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	<title>Fretes Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>Fretes Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Encerramento da colheita de milho da segunda safra derruba valor do frete, diz Conab</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Oct 2025 11:53:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O término da colheita das culturas de segunda safra, em especial o milho, refletiu nos preços de frete de grãos. Mato Grosso, Goiás, Paraná e Mato Grosso do Sul, importantes produtores do cereal na segunda safra, registraram queda nas cotações em agosto para os serviços de transporte de grãos na maioria das rotas analisadas pela Companhia [&#8230;]</p>
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<p>O término da colheita das culturas de segunda safra, em especial o milho, refletiu nos preços de frete de grãos. Mato Grosso, Goiás, Paraná e Mato Grosso do Sul, importantes produtores do cereal na segunda safra, registraram queda nas cotações em agosto para os serviços de transporte de grãos na maioria das rotas analisadas pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), conforme mostra a edição de setembro do Boletim Logístico.</p>



<p>De acordo com o boletim da estatal, as cotações para a remoção de grãos caíram no Maranhão em agosto. O mercado, no entanto, manteve-se com movimentação regular no Piauí, registrando demanda ainda em níveis satisfatórios, mas com movimentação já bem menos aquecida em relação aos meses anteriores, reflexo de redução significativa no escoamento do milho, principalmente, refletindo em estabilidade nos preços.</p>



<p>Na Bahia, o valor dos fretes registrou estabilidade a alta, variando conforme a região produtora de grãos e a rota de transporte. “A elevação nas cotações foi verificada na praça de Luís Eduardo Magalhães, por causa da alta na demanda de transporte de grãos e fibra”, comentou a Conab.</p>



<p>Já no Distrito Federal, houve aumento generalizado nos preços em agosto em relação aos valores de julho, com destaque para as rotas com destino a Imbituba, em Santa Catarina; Uberaba e Araguari, em Minas Gerais; e Guarujá, em São Paulo, apresentando variações positivas na ordem 12%,11%,10% e 10%, respectivamente.</p>



<p>O superintendente de Logística Operacional da Conab, Thomé Guth, disse na nota que “a produção recorde de milho na temporada 2024/25 aumenta a necessidade de dar vazão célere ao escoamento da safra, o que refletiu nos preços dos fretes rodoviários, que apresentaram seu momento de pico em julho”.https://e1f9b17e6aad6baf987943cab6d51e17.safeframe.googlesyndication.com/safeframe/1-0-45/html/container.html?n=0</p>



<p>“De modo geral, ainda que os preços tenham caído em boa parte das rotas estaduais em agosto, o patamar de preços de frete é superior ao registrado no mesmo momento na safra passada, em uma conjuntura de aquecimento logístico. E a tendência é de persistência de um certo suporte aos preços para os próximos meses, como decorrência deste cenário de oferta elevada e demanda dinâmica e mais cadenciada ao longo dos meses, com a atuação de players tanto externos quanto internos, na área de alimentação animal e bioenergia”, ponderou.</p>



<p><strong>Exportações de milho e soja</strong></p>



<p>Os embarques de milho em agosto deste ano atingiram 17,9 milhões de toneladas, em comparação com 15,7 milhões em igual período de 2024. Os portos do Arco Norte continuam como o principal eixo de escoamento do cereal, representando 39,8% da movimentação. Na sequência, o porto de Santos escoou 29,6% do grão embarcado, o porto de São Francisco do Sul 11,6%, enquanto pelo porto de Paranaguá foram registrados 11,4% dos volumes embarcados e pelo porto de Rio Grande foram expedidos 5% do milho vendido ao mercado externo.</p>



<p>Já as exportações de soja em grãos atingiram 86,5 milhões de toneladas no período de janeiro a agosto de 2025, em comparação com 83,4 milhões de toneladas em igual período do ano passado. Pelos portos do Arco Norte foram expedidos 37,5% das exportações nacionais, enquanto por Santos foram escoadas 34,2%. Os embarques da oleaginosa pelo porto de Paranaguá totalizaram 12,9% do montante nacional e pelo porto de São Francisco do Sul foram escoadas 5,2%, ante 6,5% do ano anterior.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<title>Volume de fretes do agro cresce e impulsiona investimentos em segurança contra roubo de cargas nas estradas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Jun 2025 12:17:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[cargas]]></category>
		<category><![CDATA[estradas]]></category>
		<category><![CDATA[Fretes]]></category>
		<category><![CDATA[Roubo]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O volume de fretes rodoviários do agro no Brasil registrou um aumento de 5,3% ao longo de todo o ano de 2024, em comparação com o mesmo período do ano anterior, de acordo com as informações divulgadas pela&#160;Frete.com O produto interno bruto (PIB) do agronegócio do Brasil cresceu 4,48% no quarto trimestre de 2024 e [&#8230;]</p>
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<p><em>O volume de fretes rodoviários do agro no Brasil registrou um aumento de 5,3% ao longo de todo o ano de 2024, em comparação com o mesmo período do ano anterior, de acordo com as informações divulgadas pela&nbsp;Frete.com</em></p>



<p>O produto interno bruto (PIB) do agronegócio do Brasil cresceu 4,48% no quarto trimestre de 2024 e encerrou o ano passado com alta de 1,81% na comparação com 2023, de acordo com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).</p>



<p>Em consequência do crescimento do setor no Brasil, o volume de fretes rodoviários do agro no Brasil registrou um aumento de 5,3% ao longo de todo o ano de 2024, em comparação com o mesmo período do ano anterior, de acordo com as informações divulgadas pela&nbsp;Frete.com, plataforma online de transporte de cargas da América Latina.&nbsp;</p>



<p>Por ser um setor tão lucrativo, ele acaba se tornando um alvo perfeito para os criminosos especializados no roubo de cargas de caminhões.</p>



<p>O transporte rodoviário de cargas perdeu, no ano passado, mais de R$ 1 bilhão em mercadorias roubadas em 2024. O balanço foi divulgado pela Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&amp;Logística). No total, a ação dos criminosos somou um prejuízo de R$ 1,217 bilhão, 21% a mais que o observado em 2023.&nbsp;</p>



<p>“<em>Geralmente, quando há preocupação de um possível risco de desabastecimento, como o que aconteceu com os fertilizantes, os produtores tendem a aumentar seus pedidos de modo a&nbsp;minimizarem prejuízos decorrentes de uma possível falta de estoque. Como esse tipo de produto é uma carga bastante visada, as estatísticas de roubo a cargas tendem a aumentar drasticamente”&nbsp;</em>&#8211; explica&nbsp;<strong>Luiz Henrique Nascimento,&nbsp;</strong>diretor comercial da&nbsp;<strong>T4S Tecnologia.</strong></p>



<p>Após sentir na pele como era amargar prejuízos por conta do roubo de cargas, Nascimento, Marcílio Machado e Enrico Rebuzzi decidiram apostar em uma empresa especializada em tecnologia para evitar que os criminosos tivessem êxito em suas ações. Antes da T4S, os empreendedores tinham uma empresa de logística, só que a empresa sofria muito por conta dos roubos de cargas frequentes, então eles enxergaram uma oportunidade de negócio até então pouco explorada no Brasil.</p>



<p>Sendo assim, a empresa que começou como uma startup em 2017 hoje já atende clientes como FedEx, JSL e a P&amp;G. O foco da empresa é oferecer soluções inovadoras, como é o caso do Imobilizador T4S, um pequeno e camuflado atuador sem fio que fica escondido no veículo e bloqueia automaticamente o caminhão em caso de utilização de jammer, conhecido também como capetinha, vandalismo e desvio de rota.</p>



<p><img decoding="async" src="https://ci3.googleusercontent.com/meips/ADKq_NbElEBRvR6F1fLMe_KXu_rfGI_ZnRvLNC6I_nHtInCSX4ryKSa9U_ojcX_W14WDciHXvjBQB8TSGjdQKLeBfRxJJzhoW5tmoswCwHUliXnqbbE-kIxpfEQ8Zb_XSMzNJrHAuVYrS7HVd3FTk9JkGAAU1uUas4in3GiXMo_uumn1Ko93iWtWr0tVdOkbYJv3WjoCVf1nJReZ7dskYHIk=s0-d-e1-ft#https://files.pressmanager.net/clientes/e4d544025aa55416c83061a5b776b7b1/imagens/2024/12/19/3c725d94b01d35a3825eeebfeba5a488_medium.jpg" alt="" style="width: 600px;"><br><br>Em outubro de 2022, o Imobilizador T4S registrou o maior salvamento da história do atuador. O sistema detectou Jammer e bloqueou automaticamente o veículo na rodovia. O veículo em questão era de um cliente da T4S da área farmacêutica, e estava com uma carga avaliada em R$ 6 milhões. O motorista, o veículo e a carga ficaram intactos.</p>



<p>Com o objetivo de proteger a carga no interior do baú, a T4S criou o Choque Elétrico Anti-Invasão, que são painéis de alta resistência contra perfurações e cortes, que são energizados caso aconteça tentativas de arrombamento. Quando o criminoso tenta roubar a carga do caminhão, ele recebe um choque não-letal. Além disso, por conta do isolamento elétrico, o choque só será sentido por quem tentar perfurar ou cortar os painéis, fazendo da solução 100% segura para trabalhadores e transeuntes.</p>



<p>Desde que a empresa foi fundada, já foram mais de 227 salvamentos de cargas e 234 salvamentos de veículos.</p>



<p><strong>Sobre a T4S Tecnologia</strong></p>



<p>Enrico Rebuzzi e Luiz Henrique Nascimento são fundadores do maior operador logístico de e-commerce no Brasil, a Direct Express/Directlog. Pela gestão de Rebuzzi e Nascimento, a Directlog se tornou líder de mercado e os executivos decidiram alçar novos voos ao investirem em conjunto com um terceiro sócio, Marcílio Machado, Consultor de TI e Engenheiro graduado pelo ITA, em um modelo de negócio ligado à tecnologia para o setor de transporte. Com uma visão empreendedora, transformaram uma das principais dificuldades do transporte de cargas em oportunidade de investimento, criando soluções para a melhoria da segurança. Assim nasceu a&nbsp;T4S Tecnologia, com a missão de inovar e contribuir de forma decisiva no combate aos prejuízos milionários dos roubos de carga no país.</p>



<p>Saiba mais em&nbsp;<a href="http://www.t4stecnologia.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">www.t4stecnologia.com.br</a></p>



<p><em>Por Assessoria de Imprensa/ Notícia Expressa.</em></p>
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		<title>Fretes rodoviários podem subir até 20% no escoamento da primeira safra no Brasil</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/fretes-rodoviarios-podem-subir-ate-20-no-escoamento-da-primeira-safra-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jan 2025 14:07:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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		<category><![CDATA[Safra 24/25]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O pós colheita no Brasil deverá ser bastante complexo nesta temporada 2024/25 diante de uma safra recorde de grãos, especialmente a de soja. As estimativas vêm variando de 165 a 170 milhões de toneladas &#8211; mesmo com adversidades climáticas que se registram em alguns pontos do país &#8211; os trabalhos de colheita deverão se concentrar [&#8230;]</p>
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<p>O pós colheita no Brasil deverá ser bastante complexo nesta temporada 2024/25 diante de uma safra recorde de grãos, especialmente a de soja. As estimativas vêm variando de 165 a 170 milhões de toneladas &#8211; mesmo com adversidades climáticas que se registram em alguns pontos do país &#8211; os trabalhos de colheita deverão se concentrar e se chocar com uma estrutura logística ainda muito estrangulada. E desta forma, as despesas logísticas deverão ser mais elevadas neste ano.&nbsp;</p>



<p>&#8220;Nossas projeções aqui da Esalq-Log, do Sifreca, indicam um aumento de 15% a 20% no preço de frete do escoamento desta primeira safra se comparadas às do primeiro ciclo do ano passado, primeiramente por conta do aumento da safra&#8221;, explica Fernando Bastiani, pesquisador da instituição. &#8220;Além do maior volume, devemos ter uma colheita mais concentrada e uma disputa maior por frete para trazer o caminhão para suas regiões, para suas atividades de colheita&#8221;.&nbsp;</p>



<p>Bastiani destaca ainda o impacto da falta de capacidade estática de armazenagem no Brasil nos preços dos fretes. &#8220;A gente não conseguindo armazenar na época de colheita gera um impacto para o fluxo final de transporte. Do mesmo modo, o futuro dos preços do diesel &#8211; com tendência de que voltem a subir &#8211; também devendo impactar nos custos com transporte. </p>



<p>&#8220;Essa é, obviamente, uma preocupação. O 2024 foi um ano de, praticamente, preços flat dos combustíveis no Brasil, praticamente inalterados olhanod as médias da ANP. Mas, olhando para o cenário do mercado cambial e internacional dos preços com pressão, isso já vem mostrando sinais de alerta. Minha percepção é de que neste ano ainda, breve, devemos ter um reajuste de preços na refinaria por parte Petrobras. Assim, a tendência é de que, com este cenário, os preços internos possam ter um reajuste de 5% a 10%, o que gera um aumento de custos para o transporte. E o combustível chega a representar de 40% a 50% no custo de um caminhão&#8221;, detalha o pesquisador.&nbsp;</p>



<p>Como exemplo, a rota Sorriso-Itaituba, no Arco Norte, tem como referência de até R$ 305,00 a R$ 310,00 por tonelada, contra algo entre R$ 240,00 e R$ 250,00 no mesmo período da safra passada. E o pico dos fretes, na análise da Esalq-LOG, deve ser dar entre a segunda quinzena de fevereiro e primeira de março, com a concentração mais intensa dos trabalhos de colheita.&nbsp;</p>



<p><em>Por Carla Mendes/Notícias Agrícolas.</em></p>
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