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	<title>Fumaça Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>Fumaça Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Tocantins atua na educação ambiental com o projeto Foco no Fogo para ajudar a reduzir os focos de incêndio neste período crítico de estiagem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Aug 2024 14:40:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Estiagem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com a chegada do período mais crítico de estiagem que contribui para o aumento das queimadas, o Governo do Tocantins, por meio da Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), tem buscado atuar na prevenção com o trabalho de educação ambiental realizado pelas equipes do Projeto Foco no Fogo. Nesta última semana de agosto [&#8230;]</p>
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<p>Com a chegada do período mais crítico de estiagem que contribui para o aumento das queimadas, o Governo do Tocantins, por meio da Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), tem buscado atuar na prevenção com o trabalho de educação ambiental realizado pelas equipes do Projeto Foco no Fogo. Nesta última semana de agosto o projeto visita os municípios de Santa Fé do Araguaia, Campos Lindos, Barra do Ouro e Palmeirante.</p>



<p>Além de conversar com os produtores rurais, as equipes do projeto realizam palestras em escolas e abordagens junto à população para conscientizá-los sobre riscos e prejuízos ocasionados por queimadas irregulares e outras formas de degradação ambiental.</p>



<p>A partir da identificação de locais propícios a queimadas, os agentes do projeto desenvolvem ações educativas, distribuem materiais informativos e realizam visitas<em>in loco</em>para sensibilizar os moradores do campo, agropecuaristas e produtores rurais sobre os perigos e os prejuízos causados pelas queimadas irregulares.</p>



<p>Segundo o secretário do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Marcello Lelis, o Projeto Foco no Fogo tem sido uma peça fundamental na estratégia de combate às queimadas irregulares e à degradação ambiental. “Desde o início das ações, em abril deste ano, temos visto resultados significativos na conscientização da população sobre os riscos e prejuízos causados pelas queimadas”, destacou.</p>



<p>Para o secretário, visitar cerca de 60 municípios, alcançar 16 mil pessoas e focar especialmente nos moradores da zona rural -números alcançados até agora pelo projeto &#8211; é uma demonstração clara de que o governo está atuando de forma direta e eficaz na prevenção de incêndios.</p>



<p>“Ao levar educação ambiental às escolas, propriedades rurais e diretamente às comunidades, estamos plantando uma semente de responsabilidade e cuidado com o nosso meio ambiente”, completou.</p>



<p><strong>Incentivo ao combate à queimada</strong></p>



<p>Segundo o painel BD Queimadas do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), lideram o ranking de focos de incêndio nesta terça-feira,27, no país, os estados do: Mato Grosso (21.694) , Pará (14.794), Amazonas (12.696), Mato Grosso do Sul (9.695) e o Tocantins (7.354). No último final de semana, o país registrou a marca de 4.464 focos.</p>



<p>Para Marcello Lelis os desafios são muitos, mas o Tocantins tem conseguido avançar nos últimos anos com o trabalho de monitoramento e combate às queimadas, somado as ações de educação ambiental.</p>



<p>“Hoje conseguimos sair das primeiras posições do ranking dos estados que mais queimam e estamos confiantes de que, com a colaboração de todos – produtores rurais, agropecuaristas, professores, estudantes e a sociedade em geral – podemos continuar reduzindo significativamente os focos de incêndio em nosso estado,” afirma Marcello Lelis.</p>



<p><strong>Parceiros</strong></p>



<p>As equipes do projeto Foco no Fogo devem seguir em campo até 20 de setembro . Além da Semarh, o projeto<em>Foco no Fogo</em>conta com o Comando de Ações de Defesa Civil; Corpo de Bombeiros Militar (CBMTO); Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins); Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA); Centro Integrado de Operações Aéreas; Departamento Estadual de Trânsito (Detran/TO); Polícia Rodoviária Federal (PRF), entre outros parceiros que compõe o Comitê do Fogo.<br><br><em>Por Semarh. </em></p>
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		<title>Mapa demonstra qualidade de ar &#8220;insalubre&#8221; no Tocantins e demais sete estados brasileiros e DF</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/mapa-demonstra-qualidade-de-ar-insalubre-no-tocantins-e-demais-sete-estados-brasileiros-e-df/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Aug 2024 12:48:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[AR]]></category>
		<category><![CDATA[Fumaça]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com os últimos dias marcados por incêndios em parte da região Sudeste, Centro-Oeste e Norte do Brasil, a qualidade do ar em algumas regiões está afetada. Os dados da empresa suíça de tecnologia IQAir, que monitora as condições da atmosfera no mundo, apontam oito estados brasileiros e o Distrito Federal com qualidade descrita como &#8220;insalubre&#8221;. [&#8230;]</p>
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<p>Com os últimos dias marcados por incêndios em parte da região Sudeste, Centro-Oeste e Norte do Brasil, a qualidade do ar em algumas regiões está afetada.<br><br>Os dados da empresa suíça de tecnologia IQAir, que monitora as condições da atmosfera no mundo, apontam oito estados brasileiros e o Distrito Federal com qualidade descrita como &#8220;insalubre&#8221;.</p>



<p>Entre os estados estão São Paulo, que registrou alta no caso de incêndios desde a última quinta-feira, além de Goiás, Minas Gerais, Amazonas, Acre, Rondônia, Pará e Tocantins.<br><br>De acordo com a medição, a qualidade do ar é boa com índices entre 0 a 40, moderada de 41 a 80, ruim de 81 a 120, muito ruim de 121 a 200, e péssima acima de 200. O mapa demonstra esses locais em cor vermelha acentuada.</p>



<p>Os piores índices estão em Rondônia e Acre, com índices acima de 200 nas capitais Porto Velho e Rio Branco. Em Brasília os índices são de 131, Goiânia, 151 e Uberaba, no Triângulo Mineiro, 154.</p>



<p>Brasília amanheceu neste domingo coberta de fumaça. E a causa desse fenômeno não pode ser atribuída à seca no Distrito Federal, onde não chove há mais de 120 dias. Segundo o centro de comunicação social do Corpo de Bombeiros, esse cenário se deve aos incêndios que devastam parte do Pantanal, da Amazônia e de estados como São Paulo.</p>



<p>Em um balanço divulgado pelos bombeiros, de janeiro a meados deste mês, houve 4.073 ocorrências de incêndios em todo o DF. O número corresponde a um total de 24 a mais que no mesmo período do ano passado e atingiu 8.893 hectares, o correspondente a quase 9 mil campos de futebol.</p>



<p>Já em São Paulo, o governo estadual de São Paulo confirmou ontem que 21 cidades enfrentam focos ativos de incêndio, e, ao todo, 46 municípios estão em alerta máximo para queimadas e são monitorados. A região de Ribeirão Preto segue como uma das mais críticas, e chegou a fechar o aeroporto na manhã de domingo.</p>



<p>Em Goiânia, ao menos 26 voos foram cancelados ou desviados neste domingo devido a fumaça que tomou a capital de Goiás.<br><br><em>Por Agência O Globo</em>.</p>
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		<title>Confira as orientações para amenizar efeitos da fumaça na saúde</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/confira-as-orientacoes-para-amenizar-efeitos-da-fumaca-na-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Aug 2024 12:40:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estadual]]></category>
		<category><![CDATA[Efeitos]]></category>
		<category><![CDATA[Fumaça]]></category>
		<category><![CDATA[Incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Além das ações de combate aos incêndios que vêm ocorrendo em diversas regiões do país, é preciso que a população esteja orientada sobre como se proteger e evitar, sempre que possível, a exposição aos poluentes e à fumaça intensa e à neblina, causadas pelo fogo. Entre as recomendações do Ministério da Saúde estão o aumento [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Além das ações de combate aos incêndios que vêm ocorrendo em diversas regiões do país, é preciso que a população esteja orientada sobre como se proteger e evitar, sempre que possível, a exposição aos poluentes e à fumaça intensa e à neblina, causadas pelo fogo.</p>



<p>Entre as recomendações do Ministério da Saúde estão o aumento da ingestão de água e de líquidos, como medida para manter as membranas respiratórias úmidas e, dessa forma, ficarem mais protegidas. O tempo de exposição deve ser reduzido ao máximo, devendo manter a permanência em local ventilado dentro de casa, se possível com ar condicionado ou purificadores de ar. Para reduzir a entrada da poluição externa, durante os horários com elevadas concentrações de partículas, as portas e as janelas devem ser mantidas fechadas. As atividades físicas devem ser evitadas em horários de elevadas concentrações de poluentes do ar, e entre o meio dia e as 16h, quando as concentrações de ozônio são mais intensas.PauseUnmute</p>



<p>É recomendável ainda a utilização de máscaras do tipo cirúrgica, pano, lenços ou bandanas para diminuir a exposição às partículas grossas, especialmente para populações que residem próximas às áreas de focos de queimadas. A medida reduz o desconforto das vias aéreas superiores. Já máscaras de modelos respiradores tipo N95, PFF2 ou P100 são adequadas para reduzir a inalação de partículas finas.</p>



<p>As recomendações devem ser seguidas por toda a população e a atenção deve ser redobrada em crianças menores de 5 anos, idosos maiores de 60 anos e gestantes.</p>



<p>Ao sinal de sintomas respiratórios ou outras ocorrências de saúde a pasta indica a busca imediata de atendimento médico. “Pessoas com problemas cardíacos, respiratórios, imunológicos, entre outros, devem buscar atendimento médico para atualizar seu plano de tratamento, manter medicamentos e itens prescritos pelo profissional médico disponíveis para o caso de crises agudas, buscar atendimento médico na ocorrência de sintomas de crises e avaliar a necessidade e segurança de sair temporariamente da área impactada pela sazonalidade das queimadas”, completou.</p>



<p>Sob a coordenação do Ministério da Saúde, o monitoramento de áreas que sofrem a influência da queima de biomassa é um dos campos de atuação da Vigilância em Saúde Ambiental e Qualidade do Ar (VIGIAR) e da Sala de Situação Nacional de Emergências Climáticas em Saúde.</p>



<p>Os dados desse monitoramento são enviados, semanalmente, pelo Ministério da Saúde aos estados e ao Distrito Federal no Informe Queimadas, com orientações para evitar a exposição da população às condições adversas.<br><br><em>Por Agência Brasil. </em></p>
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