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	<title>grãos Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>grãos Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>VLI registra recordes de movimentação de grãos e farelos em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 15:25:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Volume transportador pela companhia nos Corredores Leste, Sudeste e Norte chegou a 23 milhões de toneladas, incremento de 16% na comparação anual A VLI, companhia de soluções logísticas que integra ferrovias, portos e terminais, registrou em 2025 recordes históricos na movimentação de grãos (milho e soja) e farelos, um dos principais segmentos atendidos pela empresa. [&#8230;]</p>
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<p><em>Volume transportador pela companhia nos Corredores Leste, Sudeste e Norte chegou a 23 milhões de toneladas, incremento de 16% na comparação anual</em></p>



<p>A VLI, companhia de soluções logísticas que integra ferrovias, portos e terminais, registrou em 2025 recordes históricos na movimentação de grãos (milho e soja) e farelos, um dos principais segmentos atendidos pela empresa. No período, o volume transportado pelas ferrovias alcançou 23 milhões de toneladas úteis (MTU), resultado 16% superior ao registrado em 2024. Já nos portos operados pela companhia, foram embarcadas 15,4 MTU, crescimento de 14% na comparação anual.</p>



<p>Para Carolina Hernandez, diretora Comercial da VLI, os resultados refletem a proximidade da companhia com os clientes e a capacidade da VLI de oferecer soluções logísticas eficientes e integradas para o agronegócio. “Os recordes de movimentação de grãos e farelos demonstram a confiança dos clientes na VLI e a solidez do nosso modelo operacional. Atuamos de forma integrada nos principais corredores logísticos do país, conectando regiões produtoras aos portos com eficiência e segurança, fatores essenciais para o desempenho do agronegócio brasileiro. Tudo isso atrelado a uma logística de baixo carbono, inerente às operações ferroviárias”, afirma.</p>



<p>A VLI movimenta grãos e farelos nos seus corredores logísticos de maior volume: Sudeste, Leste e Norte. O Corredor Sudeste conecta o Centro-Oeste à Baixada Santista, por meio da Ferrovia Centro-Atlântica (FCA). O Corredor Leste liga o Triângulo Mineiro aos portos de Vitória (ES), integrando a FCA e a Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM). Já o Corredor Norte conecta regiões produtoras do Centro-Norte aos portos do Maranhão, combinando o tramo norte da Ferrovia Norte-Sul (FNS), a Estrada de Ferro Carajás (EFC) e terminais integradores estrategicamente posicionados.</p>



<p><strong>Resultados VLI 2025</strong></p>



<p>Por mais um ano, a VLI – companhia de soluções logísticas que opera ferrovias, portos e terminais – manteve a trajetória de crescimento lucrativo sustentável de seu negócio, que movimenta cargas de cadeias produtivas dos principais segmentos da economia brasileira como o agronegócio, mineração, indústria e construção civil. Ao final de 2025, a companhia registrou a movimentação de 43,5 bilhões de TKU nos seus corredores logísticos ferroviários, um aumento de 4% em relação a 2024. Nos portos onde opera, a VLI embarcou 43,9 milhões de toneladas, incremento de 2% ante 2024.</p>



<p>Os indicadores financeiros atestam a gestão sólida da companhia, com Ebitda de R$ 5,26 bilhões, receita líquida de R$ 9,95 bilhões e lucro líquido reportado de R$ 1,40 bilhão (+5.3% vs. 2024), alavancado por iniciativas para refinanciamento de dívidas vincendas, que trouxeram redução de despesas financeiras. A margem Ebitda alcançou o recorde de 52,9%, o que representa um acréscimo de 0,5 ponto percentual vs. 2024.</p>



<p>Pelo segundo ano consecutivo, a companhia investiu cerca de R$ 3,5 bilhões em seus ativos próprios e nas concessões sob sua gestão, o equivalente a 35% da receita líquida e 2,5 vezes o lucro líquido reportado no ano.</p>



<p><strong>Sobre a VLI<br></strong><br>A VLI atua na integração de serviços logísticos por meio de ferrovias, portos e terminais intermodais. A empresa opera as ferrovias Norte Sul (FNS) e Centro-Atlântica (FCA), além de terminais em pontos estratégicos como Santos (SP), São Luís (MA) e Vitória (ES). Presente nas regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste, a VLI conecta a produção nacional aos principais corredores logísticos do país. A VLI reafirma seu protagonismo ao conquistar, pela terceira vez, o topo do ranking Valor Inovação em Transporte e Logística — mantendo-se entre as líderes do setor por sete anos consecutivos.</p>



<p><strong>A VLI no Tocantins<br></strong><br>A VLI opera no Tocantins por meio do Corredor Norte, que une Porto Nacional (TO) ao sistema portuário de São Luís. O trajeto é percorrido por meio do tramo norte da Ferrovia Norte-Sul, controlado pela VLI, e pela Estrada de Ferro Carajás, onde a VLI opera por direito de passagem. A estrutura do corredor inclui três terminais intermodais, em Porto Nacional e Palmeirante, no Tocantins, e Porto Franco, no Maranhão. Nesses locais, a carga trazida por caminhões é carregada nas composições da companhia. Pelo Corredor Norte são transportadas cargas como grãos (milho e soja), fertilizantes e combustíveis, entre outros produtos.</p>



<p><em>Por Precisa Assessoria. </em></p>
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		<title>Caravana da Produção 2026 reforça cadeia de grãos em cinco municípios do Tocantins</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 13:21:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Caravana da Produção 2026]]></category>
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<p>A Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (Seagro), da Agência de Defesa Agropecuária (Adapec) e do Instituto de Desenvolvimento Rural do Tocantins (Ruraltins), e parceiros iniciam a&nbsp;<em>2ª edição da Caravana da Produção 2026</em>. Com o tema&nbsp;<em>Grãos fortes, estado forte</em>, a expedição será realizada entre os dias 23 e 27 de fevereiro, percorrendo cinco propriedades rurais em diferentes regiões do estado.</p>



<p>Os interessados ainda podem se inscrever por meio do link<a href="https://forms.gle/1nEgpu7Qrmed911J6" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;https://forms.gle/1nEgpu7Qrmed911J6</a>&nbsp;ou diretamente nos locais onde serão realizados os eventos.</p>



<p>A Caravana da Produção tem como objetivo fortalecer a cadeia de grãos no Tocantins, promovendo aprendizado, troca de experiências e integração entre produtores, técnicos e parceiros do agro nas propriedades rurais.</p>



<p>A expedição vai percorrer cerca de 2.340 km nos municípios de Guaraí (Fazenda Nativa), Tocantínia (Fazenda Agro Brasil), Monte do Carmo (Fazenda São Francisco/Grupo Conrad), Figueirópolis (Sítio Santo Expedito) e Mateiros, na região do Jalapão (Fazenda Céu Azul).</p>



<p>O gerente de Agricultura, da Seagro, Francisco Lima, destacou que a&nbsp;<em>Caravana da Produção</em>&nbsp;representa uma oportunidade estratégica para acompanhar de perto o desempenho da produção de grãos no Tocantins. “Durante cinco dias, serão realizadas visitas técnicas a propriedades rurais, com destaque para as culturas de soja, milho, arroz e algodão”, detalhou o gerente.</p>



<p><strong>Parceiros</strong></p>



<p>A iniciativa conta com a parceria de Novilho Precoce/TO, Sítio Santo Expedito, Agro Brasil, Fazenda Nativa, Grupo Conrad, Fazenda Céu Azul, AGI/AgroX, Precisa Aeroagrícola, Innovagro Brasil, Precisiotins, Ezolu Agro, Terra Forte, Marca Motors/Mitsubishi, AmazonAgro, Sicredi, Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Sistema OCB/TO, ABC Corte, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).</p>



<p><em>Por Elmiro de Deus/Governo do Tocantins.</em></p>



<p></p>
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		<title>Tocantins projeta safra recorde de grãos em 2025/2026, com 5,75 milhões de toneladas de soja, aponta a Seagro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jan 2026 12:12:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Estado comemora com otimismo as expectativas de avanço na colheita da produção de grãos no estado, referente à safra 2025/2026. Dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) apontam números robustos para este ciclo produtivo, com área estimada em 1,6 milhão de hectares, crescimento de aproximadamente 6,7% em relação à safra anterior. A estimativa é [&#8230;]</p>
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<p>O Estado comemora com otimismo as expectativas de avanço na colheita da produção de grãos no estado, referente à safra 2025/2026. Dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) apontam números robustos para este ciclo produtivo, com área estimada em 1,6 milhão de hectares, crescimento de aproximadamente 6,7% em relação à safra anterior.</p>



<p>A estimativa é que o Estado colha cerca de 5,75 milhões de toneladas de soja, contribuindo para que a produção total de grãos no Tocantins ultrapasse a marca histórica de 9,6 milhões de toneladas.</p>



<p>A expectativa para o início da colheita da soja no Tocantins, referente à safra 2025/2026, está concentrada para o final de janeiro de 2026, ganhando força nos meses de fevereiro e março, a depender do ciclo das culturas de sementes utilizadas (precoces, médias e tardias).</p>



<p>O plantio da soja foi oficialmente autorizado em 1º de outubro de 2025, logo após o fim do vazio sanitário. No entanto, diferentemente de anos anteriores, o início das chuvas foi irregular, o que resultou em um ritmo lento de semeadura. Em outubro, apenas áreas isoladas foram plantadas e, até meados de novembro, menos de 20% da área total havia sido semeada, devido à falta de umidade no solo.</p>



<p><strong>Clima</strong></p>



<p>Em algumas regiões, produtores que arriscaram o plantio nas primeiras chuvas de outubro precisaram realizar o replantio de áreas, em razão da morte das plântulas causada pelo estresse hídrico.</p>



<p>O engenheiro agrônomo da Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (Seagro), Antônio Cássio Oliveira Filho, explica que o atraso no plantio da soja na safra 2025/2026, provocado pelas chuvas irregulares e pelo calor extremo registrado no último semestre, empurrou a janela de colheita para os meses de fevereiro e março. “O milho segunda safra exige uma janela climática muito precisa, precisando ser plantado, idealmente, até meados de fevereiro no Tocantins, para evitar a seca de maio”, alerta.</p>



<p><strong>Comparativo com 2024</strong></p>



<p>No comparativo com o mesmo período de 2024, as chuvas naquele ano foram mais constantes. Já em 2025, houve redução na precipitação, o que ocasionou atraso no plantio das culturas de grãos.</p>



<p><strong>Alternativas de culturas</strong></p>



<p>Ainda de acordo com o engenheiro agrônomo Antônio Cássio, os produtores devem adotar estratégias de diversificação produtiva. Para áreas onde a soja será colhida após os dias 20 ou 25 de fevereiro, o risco para o milho segunda safra torna-se elevado. Nesse cenário, as alternativas mais viáveis são o gergelim, cultura que mais cresce no Tocantins, com alta resistência ao estresse hídrico e ciclo adaptado ao final da janela de chuvas; o sorgo, mais rústico que o milho, tolerante a veranicos e solos com menor reserva hídrica; e o feijão-caupi, tradicionalmente utilizado nas regiões Norte e Nordeste, com ciclo curto e boa adaptação ao clima quente do Tocantins, sendo uma opção para geração de fluxo de caixa mais rápido.</p>



<p><strong>Acúmulo mensal de chuvas</strong></p>



<p>O acúmulo mensal de precipitação nos últimos meses de 2025 no Tocantins foi o seguinte: em outubro, 39,35 mm; em novembro, 109,20 mm; e em dezembro, 203,35 mm, evidenciando a regularização gradual das chuvas ao longo do período.</p>



<p><em>Por Elmiro de Deus/Governo do Tocantins</em></p>
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		<title>Conab prevê alta nos fretes impulsionada pelo escoamento da soja em 2026</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/conab-preve-alta-nos-fretes-impulsionada-pelo-escoamento-da-soja-em-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Dec 2025 12:58:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[2025/2026]]></category>
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		<category><![CDATA[grãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A colheita da safra 2025/26 de soja deverá inflacionar o mercado de fretes rodoviários no primeiro trimestre de 2026, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Com produção estimada em 177,6 milhões de toneladas e armazéns ainda ocupados com milho, a pressão sobre o transporte deve se concentrar entre janeiro e março, quando o escoamento da oleaginosa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A colheita da safra 2025/26 de soja deverá inflacionar o mercado de fretes rodoviários no primeiro trimestre de 2026, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).</p>



<p>Com produção estimada em 177,6 milhões de toneladas e armazéns ainda ocupados com milho, a pressão sobre o transporte deve se concentrar entre janeiro e março, quando o escoamento da oleaginosa atinge seu pico.</p>



<p>A projeção consta do Boletim Logístico de novembro, que aponta sustentação das cotações mesmo durante a entressafra atual, período em que historicamente ocorrem quedas mais acentuadas.</p>



<p>“Tal colheita deverá inflacionar o mercado de fretes rodoviários no primeiro trimestre de 2026, em âmbito estadual”, informou a Conab ao avaliar o cenário de Mato Grosso, maior produtor nacional de grãos. A soja já deverá começar a ser colhida “de modo incipiente, na segunda quinzena de dezembro, com intensificação dos trabalhos para janeiro e fevereiro”, destacou a estatal.<a href="https://www.canalrural.com.br/tempo/ciclone-extratropical-deve-trazer-250-mm-de-chuva-veja-onde-e-quando/?utm_source=canalrural.com.br_internal&amp;utm_medium=internal&amp;utm_campaign=canalrural.com.br_internal&amp;utm_content=1385264209&amp;utm_term=1804580"></a></p>



<p><a href="https://clck.mgid.com/ghits/24682089/i/58134455/0/pp/4/2?h=gZpfvlrElb-KcdLB0yLs2XEktf8mGBYZCV4_jLQ-AdSnkOeVR84Kuwog18jBp3BxRHuP7G1_r5VOWjkRTeUwzOxQdnc1gQOlCJbVIcR319-v96HmgzWzkIMAgW_oJ3us&amp;rid=36518a3a-cf7d-11f0-acd3-c4cbe1e6c2f6&amp;ts=canalrural.com.br&amp;tt=Referral&amp;att=4&amp;cpm=1&amp;abd=1&amp;iv=17&amp;ct=1&amp;gdprApplies=0&amp;st=-180&amp;mp4=1&amp;h2=37_tdX3Sg9rLY8kADvJ40eXFVgKa0Xh-8dEktmBT5gWAgHsMI-PYla57s3egJqYvZyZhFfP32OCPrElYKU4fLw**&amp;muid=o4opfNRtqzz4" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a>A dinâmica atual já antecipa o cenário. Em outubro, os fretes se mantiveram em patamares elevados. “Em relação ao mês anterior houve de modo geral um declínio suave em boa parte das praças, ao passo que algumas apresentaram comportamento de estabilidade. Neste ponto, destaca-se que o recuo foi bastante moderado, tendo em vista o avanço da entressafra, período no qual, historicamente, maiores quedas nos valores dos fretes seriam esperadas”, explicou a Conab.</p>



<p>A sustentação dos preços ocorre pela combinação de fatores. A demanda firme de milho mantém os caminhões em movimento. “Setores como alimentação animal e biocombustíveis, que utilizam o milho como principal insumo têm demandado cada vez mais esse produto, que tem ganhado maior alcance e capilaridade. Frequentemente tais empresas oferecem ágio pela aquisição do produto em uma disputa pelo insumo ante o mercado externo”, disse a Conab. Essa disputa elevou os preços da commodity e gerou maiores movimentações logísticas.</p>



<p>Ao mesmo tempo, produtores enfrentam urgência para liberar espaço nos armazéns. “Soma-se a esse fator a existência de uma certa urgência para liberar espaço nos armazéns, atualmente ocupados majoritariamente com milho de modo a receber a soja que já deverá começar a ser colhida, de modo incipiente, na segunda quinzena de dezembro, com intensificação dos trabalhos para janeiro e fevereiro”, informou a estatal.</p>



<p>“Desta forma há o interesse em se escoar boa parte do milho antes da próxima safra, contribuindo, assim, para elevar a demanda por transportes, resultando em cotações elevadas de fretes rodoviários em plena entressafra de grãos”, destacou.</p>



<p><strong>Aumento nos fretes</strong></p>



<p>Em Mato Grosso, a rota Sorriso-Santos passou de R$ 480 para R$ 470 a tonelada em outubro, queda de apenas 2%. Para Paranaguá, o frete saiu de R$ 460 para R$ 450, recuo também de 2%. A partir de Primavera do Leste, os fretes para Santos recuaram 5%, de R$ 390 para R$ 370, enquanto para Paranaguá a queda foi de 4%, de R$ 370 para R$ 355.</p>



<p>“Diante deste cenário de maiores preços atribuídos aos serviços de transporte, o setor entende que o momento é favorável para fazer a frota girar e garantir sua cobertura de custos e sua lucratividade”, afirmou a Conab.</p>



<p>O mercado manifestou preocupação com possíveis distorções causadas pelo tabelamento de preços da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). “Existe a percepção, por parte do mercado, de que o tabelamento de fretes e as medidas recentes para seu maior controle e efetivação, tendem a ocasionar algumas distorções de mercado e alterar os incentivos atinentes às atividades, e que os maiores prejudicados com as medidas são os transportadores com caminhões menores, com quantidade de eixos igual ou inferior a sete, ao passo que, para caminhões de nove eixos a conta tem fechado melhor”, informou a Conab.</p>



<p>Apesar das ressalvas, a companhia destacou que o setor não deve registrar paralisações.</p>



<p>“A despeito de haver certo descontentamento, especialmente para esse nicho, descartou-se qualquer movimento de greve ou paralisação e os fluxos logísticos seguem a todo vapor, para dar vazão às enormes safras colhidas em Mato Grosso, bem como para dar espaço à vindoura produção de soja, que também deverá ser de enorme magnitude”, disse.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<title>DATAGRO Grãos: plantio da safra 2025/26 de soja no Brasil ultrapassa metade da área projetada</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/datagro-graos-plantio-da-safra-2025-26-de-soja-no-brasil-ultrapassa-metade-da-area-projetada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2025 12:15:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[datagro]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[Safra 2025/2026]]></category>
		<category><![CDATA[Soja]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Trabalhos estão atrasados em relação à temporada passada e à média dos últimos cinco anos A semeadura da safra 2025/26 de soja no Brasil alcançou 57,6% da área projetada, após avançar 11,1 pontos percentuais em sete dias, mostra levantamento realizado pela DATAGRO Grãos até a última sexta-feira (7).&#160; No mesmo período da temporada 2024/25, os [&#8230;]</p>
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<p><em>Trabalhos estão atrasados em relação à temporada passada e à média dos últimos cinco anos</em></p>



<p>A semeadura da safra 2025/26 de soja no Brasil alcançou 57,6% da área projetada, após avançar 11,1 pontos percentuais em sete dias, mostra levantamento realizado pela DATAGRO Grãos até a última sexta-feira (7).&nbsp;</p>



<p>No mesmo período da temporada 2024/25, os trabalhos estavam em 67,9%; na média dos últimos cinco anos, em 64,1%.&nbsp;</p>



<p>O plantio está mais adiantado no Paraná e no Mato Grosso, onde avançaram 7&nbsp;p.p. e 11&nbsp;p,p. na última semana, respectivamente, ambos alcançando 87% da área estimada. Na média plurianual, a semeadura estava em 86,6% no PR e em 90,4% no MT.&nbsp;</p>



<p>Nos demais estados da região Sul, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, os trabalhos estão mais devagar, com 23% e 16%, respectivamente, da área projetada.&nbsp;</p>



<p>Os trabalhos em Goiás, Minas Gerais e no Mato Grosso do Sul chegaram a 54%, 30% e 86%, nesta ordem. No&nbsp;Matopiba, estão à frente da média plurianual na Bahia e no Tocantins, enquanto Maranhão, e Piauí apresentam atrasos.&nbsp;</p>



<p><em>Por Ascom DataAgro. </em></p>
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		<title>Crise do arroz contrasta com o bom desempenho da safra de grãos no país</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/crise-do-arroz-contrasta-com-o-bom-desempenho-da-safra-de-graos-no-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Nov 2025 13:58:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[ARROZ]]></category>
		<category><![CDATA[Crise do arroz]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[Safra]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mesmo com o Brasil a caminho de uma nova safra recorde de grãos, o arroz vive o oposto – área e produção caem no momento em que o custo de produção supera o preço pago pela saca. O desânimo dos produtores gaúchos mostra o lado menos visível da bonança agrícola. No Rio Grande do Sul, que [&#8230;]</p>
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<p>Mesmo com o Brasil a caminho de uma nova safra recorde de grãos, o arroz vive o oposto – área e produção caem no momento em que o custo de produção supera o preço pago pela saca. O desânimo dos produtores gaúchos mostra o lado menos visível da bonança agrícola. No <strong>Rio Grande do Sul</strong>, que produz mais de 70% de todo arroz brasileiro, a previsão é de queda de 10% na área plantada.</p>



<p>O presidente da Associação dos Agricultores de Dom Pedrito, Edinho Fontoura, resume o dilema vivido pelos produtores. “A saca de arroz está na faixa de R$ 50, mas o custo de produção chega a R$ 90. O produtor sabe que está pagando caro para trabalhar, mas não deixa de plantar porque é persistente.”</p>



<p>Levantamento do Instituto Riograndense do Arroz (Irga) mostra que mais de 70% das áreas de cultivo no estado foram semeadas, cobrindo 640 mil hectares, indicando que a previsão de 920 mil hectares na safra 2025/26 não será atingida. Na anterior, o cultivo total chegou a 970 mil hectares. Além da redução na área plantada, muitos agricultores estão descapitalizados e investem menos em adubação devido ao alto custo dos insumos.</p>



<p>Os produtores gaúchos vêm de cinco anos agrícolas ruins: foram quatro estiagens severas e ao menos uma grande enchente.</p>



<p>Dados do Centro de Estudos e Pesquisas Aplicadas à Agricultura (Cepea) explicam o desalento do produtor gaúcho. A saca de 50 quilos teve média de R$ 58 em outubro, 6,2% inferior à do mês anterior e 51,4% abaixo do mesmo período do ano passado. No acumulado de 2025, a queda nominal é de 43,2%.</p>



<p>O agricultor Arno Walter Lausch, de Maçambará, no centro-oeste do estado, conclui o plantio de 1,2 mil hectares na Fazenda Celeiro e espera que até a safra ocorra uma reação nos preços. “Somos produtores de alta tecnologia, que tem um custo muito alto. O arroz é importante para a rotação de culturas, pois melhora o solo onde vamos plantar também milho e soja. A gente espera que os preços melhorem e nosso trabalho seja reconhecido.”</p>



<p>Referência do agro no centro-oeste gaúcho, o grupo Lausch cultiva em outras quatro áreas próprias e arrendadas. Cristiano Marques Lausch, filho de Arno e administrador do grupo, lembra que foram feitos altos investimentos para irrigar toda a produção de arroz. “Investimos quando os preços estavam bons e agora fica difícil pagar o investimento com os recursos da lavoura, devido aos preços baixos”, diz.</p>



<p><strong>Mão dupla</strong></p>



<p>Mesmo sendo o segundo maior exportador de arroz fora da Ásia, o Brasil ainda precisa importar o grão em períodos de escassez. A dualidade revela gargalos de competitividade e logística.</p>



<p>Na safra passada, o país produziu 12,8 milhões de toneladas, acima do consumo interno, na faixa de 11 milhões. Na próxima, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o volume deve cair para 11,4 milhões, cerca de 10% menos.</p>



<p>Com os baixos preços internos, o país pode ampliar as exportações de arroz. A Conab prevê um crescimento de 31% para 2,1 milhões de toneladas no volume enviado para o exterior este ano devido ao excedente no mercado interno. Este ano, o arroz brasileiro foi levado principalmente para países africanos, como&nbsp;<strong>Senegal e Gâmbia</strong>, e americanos, como&nbsp;<strong>Cuba e Peru.</strong></p>



<p>Do outro lado, as importações devem se manter estáveis, em 1,4 milhão de toneladas. O país compra arroz principalmente de vizinhos, como Argentina, Paraguai e Uruguai, nossos principais fornecedores.</p>



<p>Conforme a companhia, a importação de arroz é necessária para regular o mercado interno, evitando que haja escassez e alta excessiva de preços quando nossa produção não atinge o volume esperado.</p>



<p>Quando ocorre o inverso, com excesso de produção e queda de preços, o governo pode realizar leilões de compras para aumentar seu estoque do cereal e ajudar o agricultor a desencalhar sua produção. Neste ano, foram investidos R$ 300 milhões em operações de contratos para compra de 200 mil toneladas do cereal. O preço pago é maior que o do mercado.</p>



<p><strong>Abastecimento</strong></p>



<p>O arroz é um componente indispensável na cesta básica do brasileiro e há esforços para aumentar o consumo. No dia 27 de outubro, a Associação Brasileira da Indústria de Arroz (Abiarroz) lançou a campanha Arroz Combina, voltada à valorização do produto no mercado doméstico.</p>



<p>Além de colocar o alimento no centro do prato do brasileiro, a ação busca equilibrar oferta e demanda no país: o consumo interno se manteve estável nos últimos anos, enquanto a produção aumentou, gerando desequilíbrio nos preços.</p>



<p>Em outra frente, a indústria trabalha para abrir novos mercados. Por meio do projeto de exportação&nbsp;<em>Brazilian Rice,</em>&nbsp;desenvolvido em parceria com ApexBrasil, a Abiarroz atua em missões e feiras internacionais e realiza ações de aproximação com compradores estrangeiros.</p>



<p>Nos últimos meses, representantes do setor industrial orizícola participaram de agendas em países como&nbsp;<strong>México e Nigéria</strong>&nbsp;integrando missões organizadas pelo governo. Também foram recebidos importadores mexicanos no Rio Grande do Sul.</p>



<p>Em outubro, o arroz brasileiro esteve com estande próprio na Foodex Saudi Expo, em Riad, na Arábia Saudita, e participa, ainda este ano, da US Private Label Trade Show, nos Estados Unidos.</p>



<p><strong>Etanol</strong></p>



<p>Enquanto o arroz perde espaço nas lavouras, ganha novas aplicações industriais. Casca e farelo viram fonte de energia e biodiesel, e o grão busca novo valor em uma economia de baixo carbono. De acordo com o presidente do Irga, Eduardo Bonotto, o arroz tem potencial para entrar na cadeia produtiva do etanol de cereal, com o milho e o trigo.</p>



<p>A produção do combustível já acontece em algumas plantas com o aproveitamento do arroz quebrado no processo de beneficiamento, que tem menor valor comercial.</p>



<p>Além disso, subprodutos do beneficiamento de arroz podem ser melhor aproveitados: o farelo na produção de biodiesel e a casca, na queima direta como combustível para as caldeiras.</p>



<p>“Já temos várias plantas de biocombustível operando no Rio Grande do Sul, e outras estão em processo de instalação. Algumas já queimam a casca do arroz, o que reduz o consumo de árvores nesse processo. É um novo mercado sustentável que se abre para o produtor de arroz”, diz Bonotto.<br><br><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<title>Acidente entre carro e caminhão carregado de grãos na TO-080 deixa homem morto e mulher ferida; rodovia é bloqueada</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/acidente-entre-carro-e-caminhao-carregado-de-graos-na-to-080-deixa-homem-morto-e-mulher-ferida-rodovia-e-bloqueada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Oct 2025 11:54:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estadual]]></category>
		<category><![CDATA[Acidente]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[Luzimangues]]></category>
		<category><![CDATA[TO-080]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um homem de 46 anos morreu e uma mulher ficou ferida após uma batida entre carro e caminhão na TO-080, entre Palmas e Paraíso do Tocantins. A carreta transportava grãos e ficou atravessada na pista, na altura do km 14, em Luzimangues, distrito de Porto Nacional. O trecho segue interditado nos dois sentidos da via. [&#8230;]</p>
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<p>Um homem de 46 anos morreu e uma mulher ficou ferida após uma batida entre carro e caminhão na TO-080, entre Palmas e Paraíso do Tocantins. A carreta transportava grãos e ficou atravessada na pista, na altura do km 14, em Luzimangues, distrito de Porto Nacional.</p>



<p>O trecho segue interditado nos dois sentidos da via. Segundo a Polícia Militar (PM), foi criado um desvio para a passagem de veículos de pequeno porte carros nesta segunda-feira (27).&nbsp;Caminhões e ônibus não conseguem trafegar pelo local.</p>



<p>O acidente aconteceu na noite de domingo (26). As vítimas estavam no carro de passeio e ficaram presos ao veículo. O homem morreu no local e ainda não foi identificado. A mulher, de 45 anos, foi socorrida e levada para o Hospital Geral de Palmas.</p>



<p>Conforme os militares, o motorista do caminhão fugiu do local e não foi localizado.<a href="https://globoplay.globo.com/categorias/lollapalooza/?origemId=1779&amp;utm_source=g1&amp;utm_medium=tapume&amp;utm_campaign=aq-org_g1_conteudo_up_perf_banner_web_tier2_live_lolla-24&amp;utm_content=banner&amp;utm_term=tapume-g1-assista"></a></p>



<p>A ocorrência está em andamento e equipes do Batalhão de Polícia Militar Rodoviário e de Divisas (BPMRED) permanecem no local realizando os procedimentos.</p>



<p><em>Por Brenda Santos, g1 Tocantins.</em></p>
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		<item>
		<title>Empresário é denunciado por aplicar mais de 120 golpes e desviar R$ 20 milhões em grãos</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/empresario-e-denunciado-por-aplicar-mais-de-120-golpes-e-desviar-r-20-milhoes-em-graos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Oct 2025 12:39:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Desvio]]></category>
		<category><![CDATA[Empresários]]></category>
		<category><![CDATA[golpes]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério Público do Paraná (MPPR) denunciou na última sexta-feira (10) Celso Antônio Fruet, um empresário de 72 anos do ramo de cereais, que aplicou golpes contra pelo menos 120 produtores rurais e lucrou ilicitamente R$ 20,3 milhões no município de Campo Bonito, no oeste do estrado. O golpista era proprietário de uma empresa cerealista. Mesmo após vender o seu [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Ministério Público do Paraná (MPPR) denunciou na última sexta-feira (10) Celso Antônio Fruet, um empresário de 72 anos do ramo de cereais, que aplicou golpes contra pelo menos<strong> 120 produtores rurais</strong> e lucrou ilicitamente<strong> R$ 20,3 milhões</strong> no município de Campo Bonito, no oeste do estrado.</p>



<p>O golpista era proprietário de uma empresa cerealista. Mesmo após vender o seu negócio para uma cooperativa da região, continuou negociando grãos com diversos agricultores, adquirindo e recebendo mercadorias sem realizar os pagamentos.</p>



<p>Segundo a promotora de Justiça Ana Carolina Lacerda Schneider, a venda de sua empresa gerou lucro de mais de <strong>R$ 40 milhões</strong>. O MP está em processo de verificação sobre a destinação do dinheiro.<img decoding="async" src="https://ads.stickyadstv.com/user-matching?id=2545&amp;_fw_gdpr=0&amp;_fw_gdpr_consent="></p>



<p>De acordo com investigação, o denunciado possuía o negócio há cerca de 30 anos na região e atuava armazenando sacas de <strong><a href="https://www.canalrural.com.br/tag/soja/">soja</a></strong> e <strong><a href="https://www.canalrural.com.br/tag/trigo/">trigo</a></strong> de agricultores nos silos de sua propriedade.<a href="https://clck.mgid.com/ghits/24956963/i/58134455/0/pp/4/1?h=9egVbH5QXuhppKNvR0JQFcJNiIBvZXjF8bWzQjo8TwmNcwFHNbLNghTmzJVsf37-RHuP7G1_r5VOWjkRTeUwzJbmXWF5lgWCmmU2mZlKQquIdia7NSv7L0gPPtql2l7f&amp;rid=764995a5-a8f5-11f0-82cc-d404e6faf7f0&amp;ts=canalrural.com.br&amp;tt=Referral&amp;att=4&amp;cpm=1&amp;iv=17&amp;ct=1&amp;gdprApplies=0&amp;st=-180&amp;h2=37_tdX3Sg9rLY8kADvJ40YNLSG4UbKMGxZxPQBEUpqaAgHsMI-PYla57s3egJqYvtBZ9Km2Qgr5w9pVLQRIN6A**&amp;muid=o4opfNRtqzz4" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a></p>



<p><strong>Consequências para vítimas e golpista</strong></p>



<p>As vítimas receberam a notificação da fraude no dia 21 de julho deste ano quando, ao se deslocaram até o estabelecimento comercial de Fruet, descobriram o local vendido e as atividades encerradas.</p>



<p>Conforme denúncia, a Promotoria de Justiça acredita que ele se aproveitava da relação de confiança que criou com diversos produtores rurais para aplicar os golpes.</p>



<p>Além disso, as investigações também apontaram que ele teria praticado crimes semelhantes em anos anteriores nos municípios paranaenses de Capanema e Catanduvas, sendo que esses crimes já prescreveram.</p>



<p>Ao todo, Celso Antônio Fruet foi denunciado por 124 ocorrências do crime de estelionato, sendo que em 38 desses casos as vítimas eram idosos. Além da condenação às penas previstas em lei, o MP também requer o pagamento de valor mínimo a título de reparação aos danos causados às vítimas.</p>



<p>O suspeito tem um mandado de prisão em aberto e é considerado foragido pela polícia.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<item>
		<title>Ferrovia deve avançar em uma década o que não progrediu em três, diz ministro</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/ferrovia-deve-avancar-em-uma-decada-o-que-nao-progrediu-em-tres-diz-ministro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Oct 2025 12:30:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Ferrovias]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ministro dos Transportes, Renan Filho, afirmou nesta quarta-feira (1) que o sistema ferroviário brasileiro deve avançar, na próxima década, mais que nos últimos 30 anos. A declaração foi feita durante a abertura do evento Brasil nos Trilhos, principal encontro do setor ferroviário de cargas do país. Segundo o ministro, os investimentos em ferrovias atingiram [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O ministro dos Transportes, Renan Filho, afirmou nesta quarta-feira (1) que o sistema ferroviário brasileiro deve avançar, na próxima década, mais que nos últimos 30 anos.<img decoding="async" src="https://ads.stickyadstv.com/user-matching?id=2545&amp;_fw_gdpr=0&amp;_fw_gdpr_consent="></p>



<p>A declaração foi feita durante a abertura do evento Brasil nos Trilhos, principal encontro do setor ferroviário de cargas do país.</p>



<p>Segundo o ministro, os investimentos em ferrovias atingiram R$ 13,7 bilhões em 2024, quase o dobro do registrado dois anos antes.</p>



<p>O crescimento acompanha o aumento da safra agrícola, da exportação de minério e da produção industrial. Ele anunciou que a Transnordestina fará sua primeira viagem de carga em outubro, transportando <strong><a href="https://tocantinsrural.com.br/?s=milho">milho</a></strong> do <strong>Piauí</strong> até o <strong>Ceará</strong>.</p>



<p>Renan Filho destacou que os aportes em infraestrutura têm vindo tanto do setor público quanto do privado, com predominância da iniciativa privada. “Hoje há confiança e horizonte de longo prazo, o que permite ampliar a carteira de projetos e assegurar recursos para novas concessões”, afirmou.</p>



<p>Segundo a Associação Nacional dos Transportadores Ferroviários (ANTF), o nível atual de investimentos privados é o maior já registrado no setor.</p>



<p><strong>Oportunidades do sistema ferroviário</strong></p>



<p>O ministro relacionou a expansão da malha a efeitos macroeconômicos, como geração imediata de empregos, aumento de renda e redução de custos logísticos.</p>



<p>A previsão é que a ampliação da participação ferroviária na matriz de transportes contribua para baratear o frete e elevar a competitividade do Brasil em setores como agronegócio, mineração e indústria exportadora.</p>



<p>“As curvas de juros vão fechar, trazendo 2026 para o ambiente que esperamos: inflação controlada, desemprego baixo, investimentos em alta e PIB em crescimento sustentável. Esse ciclo virtuoso – mais infraestrutura, confiança, juros menores, inflação sob controle e renda crescente – ajuda o país a enfrentar até o ‘tarifaço’, amortecendo seus efeitos”, disse ele no discurso.</p>



<p>Outro ponto ressaltado foi a retomada de investimentos em mobilidade urbana sobre trilhos, com projetos de VLTs e trens regionais. Para ele, esse modal deve ser encarado como instrumento de inclusão social e integração nacional, não apenas como alternativa de transporte.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<item>
		<title>Com aumento de 10%, movimentação de grãos e farelos na VLI é recorde no primeiro semestre</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/__trashed-4/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Sep 2025 14:45:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
		<category><![CDATA[VLI]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A VLI, companhia de soluções logísticas que opera ferrovias, portos e terminais, registrou recorde na movimentação de grãos e farelos no seu sistema integrado durante os seis primeiros meses do ano. No total, a companhia transportou 11,9 milhões de toneladas desses insumos, total 10% maior do que o registrado no mesmo período de 2024 e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A VLI, companhia de soluções logísticas que opera ferrovias, portos e terminais, registrou recorde na movimentação de grãos e farelos no seu sistema integrado durante os seis primeiros meses do ano. No total, a companhia transportou 11,9 milhões de toneladas desses insumos, total 10% maior do que o registrado no mesmo período de 2024 e 5% superior ao recorde anterior, de janeiro a junho de 2023, com 11,3 milhões de toneladas. As cargas têm como destino países do continente americano, Ásia e Europa.</p>



<p>“Estamos imprimindo um ritmo muito forte desde o início do ano e performamos o melhor primeiro semestre da história da VLI. Procuramos estar ao lado dos nossos clientes conectando as estratégias e trabalhando com foco em excelência operacional e na segurança das nossas equipes, apoiando no escoamento das commodities, com resultados positivos para a companhia e para a pauta de exportações do país”, afirma o gerente-geral Comercial de Grãos e Fertilizantes da VLI, Gabriel Fonseca.</p>



<p>A VLI transporta grãos, soja e milho, e farelos, subprodutos dos grãos, usados em ração animal, nos corredores de maior movimentação do seu sistema integrado: Leste, que liga o Triângulo Mineiro ao sistema portuário do Espírito Santo, por meio da Ferrovia Centro-Atlântica; Sudeste, que conecta o Centro-Oeste à região do Porto de Santos, também pela FCA; e Norte, que possibilita que a produção do Matopiba alcance o mercado global por meio do tramo norte da Ferrovia Norte-Sul, controlado pela VLI, e do sistema portuário de São Luís.</p>



<p>Todos esses corredores possuem terminais integradores estrategicamente posicionados, onde é feito o transbordo da carga do modal rodoviário para o ferroviário. Os terminais também oferecem capacidade de armazenagem ao produtor brasileiro, contribuindo para mitigar um gargalo clássico da logística nacional.</p>



<p><strong>Sobre a VLI<br></strong><br>A VLI atua na integração de serviços logísticos por meio de ferrovias, portos e terminais intermodais. A empresa opera as ferrovias Norte Sul (FNS) e Centro-Atlântica (FCA), além de terminais em pontos estratégicos como Santos (SP), São Luís (MA) e Vitória (ES). Presente nas regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste, a VLI conecta a produção nacional aos principais corredores logísticos do país. Reconhecida como uma das 50 melhores empresas para trabalhar no Brasil pela consultoria Great Place to Work (GPTW), a VLI reafirma seu protagonismo ao conquistar, pela terceira vez, o topo do ranking Valor Inovação em Transporte e Logística, mantendo-se entre as líderes do setor por sete anos consecutivos.</p>



<p><em>Por Precisa Assessoria. </em></p>
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