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	<title>desabamento Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>desabamento Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Após 7 meses, operação retoma retirada de agrotóxicos do Rio Tocantins deixados por desabamento de ponte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Jul 2025 12:29:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ao longo do mês de julho, uma equipe técnica do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) vem retomando os trabalhos para a remoção de mais de mil&#160;galões de agrotóxicos&#160;alojados no fundo do rio Tocantins desde dezembro de 2024. Documentos obtidos pela&#160;Repórter Brasil&#160;via LAI (Lei de Acesso à Informação) revelam que o cronograma da operação [&#8230;]</p>
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<p>Ao longo do mês de julho, uma equipe técnica do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) vem retomando os trabalhos para a remoção de mais de mil<a href="https://www.brasildefato.com.br/2024/12/24/9-toneladas-de-agrotoxicos-proibidos-na-uniao-europeia-foram-derramados-no-rio-tocantins-eles-nao-somem-alerta-especialista/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;galões de agrotóxicos</a>&nbsp;alojados no fundo do rio Tocantins desde dezembro de 2024.</p>



<p>Documentos obtidos pela&nbsp;<em>Repórter Brasil</em>&nbsp;via LAI (Lei de Acesso à Informação) revelam que o cronograma da operação prevê atividades contínuas até setembro.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p>São 219 dias desde o acidente com três caminhões que transportavam defensivos agrícolas e ácido sulfúrico. Os veículos caíram no rio após o desabamento da ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, na BR-226, entre Estreito (MA) e Aguiarnópolis (TO). Apenas 29 bombonas foram retiradas até agora.</p>



<p>As cargas transportavam substâncias como 2,4-D, picloram e acetamiprido, agrotóxicos classificados como perigosos para a saúde humana e para o meio ambiente. No entanto, a maior parte desse material segue submersa até hoje, sob risco de vazamento.</p>



<p>As ações de retirada começaram logo após o acidente, mas foram&nbsp;<a href="https://www.gov.br/ibama/pt-br/assuntos/notas/2025/retirada-das-bombonas-de-agrotoxicos-no-rio-tocantins" target="_blank" rel="noreferrer noopener">suspensas no início de janeiro</a>, após o aumento do nível do rio devido às chuvas e à abertura das comportas da Usina Hidrelétrica Estreito, localizada a 3 km do ponto do acidente. O Ibama (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais) interrompeu os trabalhos alegando risco à segurança das equipes de mergulho.</p>



<p>Desde então, o processo segue com lentidão. Em maio, o Dnit informou à&nbsp;<em>Repórter Brasil</em>&nbsp;que a retomada das atividades dependia de fatores externos, como clima, força da correnteza e atividade da barragem. Somente no início de julho – pouco mais de seis meses após a suspensão – o órgão confirmou a retomada dos trabalhos.</p>



<p>Em resposta enviada à reportagem, o Ibama afirmou que está elaborando um relatório sobre o tema após visita de equipes ao local.&nbsp;</p>



<p>Já o Dnit informou que uma equipe técnica reiniciou as inspeções no rio no dia 1º de julho, utilizando sonares e equipamentos não tripulados para localizar os veículos e as cargas submersas. A próxima etapa é a de mergulhos técnicos.</p>



<p>Após essa fase, será feito o mapeamento completo do local e um plano de remoção individualizado para cada carga, considerando profundidade, escombros e riscos associados.&nbsp;<a href="https://reporterbrasil.org.br/2025/07/integra-das-respostas-enviadas-para-reportagem-sobre-as-operacoes-de-retirada-de-agrotoxicos-do-rio-tocantins/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Leia aqui</a>&nbsp;a nota completa.</p>



<p><strong>Análises ainda não detectaram contaminação do rio</strong></p>



<p>Boletins hidrometeorológicos consultados pela<em>&nbsp;Repórter Brasil</em><strong>&nbsp;</strong>mostram que as condições atuais do rio Tocantins são favoráveis para a execução dos mergulhos e da retirada dos galões.</p>



<p>Análises de vazão e nível da água feitas pelo Serviço Geológico do Brasil (SGB) e pela ANA (Agência Nacional das Águas e Saneamento Básico) indicam que o rio está sob regime estável, com baixa pluviosidade e correnteza reduzida – cenário oposto ao que justificou a paralisação das atividades em janeiro. A turbidez da água também está baixa, o que favorece a visibilidade subaquática necessária para a operação.</p>



<p>A Usina Hidrelétrica Estreito, responsável pela barragem que influencia o nível do rio, afirmou que opera no modelo “a fio d’água” e que a vazão segue as regras da Resolução ANA nº 070/2021. Segundo o consórcio, qualquer ajuste depende de solicitação e autorização dos órgãos reguladores.</p>



<p>De acordo com o relatório de monitoramento da água do&nbsp;<a href="https://www.brasildefato.com.br/2025/04/28/galoes-de-agrotoxico-viajam-300-km-pelo-rio-tocantins-e-sao-encontrados-no-para/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Rio Tocantins</a>, obtido pela&nbsp;Repórter Brasil&nbsp;por meio de LAI, as análises realizadas até o dia 10 de abril não detectaram a contaminação da água por agrotóxicos acima do limite permitido.&nbsp;</p>



<p>Contudo, o risco ambiental persiste. A permanência prolongada dos galões no fundo do rio aumenta as chances de vazamento e de impactos ao ecossistema aquático e às populações que dependem do Tocantins para abastecimento e pesca.</p>



<p><strong>Comunidades se queixam da falta de diálogo com o poder público</strong></p>



<p>O rio Tocantins nasce em Goiás e percorre os estados do Tocantins, Maranhão e Pará. Ele é uma das principais fontes de água da região, utilizado no abastecimento de municípios, na irrigação de lavouras, no sustento de comunidades pesqueiras e até como espaço de lazer para a população.</p>



<p>Apesar da importância do rio para as populações locais, lideranças se queixam da falta de diálogo do poder público com comunidades próximas ao ponto do acidente.</p>



<p>“Não houve, em nenhum momento, nenhum tipo de conversa ou de aproximação dos órgãos responsáveis pela retirada dos materiais que estão no fundo do rio com as comunidades Apinayé”, afirma Ricardo Murakami, representante de uma associação da Terra Indígena Apinayé, na região de Tocantinópolis (TO).</p>



<p>Especialistas apontam que há riscos do consumo contínuo de pequenas quantidades de agrotóxicos, mesmo quando estão dentro dos limites considerados seguros.</p>



<p>Logo após o acidente, a ANA chegou a dizer que a alta vazão do rio Tocantins ajudaria a diluir rapidamente os pesticidas, o que diminuiria os riscos para a população. Para Fábio Kummrow, professor de toxicologia da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), não é possível garantir essa afirmação sem que os resultados sejam divulgados à população.</p>



<p>“É muito fácil assumir que está chovendo, que a vazão está alta e que não há risco. É um discurso válido, mas sem dados numéricos, é um discurso vazio”, afirma. “Se está tudo normal, por que não divulgam os dados?”, disse o pesquisador em reportagem publicada em abril, na qual a<em>&nbsp;Repórter Brasil</em>&nbsp;revelou que parte dos galões foi&nbsp;<a href="https://reporterbrasil.org.br/2025/04/galoes-agrotoxicos-viajam-rio-tocantins/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">arrastada pela correnteza e chegou a municípios do Pará</a>, a mais de 300 km do local do acidente. Alguns foram recolhidos por prefeituras e devolvidos à empresa responsável pela carga.</p>



<p><em>Conteúdo originalmente publicado em <a href="https://reporterbrasil.org.br/2025/07/retirada-agrotoxicos-submersos-7-meses-rio-tocantins-retomada/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Repórter Brasil</a></em>.</p>
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		<title>Nova ponte entre Tocantins e Maranhão atinge 35% de execução, cinco meses após desabamento</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/nova-ponte-entre-tocantins-e-maranhao-atinge-35-de-execucao-cinco-meses-apos-desabamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Jun 2025 14:21:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Estadual]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As obras da nova ponte que vai ligar o Tocantins e o Maranhão pela BR-226 chegaram a 35% dos serviços executados, segundo informou o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). A antiga estrutura desabou em dezembro de 2024 e deixou 14 mortes, três pessoas desaparecidas e uma ferida. A ponte Ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira fica [&#8230;]</p>
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<p>As obras da nova ponte que vai ligar o Tocantins e o Maranhão pela BR-226 chegaram a 35% dos serviços executados, segundo informou o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). A antiga estrutura desabou em dezembro de 2024 e deixou 14 mortes, três pessoas desaparecidas e uma ferida.</p>



<p>A ponte Ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira fica entre os municípios de Aguiarnópolis (TO) e Estreito (MA). O acidente aconteceu no dia 22 de dezembro do ano passado. O que restou da ponte foi demolido no dia 2 de fevereiro e logo depois começaram as obras.</p>



<p>Conforme o DNIT, houve a conclusão das fundações e o consócio responsável pela obra executa atualmente os trabalhos da mesoestrutura, com a construção dos pilares e das travessas.</p>



<p>O Departamento destacou também que a área já tem 24 fundações executadas e 18 dos 26 pilares prontos. As equipes ainda realizam a instalação de 45 vigas pré-moldadas. A previsão do projeto é instalar nas próximas etapas 2.088 pré-lajes pré-fabrica, que segundo o DNIT vai agilizar a construção.</p>



<p>Na época da contratação do consórcio responsável pela construção, o DNIT informou que, conforme o projeto, a nova estrutura deverá ter 100 metros a mais que a anterior e um comprimento total de 630 metros, com um vão livre de 154 metros. A previsão de entrega da obra é até o dia 22 de dezembro deste ano. O investimento é de R$ 171,9 milhões do Governo Federal.</p>



<p><strong>Relembre a tragédia</strong></p>



<p>Vereador mostrava situação da ponte e flagrou momento da queda</p>



<p>O vão da ponte caiu no dia 22 de dezembro de 2024, por volta das 14h50. Um vereador de Aguiarnópolis que denunciava a situação precária da estrutura flagrou o momento.</p>



<p>Duas caminhonetes, um carro, três motos e quatro caminhões passavam pelo local na hora e caíram dentro do rio. Três desses caminhões carregavam ácido sulfúrico e agrotóxicos. Uma pessoa sobreviveu, 14 morreram e três ainda estão desaparecidas.</p>



<p>Para que a nova ponte seja construída, as partes remanescentes da Juscelino Kubitschek tiveram que ser implodidas. As estruturas receberam 250 kg de explosivos e a ação durou cerca de 15 segundos.<br><br><em>Por Patricia Lauris, g1 Tocantins.</em></p>



<p></p>
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		<title>Resgate de vítimas de desabamento de ponte entre Estreito e Aguiarnópolis vai ser interrompido</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jan 2025 13:12:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estadual]]></category>
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<p>Com a previsão de vazão na hidrelétrica de Estreito, no Maranhão, o trabalho para resgate de vítimas e retirada de materiais, no Rio Tocantins, vai ser interrompido.&nbsp;<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1626495&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1626495&amp;o=node"></p>



<p>A decisão foi tomada após reunião com diversos órgãos que participam do gerenciamento das medidas preventivas e riscos existentes após o desabamento da Ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, que liga o Maranhão ao Tocantins. &nbsp;</p>



<p>Até o momento, 14 corpos&nbsp;foram resgatados e três pessoas estão desaparecidas. &nbsp;</p>



<p>Desde o acidente, em 22 de dezembro, o nível das águas no Rio Tocantins tem sido monitorado.&nbsp;Isso vale principalmente para a usina hidrelétrica de Estreito, que fica rio acima, e que vem apresentando aumento do nível por causa das chuvas na região nos últimos dias. &nbsp;</p>



<p>Para reduzir o volume de armazenamento, a partir desta sexta-feira (10), a usina vai operar com vazão de 4700 metros cúbicos por segundo; aumentando gradativamente.</p>



<p>Como a operação para o mergulho é mais segura com vazões menores; e com a previsão de vazões mais altas na próxima semana, não vai ser possível a realização de mergulhos para o resgate de pessoas, nem para a retirada de material.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Os profissionais também monitoram a qualidade da água; porque entre os veículos submersos, estão caminhões com cargas de ácido sulfúrico e pesticidas. De acordo com a Agência Nacional de Águas, o monitoramento não mostra alteração nos níveis de pesticidas no rio Tocantins. &nbsp;</p>



<p>A retirada dos veículos de dentro do rio vai ser feita pelo DNIT,&nbsp;Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes. Uma nova reunião está prevista para a próxima quinta-feira (16).&nbsp;</p>



<p><em>Por Agência Brasil. </em></p>
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