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	<title>Exportações Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>Exportações Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Exportações do agronegócio registram alta de 8,2% em maio, puxadas pela demanda chinesa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 13:38:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desempenho foi impulsionado pelo aumento das exportações de soja e proteínas animais, enquanto a China manteve a posição de principal destino dos produtos do agronegócio brasileiro. As exportações do agronegócio brasileiro alcançaram US$ 16 bilhões em maio de 2026, resultado 8,2% superior ao registrado no mesmo mês do ano passado. Com o desempenho, o setor [&#8230;]</p>
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<p><em>Desempenho foi impulsionado pelo aumento das exportações de soja e proteínas animais, enquanto a China manteve a posição de principal destino dos produtos do agronegócio brasileiro.</em><br><br>As exportações do agronegócio brasileiro alcançaram US$ 16 bilhões em maio de 2026, resultado 8,2% superior ao registrado no mesmo mês do ano passado.</p>



<p>Com o desempenho, o setor respondeu por 50,2% de tudo o que o Brasil exportou no período.</p>



<p><strong>Exportações do agronegócio brasileiro</strong></p>



<figure class="wp-block-image" id="attachment_24862"><img decoding="async" src="https://agro2.com.br/wp-content/uploads/2024/06/exportacoes-brasileiras.jpg" alt="exportações brasileiras" class="wp-image-24862" title="Exportações do agronegócio crescem 8,2% em maio e atingem US$ 16 bilhões 2"/><figcaption class="wp-element-caption"><em>Foto: Envato</em></figcaption></figure>



<p>Nos cinco primeiros meses do ano, as vendas externas do agro totalizaram US$ 70,5 bilhões, crescimento de 4,6% em comparação com o mesmo intervalo de 2025. O valor representa um recorde para o período entre janeiro e maio.</p>



<p>O avanço foi impulsionado tanto pelo aumento da quantidade embarcada quanto pela valorização dos produtos exportados. Em maio, o volume vendido ao exterior cresceu 3,6%, enquanto os preços médios apresentaram alta de 4,4%.</p>



<p>No mesmo período, as importações de produtos agropecuários somaram US$ 1,6 bilhão, queda de 3,6%, o que contribuiu para um superávit comercial de US$ 14,4 bilhões, 9,7% acima do registrado um ano antes.</p>



<p>A China permaneceu como principal compradora dos produtos do agronegócio brasileiro. Em maio, o país asiático importou US$ 6,3 bilhões, montante equivalente a cerca de 40% das exportações do setor e 12,8% superior ao registrado no mesmo mês de 2025.</p>



<p>A União Europeia apareceu na sequência, com compras de US$ 2,4 bilhões e participação de 15% nas exportações do agro brasileiro. Já os Estados Unidos importaram US$ 837 milhões, mantendo a terceira posição entre os destinos, apesar da retração de 28% em relação ao ano anterior. Países como Bangladesh, Tailândia, Vietnã, Paquistão, Turquia e Jordânia também ampliaram as aquisições de produtos brasileiros.</p>



<p><strong>Produtos mais exportados</strong></p>



<figure class="wp-block-image" id="attachment_25747"><img decoding="async" src="https://agro2.com.br/wp-content/uploads/2024/07/soja.jpg" alt="Soja" class="wp-image-25747" title="Exportações do agronegócio crescem 8,2% em maio e atingem US$ 16 bilhões 3"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Envato</figcaption></figure>



<p>Entre os produtos exportados, a soja em grãos manteve a liderança. As vendas externas somaram US$ 6,3 bilhões em maio, crescimento de 14,6%, enquanto o volume embarcado chegou a 14,8 milhões de toneladas, alta de 5,1%.</p>



<p>As proteínas animais também tiveram destaque. As exportações de carne bovina in natura atingiram US$ 1,7 bilhão, avanço de 50,2% na comparação anual, com embarques de 262 mil toneladas. A China continuou sendo o principal mercado para o produto, absorvendo mais de 60% das vendas brasileiras da proteína.</p>



<p>A carne de frango registrou exportações de US$ 883 milhões, crescimento de 40%, enquanto o volume embarcado avançou 32,3%, alcançando 442 mil toneladas. Já a carne suína somou US$ 278 milhões em vendas externas, aumento de 1,4%, com embarques de 111 mil toneladas, também em nível recorde para o mês.</p>



<p>Outro produto que vem ganhando espaço no mercado internacional é o DDG, subproduto da produção de etanol de milho utilizado principalmente na alimentação animal. Entre janeiro e maio, as exportações brasileiras do produto atingiram US$ 130 milhões, alta de 37,7% em relação ao mesmo período do ano passado.</p>



<p>Os principais compradores de DDG no período foram China, Turquia, Vietnã e Nova Zelândia. O crescimento acompanha a ampliação do acesso do produto brasileiro a mercados internacionais nos últimos anos, fortalecendo a diversificação da pauta exportadora do agronegócio nacional.</p>



<p><em>Por Arieny Alves/Agro2.</em></p>
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		<title>Conflito no Irã pode impactar exportações brasileiras de milho e soja</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/conflito-no-ira-pode-impactar-exportacoes-brasileiras-de-milho-e-soja/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2026 14:54:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito no Irã]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Exportações]]></category>
		<category><![CDATA[irã]]></category>
		<category><![CDATA[Soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A escalada do conflito entre EUA e Irã acende um alerta para o agronegócio brasileiro. Embora o país persa represente menos de 1% das exportações totais do Brasil, ele é um comprador relevante de milho e soja, dois dos principais produtos da pauta agro nacional. Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) [&#8230;]</p>
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<p>A escalada do conflito entre EUA e Irã acende um alerta para o agronegócio brasileiro. Embora o país persa represente menos de 1% das exportações totais do Brasil, ele é um comprador relevante de milho e soja, dois dos principais produtos da pauta agro nacional.</p>



<p>Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) mostram que, em 2025, a corrente de comércio entre Brasil e Irã somou cerca de US$ 3 bilhões, o equivalente a mais de R$ 15 bilhões. O Brasil registrou superávit expressivo nessa relação, com US$ 2,9 bilhões em exportações e apenas US$ 85 milhões em importações.</p>



<p>No ranking geral, o Irã foi o 31º principal destino das exportações brasileiras no ano passado. No Oriente Médio, ocupou a quinta posição, atrás apenas de Emirados Árabes Unidos, Egito, Turquia e Arábia Saudita. As vendas ao país superaram, inclusive, mercados como Suíça, África do Sul e Rússia.</p>



<p><a href="https://clck.mgid.com/ghits/26138816/i/58134455/0/pp/3/3?h=6PpJi_ngyAdc7aHmheXTHnHrEtEZcYUKOnQo96QAloROtaO6aYF22ZdqWU3VYD6nRHuP7G1_r5VOWjkRTeUwzFM0HGT-MeL_qPiI_97Y54sO4fUHLL4NmJfArnmZi30g&amp;rid=775f0972-1645-11f1-b0a4-d404e6f9f440&amp;ts=canalrural.com.br&amp;tt=Referral&amp;att=4&amp;cpm=1&amp;abd=1&amp;iv=17&amp;ct=1&amp;gdprApplies=0&amp;st=-180&amp;mp4=1&amp;h2=37_tdX3Sg9rLY8kADvJ40XWYH-RUCLHwy761cwR7jZ2AgHsMI-PYla57s3egJqYvXSKj_RRVJcjZnFzoFC_lHw**&amp;muid=o4opfNRtqzz4" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a><strong>Milho lidera embarques ao Irã</strong></p>



<p>O comércio bilateral é fortemente concentrado no agronegócio. Em 2025, milho e soja responderam por 87,2% das exportações brasileiras ao Irã.</p>



<p>O milho não moído lidera com folga, representando 67,9% do total embarcado e movimentando mais de US$ 1,9 bilhão. A soja aparece em seguida, com 19,3% das vendas, somando cerca de US$ 563 milhões.</p>



<p>Também figuram na pauta exportadora açúcares e itens de confeitaria, farelos de soja destinados à alimentação animal e petróleo.</p>



<p>Do lado das importações, o fluxo é bem menor. O Brasil comprou aproximadamente US$ 84 milhões do Irã em 2025, com destaque para adubos e fertilizantes, responsáveis por cerca de 79% do total, além de frutas, nozes, pistaches e uvas secas.</p>



<p><strong>Risco logístico e impacto no petróleo</strong></p>



<p>Para o pesquisador da FGV Leonardo Paz Neves, os impactos para o Brasil podem ocorrer em duas frentes principais: energia e comércio exterior.</p>



<p>Segundo ele, uma escalada do conflito tende a pressionar os preços do petróleo. “Toda vez que o petróleo sobe, e o petróleo é base de cadeia, ele impacta diversos setores”, afirma. O encarecimento da energia pode gerar inflação e pressionar custos de transporte e produção.</p>



<p>Além disso, o comércio direto com o Irã pode ser afetado. “O Irã é um importador importante dos produtos brasileiros, especialmente a soja, o milho e alguma coisa de proteína”, destaca.</p>



<p>Na avaliação do pesquisador, um eventual cerco naval ao Irã ou restrições à navegação na região podem dificultar o envio das exportações brasileiras. “Se o conflito escalar muito e tiver o Irã cercado pela marinha americana, vai ser um problema mandar a exportação brasileira para lá. Vai ter alguns setores aqui no Brasil que vão sofrer um pouco, perder um importante comprador”, alerta.</p>



<p><strong>Oscilações recentes</strong></p>



<p>A relação comercial entre os dois países já apresentou variações significativas nos últimos anos. Em 2022, as exportações brasileiras ao Irã atingiram US$ 4,2 bilhões, o maior valor da série recente. Em 2023, houve recuo, seguido de recuperação em 2024 e 2025.</p>



<p>Embora o Irã não esteja entre os maiores parceiros comerciais do Brasil em termos globais, sua relevância é maior quando o foco está em produtos específicos do agronegócio, especialmente o milho.</p>



<p>Diante de um cenário internacional mais tenso, o conflito no Oriente Médio pode trazer reflexos indiretos e diretos para o campo brasileiro, seja pelo encarecimento do petróleo, seja pela possível interrupção de embarques para um mercado que, sozinho, absorve quase US$ 2 bilhões em milho brasileiro por ano</p>



<p><em>Por Agência Brasil. </em></p>
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		<title>Exportações do Tocantins superam US$ 3 bilhões em 2025 e colocam o estado em 3º lugar no Norte</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/exportacoes-do-tocantins-superam-us-3-bilhoes-em-2025-e-colocam-o-estado-em-3o-lugar-no-norte/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jan 2026 12:17:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Tocantins consolidou sua posição como uma das principais potências econômicas da Região Norte ao atingir a marca de US$ 3.047.968.695 em exportações no ano de 2025. O desempenho representa um crescimento de 21,7% em relação ao volume registrado no ano anterior, colocando o estado em terceiro lugar no ranking regional, atrás apenas do Pará [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Tocantins consolidou sua posição como uma das principais potências econômicas da Região Norte ao atingir a marca de US$ 3.047.968.695 em exportações no ano de 2025. O desempenho representa um crescimento de 21,7% em relação ao volume registrado no ano anterior, colocando o estado em terceiro lugar no ranking regional, atrás apenas do Pará e de Rondônia. Os dados são da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Secex/MDIC).</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>O resultado é fruto direto do Programa de Impulsionamento da Indústria, Comércio e Serviços (Pics), política pública estratégica da gestão Wanderlei Barbosa, executada pela Secretaria de Estado da Indústria, Comércio e Serviços (Sics), que tem a diversificação da pauta de exportações e ampliação da competitividade no mercado global entre suas metas.</p>



<p>“Esses resultados evidenciam que o Tocantins está no caminho certo. Estamos transformando o nosso potencial produtivo em desenvolvimento real e gerando emprego, renda e oportunidades em todas as regiões do estado. A logística estratégica, aliada a políticas públicas eficientes, tem colocado o Tocantins em posição de destaque no cenário nacional e internacional”, afirma o governador Wanderlei Barbosa.</p>



<p><strong>Balança comercial</strong></p>



<p>A soja permanece como o principal produto da pauta de exportações do Tocantins, representando 51% do total comercializado, com cerca de 3,9 milhões de toneladas exportadas. Em seguida, destaca-se a carne bovina, responsável por 21,1% das exportações. A mineração também tem se destacado. No ano passado, o Tocantins exportou 1,9 tonelada de ouro, o que representa 6,5% das vendas externas.</p>



<p>Já as importações somaram US$ 348 milhões. As compras externas tiveram como principais origens a China, responsável por 28,2% do volume importado, e o Canadá, com participação de 20,2%.</p>



<p>A corrente comercial, que é a soma das exportações e importações, foi de US$ 3,4 bi. O saldo da balança comercial fechou o ano com um superávit de US$ 2,6 bilhões.</p>



<p>&#8220;A Sics atua na desburocratização e no apoio direto ao exportador, focando em metas claras de expansão. O superávit na balança comercial comprova que o Tocantins está exportando valor e consolidando sua relevância na pauta comercial brasileira&#8221;, pontuou o secretário de Estado da Indústria, Comércio e Serviços, Milton Neris.</p>



<p>“O superávit na balança comercial evidencia a solidez do desempenho do setor produtivo e a competitividade das exportações estaduais. Esse resultado reforça a importância do planejamento econômico, contribuindo para o fortalecimento da economia, a geração de renda e a ampliação da capacidade de investimento do estado”, reforçou o secretário de Estado do Planejamento, Maurício Parizotto Lourenço.</p>



<p>A China permanece como o principal parceiro comercial do Tocantins, respondendo por 55,6% do total exportado em 2025. Outros destinos relevantes foram Espanha, Canadá, Egito e Índia.</p>
</blockquote>



<p><em>Por Adenauer Cunha/Governo do Tocantins.</em></p>
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		<title>Soja ganha espaço, mas carnes perdem força nas importações da China em novembro</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/soja-ganha-espaco-mas-carnes-perdem-forca-nas-importacoes-da-china-em-novembro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Dec 2025 15:44:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Carnes]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As importações da China mostraram movimentos distintos em novembro, com avanço nas compras de soja e recuo significativo no volume de carnes adquirido. Os dados foram divulgados pela Administração Geral da Alfândega. Importações de soja sobem 13,4% impulsionadas pela América do Sul e pelos EUA A China importou 8,11 milhões de toneladas de soja em [&#8230;]</p>
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<p>As importações da China mostraram movimentos distintos em novembro, com avanço nas compras de soja e recuo significativo no volume de carnes adquirido. Os dados foram divulgados pela Administração Geral da Alfândega.</p>



<p><strong>Importações de soja sobem 13,4% impulsionadas pela América do Sul e pelos EUA</strong></p>



<p>A China importou 8,11 milhões de toneladas de soja em grão em novembro de 2025, alta de 13,4% sobre o mesmo mês do ano anterior, quando foram registradas 7,15 milhões de toneladas. O aumento foi favorecido pelo ritmo dos embarques sul-americanos e pela retomada das compras originadas nos Estados Unidos, que voltaram a ganhar participação no fluxo comercial com o país asiático.</p>



<p>No acumulado de janeiro a novembro, as importações chinesas de soja alcançaram 103,79 milhões de toneladas, crescimento de 6,9% em relação ao mesmo período de 2024, confirmando a demanda firme por matéria-prima para ração animal e processamento interno.</p>



<p><strong>Compras de carnes recuam 20,1% no mês e diminuem no ano</strong></p>



<p>No segmento de proteínas, o movimento foi inverso. As importações chinesas de carnes totalizaram 393 mil toneladas em novembro, queda de 20,1% na comparação com o mês anterior. A retração ocorre em um momento de maior oferta doméstica e ajustes nos estoques internos.<a href="https://www.canalrural.com.br/seguranca/projeto-de-lei-que-da-direito-ao-porte-de-arma-de-fogo-a-produtores-e-aprovado/?utm_source=canalrural.com.br_internal&amp;utm_medium=internal&amp;utm_campaign=canalrural.com.br_internal&amp;utm_content=1388574290&amp;utm_term=1804580"></a></p>



<p>De janeiro a novembro, o país adquiriu 5,67 milhões de toneladas de carnes, volume 6,4% menor que o registrado em igual intervalo de 2024, segundo dados oficiais.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<title>Adiamento de investigação na China eleva tensão sobre exportações brasileiras e pressiona o boi gordo</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/adiamento-de-investigacao-na-china-eleva-tensao-sobre-exportacoes-brasileiras-e-pressiona-o-boi-gordo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Nov 2025 12:54:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Carne Bovina]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Exportações]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O governo chinês decidiu prorrogar, pela segunda vez, o prazo da investigação sobre possíveis medidas de salvaguarda aplicadas às importações de carne bovina. A confirmação veio nesta terça-feira (25), por meio do Ministério do Comércio da República Popular da China (MOFCOM). Segundo o comunicado, “tendo em vista a complexidade do caso, o Ministério do Comércio [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O governo chinês decidiu prorrogar, pela segunda vez, o prazo da investigação sobre possíveis medidas de salvaguarda aplicadas às importações de carne bovina. A confirmação veio nesta terça-feira (25), por meio do Ministério do Comércio da República Popular da China (MOFCOM).</p>



<p>Segundo o comunicado, “tendo em vista a complexidade do caso, o Ministério do Comércio decidiu prorrogar novamente o prazo da investigação até 26 de janeiro de 2026”. A apuração começou em 27 de dezembro de 2024 para analisar se o aumento das compras internacionais estaria prejudicando a produção doméstica.</p>



<p>A primeira prorrogação ocorreu em 6 de agosto de 2025, quando o prazo foi ampliado até 26 de novembro. Com a nova decisão, o processo se estende por mais dois meses, mantendo o ambiente de incerteza para o Brasil, principal fornecedor de carne bovina ao mercado chinês.</p>



<p><strong>Ministério da Agricultura descarta risco de suspensão</strong></p>



<p>Apesar das especulações sobre possíveis restrições motivadas por detecções de Fluazuron, substância usada no controle de carrapatos, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) afirma que não há qualquer indício de bloqueio por parte da China.</p>



<p><a href="https://www.canalrural.com.br/tempo/ciclone-provoca-chuva-e-ventos-fortes-em-tres-estados-veja-a-previsao-do-tempo/?utm_source=canalrural.com.br_internal&amp;utm_medium=internal&amp;utm_campaign=canalrural.com.br_internal&amp;utm_content=1382965370&amp;utm_term=1804580"></a>Em entrevista exclusiva ao <strong>Canal Rural,</strong> o secretário de Defesa Agropecuária, Carlos Goulart, negou veementemente que a substância tenha voltado a aparecer nos embarques recentes.<br><br>“Não há nada nesse sentido. Seguimos em discussão com as autoridades sanitárias chinesas sobre detecções que ocorreram no início deste ano e no ano passado”, afirmou.</p>



<p>Goulart reforçou que o Brasil acompanha de perto o andamento da investigação chinesa, por meio do Mapa, da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais e do Itamaraty. A expectativa é positiva.</p>



<p>“Nós esperamos um bom resultado, uma investigação que mostre que as exportações brasileiras não impactam de forma significativa a economia do produtor local chinês.”</p>



<p>Segundo o secretário, o risco de suspensão foi descartado, e o governo segue em diálogo com a Administração Geral de Alfândegas da China (GACC).</p>



<p>“Nosso objetivo é mostrar que o sistema agropecuário do Brasil é transparente e que não causa impactos negativos na produção local chinesa.”</p>



<p><strong>Principal comprador</strong></p>



<p>A China segue como o destino mais importante para a carne bovina brasileira. Em outubro, o país asiático comprou 190,8 mil toneladas, equivalente a 53% de tudo o que o Brasil exportou no mês, gerando US$ 1,04 bilhão em receita.</p>



<p>No acumulado de 2025, a relevância chinesa permanece elevada: 48,1% do volume exportado e 49,7% da receita vêm da China. Muito atrás aparecem União Europeia, Estados Unidos, México e Chile.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>
<p>The post <a href="https://tocantinsrural.com.br/adiamento-de-investigacao-na-china-eleva-tensao-sobre-exportacoes-brasileiras-e-pressiona-o-boi-gordo/">Adiamento de investigação na China eleva tensão sobre exportações brasileiras e pressiona o boi gordo</a> appeared first on <a href="https://tocantinsrural.com.br">Tocantins Rural</a>.</p>
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		<title>Encontro entre governador do Tocantins e vice-presidente foca na diversificação das exportações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Sep 2025 15:16:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Exportações]]></category>
		<category><![CDATA[Geraldo Alckmin]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como parte de uma intensa agenda de visitas institucionais em Brasília/DF nesta semana, o&#160; governador Laurez Moreira reuniu-se, na manhã desta quinta-feira, 25, com o vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin. Na ocasião, o governador solicitou apoio do Governo Federal para ampliar a diversificação da matriz exportadora do [&#8230;]</p>
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<p>Como parte de uma intensa agenda de visitas institucionais em Brasília/DF nesta semana, o&nbsp; governador Laurez Moreira reuniu-se, na manhã desta quinta-feira, 25, com o vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin. Na ocasião, o governador solicitou apoio do Governo Federal para ampliar a diversificação da matriz exportadora do Tocantins e abrir novos mercados para os produtos tocantinenses.</p>



<p>Durante o encontro, o governador destacou que o recente tarifaço imposto pelos Estados Unidos aos produtos brasileiros evidenciou a importância do Tocantins diversificar sua matriz exportadora, garantindo maior segurança no processo de exportação para as indústrias instaladas no estado. “Eu sempre tive a preocupação de industrializar o nosso estado. E, para alcançar esse objetivo, entendo que o primeiro passo é procurar quem pode nos apoiar de forma estratégica, que é o vice-presidente Geraldo Alckmin. O Tocantins tem um grande potencial produtivo, mas precisamos avançar na agregação de valor e na abertura de portas para que nossos produtos cheguem cada vez mais longe. Por isso, acredito que o apoio do Governo Federal, por meio do trabalho conduzido pelo ministro, será fundamental para transformar nossa economia, fortalecer nossas indústrias e gerar mais emprego e renda aos tocantinenses”, ressaltou Laurez Moreira.</p>



<p>O governador também destacou o trabalho desenvolvido por Geraldo Alckmin no comando do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, especialmente a sua atuação nas missões com países da Ásia, da Europa, da África e do resto do mundo em busca de novos mercados globais para os produtores brasileiros.</p>



<p><strong>Reunião</strong></p>



<p>O governador Laurez Moreira explicou que a pauta que demanda maior atenção do Governo do Estado, em articulação com o Ministério do Desenvolvimento e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), envolve principalmente os produtos de origem animal, com ênfase na carne bovina e nos itens destinados ao setor pet. De acordo com o levantamento da Secretaria de Estado da Indústria, Comércio e Serviços (Sics), esses segmentos são os que mais têm sofrido os impactos da sobretaxa imposta pelos Estados Unidos e, por isso, necessitam de um tratamento prioritário por parte do poder público.</p>



<p>O vice-presidente Geraldo Alckmin ressaltou a satisfação em receber o governador Laurez Moreira e sua comitiva, classificando a reunião como produtiva. Na ocasião, entregou ao chefe do Executivo Estadual o Plano Tocantinense de Cultura Exportadora, elaborado em parceria entre a Secretaria de Estado da Indústria, Comércio e Serviços; o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços; e a ApexBrasil, no âmbito da Política Nacional de Cultura Exportadora (PNCE). O governador agradeceu pelo documento e aproveitou para convidar Geraldo Alckmin a participar do Fórum Estadual da Micro e Pequena Empresa (Femeto), que será realizado em Palmas, capital tocantinense, nos dias 3 e 4 de dezembro. O vice-presidente sinalizou presença no evento.</p>



<p>Geraldo Alckmin pontuou que já existe o programa<em>&nbsp;Brasil Mais Produtivo</em>, criado para apoiar micro, pequenas e médias empresas no processo de exportação, e destacou que a prioridade da nova Indústria Brasil é fortalecer a agroindústria. “O Tocantins é um estado que eu ajudei a criar como constituinte e que vai avançar muito. Nós iremos trabalhar para agregar mais valor ao setor, atrair novas empresas e incentivar o crescimento dos pequenos negócios”, afirmou.</p>



<p>O senador Irajá enfatizou a parceria do Governo Federal com o Tocantins, em que o estado tem a oportunidade de criar novas fronteiras, de dar vazão à venda dos seus produtos para a Europa, à Ásia, ao Oriente Médio e para outros grandes mercados, como a China. “A abertura desses novos mercados tem uma relevância enorme, porque impacta diretamente a vida dos tocantinenses, na geração de emprego, de renda, no estímulo à iniciativa privada e no apoio aos nossos empresários, que precisam estar fortalecidos diante de um momento de dificuldades como se impõe. A presença do governador Laurez Moreira aqui em Brasília reforça a importância do Tocantins no cenário econômico com esse viés de exportação para outros mercados consumidores em todo o mundo”, finalizou o senador.</p>



<p><strong>Estudos geoeconômicos</strong></p>



<p>O encontro também abordou a relevância da participação do Tocantins nos debates nacionais sobre logística, com ênfase na necessidade de que a rodovia BR-142 transpasse a Ilha do Bananal, promovendo a integração entre os oceanos Atlântico e Pacífico e ampliando as oportunidades de desenvolvimento econômico para o estado e para o Brasil no contexto sul-americano. Na ocasião, foi registrado o apoio do Governo Federal à realização dos novos estudos geoeconômicos do país, iniciados pelo Tocantins, que contribuirão para a atualização do mapa geológico estadual e a redução da defasagem de informações técnicas.</p>



<p>Também participaram da reunião com o vice-presidente da República e atual ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin; o senador Irajá; o secretário de Estado dos Esportes e Juventude, Juarez Moreira; o secretário de Estado da Indústria e Comércio, Carlos Humberto Lima; e o deputado federal Tiago Dimas.</p>



<p><img decoding="async" src="https://central.to.gov.br/image/446226?w=565&amp;h=349"></p>



<p><em>Governador Laurez Moreira, acompanhado do senador Irajá, solicita apoio do Governo Federal para ampliar mercados e fortalecer a economia do Tocantins – Vinícius Santa Rosa/Secom.</em></p>



<p><em>Por Claudivan Santiago/Secom.</em></p>
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		<title>Setor agro deveria reagir ao tarifaço pressionando Congresso dos EUA, diz especialista da FGV</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jul 2025 12:48:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Exportações]]></category>
		<category><![CDATA[fgv]]></category>
		<category><![CDATA[tarifaço]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há 10 dias do prazo, o governo dos Estados Unidos ainda não se pronunciou oficialmente sobre possíveis negociações ou o adiamento da tarifa de 50% sobre as exportações brasileiras que podem começar a valer em 1º de agosto. Enquanto isso, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, ressaltou nesta segunda-feira (21) que o Brasil não sairá [&#8230;]</p>
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<p>Há 10 dias do prazo, o governo dos Estados Unidos ainda não se pronunciou oficialmente sobre possíveis negociações ou o adiamento da tarifa de 50% sobre as exportações brasileiras que podem começar a valer em 1º de agosto.</p>



<p>Enquanto isso, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, ressaltou nesta segunda-feira (21) que o Brasil não sairá da mesa de negociações e que a equipe econômica trabalha em um plano de contingência para ajudar os setores mais atingidos pelo tarifaço.</p>



<p>De acordo com o professor de relações internacionais da Fundação Getúlio Vargas (FGV) Vinícius Vieira, é importante destacar que o Brasil tem demonstrado disposição em negociar antes mesmo do anúncio de aumento das tarifas, feito em 9 de julho.</p>



<p>Aos produtores rurais e às entidades que representam o agro brasileiro, Vieira ressalta que a saída é se aliar com pessoas e organizações norte-americanas que também sairão prejudicadas com o tarifaço de Donald Trump.</p>



<p>“Fazendo pressão, principalmente no Congresso americano, mostrando que, principalmente, quem vende café e suco de laranja brasileiro lá nos Estados Unidos vai ter prejuízo em função desse tarifaço. Assim, quem sabe os congressistas, inclusive democratas, já que a política nos Estados Unidos, do Congresso, é muito fundamentada em interesses locais, consigam um canal de acesso para que Trump pelo menos reveja as tarifas parcialmente para alguns setores”, considera.</p>



<p>De acordo com o professor, é acertada a postura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao buscar agregar líderes de outros países com políticas de centro-esquerda semelhantes a sua — casos de Chile, Espanha, Uruguai e Colômbia, como acontece nesta segunda, na capital chilena, durante a Reunião de Alto Nível “Democracia Sempre — para que o Brasil não fique isolado politicamente e economicamente no cenário global.</p>



<p>“Mas, de toda maneira, esses são movimentos que visam, ao meu ver, muito mais o longo prazo, em buscar novos mercados”, ressalta.</p>



<p>Segundo Vieira, a proximidade com a Espanha, país membro da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) é ainda mais importante, visto que se trata do país europeu mais resistente às políticas de Trump e que poderia exercer influência nas demais nações que compõem o bloco para impedir o chefe da Casa Branca de pressionar ainda mais o governo brasileiro.</p>



<p>A respeito do Brics, que já deu demonstrações que pretende buscar outras moedas como referência para negociações, o professor da FGV enxerga como precipitada a preocupação de Donald Trump.</p>



<p>“O grande risco hoje para o dólar, o Trump deveria perceber, está nas ações do seu governo, aumentando a dívida pública americana e, ao mesmo tempo, rompendo alianças tradicionais. Lembrando que até mesmo países como Coreia do Sul, Japão, União Europeia, aliados tradicionais dos Estados Unidos, estão sujeitos a tarifas de 30%. […] Então, o grande risco hoje para a própria força do dólar no cenário internacional tem um único nome: não é Brics, não é Lula, mas é Donald Trump”, conclui.</p>



<p><em>Por Canal Rural.</em></p>
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		<title>Exportações de frango ameaçadas: embargo pode causar prejuízo de US$ 380 milhões por mês</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Jun 2025 12:04:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[embargo]]></category>
		<category><![CDATA[Exportações]]></category>
		<category><![CDATA[exportações de frango]]></category>
		<category><![CDATA[Prejuízo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Maior exportador de carne de frango do mundo, o Brasil enfrenta o embargo de mais de 40 países ao produto nacional devido à notificação de casos de gripe aviária em granjas comerciais. Segundo o relatório Gripe Aviária: Impactos no Setor Avícola Global e Nacional, produzido pela Bateleur, o embargo pode representar perdas mensais de até [&#8230;]</p>
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<p>Maior exportador de carne de frango do mundo, o Brasil enfrenta o embargo de mais de 40 países ao produto nacional devido à notificação de casos de gripe aviária em granjas comerciais. Segundo o relatório Gripe Aviária: Impactos no Setor Avícola Global e Nacional, produzido pela Bateleur, o embargo pode representar perdas mensais de até US$ 380 milhões ao setor. &nbsp;Os países que mantêm o embargo nacional à compra de frango representam cerca de 45% do total exportado pelo Brasil – &nbsp;em abril, esses países compraram 210 mil toneladas do produto a um preço médio de US$ 1.811 a tonelada.</p>



<p>“A relevância do Brasil no comércio internacional e a alta diversificação dos países de destino do frango brasileiro diminuem os prejuízos potenciais, assim como o fato de que os principais exportadores de frango do mundo também vêm sofrendo com surtos da doença”, destaca o relatório. O estudo da Bateleur também aponta que, até a notificação dos casos da doença, a conjuntura era positiva para a avicultura brasileira, com um crescimento nas exportações de 10% no acumulado do ano, somado à expectativa de diminuição nos custos a partir de uma safra robusta.&nbsp;</p>



<p>Além disso, destaca que a piora do quadro da gripe aviária no Brasil não resulta em fatores negativos somente no âmbito nacional, mas também na oferta global da carne e na dinâmica de preços internacional. “A interrupção parcial das exportações brasileiras representa um choque de oferta relevante no comércio global de proteína animal. Esse movimento tende a gerar distorções de preços nos principais mercados consumidores e acentuar a volatilidade em países dependentes do frango brasileiro”, afirma o sócio da Bateleur, Henrique Trevisan.</p>



<p>No atual cenário, o principal objetivo do Brasil é transformar os embargos nacionais em regionais – impedindo a exportação somente das regiões afetadas. Alguns países, inclusive, já definem o eventual embargo como regional no contrato de comércio com o Brasil, como é o caso dos Emirados Árabes Unidos e do Japão.</p>



<p>Em relação ao excedente de produtos que deixará de ser exportado, o relatório da Bateleur enfatiza que ele deve ser direcionado ao consumo doméstico, aumentando a oferta interna e impactando os preços nos próximos meses. “O volume represado deve gerar uma sobreoferta significativa no curto prazo, o que pode provocar quedas nos preços ao produtor e margens mais apertadas para a indústria”, comenta Trevisan.</p>



<p><strong>Sobre a Bateleur&nbsp;</strong></p>



<p>Referência em fusões e aquisições e em assessoria estratégico-financeira para grandes corporações, a Bateleur atua com foco no crescimento de longo prazo das empresas e nos seus negócios. Com escritórios em Porto Alegre e Florianópolis, a Bateleur reúne, em seu portfólio, relevantes transações societárias e operações estruturadas, além de dezenas de projetos de assessoria desenvolvidos para companhias de diversos setores como banking, agronegócio, varejo, energia e saúde.</p>



<p><em>Por Agrolink.</em></p>
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		<item>
		<title>Porto Nacional lidera exportações no Tocantins com R$ 180 milhões enviados a 13 países no 1º bimestre</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/porto-nacional-lidera-exportacoes-no-tocantins-com-r-180-milhoes-enviados-a-13-paises-no-1o-bimestre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Mar 2025 14:02:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Exportações]]></category>
		<category><![CDATA[Porto Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Soja]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Capital do Agro, Porto Nacional exportou US$ 33,4 milhões (cerca de R$ 180 milhões) no primeiro bimestre deste ano e lidera o ranking no Tocantins. A segunda colocada é Almas, com US$ 30,7 milhões. Os dados foram apurados e analisados no Comex Stat, plataforma oficial do governo federal sobre informações de transações comerciais internacionais.&#160; Desse [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Capital do Agro, Porto Nacional exportou US$ 33,4 milhões (cerca de R$ 180 milhões) no primeiro bimestre deste ano e lidera o ranking no Tocantins. A segunda colocada é Almas, com US$ 30,7 milhões.</p>



<p>Os dados foram apurados e analisados no Comex Stat, plataforma oficial do governo federal sobre informações de transações comerciais internacionais.&nbsp;</p>



<p>Desse montante, US$ 18,5 milhões (55%) vieram da venda de 47,8 mil toneladas de tortas de resíduos sólidos da extração de óleo de soja, enquanto US$ 11,3 milhões (34%) são do comércio de 18,7 mil toneladas de soja. Outros US$ 3,4 milhões (10%) são de 3,73 mil toneladas de legumes de vagem, além de pouco menos de 1% correspondente às exportações de milho.&nbsp;</p>



<p>Para o secretário municipal de Agricultura e Pecuária, Fernando Wild, os números são altamente positivos e mostram a força do agro portuense. Segundo ele, o município segue trabalhando muito para facilitar o trabalho do grande produtor rural, ao mesmo tempo no qual cuida dos pequenos.</p>



<p><em>“A força do campo de Porto Nacional está consolidada. Nós estamos contribuindo com o cuidado das estradas, construção de pontes na zona rural e a atuação para facilitar a logística. Em outra frente, apoiamos a produção do pequeno, melhorando as feiras, criando oportunidade de comércio, fornecendo insumos e assistência técnica. É um trabalho amplo, mas que gera muito resultado</em>”, pontuou o secretário.&nbsp;</p>



<p><strong>Países</strong></p>



<p>No total, 13 países diferentes compraram produtos de Porto Nacional em 2025. Itália, China e Eslovênia foram os maiores clientes.</p>



<p><strong>Confira toda a lista</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Itália – US$ 7.729.600</li>



<li>China – US$ 7.388.117</li>



<li>Eslovênia &#8211; US$ 6.333.909</li>



<li>Paquistão – US$ 4.665.779</li>



<li>Índia – US$ 2.477.799</li>



<li>Alemanha &#8211; US$ 2.359.980</li>



<li>França &#8211; US$ 2.135.117</li>



<li>Marrocos &#8211; US$ 153.236</li>



<li>Tailândia &#8211; US$ 96.056</li>



<li>Paraguai &#8211; US$ 74.554</li>



<li>Egito &#8211; US$ 50.285</li>



<li>Argélia &#8211; US$ 6.702</li>



<li>Estados Unidos &#8211; US$ 25</li>
</ul>



<p><strong>Expectativa</strong></p>



<p>Ao longo do ano, a expectativa é de que os números de Porto Nacional vão aumentar exponencialmente, pois há centenas de milhares de toneladas de soja que irão embarcar para o exterior, especialmente para a China &#8211; principal parceiro comercial portuense disparado. Nos últimos três anos juntos, a cidade exportou 2,3 milhões de toneladas da oleaginosa por quase US$ 1,2 bilhão.</p>



<p><em><a href="https://afnoticias.com.br/estado/porto-exporta-r-180-milhoes-para-13-paises-no-1o-bimestre-e-lidera-ranking-no-tocantins">Por AF Notícias. </a></em></p>
<p>The post <a href="https://tocantinsrural.com.br/porto-nacional-lidera-exportacoes-no-tocantins-com-r-180-milhoes-enviados-a-13-paises-no-1o-bimestre/">Porto Nacional lidera exportações no Tocantins com R$ 180 milhões enviados a 13 países no 1º bimestre</a> appeared first on <a href="https://tocantinsrural.com.br">Tocantins Rural</a>.</p>
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		<item>
		<title>Exportações do agro alcançam quase US$ 11 bilhões, mas recuam 5,3% em janeiro</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/exportacoes-do-agro-alcancam-quase-us-11-bilhoes-mas-recuam-53-em-janeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Feb 2025 13:48:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Exportações]]></category>
		<category><![CDATA[mapa]]></category>
		<category><![CDATA[Queda]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O&#160;Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa)&#160;informou, em nota, que as exportações brasileiras de produtos agropecuários alcançaram em janeiro US$ 10,999 bilhões. O valor é o segundo maior registrado para o mês, mas 5,3% inferior ao obtido em igual mês do ano passado, o equivalente a uma queda de US$ 616 milhões ante US$ 11,615 bilhões [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O&nbsp;<strong><a href="https://www.canalrural.com.br/tag/mapa/">Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa)</a></strong>&nbsp;informou, em nota, que as exportações brasileiras de produtos agropecuários alcançaram em janeiro US$ 10,999 bilhões. O valor é o segundo maior registrado para o mês, mas 5,3% inferior ao obtido em igual mês do ano passado, o equivalente a uma queda de US$ 616 milhões ante US$ 11,615 bilhões registrados um ano antes. O setor representou 43,7% dos embarques totais do país no último mês, em comparação com 43,5% de janeiro de 2024.</p>



<p>No mês, segundo o ministério, houve redução nas exportações de soja, milho e do complexo sucroalcooleiro, o que afetou o resultado de janeiro. “A queda ocorreu em função, principalmente, da redução do índice de quantidade das exportações, que caiu 10,1%”, afirmou a Secretaria de Comércio e Relações Internacionais (SCRI) da pasta, em nota técnica.</p>



<p>“Por outro lado, houve elevação no índice de preço das exportações em 5,3%, compensando, em parte, a queda no volume exportado. Uma análise dos preços internacionais de diversas commodities agropecuárias revela aumento de preços de diversos produtos exportados pelo Brasil: café, celulose, carnes, suco de laranja, fumo, cacau, dentre outros”, ponderou a secretaria.</p>



<p>O Mapa destacou que seis setores superaram a cifra de US$ 1 bilhão em exportação cada um: carnes (18,9% do total), produtos florestais (13,8%), café (13,2%), complexo soja (10,1%), complexo sucroalcooleiro (10,0%) e cereais, farinhas e preparações (9,1%). Juntos, representaram 75,1% de tudo o que foi exportado pelo agronegócio brasileiro no último mês e foram os principais produtos vendidos ao exterior em janeiro.</p>



<p>Todos os demais setores exportadores embarcaram ao exterior o equivalente a US$ 2,7 bilhões, cifra que significou um crescimento nas vendas externas de 32,5% na comparação com os US$ 2,1 bilhões exportados em janeiro de 2024.</p>



<p>“Pode-se dizer, desta forma, que houve uma desconcentração das exportações dentre os demais setores exportadores”, observou a secretaria na nota técnica. No mês, também houve recorde nas exportações brasileiras de café verde, celulose, algodão e carne suína, segundo o ministério.</p>



<p><strong>Principais destinos</strong></p>



<p>A China se manteve como a principal importadora de produtos do agronegócio brasileiro em janeiro, seguida pela União Europeia e Estados Unidos. Os embarques brasileiros à China, contudo, caíram 31,1% em janeiro, com as vendas externas recuando para US$ 2,05 bilhões.</p>



<p>A queda nas vendas reduziu a participação da China de 25,6% para 18,6% em um ano. “A queda nas vendas de soja em grãos (-US$ 677,2 milhões); milho (-US$ 230,4 milhões); algodão não cardado e não penteado (-US$ 175,6 milhões) e açúcar de cana em bruto (-US$ 143,1 milhões) foi o que mais contribuiu para o resultado observado”, explicou a secretaria na nota técnica.</p>



<p>No último mês, os principais produtos exportados para o mercado chinês foram celulose, carne bovina in natura, soja em grãos, fumo não manufaturado e algodão não cardado e nem penteado, que, juntos, representaram 83,9% de tudo que foi comercializado ao país asiático no período.</p>



<p>As importações de produtos agropecuários cresceram 9,5% no primeiro mês do ano em relação a janeiro de 2024, para US$ 1,841 bilhão, equivalente a 8% do total internalizado pelo País no período.</p>



<p>Entre os principais produtos importados, houve crescimento de 113,7% na aquisição de produtos do complexo sucroalcooleiro; de 36,5% de produtos florestais; de 33,8% de óleo de palma e de 18,7% de malte.</p>



<p>“Além das aquisições desses produtos, houve importações de inúmeros insumos necessários à produção agropecuária no Brasil: fertilizantes (US$ 931,3 milhões; +15,5%) e defensivos (US$ 409,9 milhões; +11,4%)”, destacou a pasta.</p>



<p>O saldo da balança comercial do setor em janeiro ficou positivo em US$ 9,158 bilhões, abaixo dos US$ 9,934 bilhões de igual período de 2024.</p>



<p><em>Por Canal Rural.</em></p>
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