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	<title>Extinção Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>Extinção Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Jumento brasileiro corre risco de extinção até 2030 por causa da demanda chinesa, alerta estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jun 2025 15:32:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A demanda chinesa pelo colágeno encontrado logo abaixo da pele dos jumentos tem provocado uma redução drástica da população desses animais em diversos países nas últimas duas décadas, inclusive no Brasil. Aqui, mais de um milhão de animais foram abatidos entre 1996 e 2025, diminuindo o número de jumentos brasileiros de 1,37 milhão para pouco mais de 78 mil, uma redução de 94%, conforme as [&#8230;]</p>
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<p>A demanda chinesa pelo colágeno encontrado logo abaixo da pele dos jumentos tem provocado uma redução drástica da população desses <a class="" href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/cvjp2jwg58zt?xtor=AL-73-%5Bpartner%5D-%5Bg1%5D-%5Blink%5D-%5Bbrazil%5D-%5Bbizdev%5D-%5Bisapi%5D" target="_blank" rel="noreferrer noopener">animais</a> em diversos países nas últimas duas décadas, inclusive no Brasil.</p>



<p>Aqui, mais de um milhão de animais foram abatidos entre 1996 e 2025, diminuindo o número de jumentos brasileiros de 1,37 milhão para pouco mais de 78 mil, uma redução de 94%, conforme as estimativas de entidades como a Frente Nacional de Defesa dos Jumentos.</p>



<p>Mantido o ritmo atual de abates, a espécie &#8220;não chegaria a 2030&#8221; no Brasil, diz Pierre Barnabé Escodro, professor de Medicina Veterinária, Inovação e Empreendedorismo da Universidade Federal de Alagoas (UFAL).</p>



<p>Ele faz parte da rede de pesquisadores que têm alertado sobre o risco de extinção desses animais no país e que defendem a aprovação de um projeto lei de 2022 que proíbe o abate, atualmente parado no Congresso.</p>



<p>O grupo se reúne em Maceió (AL) a partir desta quinta (26/6) no evento Jumentos do Brasil, que está na terceira edição e deve reunir cerca de 150 pessoas, incluindo cientistas de outros países.</p>



<p>&#8220;O jumento está em risco de extinção em vários países. No Egito ele praticamente não existe mais, em várias outras partes da África. Por isso o movimento pela conservação hoje é global&#8221;, afirma Escodro.</p>



<p><strong>O abate de jumentos no Brasil</strong></p>



<p>Três frigoríficos hoje têm licença do Serviço de Inspeção Federal (SIF) para abater jumentos (ou jegues, como também são chamados), todos na Bahia.</p>



<p>Apesar da permissão, pesquisadores e grupos ligados às iniciativas de conservação argumentam que o processo não tem rastreabilidade, o que significa que não há controle adequado de doenças ou garantia de que os jumentos não são submetidos a maus-tratos.</p>



<p>Também afirmam que a atividade não tem uma cadeia de produção propriamente dita, sendo puramente extrativista e, por isso, &#8220;insustentável&#8221;.</p>



<p>&#8220;Produzir jumento para abate não é rentável, é extrativismo mesmo&#8221;, acrescenta o professor Escodro.</p>



<p>Como o ritmo de abate tem sido maior do que a velocidade com que os animais conseguem se reproduzir, eles acabaram entrando em ameaça de extinção.</p>



<p>Desde 2019, a Justiça chegou a suspender algumas vezes a permissão para a atividade, após ser acionada por movimentos de defesa dos direitos dos animais que alegavam que a prática envolvia maus-tratos e poderia levar ao desaparecimento da espécie.</p>



<p>Em um artigo publicado no último mês de maio na revista científica Animals, Pierre e outros cinco pesquisadores apontam que a análise de 104 animais abandonados destinados ao abate revelaram sinais de inflamação sistêmica, sinalizando a existência de falhas graves no cuidado com os animais.</p>



<p>Em 2022, um projeto de lei apresentado na Assembleia Legislativa na Bahia buscava proibir o abate no Estado.</p>



<p>No último mês de abril, o relator do PL, deputado Paulo Câmara (PSDB), emitiu parecer contrário à proposta argumentando que a atividade é regulamentada, que tem importância econômica para o Estado e que não haveria &#8220;necessidade de proibir essa prática, mas sim fortalecer a fiscalização e o cumprimento das normas existentes&#8221;.</p>



<p>O parlamentar também afirmou que a população de jumentos no país estaria &#8220;estável e equilibrada&#8221; e que os animais não estariam em risco de extinção, o que motivou a publicação de uma nota de repúdio por parte de grupos de conservação.</p>



<p>A reportagem entrou em contato com a assessoria de Paulo Câmara, e por meio de nota o deputado reiterou as razões apresentadas no parecer, que afirmou ter sido &#8220;embasado em critérios técnicos, legais e econômicos&#8221;, e não representar, &#8220;de forma alguma, negligência em relação ao bem-estar animal&#8221;.</p>



<p><strong>Peles vendidas a US$ 4 mil</strong></p>



<p>Em 2021, a BBC News Brasil visitou a cidade baiana de Amargosa, onde funciona um dos frigoríficos, e mostrou como o comércio e abate de jumentos vinha afetando parte do Nordeste.</p>



<p>Antes ubíquos na região, onde se tornaram um símbolo da cultura local, eles quase desapareceram.</p>



<p>Pierre Escodro diz que no interior de Alagoas, Estado onde vive, jumentos que antes eram comercializados por valores entre R$ 100 e R$ 150 hoje, diante da escassez, são negociados por R$ 400 e R$ 500.</p>



<p>&#8220;E a pele continua custando US$ 3 mil, US$ 4 mil&#8221;, ele completa, referindo-se à parte visada para produção de&nbsp;<a class="" href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy6ew9x14ego?xtor=AL-73-%5Bpartner%5D-%5Bg1%5D-%5Blink%5D-%5Bbrazil%5D-%5Bbizdev%5D-%5Bisapi%5D" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>ejiao</em></a>, um produto popular na medicina chinesa, sem eficácia comprovada e que promete tratar um leque amplo de problemas de saúde, de anemia a impotência sexual.</p>



<p>Segundo a organização The Donkey Sanctuary, cerca de 5,9 milhões de jumentos são abatidos anualmente para abastecer o mercado de&nbsp;<em>ejiao</em>, que movimenta cerca de US$ 6,38 bilhões.</p>



<p>Uma pesquisa conduzida pela Universidade Maasai Mara, no Quênia, e divulgada nesta quarta (25/6) mostra os impactos negativos que o roubo de jumentos para retirada da pele tem sobre comunidades rurais quenianas.</p>



<p>As principais afetadas são as mulheres, que usam esses animais para auxiliá-las em diversos trabalhos braçais, mas os efeitos foram observados em todo o núcleo familiar, com redução inclusive da renda domiciliar.</p>



<p><strong>Santuários de jegues</strong></p>



<p>Os jumentos já tiveram papel importante na agricultura familiar do Nordeste. Com a mecanização da lavoura e a popularização de veículos automotores, contudo, eles perderam protagonismo e muitos acabaram abandonados em estradas pela região.</p>



<p>Um dos focos de pesquisadores como Escodro é desenvolver estratégias para reintroduzir os jumentos na sociedade. As possibilidades, segundo ele, são várias. Desde atividades de pastoreio e o uso em terapias assistidas, a &#8220;jumentoterapia&#8221;, até a reinserção na agricultura familiar, a exemplo de iniciativas em pequenas propriedades rurais na Europa.</p>



<p>O tema é um dos assuntos que serão discutidos no evento que reúne especialistas nesta semana, ao lado da possível criação de áreas de conservação de jumentos no país.</p>



<p>A ideia seria transformar regiões que hoje concentram esses animais em relativa segurança, de onde é inclusive difícil retirá-los para realização de abate, para a construção de santuários.</p>



<p>A área de Jericoacoara, em um trecho bastante turístico do litoral do Ceará, concentra cerca de 700 jegues. No interior do Estado, em Santa Quitéria, uma fazenda que pertence ao Departamento Estadual de Trânsito (Detran) abriga algo entre 1,2 mil e 1,3 mil animais.</p>



<p>&#8220;Isso fortaleceria o combate à extinção no médio prazo&#8221;, diz Escodro.</p>



<p>Outra frente de atuação é pressionar pela aprovação do projeto de lei 1.973, de 2022, que debate a proibição do abate em todo o território nacional. Grupos que defendem a causa lançaram recentemente o&nbsp;<a class="" href="https://fimdoabate.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">site Fim do Abate</a>&nbsp;como parte da campanha.</p>



<p>No ano passado, a União Africana aprovou uma moratória de 15 anos para o abate dos animais com o objetivo de explorar a pele.<br><br><em>Por BBC.</em></p>



<p></p>
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		<title>Planos estratégicos de conservação fortalecem a proteção de espécies ameaçadas no estado</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/planos-estrategicos-de-conservacao-fortalecem-a-protecao-de-especies-ameacadas-no-estado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Mar 2025 14:03:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Conservação]]></category>
		<category><![CDATA[Extinção]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Naturatins]]></category>
		<category><![CDATA[Planos de Ação Territoriais (PATs)]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com sua rica biodiversidade, o Tocantins abriga espécies essenciais para o equilíbrio ambiental e reforça a importância do estado no cenário nacional de conservação. Para proteger esse patrimônio natural, o Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) coordena dois importantes Planos de Ação Territoriais (PATs): o&#160;PAT Cerrado Tocantins&#160;e o&#160;PAT Meio-Norte.&#160;Os planos têm como objetivo a conservação de [&#8230;]</p>
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<p>Com sua rica biodiversidade, o Tocantins abriga espécies essenciais para o equilíbrio ambiental e reforça a importância do estado no cenário nacional de conservação. Para proteger esse patrimônio natural, o Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) coordena dois importantes Planos de Ação Territoriais (PATs): o&nbsp;<em>PAT Cerrado Tocantins</em>&nbsp;e o&nbsp;<em>PAT Meio-Norte</em>.&nbsp;Os planos têm como objetivo a conservação de espécies ameaçadas de extinção, por meio de ações estratégicas que visam não só a preservação da fauna e da flora, mas também a melhoria das condições dos seus habitats naturais.</p>



<p>Os planos surgiram no âmbito do projeto<em>&nbsp;Estratégia Nacional para a Conservação de Espécies Ameaçadas de Extinção (Pró-Espécies): Todos contra a extinção</em>, de iniciativa do Ministério do Meio Ambiente (MMA), financiada pelo Fundo Mundial para o Meio Ambiente (GEF), da sigla em inglês para&nbsp;<em>Global Environment Facility Trust Fund</em>, que tem como agência implementadora o Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio) e a agência executora o WWF-Brasil.</p>



<p>A atuação do Naturatins é feita de forma integrada com diversas instituições e, principalmente, com as comunidades locais, que são essenciais para o sucesso das ações. Dentre elas destacam-se o Centro Nacional de Conservação de Flora (CNCFlora/JBRj), o WWF-Brasil, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), a Universidade Federal de Tocantins e a Universidade Estadual do Tocantins (Unitins).</p>



<p>O biólogo e coordenador dos planos de ação no Naturatins, Oscar Vitorino, destaca a importância das iniciativas para a preservação da biodiversidade do Tocantins. “Os planos são uma parte fundamental do nosso trabalho no Naturatins. Por meio deles, buscamos não apenas proteger as espécies ameaçadas de extinção, mas também promover a melhoria dos ecossistemas que elas habitam. A conservação da fauna e da flora do Tocantins é uma responsabilidade de todos e estamos comprometidos em envolver a comunidade, parceiros e especialistas para implementar ações que realmente façam a diferença. Cada passo dado é uma vitória para a biodiversidade do nosso estado e para o futuro das gerações que virão”, enfatiza.</p>



<p><strong>PAT Cerrado Tocantins</strong></p>



<p>Instituído pela Portaria nº 80/2020, o&nbsp;<em>PAT Cerrado Tocantins</em>&nbsp;abrange a região da bacia hidrográfica do alto rio Tocantins, uma área única devido à sua diversidade biológica, mas que possui apenas 6,87% de seu território protegido. Este território prioritário para a conservação compreende 22 municípios, desde o extremo leste do estado, nas Serras Gerais, passando por Natividade até as proximidades do rio Tocantins, estendendo-se do município de Peixe a Miracema, totalizando mais de 37 mil km².</p>



<p>O plano estabelece ações voltadas à conservação de espécies que demandam uma atenção especial, abrangendo 12 táxons, sendo oito espécies da fauna e quatro da flora. Essas espécies são consideradas ameaçadas de extinção, conforme as listas nacionais do Ministério do Meio Ambiente e o Livro Vermelho da Flora Brasileira. Entre elas estão a Bromélia braunni, o mandi-chumbado (<em>Aguarunichthys tocantinsensis</em>), a arraia-maçã (<em>Paratrygon aiereba</em>) e pacu-dente-seco (<em>Mylesinus paucisquamatus</em>).</p>



<p>Entre as ações previstas no plano estão a realização de campanhas de campo para o levantamento das espécies ameaçadas, a capacitação de especialistas na elaboração de listas de espécies em risco e a implementação de estratégias de comunicação eficazes.</p>



<p><strong>PAT Meio-Norte</strong></p>



<p>O&nbsp;<em>PAT Meio-Norte</em>&nbsp;é uma iniciativa conjunta entre o Naturatins, a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Naturais do Maranhão (Sema-MA) e o Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Pará (Ideflor-Bio). O plano tem como objetivo melhorar o estado de conservação das espécies ameaçadas no território Meio-Norte, que abrange áreas dos estados do Maranhão, do Pará e do Tocantins, incluindo a região do Bico do Papagaio, no extremo norte do Tocantins. O território do&nbsp;<em>PAT Meio-Norte</em>&nbsp;cobre aproximadamente 79.363 km², e engloba os biomas Amazônia (81%) e Cerrado (19%), formando uma área de transição com ambientes únicos, onde a Amazônia se mescla com o Cerrado brasileiro.</p>



<p>No&nbsp;<em>PAT Meio-Norte</em>, foram priorizadas 12 espécies como alvos principais, sendo nove da fauna e três da flora. A maioria dessas espécies é classificada como Criticamente em Perigo (CR) de extinção e não estava sob a proteção de Unidades de Conservação ou Planos de Ação Nacionais. Entre as espécies que são alvo estão a ave&nbsp;<em>Crax fasciolata pinima</em>&nbsp;e as plantas&nbsp;<em>Erythroxylum ayrtonianum</em>,&nbsp;<em>Mimosa skinneri var. carajarum</em>&nbsp;e Rinorea villosiflora.</p>



<p>Para promover a conservação dessas espécies, diversas ações têm sido implementadas, incluindo expedições para localização de populações de espécies ameaçadas, desenvolvimento de ações de educação ambiental e capacitações. Durante uma expedição no território Meio-Norte, foram localizados exemplares macho e fêmea de uma ave criticamente ameaçada de extinção. Ao longo das atividades realizadas entre setembro e outubro de 2023, pesquisadores localizaram, na Terra Indígena Mãe Maria, no Pará, seis indivíduos do mutum-pinima (<em>Crax fasciolata pinima</em>).</p>



<p>&#8220;Essas iniciativas coordenadas pelo Naturatins demonstram um compromisso contínuo do Governo do Tocantins com a conservação da biodiversidade no estado e regiões adjacentes, buscando não apenas a proteção das espécies ameaçadas, mas também o engajamento da sociedade na construção de um futuro sustentável”, conclui o biólogo Oscar Vitorino.</p>



<p><strong>Pró-Espécies</strong></p>



<p>A estratégia nacional para a conservação de espécies ameaçadas de extinção&nbsp;<em>Pró-Espécies: Todos contra a extinção</em>&nbsp;é uma iniciativa do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, que tem como objetivos adotar ações de prevenção, conservação, manejo e gestão para minimizar as ameaças, o risco de extinção e melhorar o estado de conservação das espécies ameaçadas.</p>



<p>O projeto trabalha em conjunto nos seguintes estados: Maranhão, Bahia, Pará, Amazonas, Tocantins, Goiás, Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo para desenvolver estratégias de conservação em 24 territórios, totalizando 9 milhões de hectares. Prioriza a integração da União e dos estados na implementação de políticas públicas, assim como procura alavancar iniciativas para reduzir as ameaças e melhorar o estado de conservação de, pelo menos, 290 espécies categorizadas como Criticamente em Perigo e que não contam com nenhum instrumento de conservação.<br><br><em>Por Andréa Marques/Governo do Tocantins.</em></p>
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		<title>Filhotes de pato raro ameaçado de extinção nascem no Jalapão</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/filhotes-de-pato-raro-ameacado-de-extincao-nascem-no-jalapao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Aug 2024 15:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Extinção]]></category>
		<category><![CDATA[Filhotes]]></category>
		<category><![CDATA[Jalapão]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Pato]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisadores encontraram um ninho ativo com oito filhotes de pato-mergulhão no Rio Novo, região do Jalapão. A espécie é criticamente ameaçada e só existem 200 indivíduos na natureza, 25 deles, estima-se, vivem no Tocantins e são preservados com apoio da comunidade local. Os filhotes foram encontrados em uma expedição que percorreu os 145 km do [&#8230;]</p>
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<p>Pesquisadores encontraram um ninho ativo com oito filhotes de pato-mergulhão no Rio Novo, região do Jalapão. A espécie é criticamente ameaçada e só existem 200 indivíduos na natureza, 25 deles, estima-se, vivem no Tocantins e são preservados com apoio da comunidade local.</p>



<p>Os filhotes foram encontrados em uma expedição que percorreu os 145 km do Rio Novo, e identificaram um ninho até então não mapeado, em uma cavidade de árvore às margens do rio.</p>



<p>Este é o único ninho conhecido para a temporada de 2024. O período de observação na região foi de 26 de junho até 30 de julho, quando os patinhos nasceram.</p>



<figure class="wp-block-image" id="attachment_23811"><img decoding="async" src="https://ovetor.com.br/wp-content/uploads/2024/08/PATO-MERGULHAO-TEXTO.jpeg" alt="" class="wp-image-23811"/><figcaption class="wp-element-caption">Ninho de espécie rara de patos é encontrado no Rio Novo, região do Jalapão — Foto: Janaína Silva e Franciel Lima/UEMA</figcaption></figure>



<p>Os pesquisadores Janaína Silva e Franciel Lima, passaram a monitorar o ninho e coletaram dados essenciais para a compreensão do ciclo reprodutivo da espécie. Equipados com câmeras, binóculos e gravadores, eles registraram informações que serão usadas na dissertação de Janaína, mestranda da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA).</p>



<p>A expedição é uma ação conjunta do Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins), da Fundação Pró-Natureza (Funatura) e da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), com o apoio do Fundo Mohamed Bin Zayed de Espécies Ameaçadas, dos Emirados Árabes Unidos, da Reserva Conservacionista Piracema, de Almas, e do Instituto de Desenvolvimento Rural do Estado do Tocantins (Ruraltins), por meio do escritório local de Porto Alegre do Tocantins.</p>



<p>Segundo o biólogo Marcelo Barbosa, inspetor de Recursos Naturais do Naturatins, o trabalho em cooperação proporcionou coletar mais informações sobre a reprodução e sobrevivência dos filhotes.</p>



<p>“Pouco é conhecido ainda das interações dos patinhos nos primeiro dias de vida com o ambiente, dos desafios que precisam superar até chegar à fase em que adquirem a capacidade de voo e aumentam as suas chances de sobrevivência,” afirma Marcelo.</p>



<figure class="wp-block-image" id="attachment_23812"><img decoding="async" src="https://ovetor.com.br/wp-content/uploads/2024/08/PATO-MERGULHAO-TEXTO-1.jpeg" alt="" class="wp-image-23812"/><figcaption class="wp-element-caption"><em>Pesquisadores passam longas horas de observação em acampamento no Rio Novo, Jalapão — Foto: Paulo Antas/Funatura</em></figcaption></figure>



<p>Os pesquisadores continuam a monitorar o grupo familiar, estudando o comportamento e as atividades dos pais com os filhotes nas primeiras semanas. Uma nova equipe dará continuidade às observações até setembro, quando um novo censo será realizado ao longo do Rio Novo.</p>



<p>A expedição destaca que a colaboração entre instituições, moradores, visitantes e proprietários ao redor do Rio Novo é fundamental para a conservação dessa espécie única, símbolo das águas interiores brasileiras e uma das mais raras nas Américas e no mundo.</p>



<p><em>Por g1 Tocantins.<br></em><br></p>



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