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	<title>exportações de carne bovina Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>exportações de carne bovina Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Exportações de carne bovina rendem US$ 1,3 bilhão ao Brasil em fevereiro</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/exportacoes-de-carne-bovina-rendem-us-13-bilhao-ao-brasil-em-fevereiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 13:17:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[exportações de carne bovina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada do Brasil renderam US$ 1,330 bilhão em fevereiro (18 dias úteis), com média diária de US$ 73,923 milhões, conforme dados divulgados nesta quinta-feira (5) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex). A quantidade total embarcada pelo país chegou a 235,889 mil toneladas, com média diária de 13,105 [&#8230;]</p>
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<p>As exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada do Brasil renderam US$ 1,330 bilhão em fevereiro (18 dias úteis), com média diária de US$ 73,923 milhões, conforme dados divulgados nesta quinta-feira (5) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex).</p>



<p>A quantidade total embarcada pelo país chegou a 235,889 mil toneladas, com média diária de 13,105 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 5.640,90.<br><br>Em relação a fevereiro de 2025, houve alta de 41,8% no valor médio diário embarcado, ganho de 23,9% na quantidade média diária exportada e avanço de 14,5% no preço médio.</p>



<p>De acordo com a analista de Mercado da Datagro Beatriz Bianchi, apesar das altas, a China, principal compradora da proteína bovina nacional, reduziu as compras em relação a janeiro, abrindo espaço para outros destinos.<br><br>“Observamos uma valorização no preço médio pago pela tonelada de carne bovina exportada, ainda que a volatilidade cambial seja um risco aos spreads da indústria”, afirma.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<title>Abiec aposta em novos mercados e nos EUA para sustentar recorde das exportações de carne em 2026</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/abiec-aposta-em-novos-mercados-e-nos-eua-para-sustentar-recorde-das-exportacoes-de-carne-em-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jan 2026 12:44:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[abiec]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[exportações de carne bovina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar das restrições impostas pela China e das incertezas no mercado norte-americano, a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) projeta estabilidade nas exportações de carne bovina em 2026, mantendo o patamar recorde alcançado pelo setor em 2025, ano que o setor exportou 3,09 milhões de toneladas. A avaliação foi apresentada pelo presidente da entidade, [&#8230;]</p>
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<p>Apesar das restrições impostas pela China e das incertezas no mercado norte-americano, a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) projeta estabilidade nas exportações de carne bovina em 2026, mantendo o patamar recorde alcançado pelo setor em 2025, ano que o setor exportou 3,09 milhões de toneladas.</p>



<p>A avaliação foi apresentada pelo presidente da entidade, Roberto Perosa, durante coletiva de imprensa realizada nesta segunda-feira (19). Segundo o executivo, o Brasil deve embarcar entre 3,3 milhões e 3,5 milhões de toneladas da proteína no próximo ano, com manutenção tanto dos volumes quanto dos preços médios internacionais.</p>



<p>“A nossa avaliação é de estabilidade. Estabilidade no topo, o que é bom. Em termos de volume e de preço. Devemos exportar algo entre 3,3 milhões e 3,5 milhões de toneladas”, afirmou Perosa.</p>



<p><strong>Novos mercados sustentam projeções</strong></p>



<p>O cenário de estabilidade é sustentado, segundo a Abiec, pela ampla diversificação de mercados construída pelo Brasil nos últimos anos, pelo crescimento do consumo global de proteína animal e pela perspectiva de oferta restrita de carne bovina no mundo.<br>Atualmente, o Brasil exporta carne para 177 países, o que reduz a dependência de um único destino, mesmo diante da relevância da China.<a href="https://clck.mgid.com/ghits/24279107/i/58134455/0/pp/1/1?h=G8PFYqP610j8ALGT4LFqydjR3EAIbMzwgu3dKN69n4L8onE84nwxHrrk83WuDRvJ3_4ESGOaF-ni7T4kYwWxqLmvsTK7rrqVUsCRl-Dj0ER06rv9T2RVJLjwXUYIMsMs&amp;rid=687fe939-f5f9-11f0-bd50-d404e6f97680&amp;ts=canalrural.com.br&amp;tt=Referral&amp;att=4&amp;cpm=1&amp;abd=1&amp;iv=17&amp;ct=1&amp;gdprApplies=0&amp;st=-180&amp;mp4=1&amp;h2=37_tdX3Sg9rLY8kADvJ40XWYH-RUCLHwy761cwR7jZ0qPPKawbSW7S6YgPj3OBZmoOc46G-wMdzWZWAcrrqf7A**&amp;muid=o4opfNRtqzz4" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a></p>



<p>“Substituir o volume chinês é muito difícil, porque o volume é grande. Mas o Brasil tem uma grande capilaridade. Há uma inversão na base alimentar mundial, com a proteína ganhando espaço”, destacou o executivo.</p>



<p>Parte do volume que deixará de ser exportado à China deve ser redirecionada, principalmente, para países da Ásia e do Sudeste Asiático, regiões com economias em crescimento e aumento do consumo de carne bovina.</p>



<p><strong>Regulação das cotas da China</strong></p>



<p>Apesar do otimismo com a manutenção dos embarques totais, a Abiec reconhece que a cota de exportação imposta pela China, de 1,106 milhão de toneladas por ano, terá impacto relevante sobre o setor. A estimativa da entidade é de uma redução próxima a 600 mil toneladas nos embarques ao país asiático em relação ao volume exportado em 2025.</p>



<p>Diante desse cenário, a associação intensificou o diálogo com o governo federal para discutir medidas de regulação interna que permitam administrar a cota ao longo do ano e mitigar os efeitos sobre a cadeia produtiva.</p>



<p>“Não tem como negar que haverá impacto. Por isso, estamos discutindo estratégias junto com o governo federal para mitigar esses efeitos”, afirmou Perosa.</p>



<p>Entre os mecanismos em análise está a distribuição dos volumes ao longo do ano,mensal, bimestral ou trimestral , para evitar uma corrida por embarques no primeiro semestre e um descompasso no segundo.</p>



<p>“Não podemos ter uma corrida no primeiro semestre e um desastre no segundo. A ideia é trazer previsibilidade e estabilidade para a indústria e para o produtor”, ressaltou.</p>



<p>Outro ponto sensível envolve o volume de carne brasileira em trânsito para a China, estimado pela Abiec em cerca de 250 mil toneladas. Esse número corresponde à diferença entre o volume que o Brasil considera exportado até o fim de 2025 e o que efetivamente foi internalizado pelo país asiático.</p>



<p>Segundo Perosa, caso esse volume não seja contabilizado dentro da cota anual, o impacto financeiro para as empresas brasileiras pode ser significativo.</p>



<p>“Se essa carga não for computada, prejudica muito as empresas brasileiras. Isso precisa ser tratado em negociação governamental”, alertou.</p>



<p>A Abiec também defende, junto ao governo federal, a possibilidade de realocação de cotas não utilizadas por outros países exportadores à China, como Estados Unidos, Uruguai e Argentina, que historicamente não atingem os volumes autorizados.</p>



<p>“Um dos pedidos é que haja redistribuição de cotas não performadas para os países que efetivamente conseguem entregar volume”, explicou o presidente da entidade.</p>



<p>Além disso, estão em análise linhas de crédito específicas e outras medidas de apoio financeiro, nos moldes das adotadas em momentos anteriores de estresse comercial, para dar fôlego às indústrias exportadoras.</p>



<p>“Não é uma medida só. São várias possibilidades, desde linhas de crédito nos moldes daquelas do tarifaço e até negociações diplomáticas mais amplas”, afirmou Perosa.</p>



<p>Segundo ele, o governo chinês já sinalizou que o interesse central é o cumprimento do volume anual total, deixando ao Brasil a definição dos mecanismos internos de gestão da cota.</p>



<p>Na avaliação da Abiec, a redução dos embarques à China não deve provocar queda relevante nos preços internacionais, uma vez que a oferta global de carne bovina segue limitada.</p>



<p>“O Brasil pode até ter carne sobrando da China, mas o mundo não tem carne. Isso pode fazer com que outros países recorram ainda mais ao Brasil”, disse Perosa.</p>



<p><strong>Estados Unidos e União Europeia</strong></p>



<p>Para os Estados Unidos, a Abiec projeta crescimento dos embarques, diante do déficit estrutural de produção no país, estimado em cerca de 1,5 milhão de toneladas. A expectativa é elevar os embarques brasileiros de 270 mil para cerca de 400 mil toneladas.</p>



<p>Já em relação ao acordo Mercosul–União Europeia, o impacto para a carne bovina deve ser positivo, porém limitado. A entidade estima crescimento entre 5% e 7% ao ano, insuficiente para alterar de forma significativa o volume total exportado pelo Brasil.</p>



<p>No mercado doméstico, a expectativa também é de estabilidade dos preços ao longo de 2026, sem grandes oscilações. “Diferente do ano passado, acreditamos em um cenário mais estável para o mercado interno”, afirmou Perosa.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<title>Exportações de carne bovina do Brasil somam US$ 18 bilhões em 2025, recorde histórico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Jan 2026 12:56:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[exportações de carne bovina]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A carne bovina in natura respondeu pela maior parte dos embarques, com 3,09 milhões de toneladas, avanço de 21,4% na comparação anual, e receita de US$ 16,61 bilhões. Considerando todas as categorias exportadas, in natura, industrializadas, miúdos, tripas, gorduras e carnes salgadas, o Brasil alcançou mais de 170 países, ampliando a diversificação de destinos e [&#8230;]</p>
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<p>A carne bovina in natura respondeu pela maior parte dos embarques, com 3,09 milhões de toneladas, avanço de 21,4% na comparação anual, e receita de US$ 16,61 bilhões. Considerando todas as categorias exportadas, in natura, industrializadas, miúdos, tripas, gorduras e carnes salgadas, o Brasil alcançou mais de 170 países, ampliando a diversificação de destinos e a presença internacional do setor.</p>



<p><strong>China lidera compras da carne bovina brasileira</strong></p>



<p>Principal destino da carne bovina do Brasil em 2025, a China respondeu por 48% do volume total exportado, com 1,68 milhão de toneladas, que geraram US$ 8,90 bilhões em receita. Em seguida aparecem os Estados Unidos, com 271,8 mil toneladas e US$ 1,64 bilhão, o Chile, com 136,3 mil toneladas e US$ 754,5 milhões, a União Europeia, com 128,9 mil toneladas e US$ 1,06 bilhão, a Rússia, com 126,4 mil toneladas e US$ 537,1 milhões, e o México, com 118,0 mil toneladas e US$ 645,4 milhões.</p>



<p>Na comparação com 2024, houve crescimento no volume exportado para a maioria dos principais mercados. As vendas para a China avançaram 22,8%, enquanto os embarques para os Estados Unidos cresceram 18,3%. A União Europeia registrou alta expressiva de 132,8%, e o Chile, de 29,8%. Também se destacaram os aumentos para Argélia (+292,6%), Egito (+222,5%) e Emirados Árabes Unidos (+176,1%).</p>



<p>Segundo o presidente da Abiec, Roberto Perosa, o desempenho reflete a maturidade da cadeia produtiva brasileira.</p>



<p>“O desempenho de 2025 foi extraordinário. Depois de um 2024 muito positivo, conseguimos ampliar volume, valor e presença internacional. Mesmo com impactos temporários, como o tarifaço dos Estados Unidos, a indústria respondeu com rapidez, mostrou resiliência e saiu ainda mais fortalecida”, afirmou.</p>



<p><strong>Parceria público-privada sustenta avanço do setor</strong></p>



<p>De acordo com a entidade, os resultados são fruto da atuação conjunta da Abiec, de suas empresas associadas e do setor público. A associação destaca a parceria com a ApexBrasil, por meio do Projeto Setorial Brazilian Beef, além do diálogo permanente com o Ministério da Agricultura e Pecuária, o MDIC, o Ministério das Relações Exteriores e a interlocução institucional com a Frente Parlamentar da Agropecuária.</p>



<p>Para 2026, a avaliação da Abiec é de otimismo com cautela, após dois anos consecutivos de forte crescimento. A expectativa é de manutenção das exportações em patamar elevado e avanço em mercados estratégicos.</p>



<p>“Entramos em 2026 com negociações ativas e perspectiva concreta de avançar em mercados como Japão, Coreia do Sul e Turquia, que têm alto potencial e vêm sendo trabalhados de forma técnica e contínua”, concluiu Perosa.</p>



<p><strong>Desempenho de dezembro</strong></p>



<p>Em dezembro de 2025, o Brasil exportou 347,4 mil toneladas de carne bovina, com receita de US$ 1,85 bilhão. A China liderou as compras no mês, com 153,1 mil toneladas, seguida pelos Estados Unidos (27,2 mil toneladas), Chile (17,0 mil toneladas) e União Europeia (11,9 mil toneladas).</p>



<p>A carne bovina in natura respondeu pela maior parte dos embarques, com 3,09 milhões de toneladas, avanço de 21,4% na comparação anual, e receita de US$ 16,61 bilhões. Considerando todas as categorias exportadas,in natura, industrializadas, miúdos, tripas, gorduras e carnes salgadas — o Brasil alcançou mais de 170 países, ampliando a diversificação de destinos e a presença internacional do setor.</p>



<p><strong>China lidera compras da carne bovina brasileira</strong></p>



<p>Principal destino da carne bovina do Brasil em 2025, a China respondeu por 48% do volume total exportado, com 1,68 milhão de toneladas, que geraram US$ 8,90 bilhões em receita. Em seguida aparecem os Estados Unidos, com 271,8 mil toneladas e US$ 1,64 bilhão, o Chile, com 136,3 mil toneladas e US$ 754,5 milhões, a União Europeia, com 128,9 mil toneladas e US$ 1,06 bilhão, a Rússia, com 126,4 mil toneladas e US$ 537,1 milhões, e o México, com 118,0 mil toneladas e US$ 645,4 milhões.</p>



<p>Na comparação com 2024, houve crescimento no volume exportado para a maioria dos principais mercados. As vendas para a China avançaram 22,8%, enquanto os embarques para os Estados Unidos cresceram 18,3%. A União Europeia registrou alta expressiva de 132,8%, e o Chile, de 29,8%. Também se destacaram os aumentos para Argélia (+292,6%), Egito (+222,5%) e Emirados Árabes Unidos (+176,1%).</p>



<p>Segundo o presidente da Abiec, Roberto Perosa, o desempenho reflete a maturidade da cadeia produtiva brasileira.</p>



<p>“O desempenho de 2025 foi extraordinário. Depois de um 2024 muito positivo, conseguimos ampliar volume, valor e presença internacional. Mesmo com impactos temporários, como o tarifaço dos Estados Unidos, a indústria respondeu com rapidez, mostrou resiliência e saiu ainda mais fortalecida”, afirmou.</p>



<p><strong>Parceria público-privada sustenta avanço do setor</strong></p>



<p>De acordo com a entidade, os resultados são fruto da atuação conjunta da Abiec, de suas empresas associadas e do setor público. A associação destaca a parceria com a ApexBrasil, por meio do Projeto Setorial Brazilian Beef, além do diálogo permanente com o Ministério da Agricultura e Pecuária, o MDIC, o Ministério das Relações Exteriores e a interlocução institucional com a Frente Parlamentar da Agropecuária.</p>



<p>Para 2026, a avaliação da Abiec é de otimismo com cautela, após dois anos consecutivos de forte crescimento. A expectativa é de manutenção das exportações em patamar elevado e avanço em mercados estratégicos.</p>



<p>“Entramos em 2026 com negociações ativas e perspectiva concreta de avançar em mercados como Japão, Coreia do Sul e Turquia, que têm alto potencial e vêm sendo trabalhados de forma técnica e contínua”, concluiu Perosa.</p>



<p><strong>Desempenho de dezembro</strong></p>



<p>Em dezembro de 2025, o Brasil exportou 347,4 mil toneladas de carne bovina, com receita de US$ 1,85 bilhão. A China liderou as compras no mês, com 153,1 mil toneladas, seguida pelos Estados Unidos (27,2 mil toneladas), Chile (17,0 mil toneladas) e União Europeia (11,9 mil toneladas).</p>



<p>As exportações brasileiras de carne bovina encerraram 2025 com resultados históricos. O país embarcou 3,50 milhões de toneladas, alta de 20,9% em relação a 2024, movimentando US$ 18,03 bilhões, crescimento de 40,1% na receita. Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, compilados pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec).</p>



<p>A carne bovina in natura respondeu pela maior parte dos embarques, com 3,09 milhões de toneladas, avanço de 21,4% na comparação anual, e receita de US$ 16,61 bilhões. Considerando todas as categorias exportadas,in natura, industrializadas, miúdos, tripas, gorduras e carnes salgadas, o Brasil alcançou mais de 170 países, ampliando a diversificação de destinos e a presença internacional do setor.</p>



<p><strong>China lidera compras da carne bovina brasileira</strong></p>



<p>Principal destino da carne bovina do Brasil em 2025, a China respondeu por 48% do volume total exportado, com 1,68 milhão de toneladas, que geraram US$ 8,90 bilhões em receita. Em seguida aparecem os Estados Unidos, com 271,8 mil toneladas e US$ 1,64 bilhão, o Chile, com 136,3 mil toneladas e US$ 754,5 milhões, a União Europeia, com 128,9 mil toneladas e US$ 1,06 bilhão, a Rússia, com 126,4 mil toneladas e US$ 537,1 milhões, e o México, com 118,0 mil toneladas e US$ 645,4 milhões.</p>



<p>Na comparação com 2024, houve crescimento no volume exportado para a maioria dos principais mercados. As vendas para a China avançaram 22,8%, enquanto os embarques para os Estados Unidos cresceram 18,3%. A União Europeia registrou alta expressiva de 132,8%, e o Chile, de 29,8%. Também se destacaram os aumentos para Argélia (+292,6%), Egito (+222,5%) e Emirados Árabes Unidos (+176,1%).</p>



<p>Segundo o presidente da Abiec, Roberto Perosa, o desempenho reflete a maturidade da cadeia produtiva brasileira.</p>



<p>“O desempenho de 2025 foi extraordinário. Depois de um 2024 muito positivo, conseguimos ampliar volume, valor e presença internacional. Mesmo com impactos temporários, como o tarifaço dos Estados Unidos, a indústria respondeu com rapidez, mostrou resiliência e saiu ainda mais fortalecida”, afirmou.</p>



<p><strong>Parceria público-privada sustenta avanço do setor</strong></p>



<p>De acordo com a entidade, os resultados são fruto da atuação conjunta da Abiec, de suas empresas associadas e do setor público. A associação destaca a parceria com a ApexBrasil, por meio do Projeto Setorial Brazilian Beef, além do diálogo permanente com o Ministério da Agricultura e Pecuária, o MDIC, o Ministério das Relações Exteriores e a interlocução institucional com a Frente Parlamentar da Agropecuária.</p>



<p>Para 2026, a avaliação da Abiec é de otimismo com cautela, após dois anos consecutivos de forte crescimento. A expectativa é de manutenção das exportações em patamar elevado e avanço em mercados estratégicos.</p>



<p>“Entramos em 2026 com negociações ativas e perspectiva concreta de avançar em mercados como Japão, Coreia do Sul e Turquia, que têm alto potencial e vêm sendo trabalhados de forma técnica e contínua”, concluiu Perosa.</p>



<p><strong>Desempenho de dezembro</strong></p>



<p>Em dezembro de 2025, o Brasil exportou 347,4 mil toneladas de carne bovina, com receita de US$ 1,85 bilhão. A China liderou as compras no mês, com 153,1 mil toneladas, seguida pelos Estados Unidos (27,2 mil toneladas), Chile (17,0 mil toneladas) e União Europeia (11,9 mil toneladas).</p>



<p><em>Por Canal Rural.</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Alta de quase 50% nas exportações de carne ameniza queda da arroba</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/alta-de-quase-50-nas-exportacoes-de-carne-ameniza-queda-da-arroba/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Dec 2025 14:21:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Arroba]]></category>
		<category><![CDATA[arroba do boi]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[exportações de carne bovina]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O mercado brasileiro de boi foi pautado por um cenário de tentativas de compra da arroba por patamares mais baixos ao longo da semana passada. Segundo o analista de Safras &#38; Mercado Fernando Iglesias, os frigoríficos passaram a operar com escalas de abate mais confortáveis, em um período de maior ociosidade, o que ajuda a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O mercado brasileiro de boi foi pautado por um cenário de tentativas de compra da arroba por patamares mais baixos ao longo da semana passada.</p>



<p>Segundo o analista de Safras &amp; Mercado Fernando Iglesias, os frigoríficos passaram a operar com escalas de abate mais confortáveis, em um período de maior ociosidade, o que ajuda a explicar esse movimento de baixa nas cotações.</p>



<p>“Em São Paulo foi observado um movimento de queda nas cotações, assim como no Pará. Por outro lado, sob o prisma da demanda, as exportações seguem como grande destaque para a atividade neste ano”, destaca.</p>



<p><strong>Média dos preços da arroba do boi gordo</strong></p>



<p>Os valores do boi gordo, na modalidade a prazo, estavam assim nesta sexta (19) em comparação à última (12).<a href="https://clck.mgid.com/ghits/25119765/i/58134455/0/pp/4/1?h=-Pu6vKRRHTbhrv-2NhveP4ZSzOtMxlLV7e0YSyEgie-JU2h5gikcEwquCUQnPZUvJebQ7VYqcmtmSD00QkC6CrPCEJzmLyQdOxFC_2Mp_7FT_r-dX1xY5jTBt4WXp4Li&amp;rid=b298a3b7-df3a-11f0-98ad-d404e6faf7f0&amp;ts=canalrural.com.br&amp;tt=Referral&amp;att=4&amp;cpm=1&amp;abd=1&amp;iv=17&amp;ct=1&amp;gdprApplies=0&amp;st=-180&amp;h2=37_tdX3Sg9rLY8kADvJ40eXFVgKa0Xh-8dEktmBT5gUqPPKawbSW7S6YgPj3OBZmsHxk6IvDIOJV0ic4Hrtm9Q**&amp;muid=o4opfNRtqzz4" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>São Paulo (Capital):</strong> R$ 320,00, queda de 1,54% em relação aos R$ 325,00 da última semana;</li>



<li><strong>Goiás (Goiânia):</strong> R$ 315,00, baixa de 1,56% frente aos R$ 320,00 registrados no encerramento da semana passada;</li>



<li><strong>Minas Gerais (Uberaba):</strong> R$ 310,00, recuo de 3,15% frente aos R$ 320,00 praticados no fechamento da semana anterior;</li>



<li><strong>Mato Grosso do Sul (Dourados):</strong> R$ 315,00, retração de 1,56% ante os R$ 320,00 verificados no final da semana passada;</li>



<li><strong>Mato Grosso (Cuiabá):</strong> R$ 300,00, sem alterações ante a semana anterior;</li>



<li><strong>Rondônia (Vilhena):</strong> R$ 275,00, queda de 1,79% frente aos R$ 280,00 registrados na última semana</li>
</ul>



<p><strong>Mercado atacadista</strong></p>



<p>Iglesias comenta que o mercado atacadista se deparou com preços acomodados, embora o viés siga altista no curto prazo.</p>



<p>“É preciso considerar o bom momento de consumo no mercado interno, ainda contando com os efeitos da entrada do 13º salário na economia, somado a criação dos postos temporários de emprego, além das confraternizações tradicionais nessa época do ano”, avalia.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Quarto do traseiro:</strong> cotado a R$ 26,25 o quilo, inalterado ante a semana passada;</li>



<li><strong>Quarto do dianteiro: </strong>vendido por R$ 18,50 o quilo, também sem alterações.</li>
</ul>



<p><strong>Exportações de carne bovina</strong></p>



<p>As exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada do Brasil renderam US$ 804,545 milhões em dezembro até o momento (10 dias úteis), com média diária de US$ 80,454 milhões, conforme dados da Secretaria de Comércio Exterior <strong>(Secex)</strong>.</p>



<p>A quantidade total exportada pelo país chegou a 143,577 mil toneladas, com média diária de 14,357 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 5.603,50.</p>



<p>Em relação a dezembro de 2024, houve&nbsp;<strong>alta de 68,5%</strong>&nbsp;no valor médio diário da exportação,&nbsp;<strong>ganho de 48,9%&nbsp;</strong>na quantidade média diária exportada e&nbsp;<strong>avanço de 13,1%</strong>&nbsp;no preço médio.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<title>China adia investigação sobre importação de carne bovina e mantém setor em alerta</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/china-adia-investigacao-sobre-importacao-de-carne-bovina-e-mantem-setor-em-alerta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Nov 2025 12:19:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Carne Bovina]]></category>
		<category><![CDATA[exportações de carne bovina]]></category>
		<category><![CDATA[novilho precoce]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Novilho Precoce Tocantins acompanha o novo prazo que foi estendido até janeiro de 2026 que adia possíveis restrições e os impactos para produtores do Estado O governo chinês adiou novamente o prazo da investigação sobre importações de carne bovina, estendendo a análise até 26 de janeiro de 2026. A medida, divulgada pelo Ministério do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>A Novilho Precoce Tocantins acompanha o novo prazo que foi estendido até janeiro de 2026 que adia possíveis restrições e os impactos para produtores do Estado</em></p>



<p>O governo chinês adiou novamente o prazo da investigação sobre importações de carne bovina, estendendo a análise até 26 de janeiro de 2026. A medida, divulgada pelo Ministério do Comércio da China, decorre da “complexidade do caso” e representa a segunda alteração desde a abertura do processo em dezembro de 2024, conforme dados da&nbsp;<em>Safras&amp;Mercado</em>.</p>



<p>A investigação, que poderia resultar em medidas de salvaguarda, já havia sido prorrogada de agosto para novembro deste ano. Agora, com a nova extensão, o mercado global segue atento às possíveis implicações para os principais países exportadores, entre eles o Brasil. A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC), informou que aguarda o comunicado oficial chinês para se manifestar.</p>



<p>A apreensão ocorre porque a China é o maior importador mundial de carne bovina. Em 2024, o país comprou 2,87 milhões de toneladas e, entre janeiro e outubro de 2025, acumulou 2,34 milhões de toneladas, alta de 3,6 por cento em relação ao ano anterior.</p>



<p>No Tocantins, onde a China responde por 58% das exportações do primeiro trimestre de 2025, o tema é acompanhado com atenção redobrada. O estado enviou 26,5 milhões de quilos de carne bovina no período, reforçando sua integração ao mercado asiático.</p>



<p>Para o presidente da Novilho Precoce Tocantins, Fernando Penteado, o cenário exige atenção redobrada. “O adiamento coloca o mercado em compasso de espera e traz ainda muitas dúvidas quanto aos resultados finais desta investigação. O mercado deve manter a apreensão tendo em vista que a China é o maior comprador de carne do Brasil e este volume exportado tem permitido que os preços se mantenham em patamares razoáveis. Caso não tivéssemos os volumes de exportação que vimos este ano, o mercado interno não teria suportado o volume de oferta e os preços cairiam”, concluiu.</p>



<p>Com a postergação anunciada, o mercado deve operar nas próximas semanas com menor pressão, mas permanece atento às decisões previstas para o início de 2026.</p>



<p><em>Por Ascom Novilho Precoce Tocantins. </em></p>
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		<title>Arroba do boi gordo segue em alta e exportações de carne bovina mantêm ritmo forte, apesar de tarifa dos EUA</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/arroba-do-boi-gordo-segue-em-alta-e-exportacoes-de-carne-bovina-mantem-ritmo-forte-apesar-de-tarifa-dos-eua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Aug 2025 12:43:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Arroba do boi gordo]]></category>
		<category><![CDATA[Carne Bovina]]></category>
		<category><![CDATA[exportações de carne bovina]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O mercado físico do boi gordo apresenta preços moderadamente mais altos nesta quarta-feira (13). De acordo com o analista de Safras &#38; Mercado Fernando Henrique Iglesias, a expectativa ainda é de reajustes no curtíssimo prazo. “No entanto, em um movimento mais compassado, sem a agressividade de momentos anteriores. Sob o prisma da demanda, o destaque [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>O mercado físico do boi gordo apresenta preços moderadamente mais altos nesta quarta-feira (13).</em></p>



<p>De acordo com o analista de Safras &amp; Mercado Fernando Henrique Iglesias, a expectativa ainda é de reajustes no curtíssimo prazo.</p>



<p>“No entanto, em um movimento mais compassado, sem a agressividade de momentos anteriores. Sob o prisma da demanda, o destaque segue nas exportações que permanecem contundentes apesar do adicional tarifário recentemente imposto pelos <strong>Estados Unidos</strong> que dificultaram as exportações brasileiras”, disse.<strong>Média da arroba do boi gordo</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>São Paulo: </strong>R$ 316,33 — ontem: R$ 315,25</li>



<li><strong>Goiás:</strong> R$ 300,54 — R$ 299,64</li>



<li><strong>Minas Gerais:</strong> R$ 302,94 — sem alteração</li>



<li><strong>Mato Grosso do Sul:</strong> R$ 318,86 — R$ 318,41</li>



<li><strong>Mato Grosso:</strong> R$ 307,36 — R$ 303,11</li>
</ul>



<p><strong>Mercado atacadista</strong></p>



<p>O mercado atacadista volta a se deparar com preços mais altos para a carne bovina. Segundo Iglesias, o ambiente de negócios sugere por menor apelo para reajustes no decorrer da segunda quinzena do mês, considerando o perfil mais comedido de consumo no período.</p>



<p>“Além disso, a carne de frango segue mais competitiva se comparado as demais, em especial à carne bovina”, informa.</p>



<p>O quarto traseiro do boi foi precificado a R$ 23,30 por quilo, alta de R$ 0,30. O quarto dianteiro foi cotado a R$ 18,00 por quilo, alta de R$ 0,20. A ponta de agulha apresentou alta de R$ 0,20 e foi precificada a R$ 17,20.</p>



<p><strong>Câmbio</strong></p>



<p>O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,25%, sendo negociado a R$ 5,4008 para venda e a R$ 5,3988 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,3802 e a máxima de R$ 5,4112.</p>



<p><em>Por Canal Rural.</em></p>
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