atividades na propriedade &#8211; Julia Eumira &#8211; IFB Planaltina<br>10h40 &#8211; Políticas públicas &#8211; Mesa de debate sobre as oportunidades e desafios</p>



<p>Painel 4 &#8211; Desafios e oportunidades na criação de suínos e aves em base agroecológica visando à certificação orgânica<br>14h &#8211; A importância das raças suínas crioulas na agricultura familiar &#8211; Filipe Russo &#8211; Projeto Porco da Mata (MG)<br>14h30 &#8211; A experiência da Korin na criação de aves orgânicas &#8211; Luiz Carlos Demattê &#8211; Korin<br>15h10 &#8211; Formulações de rações com alimentos alternativos &#8211; Zeferino Genésio Chielle &#8211; Fepagro (RS)<br>16h &#8211; Experiências exitosas de produtores do Distrito Federal &#8211; Emater-DF<br>16h30 &#8211; Políticas públicas &#8211; Mesa de debate sobre as oportunidades e desafios</p>



<p><strong>13/09 (sexta-feira)</strong><br><br>Visita técnica &#8211; 80 vagas<br>Local: IFB Campus Planaltina &#8211; Rodovia DF-128, km 21, Zona Rural – Planaltina (DF)<br>8h &#8211; Visita ao Voisin e às criações animais do IFB Campus Planaltina<br>11h30 &#8211; Brunch de encerramento e confraternização, feira de produtores e apresentações culturais<br><br><em>Por Breno Lobato/Embrapa Cerrados.</em></p>
<p>The post <a href="https://tocantinsrural.com.br/seminario-de-pecuaria-organica-discute-alternativas-para-a-crise-climatica/">Seminário de pecuária orgânica discute alternativas para a crise climática</a> appeared first on <a href="https://tocantinsrural.com.br">Tocantins Rural</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
