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	<title>Estreito Archives - Tocantins Rural</title>
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	<lastBuildDate>Tue, 24 Feb 2026 13:04:47 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Estreito Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Relatório da CGU aponta valores acima do estimado em obra de ponte reconstruída entre TO e MA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 13:04:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estadual]]></category>
		<category><![CDATA[Aguiarnópolis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Controladoria-Geral da União (CGU) apresentou um relatório que aponta &#8220;indicativo de risco de sobrepreço&#8221; na construção da ponte Juscelino Kubitschek, localizada entre Tocantins e Maranhão, na BR-226. O documento identificou inconsistências no orçamento e riscos contratuais. O relatório foi concluído e apresenta análises e recomendações. A CGU deve continuar o monitoramento. (CORREÇÃO: o g1 errou ao informar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Controladoria-Geral da União (CGU) apresentou um relatório que aponta &#8220;indicativo de risco de sobrepreço&#8221; na construção da ponte Juscelino Kubitschek, localizada entre Tocantins e Maranhão, na BR-226. O documento identificou inconsistências no orçamento e riscos contratuais. O relatório foi concluído e apresenta análises e recomendações. A CGU deve continuar o monitoramento.</p>



<p><em>(CORREÇÃO: o g1 errou ao informar que o relatório da CGU apontou sobrepreço na reconstrução da ponte que desabou entre Tocantins e Maranhão. O relatório aponta que há indicativo de risco de sobrepreço. A informação foi corrigida às 14h50 de 20 de fevereiro)</em></p>



<p>A ponte foi entregue em dezembro de 2025, um ano após a queda da antiga estrutura, que deixou 14 mortos e três desaparecidos.&nbsp;<strong>O investimento foi de R$ 171.969.000.</strong></p>



<p>Segundo o relatório, &#8220;verifica-se, portanto, que o valor contratado pelo DNIT (R$ 171.969.000,00) seria R$ 17.819237,16 (R$ 171.969.000,00 – R$ 154.149.762,84) acima do valor considerado pela equipe de auditoria (cerca de 12%)&#8221;.</p>



<p>O DNIT informou ao&nbsp;<strong>g1</strong>&nbsp;que o orçamento foi elaborado com base em estimativas técnicas compatíveis com a complexidade da obra e com as informações disponíveis à época da contratação. Caso a análise técnica constate a necessidade de ajustes nos quantitativos ou valores, o DNIT adotará todas as providências administrativas cabíveis<em>&nbsp;(veja a nota completa abaixo).</em></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Tal valor é um indicativo do risco de sobrepreço no contrato decorrente de possíveis inconsistências na forma da estimativa paramétrica, realçando a importância de que esta seja construída sobre uma amostra criteriosamente selecionada e tratada, a fim de melhor refletir os preços praticados no mercado&#8221;, apontou a CGU.</p>
</blockquote>



<p>A CGU, afirmou em nota, que o relatório não constatou um sobrepresso, mas inadequações na metodologia adotada pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) para estimar o valor de referência para a contratação da obra, especificamente no processo de orçamentação paramétrica<em>&nbsp;(veja nota completa abaixo)</em>.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/9fgVI04Yji3FvdA-IyvFT2bONQY=/0x0:1600x846/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/9/I/BNpq7zRyAeVKz4lcmy7A/whatsapp-image-2025-07-01-at-09.32.55.jpeg" alt="Ponte foi entregue no fim de 2025 — Foto: Divulgação/DNIT"/></figure>



<p><em>Ponte foi entregue no fim de 2025 — Foto: Divulgação/DNIT</em></p>



<p>A CGU também apontou que o DNIT teria simulado o valor da construção com base em obras antigas, algumas com mais de 10 anos, além de atualizações financeiras superiores a 100%. Isso teria levado à distorção dos valores reais de mercado.</p>



<p>Segundo a controladoria, as cartas de solicitação de propostas e as justificativas formais para a escolha das empresas consultadas não foram encontradas nos autos, prejudicando a rastreabilidade do processo.</p>



<p><strong>O relatório já foi concluído e apresenta análises e recomendações ao DNIT; veja abaixo:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Criação de normativos internos para padronizar a escolha de amostras em orçamentos paramétricos</li>



<li>Realização de análise técnica rigorosa do orçamento detalhado da obra para ajustar eventuais distorções e avaliar a necessidade de reequilíbrio econômico-financeiro</li>



<li>Atualização do Manual de Contratações de Obras Emergenciais de acordo com a Nova Lei de Licitações</li>
</ul>



<p><strong>Desabamento da ponte</strong></p>



<p><a class="" href="https://g1.globo.com/ma/maranhao/noticia/2024/12/22/ponte-entre-maranhao-e-tocatins-desaba-sobre-rio.ghtml">A ponte caiu por volta das 14h50 do dia 22 de dezembro de 2024.&nbsp;</a>No desabamento, caíram no Rio Tocantins três motos, um carro, duas caminhonetes e quatro caminhões, sendo que dois deles carregavam 76 toneladas de ácido sulfúrico e outros 22 mil litros de defensivos agrícolas.</p>



<p>Ao todo, 18 pessoas foram vítimas do colapso da ponte, sendo que apenas um homem conseguiu sobreviver. Antes da ponte cair, moradores dos dois estados alertavam as autoridades sobre a situação da estrutura. A queda aconteceu no exato momento em que o vereador de&nbsp;<a class="" href="https://g1.globo.com/to/tocantins/cidade/aguiarnopolis/">Aguiarnópolis</a>, Elias Júnior (Republicanos), filmava o local para denunciar os problemas da ponte que liga a cidade a Estreito, no Maranhão.</p>



<p>O restante da estrutura antiga foi implodido em fevereiro de 2025 e as obras começaram logo depois. A ponte foi inaugurada no dia 22 de dezembro de 2025.</p>



<p>A estrutura tem 630 metros de extensão, 19 metros de largura e um vão livre de 154 metros. Os veículos de pequeno, médio e grande porte vão trafegar por duas faixas de rolamento de 3,6 metros cada, e contar com dois acostamentos com três metros cada, barreiras de proteção do tipo New Jersey, dois passeios para pedestres e guarda-corpo em cada extremidade do tabuleiro.</p>



<p><strong>Íntegra da nota do DNIT</strong></p>



<p><em>O DNIT informa que, acerca de auditoria realizada pela Controladoria-Geral da União (CGU), relacionada ao contrato de reconstrução da Ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, na BR-226, entre os estados do Maranhão e Tocantins, cumpre esclarecer que o relatório da CGU, conforme noticiado, aponta indício de risco de sobrepreço associado à metodologia paramétrica de estimativa adotada, não havendo, até o presente momento, identificação de dano efetivo ao erário nem conclusão definitiva quanto à existência de irregularidade.</em></p>



<p><em>Conforme consta na própria matéria já veiculada trata-se de análise baseada em parâmetros comparativos e estimativas ajustadas de mercado, de natureza técnica e opinativa, voltada ao aprimoramento metodológico, e não à constatação conclusiva de sobrepreço consolidado.</em></p>



<p><em>Ressalta-se que a reconstrução da ponte ocorreu em contexto emergencial, que à época comprometeu gravemente a mobilidade e a economia regional. Diante desse cenário, o DNIT atuou com prioridade absoluta à recomposição da infraestrutura e à preservação da segurança da população, observando o arcabouço legal aplicável às contratações emergenciais.</em></p>



<p><em>O orçamento foi elaborado com base em estimativas técnicas compatíveis com a complexidade da obra e com as informações disponíveis à época da contratação. Os pagamentos contratuais são realizados exclusivamente com base nos serviços efetivamente executados e devidamente medidos. Eventuais divergências quantitativas, quando identificadas, são submetidas à apuração técnica detalhada, nos termos dos procedimentos administrativos regulares.</em></p>



<p><em>Caso, ao término da análise técnica, venha a ser constatada a necessidade de ajustes em quantitativos ou valores, o DNIT adotará todas as providências administrativas cabíveis para a recomposição contratual e a adequada proteção do erário.</em></p>



<p><em>O relatório da CGU encontra-se em análise pelas áreas técnicas competentes, e suas recomendações estão sendo avaliadas com vistas ao aperfeiçoamento contínuo dos procedimentos internos de formação de preços e de estimativas paramétricas.</em></p>



<p><em>Registra-se, ainda, que o DNIT vem aprimorando continuamente seus mecanismos de controle e governança orçamentária, especialmente em contratos de grande porte, adotando instrumentos contratuais que reforçam a possibilidade de adequação imediata de valores sempre que identificada qualquer inconsistência técnica ou quantitativa.</em></p>



<p><em>O DNIT reafirma seu compromisso institucional com a transparência, a responsabilidade fiscal, o rigor na aplicação dos recursos públicos e a cooperação permanente com os órgãos de controle.</em></p>



<p><strong>Íntegra da nota da Controladoria-Geral da União</strong></p>



<p><em>A Controladoria-Geral da União (CGU) destaca que o &#8220;Relatório nº 1776208&#8221;, citado na reportagem, não constatou sobrepreço no processo de reconstrução da Ponte sobre o Rio Tocantins, mas inadequações na metodologia adotada pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) para estimar o valor de referência para a contratação da obra, especificamente no processo de orçamentação paramétrica.</em></p>



<p><em>A orçamentação paramétrica é uma estimativa de custo feita a partir de obras com características semelhantes. Pelas limitações deste tipo de orçamento, que não conta com projeto e detalhamento de custos antes da execução, a análise da CGU trata de estimativas de preço, sem concluir, no entanto, qual seria o valor real e justo da contratação.</em></p>



<p><em>Diante disso, uma das recomendações feitas pela CGU é que o DNIT realize a análise sobre o orçamento detalhado da obra para verificar se o valor contratado é compatível com os custos efetivamente registrados.</em></p>



<p><em>Por Stefani Cavalcante, g1 Tocantins.</em></p>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Com presença do ministro dos Transportes, Renan Filho, nova ponte entre Tocantins e Maranhão será inaugurada um ano após desabamento que deixou 14 mortos e três desaparecidos</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/com-presenca-do-ministro-dos-transportes-renan-filho-nova-ponte-entre-tocantins-e-maranhao-sera-inaugurada-um-ano-apos-desabamento-que-deixou-14-mortos-e-tres-desaparecidos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Dec 2025 12:38:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Estadual]]></category>
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		<category><![CDATA[Inauguração]]></category>
		<category><![CDATA[Ponte Juscelino Kubitschek]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A nova ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, que liga os estados do Tocantins e do Maranhão pela BR-226, será inaugurada na próxima segunda-feira (22), a partir das 11h. A inauguração foi confirmada pelo Governo do Tocantins, nesta terça-feira (16). A liberação para o tráfego marcará o aniversário de um ano desde o desabamento da estrutura [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A nova ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, que liga os estados do Tocantins e do Maranhão pela BR-226, será inaugurada na próxima segunda-feira (22), a partir das 11h. A inauguração foi confirmada pelo Governo do Tocantins, nesta terça-feira (16).</p>



<p>A liberação para o tráfego marcará o aniversário de um ano desde o desabamento da estrutura antiga, que deixou 18 vítimas, sendo 14 mortos, três desaparecidos e um ferido. A ponte fica entre Aguiarnópolis (TO) e Estreito (MA).</p>



<p>De acordo com o Governo do Estado, a cerimônia de inauguração será realizada nas duas cabeceiras da ponte, contemplando os municípios e contará com a presença do ministro dos Transportes, Renan Filho, e do ministro do Esporte, André Fufuca, além do governador Wanderlei Barbosa (Republicanos).</p>



<p>A ponte, segundo o Estado, tem grande relevância no transporte da produção agrícola e industrial, além do tráfego da população. Quando ocorreu o colapso, em que o vão central caiu juntamente com diversos veículos e as vítimas, o transporte pelo Rio Tocantins passou a ser feito por balsas.</p>



<p><strong>Andamento da obra</strong></p>



<p>No dia 13 de dezembro, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) informou que a obra da nova ponte estava 95% concluída.</p>



<p>A estrutura tem 630 metros de extensão, 19 metros de largura e um vão livre de 154 metros. Os veículos de pequeno, médio e grande porte vão trafegar por duas faixas de rolamento de 3,6 metros cada, e contar com dois acostamentos com três metros cada, barreiras de proteção do tipo New Jersey, dois passeios para pedestres e guarda-corpo em cada extremidade do tabuleiro.</p>



<p>O investimento para construção da estrutura é de R$ 171,97 milhões, do Governo Federal.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/p7EGD2UMjKa6ADa8ilKbPbRDIYM=/0x0:1200x637/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/s/j/urANBBRkK0ltuRmKyVsw/frame17.png" alt="Obra da ponte JK, na BR-226 — Foto: Divulgação/DNIT"/></figure>



<p><em>Obra da ponte JK, na BR-226 — Foto: Divulgação/DNIT</em></p>



<p><strong>Relembre o acidente</strong></p>



<p>A ponte colapsou por volta das 14h50 do dia 22 de dezembro de 2024. No desabamento, caíram no Rio Tocantins três motos, um carro, duas caminhonetes e quatro caminhões, sendo que dois deles carregavam 76 toneladas de ácido sulfúrico e outros 22 mil litros de defensivos agrícolas.</p>



<p>Em fevereiro deste ano, o que restou da estrutura antiga foi implodido e, logo depois, começaram as obras para a nova estrutura que servirá como uma importante rota para o transporte de pessoas e cargas.</p>
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		<item>
		<title>Caminhão com carga de agrotóxicos é retirado de rio após desabar de ponte entre Tocantins e Maranhão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Oct 2025 12:30:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Estadual]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais um caminhão que caiu com o desabamento da ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, entre o Tocantins e o Maranhão, foi retirada do Rio Tocantins nesta segunda-feira (13). O cavalo mecânico veículo Volvo/FH 500 foi içado da água com ajuda de guindastes na margem do rio. A queda da ponte aconteceu no dia 24 de dezembro de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Mais um caminhão que caiu com o desabamento da ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, entre o Tocantins e o Maranhão, foi retirada do Rio Tocantins nesta segunda-feira (13). O cavalo mecânico veículo Volvo/FH 500 foi içado da água com ajuda de guindastes na margem do rio.</p>



<p>A queda da ponte aconteceu no dia 24 de dezembro de 2024, deixando 14 mortos, três desaparecidos e um ferido. A ponte que ligava os municípios de Aguiarnópolis (TO) e Estreito (MA) pela BR-226. Carretas, caminhonetes e carros de passeio foram parar no fundo do rio com escombros do vão central da ponte.</p>



<p>A ação para retirada do caminhão começou na quinta-feira (9). Com ajuda de balões de reflutuação com capacidade de cinco tonelada e o trabalho de mergulhadores, o veículo submergiu. O Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes (DNIT), informou na sexta-feira (10), que o caminhão seria transportado por rebocadores até a margem do rio.</p>



<p>O DNIT explicou que também foi feita a retirada da carreta do mesmo caminhão, no final desta segunda-feira, conforme etapas de planejamento. Depois da retirada do rio, o Departamento informou que os veículos são encaminhados à Polícia Rodoviária Federal (PRF) para os devidos procedimentos.</p>



<p>Com relação às bombonas de defensivos agrícolas que eram transportadas pela ponte no momento do colapso, três já foram localizadas e removidas.</p>



<p>Uma equipe técnica composta por dez mergulhadores, equipamentos especializados, entre eles geradores de 40 e 170 kVA, compressor, tenda de cobertura, lancha e balsa de apoio, além de balões de diferentes capacidades, guindaste e escavadeira estão sendo usados na retirada dos veículos do rio.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/xdjBibAA0gZ-JxzLTHG-aym6aWo=/0x0:1200x823/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/p/C/BJCnVdQ72RZY4cIDaI3Q/modelo-foto-fundo-borrado-9-.png" alt="Carreta foi retirada do Rio Tocantins nesta segunda-feira (13) — Foto: Reprodução/Instagram Elias Júnior"/></figure>



<p>Carreta foi retirada do Rio Tocantins nesta segunda-feira (13) — Foto: Reprodução/Instagram Elias Júnior</p>



<p><strong>Relembre</strong></p>



<p>O vão da ponte desabou por volta das 14h50 do dia 22 de dezembro do ano passado. Na época foi apurado pelas forças de segurança que duas caminhonetes, um carro, três motos e quatro caminhões passavam pelo local no momento do colapso. Três desses caminhões carregavam ácido sulfúrico e agrotóxicos.</p>



<p>As ações para início da retirada dos veículos e posterior remoção dos galões dependeu de um mapeamento da área e um estudo técnico, conforme detalhou o departamento anteriormente.</p>



<p>O momento em que a estrutura cedeu foi registrado pelo vereador Elias Junior (Republicanos). O que restou da estrutura antiga, após a queda, foi demolido no dia 2 de fevereiro e, logo depois, começaram as obras. A previsão é de que a obra seja entregue ainda em 2025.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/kenxTu1NcBBboprxFr96ESUJIbM=/0x0:1785x869/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/L/B/DCDns0QBScmvUhVa0ybQ/carro.png" alt="Carro ficou preso em fenda aberta na ponte entre o Tocantins e o Maranhão — Foto: Divulgação/ Instagram VShenrique"/></figure>



<p><em>Carro ficou preso em fenda aberta na ponte entre o Tocantins e o Maranhão — Foto: Divulgação/ Instagram VShenrique</em></p>



<p><strong>Íntegra da nota do DNIT</strong></p>



<p><em>O DNIT informa que foi retirado, nesta segunda-feira (13), o cavalo mecânico do caminhão Volvo/FH 500, conforme o cronograma da operação de reflutuação no Rio. A ação contou com o uso de balões de reflutuação com capacidade de até cinco toneladas, que permitiram elevar o veículo com segurança e eficiência.</em></p>



<p><em>A retirada da carreta do mesmo caminhão foi retirada no final desta segunda-feira, dando continuidade às etapas planejadas da operação.</em></p>



<p><em>No que diz respeito às bombonas de defensivos agrícolas, três já foram localizadas e removidas. Todos os veículos recuperados são encaminhados à Polícia Rodoviária Federal (PRF) para os devidos procedimentos.</em></p>



<p><em>A operação mobiliza uma equipe técnica composta por dez mergulhadores e diversos equipamentos especializados, entre eles geradores de 40 e 170 kVA, compressor de 910 pcm, tenda de cobertura, lancha e balsa de apoio, além de balões de diferentes capacidades, guindaste e escavadeira.</em></p>



<p><em>A autarquia reforça que a região se encontra em período de chuvas, o que pode influenciar o andamento das atividades. Novas informações serão divulgadas à medida que a operação avançar.</em></p>



<p><em>Por Patricia Lauris, g1 Tocantins e TV Anhanguera.</em></p>
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		<item>
		<title>Famílias ainda aguardam respostas sete meses após queda de ponte entre TO e MA</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/familias-ainda-aguardam-respostas-sete-meses-apos-queda-de-ponte-entre-to-e-ma/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Aug 2025 16:57:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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		<category><![CDATA[Ponte Jk]]></category>
		<category><![CDATA[sete meses]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://tocantinsrural.com.br/?p=16518</guid>

					<description><![CDATA[<p>Mais de sete meses se passaram desde a queda da ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, que ligava os estados do Tocantins e do Maranhão pela BR-226. Das 18 pessoas que atravessavam a estrutura no momento do colapso, três ainda não foram encontradas. A falta de respostas é motivo de angústia para as famílias, que não conseguem &#8216;encerrar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Mais de sete meses se passaram desde a queda da ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, que ligava os estados do Tocantins e do Maranhão pela BR-226. Das 18 pessoas que atravessavam a estrutura no momento do colapso, três ainda não foram encontradas. A falta de respostas é motivo de angústia para as famílias, que não conseguem &#8216;encerrar o ciclo&#8217;.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;A gente precisa fechar esse ciclo que a gente não fechou. A gente está nesta expectativa, nessa espera que é angustiante, que demora demais. A gente não sabe onde buscar, a quem recorrer. É muito difícil para a família&#8221;, disse Maristelia Alves Santos em entrevista à TV Anhanguera, ela é professora e irmã de um dos desaparecidos.</p>
</blockquote>



<p>O acidente aconteceu no dia 22 de dezembro de 2024 e o que restou da ponte foi demolido no dia 2 de fevereiro deste ano. Carretas, caminhonetes e carros de passeio ainda estão no fundo do Rio Tocantins, <strong>assim como mais de 1,3 mil galões de ácido sulfúrico e defensivos agrícolas </strong>que eram transportados quando o vão central desabou.</p>



<p>Dentre os 17 desaparecidos iniciais, foram confirmadas 14 mortes e três pessoas seguem desaparecidas, segundo a Marinha do Brasil. As vítimas que ainda não foram localizadas são Salmon Alves Santos, de 65 anos, Felipe Giuvannuci Ribeiro, 10 anos, e Gessimar Ferreira da Costa, de 38 anos.</p>



<p>Alessandra do Socorro Ribeiro, de 40 anos, que também morreu no acidente, era esposa de Salmon e avó de Felipe. O corpo dela foi o último a ser encontrado pelas equipes de resgate.</p>



<p>No momento em que a ponte desabou, o casal e a criança, que moravam em Palmas, seguiam para o Maranhão, para passar o Natal com a família de Alessandra.</p>



<p>A professora Maristelia Alves Santos, irmã de Salmon, contou que depois de tantos meses, ainda não é possível ter um atestado de óbito das vítimas, que oficialmente são consideradas desaparecidas.</p>



<p>Nos dias que se passaram após a tragédia, a família viveu momentos de angústia durante as buscas pelas vítimas do acidente, sempre na expectativa do encontro dos corpos. Maristelia ajudou a reconhecer o corpo de Alessandra pelas roupas que ela usava, mas após mais de sete meses, Salmon e Felipe ainda não foram localizados.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Sempre naquela expectativa e infelizmente a gente não teve como fazer um velório para meu irmão. E até hoje a gente não tem a certidão de óbito dele. Ele está como desaparecido, não como morto. O que a família quer hoje, pelo menos, é a certidão de óbito. Porque enterrar a gente não tem mais essa esperança&#8221;, lamentou.</p>
</blockquote>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/oivK-vGGKn34DfP6n8fCg1y2Teg=/0x0:1561x903/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/i/e/8A6gKrTyGcNStEnhdUUg/salmon-e-alessandra.png" alt="Alessandra do Socorro Ribeiro e Salmon Alves Santos morreram na queda da ponte JK — Foto: Divulgação/ Redes Sociais"/></figure>



<p><em>Alessandra do Socorro Ribeiro e Salmon Alves Santos morreram na queda da ponte JK — Foto: Divulgação/ Redes Sociais</em></p>



<p><strong>Processo demorado</strong></p>



<p>A família ainda pode ter que esperar mais para conseguir encerrar o ciclo. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP), a declaração de morte presumida pode ser fornecida em casos de desaparecimento sem localização de corpo, como aconteceu com Salmon, Felipe e Gessimar. Mas somente por via judicial.</p>



<p>Por isso, a família precisa formalizar um requerimento e o Poder Judiciário vai analisar a documentação para deliberar sobre a emissão da certidão de óbito&nbsp;<em>(veja nota na íntegra no fim da reportagem).</em></p>



<p>O Corpo de Bombeiros, que integrou as equipes de buscas, informou que os trabalhos duraram 42 dias ininterruptos e que o encerramento oficial aconteceu no dia 1º de fevereiro de 2025, véspera da implosão da estrutura remanescente da ponte. Mas segue mobilizando as comunidades locais para informar o Corpo de Bombeiros, por meio do telefone de emergência 193, em caso de novos detalhes <em>(veja nota na íntegra no fim da reportagem).</em><a href="https://globoplay.globo.com/categorias/lollapalooza/?origemId=1779&amp;utm_source=g1&amp;utm_medium=tapume&amp;utm_campaign=aq-org_g1_conteudo_up_perf_banner_web_tier2_live_lolla-24&amp;utm_content=banner&amp;utm_term=tapume-g1-assista"></a></p>



<p><strong>Último encontro</strong></p>



<p>A última vez que Maristelia e a família viram Salmon foi na manhã do dia 21 de dezembro, um dia antes da ponte desabar. Ele participou de uma novena e se despediu de todos, depois, ele e Alessandra seguiriam viagem.</p>



<p>No domingo, 22 de dezembro, a professora disse que após o almoço, começou a ver as notícias sobre a queda da ponte JK. A família viu a caminhonete de Salmon passando em uma das imagens de pessoas que filmaram a situação da ponte.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;O momento em que nós identificamos a caminhonete foi um baque, um susto muito grande para nossa família toda. Tinha uma Starlink no carro e nós conseguimos identificar por isso, porque ele estava conversando com a gente o tempo todo, com as minhas irmãs, passando mensagem. Ela [Alessandra] passava para o filho também. Era o tempo todo comunicando&#8221;, explicou, contando que o desespero tomou conta da família nesse momento.</p>
</blockquote>



<p>Maristelia também contou que o irmão trabalhou por anos em setores que atuavam justamente na construção de pontes, na parte administrativa. Mas, atualmente, ele estava aposentado.</p>



<p>&#8220;Ele passou a vida toda construindo pontes e veio essa fatalidade, morrer justamente em um acidente onde a ponte caiu. Foi terrível para nós recebermos essa notícia. Ele estava aposentado, muito feliz, tinha comprado uma chácara junto com meu sobrinho, e eles estavam indo todo final de semana e quando não ia para lá, ia para minha chácara. Estava muito perto da família dele&#8221;, lamentou a irmã.</p>



<p>Quando completar um ano do acidente que marcou a família, será celebrada uma missa e, segundo Maristela, contará com a presença dos parentes de Alessandra. &#8220;A gente vai receber a família para não perder esse vínculo, porque eles perderam uma irmã e nós perdemos um irmão. E a gente está junto para superar essa dor&#8221;, afirmou.</p>



<p><strong>Veículos e galões no rio</strong></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/XNq6P9OEu7SZhY3GBMfRV5AXYVc=/0x0:1920x1080/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/T/k/8fLwbsRbmMiMDfzBXxyg/defensivos.jpg" alt="Marinha divulga imagens de tanques que caíram no rio Tocantins; substâncias tóxicas não teriam vazado — Foto: Marinha do Brasil"/></figure>



<p><em>Marinha divulga imagens de tanques que caíram no rio Tocantins; substâncias tóxicas não teriam vazado — Foto: Marinha do Brasil</em></p>



<p>Dentre os veículos que seguem submersos no Rio Tocantins há carretas que carregavam galões com ácido sulfúrico e defensivos agrícolas.</p>



<p>Conforme laudo da Polícia Federal, que analisou as circunstâncias do colapso da ponte, havia 1,3 mil galões no fundo do rio. Até a conclusão do documento, em maio de 2025,&nbsp;somente 29 haviam sido retirados.&nbsp;A previsão para retirada de todo o material seria setembro de 2025.</p>



<p>O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) informou que até esta quarta-feira (30), a Marinha do Brasil conduziu a validação dos protocolos de segurança para analisar as condições do local para a retomada dos trabalhos.</p>



<p>Também ainda será realizado um mapeamento da área e um estudo técnico para poder ser feita a retirada dos veículos&nbsp;<em>(veja nota na íntegra no fim da reportagem).</em></p>



<p>O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que também atua para garantir que o meio ambiente não seja prejudicado pelos materiais que estão na água, informou que está sendo &#8216;elaborado um relatório sobre o assunto após a visita de equipe ao local para vistorias&#8217;.</p>



<p><strong>Íntegra da nota da SSP</strong></p>



<p><em>A Secretaria da Segurança Pública do Tocantins (SSP/TO) informa que a declaração de morte presumida é medida judicial cabível em casos de desaparecimento sem localização de corpo, especialmente quando o desaparecimento ocorre em situação de risco à vida, conforme previsto no Código Civil.</em></p>



<p><em>Quando não há risco de vida relacionado ao desaparecimento, a declaração só pode ser solicitada após dois anos da decretação de ausência judicial com curador nomeado. Nos casos em que há presunção de morte em razão de risco grave, como acidentes ou tragédias, o pedido pode ser feito imediatamente.</em></p>



<p><em>O requerimento deve ser formalizado por via legal, cabendo ao Poder Judiciário a análise e eventual declaração, conforme os critérios legais estabelecidos. Além disso, cabe ao juiz analisar os documentos e deliberar sobre a declaração, nos termos da legislação. Após o trânsito em julgado da sentença, a certidão de óbito poderá ser emitida pelo cartório competente.</em></p>



<p><strong>Íntegra da nota do DNIT</strong></p>



<p><em>O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) informa que, nesta terça-feira (29) e quarta-feira (30), a Marinha do Brasil está conduzindo a validação dos protocolos de segurança, em razão da complexidade do ambiente e dos riscos envolvidos na operação.</em></p>



<p><em>Após essa etapa, será realizado o mapeamento completo da área e um estudo técnico detalhado para a remoção dos veículos, levando em consideração as características específicas de cada unidade, a profundidade em que se encontram e a presença de escombros.</em></p>



<p><em>O DNIT reforça que todas as ações estão sendo executadas com o rigor técnico e a responsabilidade que a situação exige, priorizando a segurança das equipes e a eficiência das operações.</em></p>



<p><strong>Íntegra da nota dos Bombeiros</strong></p>



<p><em>Em resposta à solicitação de informações, destacamos que, conforme previsão constitucional e legislação infraconstitucional, o Corpo de Bombeiros Militar tem entre suas atribuições a atuação em ações de defesa civil, prevenção e combate a incêndios, buscas, salvamento e resgate, além do apoio a outras atividades de segurança pública. Diante do colapso e da queda da ponte sobre o Rio Tocantins, na divisa entre os estados do Tocantins e Maranhão, entre os municípios de Aguiarnópolis (TO) e Estreito (MA), ocorrido na tarde de 22 de dezembro de 2024, o CBMTO integrou a operação de busca e resgate em conjunto com diversos órgãos, incluindo o Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão e a Marinha do Brasil, esta última responsável pelo comando da operação.</em></p>



<p><em>No referido desastre, das 18 vítimas registradas, além daquela resgatada por populares no momento do incidente, 14 (quatorze) das 17 (dezessete) restantes foram localizadas e tiveram seus corpos recuperados. Entretanto, apesar dos esforços intensivos, que incluíram buscas subaquáticas e de superfície, três vítimas não foram encontradas. Mesmo após o encerramento oficial das buscas subaquáticas, equipes do CBMTO permaneceram no local realizando buscas de superfície até o dia 1º de fevereiro de 2025, véspera da implosão da estrutura remanescente da ponte.</em></p>



<p><em>Dessa forma, o CBMTO esteve mobilizado na operação por um total de 42 dias ininterruptos. Além disso, antes da desmobilização das equipes, informamos às comunidades locais que qualquer nova informação relevante deveria ser comunicada ao Corpo de Bombeiros por meio do telefone de emergência 193. Diante do exposto, ressaltamos que eventuais solicitações adicionais sobre a operação podem ser encaminhadas diretamente à Marinha do Brasil, por meio do respectivo Distrito Naval responsável pela área.</em><br><br><em>Por Patricia Lauris, Ana Paula Rehbein, g1 Tocantins e TV Anhanguera.</em></p>
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		<title>Após 7 meses, operação retoma retirada de agrotóxicos do Rio Tocantins deixados por desabamento de ponte</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/apos-7-meses-operacao-retoma-retirada-de-agrotoxicos-do-rio-tocantins-deixados-por-desabamento-de-ponte/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Jul 2025 12:29:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Agrotóxicos]]></category>
		<category><![CDATA[Aguiarnópolis]]></category>
		<category><![CDATA[desabamento]]></category>
		<category><![CDATA[Estreito]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Ponte Jk]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Tocantins]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ao longo do mês de julho, uma equipe técnica do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) vem retomando os trabalhos para a remoção de mais de mil&#160;galões de agrotóxicos&#160;alojados no fundo do rio Tocantins desde dezembro de 2024. Documentos obtidos pela&#160;Repórter Brasil&#160;via LAI (Lei de Acesso à Informação) revelam que o cronograma da operação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Ao longo do mês de julho, uma equipe técnica do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) vem retomando os trabalhos para a remoção de mais de mil<a href="https://www.brasildefato.com.br/2024/12/24/9-toneladas-de-agrotoxicos-proibidos-na-uniao-europeia-foram-derramados-no-rio-tocantins-eles-nao-somem-alerta-especialista/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;galões de agrotóxicos</a>&nbsp;alojados no fundo do rio Tocantins desde dezembro de 2024.</p>



<p>Documentos obtidos pela&nbsp;<em>Repórter Brasil</em>&nbsp;via LAI (Lei de Acesso à Informação) revelam que o cronograma da operação prevê atividades contínuas até setembro.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p>São 219 dias desde o acidente com três caminhões que transportavam defensivos agrícolas e ácido sulfúrico. Os veículos caíram no rio após o desabamento da ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, na BR-226, entre Estreito (MA) e Aguiarnópolis (TO). Apenas 29 bombonas foram retiradas até agora.</p>



<p>As cargas transportavam substâncias como 2,4-D, picloram e acetamiprido, agrotóxicos classificados como perigosos para a saúde humana e para o meio ambiente. No entanto, a maior parte desse material segue submersa até hoje, sob risco de vazamento.</p>



<p>As ações de retirada começaram logo após o acidente, mas foram&nbsp;<a href="https://www.gov.br/ibama/pt-br/assuntos/notas/2025/retirada-das-bombonas-de-agrotoxicos-no-rio-tocantins" target="_blank" rel="noreferrer noopener">suspensas no início de janeiro</a>, após o aumento do nível do rio devido às chuvas e à abertura das comportas da Usina Hidrelétrica Estreito, localizada a 3 km do ponto do acidente. O Ibama (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais) interrompeu os trabalhos alegando risco à segurança das equipes de mergulho.</p>



<p>Desde então, o processo segue com lentidão. Em maio, o Dnit informou à&nbsp;<em>Repórter Brasil</em>&nbsp;que a retomada das atividades dependia de fatores externos, como clima, força da correnteza e atividade da barragem. Somente no início de julho – pouco mais de seis meses após a suspensão – o órgão confirmou a retomada dos trabalhos.</p>



<p>Em resposta enviada à reportagem, o Ibama afirmou que está elaborando um relatório sobre o tema após visita de equipes ao local.&nbsp;</p>



<p>Já o Dnit informou que uma equipe técnica reiniciou as inspeções no rio no dia 1º de julho, utilizando sonares e equipamentos não tripulados para localizar os veículos e as cargas submersas. A próxima etapa é a de mergulhos técnicos.</p>



<p>Após essa fase, será feito o mapeamento completo do local e um plano de remoção individualizado para cada carga, considerando profundidade, escombros e riscos associados.&nbsp;<a href="https://reporterbrasil.org.br/2025/07/integra-das-respostas-enviadas-para-reportagem-sobre-as-operacoes-de-retirada-de-agrotoxicos-do-rio-tocantins/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Leia aqui</a>&nbsp;a nota completa.</p>



<p><strong>Análises ainda não detectaram contaminação do rio</strong></p>



<p>Boletins hidrometeorológicos consultados pela<em>&nbsp;Repórter Brasil</em><strong>&nbsp;</strong>mostram que as condições atuais do rio Tocantins são favoráveis para a execução dos mergulhos e da retirada dos galões.</p>



<p>Análises de vazão e nível da água feitas pelo Serviço Geológico do Brasil (SGB) e pela ANA (Agência Nacional das Águas e Saneamento Básico) indicam que o rio está sob regime estável, com baixa pluviosidade e correnteza reduzida – cenário oposto ao que justificou a paralisação das atividades em janeiro. A turbidez da água também está baixa, o que favorece a visibilidade subaquática necessária para a operação.</p>



<p>A Usina Hidrelétrica Estreito, responsável pela barragem que influencia o nível do rio, afirmou que opera no modelo “a fio d’água” e que a vazão segue as regras da Resolução ANA nº 070/2021. Segundo o consórcio, qualquer ajuste depende de solicitação e autorização dos órgãos reguladores.</p>



<p>De acordo com o relatório de monitoramento da água do&nbsp;<a href="https://www.brasildefato.com.br/2025/04/28/galoes-de-agrotoxico-viajam-300-km-pelo-rio-tocantins-e-sao-encontrados-no-para/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Rio Tocantins</a>, obtido pela&nbsp;Repórter Brasil&nbsp;por meio de LAI, as análises realizadas até o dia 10 de abril não detectaram a contaminação da água por agrotóxicos acima do limite permitido.&nbsp;</p>



<p>Contudo, o risco ambiental persiste. A permanência prolongada dos galões no fundo do rio aumenta as chances de vazamento e de impactos ao ecossistema aquático e às populações que dependem do Tocantins para abastecimento e pesca.</p>



<p><strong>Comunidades se queixam da falta de diálogo com o poder público</strong></p>



<p>O rio Tocantins nasce em Goiás e percorre os estados do Tocantins, Maranhão e Pará. Ele é uma das principais fontes de água da região, utilizado no abastecimento de municípios, na irrigação de lavouras, no sustento de comunidades pesqueiras e até como espaço de lazer para a população.</p>



<p>Apesar da importância do rio para as populações locais, lideranças se queixam da falta de diálogo do poder público com comunidades próximas ao ponto do acidente.</p>



<p>“Não houve, em nenhum momento, nenhum tipo de conversa ou de aproximação dos órgãos responsáveis pela retirada dos materiais que estão no fundo do rio com as comunidades Apinayé”, afirma Ricardo Murakami, representante de uma associação da Terra Indígena Apinayé, na região de Tocantinópolis (TO).</p>



<p>Especialistas apontam que há riscos do consumo contínuo de pequenas quantidades de agrotóxicos, mesmo quando estão dentro dos limites considerados seguros.</p>



<p>Logo após o acidente, a ANA chegou a dizer que a alta vazão do rio Tocantins ajudaria a diluir rapidamente os pesticidas, o que diminuiria os riscos para a população. Para Fábio Kummrow, professor de toxicologia da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), não é possível garantir essa afirmação sem que os resultados sejam divulgados à população.</p>



<p>“É muito fácil assumir que está chovendo, que a vazão está alta e que não há risco. É um discurso válido, mas sem dados numéricos, é um discurso vazio”, afirma. “Se está tudo normal, por que não divulgam os dados?”, disse o pesquisador em reportagem publicada em abril, na qual a<em>&nbsp;Repórter Brasil</em>&nbsp;revelou que parte dos galões foi&nbsp;<a href="https://reporterbrasil.org.br/2025/04/galoes-agrotoxicos-viajam-rio-tocantins/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">arrastada pela correnteza e chegou a municípios do Pará</a>, a mais de 300 km do local do acidente. Alguns foram recolhidos por prefeituras e devolvidos à empresa responsável pela carga.</p>



<p><em>Conteúdo originalmente publicado em <a href="https://reporterbrasil.org.br/2025/07/retirada-agrotoxicos-submersos-7-meses-rio-tocantins-retomada/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Repórter Brasil</a></em>.</p>
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		<title>Nova ponte entre Tocantins e Maranhão atinge 35% de execução, cinco meses após desabamento</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/nova-ponte-entre-tocantins-e-maranhao-atinge-35-de-execucao-cinco-meses-apos-desabamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Jun 2025 14:21:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Estadual]]></category>
		<category><![CDATA[Aguiarnópolis]]></category>
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		<category><![CDATA[desabamento]]></category>
		<category><![CDATA[DNIT]]></category>
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		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As obras da nova ponte que vai ligar o Tocantins e o Maranhão pela BR-226 chegaram a 35% dos serviços executados, segundo informou o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). A antiga estrutura desabou em dezembro de 2024 e deixou 14 mortes, três pessoas desaparecidas e uma ferida. A ponte Ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira fica [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>As obras da nova ponte que vai ligar o Tocantins e o Maranhão pela BR-226 chegaram a 35% dos serviços executados, segundo informou o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). A antiga estrutura desabou em dezembro de 2024 e deixou 14 mortes, três pessoas desaparecidas e uma ferida.</p>



<p>A ponte Ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira fica entre os municípios de Aguiarnópolis (TO) e Estreito (MA). O acidente aconteceu no dia 22 de dezembro do ano passado. O que restou da ponte foi demolido no dia 2 de fevereiro e logo depois começaram as obras.</p>



<p>Conforme o DNIT, houve a conclusão das fundações e o consócio responsável pela obra executa atualmente os trabalhos da mesoestrutura, com a construção dos pilares e das travessas.</p>



<p>O Departamento destacou também que a área já tem 24 fundações executadas e 18 dos 26 pilares prontos. As equipes ainda realizam a instalação de 45 vigas pré-moldadas. A previsão do projeto é instalar nas próximas etapas 2.088 pré-lajes pré-fabrica, que segundo o DNIT vai agilizar a construção.</p>



<p>Na época da contratação do consórcio responsável pela construção, o DNIT informou que, conforme o projeto, a nova estrutura deverá ter 100 metros a mais que a anterior e um comprimento total de 630 metros, com um vão livre de 154 metros. A previsão de entrega da obra é até o dia 22 de dezembro deste ano. O investimento é de R$ 171,9 milhões do Governo Federal.</p>



<p><strong>Relembre a tragédia</strong></p>



<p>Vereador mostrava situação da ponte e flagrou momento da queda</p>



<p>O vão da ponte caiu no dia 22 de dezembro de 2024, por volta das 14h50. Um vereador de Aguiarnópolis que denunciava a situação precária da estrutura flagrou o momento.</p>



<p>Duas caminhonetes, um carro, três motos e quatro caminhões passavam pelo local na hora e caíram dentro do rio. Três desses caminhões carregavam ácido sulfúrico e agrotóxicos. Uma pessoa sobreviveu, 14 morreram e três ainda estão desaparecidas.</p>



<p>Para que a nova ponte seja construída, as partes remanescentes da Juscelino Kubitschek tiveram que ser implodidas. As estruturas receberam 250 kg de explosivos e a ação durou cerca de 15 segundos.<br><br><em>Por Patricia Lauris, g1 Tocantins.</em></p>



<p></p>
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		<title>Fortes afirma que governo federal deve responder por danos às rodovias do Bico</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/fortes-afirma-que-governo-federal-deve-responder-por-danos-as-rodovias-do-bico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Apr 2025 12:37:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Aguiarnópolis]]></category>
		<category><![CDATA[Bico do Papagaio]]></category>
		<category><![CDATA[Estreito]]></category>
		<category><![CDATA[Ponte Jk]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante sessão ordinária na Assembleia Legislativa do Tocantins (Aleto) nesta terça-feira, 1º de abril, o deputado estadual Eduardo Fortes se posicionou em defesa do Governo do Estado ao criticar a incapacidade do Governo Federal em amenizar os efeitos da queda da ponte do Estreito nas estradas tocantinenses . Fortes lembrou que o Tocantins está vivendo [&#8230;]</p>
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<p>Durante sessão ordinária na Assembleia Legislativa do Tocantins (Aleto) nesta terça-feira, 1º de abril, o deputado estadual Eduardo Fortes se posicionou em defesa do Governo do Estado ao criticar a incapacidade do Governo Federal em amenizar os efeitos da queda da ponte do Estreito nas estradas tocantinenses .</p>



<p>Fortes lembrou que o Tocantins está vivendo a colheita da safra de soja e já acumula prejuízos por conta do alto fluxo de caminhões que está danificando as rodovias estaduais no norte do Estado. Fortes também lembrou que o DNIT não está conseguindo solucionar o problema na região do Bico e também está deixando a desejar na manutenção dos trechos de rodovias federais em outras regiões do Estado.&nbsp;</p>



<p>Segundo estimativas, o prejuízo com a queda da ponte já está em torno de R$ 400 milhões de reais. Para o deputado, a cobrança das forças políticas e produtivas do estado devem se concentrar no Governo Federal. Para ele, o Governo do Estado vem fazendo o possível para amenizar o problema, arcando com os custos de travessia gratuita do rio em Aguiarnópolis e mobilizando máquinas, balanças e fiscais&nbsp; da Ageto para a região do Bico para ajudar na manutenção. “Mas isso não é suficiente, porque o fluxo de caminhões é muito grande e exige muito investimento. Essa conta não pode ficar só com o governo do Tocantins”, explicou o deputado.</p>



<p>Fortes, que é presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) na Assembleia Legislativa, lembrou que o Tocantins está vivendo o auge da colheita da soja em todas as regiões, o que exige uma atenção especial por parte do Governo Federal com a manutenção das rodovias. “Não estão conseguindo resolver o problema na região norte e já temos notícias de trechos de estradas federais sem manutenção em outras regiões”, alertou o deputado.<br><br><em>Por Ascom Eduardo Fortes. </em></p>
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		<title>Veículos submersos no Rio Tocantins após queda de ponte serão retirados em abril, afirma DNIT</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Apr 2025 13:38:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estadual]]></category>
		<category><![CDATA[Aguiarnópolis]]></category>
		<category><![CDATA[DNIT]]></category>
		<category><![CDATA[Estreito]]></category>
		<category><![CDATA[Ponte Jk]]></category>
		<category><![CDATA[Queda]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Tocantins]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
		<category><![CDATA[Veículos submersos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os veículos submersos no Rio Tocantins desde o desabamento da Ponte JK, na BR-226, serão retirados na segunda quinzena de abril, conforme o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). Três caminhões que transportavam ácido sulfúrico e defensivos agrícolas estão entre os destroços. A ponte Juscelino Kubitschek, entre as cidades de Aguiarnópolis (TO) e Estreito [&#8230;]</p>
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<p>Os veículos submersos no Rio Tocantins desde o desabamento da Ponte JK, na BR-226, serão retirados na segunda quinzena de abril, conforme o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). Três caminhões que transportavam ácido sulfúrico e defensivos agrícolas estão entre os destroços.</p>



<p>A ponte Juscelino Kubitschek, entre as cidades de Aguiarnópolis (TO) e Estreito (MA), caiu em dezembro de 2024 após o vão central da estrutura ceder. Um homem sobreviveu, 14 pessoas morreram e três ainda estão desaparecidas.</p>



<p>Dez veículos, entre carros, motos, caminhonetes e caminhões caíram no rio Tocantins. Dois dos caminhões carregavam 76 toneladas de ácido sulfúrico e outro 22 mil litros de defensivos agrícolas.</p>



<p>Segundo o DNIT, a data prevista para a remoção dos veículos foi selecionada considerando a diminuição das chuvas na região e a redução do nível das águas. O departamento afirma que a etapa segue o cronograma de ações para a entrega da nova ponte ainda em 2025.</p>



<p>O DNIT informou que a remoção dos destroços foi finalizada e após a demolição do que sobrou da Ponte JK, as equipes deram início às escavações mecanizadas para implantação das fundações dos apoios da nova estrutura do lado do município de Estreito.</p>



<p>Em janeiro desde ano o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) informou que os tanques com ácido sulfúrico no leito do rio apresentaram um pequeno vazamento. Mas a carga derramada teria sido diluída na água e não apresentava grandes preocupações.</p>



<p>Na época, o Ministério da Saúde informou não haver indícios de contaminação da água. Mas o risco de dano ambiental só será totalmente eliminado após a retirada dos tanques. A pasta publicou uma série de recomendações à população e agentes de saúde em caso de contaminação do rio.</p>



<p><strong>Rotas alternativas sobrecarregadas</strong></p>



<p>As rodovias que viraram rotas alternativas estão sofrendo com o grande trânsito de veículos, principalmente os pesados. Moradores e caminhoneiros que passam por Axixá, São Miguel, Sítio Novo e Tocantinópolis reclamam dos problemas causados pelo aumento do movimento. Na vias o asfalto cedeu em menos de um mês.</p>



<p>Questionado sobre as situações das rodovias no norte do Tocantins, o DNIT afirmou que desenvolve ações necessárias para minimizar os impactos aos usuários, inclusive nas rodovias estaduais, por meio de contratações emergenciais e licitações.</p>



<p>Em março, o órgão informou que houve a contratação emergencial para recuperação de um trecho de 82,2 quilômetros na TO-134, do km 26,3 ao 73,3 (47 quilômetros), e na TO-201, do km 0 ao km 35,2. O início das manutenções será em junho de 2025.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://www.jornaldotocantins.com.br/image/policy:1.3213255:1734971720/image.jpg?&amp;f=default" alt="Ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira após desabamento (Francisco Sirianno/Grupo Mirante)"/></figure>



<p><em>Ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira após desabamento (Francisco Sirianno/Grupo Mirante)</em></p>



<p><em>Íntegra da nota do DNIT</em></p>



<p><em>O DNIT informa que a obra de reconstrução da nova ponte sobre o Rio Tocantins, entre Aguiarnópolis (TO) e Estreito (MA), na BR-226/MA/TO, segue o cronograma previsto, para entrega no final deste ano.</em></p>



<p><em>A autarquia esclarece que a remoção dos destroços foi finalizada e a retirada dos veículos e cargas submersos está prevista para a segunda quinzena de abril, quando diminui as chuvas na região e uma redução do nível das águas do Rio Tocantins é prevista. A topografia da região influencia na vazão e interfere diretamente na execução dos trabalhos de retirada dos veículos.</em></p>



<p><em>Após a demolição mecanizada dos detritos remanescentes da ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira e remoção dos destros, as equipes deram início às escavações mecanizadas para implantação das fundações dos apoios do lado do município de Estreito e continuam com os serviços de implantação do canteiro de obras e mobilizações de equipamento e pessoal. As sapatas de fundação serão concretadas in loco e na sequência serão executados os pilares.</em></p>



<p><em>Por Brenda Santos e Ana Paula Rehbein, g1 Tocantins e TV Anhanguera.</em></p>
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		<title>Iniciadas as escavações para nova estrutura da Ponte entre Tocantins e Maranhão</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/iniciadas-as-escavacoes-para-nova-estrutura-da-ponte-entre-tocantins-e-maranhao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Mar 2025 15:06:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Aguiarnópolis]]></category>
		<category><![CDATA[Estreito]]></category>
		<category><![CDATA[Maranhão]]></category>
		<category><![CDATA[Ponte Jk]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A etapa de escavações das obras para construção da nova ponte sobre o Rio Tocantins, entre Aguiarnópolis (TO) e Estreito (MA), foram iniciadas pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). A construção de caráter emergencial deve substituir a ponte que desabou em dezembro de 2024 e deixou 14 mortos, três pessoas desaparecidas e um ferido. [&#8230;]</p>
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<p>A etapa de escavações das obras para construção da nova ponte sobre o Rio Tocantins, entre Aguiarnópolis (TO) e Estreito (MA), foram iniciadas pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). A construção de caráter emergencial deve substituir a ponte que desabou em dezembro de 2024 e deixou 14 mortos, três pessoas desaparecidas e um ferido.</p>



<p>Após a demolição dos detritos remanescentes da ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, as equipes deram início às escavações mecanizadas para implantação das fundações dos apoios, do lado do município de Estreito.</p>



<p>A ponte ligava os estados do Tocantins e do Maranhão desde os anos de 1960. Com diversos problemas estruturais, <strong>ela desabou no dia 22 de dezembro de 2024</strong> causando mortes, deixando um ferido e desaparecidos. Dez veículos entre carros, motos, caminhonetes e carretas, estavam na estrutura quando ocorreu o desabamento.</p>



<p>Conforme o DNIT, a&nbsp;construção terá investimento de R$ 171,9 milhões do Governo Federal&nbsp;e será maior que a anterior. A travessia, quando concluída, terá 630 metros de extensão, dezenove metros de largura e um vão livre de 154 metros.</p>



<p>Além disso, a ponte contará com duas faixas de rolamento de 3,6 metros cada, dois acostamentos com três metros cada, barreiras de proteção do tipo New Jersey, dois passeios para pedestres e guarda-corpo em cada extremidade do tabuleiro. As sapatas de fundação serão concretadas&nbsp;<em>in loco</em>&nbsp;e na sequência serão executados os pilares.</p>



<p>Os serviços de implantação do canteiro de obras e mobilizações de equipamento e pessoal continuam sendo feitos na região. O órgão reforçou que segue o cronograma previsto, visando a entrega na nova ponte para o final deste ano.</p>



<p><strong>Implosão</strong></p>



<p>O que sobrou da ponte foi implodido em fevereiro deste ano. O Consórcio Penedo – Neópolis, constituído pela Construtora A. Gaspar S/A e Arteleste Construções Limitada é responsável pela obra e tem o prazo para entrega de um ano. Foram usados 250 kg de explosivos em perfurações feitas na estrutura.</p>



<p>Os explosivos foram instalados em cada uma das plataformas, sendo posteriormente ativados com uma diferença de 3 segundos. Todo o processo levou cerca de 15 segundos.</p>



<p>O procedimento exigiu a evacuação de uma área de segurança tanto do lado tocantinense como do maranhense. A Prefeitura de Aguiarnópolis, juntamente com a Defesa Civil, retiraram a população que mora na região uma hora antes da ação. A população foi autorizada a voltar 30 minutos após ser finalizada e implosão.</p>



<p><strong>Vítimas</strong></p>



<p>O desabamento da ponte JK deixou 18 vítimas. Desse número, o único sobrevivente foi Jairo Silva Rodrigues. Ele foi encontrado ferido no rio logo após o colapso da estrutura. Além dele, os corpos de outras 14 pessoas foram localizados.</p>



<p>Três pessoas continuam desaparecidas.&nbsp;Eles são Salmon Alves Santos, 65 anos, e o neto, Felipe Giuvannuci, de 10 anos, e Gessimar Ferreira da Costa, de 38 anos.</p>



<p>Veja quem são as vítimas encontradas no rio:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Lorena Ribeiro Rodrigues</strong>, de 25 anos, era natural de Estreito (MA) mas morava em Aguiarnópolis (TO);</li>



<li><strong>Lorranny Sidrone de Jesus</strong>, de 11 anos. Ela estava em um caminhão que transportava portas de MDF, que saiu de Dom Eliseu (PA) e caiu no rio Tocantins;</li>



<li><strong>Kécio Francisco Santos Lopes</strong>, de 42 anos. Segundo a Secretaria de Segurança Pública, ele era o motorista do caminhão de defensivos agrícolas;</li>



<li><strong>Andreia Maria de Souza</strong>, de 45 anos. Ela era motorista de um dos caminhões que carregavam ácido sulfúrico;</li>



<li><strong>Anisio Padilha Soares</strong>, de 43 anos;</li>



<li><strong>Silvana dos Santos Rocha Soares</strong>, de 53 anos;</li>



<li><strong>Elisangela Santos das Chagas</strong>, de 50 anos. Ela estava em uma caminhonete, junto com o marido, o vereador Alison Gomes Carneiro (PSD);</li>



<li><strong>Rosimarina da Silva Carvalho</strong>, de 48 anos;</li>



<li><strong>Alison Gomes Carneiro</strong>, de 57 anos. Ele era vereador e estava na caminhonete com a esposa, Elisangela Santos, que também morreu na tragédia;</li>



<li><strong>Cássia de Sousa Tavares</strong>, de 34 anos. O corpo dela foi retirado de dentro de um veículo. Ela viajava com a filha, Cecília de três anos e o marido, Jairo Silva Rodrigues. Apenas ele sobreviveu a tragédia;</li>



<li><strong>Cecília Tavares Rodrigues</strong>, de 3 anos. A menina viajava com a mãe, Cássia e com o pai,&nbsp;<strong>Jairo Silva Rodrigues;</strong></li>



<li><strong>Beroaldo dos Santos</strong>, de 56 anos. O corpo dele foi localizado dentro da água, na cabine da carreta que transportava as 76 toneladas de ácido sulfúrico;</li>



<li>O mototaxista&nbsp;<strong>Marçonglei Ferreira</strong>, de 43 anos, que trabalhava na região;</li>



<li><strong>Alessandra do Socorro Ribeiro</strong>, de 40 anos, natural de Palmas, no Tocantins. A identificação foi realizada em São Luís por meio de exame de DNA.</li>
</ul>



<p><em>Por Brenda Santos, g1 Tocantins</em>.</p>
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		<title>Ministro dos Transportes revela imagens da nova estrutura que substituirá ponte entre Tocantins e Maranhão</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/ministro-dos-transportes-revela-imagens-da-nova-estrutura-que-substituira-ponte-entre-tocantins-e-maranhao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Feb 2025 15:06:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estadual]]></category>
		<category><![CDATA[Aguiarnópolis]]></category>
		<category><![CDATA[Estreito]]></category>
		<category><![CDATA[Nova Ponte]]></category>
		<category><![CDATA[Ponte Jk]]></category>
		<category><![CDATA[Queda]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As primeiras imagens de como deve ficar a estrutura que irá substituir a ponte que desabou entre o Tocantins e o Maranhão foram divulgadas pelo Ministro dos Transportes, Renan Filho.&#160;A nova ponte terá 100 metros a mais de extensão e contará ainda com um vão livre de 150 metros. Imagens foram divulgadas nesta segunda-feira (17), [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>As primeiras imagens de como deve ficar a estrutura que irá substituir a ponte que desabou entre o Tocantins e o Maranhão foram divulgadas pelo Ministro dos Transportes, Renan Filho.&nbsp;A nova ponte terá 100 metros a mais de extensão e contará ainda com um vão livre de 150 metros.</p>



<p>Imagens foram divulgadas nesta segunda-feira (17), nas redes sociais do Ministro dos Transportes. A <strong>dispensa de licitação de quase R$ 172 milhões prevê que a obra seja finalizada até o dia 22 de dezembro de 2025.</strong></p>



<p>A ponte JK, entre as cidades de Aguiarnópolis (TO) e Estreito (MA), desabou no dia 22 de dezembro. 14 pessoas mortas foram retiradas do rio Tocantins e três continuam desaparecidas. Além destas vítimas, um homem foi resgatado com vida <em>(veja quem são as vítimas abaixo).</em></p>



<p>Segundo o ministro, a nova ponte deverá ser construída com 100 metros a mais de extensão que a anterior. O comprimento total da estrutura será de 630 metros, com um vão livre de 150 metros.</p>



<p>Além disso, a ponte deverá ter uma largura de 19 metros, ou seja, sete metros mais larga que a anterior, a serem distribuídos em duas faixas de rolamento de 3,60 metros cada. A estrutura terá dois acostamentos de 3 metros cada, duas barreiras de proteção tipo New Jersey de 40 centímetros cada, dois passeios de 2,3 metros cada, e guarda-corpo em cada extremidade do tabuleiro.</p>



<p><strong>Implosão da ponte</strong></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/XBwMTKGYPMHr0dmZP6gNqfemDXg=/0x0:1280x720/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/c/T/ifZyWoR2iGEu7Ga9AUFQ/dorne-implosao.jpg" alt="Drone mostra momento de implosão da ponte — Foto: Reprodução/TV Anhanguera"/></figure>



<p><em>Drone mostra momento de implosão da ponte — Foto: Reprodução/TV Anhanguera</em></p>



<p>Os trabalhos para retirada do entulho após a implosão do restante da Ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira continuam. Segundo o DNIT, das 14 mil toneladas de concretos e ferro, a metade já foi removida pelas máquinas. A previsão é que o serviço seja concluído até a primeira quinzena de março.</p>



<p>O concreto retirado está sendo utilizado nos acessos provisórios construídos para que as equipes possam fazer o transporte do material e maquinário necessário para levantar a nova ponte. Enquanto a limpeza do local é realizada, técnicos trabalham na elaboração de projetos de engenharia e sondagem do solo.</p>



<p>Segundo o DNIT, os detritos não sofrem transformações físicas, químicas ou biológicas quando entram em contato com a água ou solo e que após as obras, todo o material será destinado para local de descarte licenciado.</p>



<p>Para fazer a travessia de pedestres e veículos por bolsas, uma nova empresa foi contratada pelo Departamento. Serão disponibilizadas três balsas e quatro reboques para transporte de caminhões de carga e outras duas balsas e dois rebocadores para veículos menores e passageiros.</p>



<p><strong>Veja quem são as vítimas:</strong></p>



<p><strong>Desaparecidos</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Salmon Alves Santos, 65 anos;</li>



<li>Felipe Giuvannucci Ribeiro, 10 anos;</li>



<li>Gessimar Ferreira, 38 anos.</li>
</ul>



<p><strong>Mortos</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Lorranny Sidrone de Jesus, de 11 anos</li>



<li>Kecio Francisco Santos Lopes, de 42 anos</li>



<li>Lorena Ribeiro Rodrigues, de 25 anos</li>



<li>Ansio Padilha Soares, de 43 anos</li>



<li>Silvana dos Santos Rocha, de 53 anos</li>



<li>Andreia Maria de Sousa, de 45 anos</li>



<li>Elisangela Santos das Chagas, de 50 anos</li>



<li>Alison Gomes Carneiro, de 57 anos</li>



<li>Rosimarina da Silva Carvalho, de 48 anos</li>



<li>Cássia de Sousa Tavares, de 34 anos</li>



<li>Cecília Tavares Rodrigues, de 3 anos</li>



<li>Beroaldo dos Santos, de 56 anos</li>



<li>Alessandra do Socorro Ribeiro, 50 anos;</li>



<li>Marçon Gley Ferreira, de 42 anos.</li>
</ul>



<p><em>Por Andressa Ribeiro, Ana Paula Rehbein, g1 Tocantins e TV Anhanguera.</em></p>
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	</channel>
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