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	<title>fRANGO Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>fRANGO Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Com 5,3 milhões de toneladas, exportações de frango alcançam maior volume da história</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jan 2026 13:40:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Exportação]]></category>
		<category><![CDATA[exportações de frango]]></category>
		<category><![CDATA[fRANGO]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil bateu novo recorde histórico de exportações de carne de frango em 2025. De acordo com dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), as exportações de carne de frango do país somaram 5,324 milhões de toneladas ao longo do ano. O volume exportado em 2025 superou em 0,6% o total registrado em 2024, [&#8230;]</p>
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<p>O Brasil bateu novo recorde histórico de exportações de carne de frango em 2025. De acordo com dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), as exportações de carne de frango do país somaram 5,324 milhões de toneladas ao longo do ano. O volume exportado em 2025 superou em 0,6% o total registrado em 2024, quando os embarques alcançaram 5,294 milhões de toneladas.</p>



<p><strong>Dezembro consolida resultado anual</strong></p>



<p>O desempenho anual foi consolidado pelos embarques realizados em dezembro. No último mês de 2025, o Brasil exportou 510,8 mil toneladas de carne de frango, volume 13,9% superior ao registrado no mesmo período de 2024, quando foram embarcadas 448,7 mil toneladas.</p>



<p>Em termos de receita, as exportações brasileiras de carne de frango somaram US$ 9,790 bilhões em 2025. Apesar do recorde em volume, o valor ficou 1,4% abaixo do registrado em 2024, quando o setor alcançou US$ 9,928 bilhões.</p>



<p>Somente em dezembro, a receita obtida com os embarques foi de US$ 947,9 milhões, resultado 10,6% superior ao observado no último mês de 2024, que havia sido de US$ 856,9 milhões.</p>



<p><strong>Setor destaca resiliência após Influenza Aviária</strong></p>



<p>Segundo o presidente da ABPA, Ricardo Santin, o desempenho de 2025 reflete a capacidade de reação do setor diante de adversidades sanitárias enfrentadas ao longo do ano.</p>



<p>“O ano foi marcado pela resiliência do setor e pela superação de um dos maiores desafios da história da avicultura nacional, com o registro de um foco, já superado, de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade em aves comerciais. Fechar o ano com resultados positivos é um feito a ser celebrado e reforça a perspectiva projetada para 2026”, avalia Santin.</p>



<p>De acordo com a entidade, a expectativa é de ampliação da presença brasileira no mercado global ao longo de 2026, em linha com o crescimento projetado da produção nacional.</p>



<p><strong>Emirados Árabes lideram destinos das exportações</strong></p>



<p>Os Emirados Árabes Unidos mantiveram a liderança como principal destino da carne de frango brasileira em 2025, com importações de 479,9 mil toneladas, volume 5,5% superior ao registrado em 2024.</p>



<p>Na sequência aparecem o Japão, com 402,9 mil toneladas (-9,1%), a Arábia Saudita, com 397,2 mil toneladas (+7,1%), a África do Sul, com 336 mil toneladas (+3,3%), e as Filipinas, com 264,2 mil toneladas (+12,5%).</p>



<p><strong>Retomada de mercados sinaliza 2026 positivo</strong></p>



<p>Segundo Santin, o restabelecimento dos embarques após os impactos da Influenza Aviária já se reflete em mercados estratégicos. Um dos destaques foi a União Europeia, que registrou crescimento de 52% nos volumes exportados em dezembro.</p>



<p>Outro movimento relevante foi a retomada das compras pela China, que importou 21,2 mil toneladas de carne de frango brasileira em curto período após a normalização dos embarques.</p>



<p>“São indicadores que projetam a manutenção do cenário positivo para o ano de 2026”, afirmou o presidente da ABPA.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<item>
		<title>Brasil sofre sanções sanitárias e tem carne de frango barrada em 17 mercados</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/brasil-sofre-sancoes-sanitarias-e-tem-carne-de-frango-barrada-em-17-mercados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 May 2025 14:12:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Carne]]></category>
		<category><![CDATA[fRANGO]]></category>
		<category><![CDATA[Granja comercial]]></category>
		<category><![CDATA[Gripe Aviária]]></category>
		<category><![CDATA[sanções sanitárias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desde a confirmação do 1º foco de gripe aviária em uma granja comercial em Montenegro (RS) na 5ª feira (15.mai.2025), um total de 16 países além da União Europeia suspenderam as importações de carne de frango do Brasil. A informação foi divulgada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária na 2ª feira (19.mai). São eles: México, Argentina, Chile, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Desde a confirmação do 1º foco de gripe aviária em uma granja comercial em Montenegro (RS) na 5ª feira (15.mai.2025), um total de 16 países além da União Europeia suspenderam as importações de carne de frango do Brasil. A informação foi divulgada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária na 2ª feira (19.mai).</p>



<p>São eles:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>China;</li>



<li>México;</li>



<li>Uruguai;</li>



<li>Argentina;</li>



<li>Chile;</li>



<li>Coreia do Sul;</li>



<li>Canadá;</li>



<li>África do Sul;</li>



<li>UE (União Europeia), bloco que reúne 27 países;</li>



<li>Rússia;</li>



<li>Paquistão;</li>



<li>Sri Lanka;</li>



<li>Malásia;</li>



<li>Marrocos;</li>



<li>Peru;</li>



<li>Bolívia; e</li>



<li>República Dominicana.</li>



<li></li>
</ul>



<p>México, Argentina, Chile, Canadá, Coreia do Sul, Uruguai e Malásia solicitaram o bloqueio das importações de todo o Brasil.&nbsp; Os demais aplicaram o bloqueio em cumprimento a acordo bilateral (China, UE, África do Sul, Rússia, Peru, República Dominicana, Bolívia, Marrocos, Paquistão e Sri Lanka).</p>



<p>Outras nações deixaram de importar carne de frango somente do Rio Grande do Sul. É o caso de Reino Unido, Bahrein e Cuba.</p>



<p>Países como Cingapura, Filipinas, Jordânia, Hong Kong, Índia, Paraguai e Vietnã restringiram a importação de produtos avícolas só do município de Montenegro (RS), onde o foco de gripe aviária foi confirmado.</p>



<p>Em entrevista a jornalistas na 2ª feira (19.mai), o ministro da Agricultura Carlos Fávaro atualizou o cenário de emergência da gripe aviária, descartando 3 dos 7 casos em análise e confirmando 2, sendo o 1º em Montenegro (RS), em uma propriedade comercial avícola, e o 2º em Sapucaia do Sul (RS), em cisnes silvestres.</p>



<p>Há ainda outros 4 casos em análise nos Estados de Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Tocantins e Ceará.</p>



<p>Fávaro disse ainda que a infecção de aves em granjas comerciais brasileiras era “<em>inevitável</em>” e que a “<em>robustez do sistema de defesa fez com que demorasse 19 anos para que isso acontecesse</em>”.</p>



<p>“<em>Aqui no Brasil foram exatos 2 anos, desde o aparecimento dos primeiros casos lá no litoral do Espírito Santo [em aves migratórias], depois aqui ou acolá, foram tendo casos aleatórios. Demoraram 2 anos e era inevitável que um dia ia acontecer. O sistema é robusto</em>”, afirmou o ministro.</p>



<p>O Ministério da Agricultura decretou estado de emergência zoossanitária no município gaúcho por 60 dias.<br><br><em>Por Poder 360. </em></p>
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		<title>Após 2024 com carne bovina ganhando espaço, 2025 deve ser de retomada da carne de frango e suína</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/apos-2024-com-carne-bovina-ganhando-espaco-2025-deve-ser-de-retomada-da-carne-de-frango-e-suina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jan 2025 15:29:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[2024]]></category>
		<category><![CDATA[2025]]></category>
		<category><![CDATA[Carne Bovina]]></category>
		<category><![CDATA[fRANGO]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Suína]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ano de 2024 ficou marcado com preços em alta para a arroba do boi gordo, principalmente a partir do mês de setembro. Até então, a competitividade da carne bovina no atacado estava interessante perante as concorrentes. Mas este ano, de acordo com analistas consultados pelo Notícias Agrícolas, o cenário deve mudar, já que os [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O ano de 2024 ficou marcado com preços em alta para a arroba do boi gordo, principalmente a partir do mês de setembro. Até então, a competitividade da carne bovina no atacado estava interessante perante as concorrentes. Mas este ano, de acordo com analistas consultados pelo Notícias Agrícolas, o cenário deve mudar, já que os patamares de preços para a arroba bovina devem ficar mais elevados, com o início da mudança do ciclo pecuário, afetando diretamente o preço da proteína.</p>



<p>Segundo o analista de mercado da Scot Consultoria, Felipe Fabbri, no ano passado, “até meados de setembro a quantidade de carne de frango e de suíno comprada com o preço de um quilo de carne de dianteiro bovino foi menor, ou seja, para a indústria que desossa e vende os cortes sem osso ao varejo, o preço da carne bovina esteve atrativo”.</p>



<p>Tomando como referência o gráfico abaixo, elaborado por Fabbri, ele destaca que , em 2024, o preço do dianteiro esteve abaixo ou muito próximo à sua referência em 2023 (representado pela parte cinza no gráfico), enquanto os preços do frango e do suíno subiram. “Com isso, a relação de troca, ou seja, a quantidade de frango e suíno comprado com um quilo de dianteiro bovino, ficou menos atrativa do que em 2023, na maior parte dos meses, compensando ao atacadista comprar a carne bovina em relação à suína e a de frango”.</p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img decoding="async" src="https://cdn.noticiasagricolas.com.br/dbimagens/thumbs/800x2000/grafico-fabbri-scot-consultoria-competitividade-ca-GgSze.jpeg" alt="GRÁFICO FABBRI SCOT CONSULTORIA COMPETITIVIDADE CARNES 1" style="width:1170px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption"><em>Preço médio do dianteiro avulso no mercado atacadista de carne com osso e a quantidade de quilos de carne de frango e de carne suína compradas com um quilo de dianteiro. Fonte: Scot Consultoria</em></figcaption></figure>



<p>César de Castro Alves, que é gerente da Consultoria Agro do Itaú BBA, corrobora a informação, explicando que a relação de troca no início de 2024 era de 1,7 kg de frango e comprava 1 kg de dianteiro bovino. A média histórica, segundo César, era 2,5, e isso seguiu até agosto. “Em setembro começou a subir a arroba do boi e a carne, chegando a 2,6 kg de frango para comprar 1 kg de dianteiro. Em dezembro foi 2,38 kg de frango para 1 kg de carne bovina, e aí começamos janeiro com uma relação de 2,26 kg frango e 1 kg de dianteiro bovino”, disse.</p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img decoding="async" src="https://cdn.noticiasagricolas.com.br/dbimagens/thumbs/800x2000/grafico-cesar-itau-bba-competitividade-carne-bovin-bKxst.png" alt="GRÁFICO CÉSAR ITAÚ BBA COMPETITIVIDADE CARNE BOVINA FRANGO" style="width:1170px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption"><em>Competitividade entre o dianteiro bovino e a carne de frango. Fonte: Itaú BBA</em></figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img decoding="async" src="https://cdn.noticiasagricolas.com.br/dbimagens/thumbs/800x2000/grafico-cesar-carne-de-frango-e-suina-competitivid-qhl47.png" alt="GRÁFICO CÉSAR CARNE DE FRANGO E SUÍNA COMPETITIVIDADE ITAÚ BBA" style="width:1170px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption"><em>Competitividade entre carne suína e de frango. Fonte: Itaú BBA</em></figcaption></figure>



<p><br>Fabbri adiciona a este cenário o contexto econômico no país, como o aumento da &nbsp;renda per capita e redução do desemprego no Brasil diminuiu, o que aumentou a possibilidade do brasileiro comprar mais carne bovina, bem como outras proteínas também. &nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img decoding="async" src="https://cdn.noticiasagricolas.com.br/dbimagens/thumbs/800x2000/grafico-felipe-fabbri-scot-macroeconomia-2024-p5ahL.jpeg" alt="GRÁFICO FELIPE FABBRI SCOT MACROECONOMIA 2024" style="width:1170px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption"><em>Rendimento médio mensal, na cor laranja, e quilos de carne bovina possíveis de serem adquiridos, em azul. Fonte: Scot Consultoria</em></figcaption></figure>



<h5 class="wp-block-heading" id="h-perspectivas-para-2025"><strong>PERSPECTIVAS PARA 2025</strong></h5>



<p>Com o início da inversão do ciclo pecuário, Allan Maia, analista da Safras &amp; Mercado, destaca que, como houve muito abate de matrizes nos últimos dois anos, a tendência é de preços firmes para 2025 para a arroba do boi gordo e para os cortes no atacado e, consequentemente, no varejo também.&nbsp;</p>



<p>“Para o ano que vem, com a possibilidade de preços maiores para a carne bovina e incertezas quanto ao dinamismo da economia brasileira, acredito que essa relação vai pressionar o mercado de carne bovina e levar a um êxodo de consumo para frango e suíno”, disse.</p>



<p>“Para a carne de frango, ela veio bastante competitiva ao longo de 2024 e deve seguir competitiva ao longo de 2025 frente às demais proteínas. A carne suína deve ter mais um ano de recorde na produção, com disponibilidade interna crescendo, mas nada exagerado. No caso da demanda para a carne suína, o ritmo mais forte começa em maio, já que o início do ano, com a população com menor poder aquisitivo e com as temperaturas mais elevadas, acabam deixando a demanda mais arrefecida”, pontuou.</p>



<p>Sobre a carne bovina, César de Castro Alves afirma que “a tendência para o ano de 2025 é de que a relação de troca com as demais proteínas tenha mais chances de ficar acima da média histórica mais do que para baixo. É razoável supor que a carne bovina não volte aos patamares de agosto de 2024”, disse.</p>



<p>Felipe Fabbri enxerga o ano de 2025 como sendo mais desafiador para a carne bovina. Ele aponta que, do lado da oferta de boiadas, espera redução nos abates, e consequentemente na produção de carne bovina também. “Há a expectativa de aumento na demanda externa &#8211; ou seja, novo recorde de exportação &#8211; com uma produção de carne bovina menor e, provavelmente, preços maiores ao consumidor brasileiro”.&nbsp;</p>



<p>Por outro lado, conforme explica Fabbri, frango e suínos possuem um cenário de expectativas de aumento das suas produções para o ano que começa, ou seja, deve aumentar a oferta dessas proteínas e, consequentemente, pouco espaço para altas expressivas em seus preços ao longo do ano.&nbsp;</p>



<p>“O resumo para mim seria um mercado com maior competitividade do frango e suíno frente à carne bovina, após um 2024 onde a carne bovina ganhou espaço”, finalizou Fabbri.</p>



<p>Dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), projetando produção, consumo interno e exportações para 2025 em relação às carnes suína e de frango, mostram consumo interno para a carne suína estável e de frango, com aumento em relação a 2024.</p>



<p>Para 2025, o setor avícola projeta produzir até 15,3 milhões de toneladas de carne de frango, o que representa avanço de 2,7% em relação a 2024, com disponibilidade de cerca de 9,9 milhões de toneladas, perfazendo aumento de 2,1%, consumo per capita chegando a 46,6 quilos, incremento de 2,2% em relação ao registrado em 2024 e exportações com crescimento de 1,9%, podendo chegar à marca de até 5,4 milhões de toneladas.</p>



<p>No caso da carne suína, a expectativa é de que a produção cresça 2% em 2025, avançando para 5,45 milhões de toneladas, sendo que a disponibilidade interna deve permanecer estável em 4 milhões de toneladas, assim como o consumo per capita de 19 quilos. Já as exportações da proteína suinícola podem subir 7,4%, com volume embarcado de até 1,45 milhão de toneladas.</p>



<p>Sobre a carne bovina, as informações da Agrifatto Consultoria dão conta de que “apesar dessa redução na produção, o Brasil seguirá líder mundial nas exportações de carne bovina em 2025. Isso se deve à maior consolidação do mercado asiático, especialmente com a expansão das compras de países do Sudeste Asiático e à redução da participação dos EUA no comércio global da proteína, que, inclusive, deverão importar mais carne bovina do que em 2024. Assim, projetamos que as exportações de carne bovina in natura alcancem 2,62 milhões de toneladas, um aumento de 3,18% em relação a 2024, superando o recorde histórico alcançado neste ano. Diante de uma oferta reduzida de carne bovina e uma demanda externa aquecida, a visão central é de valorização real (acima da inflação) para o boi gordo em 2025”.</p>



<p>Por Letícia Guimarães/Notícias Agrícolas.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Fim de ano impulsiona consumo de carne de aves no Brasil</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/fim-de-ano-impulsiona-consumo-de-carne-de-aves-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Dec 2024 14:01:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo de Carne]]></category>
		<category><![CDATA[Fim de ano]]></category>
		<category><![CDATA[fRANGO]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Expectativa é que, somente no mês de dezembro, o aumento no consumo da proteína possa ser expressivo, dependendo da região do país. Com a proximidade das festas de fim de ano, o mercado de carnes de aves no Brasil, especialmente o de frango, se prepara para um aumento significativo no consumo. Tradicionalmente, os meses de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Expectativa é que, somente no mês de dezembro, o aumento no consumo da proteína possa ser expressivo, dependendo da região do país.</em></p>



<p>Com a proximidade das festas de fim de ano, o mercado de carnes de aves no Brasil, especialmente o de frango, se prepara para um aumento significativo no consumo. Tradicionalmente, os meses de novembro e dezembro representam um período de maior demanda por conta do Natal e do Ano Novo, ocasiões em que os brasileiros mantêm o costume de incluir pratos à base de aves nas ceias.</p>



<p>Apesar da presença das carnes suína e bovina em muitas mesas, o frango segue ganhando cada vez mais espaço por conta de seu preço mais acessível, versatilidade no preparo e benefícios percebidos à saúde.</p>



<p>De acordo com Jefferson Bittencourt, gerente de especialidades da Quimtia Brasil, indústria especializada no desenvolvimento, produção e distribuição de insumos para nutrição animal, a carne de frango tem ocupado posição de destaque na mesa das famílias, indo dos clássicos, como o frango assado, aos preparos mais sofisticados, como o chester ou as versões recheadas. Isso porque ela combina com refeições natalinas e com pratos de Ano Novo.</p>



<p>“Além disso, alternativas como cortes de frango congelados, com preços competitivos, tornam o produto ainda mais atrativo para diferentes perfis sociais”, pontua o especialista.</p>



<p>Segundo ele, a expectativa é que, somente no mês de dezembro, o aumento no consumo de carne de aves possa ser expressivo, dependendo da região do país. No entanto, o especialista ressalta que o impacto não tem se limitado apenas às vendas sazonais, sugerindo que o mês de dezembro também contribui para fortalecer o setor no longo prazo.</p>



<p>Para se ter uma ideia, projeções da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) apontam que o consumo de carne de frango no Brasil tem mostrado uma tendência de alta ao longo dos últimos anos. Esse crescimento tem sido impulsionado por diversos fatores combinados, como o fato de outras proteínas, como a bovina, estarem menos acessíveis, e pelo aumento da busca por opções de carne consideradas mais leves e saudáveis.</p>



<p>Nos últimos anos, o aumento no consumo registrado ao longo de dezembro tem servido como um termômetro para determinar a força do setor e começar o próximo ciclo produtivo em janeiro com mais otimismo.</p>



<p><strong>Otimismo para 2025</strong></p>



<p>A penetração da carne de aves no mercado doméstico é tão expressiva que, segundo Bittencourt, o consumo médio de carne de frango em 2025 poderá apresentar um balanço positivo, consolidando o Brasil como um dos maiores consumidores da proteína no mundo.</p>



<p>“Isso deve ser reflexo da permanência do frango como a principal proteína consumida pelo brasileiro”, finaliza Jefferson Bittencourt.<br><br><em>Por Quimtia Brasil. </em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>28 de Agosto: Dia da Avicultura, um pilar do agronegócio nacional e sua força no mercado global</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/28-de-agosto-dia-da-avicultura-um-pilar-do-agronegocio-nacional-e-sua-forca-no-mercado-global/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Aug 2024 15:13:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Avicultura]]></category>
		<category><![CDATA[fRANGO]]></category>
		<category><![CDATA[Galinha]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado Global]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No Dia da Avicultura e do Avicultor, celebrado em 28 de agosto, o Brasil destaca-se como um dos principais protagonistas globais na produção e exportação de carne de frango, perus e ovos. A avicultura brasileira não só sustenta a economia nacional, como também fortalece a segurança alimentar global, consolidando o país como um fornecedor confiável [&#8230;]</p>
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<p>No Dia da Avicultura e do Avicultor, celebrado em 28 de agosto, o Brasil destaca-se como um dos principais protagonistas globais na produção e exportação de carne de frango, perus e ovos. A avicultura brasileira não só sustenta a economia nacional, como também fortalece a segurança alimentar global, consolidando o país como um fornecedor confiável e de alta qualidade para o mercado internacional.<br><br><strong>Um Exemplo de Excelência na Avicultura</strong></p>



<p>A demanda crescente em países da Ásia, Oriente Médio e África, juntamente com a diversificação dos mercados e a implementação de práticas sustentáveis e inovadoras, impulsionam as exportações. Acordos comerciais estratégicos e parcerias internacionais também desempenham um papel crucial na expansão do setor, fortalecendo a posição do Brasil como líder global na avicultura.</p>



<p>A média de exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) em 2024 indica resultados positivos, conforme análise da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). As exportações registraram uma média de 431,4 mil toneladas, 0,8% superior à média dos doze meses do ano passado, que foi de 428,2 mil toneladas.</p>



<p>No levantamento mensal, as exportações de carne de frango em junho totalizaram 435,9 mil toneladas, número 2,3% menor que as 446,2 mil toneladas embarcadas no mesmo período do ano passado. A receita obtida no período chegou a US$ 793,6 milhões, saldo 10,6% menor que o total registrado em junho de 2023, com US$ 887,5 milhões.</p>



<p>Já na análise do primeiro semestre de 2024, as exportações de carne de frango totalizaram até aqui 2,588 milhões de toneladas, número 1,6% menor que o total registrado nos seis primeiros meses de 2023, com 2,629 milhões de toneladas. A receita acumulada no período chegou a US$ 4,636 bilhões, saldo 10,3% menor que o acumulado no ano anterior, com US$ 5,168 bilhões.</p>



<p>Segundo o presidente da ABPA, Ricardo Santin, “a oscilação levemente negativa nos embarques comparativos de junho não é suficiente para comprometer o momento positivo vivido pelas exportações de carne de frango. O fato da média do primeiro semestre superar a média geral de 2023, aliada ao fato de que o segundo semestre é, tradicionalmente, o melhor período para as exportações, apontam para novos resultados positivos para o ano de 2024.”</p>



<p>De acordo com o levantamento, a China, principal destino das exportações, importou 276,1 mil toneladas no primeiro semestre, número 29% menor que o total registrado no mesmo período do ano passado. Em seguida estão os Emirados Árabes Unidos, com 240,1 mil toneladas (+20%), Japão, com 214,2 mil toneladas (-3%) e Arábia Saudita, com 206 mil toneladas (+17%).</p>



<p>No levantamento por Estado, o Paraná segue como principal exportador, com 1,076 milhão de toneladas exportadas no primeiro semestre deste ano, número 1,1% menor do que o registrado em 2023. Em seguida estão Santa Catarina, com 563,6 mil toneladas (+3,4%), Rio Grande do Sul, com 354,3 mil toneladas (-4,74%), São Paulo, com 136,9 mil toneladas (-9,4%) e Goiás, com 125,7 mil toneladas (+4,6%).</p>



<p>O estado de Santa Catarina é um dos maiores expoentes da avicultura no Brasil. Reconhecido como o maior exportador nacional de carnes de patos, marrecos e perus, Santa Catarina também ocupa a posição de segundo maior produtor e exportador de carne de frango no país. Segundo dados do Observatório do Agro de 2023, o estado abateu 883,3 milhões de aves ao longo do ano, gerando um Valor de Produção Agropecuária (VPA) de aproximadamente R$ 12,6 bilhões. Este sucesso é impulsionado por políticas públicas efetivas e programas de fomento à produção e sanidade avícola, coordenados pela Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (SAR) e suas empresas vinculadas.<br><br><strong>O Brasil no Cenário Global da Avicultura</strong></p>



<p>A avicultura brasileira como um todo continua a expandir sua presença internacional, com expectativas de exportar mais de cinco milhões de toneladas de carne de frango em 2023, um crescimento de 6,6% em relação ao ano anterior. Este desempenho solidifica a posição do Brasil como o maior exportador mundial de carne de frango, com receitas de exportação que totalizam cerca de US$ 9,7 bilhões nos últimos 12 meses.</p>



<p>A qualidade da produção avícola brasileira é amplamente reconhecida, com rigorosos padrões de segurança sanitária que posicionam o país como um “porto seguro” no comércio global de carnes. Além disso, o consumo de ovos, uma das principais fontes de proteína para a população, continua em alta, com o consumo per capita previsto para atingir cerca de 300 ovos em 2024, sinalizando um potencial futuro para exportações também nesse segmento.<br><br><strong>O Futuro da Avicultura Brasileira</strong></p>



<p>O setor avícola no Brasil, apoiado por uma cadeia produtiva robusta e por políticas governamentais eficazes, está bem posicionado para enfrentar os desafios futuros e continuar a crescer. Programas como o Pronampe Agro SC, Terra Boa e Água no Campo, em Santa Catarina, exemplificam o compromisso com a inovação, sustentabilidade e a legalidade produtiva, garantindo que a avicultura brasileira permaneça competitiva e sustentável no longo prazo.</p>



<p>Neste Dia da Avicultura e do Avicultor, celebra-se não apenas os avanços tecnológicos e produtivos do setor, mas, sobretudo, o trabalho incansável dos avicultores brasileiros que, com dedicação e competência, mantêm o Brasil no topo do cenário avícola global.<br><br><em>Por Agrimídia. <br></em></p>



<p><a href="https://www.agrimidia.com.br/autor/agrimidia/"></a><a href="https://www.agrimidia.com.br/autor/agrimidia/"></a></p>
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		<title>Frangos possuem hormônios? Especialista explica mitos e verdades sobre a criação da ave</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/frangos-possuem-hormonios-especialista-explica-mitos-e-verdades-sobre-a-criacao-da-ave/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Apr 2024 11:41:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ave]]></category>
		<category><![CDATA[Especialista]]></category>
		<category><![CDATA[fRANGO]]></category>
		<category><![CDATA[Hormônio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No contexto da busca por alimentos saudáveis e livres de aditivos artificiais, a questão da presença de hormônios na produção de carne de frango se torna frequente. Para elucidar essa dúvida e apresentar informações fundamentadas sobre o assunto, a zootecnista da Tijuca Alimentos, Rebeca Horn Vasconcelos, destaca alguns pontos. De acordo com a profissional, os [&#8230;]</p>
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<p>No contexto da busca por alimentos saudáveis e livres de aditivos artificiais, a questão da presença de hormônios na produção de carne de frango se torna frequente. Para elucidar essa dúvida e apresentar informações fundamentadas sobre o assunto, a zootecnista da Tijuca Alimentos, Rebeca Horn Vasconcelos, destaca alguns pontos.</p>



<p>De acordo com a profissional, os frangos de corte comercialmente disponíveis para consumo humano no mercado não recebem hormônios. “O crescimento acelerado das aves é resultado de décadas de seleção genética, avanços na nutrição e manejo das aves”, destaca a profissional.</p>



<p>A zootecnista enfatiza que o uso de hormônios em aves destinadas ao consumo humano é proibido no Brasil. &#8220;Os produtores são rigorosamente regulamentados e inspecionados para garantir a conformidade com as leis e regulamentos de segurança alimentar&#8221;, acrescenta. Essa legislação se estende a outros países da América Latina e Europa, garantindo a segurança alimentar em larga escala.&nbsp;</p>



<p>Rebeca ressalta pilares fundamentais para que essas aves tenham um rápido crescimento:</p>



<p><strong>Aprimoramento genético:</strong> por meio de pesquisas, as linhagens de frango foram otimizadas ao longo dos anos, resultando em aves com maior potencial de crescimento;</p>



<p><strong>Nutrição balanceada: </strong>a alimentação das aves possui dietas formuladas por especialistas e enriquecidas com nutrientes essenciais para o desenvolvimento saudável dos animais;</p>



<p><strong>Manejo adequado:</strong> as condições de criação, como temperatura, ambiência e sanidade também influenciam significativamente no crescimento dos frangos.</p>



<p>A carne de frango se destaca como uma fonte rica em proteínas, vitaminas e minerais, essencial para uma alimentação balanceada e nutritiva. “Com informações confiáveis e optando por marcas responsáveis, o consumidor garante um alimento seguro e de alta qualidade”, pontua.<br><br><em>Por Assessoria de Imprensa Tijuca Alimentos – Capuchino Press.</em></p>
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		<title>Frango fica mais competitivo que a carne bovina, mas menos que a suína</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/frango-fica-mais-competitivo-que-a-carne-bovina-mas-menos-que-a-suina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ADM T. Rural]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jan 2024 23:48:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[cepea]]></category>
		<category><![CDATA[fRANGO]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por José Florentino — São Paulo A carne de frango ficou ainda mais competitiva em relação à bovina em janeiro, indica o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP. Enquanto a proteína de aves ficou mais barata este mês, o boi se mantém relativamente firme. No comparativo com a carne suína, que caiu ainda mais no [&#8230;]</p>
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<p><strong>Por José Florentino </strong>— São Paulo</p>



<p>A <a class="" href="https://globorural.globo.com/tudo-sobre/avicultura/carne-de-frango/">carne de frango</a> ficou ainda mais competitiva em relação à bovina em janeiro, indica o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP. Enquanto a proteína de aves ficou mais barata este mês, o boi se mantém relativamente firme. No comparativo com a <a class="" href="https://globorural.globo.com/tudo-sobre/suinocultura/carne-suina/">carne suína</a>, que caiu ainda mais no período, o <a class="" href="https://globorural.globo.com/tudo-sobre/avicultura/frango/">frango</a> está menos competitivo.</p>



<p>No atacado da Grande São Paulo, o valor médio do&nbsp;<a class="" href="https://globorural.globo.com/tudo-sobre/avicultura/frango/">frango</a>&nbsp;inteiro resfriado caiu 2,8% de dezembro para janeiro, para R$ 7,02 o quilo.&nbsp;</p>



<p>“Além do movimento sazonal de demanda enfraquecida nesta segunda quinzena, os estoques elevados têm reforçado o movimento de baixa sobre os valores da proteína no mercado nacional, conforme relatam agentes consultados pelo Cepea”, escreveram os pesquisadores, em nota.</p>
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		<title>FRANGO: Setor é marcado por produção recorde e perda de competitividade em 2023</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/frango-setor-e-marcado-por-producao-recorde-e-perda-de-competitividade-em-2023/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ADM T. Rural]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jan 2024 22:59:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[fRANGO]]></category>
		<category><![CDATA[produção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisas do Cepea mostram que as cotações da carne de frango caíram com força no mercado doméstico em 2023, refletindo a produção recorde da proteína. Nem mesmo as maiores exportações, que atingiram nova marca histórica pelo terceiro ano consecutivo, impediram os recuos nos preços internos. A competitividade da carne de frango frente à de boi [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Pesquisas do Cepea mostram que as cotações da carne de frango caíram com força no mercado doméstico em 2023, refletindo a produção recorde da proteína. Nem mesmo as maiores exportações, que atingiram nova marca histórica pelo terceiro ano consecutivo, impediram os recuos nos preços internos. A competitividade da carne de frango frente à de boi também diminuiu em 2023, em meio ao maior abate de bovinos e ao aumento na disponibilidade interna dessa proteína. Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro e Geografia e Estatística), de janeiro a setembro de 2023, foram abatidos no Brasil 24,64 milhões de bovinos, 11,4% acima do registrado no mesmo período de 2022 e o maior volume desde 2014. No mercado de frango, foram 4,75 bilhões de animais abatidos de janeiro a setembro, aumento de 4,6% frente a igual intervalo de 2022 e um recorde da série histórica do IBGE, iniciada em 1997.</p>
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