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	<title>Exportação Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>Exportação Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Exportação inédita leva hortifrútis frescos do Brasil direto para ilha africana</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/exportacao-inedita-leva-hortifrutis-frescos-do-brasil-direto-para-ilha-africana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 14:17:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Exportação]]></category>
		<category><![CDATA[hortifrútis frescos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pela primeira vez, um cargueiro fretado realizou a entrega de hortifrútis brasileiros diretamente na Ilha do Sal, um dos destinos mais procurados do arquipélago de Cabo Verde, próximo à costa noroeste da África, informa o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) nesta quarta-feira (11). A operação partiu no domingo (8) do Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas [&#8230;]</p>
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<p>Pela primeira vez, um cargueiro fretado realizou a entrega de hortifrútis brasileiros diretamente na Ilha do Sal, um dos destinos mais procurados do arquipélago de Cabo Verde, próximo à costa noroeste da África, informa o Ministério da Agricultura e Pecuária <strong>(Mapa)</strong> nesta quarta-feira (11).</p>



<p>A operação partiu no domingo (8) do Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas São Paulo, após inspeção da Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro).</p>



<p>Segundo a chefe da Vigiagro em Viracopos, Rita Lourenço, o mercado de Cabo Verde já recebia produtos brasileiros, mas a logística anterior envolvia escalas em aeroportos europeus e posterior transporte marítimo até a ilha.</p>



<p>“O primeiro embarque incluiu pequenas quantidades de diferentes produtos agrícolas. A ideia é testar para verificar a viabilidade de adotar essa entrega direta com mais frequência”, afirmou.<a href="https://clck.mgid.com/ghits/d/12064889/i/58134455/pp/1/2?h=HM4WgfGxmQRVVU6e97TCPABC_CCB4UDzGgzjuX490qS9gmc8wkjiL8Axk33Ct7CBg2i1lK6Xmdiao-9iOD-b-fgFX28Lt0NWOtEGxtw4CdW1DMxVIMxqBYfGFlKuiGF0&amp;rid=d2dccac0-1e0c-11f1-ad46-d404e6fab000&amp;u=RRf6FgnlXh7OpIUvJ40S3fzFefJ5iarvIOKLwDwqqxCRpFwnAzkuON5q0iOHW_QtbMklBamiSmvHp6cfMK-Cj-zprhYLnlzwdr2F518gu6yyIH1giaD7kAqXy74Z-9NqMSge2bzcFIfS9-641WwQOMCdGS3_oXAW6w_g0-UWgDWMpDxbOnvDUCQtYWse3hGucZQmnXQ0z_ZGxUSoBk4OAg2Rjry2VIRFcOVVL2q30blELMnf-Sf713mRTooRF970gToX3N6T3moR2QSmDJCpZCN259QU_1fmhiWYxpcMbyLOq1bP4u6A2Ya9nXCkjul1ssohFt0850yesFmLt7MXc7jtVv0BzllhaX-QTN6P3hycdXBcoNFxs0ECVLe61ba_YQ9kZTsm69fhMFlLjkldSd0Axnsqkrwq5nX0pnk9hyLFgHINM1-SdwqS68D4iUsUe7m3ofofT3oz36Fw0XmTrIZ9KC7k5i_qCyATfWe3eUQKkHjUHNgDw4VyzKEP7z6IB-x5GvtWtKWoq2ItgRQ3-cWYmSagwwX3Z1cYY1npckJzMqK3sCcxwLxVo_MkkFGhWb3dTr6wExGIBQXvLx6L8U8Nv-2z1271HWlLD1NBvzGddUEdWcrOmD57qPZd9Pdtmu5BSq0FQrylL3PahuEMpcHiHww_toIrBtLWcUskkgM_Og9Nerv3tPWOW0BewCHYyDrL2d_4GIBEUmEtsrMOHH6kN-s4zpVWUT97DFtC9tL92SVRH7hwhFL-lD2_8H6cfdSq8oqp6rHVv-L3943B4U6_iwGU1QxKp9Oj7Ixkm1tI6OsMNhnzd8l2HO2iLKBz&amp;ts=canalrural.com.br&amp;tt=Referral&amp;att=4&amp;abd=1&amp;iv=17&amp;ct=1&amp;gdprApplies=0&amp;st=-180&amp;h2=37_tdX3Sg9rLY8kADvJ40XWYH-RUCLHwy761cwR7jZ0qPPKawbSW7S6YgPj3OBZmoOc46G-wMdzWZWAcrrqf7A**&amp;muid=o4opfNRtqzz4" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a></p>



<p>Entre os produtos enviados estão itens mais sensíveis, como alface, tomate e pimentão. A expectativa é que os hortifrútis brasileiros abasteçam hotéis e resorts da ilha.</p>



<p>Segundo a servidora do Mapa, voos diretos contribuem para ampliar o tempo de prateleira e melhorar a conservação, a apresentação e a durabilidade dos alimentos. Outro diferencial da operação é que os hortifrútis seguiram diretamente da produção para o destino final, sem intermediários, o que agrega valor e qualidade aos produtos brasileiros.</p>



<p><strong>Produtos enviados</strong></p>



<p>O cargueiro deixou o Brasil com cerca de cinco toneladas de amostras de diferentes alimentos:</p>



<p>Abacate avocado: 720 kg<br><br><em>Por Canal Rural. </em></p>



<p>Manga: 576 kg</p>



<p>Figo roxo: 240 kg</p>



<p>Pitaya: 36 kg</p>



<p>Carambola: 7,2 kg</p>



<p>Goiaba: 13,8 kg</p>



<p>Mamão: 891 kg</p>



<p>Tomate fresco: 18 kg</p>



<p>Alface fresca: 6,4 kg</p>



<p>Pimentão: 234 kg</p>



<p>Mandioca: 108 kg</p>



<p>Lima ácida Tahiti: 1.310 kg</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<title>Venda de frango brasileiro ao exterior deve crescer em 2026, aponta USDA</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/venda-de-frango-brasileiro-ao-exterior-deve-crescer-em-2026-aponta-usda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 13:53:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Exportação]]></category>
		<category><![CDATA[frango brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[USDA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A produção brasileira de carne de frango deve alcançar 15,7 milhões de toneladas em 2026, segundo estimativa de adidos do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O volume representa crescimento em relação a 2025, quando a produção foi estimada em 15,45 milhões de toneladas. De acordo com o relatório, o avanço da produção acompanha [&#8230;]</p>
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<p>A produção brasileira de carne de frango deve alcançar 15,7 milhões de toneladas em 2026, segundo estimativa de adidos do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O volume representa crescimento em relação a 2025, quando a produção foi estimada em 15,45 milhões de toneladas.</p>



<p>De acordo com o relatório, o avanço da produção acompanha a expansão da demanda internacional pela proteína brasileira.</p>



<p>As exportações de carne de frango do Brasil também devem crescer. A expectativa é de que os embarques atinjam 5,15 milhões de toneladas em 2026, acima das 4,97 milhões de toneladas registradas no ano passado.</p>



<p>No mercado interno, o consumo também deve apresentar leve aumento. A previsão é que o consumo total de carne de frango no país alcance 10,555 milhões de toneladas em 2026, frente às 10,485 milhões de toneladas demandadas em 2025.<br><br>As projeções fazem parte de levantamento elaborado por adidos agrícolas do USDA, que acompanham o desempenho da produção e do comércio internacional de proteínas.<br><br><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<title>Conflito no Irã pode afetar temporariamente exportações de carne do Brasil, diz MDIC</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/conflito-no-ira-pode-afetar-temporariamente-exportacoes-de-carne-do-brasil-diz-mdic/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 13:43:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito no Irã]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Exportação]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O agravamento das tensões no Oriente Médio pode trazer impactos temporários para as exportações brasileiras de alimentos, especialmente para mercados importantes da região, como o Irã. A avaliação é do diretor de Estatísticas e Estudos de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), Herlon Brandão. Segundo o diretor, conflitos geopolíticos tendem [&#8230;]</p>
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<p>O agravamento das tensões no Oriente Médio pode trazer impactos temporários para as exportações brasileiras de alimentos, especialmente para mercados importantes da região, como o Irã. A avaliação é do diretor de Estatísticas e Estudos de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), Herlon Brandão.</p>



<p>Segundo o diretor, conflitos geopolíticos tendem a gerar instabilidade nas rotas comerciais e nas relações econômicas com países da região, que são grandes compradores de produtos do agronegócio brasileiro, como carnes, milho, açúcar e itens produzidos conforme as normas halal.</p>



<p>Apesar do possível impacto no curto prazo, Brandão avalia que a demanda por alimentos nesses mercados deve se manter no médio prazo.</p>



<p>“Mesmo com instabilidades, a necessidade de alimentos continua existindo. Os fluxos comerciais tendem a se reorganizar e se normalizar com o tempo”, afirmou o diretor ao comentar os dados recentes da balança comercial brasileira.<br><br><strong>Oriente Médio é destino relevante para alimentos brasileiros<br></strong><br>O Oriente Médio tem participação importante no comércio exterior do agronegócio brasileiro. Dados do Mdic indicam que cerca de 32% das exportações brasileiras de milho têm como destino países da região.</p>



<p>A participação também é significativa em outros produtos agropecuários. Aproximadamente 30% das exportações de carne de frango do Brasil são direcionadas ao Oriente Médio. No caso do açúcar, a região responde por cerca de 17% das vendas externas, enquanto a carne bovina representa cerca de 7%.</p>



<p>Além da relevância econômica, a região também é estratégica para produtos certificados como halal, produzidos conforme as exigências religiosas islâmicas, especialmente no segmento de carnes.</p>



<p>Petróleo pode compensar perdas no curto prazo<br>Se por um lado o conflito pode trazer impactos para as exportações de alimentos, por outro o cenário tende a favorecer as vendas externas de petróleo brasileiro.</p>



<p>Isso porque tensões no Oriente Médio costumam pressionar os preços internacionais do petróleo, o que pode beneficiar países exportadores do produto, como o Brasil.</p>



<p>“O Brasil é um exportador líquido de petróleo. Se o preço da commodity subir no mercado internacional, o saldo do comércio de combustíveis tende a aumentar”, explicou Brandão.</p>



<p><strong>Mudanças nas exportações para principais parceiros<br></strong><br>Os dados mais recentes da balança comercial também mostram mudanças relevantes no desempenho das exportações brasileiras para alguns dos principais parceiros comerciais.</p>



<p>As vendas para os Estados Unidos somaram US$ 2,52 bilhões em fevereiro, queda de 20,3% em relação ao mesmo período do ano passado. As importações também recuaram 16,5%, totalizando US$ 2,78 bilhões, o que resultou em déficit de US$ 265 milhões na balança comercial com o país.</p>



<p>Segundo o Mdic, essa foi a sétima queda consecutiva nas exportações brasileiras para os Estados Unidos. O movimento está associado à sobretaxa de 50% aplicada pelo governo norte-americano sobre produtos brasileiros em 2025.</p>



<p>Embora a Suprema Corte dos Estados Unidos tenha derrubado a medida no fim de fevereiro, os efeitos positivos dessa decisão devem aparecer apenas nos próximos meses.</p>



<p>China amplia participação no comércio brasileiro<br>Na direção oposta, o comércio com a China registrou crescimento expressivo. Em fevereiro, as exportações brasileiras para o país asiático somaram US$ 7,22 bilhões, alta de 38,7% em relação ao mesmo mês de 2025.</p>



<p>As importações vindas da China, por outro lado, caíram 31,3%, totalizando US$ 5,49 bilhões. Com isso, o Brasil registrou superávit de US$ 1,73 bilhão na relação comercial com o principal parceiro comercial do país.</p>



<p><strong>União Europeia e Argentina<br></strong><br>As exportações brasileiras para a União Europeia também apresentaram avanço. Em fevereiro, as vendas ao bloco chegaram a US$ 4,23 bilhões, crescimento de 34,7% em relação ao mesmo período do ano anterior.</p>



<p>Já as importações provenientes da Europa recuaram 10,8%, para US$ 3,30 bilhões, gerando superávit de US$ 931 milhões.</p>



<p>No comércio com a Argentina, houve retração tanto nas exportações quanto nas importações. As vendas brasileiras caíram 26,5%, somando US$ 1,05 bilhão, enquanto as compras recuaram 19,2%, para US$ 850 milhões.</p>



<p>Mesmo assim, o Brasil manteve saldo positivo de US$ 207 milhões na balança comercial com o país vizinho.</p>



<p>China, Estados Unidos, União Europeia e Argentina continuam entre os principais parceiros comerciais do Brasil e exercem forte influência sobre o desempenho da balança comercial brasileira.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Conselho Monetário Nacional altera regras do Programa de Financiamento às Exportações</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/conselho-monetario-nacional-altera-regras-do-programa-de-financiamento-as-exportacoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 12:52:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Exportação]]></category>
		<category><![CDATA[Soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Resolução CMN nº 4.897/2021, sobre as regras aplicáveis às operações de equalização de taxas de juros e de financiamento das exportações brasileiras do Programa de Financiamento às Exportações (Proex), foi alterada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) em reunião desta quinta-feira (26). O novo texto entra em vigor na data de sua publicação e promove [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Resolução CMN nº 4.897/2021, sobre as regras aplicáveis às operações de equalização de taxas de juros e de financiamento das exportações brasileiras do Programa de Financiamento às Exportações (Proex), foi alterada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) em reunião desta quinta-feira (26).</p>



<p>O novo texto entra em vigor na data de sua publicação e promove uma série de mudanças no Proex Financiamento, como a possibilidade de reprogramação da data de embarque, mediante acordo entre o exportador e o agente financeiro do Proex, quando houver necessidade de ajuste no cronograma da operação.</p>



<p>A norma também amplia o prazo para comprovação da exportação, que passa de 15 para 30 dias após a data prevista, e permite a extensão do prazo para solicitação de desembolso, desde que haja disponibilidade orçamentária e financeira.</p>



<p><strong>Simplificação de procedimentos</strong></p>



<p>A nova resolução dispensa o exportador de comprovar a parcela não financiada nas operações com prazo inferior a dois anos. Além disso, amplia o público-alvo do programa ao permitir operações por meio de trading companies, desde que os bens sejam produzidos no Brasil ou os serviços sejam prestados por empresa nacional.</p>



<p>Por fim, a resolução modifica as regras de descaracterização da operação, substituindo o encargo financeiro anteriormente previsto por multa calculada conforme metodologia específica incluída na norma. De acordo com o CMN, essa mudança confere maior clareza, proporcionalidade e segurança jurídica ao tratamento de eventuais irregularidades.</p>



<p><strong>Sem mais despesas</strong></p>



<p>O Conselho destaca que a medida não implica aumento de despesas para o Tesouro Nacional, permanecendo os valores limitados ao orçamento já aprovado para o exercício de 2026.</p>



<p>O Proex, instituído pela Lei nº 10.184/2001, é um dos principais instrumentos de apoio oficial às exportações brasileiras, permitindo que empresas nacionais ofereçam financiamento em condições compatíveis com as praticadas no mercado internacional.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Fim de sobretaxa nos EUA impulsiona exportação de pescados, mel, tabaco e café solúvel</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/fim-de-sobretaxa-nos-eua-impulsiona-exportacao-de-pescados-mel-tabaco-e-cafe-soluvel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 13:45:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[café solúvel]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Exportação]]></category>
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		<category><![CDATA[Pescado]]></category>
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		<category><![CDATA[Taxação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pescados, mel, tabaco e café solúvel estão entre os produtos brasileiros beneficiados pelo novo regime tarifário dos Estados Unidos, que deve poupar 46% das exportações do Brasil ao mercado norte-americano, informou nesta terça-feira (24) o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic). As mudanças decorrem de uma nova ordem executiva publicada em 20 de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Pescados, mel, tabaco e café solúvel estão entre os produtos brasileiros beneficiados pelo novo regime tarifário dos Estados Unidos, que deve poupar 46% das exportações do Brasil ao mercado norte-americano, informou nesta terça-feira (24) o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic).</p>



<p>As mudanças decorrem de uma nova ordem executiva publicada em 20 de fevereiro, após decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos que derrubou as chamadas tarifas recíprocas impostas anteriormente pelo governo do presidente Donald Trump com base em legislação de emergência nacional.</p>



<p>Segundo o Mdic, cerca de 46% das exportações brasileiras aos EUA, o equivalente a US$ 17,5 bilhões, passam a ingressar no país sem qualquer sobretaxa adicional. Para o setor agropecuário, a alteração representa uma redução relevante de barreiras tarifárias.</p>



<p>Produtos como pescados, mel, tabaco e café solúvel deixam de enfrentar tarifas de até 50% e passam a estar sujeitos à tarifa global de 10%, com possibilidade de elevação para 15%, conforme regras previstas na Seção 122 da Lei de Comércio de 1974.</p>



<p>O ministério destaca que, antes das alterações, aproximadamente 22% das exportações brasileiras estavam submetidas a sobretaxas significativamente mais elevadas, que variavam entre 40% e 50%.</p>



<p><strong>Aeronaves passam a ter tarifa zero</strong></p>



<p>Uma das principais mudanças envolve o setor aeronáutico. As aeronaves foram excluídas da incidência das novas tarifas e passam a contar com alíquota zero para ingresso no mercado norte-americano. Anteriormente, o produto estava sujeito à tributação de 10%.</p>



<p>De acordo com o Mdic, as aeronaves ocuparam a terceira posição entre os principais itens exportados pelo Brasil aos Estados Unidos em 2024 e 2025, com elevado valor agregado e forte conteúdo tecnológico.</p>



<p><strong>Impactos sobre a indústria</strong></p>



<p>Além do agronegócio, o novo regime tarifário também altera as condições de competitividade de diversos segmentos industriais brasileiros.</p>



<p>Entre os setores apontados como beneficiados pelo ministério estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Máquinas e equipamentos</li>



<li>Calçados</li>



<li>Móveis</li>



<li>Confecções</li>



<li>Madeira</li>



<li>Produtos químicos</li>



<li>Rochas ornamentais</li>
</ul>



<p>Esses produtos deixam de enfrentar tarifas que chegavam a 50% e passam a competir sob uma alíquota isonômica de 10%, podendo alcançar 15% em cenários específicos.</p>



<p><strong>Como ficam as tarifas</strong></p>



<p>O detalhamento divulgado pelo Mdic indica três grandes grupos de enquadramento tarifário para as exportações brasileiras aos EUA:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Sem sobretaxas:</strong> US$ 17,496 bilhões (46%)</li>



<li><strong>Sujeitos à tarifa de 10% (ou 15%) – Seção 122:</strong> US$ 9,248 bilhões (25%)</li>



<li><strong>Sujeitos a tarifas setoriais (10% a 50%) – Seção 232:</strong> US$ 10,938 bilhões (29%)</li>
</ul>



<p>As tarifas setoriais previstas na Seção 232 permanecem aplicáveis a determinados produtos, seguindo critérios de segurança nacional adotados pelos Estados Unidos, como nos casos de aço e alumínio.</p>



<p><strong>Comércio bilateral segue elevado</strong></p>



<p>Em 2025, a corrente de comércio entre Brasil e Estados Unidos somou US$ 82,8 bilhões, avanço de 2,2% em relação a 2024. As exportações brasileiras totalizaram US$ 37,7 bilhões, enquanto as importações atingiram US$ 45,1 bilhões, resultando em déficit comercial de US$ 7,5 bilhões para o Brasil.</p>



<p>O Mdic ressalta que os números foram estimados com base no desempenho exportador do ano anterior e podem sofrer variações conforme critérios técnicos de classificação tarifária e destinação específica dos produtos.<br><br><em>Por Canal Rural.</em></p>
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		<title>Brasil líder mundial na exportação de carne bovina: Estratégia e o Futuro da Pecuária no Tocantins</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 15:03:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[Carne Bovina]]></category>
		<category><![CDATA[Exportação]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Penteado]]></category>
		<category><![CDATA[Novilho Precoce Tocantins]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Podcast Tocantins Rural]]></category>
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<p></p>
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		<title>Ministro diz que 2026 seguirá difícil para o agro e cita falta de consenso sobre exportações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Feb 2026 12:22:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[carlos fávaro]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Exportação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O governo federal ainda não chegou a um consenso sobre a criação de um sistema de controle da cota de exportação de carne bovina para a China. O tema tem sido tratado com a máxima cautela em Brasília para não extrapolar limites jurídicos nem interferir na livre concorrência dos frigoríficos habilitados para vender aos chineses, afirmou o [&#8230;]</p>
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<p>O governo federal ainda não chegou a um consenso sobre a criação de um sistema de controle da cota de exportação de carne bovina para a China. O tema tem sido tratado com a máxima cautela em Brasília para não extrapolar limites jurídicos nem interferir na livre concorrência dos frigoríficos habilitados para vender aos chineses, afirmou o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, em entrevista exclusiva ao Valor.</p>



<p>Ele prevê um ano “difícil” para o setor agropecuário diante de preços de commodities achatados, financiamentos restritos, juros altos e dólar em queda, e aposta em uma reconstrução do ambiente de crédito rural para inverter esse ciclo, com mudanças no seguro rural e aperto nas recuperações judiciais.</p>



<p>No caso das cotas, os frigoríficos pediram regulação federal para evitar uma corrida para preencher o volume de 1,1 milhão de toneladas autorizado pelos chineses em 2026 e como forma de se resguardar, já que uma eventual divisão privada dos volumes poderia ser encarada como formação de cartel e ser questionada judicialmente.</p>



<p>Esses temas também entraram no radar do Executivo, que prefere uma acomodação natural do assunto a nível privado.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“O governo tem que ter cautela para agir, tem que ter limite, é livre comércio. O governo pode ajudar quem quer ser ajudado dentro do bom senso, não pode interferir nem obrigar ninguém a vender mais ou vender menos. Tem que ser com equilíbrio”, afirmou Fávaro.</p>
</blockquote>



<p>Nesta semana, a Pasta enviou sugestão de criação de um mecanismo de administração interna da cota à Câmara de Comércio Exterior (Camex). O colegiado se reuniu na quinta-feira (12/2), mas não avaliou o tema. Fávaro disse que ainda não há “conforto jurídico” no Executivo para elaborar a norma e que isso demandará alinhamento com os exportadores.</p>



<p>“[O ofício enviado à Camex] é muito mais a nível de colaboração. O que tem que valer mesmo é a vontade e o entendimento do privado. Cada um pega uma parte da cota e vai cumprindo, vale muito mais do que uma intervenção governamental. É algo muito mais deles do que de governo”, defendeu.</p>



<p><strong>Proteção</strong></p>



<p>Para Fávaro, o mecanismo de controle da cota servirá para proteger os pequenos frigoríficos. “Se deixar totalmente solto, as grandes plantas podem cumprir a cota com seis meses e fica todo mundo sem nada depois”, apontou.</p>



<p>Segundo ele, as grandes indústrias topam dividir a cota. Afirmou que já existe uma distribuição informal com base no desempenho das exportações em 2025, quando o Brasil enviou o recorde de 1,6 milhão de toneladas de carne bovina à China. O mecanismo inclui as 67 plantas habilitadas e é mais “justo” que o modelo elaborado pelos chineses, que usou a média de exportações entre 2019 e 2024, sem considerar o salto nos embarques ocorrido após a habilitação de 38 frigoríficos em maio de 2024.</p>



<p>“O governo está disposto a ajudar no diálogo, mas não vai passar do limite jurídico. Se o setor estiver consciente, o governo pode ajudar. Até aqui está, vamos ver se continua assim”, disse.</p>



<p>Fávaro negou que a distribuição da cota entre as plantas e o controle estatal possam interferir no preço da arroba aos pecuaristas. “São só 1,1 milhão de toneladas. Ainda temos mercados como Estados Unidos, México, Vietnã, Indonésia, Filipinas e o principal comprador, que é o Brasil mesmo”, afirmou. “A China é importante, mas não é tudo”, destacou.</p>



<p><strong>Recupeções judiciais</strong></p>



<p>Sobre a conjuntura agropecuária em 2026, Fávaro afirmou que será preciso restabelecer a confiança do sistema financeiro, abalado pela “onda indiscriminada” de recuperações judiciais e pelo avanço da inadimplência e do endividamento. Ele disse que os juros estão “excessivos” e “descalibrados”, mas acredita em cortes da Selic em breve, com efeitos positivos ao setor.</p>



<p>O ministro quer uma “virada de chave” com a implementação do seguro rural obrigatório para quem acessa recursos controlados do Plano Safra a partir de julho. Para ele, a medida ajudará a proteger os financiamentos e a evitar novos pedidos de renegociação de dívidas, que custam muito ao governo, a qualquer “soluço” no campo.</p>



<p>“Ao emprestar dinheiro com seguro, o banco minimiza muito o risco de não receber. Ao fazer isso, começa a fluir de novo o crédito e o produtor vai para a safra mais seguro, porque sabe que se tiver uma intempérie ele não vai se endividar”, afirmou. Segundo Fávaro, o Ministério da Fazenda estuda fontes para engordar o caixa do seguro rural para R$ 4,5 bilhões.</p>



<p>O ministro disse que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) deverá publicar ainda em fevereiro um documento com orientações para o sistema judiciário sobre a aplicação da Lei de Falências. O objetivo é instruir juízes sobre o que pode ser incluído nos pedidos de recuperação judicial dos produtores. Ele indicou, por exemplo, a necessidade de preservar o ato cooperativo e as Cédulas de Produto Rural (CPRs) nos processos.</p>



<p>“O desembolso via CPR cresceu muito por ter segurança jurídica e [o título] não poder ser incluído em recuperação judicial”, disse. Os financiamento com CPR evoluiu 37% na safra 2025/26, para R$ 143,2 bilhões, enquanto o crédito tradicional caiu quase 13%.</p>



<p>Fávaro disse que o governo continua aberto ao diálogo com o setor para adoção de eventuais novas ações para a renegociação de dívidas após a perda de validade da Medida Provisória 1.314/2025, que não atingiu o limite de R$ 12 bilhões liberados pela União.</p>



<p><em>Por Globo Rural. </em></p>
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		<title>Café reage nas exportações, mas desempenho ainda não recupera pico de 2024</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jan 2026 12:31:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Café]]></category>
		<category><![CDATA[Exportação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As exportações totais brasileiras de café em 2026 devem superar as registradas em 2025, conforme expectativa manifestada pelo presidente do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), Márcio Ferreira. De acordo com o relatório estatístico mensal da entidade, o país embarcou, para 121 destinos,&#160;40,049 milhões de sacas&#160;de 60 kg de todos os tipos do produto [&#8230;]</p>
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<p>As exportações totais brasileiras de café em 2026 devem superar as registradas em 2025, conforme expectativa manifestada pelo presidente do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil <strong>(Cecafé)</strong>, Márcio Ferreira.</p>



<p>De acordo com o relatório estatístico mensal da entidade, o país embarcou, para 121 destinos,&nbsp;<strong>40,049 milhões de sacas</strong>&nbsp;de 60 kg de todos os tipos do produto nos 12 meses de 2025, o que implica declínio de 20,8% em relação ao ano anterior.</p>



<p>Apesar da queda em volume, a receita cambial, de US$ 15,586 bilhões, foi recorde anual, apresentando crescimento de 24,1% ante 2024. Esse desempenho foi alcançado com as 3,133 milhões de sacas exportadas em dezembro do ano passado (-20,2% frente a dezembro de 24), que renderam US$ 1,313 bilhão (+10,7%) ao país.</p>



<p>Já no acumulado do primeiro semestre da safra 2025/26 (entre julho e dezembro de 2025), o Brasil remeteu 20,610 milhões de sacas ao exterior, com receita de US$ 8,054 bilhões, desempenho que corresponde a um declínio de 21,3% em volume, mas incremento de 11,7% em valor na comparação com o intervalo de julho a dezembro de 2024.<a href="https://clck.mgid.com/ghits/24541788/i/58134455/0/pp/2/3?h=geEx5BRAlXbs6y9jOw8UOOQhI1D0h8PDiT6qHEXWieVpcOSKExowZj8Zqm2JsEts9QhJEXFthfQMN-U4ClxLxzNKk5hBYjNrKoI8m1aeiJrp31gKHPn280luPv5ZqS6k&amp;rid=3e79e9da-f5f6-11f0-93fd-d404e6f98490&amp;ts=canalrural.com.br&amp;tt=Referral&amp;att=4&amp;cpm=1&amp;abd=1&amp;iv=17&amp;ct=1&amp;gdprApplies=0&amp;st=-180&amp;h2=37_tdX3Sg9rLY8kADvJ40eXFVgKa0Xh-8dEktmBT5gWAgHsMI-PYla57s3egJqYvZyZhFfP32OCPrElYKU4fLw**&amp;k=1804580fc*f!fZvbPh0hfZvbYVYbfMDc5YzBlNjg4NzdkOGY0YTVjMmJhOTUwMGZjYWQzY2M%3DfNjk2*DMzNA%3D%3Df!ffPdff!ff%2C*f%2C*ffQf*faHR0cHM6Ly93d3cuY2FuYWxydXJhbC5jb20uYnIvYWdyaWN1bHR1cmEvZXhwb3J0YWNvZXMtZGUtY2FmZ%241kZXZlb%241hdW1lbnRhci1tYXMtYWluZGEtbG9uZ2UtZG8tcmVjb3JkZ%241kZ%240yMDI0LWRpei1zZXRvci8%3DfOzsvfKysvfI~fNjk2*DMwMDl8NTQx*DI4NjI%3DfNQ%3D%3Dftf!fcfMTYw*DE2MHw1NDF8MTg3fYAfNgff!fTW96aWxsY%2481LjAgKFdpbmRvd3MgTlQgMTAuMDsgV2luNjQ7IHg2NCkgQXBwbGVXZWJLaXQvNTM3LjM2IChL%24FRNTCwgbGlrZ%24BHZWNrbykgQ2hyb21lLzE0My4wLjAuMCBTYWZhcmkvNTM3LjM2fUERGVmlld2Vy*ENocm9tZVBERlZpZXdlcnxDaHJvbWl1bVBERlZpZXdlcnxNaWNyb3NvZnRFZGdlUERGVmlld2Vy*FdlYktpdGJ1aWx0LWluUERGf!fV2luMzI%3DfLTE4MA%3D%3DfMXw5OQ%3D%3DfMTUzNnw4MTY%3DfdW5rbm93bnw0Z3wwf!f!fQfbHwVi%3DfCf*(UCR2Q!&amp;wrst=1768912147&amp;muid=o4opfNRtqzz4" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a></p>



<p>Para Ferreira, o Brasil terá um primeiro semestre de 2026 sem número expressivo nas exportações, com estoque baixo antes da entrada da safra. Mas, com a colheita de uma safra brasileira em 2026 melhor do que em 2025 no geral a perspectiva é promissora para o país superar neste ano o desempenho do ano passado.</p>



<p>Ressalta, porém, que não será possível alcançar o recorde de 2024, quando o país embarcou 50 milhões de sacas. O segundo semestre será de melhor ritmo nas vendas externas de café com a entrada da safra.</p>



<p>O diretor técnico do Cecafé, Eduardo Heron, salientou que 2024 foi um ano atípico, de embarques recordes. Além de uma boa safra, o país ainda teve a antecipação de exportações pelos temores envolvendo a implantação do Regulamento da União Europeia sobre Produtos Livres de Desmatamento (EUDR), que entraria em vigor ao final de 2024 e já foi prorrogado duas vezes, agora para o fim de 2026, com micro e pequenas empresas tendo até 30 de junho de 2027 para cumprir. Isso acelerou bastante as vendas em 2024.</p>



<p>O ano de 2025, pela bienalidade, já teve uma safra menor, com queda na produção do arábica, com estoques mais baixos e ainda houve o efeito do tarifaço americano às importações do Brasil, que prejudicou os embarques no segundo semestre. “Foi um ano de volta à normalidade depois do recorde de 2024”, salientou Heron.</p>



<p>O presidente do Cecafé comentou que a safra brasileira 2026 deve ser um pouco menor no conilon, mas muito melhor a safra no arábica. “Vai ser um ano desafiador, com a geopolítica, mas com a produção brasileira maior trazendo muitas oportunidades”, observou.</p>



<p><strong>Acordo Mercosul-UE</strong></p>



<p>O diretor geral do Cecafé, Marcos Matos, destacou que o consumo global pela bebida segue firme e forte e que o acordo Mercosul-União Europeia pode ser um divisor de águas no mercado, trazendo aspectos favoráveis ao Brasil.</p>



<p>Segundo ele, no melhor cenário, o acordo entra em vigor no segundo semestre. “Para o café solúvel, torrado e moído brasileiro são quatro anos de desagravo em relação às tarifas, sendo reduzidas até chegar a zero. São muitos anos até cair tudo”, afirmou.</p>



<p>Mesmo assim, o Cecafé demonstrou grande otimismo com o tratado entre os blocos que deve trazer benefícios ao grão nacional.</p>



<p><strong>Impactos do tarifaço</strong></p>



<p>Segundo ele, devido ao tarifaço imposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, as exportações brasileiras para o país caíram 55% em 2025 em relação a 2024. “Ainda temos prejuízos, há a questão do café solúvel, e temos buscado diálogo com os setores”, ponderou.</p>



<p>De acordo com o executivo, houve perda substancial nos embarques com o tarifaço, com o ritmo das vendas para os EUA ainda não tendo sido totalmente recuperado. “A recuperação é gradual”, avalia o presidente do Cecafé, Márcio Ferreira.<br><br><br><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<title>Acordo Mercosul–UE pode adicionar R$ 1,3 bilhão às exportações brasileiras de suco de laranja</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jan 2026 12:08:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[acordo Mercosul–UE]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Exportação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O acordo comercial entre Mercosul e União Europeia deve garantir uma economia tarifária acumulada de aproximadamente US$ 250 milhões, o equivalente a cerca de R$ 1,3 bilhão, para as exportações brasileiras de suco de laranja nos primeiros cinco anos de vigência. A estimativa é da Associação Nacional da Indústria Exportadora de Sucos Cítricos (CitrusBR). Os [&#8230;]</p>
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<p>O acordo comercial entre Mercosul e União Europeia deve garantir uma economia tarifária acumulada de aproximadamente US$ 250 milhões, o equivalente a cerca de R$ 1,3 bilhão, para as exportações brasileiras de suco de laranja nos primeiros cinco anos de vigência. A estimativa é da Associação Nacional da Indústria Exportadora de Sucos Cítricos (CitrusBR).</p>



<p>Os cálculos consideram o cronograma de redução das tarifas negociado entre os blocos e os dados históricos de exportação da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), com base na média de preços e volumes dos últimos dez anos.</p>



<p>“Projetamos os descontos ano a ano no imposto de importação para estimar a economia acumulada ao longo dos primeiros cinco anos após a entrada em vigor do acordo”, explica o diretor-executivo da CitrusBR, Ibiapaba Netto.</p>



<p><strong>Redução gradual das tarifas</strong></p>



<p>De acordo com o cronograma acordado, os três principais tipos de suco exportados pelo Brasil terão descontos progressivos nas tarifas de importação, com alíquota zerada em um prazo que varia entre 7 e 10 anos.<a href="https://clck.mgid.com/ghits/24541788/i/58134455/0/pp/1/1?h=2Z8esE6a90KAlBpIoVloZUKDCBA3lbz5lDUnAnfVHhKN4Y_scgY3komS5rCvo7iS9QhJEXFthfQMN-U4ClxLxzNKk5hBYjNrKoI8m1aeiJopiS6CrmfajT7dlkJUrBlt&amp;rid=3363b676-f5f6-11f0-93fc-d404e6f98490&amp;ts=canalrural.com.br&amp;tt=Referral&amp;att=4&amp;cpm=1&amp;abd=1&amp;iv=17&amp;ct=1&amp;gdprApplies=0&amp;st=-180&amp;h2=37_tdX3Sg9rLY8kADvJ40XWYH-RUCLHwy761cwR7jZ0gk3tG4cG8M-vlM73vdpSDObjcM45Hu_EOZ87qJMmoGg**&amp;muid=o4opfNRtqzz4" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a></p>



<p><a href="https://clck.mgid.com/ghits/19980432/i/58134455/0/pp/4/1?h=2Z8esE6a90KAlBpIoVloZQuXxYVR0UwPVXBCDfptoARV-1JTHRrPWcV-eiR8meC43_4ESGOaF-ni7T4kYwWxqHnW5oJhXj9CptniYMiTFMdw3jdlBcOq2209XkwDXwuw&amp;rid=3363b676-f5f6-11f0-93fc-d404e6f98490&amp;ts=canalrural.com.br&amp;tt=Referral&amp;att=4&amp;cpm=1&amp;abd=1&amp;iv=17&amp;ct=1&amp;gdprApplies=0&amp;st=-180&amp;h2=37_tdX3Sg9rLY8kADvJ40XWYH-RUCLHwy761cwR7jZ0gk3tG4cG8M-vlM73vdpSDObjcM45Hu_EOZ87qJMmoGg**&amp;k=1804580fc*f!fZvbPc8LfZvbSo.JfMDc5YzBlNjg4NzdkOGY0YTVjMmJhOTUwMGZjYWQzY2M%3DfNTkx*DM5MQ%3D%3Df!ffLff!ff%2C*f%2C*ffQf*faHR0cHM6Ly93d3cuY2FuYWxydXJhbC5jb20uYnIvYWdyaWN1bHR1cmEvbGFyYW5qY%249hY29yZG8tbWVyY29zdWwtdWUtcG9kZ%241nZXJhci1yLTEzLWJpLXBhcmEtZXhwb3J0YWNvZXMtYnJhc2lsZWlyYXMtZGUtc3Vjby1kZ%241sYXJhbmphLw%3D%3DfOzsvfKysvfI*fNTkx*DMyMzJ8NTQx*DMyMTU%3DfMw%3D%3DfVf!fcfMTYw*DE2MHw1NDF8Mzc0fYAfNgff!fTW96aWxsY%2481LjAgKFdpbmRvd3MgTlQgMTAuMDsgV2luNjQ7IHg2NCkgQXBwbGVXZWJLaXQvNTM3LjM2IChL%24FRNTCwgbGlrZ%24BHZWNrbykgQ2hyb21lLzE0My4wLjAuMCBTYWZhcmkvNTM3LjM2fUERGVmlld2Vy*ENocm9tZVBERlZpZXdlcnxDaHJvbWl1bVBERlZpZXdlcnxNaWNyb3NvZnRFZGdlUERGVmlld2Vy*FdlYktpdGJ1aWx0LWluUERGf!fV2luMzI%3DfLTE4MA%3D%3DfMXw5OQ%3D%3DfMTUzNnw4MTY%3DfdW5rbm93bnw0Z3wwf!f!fQfTyCVb~fCf*(SYP6J%3A&amp;muid=o4opfNRtqzz4" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a>“Em cinco anos, já teremos uma tarifa cerca de 50% menor do que a praticada atualmente, o que é bastante relevante para a competitividade do setor”, afirma Netto. Segundo ele, ao longo desse período inicial, a economia pode chegar a US$ 285 milhões para toda a cadeia exportadora do suco de laranja, considerando a redução gradual dos impostos cobrados pela União Europeia.</p>



<p><strong>Impacto nos custos e no consumo</strong></p>



<p>Apesar do alívio tarifário, a CitrusBR avalia que o acordo não deve resultar, necessariamente, em aumento imediato do volume exportado pelo Brasil ao bloco europeu. Atualmente, o país já responde por cerca de 80% das importações de suco de laranja da União Europeia.</p>



<p>“O impacto mais relevante está na redução de custos ao longo do tempo, o que pode tornar o produto mais acessível ao consumidor final”, destaca Ibiapaba Netto. Segundo o executivo, a diminuição da carga tributária tende a refletir em preços mais competitivos nas gôndolas europeias, o que pode estimular o consumo no médio e longo prazo.</p>



<p>Para entrar em vigor, o acordo ainda precisa ser aprovado pelo Parlamento Europeu e pelo Congresso Nacional brasileiro. A avaliação do setor é de que, por se tratar de um tema de interesse mútuo, o processo de ratificação possa avançar ainda em 2026, permitindo a aplicação das novas tarifas já no próximo ano.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>



<p></p>
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		<title>Tocantins entra na lista de frigoríficos autorizados a exportar carne bovina ao Vietnã</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jan 2026 14:30:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Carne Bovina]]></category>
		<category><![CDATA[Exportação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As autoridades sanitárias do Vietnã autorizaram um novo frigorífico de Mato Grosso do Sul a exportar carne bovina com osso e desossada. Segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), a liberação ocorreu após a conclusão da avaliação técnica feita no Brasil. Além da unidade sul-mato-grossense, o Vietnã habilitou outros três frigoríficos brasileiros: dois em [&#8230;]</p>
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<p>As autoridades sanitárias do Vietnã autorizaram um novo frigorífico de Mato Grosso do Sul a exportar carne bovina com osso e desossada.</p>



<p>Segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), a liberação ocorreu após a conclusão da avaliação técnica feita no Brasil.</p>



<p>Além da unidade sul-mato-grossense, o Vietnã habilitou outros três frigoríficos brasileiros: dois em Rondônia e um no Tocantins. Em 2025, o país já havia aprovado três plantas de Goiás e uma de Mato Grosso.</p>



<p>Com as novas autorizações, o Brasil passa a ter oito estabelecimentos aptos a exportar para o mercado vietnamita, o que dobra a capacidade atual de oferta.</p>



<p>O mercado vietnamita de carne bovina&nbsp;foi aberto no ano passado, após anos de negociação. As conversas realizadas durante a missão oficial do presidente Lula a Hanói ampliaram o diálogo entre os dois países e abriram espaço para a entrada de novos produtos brasileiros no comércio exterior.</p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/GstOqimeGS9pnB4U4fW6YsnrJWI=/0x0:1200x800/600x0/smart/filters:gifv():strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/C/E/zrLhToQCS8FsuzCeFaQA/design-sem-nome-87-.jpg" alt="Vietnã habilitou frigorífico de MS para exportar carne bovina. — Foto: Reprodução" style="width:1170px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption"><em>Vietnã habilitou frigorífico de MS para exportar carne bovina. — Foto: Reprodução</em></figcaption></figure>



<p><em>Por&nbsp;<a href="https://g1.globo.com/autores/nadine-lopes/">Nadine Lopes</a>, Thauana Luares, g1 MS e TV Morena.</em></p>
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