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	<title>exportação de carne Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>exportação de carne Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Tocantins amplia ações para cumprir exigências sanitárias e assegurar exportação de carne ao Chile</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 14:09:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Agência de Defesa Agropecuária (Adapec), reforça as orientações aos produtores rurais sobre a noventena, exigência sanitária do Chile para a importação de carne bovina brasileira. A regra estabelece que bovinos oriundos de áreas não autorizadas para exportação ao país devem cumprir um período obrigatório de 90 dias em estados habilitados antes do abate. Esse prazo [&#8230;]</p>
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<p>A Agência de Defesa Agropecuária (Adapec), reforça as orientações aos produtores rurais sobre a <em>noventena</em>, exigência sanitária do Chile para a importação de carne bovina brasileira.</p>



<p>A regra estabelece que bovinos oriundos de áreas não autorizadas para exportação ao país devem cumprir um período obrigatório de 90 dias em estados habilitados antes do abate. Esse prazo começa a contar a partir da entrada do animal no estado, e não da sua chegada à propriedade de destino.</p>



<p>A medida atende às exigências do Chile e busca garantir a manutenção da comercialização da carne tocantinense no mercado chileno, que, em 2025, respondeu pela exportação de 585,3 toneladas de carne e derivados, com receita aproximada de R$ 16,28 milhões.</p>



<p><strong>Noventena</strong></p>



<p>Quando os bovinos já estão em noventena e são transferidos dentro do estado, o prazo não é reiniciado, o animal apenas cumpre o período restante na nova propriedade. Já a entrada de novos animais oriundos de áreas não autorizadas reinicia a contagem para todo o rebanho.</p>



<p>Se a propriedade adquirir animais que já estejam em noventena em outra unidade apta, o tempo cumprido é aproveitado, sendo necessário completar apenas o período restante.</p>



<p>Em áreas com mais de uma exploração pecuária (como arrendamentos, usufrutos ou condomínios), a entrada desses animais estende a noventena a todas as fichas sanitárias vinculadas, alcançando todo o rebanho.</p>



<p>Em eventos pecuários, o recebimento desses animais é bloqueado automaticamente pela Adapec, podendo ser liberado mediante solicitação do promotor. Nesses casos, a noventena deve ser cumprida na propriedade, com reinício da contagem dos 90 dias.</p>



<p>A Adapec orienta que os produtores verifiquem atentamente a Guia de Trânsito Animal (GTA), documento que informa a origem dos bovinos e indica se estão em noventena. Quando essa condição estiver registrada na GTA, a noventena será aplicada de forma automática e obrigatória na propriedade de destino.</p>



<p>O produtor também pode solicitar à Adapec o bloqueio de sua ficha sanitária para evitar o recebimento de animais em noventena. “O objetivo é fornecer informações para que o produtor possa decidir com segurança sobre a aquisição dos animais”, explicou o diretor de defesa, inspeção e sanidade animal da Adapec, Márcio Rezende.</p>



<p><strong>Estados habilitados para exportação ao Chile</strong></p>



<p>Atualmente, os estados brasileiros habilitados são: São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina, Rondônia e Tocantins.</p>



<p><em>Por Dinalva Martins/Governo do Tocantins</em></p>
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		<title>Brasil supera os EUA e lidera a produção mundial de carne bovina em 2025, segundo o USDA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Dec 2025 11:47:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
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		<category><![CDATA[Carne Bovina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil é o maior exportador de carne bovina do mundo há mais de 20 anos, mas, agora, assume também o posto de nação que mais produz a proteína, superando, pela primeira vez, os Estados Unidos. E quem aponta o dado é justamente o Departamento de Agricultura norte-americano (USDA). Segundo o último relatório publicado pelo órgão, [&#8230;]</p>
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<p>O Brasil é o maior exportador de carne bovina do mundo há mais de 20 anos, mas, agora, assume também o posto de nação que mais produz a proteína, superando, pela primeira vez, os Estados Unidos. E quem aponta o dado é justamente o Departamento de Agricultura norte-americano (USDA).</p>



<p>Segundo o último relatório publicado pelo órgão, foram produzidos em solo nacional 12,35 milhões de toneladas em 2025, enquanto o país de <strong>Donald Trump</strong> obteve 11,81 milhões de toneladas, considerando o peso do animal morto.</p>



<p>O Departamento ainda traz um levantamento desde 2021, período no qual o Brasil nunca esteve à frente dos norte-americanos em volume produzido.</p>



<p>Porém, se considerado o número estimado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) para este ano, o Brasil apenas encosta nos Estados Unidos, sem ultrapassá-lo, chegando a 11,38 milhões de toneladas de carne bovina neste ano.</p>



<p>Para 2026, o USDA projeta um empate entre os dois países, haja vista que a produção nacional deve cair no ano que vem, como já apontado pela própria CNA. Assim, conforme o Departamento, o Brasil tende a produzir 11,7 milhões de toneladas e os Estados Unidos 11,71 milhões de toneladas.</p>



<p>O declínio dos Estados Unidos no setor se explica pela queda dos estoques de gado, que em janeiro deste ano foram reduzidos para o menor nível em mais de sete décadas por conta da redução de rebanho devido à seca que queimou pastagens e aumentou os custos de alimentação dos animais.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<title>Brasil lidera exportações mundiais de carne bovina em setembro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Oct 2025 14:34:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As exportações brasileiras de carne bovina in natura atingiram um patamar recorde em setembro: 314,7 mil toneladas, conforme dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex). Os números representam uma alta de 25,1% frente o mesmo mês do ano passado. De acordo com análise do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), os embarques [&#8230;]</p>
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<p>As exportações brasileiras de carne bovina in natura atingiram um patamar recorde em setembro: 314,7 mil toneladas, conforme dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex). Os números representam uma alta de 25,1% frente o mesmo mês do ano passado.</p>



<p>De acordo com análise do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), os embarques da proteína em 2025 superaram todos os resultados mensais obtidos no ano anterior. Sendo assim, o acumulado dos três primeiros trimestres deste ano já representam 85% do total exportado em 2024.</p>



<p>Com isso, o ano caminha para ter o maior resultado da história, apesar do tarifaço dos Estados Unidos em andamento. Além disso, em termos financeiros, os embarques de carne bovina em setembro trouxeram quase R$ 9,5 bilhões em receita. O avanço ocorre mesmo com a desvalorização do dólar nos últimos dias do mês.</p>



<p><strong>Como fica o escoamento no mercado interno</strong></p>



<p>Os pesquisadores do Cepea destacam que no mercado interno, que fica com cerca de 70% da carne bovina produzida no país, as vendas seguem em ritmo normal. Nesta segunda-feira (6), na Grande São Paulo, o preço da carcaça casada de boi teve média à vista de R$ 21,24/kg. Segundo representantes de alguns frigoríficos, os estoques de carne, que antes estavam altos, voltaram à normalidade.<br><br><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<title>Brasil deve alcançar recorde na exportação de carne bovina mesmo sem mercado dos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jul 2025 13:03:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Carne Bovina]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A compra de carne bovina brasileira pelos Estados Unidos despencou 80% em três meses, conforme dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços compilados pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes&#160;(Abiec). Entretanto, o analista da consultoria Safras &#38; Mercado Fernando Henrique Iglesias lembra que, ao se considerar o primeiro semestre de 2025, os [&#8230;]</p>
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<p>A compra de carne bovina brasileira pelos Estados Unidos despencou 80% em três meses, conforme dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços compilados pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes&nbsp;<strong><a href="https://www.canalrural.com.br/tag/abiec/">(Abiec)</a></strong>.</p>



<p>Entretanto, o analista da consultoria Safras &amp; Mercado Fernando Henrique Iglesias lembra que, ao se considerar o primeiro semestre de 2025, os embarques da proteína animal ao mercado norte-americano subiram quase 100% em comparação ao mesmo período de 2024.</p>



<p>Segundo ele, na comparação mês a mês, o único que apresentou declínio quanto às exportações do produto brasileiro aos Estados Unidos foi junho.</p>



<p>“Esse declínio [de junho] vai muito em torno das necessidades de demanda. Os Estados Unidos tiveram uma grande quantidade de compras durante o mês de abril, que foi o pico das exportações brasileiras, com 74 mil toneladas em equivalente de carcaça. Depois disso, passou a declinar: foram 45 mil toneladas em maio e em torno de 31 mil toneladas em junho. Mas, de qualquer forma, o saldo é muito positivo. O Brasil vendeu muito para o mercado norte-americano.”</p>



<p>De acordo com o especialista, os números mostram que o resultado é extremamente satisfatório para o setor pecuário brasileiro e, justamente por isso, o tarifaço anunciado por Donald Trump preocupa o Brasil e gera impactos no mercado interno.</p>



<p>A despeito das medidas dos Estados Unidos, Iglesias destaca que o Brasil fornece grandes quantidades de carne para o mercado asiático, como para China e Oriente Médio. “Tudo isso tem colocado o país com um resultado simplesmente espetacular nas vendas de carne bovina nessa temporada”, sintetiza.</p>



<p><strong>Perspectivas para o segundo semestre</strong></p>



<p>Mesmo com o adicional tarifário imposto pelos Estados Unidos, o analista de Safras &amp; Mercado acredita que o Brasil ainda conseguirá exportar grande quantidade de carne bovina, desempenho que levará o país a estabelecer novo recorde de embarques em 2025.</p>



<p>Iglesias ressalta que o tarifaço dos Estados Unidos acentuou o movimento de queda dos preços da arroba. “Tínhamos a percepção que a entrada de animais confinados, muitos firmados em contratos a termo nessa temporada, possibilitariam que a indústria tivesse uma posição confortável de suas escalas e a questão das tarifas dos Estados Unidos acabaram aumentando essa pressão baixista dentro do mercado do boi”, afirma.</p>



<p>De acordo com ele, reflexo disso é a perda do patamar de R$ 300 a arroba em São Paulo, com a média negociada entre R$ 290 e R$ 295.</p>



<p><strong>Novos mercados ao Brasil</strong></p>



<p>O analista enxerga que Austrália, Uruguai e Argentina serão os principais beneficiados com a ausência da carne bovina brasileira nos Estados Unidos, uma vez que a tarifa de 50% sobre as exportações torna as vendas para aquele mercado inviáveis.</p>



<p>“Para atender os Estados Unidos, esses países vão deixar outros mercados de lado. Então pode acontecer um rearranjo, uma reorganização dessa corrente de comércio global e o Brasil pode muito bem atender esses países.”</p>



<p>Segundo Iglesias, o Brasil deve ampliar a presença em países que já compram a sua carne e, ao mesmo tempo, buscar novos mercados, como Japão e Coreia do Sul.<br><br><em>Por Canal Rural.</em></p>
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