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	<title>escoamento agrícola Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>escoamento agrícola Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Produtores se unem para construir estradas e garantir o escoamento da safra no TO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jan 2026 11:33:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com safra recorde à vista, setor produtivo assume obras de infraestrutura viária para evitar gargalos logísticos A proximidade de mais uma grande safra no Tocantins reacende um debate antigo no estado: a necessidade de estradas em boas condições para garantir o escoamento da produção agrícola. Com a colheita de soja prevista para começar no final [&#8230;]</p>
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<p><em>Com safra recorde à vista, setor produtivo assume obras de infraestrutura viária para evitar gargalos logísticos</em></p>



<p>A proximidade de mais uma grande safra no Tocantins reacende um debate antigo no estado: a necessidade de estradas em boas condições para garantir o escoamento da produção agrícola. Com a colheita de soja prevista para começar no final de janeiro e ganhar força entre fevereiro e março, produtores rurais têm se organizado para enfrentar um dos principais desafios do agro tocantinense fora da lavoura: a infraestrutura viária.</p>



<p>A estimativa para a safra 2025/2026 é de aproximadamente 5,75 milhões de toneladas de soja, segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O volume deve contribuir para que a produção total de grãos do estado ultrapasse 9,6 milhões de toneladas, um novo recorde histórico. Para que essa produção chegue aos mercados consumidores e aos portos, o caminho começa nas estradas vicinais e nas rodovias estaduais.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/3c_4j7vfOxI5irEpeU21fTATgJk=/0x0:1280x960/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/x/B/2uy5ZMQN6QKPZ12oupWg/foto-1-foto-yuri-felipe-sousa-.jpeg" alt="Estradas vicinais são fundamentais para garantir o escoamento da safra e reduzir custos logísticos no agro tocantinense. — Foto: Yuri Felipe Sousa"/></figure>



<p><em>Estradas vicinais são fundamentais para garantir o escoamento da safra e reduzir custos logísticos no agro tocantinense. — Foto: Yuri Felipe Sousa</em></p>



<p>Na região conhecida como Garganta, na divisa entre Tocantins e Bahia, a mobilização dos produtores avançou para um novo patamar. Ao todo, a estrada que marca a divisa entre os dois estados soma cerca de 90 quilômetros. A atuação direta da associação de produtores ocorre no trecho da Garganta, enquanto há também estradas no lado baiano que dão acesso às fazendas. Nesse caso, o asfalto foi executado pelos próprios produtores, em parceria com a Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (AIBA), entidade que atua em todo o Oeste da Bahia.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/RZ0ykBFCUiC0HbYVfZTvkGAt7n4=/0x0:1280x960/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/U/d/V1jsY2R6OPGC8v7BTzzA/foto-2-foto-yuri-felipe-sousa-..jpeg" alt="Trechos asfaltados pelos próprios produtores evidenciam a organização do setor produtivo diante dos gargalos históricos de infraestrutura no estado. — Foto: Arquivo/APROSOJA TOCANTINS"/></figure>



<p><em>Trechos asfaltados pelos próprios produtores evidenciam a organização do setor produtivo diante dos gargalos históricos de infraestrutura no estado. — Foto: Arquivo/APROSOJA TOCANTINS</em></p>



<p>O produtor rural Martin Dowich explicou que a iniciativa surgiu da necessidade prática de manter a produção circulando. “Essa estrada da divisa Tocantins-Bahia tem aproximadamente 90 quilômetros. A nossa associação atua diretamente na Garganta, mas existem também estradas no lado da Bahia que dão acesso às fazendas. Lá, o asfalto foi feito pelos produtores em parceria com a AIBA”, relatou.</p>



<p>Segundo Dowich, um dos trechos mais estratégicos do corredor logístico foi implantado recentemente pelos próprios produtores. “Os 40 quilômetros que hoje dão sustentação a esse eixo não foram apenas recuperados. Eles foram feitos do zero, com asfalto novo, construído pelos produtores, porque não havia mais condições de depender de estrada de terra em uma região que escoa volumes cada vez maiores de grãos”, afirmou.</p>



<p>Ele destaca que esse trecho já mudou a dinâmica do transporte na região. “A estrada que segue em direção a Mateiros é uma continuidade desses 40 quilômetros já asfaltados. A previsão agora é avançar com mais 13 quilômetros de asfalto novo e realizar a manutenção de outros 40 quilômetros, garantindo condições adequadas de tráfego em todo o corredor”, acrescentou.</p>



<p>Com o avanço das obras, os reflexos já são percebidos no dia a dia de quem transporta produção e insumos. “Hoje sentimos o retorno em conforto, segurança e redução de custos. Por ali passa muito carregamento de soja, milho, algodão e também todos os insumos. E não é só o agro. A estrada melhora o acesso entre cidades e beneficia toda a região”, completou Dowich.</p>



<p>Municípios como Lagoa da Confusão, Cristalândia, Pium, Formoso do Araguaia, Santa Rita do Tocantins e Dueré dependem diretamente das estradas vicinais e das rodovias estaduais para levar a produção até as vias principais. Nessas regiões, qualquer problema na malha viária se traduz em atraso, aumento de custos e risco de perdas.</p>



<p>Grande parte desse fluxo converge para a BR-153, principal corredor logístico do estado, responsável por conectar a produção tocantinense aos mercados do Sul e Sudeste e aos portos do Arco Norte. Além dela, rodovias estaduais cumprem papel estratégico no acesso aos terminais multimodais de Palmeirante, Porto Nacional e Alvorada, onde a carga segue por outros modais até os portos.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/2AtA0X5v8TFMPg3u5YenLmimbcY=/0x0:1280x960/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/h/H/9fTYh3Rnqh6mMYeJxMUQ/foto-3-foto-yuri-felipe-sousa-..jpeg" alt="Rodovias que conectam as áreas produtivas à BR-153 sustentam a competitividade do agro e a integração com os mercados nacionais. — Foto: Yuri Felipe Sousa"/></figure>



<p><em>Rodovias que conectam as áreas produtivas à BR-153 sustentam a competitividade do agro e a integração com os mercados nacionais. — Foto: Yuri Felipe Sousa</em></p>



<p>A presidente da Aprosoja Tocantins, Caroline Barcellos, avalia que a mobilização dos produtores evidencia a urgência de soluções diante da falta de infraestrutura adequada. “Com uma safra desse tamanho, não dá para pensar só na produção. A estrada também é parte da lavoura. Quando o produtor se organiza para construir ou manter uma estrada, não é por satisfação, mas porque precisa garantir o escoamento da produção diante da ausência do poder público”, afirmou.</p>



<p>Para o setor produtivo, o recado é claro. A competitividade do agro tocantinense passa, necessariamente, pela capacidade de transformar gargalos históricos em soluções coletivas. Com a safra se aproximando, cada quilômetro asfaltado ou mantido representa menos custo, mais segurança e mais desenvolvimento ao longo das rotas que sustentam a economia do estado.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/Ue0Aq1BrqIDgopky4TjjkQ95x3k=/0x0:1280x960/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/H/Y/0SP7StRDGNpYBWWsbhpw/foto-4-foto-yuri-felipe-sousa-..jpeg" alt="A melhoria das estradas é parte estratégica da lavoura e impacta diretamente a segurança, a logística e o desenvolvimento regional. — Foto: Yuri Felipe Sousa"/></figure>



<p><em>A melhoria das estradas é parte estratégica da lavoura e impacta diretamente a segurança, a logística e o desenvolvimento regional. — Foto: Yuri Felipe Sousa</em></p>



<p><em>Por Ascom Aprosoja Tocantins. </em><a href="https://aprosojato.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a></p>
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		<title>Após gargalos logísticos, estradas vicinais começam a ser recuperadas no Tocantins</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/apos-gargalos-logisticos-estradas-vicinais-comecam-a-ser-recuperadas-no-tocantins/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jan 2026 12:48:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (Seagro), em parceria com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), está promovendo a recuperação de estradas vicinais em diversas regiões do estado, com foco na melhoria do escoamento da produção agrícola.  O titular da Seagro, Fred Sodré, destaca que a recuperação das estradas vicinais é [&#8230;]</p>
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<p>A Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (Seagro), em parceria com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), está promovendo a recuperação de estradas vicinais em diversas regiões do estado, com foco na melhoria do escoamento da produção agrícola. </p>



<p>O titular da Seagro, Fred Sodré, destaca que a recuperação das estradas vicinais é estratégica para garantir competitividade ao setor produtivo. “Investir em infraestrutura rural é assegurar que o produtor tenha condições adequadas para escoar sua produção, reduzir custos logísticos e ganhar eficiência. As estradas vicinais são fundamentais para integrar o campo aos mercados e fortalecer o desenvolvimento econômico dos municípios”, ressalta o secretário.</p>



<p>De acordo com o gerente de Captação de Recursos e Projetos Especiais da Seagro, Miguel Anderson Caminha, as estradas vicinais têm grande importância econômica e social. “Do ponto de vista econômico, são essenciais para o escoamento da produção agrícola e para o abastecimento das zonas urbanas. Além disso, é por meio dessas vias que os insumos chegam às propriedades rurais em todo o Tocantins”, explica.</p>



<p>O gerente acrescenta ainda que os serviços de recuperação atendem pequenos, médios e grandes produtores, facilitando tanto o transporte de insumos quanto o escoamento da produção agrícola em diferentes regiões do estado.&nbsp;</p>



<p>O serviço é executado por meio de convênio iniciado em 2020, com investimento aproximado de R$ 7,4 milhões. Desde o início do convênio, diversos trechos de estradas vicinais já foram recuperados, contemplando os municípios de Alvorada, Barrolândia, Carrasco Bonito, Cristalândia e Paranã. Atualmente, as frentes de trabalho estão concentradas no município de Barrolândia, na região central do Estado.</p>



<p><strong>Dados</strong></p>



<p>Até o momento, já foram recuperados aproximadamente 240 km de estradas vicinais em diversos municípios tocantinenses. Atualmente, estão em execução cerca de 37 km, com previsão de licitação de mais 25 km até o encerramento do convênio, totalizando cerca de 300 km recuperados.</p>



<p><strong>Produção agrícola</strong></p>



<p>A estimativa para a colheita de grãos no Tocantins é promissora para a safra 2025/2026. A projeção aponta para uma colheita de aproximadamente 5,75 milhões de toneladas de soja, contribuindo para que a produção total de grãos no estado ultrapasse a marca histórica de 9,6 milhões de toneladas.</p>



<p>A expectativa para o início da colheita da soja no Tocantins é para o final de janeiro de 2026, com maior intensidade nos meses de fevereiro e março, conforme o ciclo das culturas utilizadas, precoces, médias ou tardias.</p>



<p><em>Por Elmiro de Deus/Governo do Tocantins.<br></em></p>
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