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	<title>defensivos agrícolas Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>defensivos agrícolas Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Estudo do Ipea revela uso excessivo de defensivos na maioria dos municípios</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/estudo-do-ipea-revela-uso-excessivo-de-defensivos-na-maioria-dos-municipios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Feb 2026 13:43:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[defensivos agrícolas]]></category>
		<category><![CDATA[ipea]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As lavouras de mais de 80% dos municípios brasileiros apresentam uso economicamente ineficiente de defensivos agrícolas, segundo estudo publicado pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) em dezembro. A informação consta no artigo “Sobreuso de Agrotóxicos no Brasil”, dos pesquisadores José Féres, do Ipea, e Loredany Rodrigues, da Universidade Federal de Viçosa (UFV). Para chegar à conclusão, os [&#8230;]</p>
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<p>As lavouras de mais de 80% dos municípios brasileiros apresentam uso economicamente ineficiente de defensivos agrícolas, segundo estudo publicado pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) em dezembro.</p>



<p>A informação consta no artigo “Sobreuso de Agrotóxicos no Brasil”, dos pesquisadores José Féres, do Ipea, e Loredany Rodrigues, da Universidade Federal de Viçosa (UFV).</p>



<p><a href="https://processador1.online/ad-prost-n1-01-26" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a>Para chegar à conclusão, os pesquisadores utilizaram o conceito de receita marginal (RMA) do uso de defensivos, que avalia o aumento do investimento no insumo em comparação com o retorno em receita aos agricultore</p>



<p>Ou seja,&nbsp;quando esse indicador é negativo, o gasto adicional com os insumos não se traduz em ganho proporcional de receita, caracterizando sobreuso.</p>



<p>Segundo as estimativas,&nbsp;esse quadro de &#8220;sobreuso&#8221; aumentou no país entre 2006 e 2017, anos dos últimos Censos Agropecuários, passando de 78% a 85% de todos os municípios.</p>



<p>A maior incidência de sobreutilização ocorre nas&nbsp;regiões Sul e Centro-Oeste, onde cerca de 90% dos municípios se enquadravam na condição.</p>



<p>De acordo com os autores, a situação é mais evidente em&nbsp;áreas com produção intensiva de&nbsp;<a class="" href="https://globorural.globo.com/tudo-sobre/agricultura/soja/">soja</a>&nbsp;e elevada adoção de sementes geneticamente modificadas tolerantes ao glifosato.</p>



<p>Nesses municípios, a receita adicional gerada por novos gastos com defensivos seria, via de regra, inferior ao custo do insumo. No agregado nacional,&nbsp;cada R$ 10 investidos a mais em defensivos resultaram em aproximadamente R$ 3,20 de receita adicional, segundo as estimativas do estudo.</p>



<p>Para Arthur Gomes, diretor de químicos da CropLife Brasil, trata-se de uma discussão interessante, mas o estudo aparenta ter &#8220;algumas lacunas”.</p>



<p>De acordo com ele, de forma geral, não há sobreuso de defensivos no Brasil porque o uso é&nbsp;determinado por critérios técnicos e econômicos.</p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img decoding="async" src="https://s2-globorural.glbimg.com/3KCWD6uFEGHSk6wl2d4knvlYp9U=/0x0:5385x3590/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/2/T/PO5RbERIaj2u2KA0elMg/arthur-gomes-foto-divulgacao-clb-.jpg.jpeg" alt="Para Arthur Gomes, da CropLife Brasil, trata-se de uma discussão interessante, mas o estudo aparenta ter &quot;algumas lacunas” — Foto: Divulgação" style="width:1170px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption"><em>Para Arthur Gomes, da CropLife Brasil, trata-se de uma discussão interessante, mas o estudo aparenta ter &#8220;algumas lacunas” — Foto: Divulgação</em></figcaption></figure>



<p>“O primeiro ponto é que o artigo não considera o que seria perdido em caso de não investimento nos insumos. Os produtos são defensivos, não expansivos. O correto seria medir as perdas evitadas”, argumenta.</p>



<p>“Salvo situações específicas, não há excesso. Os produtores não querem usar mais do que precisam justamente por representar custo. O volume é definido por recomendação técnica agronômica”, sustenta.</p>



<p><strong>Uso de defensivos</strong></p>



<p>O levantamento do Ipea indica que&nbsp;o consumo anual de agrotóxicos no país passou de 180 mil para cerca de 800 mil toneladas&nbsp;entre 2003 e 2023. A intensidade média de aplicação atingiu 10,9 quilos por hectare, acima de países como Estados Unidos e China.</p>



<p>Soja, milho e cana-de-açúcar concentram aproximadamente 76% do volume total utilizado no país. Quanto a isso, o representante da CropLife justifica pelo fato de o Brasil realizar até três safras por ano em uma mesma área e a pressão das pragas em clima tropical ser maior do que em países de clima temperado.</p>



<p>“O controle só ocorre quando se atinge o nível de dano econômico. No caso do percevejo, por exemplo, é em torno de dois insetos por metro quadrado. O que existe é mais pressão de pragas, resistência e, em algumas regiões, até três safras por ano”, explica.</p>



<p><strong>Número de registros</strong></p>



<p>O estudo do Ipea também destaca a ampliação do número de registros de produtos no mercado brasileiro.&nbsp;Entre 2005 e 2019, foram aprovados mais de 3,1 mil produtos. Vale esclarecer que o número de registros inclui defensivos mais modernos, diferentes formulações de moléculas já registradas e até mesmo biológicos.</p>



<p>“Já tivemos ano com zero novas moléculas aprovadas, e isso mostra uma carência muito grande em termos de inovação. Novas moléculas contribuiriam tanto para aumentar a segurança quanto para elevar a produtividade no campo”, avalia Arthur.</p>



<p>Segundo ele, inclusive,&nbsp;o atraso nas aprovações prejudica essa equação econômica&nbsp;e acaba travando a modernização do manejo agrícola.</p>



<p>O estudo também aponta que&nbsp;a aplicação contínua pode reduzir a eficácia dos defensivos ao longo do tempo, em razão do desenvolvimento de resistência por parte de pragas e patógenos.</p>



<p><strong>Boas práticas</strong></p>



<p>Na conclusão, os autores defendem políticas que incentivem&nbsp;o uso mais racional dos agrotóxicos, com destaque para a ampliação do manejo integrado de pragas, que combina métodos biológicos, culturais e químicos.</p>



<p>“Nosso conjunto de ações está relacionado às boas práticas, desde a fiscalização para combater produtos ilegais, manejo integrado de pragas com biológicos até o treinamento dos aplicadores”, informa o representante da CropLife.</p>



<p>De acordo com Gomes, o aplicador também precisa ser habilitado e conhecer bem os produtos que utiliza. &#8220;Por isso, investimos bastante em capacitação. Um dos principais programas é o Aplicador Legal, que trabalha diretamente com quem está no campo.”</p>



<p>O estudo conclui que os defensivos têm papel relevante no aumento da produção agrícola brasileira, mas que&nbsp;o uso excessivo pode comprometer tanto os resultados econômicos quanto a sustentabilidade&nbsp;do setor no longo prazo.</p>



<p><em>Por Globo Rural. </em></p>
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		<title>STF decide manter benefícios fiscais concedidos a defensivos agrícolas</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/stf-decide-manter-beneficios-fiscais-concedidos-a-defensivos-agricolas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Dec 2025 12:28:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Benefícios]]></category>
		<category><![CDATA[defensivos agrícolas]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal decidiu manter a validade das regras que concedem benefícios fiscais aos defensivos agrícolas. A decisão foi tomada nesta quinta-feira (18), por maioria de votos. Os ministros analisaram ações que questionavam a constitucionalidade do regime tributário aplicado a esses produtos. O julgamento envolveu normas que tratam da cobrança do ICMS e de [&#8230;]</p>
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<p>O Supremo Tribunal Federal decidiu manter a validade das regras que concedem benefícios fiscais aos defensivos agrícolas. A decisão foi tomada nesta quinta-feira (18), por maioria de votos.</p>



<p>Os ministros analisaram ações que questionavam a constitucionalidade do regime tributário aplicado a esses produtos. O julgamento envolveu normas que tratam da cobrança do ICMS e de dispositivos da Constituição.</p>



<p>Por 8 votos a 2, a Corte concluiu que as regras seguem válidas. Com isso, permanece o modelo de tributação diferenciado adotado pelos estados para a comercialização dos defensivos.</p>



<p><strong>O que estava em julgamento no STF</strong></p>



<p>O STF analisou duas ações apresentadas pelos partidos PV e PSOL. As legendas contestaram o Convênio nº 100, de 1997, do Conselho Nacional de Política Fazendária, o Confaz, e a Emenda Constitucional nº 132, de 2023.</p>



<p><a href="https://clck.mgid.com/ghits/24682097/i/58134455/0/pp/3/1?h=Np1VeWLlD3AuQU5Wnziie9pNHFQLVYw4uEAe-aDMdnChRnXo7aHNDXaF-95elW2jRHuP7G1_r5VOWjkRTeUwzJ_qRdsTkC-CJRHSK8Q6ZL0S8UqgYCZHhBOpmFyJpGrb&amp;rid=5cb92bdc-dcd1-11f0-b78a-d404e6faf7f0&amp;ts=canalrural.com.br&amp;tt=Referral&amp;att=4&amp;cpm=1&amp;iv=17&amp;ct=1&amp;gdprApplies=0&amp;st=-180&amp;h2=37_tdX3Sg9rLY8kADvJ40XWYH-RUCLHwy761cwR7jZ0gk3tG4cG8M-vlM73vdpSDObjcM45Hu_EOZ87qJMmoGg**&amp;muid=o4opfNRtqzz4" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a>O convênio autorizou os estados a adotar um regime especial de tributação para defensivos agrícolas. A principal medida foi a redução de 60% nas alíquotas do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços, o ICMS, incidente sobre esses produtos.</p>



<p>Já a emenda constitucional manteve a possibilidade de tratamento tributário diferenciado no novo sistema de impostos sobre o consumo. As ações alegavam que esses benefícios violariam princípios constitucionais.</p>



<p>Ao julgar o caso, a maioria dos ministros entendeu que a concessão de incentivos fiscais não caracteriza inconstitucionalidade. Para o STF, a política tributária adotada se insere na esfera de competência dos estados e do legislador.</p>



<p><strong>Entendimento da Corte e votos</strong></p>



<p>Votaram pela improcedência das ações os ministros Cristiano Zanin, Luiz Fux, Dias Toffoli e Alexandre de Moraes. Também acompanharam esse entendimento Gilmar Mendes, Nunes Marques, André Mendonça e Flávio Dino.</p>



<p>Para a maioria, não cabe ao Judiciário substituir escolhas feitas no âmbito da política fiscal. O entendimento foi de que os benefícios fazem parte da estrutura tributária vigente.</p>



<p>Os ministros Edson Fachin e Cármen Lúcia divergiram. Eles consideraram que a concessão de incentivos fiscais aos defensivos agrícolas poderia contrariar princípios constitucionais ligados à proteção ambiental e à saúde.</p>



<p>Com a decisão, permanece válida a redução do ICMS sobre esses produtos. O julgamento encerra a discussão no Supremo sobre a constitucionalidade das normas questionadas.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<title>Criminosos furtam carga milionária de defensivos agrícolas em fazenda de Goiatins</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/criminosos-furtam-carga-milionaria-de-defensivos-agricolas-em-fazenda-de-goiatins/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Oct 2025 11:55:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na madrugada desta terça-feira, 28 de outubro, uma fazenda localizada na zona rural de Goiatins, no norte do Tocantins, foi alvo de um furto milionário de defensivos agrícolas. De acordo com informações da Polícia Militar, os criminosos invadiram o local e levaram cerca de 800 litros de produtos químicos, avaliados em mais de R$ 1 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Na madrugada desta terça-feira, 28 de outubro, uma fazenda localizada na zona rural de Goiatins, no norte do Tocantins, foi alvo de um furto milionário de defensivos agrícolas. De acordo com informações da Polícia Militar, os criminosos invadiram o local e levaram cerca de 800 litros de produtos químicos, avaliados em mais de R$ 1 milhão.</p>



<p>O gerente da propriedade, um homem de 34 anos, compareceu à 3ª Companhia Independente da Polícia Militar para registrar a ocorrência. Ele relatou que, ao chegar ao galpão onde os produtos eram armazenados, encontrou o portão aberto e sem cadeado, percebendo o furto durante a madrugada.</p>



<p>A propriedade pertence ao produtor rural Lázaro de Deus Vieira Neto, e o caso foi oficialmente registrado na 36ª Delegacia de Polícia Civil de Campos Lindos, sob o Boletim de Ocorrência nº 00100604/2025. Entre os produtos levados estão herbicidas Mesotriona, Ridover, Flex, Apressa e Pôquer, além do inseticida Karate Zon, totalizando mais de 5 mil litros e 2,4 toneladas de insumos agrícolas furtados.</p>



<p>Durante as investigações preliminares, a polícia identificou rastros de pneus de dois veículos de grande porte, possivelmente um caminhão e uma caminhonete, que teriam sido usados para o transporte da carga furtada.</p>



<p>A Polícia Civil dará continuidade às investigações para identificar e responsabilizar os autores do crime. O produtor pede o apoio da comunidade rural e de comerciantes do setor agropecuário para que não adquiram produtos sem nota fiscal ou procedência comprovada e denunciem qualquer informação que possa auxiliar na localização da carga.</p>



<p>Informações podem ser repassadas pelo telefone (94) 99230-8064. O proprietário oferece recompensa pela recuperação dos produtos furtados.</p>
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		<title>Cresce o uso de defensivos agrícolas em 2025 diante da forte pressão de pragas e doenças</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Oct 2025 12:09:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[defensivos agrícolas]]></category>
		<category><![CDATA[Doença]]></category>
		<category><![CDATA[Pragas]]></category>
		<category><![CDATA[Soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O  uso de defensivos agrícolas no Brasil deve encerrar 2025 com alta de 3,4% na área tratada (PAT) em relação ao ano anterior. É o que aponta o levantamento da Kynetec Brasil, encomendado pelo Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para a Defesa Vegetal (Sindiveg). O potencial de área tratada (PAT) total pode ultrapassar 2,6 bilhões de hectares. O [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O  uso de defensivos agrícolas no Brasil deve encerrar 2025 com alta de<strong> 3,4% na área tratada (PAT) em relação ao ano anterior</strong>. É o que aponta o levantamento da Kynetec Brasil, encomendado pelo Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para a Defesa Vegetal (Sindiveg).</p>



<p>O potencial de área tratada (PAT) total pode ultrapassar 2,6 bilhões de hectares.</p>



<p>O crescimento é impulsionado pela intensificação de manejos voltados ao controle de lagartas, pragas sugadoras e doenças fúngicas, <strong>especialmente nas lavouras de milho e soja.</strong></p>



<p>A maior incidência das pragas tem exigido aplicações adicionais ao longo do ciclo produtivo.</p>



<p>O dado apresentado não reflete apenas a área cultivada, mas também a intensidade de uso das tecnologias no campo, permitindo uma leitura mais fiel do comportamento do setor.</p>



<p><strong>Números</strong></p>



<p>Para o ano corrente, a&nbsp;<strong>projeção indica que o volume total de defensivos aplicados crescerá 4,9%</strong>&nbsp;em comparação a 2024.</p>



<p>Desse total, 45% correspondem a herbicidas, 24% a fungicidas, 23% a inseticidas, 1% a tratamentos de sementes, e os 7% restantes a outros produtos, como adjuvantes e inoculantes.</p>



<p>A soja responde por 55% da área tratada,&nbsp;<strong>seguida por milho (18%) e algodão (8%)</strong>. Em seguida aparecem pastagens (5%), cana-de-açúcar (4%), trigo (2%), feijão (2%), arroz (1%), hortifrúti (1%), café (1%) e outras culturas (2%).</p>



<p><strong>Locais</strong></p>



<p>Regionalmente,&nbsp;<strong>Mato Grosso e Rondônia</strong>&nbsp;lideram o uso de defensivos, com 32% da área tratada no país. A região conhecida como Bamatopipa, que&nbsp;<strong>reúne Bahia, Maranhão, Tocantins, Piauí e Pará&nbsp;</strong>— concentra 18% do total.</p>



<p>Na sequência aparecem São Paulo e Minas Gerais (13%), Rio Grande do Sul e Santa Catarina (10%), Paraná (9%), Goiás e Distrito Federal (8%), além de Mato Grosso do Sul, também com 8%. As demais regiões somam 2% da área nacional.</p>



<p><em>Por Agrofy. </em></p>
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		<item>
		<title>Carga de defensivos agrícolas caída em ponte entre TO e MA deve ser retirada de rio até o fim de abril, afirma Ibama</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/carga-de-defensivos-agricolas-caida-em-ponte-entre-to-e-ma-deve-ser-retirada-de-rio-ate-o-fim-de-abril-afirma-ibama/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jan 2025 11:41:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[defensivos agrícolas]]></category>
		<category><![CDATA[Ponte Jk]]></category>
		<category><![CDATA[Queda]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A carga de defensivos agrícolas que estava em carreta que caiu com a ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, entre o Tocantins e o Maranhão, não deverá ser retirada do Rio Tocantins antes do fim de abril deste ano. A informação foi divulgada pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) nesta terça-feira [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A carga de defensivos agrícolas que estava em carreta que caiu com a ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, entre o Tocantins e o Maranhão, não deverá ser retirada do Rio Tocantins antes do fim de abril deste ano. A informação foi divulgada pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) nesta terça-feira (21).</p>



<p>O acidente aconteceu no dia 22 de dezembro de 2024 e dez veículos, entre carros, motos, caminhonetes e carretas desmoronaram na água junto com o vão central da estrutura. Das 18 vítimas, um homem sobreviveu, 14 pessoas morreram e três ainda estão desaparecidas.</p>



<p>Na época do desabamento da ponte, foi identificado que duas carretas com 76 toneladas ácido sulfúrico e uma com 22 mil litros de defensivos agrícolas estavam no leito do rio.</p>



<p>Conforme o Ibama, as empresas responsáveis pelos produtos perigosos contrataram outras empresas especializadas em emergências químicas para a retirada do material.</p>



<p>Até o dia 9 de janeiro&nbsp;foram retiradas 29 bombonas com 20 litros de agrotóxicos, cada. Entretanto, a partir de 10 de janeiro o trabalho foi suspenso pelo aumento da vazão de água na Usina Hidrelétrica de Estreito.</p>



<p>Esse aumento, inclusive, levou à suspensão dos mergulhos para tentar localizar as três vítimas que estão desaparecidas. Eles são Salmon Alves Santos, de 65 anos, Felipe Giuvannuci Ribeiro, 10 anos (avô e neto), e Gessimar Ferreira da Costa, de 38 anos.</p>



<p>O Ibama afirmou que a profundidade do rio passa de 40 metros. Isso se tornou uma das dificuldades, incluindo a pouca visibilidade para a retirada de todos os recipientes.</p>



<p>Para conseguir retirar todo o material que está no rio, foi&nbsp;estimada a necessidade de 145 dias de mergulhos,&nbsp;segundo indicou o plano de uma das empresas especializadas contratadas para o serviço.</p>



<p>Para que seja possível realizar esses mergulhos de maneira segura, o rio precisa estar em uma vazão de aproximadamente 1.000 m³/s. Mas até o dia 15 de janeiro, a vazão de defluência a jusante da barragem estava em 7.532 m³/s, conforme acompanhamento da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA).</p>



<p>Nesse cenário, o Ibama espera que as bombonas se desloquem da área do acidente, podendo aparecer em outros pontos do rio. O Consórcio Estreito Energia (Ceste), responsável pelo controle da Usina, foi informado dessa possibilidade, mas explicou ao Instituto que&nbsp;não é possível garantir janelas de mergulhos no período úmido, que se estende até final de abril.&nbsp;Por isso foi preciso suspender os trabalhos de retirada dos agrotóxicos.</p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/XNq6P9OEu7SZhY3GBMfRV5AXYVc=/0x0:1920x1080/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/T/k/8fLwbsRbmMiMDfzBXxyg/defensivos.jpg" alt="Marinha divulga imagens de tanques que caíram no rio Tocantins; substâncias tóxicas não teriam vazado — Foto: Marinha do Brasil" style="width:1170px;height:auto"/></figure>



<p><em>Marinha divulga imagens de tanques que caíram no rio Tocantins; substâncias tóxicas não teriam vazado — Foto: Marinha do Brasil</em></p>



<p><em>Por Patricia Lauris, g1 Tocantins e TV Anhanguera</em></p>
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		<title>Ministério do Meio Ambiente: Amostras do Rio Tocantins não detectam contaminação por defensivos agrícolas</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/ministerio-do-meio-ambiente-amostras-do-rio-tocantins-nao-detectam-contaminacao-por-defensivos-agricolas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jan 2025 12:27:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Contaminação]]></category>
		<category><![CDATA[defensivos agrícolas]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Amostras coletadas no rio Tocantins, entre 24 e 29 de dezembro de 2024, não apontaram indícios de contaminação pelos defensivos agrícolas transportados pelos caminhões que estavam na Ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira (BR-226) que desabou. As análises foram feitas entre a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do [&#8230;]</p>
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<p>Amostras coletadas no rio Tocantins, entre 24 e 29 de dezembro de 2024,<strong> não apontaram indícios de contaminação pelos defensivos agrícolas</strong> transportados pelos caminhões que estavam na Ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira (BR-226) que desabou.</p>



<p>As análises foram feitas entre a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).</p>



<p>Os órgãos alertam que<strong>&nbsp;ainda há risco de contaminação</strong>&nbsp;caso os recipientes que envolvem o material químico transportado, que foi depositado no rio, se rompa. O risco envolve desde impactos ambientais até o abastecimento público de comunidades ribeirinhas e cidades ao longo do rio. A ponte liga as cidades de Aguiarnópolis (TO) e Estreito (MA).</p>



<p>Monitoramento da qualidade da água deve ser mantido até que o material seja totalmente removido da água, de acordo com os órgãos. Os três caminhões transportavam 22 mil litros de defensivos agrícolas e 76 toneladas de ácido sulfúrico, um produto químico corrosivo.<br><br><em>Por CNN.</em></p>
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		<title>Caminhões que caíram com ponte entre MA e TO tinham produtos perigosos</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/caminhoes-que-cairam-com-ponte-entre-ma-e-to-tinham-produtos-perigosos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Dec 2024 19:59:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Aguiarnópolis]]></category>
		<category><![CDATA[defensivos agrícolas]]></category>
		<category><![CDATA[Estreito]]></category>
		<category><![CDATA[Maranhão]]></category>
		<category><![CDATA[Ponte]]></category>
		<category><![CDATA[Queda]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A queda de uma ponte entre Aguiarnópolis, no Tocantins, e Estreito, no Maranhão, deixou pelo menos um morto e mais de 10 desaparecidos no Rio Tocantins, na tarde desse domingo (22). Quatro carretas, três motos e um carro de passeio foram atingidos pelo desabamento. A morte confirmada é de uma motociclista de 25 anos. Até [&#8230;]</p>
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<p>A queda de uma ponte entre Aguiarnópolis, no Tocantins, e Estreito, no Maranhão, deixou pelo menos um morto e mais de 10 desaparecidos no Rio Tocantins, na tarde desse domingo (22).<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1624754&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1624754&amp;o=node"></p>



<p>Quatro carretas, três motos e um carro de passeio foram atingidos pelo desabamento. A morte confirmada é de uma motociclista de 25 anos. Até o momento, ao menos 12 adultos e duas crianças de 3 e 11 anos seguem desaparecidos.</p>



<p>Os governadores do Maranhão, Carlos Brandão, e do Tocantins, Wanderlei Barbosa, lamentaram as mortes e informaram que estão com equipes das forças de segurança mobilizadas para auxiliar nas buscas, no socorro e no fluxo do trânsito da região. As buscas por desaparecidos foram suspensas na noite desse domingo.</p>



<p>Mergulhadores dos Bombeiros identificaram que dois dos caminhões que caíram da ponte estão carregados com produtos perigosos, um com ácido sulfúrico e o outro com agrotóxicos.</p>



<p>Outra equipe avaliará a situação da água do rio nesta segunda-feira. A Defesa Civil alerta para que a população da região evite contato e o consumo da água do Rio por risco à saúde com intoxicação e queimaduras.<br><br><em>Por Agência Brasil. </em></p>
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		<title>Dupla é presa por suspeita de roubar R$ 1,6 milhão em defensivos agrícolas de fazenda em Gurupi</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/dupla-e-presa-por-suspeita-de-roubar-r-16-milhao-em-defensivos-agricolas-de-fazenda-em-gurupi/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Dec 2024 11:49:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[defensivos agrícolas]]></category>
		<category><![CDATA[Fazenda]]></category>
		<category><![CDATA[Gurupi]]></category>
		<category><![CDATA[Roubo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dois homens foram presos suspeitos de envolvimento no roubo de 3.269 kg/litros de defensivos agrícolas, avaliados em R$ 1,6 milhão. Os homens, de de 33 e 43 anos, estavam com os defensivos em Gurupi, sul do estado, e o material levado de uma fazenda que fica em Brasilândia, foi entregue nesta quinta-feira (12). De acordo [&#8230;]</p>
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<p>Dois homens foram presos suspeitos de envolvimento no roubo de 3.269 kg/litros de defensivos agrícolas, avaliados em R$ 1,6 milhão. Os homens, de de 33 e 43 anos, estavam com os defensivos em Gurupi, sul do estado, e o material levado de uma fazenda que fica em Brasilândia, foi entregue nesta quinta-feira (12).</p>



<p>De acordo com a Polícia Militar (PM), o roubo dos defensivos aconteceu na madrugada de domingo (8). Na fuga, os criminosos abandonaram um veículo prata, que havia sido locado em Gurupi pelo suspeito de 33 anos.</p>



<p>Na terça-feira (10) equipes policiais encontraram o responsável pela locação no Jardim Boulevard, setor do município ao sul do estado. Ele contou à polícia que alugou o veículo a pedido de um colega. Esse mesmo colega o emprestou a uma terceira pessoa.</p>



<p>O homem ainda levou os policiais ao local onde estaria armazenado a grande quantidade de defensivos roubada.</p>



<p>Mais buscas foram feitas e conforme análise de imagens de câmeras de segurança da região, foi possível confirmar o envolvimento dos suspeitos no roubo.</p>



<p>No setor Bela Vista, ainda em Gurupi, a polícia flagrou uma caminhonete usada pelos suspeitos para depósito do material roubado. O dono do veículo é o homem de 43 anos, que confirmou que esteve no local onde foram localizados os defensivos agrícolas.</p>



<p>Os homens foram levados para a delegacia e eles foram autuados em flagrante pelo crime de roubo. Depois do procedimento na delegacia, eles foram encaminhados para a Casa de Prisão Provisória, e estão à disposição do Poder Judiciário.</p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/45TPl7th-3DxLA22LuucJPi4xuk=/0x0:720x960/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/z/B/LtX3vISzOIcSGfAyQ1Iw/whatsapp-image-2024-12-12-at-133506jpeg.jpeg" alt="Defensivos agrícolas foram recuperados pela Polícia Militar (PM) — Foto: Divulgação/PM" style="width:1170px;height:auto"/></figure>



<p><em>Defensivos agrícolas foram recuperados pela Polícia Militar (PM) — Foto: Divulgação/PM</em></p>



<p><em>Por Patricia Lauris, g1 Tocantins.</em></p>
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		<title>Programa para redução do uso de defensivos agrícolas está sendo elaborado, diz ministro</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/programa-para-reducao-do-uso-de-defensivos-agricolas-esta-sendo-elaborado-diz-ministro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Oct 2024 14:17:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[defensivos agrícolas]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério do Desenvolvimento Agrário]]></category>
		<category><![CDATA[redução]]></category>
		<category><![CDATA[uso de defensivos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, disse que o Programa Nacional de Redução de Agrotóxicos (Pronara) está em fase de elaboração. A implementação da medida está prevista no Plano Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (Planapo), lançado nesta quarta-feira (16), no Palácio do Planalto. “O objetivo é substituir aqueles agrotóxicos altamente [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, disse que o Programa Nacional de Redução de Agrotóxicos (Pronara) está em fase de elaboração.</p>



<p>A implementação da medida está prevista no Plano Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (Planapo), lançado nesta quarta-feira (16), no Palácio do Planalto.</p>



<p>“O objetivo é substituir aqueles agrotóxicos altamente tóxicos, altamente periculosos, mapeá-los e fazer um programa que envolva a Embrapa, envolve as universidades, envolva as empresas, de substituição desses agrotóxicos por bioinsumos”, explicou Teixeira a jornalistas após a cerimônia no Palácio do Planalto.<br><br><strong>Discordâncias entre setores</strong></p>



<p>A estratégia do governo federal, segundo Teixeira, é reduzir o uso de agroquímicos de alta periculosidade e alta toxicidade – classificação que é feita pela Anvisa.</p>



<p>O Pronara foi elaborado em 2014, mas não foi implementado até hoje com discordância do setor produtivo e da indústria de defensivos. A decisão de incluir o Pronara no Planapo foi do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.</p>



<p>A inclusão da estratégia de redução do uso dos agroquímicos causou divergência entre o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) e o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). A Agricultura havia apresentado veto ao Pronara por “questões técnicas”.</p>



<p>O tema chegou ao Palácio do Planalto e foi consenso entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e os ministros no último mês. Nesta quarta, o Planapo foi assinado pelo ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, e do Desenvolvimento Social, Wellington Dias, além de Teixeira.</p>



<p>“Tudo está consensuado no governo. O Pronara está esperando o fechamento para sair a portaria”, disse Teixeira.<br><br><strong>Programa contempla apoio financeiro</strong></p>



<p>Teixeira afirmou que os agrotóxicos que serão alvo do programa serão definidos a partir da portaria que institui o programa, assim como os estímulos e apoio financeiro que serão dados para a substituição dos agroquímicos por bioinsumos pelos produtores rurais.</p>



<p>“O presidente bateu o martelo e agora iremos fechar a portaria que institui o programa. Cada um que tiver um similar disponível, será proibido. Essa é a proposta”, acrescentou o ministro do MDA. Ele não detalhou metas ou prazos de redução do Pronara.</p>



<p>Também na coletiva, o ministro da Secretaria Geral da Presidência, Márcio Macêdo, que coordenou o Planapo, afirmou que os defensivos a serem reduzidos pelo Pronara são os químicos já proibidos na Europa e com comercialização liberada no Brasil.</p>



<p>“Isso atenta contra a saúde do nosso povo. Vamos nos debruçar nisso, sem nenhum tipo de caça às bruxas nem nenhuma perseguição. Apenas fazendo um estudo, um debate na sociedade, para ser um processo de substituição na direção de uma alimentação saudável”, afirmou Macêdo.</p>



<p>Para o presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Rodrigo Agostinho, a inclusão do Pronara no Planapo foi o primeiro passo dado pelo governo.</p>



<p>“Agora haverá a regulamentação do Pronara, mas é um gesto do governo de caminhar para produção mais sustentável e apoiar o produtor na substituição de produtos altamente tóxicos para sua saúde, para o meio ambiente e para a produção por agrotóxicos menos perigosos”, afirmou Agostinho.</p>



<p>Essa regulamentação tende a passar pelo sistema tripartite de registro, controle e fiscalização de defensivos agrícolas, que engloba Ibama, Anvisa e Ministério da Agricultura.</p>



<p><em>Por Estadão Conteúdo. </em></p>
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		<title>Ação itinerante recolhe mais de mil embalagens vazias de defensivos agrícolas em cidades do Tocantins</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/acao-itinerante-recolhe-mais-de-mil-embalagens-vazias-de-defensivos-agricolas-em-cidades-do-tocantins/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Oct 2024 15:00:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[adapec]]></category>
		<category><![CDATA[defensivos agrícolas]]></category>
		<category><![CDATA[Embalagens]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
		<category><![CDATA[vazias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pequenos e médios produtores rurais dos municípios de Palmas e Miracema, no Tocantins (TO), foram contemplados com ações do Projeto de Recebimento Itinerante (RI) de embalagens vazias de defensivos agrícolas. Nas duas edições foram devolvidas 1.309 embalagens de pesticidas e 300 quilos de embalagens secundárias, beneficiando diretamente 27 produtores. O gerente de inspeção vegetal da [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Pequenos e médios produtores rurais dos municípios de Palmas e Miracema, no Tocantins (TO), foram contemplados com ações do Projeto de Recebimento Itinerante (RI) de embalagens vazias de defensivos agrícolas. Nas duas edições foram devolvidas 1.309 embalagens de pesticidas e 300 quilos de embalagens secundárias, beneficiando diretamente 27 produtores.</p>



<p>O gerente de inspeção vegetal da Agência de Defesa Agropecuária (Adapec), Carlos Cesar Barbosa, ressaltou que a Agência aproveitou para realizar, antes da ação, um trabalho de sensibilização junto aos produtores rurais sobre a importância da devolução das embalagens. “Nosso objetivo é conscientizar os produtores para a retirada deste passivo do campo, por isso, somamos força nesta parceria com as Centrais e os demais órgãos envolvidos neste projeto,” destacou.</p>



<p>O produtor rural João Carneiro esteve na ação e avaliou a iniciativa como positiva. “É sempre uma grande dificuldade devolver este material, principalmente, ao pequeno produtor. Esta oportunidade é de grande valia, pois mesmo uma pessoa que adquiriu uma embalagem de pesticida, é importante que ele faça o procedimento correto e a devolução”, afirmou.&nbsp;</p>



<p>As duas edições de RI contaram com a parceria do Governo do Estado, por meio da Adapec, com a Central de Silvanópolis dirigida pela Associação dos Revendedores de Insumos Agropecuários de Porto Nacional (Areia) e a Central de Pedro Afonso, administrada pela Associação das Revendas de Insumos Agropecuárias do Médio Norte Tocantinense (Atria).<br><br><em>Por Adapec Tocantins. </em></p>
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