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	<title>Fazenda Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>Fazenda Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Helicóptero da dupla Henrique e Juliano cai em area rural de Porto Nacional, no Tocantins</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 17:29:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Piloto e mecânico estavam na aeronave que caiu próximo à Fazenda Terra Prometida nesta sexta-feira, 8 Um helicóptero caiu na tarde desta sexta-feira, 8, em uma fazenda ligada à família do cantor Henrique, da dupla sertaneja Henrique &#38; Juliano, no Tocantins. As primeiras informações apontam que o acidente ocorreu nas proximidades da Fazenda Terra Prometida. [&#8230;]</p>
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<p><em>Piloto e mecânico estavam na aeronave que caiu próximo à Fazenda Terra Prometida nesta sexta-feira, 8</em></p>



<p>Um helicóptero caiu na tarde desta sexta-feira, 8, em uma fazenda ligada à família do cantor Henrique, da dupla sertaneja Henrique &amp; Juliano, no Tocantins.<br><br><img fetchpriority="high" decoding="async" width="700" height="430" class="wp-image-18955" style="width: 700px;" src="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Fazenda-de-Henrique-e-Juliano.webp" alt="" srcset="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Fazenda-de-Henrique-e-Juliano.webp 1076w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Fazenda-de-Henrique-e-Juliano-300x184.webp 300w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Fazenda-de-Henrique-e-Juliano-1024x629.webp 1024w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Fazenda-de-Henrique-e-Juliano-768x472.webp 768w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Fazenda-de-Henrique-e-Juliano-750x461.webp 750w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>



<p>As primeiras informações apontam que o acidente ocorreu nas proximidades da Fazenda Terra Prometida. Segundo informações apuradas pela reportagem, apenas o piloto e um mecânico estavam na aeronave no momento da queda.</p>



<p>O Corpo de Bombeiros confirmou que a ocorrência foi aberta e segue em atendimento. Até o momento, não há informações oficiais sobre mortos ou sobre o estado de saúde dos ocupantes.</p>



<p>Inicialmente, havia informação de que não existia acionamento registrado, mas a corporação confirmou posteriormente que a ocorrência está em andamento.</p>



<p>A reportagem apura se a aeronave pertence à família dos cantores e as circunstâncias do acidente.<br><br><em>Em atualização.</em></p>



<p></p>
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		<title>Briga entre irmãos por fazenda vira caso de fraude e termina com R$ 21 milhões bloqueados no Tocantins</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 11:59:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Investigação aponta uso de familiares em empréstimos para desviar recursos em DivinópolisA Polícia Civil do Tocantins, por meio da 55ª Delegacia de Polícia de Divinópolis do Tocantins, deflagrou nesta terça-feira, 5, a Operação Laços Quebrados para cumprir mandados judiciais em uma investigação que apura fraudes milionárias em uma sociedade familiar no ramo da agropecuária, no [&#8230;]</p>
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<p><em>Investigação aponta uso de familiares em empréstimos para desviar recursos em Divinópolis<br></em><br>A Polícia Civil do Tocantins, por meio da 55ª Delegacia de Polícia de Divinópolis do Tocantins, deflagrou nesta terça-feira, 5, a Operação Laços Quebrados para cumprir mandados judiciais em uma investigação que apura fraudes milionárias em uma sociedade familiar no ramo da agropecuária, no município de Divinópolis. <br><br>Os crimes investigados incluem estelionato, falsidade ideológica, uso de documento falso, apropriação indébita, organização criminosa e lavagem de capitais. A ação faz parte da Operação Renorcrim, que é capitaneada nacionalmente pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública. Se trata de um conjunto de esforços para combater o crime organizado em âmbito nacional.</p>



<p>A operação contou com apoio das 61ª, 62ª e 63ª Delegacias de Polícia de Paraíso do Tocantins, além das unidades da 57ª Delegacia de Polícia de Pium e 59ª Delegacia de Polícia, e de oito policiais do Grupo de Operações Táticas Especiais (Gote). As equipes atuaram simultaneamente em endereços na zona urbana e rural do município, com o objetivo de evitar a destruição de provas.</p>



<p>Durante o cumprimento dos mandados de busca e apreensão foram recolhidos documentos, equipamentos eletrônicos, dinheiro em espécie, objetos de valor e dois veículos. Também foram realizadas diligências em propriedades rurais e imóveis ligados aos investigados.</p>



<p>Conforme a investigação, o caso envolve uma sociedade entre irmãos que adquiriram fazendas na região de Divinópolis. Com o passar dos anos, um dos integrantes, teria realizado contratos fraudulentos com instituições financeiras, utilizando as propriedades como garantia sem o conhecimento dos outros sócios.</p>



<p>Segundo a apuração, os empréstimos ultrapassam R$ 21 milhões. Parte dos recursos, inicialmente vinculados à atividade agropecuária, teria sido desviada. Filhos do investigado são apontados como participantes do esquema, atuando como “laranjas”, além do envolvimento de uma contadora.</p>



<p>De acordo com o delegado responsável pelo caso, Bruno Monteiro Baeza, a operação busca reunir provas e interromper a movimentação financeira suspeita. “As medidas cumpridas hoje têm como foco reunir elementos que comprovem o esquema investigado, identificar a destinação dos valores e interromper a continuidade das práticas criminosas”, afirmou.</p>



<p>As investigações também indicam o uso de documentos e certificados digitais para viabilizar os contratos fraudulentos. Os agentes da Polícia Civil buscam agora identificar a movimentação financeira e a destinação dos valores obtidos.</p>



<p>As medidas judiciais autorizadas incluem a quebra de sigilo bancário e telemático dos investigados, com acesso a dados financeiros, registros de transações, informações de dispositivos e armazenamento em nuvem. A decisão também determinou o bloqueio de bens e valores até o limite de R$ 21 milhões.</p>



<p>Além disso, foi decretado a apreensão das safras já colhidas e das que ainda estão em produção nas propriedades vinculadas à sociedade. Empresas cerealistas foram notificadas para não repassarem o valores aos investigados e devem depositar o valor em conta judicial.</p>



<p>Os materiais apreendidos devem subsidiar a continuidade das investigações, que seguem sob sigilo de Justiça.</p>



<p><strong>Operação Renorcrim</strong></p>



<p>A Operação Renorcrim é capitaneada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública e tem alcance nacional. Se trata de um conjunto de esforços para combater o crime organizado em âmbito nacional. O MJSP apoio as unidades estaduais com apoio logístico e financeiro para viabilizar grandes operações policiais e assim fortalecer o combate ao crime.</p>



<p><em>Por Rozeane Feitosa/ Governo do Tocantins</em></p>
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		<title>Justiça manda prender ex-gerente por desvio milionário em fazenda; R$ 10 milhões foram bloqueados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 12:25:38 +0000</pubDate>
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<p>O ex-gerente de uma fazenda no Tocantins foi alvo de uma operação da Polícia Civil nesta terça-feira (7), suspeito de desviar valores milionários enquanto ocupava cargo de confiança na propriedade rural. Segundo as investigações,&nbsp;<strong>o prejuízo estimado pode chegar a R$ 10 milhões.</strong></p>



<p>A Justiça determinou o cumprimento de seis mandados de busca e apreensão, além de uma ordem de prisão preventiva. As ações ocorreram nas cidades de Miranorte e Lajeado, no Tocantins, e em Novo São Joaquim, no Mato Grosso.</p>



<p>Além da prisão, a Justiça autorizou o bloqueio de R$ 10 milhões nas contas do investigado e da esposa dele, além de R$ 1,6 milhão nas contas de uma empresa que, segundo a investigação, fazia parte do esquema.</p>



<p>Segundo a polícia, o suspeito usava o cargo para superfaturar serviços prestados por terceiros à fazenda. A diferença entre os valores reais e os informados era desviada para contas próprias e de terceiros.</p>



<p>O nome do investigado não foi divulgado e o portal não conseguiu contato com a defesa dele.<a href="https://globoplay.globo.com/categorias/lollapalooza/?origemId=1779&amp;utm_source=g1&amp;utm_medium=tapume&amp;utm_campaign=aq-org_g1_conteudo_up_perf_banner_web_tier2_live_lolla-24&amp;utm_content=banner&amp;utm_term=tapume-g1-assista"></a></p>



<p><strong>Como funcionava o esquema</strong></p>



<p>As investigações começaram há cerca de seis meses, após os donos perceberem inconsistências financeiras e solicitarem apuração do caso. A Polícia Civil afirma que os crimes ocorreram entre 2021 e 2025, período em que o ex-gerente se aproveitou da confiança dos proprietários da fazenda.</p>



<p>As investigações também apontam que ele também atuava como agiota, utilizando parte do dinheiro desviado em empréstimos informais.</p>



<p>Durante o inquérito, foi identificada uma evolução patrimonial incompatível com a renda do investigado. Ele recebia salário de aproximadamente R$ 26 mil, mas teve o patrimônio elevado de cerca de R$ 200 mil para R$ 1,9 milhão entre 2023 e 2024, sem comprovação de origem dos recursos.</p>



<p>A apuração também apontou que o suspeito aplicou mais de R$ 2,5 milhões em fundos de investimento, valores identificados após autorização judicial para quebra de sigilos.</p>



<p>Os investigadores encontraram ainda pesquisas feitas pelo suspeito na internet sobre investimentos capazes de gerar renda mensal de R$ 20 mil e sobre processos contra funcionários acusados de superfaturamento.</p>



<p>Segundo a Polícia Civil, documentos analisados pela 6ª DEIC revelaram planilhas com controle de valores ligados à prática de agiotagem. Empresas prestadoras de serviço relataram comportamento intimidatório durante cobranças, incluindo, segundo os depoimentos, o uso de arma de fogo.</p>



<p><strong>Prisão, buscas e apreensões</strong></p>



<p>Durante o cumprimento dos mandados, os policiais apreenderam duas pistolas em um dos endereços alvos da operação.</p>



<p>Em Miranorte, os mandados foram cumpridos na casa do investigado e em uma empresa que mantinha contratos com a fazenda. Em Lajeado, as equipes estiveram em uma chácara comprada, segundo a polícia, com recursos ilícitos.</p>



<p>No município de Novo São Joaquim, no Mato Grosso, as buscas ocorreram em imóveis ligados ao suspeito e registrados em nome de terceiros.</p>



<p>O investigado poderá responder por furto qualificado mediante fraude, lavagem de dinheiro e crime de usura, além de outros delitos apontados no inquérito. A prisão preventiva foi autorizada pela Justiça com base na gravidade dos fatos, na repetição das condutas, em indícios de que o suspeito planejava deixar o estado e nos relatos de intimidação.</p>



<p>A operação foi conduzida pela 6ª Divisão Especializada de Repressão ao Crime Organizado (DEIC) de Paraíso e contou com apoio de outras unidades da Polícia Civil do Tocantins e do Estado de Mato Grosso.</p>



<p><em>Por Brenda Santos, g1 Tocantins.</em></p>
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		<item>
		<title>Alexandre Pires adquire fazenda de 2 mil hectares no Tocantins e aposta na criação de gado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 11:42:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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		<category><![CDATA[Alexandre Pires]]></category>
		<category><![CDATA[Criação de gado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O cantor e empresário Alexandre Pires é o novo proprietário da Fazenda Arara Preta, localizada em Dianópolis, na região sudeste do Tocantins. A propriedade, com cerca de 2 mil hectares, fica próxima à divisa do Tocantins com a Bahia. Segundo o corretor de imóveis rurais responsável pela venda, Bruno Leonardo, a fazenda fica a cerca [&#8230;]</p>
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<p>O cantor e empresário Alexandre Pires é o novo proprietário da Fazenda Arara Preta, localizada em Dianópolis, na região sudeste do Tocantins. A propriedade, com cerca de 2 mil hectares, fica próxima à divisa do Tocantins com a Bahia.</p>



<p>Segundo o corretor de imóveis rurais responsável pela venda, Bruno Leonardo, a fazenda fica a cerca de 90 km de Luís Eduardo Magalhães (BA), uma importante fronteira agrícola, fator que agrega valor à propriedade.</p>



<p>“Ele está mais voltado para o gado [investimento]. Só que, com essa expansão agrícola que está acontecendo, acredito que as atividades mais promissoras ali, por ser uma região plana, com boa disponibilidade de água, chuvas regulares e vários recursos hídricos, sejam ligadas à agricultura. Nos próximos anos, acredito que a agricultura vai ganhar cada vez mais espaço na região”, informou o corretor.</p>



<p>Recentemente, o cantor esteve na cidade para visitar o novo empreendimento e interagiu com moradores locais. Alexandre Pires, natural de Uberlândia (MG), é um dos nomes mais expressivos do pagode.</p>



<p>O g1 conversou com o prefeito de Dianópolis, José Salomão (PT). Segundo ele, o cantor pretende investir primeiro na criação de gado e, depois, na agricultura.</p>



<p>“Ele vai investir inicialmente na pecuária e depois na agricultura, segundo o que ele me informou. Isso contribui decisivamente para a economia do nosso município”, explicou o prefeito.</p>



<p><em>Por Igor Carneiro, g1 Tocantins.</em></p>
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		<item>
		<title>Leilão coloca à venda fazenda de 360 hectares em região produtora de soja e milho no Piauí</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jan 2026 13:11:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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		<category><![CDATA[MATOPIBA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma fazenda de 358 hectares que pertence a uma empresa de produção de grãos e insumos agrícolas vai a leilão judicial na segunda-feira (26). A propriedade, localizada em Ribeiro Gonçalves, no Sul do Piauí, estará à venda com lance mínimo de R$ 7,2 milhões. O leilão será&#160;inteiramente digital&#160;e composto por duas etapas diferentes. O primeiro pregão está previsto [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Uma fazenda de 358 hectares que pertence a uma empresa de produção de grãos e insumos agrícolas vai a leilão judicial na segunda-feira (26). A propriedade, localizada em Ribeiro Gonçalves, no Sul do Piauí, estará à venda com lance mínimo de <strong>R$ 7,2 milhões</strong>.</p>



<p>O leilão será&nbsp;<a class="" href="https://www.positivoleiloes.com.br/lote/area-rural-com-3589026ha-ribeiro-goncalves-pi/2859/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">inteiramente digital</a>&nbsp;e composto por duas etapas diferentes. O primeiro pregão está previsto para ocorrer entre os dias 26 e 29 de janeiro, com lance inicial correspondente a 100% do valor da avaliação.</p>



<p>Caso não haja lances, o imóvel seguirá automaticamente para um segundo pregão, quando poderá receber propostas por no mínimo 50% do valor de avaliação, com lance inicial de R$ 3,6 milhões.</p>



<p>A fazenda tem áreas com potencial para pastagens e cultivo agrícola e está situada em uma região conhecida pela produção de soja, arroz, cana-de-açúcar, mandioca e milho e pecuária de corte.</p>



<p>Além disso, o imóvel possui áreas de mata nativa, Área de Preservação Permanente (APP) e Área de Reserva Legal (ARL).</p>



<p><strong>APP é uma área protegida por lei, coberta ou não por vegetação nativa, que deve permanecer intacta para preservar recursos hídricos, encostas e a biodiversidade. Já ARL é a porção que deve manter vegetação nativa para garantir o uso sustentável do solo e a conservação ambiental.</strong></p>



<p>Na plataforma virtual do leilão, os interessados têm acesso a todas as informações, editais, fotos, documentos e orientações sobre o processo de habilitação e envio de lances.</p>



<p><strong>Projeção de crescimento agrícola</strong></p>



<p>Segundo estimativas da pesquisa “Projeções do Agronegócio”, do Ministério da Agricultura e Pecuária, a cidade de&nbsp;<a class="" href="https://g1.globo.com/pi/piaui/cidade/ribeiro-goncalves/">Ribeiro Gonçalves</a>, que está entre as maiores produtoras de grãos do Brasil, deverá&nbsp;liderar o crescimento na fronteira agrícola&nbsp;do Matopiba nos próximos dez anos.</p>



<p><strong>Matopiba é a região agrícola formada por partes do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, destacada pelo avanço do agronegócio. Trata-se de uma fronteira agrícola marcada pela expansão da soja, milho e algodão.</strong></p>



<p>A projeção de crescimento da cidade é de&nbsp;<strong>mais de 40% no período</strong>, alcançando 1 milhão de toneladas de grãos na safra 2032/2033.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/vywG1LrSs_xyXlkryRI-v8645kc=/0x0:1200x1073/600x0/smart/filters:gifv():strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/c/8/71gDjnSTKc0QuVx0buoA/whatsapp-image-2026-01-23-at-9.40.32-am-1-.jpeg" alt="Fazenda de quase 360 hectares vai a leilão no Sul do Piauí; saiba como participar — Foto: Divulgação/Positivo Leilões"/><figcaption class="wp-element-caption"><em>Fazenda de quase 360 hectares vai a leilão no Sul do Piauí; saiba como participar — Foto: Divulgação/Positivo Leilões</em></figcaption></figure>



<p><em>Por g1 Tocantins. </em></p>



<p></p>
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		<item>
		<title>Após 18 anos de bloqueio, Justiça derruba embargos do Ibama e libera fazenda no Matopiba</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jan 2026 13:13:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[embargo]]></category>
		<category><![CDATA[Fazenda]]></category>
		<category><![CDATA[MATOPIBA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Justiça Federal reconhece que morosidade administrativa e contradições do órgão ambiental não podem prejudicar produtor rural que busca regularização; embargos que travavam fazenda há 18 anos O pesadelo de muitos produtores rurais brasileiros tem nome: embargo ambiental. Este instrumento, que deveria ser utilizado de maneira pontual e cautelar, se transforma, na prática, em uma sentença perpétua que paralisa propriedades, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Justiça Federal reconhece que morosidade administrativa e contradições do órgão ambiental não podem prejudicar produtor rural que busca regularização; embargos que travavam fazenda há 18 anos</em></p>



<p>O <strong>pesadelo de muitos produtores rurais brasileiros</strong> tem nome: <strong>embargo ambiental</strong>. Este instrumento, que deveria ser utilizado de maneira pontual e cautelar, se transforma, na prática, em uma <strong>sentença perpétua que paralisa propriedades, bloqueia crédito e inviabiliza a atividade econômica</strong> por décadas. Mas uma <strong>decisão recente da Justiça Federal em Barreiras (BA) acende uma luz de esperança </strong>para quem enfrenta essa situação.</p>



<p><strong>Uma fazenda</strong>, localizada na divisa entre Piauí e Tocantins,&nbsp;<strong>com mais de 9.300 hectares, obteve decisão favorável para suspender sete termos de embargo</strong>,&nbsp;<strong>um termo de suspensão de atividade e um termo de apreensão lavrados pelo IBAMA.</strong>&nbsp;A decisão autoriza a retomada da atividade agrícola em 65% da área enquanto tramita o processo de licenciamento.</p>



<p><strong>A burocracia que nenhum produtor merece</strong></p>



<p>O caso expõe uma realidade que milhares de produtores conhecem bem: a indefinição sobre qual órgão é competente para licenciar a atividade, que agora poderá melhorar em razão da não sujeição da atividade de pecuária e agricultura ao licenciamento ambiental, conforme a nova Lei 15.190/2025.</p>



<p>“Em razão da extensão territorial do imóvel abarcar dois Estados, há indefinição do ente competente para licenciar a atividade”, constou a decisão judicial. O resultado? O IBAMA ora aceitava a licença do Piauí, ora dizia que cabia ao Tocantins, ora afirmava que a competência era federal. Enquanto isso, as autuações se multiplicavam: descumprimento de embargo, impedimento de regeneração natural e exercício de atividade sem licença.</p>



<p>Em conversa exclusiva com o <strong>Dr. Diovane Franco, advogado especialista em direito sancionador ambiental responsável pelo caso</strong>, a situação fica ainda mais clara: <strong>“O produtor tinha licença válida emitida pelo órgão estadual do Piauí entre 2015 e 2020.</strong> O próprio Ibama reconheceu expressamente essa licença como válida e suspendeu todos os embargos da área. Depois, aparentemente em razão de mudança do corpo técnico do Ibama, simplesmente mudou de entendimento e passou a autuar sucessivamente por ausência de licença, descumprimento de embargo e impedimento de regeneração natural”.</p>



<p>A contradição administrativa foi determinante para a decisão.&nbsp;<strong>A magistrada destacou que o IBAMA “se manifestou de forma contraditória ao longo dos anos”,</strong>&nbsp;inicialmente reconhecendo a validade da licença estadual e, posteriormente, reputando nulos os mesmos atos que havia chancelado.</p>



<p><strong>Quando o Estado pune quem tenta se regularizar</strong></p>



<p>O cenário se agrava quando se constata que o produtor não ficou inerte. Há pedidos de licenciamento protocolados perante a SEMAR-PI, o NATURATINS-TO e o próprio IBAMA. Mas a análise não avançava.</p>



<p>“O pedido de licenciamento realizado perante o Ibama em junho de 2021 somente recebeu impulsionamento relevante em janeiro de 2025, mas ainda se encontra em estágio inicial”, registrou a decisão.</p>



<p>A juíza foi categórica: a morosidade na condução do licenciamento, com efetivo prejuízo à regularização ambiental, não pode ser imputada ao particular.</p>



<p>O próprio NATURATINS, órgão ambiental estadual do Tocantins, indicou a viabilidade de exploração da área, reconhecendo a possibilidade de desenvolvimento da atividade produtiva. Ou seja: não há risco ambiental imediato. O que existe é um emaranhado burocrático.</p>



<p><strong>O embargo que virou “ato administrativo zumbi”</strong></p>



<p>Um dos embargos questionados foi lavrado em maio de 2007. São quase 18 anos de restrição sobre uma área que, conforme as provas dos autos, configura área rural consolidada e já teve atividade agrícola licenciada posteriormente.</p>



<p>Segundo o Dr. Diovane Franco, essa é uma prática recorrente do IBAMA: “O órgão faz uma grande confusão entre a prescrição das sanções administrativas e a responsabilidade civil pela reparação do dano ambiental. Mantém embargos vigentes por décadas, mesmo após o reconhecimento da prescrição dos autos de infração que os originaram. É o que tenho chamado de ‘ato administrativo zumbi’: viciado e nulo em sua essência, mas que permanece em vigor pelo livre convencimento do julgador administrativo”.</p>



<p>A jurisprudência do TRF-1 vem se consolidando no sentido de que a demora injustificada na conclusão do processo administrativo também permite o levantamento do termo de embargo, independentemente da prescrição. O produtor não pode ficar indeterminadamente à mercê da Administração.</p>



<p>Embargo ambiental: A nova Lei de Licenciamento e o que esperar</p>



<p>A discussão ganha ainda mais relevância com a entrada em vigor da Lei Geral do Licenciamento Ambiental (Lei 15.190/2025), prevista para fevereiro de 2026. A nova legislação promete padronizar procedimentos e reduzir a insegurança jurídica que hoje prejudica tanto o meio ambiente quanto o produtor.</p>



<p>Entre as novidades, a lei estabelece que atividades de cultivo agrícola e pecuária não estão sujeitas a licenciamento ambiental desde que a propriedade esteja regular ou em processo de regularização ambiental conforme o Código Florestal.</p>



<p><strong>Mas atenção: isso não significa um “liberou geral”.&nbsp;</strong>Continua exigível a autorização para supressão de vegetação nativa, a outorga de recursos hídricos e demais licenças específicas. O que muda é a simplificação do processo para quem já desmatou legalmente e quer produzir em áreas consolidadas.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-o-que-o-produtor-precisa-saber">O que o produtor precisa saber</h3>



<p><strong>A decisão de Barreiras traz lições importantes para quem enfrenta situação semelhante:</strong></p>



<p>A medida judicial não desonera o produtor de buscar a regularização ambiental plena. A autorização é provisória e condicionada ao compromisso de promover recuperação e recomposição ambiental, assinar Termo de Compromisso com o órgão competente, aderir ao PRA e preservar Reserva Legal e APPs.</p>



<p>O limite de exploração foi fixado em 65% da área, conforme determina o Código Florestal para imóveis localizados no bioma Cerrado na Amazônia Legal.</p>



<p>Segundo o Dr. Diovane Franco, a decisão reflete um entendimento que começa a se consolidar: “A manutenção indefinida de embargos transborda os limites de sua finalidade cautelar e se converte em obstáculo desproporcional ao exercício regular da atividade econômica. Não há ganho ambiental concreto em manter uma área embargada por quase duas décadas enquanto o produtor busca ativamente sua regularização”.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-fazendas-em-fronteiras-um-problema-silencioso">Fazendas em fronteiras: um problema silencioso</h3>



<p>O caso da Fazenda Ipê e outras expõe uma situação pouco discutida mas comum: propriedades que se estendem por mais de uma unidade da federação.</p>



<p>A Lei Complementar 140/2011 estabeleceu critérios de competência para o licenciamento ambiental, mas a aplicação prática ainda gera conflitos. O produtor fica no meio de uma disputa federativa, sem saber a quem recorrer e sendo punido por uma indefinição que não criou.</p>



<p>No caso concreto, a solução encontrada pelo produtor foi retificar o CAR e destinar as faixas limítrofes à divisa interestadual para formação da Reserva Legal, concentrando toda a atividade agropecuária exclusivamente no Estado do Tocantins. Mas mesmo essa adequação ainda aguarda pronunciamento do IBAMA.</p>



<p><strong>Conclusão</strong></p>



<p><em>A decisão da Vara Federal de Barreiras não é um salvo-conduto para o desmatamento ilegal. É, antes, o reconhecimento de que o Estado não pode punir indefinidamente quem busca se regularizar por conta de sua própria ineficiência.</em></p>



<p><em>A proteção ambiental é imperativo constitucional. Mas também o é o desenvolvimento econômico sustentável. O desafio está em conciliar ambos sem transformar o licenciamento em obstáculo intransponível e o embargo em pena perpétua.</em></p>



<p><em>Para quem produz em áreas com histórico de autuações ambientais, a recomendação é clara: documentar todas as tentativas de regularização, manter os cadastros atualizados, aderir aos programas de recuperação disponíveis e, quando necessário, buscar o Judiciário para fazer valer seus direitos.</em></p>



<p><em>O embargo ambiental existe para proteger o meio ambiente, não para destruir quem quer produzir dentro da lei. Quando essa lógica se inverte, cabe ao Judiciário reequilibrar a balança.</em></p>



<p>✅&nbsp;<strong><em>Dr. Diovane Franco – Advogado responsável pelo caso</em></strong><br>(66) 9 9955-5402<br>diovane@farenzenafranco.com.br</p>



<p><em>Por Compre Rural. </em></p>
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		<title>Pesagem do gado ainda é exceção no Brasil e impacta diretamente o resultado da fazenda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jan 2026 13:35:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Fazenda]]></category>
		<category><![CDATA[Gado]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Pesagem do gado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma das maiores carências da pecuária brasileira é a falta de medição. Dados alarmantes revelam que, de cada dez fazendas no Brasil, apenas uma possui balança e menos de duas contam com tronco de contenção. Segundo o engenheiro agrônomo Wagner Pires, embaixador de conteúdo do&#160;Giro do Boi&#160;e autor do livro “Pastagem Sustentável de A a [&#8230;]</p>
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<p>Uma das maiores carências da pecuária brasileira é a falta de medição. Dados alarmantes revelam que, de cada dez fazendas no Brasil, apenas uma possui balança e menos de duas contam com tronco de contenção.</p>



<p>Segundo o engenheiro agrônomo Wagner Pires, embaixador de conteúdo do&nbsp;<em>Giro do Boi</em>&nbsp;e autor do livro “Pastagem Sustentável de A a Z”, esse cenário compromete o lucro, pois “quem não mede, não gerencia”.</p>



<p>Pesar o gado com regularidade é a única forma de abandonar o “achismo” e transformar a propriedade em uma empresa eficiente. O peso é o indicador definitivo para saber se o investimento em pastagem, genética e suplementação está, de fato, trazendo retorno financeiro. O acompanhamento do Ganho Médio Diário (GMD) é essencial para corrigir a rota do manejo antes que o prejuízo aconteça.<a href="https://clck.mgid.com/ghits/25748041/i/58134455/0/pp/1/1?h=BX3SM6jo7hfD3B_2KrXaVfyefkH2EHeDBmAD0p44lCs6vIAu3LxOEfGlnSNU4FBIPy3pKMJlD4ObUgnoHfOCSa1kZ8bjnP-Qx1AjAvrRbnU8cVl6-F42NbNT0nb0fGf3&amp;rid=983d6923-f215-11f0-97c6-c4cbe1e3eca4&amp;ts=canalrural.com.br&amp;tt=Referral&amp;att=4&amp;cpm=1&amp;abd=1&amp;iv=17&amp;ct=1&amp;gdprApplies=0&amp;st=-180&amp;mp4=1&amp;h2=37_tdX3Sg9rLY8kADvJ40eXFVgKa0Xh-8dEktmBT5gWAgHsMI-PYla57s3egJqYvZyZhFfP32OCPrElYKU4fLw**&amp;muid=o4opfNRtqzz4" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a></p>



<p><a href="https://clck.mgid.com/ghits/25916545/i/58134455/0/pp/2/1?h=BX3SM6jo7hfD3B_2KrXaVdgYAy_g-UT737e7B9_OPf_cFx6baY-USLM_-Vg6V7nnxJXDSVPVckolKu4-g4khVK1kZ8bjnP-Qx1AjAvrRbnVxfFci4a5VssYvTdhmJ3ad&amp;rid=983d6923-f215-11f0-97c6-c4cbe1e3eca4&amp;ts=canalrural.com.br&amp;tt=Referral&amp;att=4&amp;cpm=1&amp;abd=1&amp;iv=17&amp;ct=1&amp;gdprApplies=0&amp;st=-180&amp;mp4=1&amp;h2=37_tdX3Sg9rLY8kADvJ40eXFVgKa0Xh-8dEktmBT5gWAgHsMI-PYla57s3egJqYvZyZhFfP32OCPrElYKU4fLw**&amp;muid=o4opfNRtqzz4" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a><strong>Importância da pesagem regular</strong></p>



<p>Segundo Wagner Pires, a pesagem deve ser feita, no mínimo, quatro vezes ao ano, permitindo analisar o desempenho em cada estação. Para produzir mais arrobas por hectare gastando o mínimo possível, o pecuarista deve atuar como um gestor de dados. O gado que não ganha peso representa um custo fixo sem retorno, e identificá-lo rapidamente é vital para a saúde financeira do negócio.</p>



<p>Ao cruzar os dados de pesagem com a área da fazenda, o produtor descobre a produção de arrobas por hectare/ano. Esse número é o que permite discutir o futuro da propriedade com consultores técnicos de forma profissional. “O boi que não ganha peso é um funcionário que recebe salário e não trabalha”, destaca Pires.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<item>
		<title>Com investimento de R$ 80 milhões do Grupo Fazendão no Terminal Rodoferviário Fazendão (TGP), Tocantins desponta como potencial hub logístico do Brasil Central</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Dec 2025 12:23:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Fazenda]]></category>
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		<category><![CDATA[Soja]]></category>
		<category><![CDATA[Terminal Rodoferroviário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A se confirmarem os estudos prospectivos antecipados pelo governo estadual, Tocantins tende a se consolidar como hub logístico e produtivo da região central do país nas próximas duas décadas, incorporando a suas exportações bens industrializados e de maior valor agregado. Os avanços já anotados ou ainda em curso no setor de infraestrutura logística e o [&#8230;]</p>
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<p>A se confirmarem os estudos prospectivos antecipados pelo governo estadual, Tocantins tende a se consolidar como hub logístico e produtivo da região central do país nas próximas duas décadas, incorporando a suas exportações bens industrializados e de maior valor agregado. Os avanços já anotados ou ainda em curso no setor de infraestrutura logística e o incremento vigoroso da produção de grãos têm atraído investimentos especialmente em terminais de integração multimodal e unidades industriais ao longo da Ferrovia Norte-Sul (FNS), em um valor consolidado de quase R$ 940 milhões apenas nos dois últimos anos.</p>



<p>Além da ferrovia, considerada a “espinha dorsal” da logística no Estado, o governo trabalha com a perspectiva de federalização das rodovias TO-050 e TO-020 – o que ampliaria a BR-010 (Belém-Brasília) em 171 km, trazendo melhora no escoamento de grãos do sudeste tocantinense – e da TO-080, ligando Palmas a Paraíso do Tocantins. Ainda em fase de estudos, a Hidrovia Tocantins-Araguaia, polêmica em função da necessidade de derrocagem do Pedral do Lourenço, tende a incrementar a integração do Estado com os portos da região Norte, a custos logísticos mais baixos ao longo dos seus quase 3 mil km.</p>



<p>Na estimativa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Tocantins deve colher perto de 9,6 milhões de toneladas de grãos na safra 2025/26, mais que o quíntuplo do que foi colhido em 2009/10. O Estado responderá por pouco mais de 24% da safra esperada para todo o Matopiba (região de confluência entre Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia).</p>



<p>Associada à melhoria na logística, o potencial agrícola da região foi um dos fatores que levaram a Mosaic a investir perto de R$ 400 milhões numa misturadora de fertilizantes no Terminal Integrador de Palmeirante (Tipa), da VLI. A planta iniciou sua operação em julho e deve entregar em seu primeiro ano de funcionamento perto de 500 mil toneladas ao mercado regional, prevendo alcançar sua capacidade plena, prevista em 1 milhão de toneladas anuais, por volta de 2028.</p>



<p>Segundo Eduardo Monteiro, country manager da companhia, a operação integrada com a Ferrovia Norte-Sul (FNS), que conecta a unidade ao corredor de fertilizantes instalado pela VLI e pela Companhia Operadora Portuária do Itaqui (Copi) no porto do Itaqui, em São Luís (MA), traz maior estabilidade aos fluxos de carga, eficiência logística e segurança operacional, favorecendo a escala e a competitividade do negócio.</p>



<p>A VLI também conduz a operação do terminal de Porto Nacional, a 38 km de Palmas, ponta de acesso de cargas ao sistema, com capacidade para 6 milhões de toneladas.</p>



<p>Ao sul, os terminais intermodais de Alvorada e Gurupi, dão acesso ao porto de Santos (SP) por meio da Malha Central da FNS, operada pela Rumo. Essa integração dá maior previsibilidade ao escoamento da produção e maior competitividade ao produtor, elevando o patamar logístico do Tocantins, considera Natalia Marcassa, vice-presidente da Rumo.</p>



<p>O terminal de Alvorada, investimento em parceria com a CHS, subsidiária da maior cooperativa agrícola dos Estados Unidos, pode movimentar até 1,5 milhão de toneladas de grãos por ano, atendendo à região sul de Tocantins. Em Gurupi, o Grupo Fazendão investiu R$ 80 milhões na construção do Terminal Rodoferroviário Fazendão (TGP). Com capacidade estática para 40 mil toneladas, a unidade deverá movimentar até 2 milhões de toneladas de soja, conforme o CEO do grupo, Volney Aquino Santos. “Atualmente o terminal dá suporte logístico à nossa unidade industrial de Cariri do Tocantins, localizada a apenas 20 km, que já realiza o processamento dos grãos e o escoamento de farelo com destino ao Porto de Santos”.</p>



<p>Como parte de sua estratégia de interiorizar suas operações, segundo Fulvius Tomelin, presidente da Ultracargo, a companhia investiu R$ 160 milhões para instalar em Palmeirante um terminal para combustíveis e biocombustíveis, o que deve facilitar o abastecimento de Tocantins, do interior do Maranhão, além de Pará, Piauí e Mato Grosso. “A localização privilegiada foi outro fator determinante, já que Palmeirante está conectada diretamente à malha ferroviária local, que leva ao Porto de Itaqui (MA), criando um corredor logístico mais competitivo, estável e sustentável”, afirma.</p>



<p>Com capacidade para 23 milhões de litros, acrescenta Tomelin, o novo terminal, inaugurado em setembro, elimina descolamentos e esperas e reduz custos operacionais para clientes da companhia.</p>



<p><em>Por <a href="https://valor.globo.com/publicacoes/especiais/infraestrutura-logistica-norte/noticia/2025/12/15/tocantins-pode-se-transformar-em-hub-logistico-do-brasil-central.ghtml">Valor Econômico/Globo</a>.</em></p>



<p></p>
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		<title>Gerente de fazenda é acusado de castrar gado vizinho sem autorização</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/gerente-de-fazenda-e-acusado-de-castrar-gado-vizinho-sem-autorizacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Dec 2025 12:00:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[castrar gado]]></category>
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		<category><![CDATA[monte santo]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um gerente de fazenda de 54 anos é suspeito de castrar 13 bois de um vizinho, de forma irregular, em uma fazenda localizada na zona rural de Monte Santo, região central do estado. Segundo a Polícia Civil, o investigado confessou os maus-tratos. O nome do suspeito não foi divulgado. Por isso, o&#160;JTo&#160;não localizou a defesa. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Um gerente de fazenda de 54 anos é suspeito de castrar 13 bois de um vizinho, de forma irregular, em uma fazenda localizada na zona rural de Monte Santo, região central do estado. Segundo a Polícia Civil, o investigado confessou os maus-tratos.</p>



<p>O nome do suspeito não foi divulgado. Por isso, o&nbsp;<strong>JTo</strong>&nbsp;não localizou a defesa.</p>



<p>De acordo com a Secretaria da Segurança Pública (SSP), o homem assumiu aos policiais que teria feito o castramento ilegal e sem a permissão da vítima por estar incomodado com a entrada dos animais em sua propriedade, gerando prejuízos financeiros e operacionais.</p>



<p>O delegado José Lucas Melo, responsável pelas investigações, disse que a castração realizada de forma amadora causou um prejuízo de R$ 70 mil ao proprietário dos animais e que o gerente ainda poderá responder pelo crime de maus-tratos aos animais.</p>



<p>Ainda durante as investigações foram identificadas irregularidades durante o manejo de guarda dos animais, pelas quais o proprietário também poderá ser condenado por causar transtornos e prejuízos ao suspeito.</p>



<p>&#8220;Os elementos reunidos demonstram que a conduta partiu exclusivamente do gerente, que foi indiciado pelo crime. A proprietária da fazenda, embora não tenha participação direta no ato, também poderá responder civilmente pelos prejuízos, uma vez que o fato ocorreu dentro de sua propriedade e foi praticado por um funcionário&#8221;, explica o delegado.</p>



<p>O inquérito policial foi encaminhado ao Ministério Público, com vistas ao Poder Judiciário para as providências legais cabíveis.</p>



<p><em>Por Andressa Ribeiro.</em></p>
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		<item>
		<title>Tocantins aparece entre os principais destinos na alta de 38% na procura por imóveis rurais em dezembro</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/tocantins-aparece-entre-os-principais-destinos-na-alta-de-38-na-procura-por-imoveis-rurais-em-dezembro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Dec 2025 13:22:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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		<category><![CDATA[Alta]]></category>
		<category><![CDATA[Fazenda]]></category>
		<category><![CDATA[imóveis rurais]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os sete primeiros dias de dezembro registraram movimentação recorde na busca por imóveis rurais no Brasil em 2025. Na plataforma Chãozão, portal especializado em propriedades voltadas ao agronegócio,&#160;a procura por fazendas cresceu 38%&#160;no período em comparação com a média dos demais meses do ano. Terras com aptidão para lavoura (36%) e pecuária (32%) lideraram o interesse dos usuários, [&#8230;]</p>
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<p>Os sete primeiros dias de dezembro registraram movimentação recorde na busca por imóveis rurais no Brasil em 2025.</p>



<p>Na plataforma Chãozão, portal especializado em propriedades voltadas ao agronegócio,&nbsp;<strong>a procura por fazendas cresceu 38%</strong>&nbsp;no período em comparação com a média dos demais meses do ano.</p>



<p>Terras com <strong>aptidão para lavoura (36%) e pecuária (32%) </strong>lideraram o interesse dos usuários, reforçando o peso do agro na economia brasileira após o setor impulsionar o PIB com alta de 11,6%, segundo o IBGE.</p>



<p>“O desempenho do agro no PIB está se refletindo diretamente no interesse por propriedades rurais, seja para produção, expansão de áreas ou investimento patrimonial. A busca internacional também vem crescendo, especialmente de investidores dos Estados Unidos e Portugal. Isso confirma que o mercado de terras brasileiro continua sendo um dos ativos mais sólidos e desejados do mundo”, afirma Geórgia Oliveira, CEO do Chãozão.</p>



<p><strong>Centro-Oeste lidera o interesse por fazendas</strong>&nbsp;</p>



<p>No recorte por estados, o <strong>Centro-Oeste manteve protagonismo. Mato Grosso (18%) e Goiás (14%)</strong> aparecem como as unidades federativas com maior participação na movimentação geral.</p>



<p>São Paulo, com 12%, ocupa a terceira posição. Também se destacam Tocantins (9%), Bahia (8%), Minas Gerais (7%) e Paraná (5%), confirmando a procura elevada na reta final do ano. </p>



<p>“Esses estados concentram, hoje, alguns dos principais polos de expansão agrícola e pecuária do país. E chama a atenção que todas as regiões estão representadas nas primeiras posições do ranking, cada uma com suas inúmeras aptidões produtivas, que vão da pecuária à agricultura de alta performance. Essa diversidade é o que faz do Brasil uma potência única no agro”, avalia Geórgia Oliveira.</p>



<p>Com base nos dados do IBGE, a comparação com outros segmentos reforça a disparidade entre o agronegócio e as demais atividades. Enquanto o agro avançou 11,6%, a indústria cresceu 1,7% e o setor de serviços, 1,8% no acumulado até o terceiro trimestre.</p>



<p><em>Por Agrofy News. </em></p>
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