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	<title>Cultivo Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>Cultivo Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Conabio quer proibir cultivo de tilápia e preocupa setor que responde por 68% da produção nacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Oct 2025 15:03:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Pesca e Aquicultura]]></category>
		<category><![CDATA[Conabio]]></category>
		<category><![CDATA[Cultivo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma proposta da Comissão Nacional de Biodiversidade (Conabio), órgão do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), de incluir a tilápia na Lista Nacional de Espécies Exóticas Invasoras acendeu um sinal de alerta máximo no agronegócio. A medida, que na prática proibiria o cultivo da espécie, gerou a profunda preocupação da Associação de Piscicultores em Águas Paulistas e [&#8230;]</p>
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<p>Uma proposta da Comissão Nacional de Biodiversidade (Conabio), órgão do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), de incluir a tilápia na Lista Nacional de Espécies Exóticas Invasoras acendeu um sinal de alerta máximo no agronegócio.</p>



<p>A medida, que na prática proibiria o cultivo da espécie, gerou a profunda preocupação da Associação de Piscicultores em Águas Paulistas e da União (Peixe SP), que exige a reconsideração imediata da Conabio.</p>



<p>A tilapicultura é o principal pilar da piscicultura brasileira.&nbsp;<strong>Em 2024, o Brasil produziu 662.230 toneladas de tilápia</strong>, volume que representa 68% de toda a produção nacional de peixes cultivados, sendo São Paulo o segundo maior produtor.</p>



<p><strong>Insegurança jurídica e dano socioeconômico iminente</strong><a href="https://forbes.com.br/wp-content/uploads/2025/10/agro_tilapia_17.10.2025-1.jpg"></a></p>



<p>Operação de pesca de tilápias em propriedade de cultivo em tanque rede</p>



<p>A Peixe SP argumenta que a classificação generalizada da tilápia como “invasora” é um “equívoco de graves consequências”. A entidade destaca que a tilapicultura é uma cadeia produtiva robusta e estratégica, que gera milhares de empregos, movimenta economias locais e contribui expressivamente para a segurança alimentar de milhões de brasileiros.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Qualquer tentativa de restringir retroativamente essa atividade configuraria grave violação à segurança jurídica e aos fundamentos da boa governança ambiental,” afirma Marilsa Patrício Fernandes, secretária executiva da Peixe SP.</p>
</blockquote>



<p>A proibição configura, segundo a entidade, a criminalização de uma cadeia produtiva legalmente constituída, com o risco de paralisar investimentos e provocar danos sociais e econômicos irreversíveis.</p>



<p><strong>Aquicultura moderna vs. introdução descontrolada</strong></p>



<p>Um dos pontos centrais do ofício da Peixe SP é a distinção entre a aquicultura moderna e a introdução descontrolada de espécies. A entidade defende que a maior parte da produção nacional de tilápia ocorre em ambientes controlados e antropizados, sob rigoroso controle e licenciamento ambiental.</p>



<p>A tilápia é cultivada em tanques-rede em reservatórios de usinas hidrelétricas e em viveiros escavados e elevados, não em ambientes naturais.</p>



<p>A atividade é legalmente amparada pela <a href="https://www.ibama.gov.br/component/legislacao/?view=legislacao&amp;legislacao=102995" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Portaria IBAMA nº 145/1998</a>, que estabelece parâmetros para o cultivo de espécies exóticas em áreas autorizadas, uma norma cuja validade não pode ser afastada de forma retroativa, sob pena de violar o direito adquirido de empreendimentos licenciados.</p>



<p>O setor utiliza tecnologia em manejo, nutrição e genética, que ampliam a eficiência e reduzem os riscos ambientais. A Peixe SP reforça o compromisso com a sustentabilidade e busca um diálogo técnico com a Conabio para evitar o que seria um desastre econômico para a piscicultura nacional.</p>



<p><em>Por Forbes. </em></p>



<p></p>
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		<title>Chuvas impulsionam cultivo de algodão no Tocantins</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/chuvas-impulsionam-cultivo-de-algodao-no-tocantins/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Mar 2025 12:23:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[ALGODÃO]]></category>
		<category><![CDATA[chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[Cultivo]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O 6º Levantamento da Safra de Grãos 2024/25, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), revela que aproximadamente 90% da área destinada ao cultivo de algodão em Tocantins já foi semeada. A previsão de expansão da área cultivada em relação à safra anterior segue mantida, impulsionada pelo avanço no plantio e pelas boas chuvas registradas [&#8230;]</p>
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<p>O 6º Levantamento da Safra de Grãos 2024/25, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), revela que aproximadamente 90% da área destinada ao cultivo de algodão em Tocantins já foi semeada. A previsão de expansão da área cultivada em relação à safra anterior segue mantida, impulsionada pelo avanço no plantio e pelas boas chuvas registradas no estado.</p>



<p>De acordo com o relatório, as condições climáticas têm sido favoráveis ao desenvolvimento das lavouras, que se encontram entre as fases vegetativa e reprodutiva, com destaque para a floração e a formação das maçãs. &#8220;O volume de chuvas tem garantido um bom início de safra e possibilitado a realização de tratos culturais essenciais, como a fertilização em cobertura e o controle fitossanitário&#8221;, destaca a Conab.</p>



<p>Nesta safra, a área plantada com algodão apresentou um crescimento, tanto na primeira safra quanto no cultivo da safrinha, realizada após a colheita da soja. Durante a fase reprodutiva, os produtores intensificaram as aplicações semanais de defensivos para o controle de pragas como o bicudo-do-algodoeiro e a mosca-branca.</p>



<p>Embora a distribuição das chuvas tenha variado no estado, as precipitações acumuladas nos últimos quinze dias foram de 70 mm no leste tocantinense, enquanto outras regiões registraram volumes entre 90 mm e 120 mm.</p>



<p>Com o avanço do plantio e as condições climáticas favoráveis predominando na maior parte do estado, a expectativa é de uma safra positiva para o algodão em Tocantins.</p>



<p><em>Por Portal do Agronegócio.</em></p>
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		<title>Estudo identifica mudanças necessárias no uso da terra para o cultivo de soja no Matopiba</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/estudo-identifica-mudancas-necessarias-no-uso-da-terra-para-o-cultivo-de-soja-no-matopiba/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Nov 2024 14:04:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Cultivo]]></category>
		<category><![CDATA[Estudos]]></category>
		<category><![CDATA[MATOPIBA]]></category>
		<category><![CDATA[Soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Matopiba, região composta pelos estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, vem se destacando como uma das principais fronteiras agrícolas do Brasil, com uma área de 73 milhões de hectares propícia ao cultivo de soja. No entanto, sua crescente expansão tem gerado preocupações ambientais, principalmente em relação à transformação de áreas de vegetação nativa [&#8230;]</p>
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<p>O Matopiba, região composta pelos estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, vem se destacando como uma das principais fronteiras agrícolas do Brasil, com uma área de 73 milhões de hectares propícia ao cultivo de soja. No entanto, sua crescente expansão tem gerado preocupações ambientais, principalmente em relação à transformação de áreas de vegetação nativa em terras agricultáveis. A Fundação Solidaridad, em parceria com a consultoria Agroicone, conduziu um estudo econômico que visa apontar alternativas para a expansão sustentável do cultivo de soja na região, buscando equilibrar rentabilidade e preservação ambiental.</p>



<p>A pesquisa, que mapeou durante duas safras as principais áreas produtoras da região, teve como objetivo identificar práticas e modelos de negócios que viabilizem a expansão do cultivo sem avançar sobre as áreas de vegetação nativa. De acordo com Paula Freitas, Gerente de Cadeias Produtivas da Fundação Solidaridad, o estudo foi essencial para compreender a dinâmica atual da soja no Matopiba, especialmente no Tocantins e na Bahia. Ela destaca que o foco do estudo foi apresentar alternativas que permitam aos produtores aumentar a produtividade sem causar danos ambientais.</p>



<h5 class="wp-block-heading" id="h-expansao-da-soja-e-mecanismos-de-sustentabilidade"><strong>Expansão da Soja e Mecanismos de Sustentabilidade</strong></h5>



<p>Durante o estudo, foram avaliados diferentes cenários econômicos e mecanismos financeiros para impulsionar a adoção de práticas sustentáveis. Camila Santos, Coordenadora do Programa Soja da Fundação Solidaridad, enfatiza que não existe uma solução única para promover a expansão sustentável, mas sim uma combinação de ações do setor produtivo e do governo. A especialista sugere que a indústria precisa se comprometer a reduzir o desmatamento e as emissões de carbono, incentivando práticas como o Sistema de Plantio Direto (SPD) e a Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF), além de fortalecer a utilização de instrumentos financeiros como os Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) e créditos de carbono.</p>



<p>Além disso, Paula Freitas sublinha a importância de implementar o Código Florestal para garantir a preservação da vegetação nativa e reduzir a incerteza jurídica que prejudica os produtores. A infraestrutura de armazenamento e logística também é vista como um fator crítico para a expansão da soja em áreas de pastagens, sendo fundamental pensar em soluções que favoreçam a conservação a longo prazo.</p>



<h5 class="wp-block-heading" id="h-analise-de-mecanismos-financeiros"><strong>Análise de Mecanismos Financeiros</strong></h5>



<p>O estudo foi dividido em quatro etapas para melhor compreender a viabilidade econômica de modelos sustentáveis. A primeira fase focou nos mecanismos financeiros para a expansão da soja e a implementação de práticas agrícolas de baixo carbono no Tocantins e na Bahia. A pesquisa revelou que, entre os anos-safra de 2019 a 2023, o crédito rural contratado pelos produtores cresceu 88%, alcançando R$ 357 bilhões. Camila Santos observa que essa expansão do crédito rural oferece uma oportunidade para as instituições financeiras financiarem práticas mais sustentáveis, direcionando recursos para áreas de pastagens degradadas e evitando a conversão de áreas nativas.</p>



<p>A segunda etapa do estudo investigou os custos de oportunidade envolvidos na adoção de práticas de baixo carbono e comparou os cenários nas regiões de expansão da soja. A pesquisa mostrou que os modelos de expansão baseados em áreas já abertas, como as pastagens degradadas, são mais viáveis economicamente, ao contrário das práticas que avançam sobre a vegetação nativa.</p>



<h5 class="wp-block-heading" id="h-a-conversao-de-pastagens-e-politicas-publicas"><strong>A Conversão de Pastagens e Políticas Públicas</strong></h5>



<p>A terceira fase do estudo analisou as barreiras e oportunidades na conversão de pastagens degradadas para a agricultura, propondo ajustes nas políticas de crédito rural e sugerindo a implementação de novas formas de incentivo, como a redução de taxas de juros e o aumento do prazo de carência. Essas medidas visam tornar a expansão da soja em áreas já abertas mais atraente para os produtores.</p>



<p>Na quarta etapa, foram estruturados cenários para a expansão da soja em áreas abertas, seja para a agricultura ou pecuária, com o objetivo de torná-los financeiramente competitivos em relação à expansão sobre a vegetação nativa. A análise revelou que, com a adoção de práticas sustentáveis, é possível conciliar o aumento da produção com a preservação ambiental, respeitando os limites ecológicos da região.</p>



<h5 class="wp-block-heading" id="h-continuidade-dos-estudos-no-matopiba"><strong>Continuidade dos Estudos no Matopiba</strong></h5>



<p>Este estudo é parte de uma série de pesquisas realizadas pela Fundação Solidaridad na região. Em 2021, a fundação divulgou um estudo focado na dinâmica territorial da soja no Matopiba, identificando áreas com alto potencial para expansão sem prejudicar a vegetação nativa. Em 2022, outro estudo foi lançado, abordando o balanço de carbono na produção de soja na região, destacando as oportunidades para os produtores que adotam práticas de baixo carbono.</p>



<p>A combinação de práticas agrícolas sustentáveis, inovação tecnológica e políticas públicas eficazes será essencial para garantir que o Matopiba continue a ser uma fronteira agrícola produtiva, sem comprometer a integridade ambiental da região.</p>



<p><em>Por Portal do Agronegócio.</em></p>
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		<title>Tocantins destaca o crescimento do cultivo de gergelim</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/tocantins-destaca-o-crescimento-do-cultivo-de-gergelim/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jul 2024 11:55:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Cultivo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Governo do Tocantins, por meio da Secretaria da Agricultura e Pecuária (Seagro), tem monitorado de perto o desenvolvimento de novas culturas agrícolas que estão ganhando força na região. Tradicionalmente, a segunda safra tocantinense era dominada pelo milho, graças ao amplo conhecimento técnico dos produtores e à sua adaptação ao clima local. No entanto, nos últimos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Governo do Tocantins, por meio da Secretaria da Agricultura e Pecuária (Seagro), tem monitorado de perto o desenvolvimento de novas culturas agrícolas que estão ganhando força na região. Tradicionalmente, a segunda safra tocantinense era dominada pelo milho, graças ao amplo conhecimento técnico dos produtores e à sua adaptação ao clima local. No entanto, nos últimos anos, o feijão caupi e o gergelim têm se destacado, oferecendo menores custos de produção e preços atraentes. As informações foram divulgadas pela Secretaria da Agricultura e Pecuária (Seagro)<br><br>De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), houve um crescimento significativo na área plantada e na produção de gergelim. A área plantada no Tocantins aumentou de 51,6 mil hectares na safra anterior para 87,2 mil hectares, um crescimento de 87%. A produção também cresceu 57%, passando de 24,9 mil toneladas para mais de 39 mil toneladas. Este aumento evidencia o crescente interesse dos produtores pela oleaginosa, que já está em fase final de colheita no estado.</p>



<p>O professor Thadeu Teixeira Júnior, engenheiro agrônomo da Seagro, destaca que esse crescimento expressivo se deve, em grande parte, à alta demanda do grão no mercado externo, especialmente no Oriente Médio. Países como Turquia, Israel e Arábia Saudita são grandes consumidores do gergelim brasileiro.</p>



<p>Para fortalecer ainda mais o cultivo de gergelim, o Governo do Tocantins, através da Seagro, está organizando um workshop que ocorrerá no segundo semestre de 2024. O evento trará aos produtores novas tecnologias, incluindo variedades apropriadas para as diferentes regiões do estado, manejo da cultura, ajustes no sistema de colheita e estratégias de comercialização. O objetivo é fortalecer o produtor rural tocantinense, proporcionando mais conhecimento e suporte técnico.</p>



<p>O gergelim é uma planta oleaginosa cultivada desde os primórdios da civilização, valorizada por seu valor nutricional e requinte em regiões como a Mesopotâmia, Egito e Grécia. Atualmente, o Oriente Médio continua a demandar grandes quantidades do alimento, que vem se tornando a &#8220;nova joia do Cerrado&#8221;. Devido à sua boa rentabilidade e baixo custo de produção, o gergelim oferece um excelente custo-benefício para os produtores do Tocantins.<br><br><em>Por Secom. </em></p>
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