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	<title>Feijão Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>Feijão Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Conab receberá R$ 350 milhões para reforço no estoque de alimentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Mar 2025 12:06:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) terá um reforço de R$ 350 milhões no orçamento deste ano para a formação de estoques reguladores de arroz, feijão e milho, afirmou o presidente Edegar Pretto, ao Valor. Com isso, a verba total da empresa em 2025 poderá chegar a R$ 539,9 milhões para a compra e armazenamento dos produtos, se houver [&#8230;]</p>
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<p>A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) terá um reforço de R$ 350 milhões no orçamento deste ano para a formação de estoques reguladores de arroz, feijão e milho, afirmou o presidente Edegar Pretto, ao Valor. Com isso, a verba total da empresa em 2025 poderá chegar a R$ 539,9 milhões para a compra e armazenamento dos produtos, se houver queda nos preços. Em 2024, os valores aplicados ficaram na casa dos R$ 124 milhões.</p>



<p>A verba inicial para a formação de estoques, prevista no projeto de lei Orçamentária Anual (PLOA) original deste ano, ainda pendente de aprovação no Congresso Nacional, é de R$ 189,9 milhões. O fortalecimento dos estoques foi anunciado como medida para combater a inflação de alimentos pelo governo federal na semana passada.</p>



<p>Deve haver uma realocação de recursos inicialmente previstos para o Programa de Garantia de Preços Mínimos (PGPM). “Teremos uma supersafra e alguns produtos estão com preços em queda, o que é uma boa oportunidade para formar estoques e ajudar os agricultores a não sofrerem prejuízo”, afirmou Pretto ao Valor.</p>



<p>O ministro do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira, disse ao Valor que pediu R$ 1 bilhão a mais para a formação de estoques em 2025, mas o pleito segue em análise. O objetivo dele é adquirir até 1,2 milhão de toneladas de grãos.</p>



<p><strong>Arroz, feijão e milho</strong></p>



<p>O presidente da Conab espera comprar ao menos 445 mil toneladas neste ano: 200 mil toneladas de arroz, 200 mil toneladas de milho e 45 mil toneladas de feijão. Pretto também indicou a possibilidade de adquirir trigo, sem revelar o volume pretendido.</p>



<p>Com o direcionamento do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para aumentar os estoques reguladores, o Ministério do Desenvolvimento Agrário deve sugerir alterações na lei para ampliar as alternativas de atuação da Conab, disse Paulo Teixeira. Por ora, há um cuidado redobrado com o tema para que o desenho da proposta, com a possibilidade de a empresa ir ao mercado em momentos de preços em alta, não pressione ainda mais as cotações agrícolas para cima.</p>



<p>A lei brasileira estabelece que a compra de produtos para formação de estoques só pode ocorrer quando a cotação está abaixo do preço mínimo estabelecido para a safra em curso. Isso ocorre porque a política é voltada a defender a renda do produtor rural em momentos de oscilações do mercado — e não o bolso do consumidor em cenários de inflação dos alimentos. Com isso, há limitações para a atuação da Conab.</p>



<p>A proposta ainda é incipiente e está em fase de estudo em Brasília. As discussões envolvem também os ministérios da Agricultura, da Fazenda e a Casa Civil.</p>



<p>“Cada ação que fazemos passa por diálogo no governo. Estamos analisando as possibilidades. Há uma decisão do governo de formar estoques, vamos buscar os mecanismos necessários para isso”, comentou Pretto ao ser questionado sobre o assunto.</p>



<p>“Esse ponto ainda está em debate. Com a legislação que temos, só podemos usar o contrato de opção. E não podemos entrar no mercado em momento que os preços estão pressionados e pressionar ainda mais”, disse uma fonte do governo. Outro técnico experiente na área disse que não é necessário alterar a lei da PGPM para isso e que uma medida provisória, com destaque orçamentário, pode autorizar esse tipo de ação.</p>



<p><strong>Contratos de opção</strong></p>



<p>Por enquanto, a Conab vai apostar no lançamento de contratos de opção de venda pública, com prêmios de até 20% sobre o preço mínimo, para estocar arroz e feijão. O mecanismo já foi usado no fim do ano passado e resultou em negócios para aquisição de 91 mil toneladas de arroz, se os produtores optarem por vender para a estatal no fim desta safra.</p>



<p>O prêmio de 20% acima do mínimo, autorizado por normativa do Conselho Monetário Nacional (CMN) de 2024, já é uma forma de ampliar as alternativas de compra da Conab, disse Pretto. No cenário de preços baixos, a empresa usa as Aquisições do Governo Federal (AGF) para estocar os produtos.</p>



<p>O milho tem uma legislação específica, do Programa de Venda em Balcão (ProVB), que permite a compra quando os preços estão acima do mínimo. Com ela, a estatal compra o cereal dos agricultores e revende a preços mais acessíveis para pequenos criadores de animais de regiões desabastecidas ou onde a cotação está mais alta.</p>



<p><strong>Novos produtos</strong></p>



<p>A Conab quer ampliar a cesta de produtos do programa. Em fevereiro, Pretto citou a possibilidade de inclusão de <a class="" href="https://globorural.globo.com/tudo-sobre/mercado/farelo-de-soja/">farelo de soja</a>, caroço de algodão e sorgo no rol de itens ofertados aos pecuaristas.</p>



<p>Na semana passada, em meio à pressão para tentar baixar os preços dos alimentos e melhorar a popularidade do presidente Lula, o vice-presidente Geraldo Alckmin disse que a Conab terá o “recurso necessário” para fortalecer a&nbsp;<a class="" href="https://globorural.globo.com/tudo-sobre/armazenagem/">armazenagem</a>&nbsp;pública, mas reforçou que isso ocorrerá após a queda nos preços agrícolas.</p>



<p>Edegar Pretto disse que “há a sinalização de que vai ter mais recursos para estoques” e que esse é um pedido permanente da companhia, mas que não foram citados valores nas reuniões com a cúpula do Palácio do Planalto.</p>



<p>Guilherme Bastos, coordenador do Centro de Estudos do Agronegócio da Fundação Getúlio Vargas (FGV Agro), disse que a verba destinada à formação de estoques seria melhor aplicada em programas de transferência de renda ou de distribuição de alimentos. “Não faz sentido o Brasil gastar dinheiro público para aquisição de produto nem manter estoque regulador”, disse.</p>



<p>Ex-secretário de Política Agrícola e ex-presidente da Conab, Bastos disse que a possibilidade de comprar produtos com preços em alta é perigosa. “Se os preços já estão pressionados, isso vai turbinar a explosão de preços”, opinou.</p>



<p>“Ter estoques destes produtos é uma questão de soberania alimentar, de segurança nacional”, reforçou o presidente Edegar Pretto.<a href="https://globorural.globo.com/politica/noticia/2025/03/conab-tera-mais-r-350-milhoes-para-estoque-extra-de-alimentos.ghtml#"></a><a href="https://globorural.globo.com/politica/noticia/2025/03/medidas-velhas-nao-terao-efeito-nos-precos-dos-alimentos-apostam-ex-secretarios.ghtml"></a></p>



<p><em>Por<a href="https://globorural.globo.com/autores/rafael-walendorff/"> Rafael Walendorff</a>— Brasília/Globo Rural.</em></p>
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		<title>Cepea prevê: Exportações de feijão devem continuar em níveis recordes em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jan 2025 13:10:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[cepea]]></category>
		<category><![CDATA[Exportações]]></category>
		<category><![CDATA[Feijão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em um cenário de consumo doméstico estável há pelo menos oito safras consecutivas, o setor produtivo de feijão encontra sustento principalmente nas exportações. A expectativa dos agentes do mercado consultados pelo Cepea/CNA é de que, em 2025, as vendas externas apresentem um bom desempenho, seguindo o ritmo de recordes registrado em 2024. Desafios no Cenário [&#8230;]</p>
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<p>Em um cenário de consumo doméstico estável há pelo menos oito safras consecutivas, o setor produtivo de feijão encontra sustento principalmente nas exportações. A expectativa dos agentes do mercado consultados pelo Cepea/CNA é de que, em 2025, as vendas externas apresentem um bom desempenho, seguindo o ritmo de recordes registrado em 2024.</p>



<h5 class="wp-block-heading" id="h-desafios-no-cenario-de-producao-e-estoques"><strong>Desafios no Cenário de Produção e Estoques</strong></h5>



<p>O ano de 2025 deve ser marcado por desafios para o setor, com maior oferta e um crescimento significativo do excedente doméstico, que se projeta como o maior da história. Segundo estimativas da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgadas em dezembro, o excedente de feijão na safra 2024/25 pode alcançar 561,5 mil toneladas, um aumento em relação às 551,9 mil toneladas da safra anterior. Nesse contexto, o escoamento para o mercado externo se revela crucial para sustentar as cotações.</p>



<h5 class="wp-block-heading" id="h-projecoes-de-producao-e-exportacoes"><strong>Projeções de Produção e Exportações</strong></h5>



<p>A Conab estima que a produção da safra 2024/25 será de 3,36 milhões de toneladas, representando um crescimento de 3,5% em relação à safra passada. Em termos de exportações, a previsão é de que 169 mil toneladas de feijão sejam enviadas para o exterior em 2025. Caso as estimativas se confirmem, o estoque final, em dezembro de 2025, será de 392,5 mil toneladas, o maior dos últimos 15 anos em relação ao consumo. Esse cenário pode exercer pressão sobre as cotações no mercado.</p>



<p><em>Por Portal do Agronegócio.</em></p>
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		<title>Universidade Estadual do Tocantins faz experimento com feijão carioca em várzea tropical do Tocantins</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/universidade-estadual-do-tocantins-faz-experimento-com-feijao-carioca-em-varzea-tropical-do-tocantins/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 May 2024 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Experimento]]></category>
		<category><![CDATA[Feijão]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
		<category><![CDATA[Unitins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Universidade Estadual do Tocantins (Unitins) deu inicio a um experimento inovador com quatro variedades de feijão carioca nas várzeas tropicais do estado. O objetivo da pesquisa é atender a demanda nacional do produto e identificar a variedade que melhor se desenvolve e é resistente a doenças foliares, como antracnose e mancha-angular. O agrônomo responsável [&#8230;]</p>
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<p>A Universidade Estadual do Tocantins (Unitins) deu inicio a um experimento inovador com quatro variedades de feijão carioca nas várzeas tropicais do estado.</p>



<p>O objetivo da pesquisa é atender a demanda nacional do produto e identificar a variedade que melhor se desenvolve e é resistente a doenças foliares, como antracnose e mancha-angular.</p>



<p>O agrônomo responsável pelo Centro de Pesquisa Agroambiental de Várzea, em Formoso do Araguaia (CPAV), Expedito Cardoso, destaca que o feijão carioca, por ser uma leguminosa, comporta-se de maneira semelhante à soja. Isso o torna uma alternativa interessante para os produtores durante o período de vazio sanitário.</p>



<p>Nas várzeas tropicais do Tocantins, a soja, o milho e a melancia são as culturas predominantes, e em pequena escala é produzida a variedade do feijão-caupi, que é mais consumido no norte e nordeste do país.</p>



<p>Portanto, a pesquisa busca oferecer uma nova alternativa de cultivo para os produtores e suprir a demanda nacional, abastecendo o mercado com o feijão carioca.<br><br><strong>Unitins pesquisa feijão carioca em várzea tropical</strong></p>



<p>A inclusão do feijão carioca no sistema rotacional de culturas traz benefícios como o controle de pragas e a melhoria do solo. A cultura do feijão também pode contribuir, segundo o agrônomo, para a estabilidade dos estoques, uma vez que há flutuações na sua produção e escassez em certas regiões.</p>



<p>A abertura de novas áreas de cultivo, como as várzeas do projeto Rio Formoso e do Vale do Araguaia, contribui para a produção de proteína na mesa dos brasileiros.</p>



<p>No experimento em campo, estão sendo testadas quatro variedades de feijão carioca. Apesar da baixa incidência de chuvas nesse período, a pesquisa busca avaliar a resistência dessas variedades a diferentes doenças e sua produtividade nas condições das várzeas.</p>



<p>Em condições normais no restante do país, é possível colher até 4 toneladas por hectare, com a irrigação por pivô. Espera-se atingir essa média no sistema de sub irrigação nas áreas de várzeas.</p>



<p>Acredita-se que os municípios de Cristalândia, Dueré, Formoso do Araguaia, Lagoa da Confusão e Pium, com um total de 60 mil hectares, possam se tornar um polo de produção de feijão para o Brasil.</p>



<p>O ciclo das lavouras no período de seca, de maio a setembro, e a baixa umidade relativa do ar não favorecem o aparecimento de fungos que atacam o feijoeiro, ao contrário do que ocorre nos cultivos de verão.</p>



<p>Além disso, o sistema de irrigação também dificulta a disseminação de doenças fúngicas. A umidade chega as sementes ou as raízes das plantas devido à elevação do lençol freático, não havendo borrifamento de água sobre as folhas, como ocorre nos pivôs centrais, utilizados nos cultivos de feijão de inverno em outras regiões do país.</p>



<p>Outro aspecto importante é que ainda não foram constatadas nas várzeas irrigadas do Tocantins a presença de fungos de solo, como o causador do mofo branco, que é bastante comum nos cultivos de feijão de inverno no Planalto Central.</p>



<p>Com esse experimento, a Unitins busca oferecer uma alternativa de cultivo para os produtores, gerar disponibilidade de alimentos e melhorar a diversidade de culturas na região.</p>



<p>Espera-se que o feijão carioca se destaque nas várzeas tropicais, contribuindo para o abastecimento do mercado nacional e proporcionando benefícios econômicos, controle de pragas e melhoria do solo. <br><br>Por Portal Agro2</p>
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		<item>
		<title>Você conhece os 4 tipos de feijão e seus diferentes benefícios à saúde?</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/voce-conhece-os-4-tipos-de-feijao-e-seus-diferentes-beneficios-a-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Apr 2024 12:32:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Arroz e Feijão]]></category>
		<category><![CDATA[Benefício]]></category>
		<category><![CDATA[Feijão]]></category>
		<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
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		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dupla perfeita com o tradicional arroz branco, o feijão tem grande presença na culinária brasileira. Popular e versátil, ele também é o ingrediente principal de muitos outros pratos, como sopas, saladas e até mesmo petiscos. Reunindo uma série de propriedades benéficas à saúde, o feijão se apresenta em diferentes versões, como preto, branco, vermelho e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Dupla perfeita com o tradicional arroz branco, o feijão tem grande presença na culinária brasileira. Popular e versátil, ele também é o ingrediente principal de muitos outros pratos, como sopas, saladas e até mesmo petiscos. Reunindo uma série de propriedades benéficas à saúde, o feijão se apresenta em diferentes versões, como preto, branco, vermelho e carioca; cada uma delas com nutrientes específicos, o que torna ainda mais relevante a escolha por uma dieta diversificada, com a participação frequente de todas essas variedades.</p>



<p>Aos que ainda não conhecem as propriedades nutricionais e os benefícios de consumo desses alimentos, a <strong>Josapar</strong>, detentora das marcas <strong>Tio João</strong> e <strong>Meu Biju</strong>, reuniu uma série de informações relevantes sobre esses grãos. Confira:<br><br><strong>Feijão preto</strong></p>



<p>Utilizado principalmente na tradicional feijoada, o feijão preto é mais consumido na região sul e sudeste. Possui grãos pequenos e de cor preta. É muito utilizado também na culinária mexicana, em pratos como chili e burritos. Com sabor mais intenso, o feijão preto é a variedade mais rica em ferro, possui grandes concentrações de magnésio e ácido fólico, além de pequenas quantidades de ômega 3 ― substância que eleva o bom colesterol (HDL) e protege o coração.</p>



<p><strong>Feijão carioca</strong></p>



<p>Um dos mais consumidos no Brasil, o feijão carioca possui formato arredondado, cor bege com listras marrons, rende bom caldo e cozinha rapidamente. Mais consumido com arroz branco, pode também acompanhar carnes vermelhas, frangos e peixes. Este grão é uma boa fonte de cobre e molibdênio, mineral responsável pelo metabolismo saudável, e fitonutrientes, que ajudam a prevenir alguns tipos de câncer, como o de estômago. Seu alto teor de fibras auxilia também no trato intestinal.</p>



<p><strong>Feijão branco</strong></p>



<p>É mais consumido na região sudeste, possui grãos alongados e de cor branca. Ideal para a preparação de sopas, saladas e cassoulets. Recentemente, o feijão branco passou a ser utilizado em dietas para emagrecimento, pois é rico em faseolamina, nutriente que dificulta a absorção do carboidrato transformado em açúcar, que seria absorvido e estocado em forma de gordura. Para essa finalidade, o ideal é que seja consumido em forma de farinha de feijão. Além de minerais como zinco, cálcio, magnésio e ferro, a alta presença de antioxidantes nesse tipo de feijão diminui o envelhecimento das células, melhora a aparência da pele e fortalece o organismo, aumentando a imunidade.</p>



<p><strong>Feijão vermelho</strong></p>



<p>É um feijão de grãos avermelhados, maiores que os do feijão preto e carioca. Excelente acompanhamento para saladas e carnes. É muito utilizado também na culinária francesa, no preparo de sopas. Este tipo de grão apresenta a vitamina K entre suas propriedades, essencial para proteção do sistema nervoso contra os danos dos radicais livres. Devido à sua alta quantidade de fibras, dá saciedade e é uma ótima opção para quem quer perder peso. Seu consumo ainda está atrelado à redução da enxaqueca e dos cálculos renais.<br><br><em>Por Ana Paula Giorgetti.</em></p>
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