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	<title>IBGE Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>IBGE Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>IBGE projeta crescimento da produção de soja na safra 2025/26</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/ibge-projeta-crescimento-da-producao-de-soja-na-safra-2025-26/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 16:23:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Safra 2025/2026]]></category>
		<category><![CDATA[Soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A produção de soja no Brasil deve alcançar um recorde na safra 2025/26, com estimativa de 173,3 milhões de toneladas, em comparação 166,1 milhões de toneladas em 2025. A projeção de fevereiro ajustou a estimativa em 0,4% em relação ao levantamento de janeiro, segundo o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), divulgado pelo Instituto Brasileiro [&#8230;]</p>
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<p>A produção de soja no Brasil deve alcançar um recorde na safra 2025/26, com estimativa de 173,3 milhões de toneladas, em comparação 166,1 milhões de toneladas em 2025. A projeção de fevereiro ajustou a estimativa em 0,4% em relação ao levantamento de janeiro, segundo o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE),</p>



<p>O estudo indica alta de 4,3% no volume esperado em comparação ao ano anterior. A área cultivada de soja deve crescer 0,8%, chegando a 48,2 milhões de hectares, enquanto o rendimento médio por hectare deve subir 3,5%, alcançando 3.600 kg/ha. O gerente de Agricultura do IBGE, Carlos Alfredo Guedes, destacou que a recuperação da produção está relacionada à melhora em estados prejudicados por condições climáticas adversas em 2025, como Rio Grande do Sul, norte do Paraná e sul do Mato Grosso do Sul.<br><br>Entre os estados produtores, o Paraná deve colher 22,3 milhões de toneladas, crescimento de 4,3% em relação a 2025. O Mato Grosso do Sul deve atingir 15,0 milhões de toneladas, alta de 14,0%, enquanto o Rio Grande do Sul projeta 20,8 milhões de toneladas. O Mato Grosso, maior produtor nacional, estima produção de 48,5 milhões de toneladas, queda de 3,3% sobre 2025, mas com aumento de 1,9% na área plantada; o rendimento médio no estado deve cair 5,0%.</p>



<p><strong>Cereais, leguminosas e oleaginosa<br></strong><br>A estimativa para a safra nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas em 2026 é de 344,1 milhões de toneladas, volume 0,6% menor que o de 2025, com aumento de 1,3 milhão de hectares na área cultivada, totalizando 82,9 milhões de hectares. Arroz, milho e soja concentram 92,8% da produção estimada e 87,5% da área cultivada.<br><br>Em relação à produção e área por produto, a soja apresenta crescimento de 4,3% na produção e 0,8% na área; o milho registra queda de 5,3% na produção total, com aumento de 12,2% na 1ª safra e redução de 9,1% na 2ª, e crescimento de 2,4% na área; já o arroz em casca apresenta redução de 8,0% na produção e 6,3% na área. O milho deve alcançar 134,3 milhões de toneladas, enquanto a produção de arroz em casca é estimada em 11,6 milhões de toneladas.</p>



<p>Por região, a produção de cereais, leguminosas e oleaginosas terá a seguinte distribuição em 2026: Centro-Oeste 167,9 milhões de toneladas (48,8%), Sul 95,2 milhões de toneladas (27,7%), Sudeste 30,5 milhões de toneladas (8,9%), Nordeste 28,9 milhões de toneladas (8,4%) e Norte 21,5 milhões de toneladas (6,2%).</p>



<p>A variação anual positiva é observada no Sul (+10,3%) e Nordeste (+4,2%), enquanto Centro-Oeste (-6,0%), Sudeste (-1,9%) e Norte (-3,5%) registram queda. Quanto à variação mensal, Norte (+0,2%), Centro-Oeste (+0,3%), Sudeste (+1,1%), Nordeste (+2,3%) e Sul (-0,1%).</p>



<p>Entre os estados, o Mato Grosso lidera a produção nacional com participação de 30,2%, seguido por Paraná (13,9%), Rio Grande do Sul (11,7%), Goiás (10,7%), Mato Grosso do Sul (7,6%) e Minas Gerais (5,5%). Juntos, esses seis estados respondem por 79,6% da produção nacional.<br><br><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<title>Instituições se reúnem para alinhar informações sobre a safra de grãos 2025/2026 no Tocantins</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 12:46:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[adapec]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Tocantins (Adapec), realizou, nesta segunda-feira, 9, na sede da instituição, em Palmas, uma reunião técnica com representantes de órgãos responsáveis pelo levantamento de dados da produção agrícola para alinhar informações da safra de grãos 2025/2026 no estado. Segundo o gerente de Sanidade Vegetal da Adapec, Marley Camilo, [&#8230;]</p>
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<p>A Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Tocantins (Adapec), realizou, nesta segunda-feira, 9, na sede da instituição, em Palmas, uma reunião técnica com representantes de órgãos responsáveis pelo levantamento de dados da produção agrícola para alinhar informações da safra de grãos 2025/2026 no estado.</p>



<p>Segundo o gerente de Sanidade Vegetal da Adapec, Marley Camilo, os objetivos foram fortalecer a integração entre as instituições e garantir maior precisão e padronização das informações sobre a produção agrícola no Tocantins, que atualmente conta com cerca de 2,8 mil propriedades produtoras e mais de 2 milhões de hectares cultivados com grãos (soja, milho e algodão).</p>



<p>Durante o encontro, cada instituição apresentou seu papel no levantamento e na consolidação dos dados da safra. A Adapec destacou a importância das informações para o planejamento de ações relacionadas à sanidade vegetal e ao monitoramento das lavouras. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) informou sobre a metodologia de coleta de dados e a periodicidade das atualizações, enquanto o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) abordou a compatibilização das informações com as estatísticas oficiais do país. Por sua vez, a Secretaria de Estado do Planejamento e Orçamento (Seplan) ressaltou a utilização desses dados no planejamento estratégico e na elaboração do orçamento estadual.</p>



<p>O presidente da Adapec, Rodrigo Guerra, destacou a importância da integração entre os órgãos para garantir informações cada vez mais precisas sobre a produção agrícola no estado. “Este alinhamento entre as instituições fortalece a qualidade dos dados e contribui para o planejamento de ações voltadas ao desenvolvimento do setor agropecuário no Tocantins”, afirmou.</p>



<p>Também foram discutidos pontos relacionados à padronização técnica das informações, como definição de conceitos de área plantada, área colhida, produtividade e produção, além da harmonização dos recortes geográficos e períodos de referência. <br><br><em>Por Dinalva Martins/Governo do Tocantins.</em></p>
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		<title>Tocantins fortalece integração entre Adapec e IBGE para melhorar dados do setor agropecuário</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/tocantins-fortalece-integracao-entre-adapec-e-ibge-para-melhorar-dados-do-setor-agropecuario/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Dec 2025 12:09:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Estadual]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Agência de Defesa Agropecuária do Tocantins (Adapec) participou, nesta quarta-feira, 10, da segunda reunião anual de Estatísticas Agropecuárias promovida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em Palmas. A Agência é parceira do IBGE no fornecimento e no compartilhamento de informações que subsidiam os levantamentos sobre a produção agrícola e pecuária do estado. [&#8230;]</p>
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<p>A Agência de Defesa Agropecuária do Tocantins (Adapec) participou, nesta quarta-feira, 10, da segunda reunião anual de Estatísticas Agropecuárias promovida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em Palmas. A Agência é parceira do IBGE no fornecimento e no compartilhamento de informações que subsidiam os levantamentos sobre a produção agrícola e pecuária do estado.</p>



<p>Durante o encontro, o IBGE apresentou as atualizações mais recentes das pesquisas agropecuárias, incluindo análises sobre o desempenho das principais culturas, cenários da próxima safra e panorama das atividades pecuárias no Tocantins. As instituições participantes discutiram tendências, desafios e fatores que influenciam o setor, além de aprimorar o alinhamento técnico para consolidação dos dados do estado.</p>



<p>O diretor de Defesa, Inspeção e Sanidade Vegetal da Adapec, Alex Sandro Arruda Farias, destacou a relevância da participação da Agência. “Trabalhamos com dados em diversos segmentos do setor agropecuário que orientam nossas ações e nossos planejamentos na defesa agropecuária. Por isso, somos parceiros do IBGE no compartilhamento dessas informações, que são essenciais para as nossas tomadas de decisão e para o fortalecimento do setor produtivo”, enfatizou.</p>



<p>Além da Adapec e do IBGE, estiveram presentes representantes da Secretaria de Estado do Planejamento (Seplan), da Federação da Agricultura e Pecuária do Tocantins (Faet), da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).</p>



<p><em>Por Welcton de Oliveira/Governo do Tocantins.</em></p>
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		<item>
		<title>Brasil caminha para recorde histórico na safra de soja em 2026, segundo IBGE</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/brasil-caminha-para-recorde-historico-na-safra-de-soja-em-2026-segundo-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Nov 2025 12:38:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil deve colher um novo volume recorde de soja em 2026, de acordo com o primeiro Prognóstico da Produção Agrícola divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia (IBGE). Carlos Alfredo Guedes, gerente de Agricultura do instituto, afirmou que a produção de soja no Rio Grande do Sul deve se recuperar em 2026. Ele lembrou que, [&#8230;]</p>
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<p>O Brasil deve colher um novo volume recorde de soja em 2026, de acordo com o primeiro Prognóstico da Produção Agrícola divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia (IBGE). Carlos Alfredo Guedes, gerente de Agricultura do instituto, afirmou que a produção de soja no Rio Grande do Sul deve se recuperar em 2026. Ele lembrou que, apesar de 2025 ter sido um bom ano para a maioria dos estados, o Rio Grande do Sul ainda havia registrado perdas na safra.</p>



<p>Na região Centro-Oeste, Guedes alerta que é necessário acompanhar o plantio e a produtividade. O clima favorável antecipou o início do plantio, mas a falta de chuvas em algumas áreas atrasou o processo e levou ao replantio em partes do Mato Grosso. A expectativa, segundo ele, é que as chuvas retornem, favorecendo a safra.</p>



<p><strong>Estimativas</strong></p>



<p>A primeira estimativa de produção de soja para 2026 indica um aumento de 1,1% em relação a 2025, totalizando 167,7 milhões de toneladas, com crescimento de 0,8% no rendimento médio e avanço de 0,3% na área plantada.</p>



<p>Apesar do aumento na soja, a safra agrícola total do país deve registrar queda. A produção prevista é de 332,7 milhões de toneladas, 3,7% a menos que em 2025, ou 12,9 milhões de toneladas a menos. De acordo com Guedes, a redução se deve principalmente à base recorde alcançada em 2025.<a href="https://www.canalrural.com.br/tempo/ciclone-coloca-capitais-em-alerta-e-mobiliza-defesas-civis-saiba-onde-o-risco-e-maior/?utm_source=canalrural.com.br_internal&amp;utm_medium=internal&amp;utm_campaign=canalrural.com.br_internal&amp;utm_content=1375318387&amp;utm_term=1804580"></a></p>



<p><a href="https://clck.mgid.com/ghits/24755987/i/58134455/0/pp/4/3?h=wM4DvF36l4i99ApeCo0LCuO1iQOTmhdemjL0r8ctofvml8S9CaU_63HGc-6cUINYRHuP7G1_r5VOWjkRTeUwzN-8dvyydzYEAJkOzUUwVyiKFfs7oZvhoQpFdGJmR1-L&amp;rid=8e7078ab-c153-11f0-a136-d404e6f9f440&amp;ts=canalrural.com.br&amp;tt=Referral&amp;att=4&amp;cpm=1&amp;abd=1&amp;iv=17&amp;ct=1&amp;gdprApplies=0&amp;st=-180&amp;h2=37_tdX3Sg9rLY8kADvJ40TotcHMnYqNGVwm8XjpUrIQgk3tG4cG8M-vlM73vdpSDDtEJYduoUT5WDqYeYjvGwg**&amp;k=1804580fc*f!fZqCSlFIfZqCUt.TfMDc5YzBlNjg4NzdkOGY0YTVjMmJhOTUwMGZjYWQzY2M%3DfNjQ4*DQwNg%3D%3Df!ffU%3Bff!ff%2C*f%2C*ffQf*faHR0cHM6Ly93d3cuY2FuYWxydXJhbC5jb20uYnIvYWdyaWN1bHR1cmEvcHJvamV0by1zb2phLWJyYXNpbC9zYWZyY%241kZ%241zb2phLXRlcmEtbm92by1yZWNvcmRlLWVtLTIwMjYtYXBvbnRhLWliZ2UvfOzsvfKysvfP!fNjQ4*DMyMzl8NTQx*DMxODE%3DfMg%3D%3DfVf!fcfMTYw*DE2MHw1NDF8MzQ4fYAfNgff!fTW96aWxsY%2481LjAgKFdpbmRvd3MgTlQgMTAuMDsgV2luNjQ7IHg2NCkgQXBwbGVXZWJLaXQvNTM3LjM2IChL%24FRNTCwgbGlrZ%24BHZWNrbykgQ2hyb21lLzE0Mi4wLjAuMCBTYWZhcmkvNTM3LjM2fUERGVmlld2Vy*ENocm9tZVBERlZpZXdlcnxDaHJvbWl1bVBERlZpZXdlcnxNaWNyb3NvZnRFZGdlUERGVmlld2Vy*FdlYktpdGJ1aWx0LWluUERGf!fV2luMzI%3DfLTE4MA%3D%3DfMXw5OA%3D%3DfMTUzNnw4MTY%3DfdW5rbm93bnw0Z3wwf!f!fQfV1aVm%3Aff*(Nvj0c!&amp;wrst=1763123058&amp;muid=o4opfNRtqzz4" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a><strong>Outras culturas</strong></p>



<p>Entre as principais culturas que devem apresentar queda estão o milho, cuja produção deve recuar 9,3%, correspondendo a 13,2 milhões de toneladas a menos; o sorgo, com redução de 11,6% ou 604,4 mil toneladas; e o arroz, que deve ter queda de 6,5%, equivalente a 815 mil toneladas.<br><br>Também estão previstas diminuições na produção de algodão herbáceo em caroço (-4,8% ou 466,9 mil toneladas), trigo (-3,7% ou 294,8 mil toneladas), feijão (-1,3% ou 38,6 mil toneladas) e amendoim em casca (-2,1% ou 25,5 mil toneladas).<br><br><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<title>Rebanho bovino do Tocantins é quase oito vezes maior que a população humana, aponta IBGE</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/rebanho-bovino-do-tocantins-e-quase-oito-vezes-maior-que-a-populacao-humana-aponta-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Sep 2025 13:20:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Maior]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Rebanho bovino]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) identificou que no Tocantins existe quase oito vezes mais bois que pessoas. De acordo com dados da Pesquisa Pecuária Municipal (PPM) de 2024, são 11,6 milhões de cabeças de gado em solo tocantinense. Já a população no estado era de 1,51 milhão, conforme o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Um levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) identificou que no Tocantins existe quase oito vezes mais bois que pessoas. De acordo com dados da Pesquisa Pecuária Municipal (PPM) de 2024, são 11,6 milhões de cabeças de gado em solo tocantinense. Já a população no estado era de 1,51 milhão, conforme o último Censo de 2022.</p>



<p>O estado ocupa a 9ª posição nacional em quantidade de bois. Araguaçu lidera o ranking estadual com 521 mil cabeças de gado e 8.133 habitantes, o que representa cerca de 64 bois por habitante.</p>



<p><strong>Municípios com maior quantitativo bovino</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Araguaçu</strong> &#8211; 521.016</li>



<li><strong>Formoso do Araguaia</strong> &#8211; 338.000</li>



<li><strong>Araguaína</strong> &#8211; 302.000</li>



<li><strong>Peixe</strong> &#8211; 298.000</li>



<li><strong>Arraias</strong> &#8211; 284.000</li>



<li><strong>Paranã</strong> &#8211; 273.000</li>
</ul>



<p>Na produção leiteira, o estado ordenhou mais de 517 mil vacas em 2024, gerando 419 mil litros de leite e movimentando R$ 1 bilhão. Arraias, Arapoema e Colméia foram os principais produtores.</p>



<p><strong>Tipos de produção</strong></p>



<p>​Galináceos: Conforme a pesquisa, além dos bovinos, o Tocantins também se destaca na criação de galináceos, com mais de 7,36 milhões de aves, sendo 2,78 milhões de galinhas. Darcinópolis é o principal produtor, com 2,18 milhões de galináceos e 1,74 milhão de galinhas.</p>



<p>Suínos: A produção de suínos totalizou 191 mil cabeças, com Porto Nacional na liderança. O estado também possui 166 mil equinos, 98 mil ovinos, 10 mil caprinos, 6,2 mil bubalinos e 351 codornas.</p>



<p>Ovos: A produção de ovos de galinha somou quase 55 mil dúzias, com Darcinópolis responsável por 80% do total. Também foram produzidas duas mil dúzias de ovos de codorna e 98 mil quilos de mel, com destaque para Araguaína, Nazaré e Palmas.</p>



<p>Na aquicultura, a cidade de Almas se destacou nacionalmente com 7,1 milhões de quilos de peixes produzidos, ocupando a 23ª posição no Brasil.</p>



<p>O Tocantins como um todo produziu 15,2 milhões de quilos de peixe, com outros municípios como Dianópolis, Sítio Novo, Maurilândia e São Miguel também figurando entre os maiores produtores do país.</p>



<p><em>Por Brenda Santos, g1 Tocantins.</em></p>
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		<title>Tocantins se destaca com a segunda menor taxa de desocupação entre os estados do Norte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Sep 2025 13:46:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Estadual]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Norte]]></category>
		<category><![CDATA[PNAD]]></category>
		<category><![CDATA[segunda menor taxa de desocupação]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Tocantins registrou um novo avanço nos índices de geração de emprego e renda. Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que, no segundo trimestre de 2025, a taxa de desocupação no estado foi de 5,3%. O número representa uma queda [&#8230;]</p>
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<p>O Tocantins registrou um novo avanço nos índices de geração de emprego e renda. Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que, no segundo trimestre de 2025, a taxa de desocupação no estado foi de 5,3%. O número representa uma queda de 1,1 ponto percentual em relação ao trimestre anterior (de janeiro a março). Com o resultado, o Tocantins alcançou a segunda menor taxa da Região Norte, atrás apenas de Rondônia (2,3%), e ocupa a 11ª posição entre os estados brasileiros, à frente de grandes unidades da federação, como Distrito Federal (8,7) e Rio de Janeiro (8,1).</p>



<p>O governador Wanderlei Barbosa avalia os números como um marco importante para o desenvolvimento do estado. “Entendemos esses números como positivos, pois a redução da desocupação reforça a capacidade do Tocantins em criar oportunidades, atraindo investimentos e impulsionando setores. Temos uma forte política de geração de emprego e renda; e os dados, colocando nosso estado como uma das referências da Região Norte, mostram que estamos no caminho certo”, afirma o governador.</p>



<p><strong>Taxa de desocupação</strong></p>



<p>A taxa de desocupação corresponde ao percentual de pessoas que estão sem trabalho, mas em busca de uma oportunidade. Segundo dados do IBGE, o Tocantins apresentou redução nesse indicador, superando a média nacional. No Brasil, a taxa de desocupação ficou em 5,8% no segundo trimestre do ano, o menor percentual desde o início da pesquisa, em 2012.</p>



<p><strong>Pnad Contínua</strong></p>



<p>A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada pelo IBGE, tem o objetivo de acompanhar de forma permanente a inserção da população no mercado de trabalho, trazendo também informações sobre perfil demográfico, educação e desenvolvimento socioeconômico do país. Além disso, a pesquisa reúne resultados anuais sobre temas fixos e investiga outros aspectos relevantes, conforme a necessidade de informação.<br><br><em>Por Guilherme Lima/Governo do Tocantins.</em></p>
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		<title>IBGE aponta salto de mais de 31% na produção de pescado no Tocantins em 12 meses</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jun 2025 14:16:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Pesca e Aquicultura]]></category>
		<category><![CDATA[Aumento]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Pescado]]></category>
		<category><![CDATA[produção]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Secretaria da Pesca e Aquicultura, celebra o aumento de 31,63%, na produção de pescado no Estado, em 2024. Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE/TO), e foram divulgados nesta terça-feira, 17, durante uma reunião em Palmas. Ainda conforme os dados do IBGE, os peixes mais produzidos no período foram o [&#8230;]</p>
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<p>A Secretaria da Pesca e Aquicultura, celebra o aumento de 31,63%, na produção de pescado no Estado, em 2024. Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE/TO), e foram divulgados nesta terça-feira, 17, durante uma reunião em Palmas.</p>



<p>Ainda conforme os dados do IBGE, os peixes mais produzidos no período foram o tambaqui (48,52%); o tambacu e a tambatinga (25,72%); pintado, cachara, cachapira, pincachara e surubim (12,42%); tilápia (4,33%) e outros peixes (9,01%).</p>



<p>O Estado já vem mostrando seu potencial na piscicultura e se posiciona atualmente, como o 17º colocado no ranking nacional de produção, podendo estar entre os 5 maiores produtores até 2027.&nbsp;</p>



<p>As conquistas fazem parte do apoio técnico e cuidado que o governo Wanderlei Barbosa tem tido com os pescadores e produtores tocantinenses, promovendo através de políticas públicas e ações, o desenvolvimento sustentável dos setores, respeitando não apenas o meio ambiente, mas as comunidades locais.&nbsp;</p>



<p>Para o secretário da Pesca e Aquicultura, Rodrigo Ayres, os números demostram a expansão da piscicultura no Estado. “Os dados divulgados pelo IBGE confirmam aquilo que já vínhamos percebendo em campo: a piscicultura tocantinense vive um momento de expansão sólida e consistente. Com um crescimento de 31,63% entre 2023 e 2024 , onde este valor representou um crescimento de 3.657,56 toneladas no período, ultrapassamos a marca de 15.000 toneladas pescado produzidos levantados pela Instituição. Isso&nbsp; evidencia a força do nosso produtor, estrutura de cadeia produtiva, governança e a eficácia das políticas públicas implementadas sob a liderança do governador Wanderlei Barbosa. A diversidade da produção permanece como uma das grandes virtudes do Tocantins, com relevância expressiva para espécies como tambaqui, tambacu e pintado amazônico. A tilápia, por sua vez, vem crescendo de forma estratégica e planejada, incorporando-se gradualmente à matriz produtiva estadual sem perder de vista as especificidades de nosso território e o equilíbrio ecológico das bacias aquícolas”.</p>



<p>O diretor de desenvolvimento da Aquicultura, Thiago Tardivo, também destacou a expansão da cadeia produtiva e apoio do Governo. “Esse desempenho é resultado direto das políticas públicas implementadas pelo Governo do Estado, com ações voltadas ao fomento, à governança e à organização dos elos da cadeia produtiva. A diversificação da produção, com destaque para os peixes redondos, a tilápia e outras espécies nativas, mostra que o trabalho conjunto entre poder público e setor produtivo está gerando impactos positivos e sustentáveis.</p>



<p><strong>Parcerias</strong></p>



<p>O fortalecimento da piscicultura no Tocantins é resultado de um trabalho conjunto, que articula diferentes instituições e níveis de governo em torno de uma agenda estratégica de desenvolvimento sustentável.&nbsp;</p>



<p>Nesse contexto, o secretário Rodrigo Ayres, destaca a importância dessa rede colaborativa para o futuro da aquicultura tocantinense&nbsp;<strong>“</strong>Esse avanço é sustentado por uma rede técnica e institucional robusta, consolidada especialmente a partir do Programa Trilha da Pesca e Aquicultura, que promove qualificação profissional, inovação tecnológica e fortalecimento das cadeias produtivas. Integram essa aliança estratégica instituições como a Universidade Federal do Tocantins (UFT), o Instituto Federal do Tocantins (IFTO), o Ruraltins, a Adapec, a Secretaria da Indústria, Comércio e Serviços (Sics), a Embrapa, a Organização das Nações Unidas (ONU/PNUD), o Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), a Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) e os municípios parceiros. Juntos, estamos construindo uma política pública sustentável, técnica e socialmente comprometida com o futuro da aquicultura no Estado”.</p>



<p><img decoding="async" src="https://central.to.gov.br/image/430392?w=670&amp;h=414"></p>



<p><em>O peixe mais produzido no Tocantins em 2024 foi o Tambaqui &#8211; Thiago Tardivo/Governo do Tocantins &#8211; Thiago Tardivo/Governo do Tocantins </em></p>



<p><img decoding="async" src="https://central.to.gov.br/image/430394?w=670&amp;h=414"></p>



<p><em>Sepea participou da reunião da sede do IBGE em Palmas &#8211; IBGE/Divulgação</em></p>
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		<title>PIB do Brasil cresce 1,4% no 1º trimestre de 2025, aponta IBGE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Jun 2025 15:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
		<category><![CDATA[Soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil aumentou 1,4% no primeiro trimestre de 2025 em comparação com os três últimos meses de 2024, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (30). O principal impulso veio da agropecuária, que registrou alta de 12,2%. O setor de serviços também cresceu, com avanço de 0,3%, enquanto a indústria permaneceu praticamente estável (-0,1%). O resultado mostra uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil aumentou <strong>1,4%</strong> no primeiro trimestre de 2025 em comparação com os três últimos meses de 2024, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (30).</p>



<p>O principal impulso veio da <strong>agropecuária</strong>, que registrou alta de <strong>12,2%</strong>. O setor de <strong>serviços </strong>também cresceu, com avanço de <strong>0,3%</strong>, enquanto a <strong>indústria</strong> permaneceu praticamente estável <strong>(-0,1%)</strong>.</p>



<p>O resultado mostra uma aceleração significativa em relação ao crescimento revisado de 0,1% observado no último trimestre de 2024, um pouco abaixo das expectativas do mercado, que previam um avanço de 1,5% no período, assim como das estimativas do governo federal. <em>(leia mais abaixo)</em></p>



<p>Em valores correntes, a economia brasileira acumulou&nbsp;<strong>R$ 3 trilhões</strong>&nbsp;entre janeiro e março.&nbsp;Considerando os últimos quatro trimestres, o PIB teve crescimento de 3,5%.</p>



<p>O setor agropecuário costuma ter maior influência no PIB no início do ano devido à&nbsp;<strong>colheita da soja</strong>, principal produto da agricultura brasileira, que ocorre entre janeiro e maio.</p>



<p>Fenômenos climáticos também contribuíram para o resultado, e trouxeram uma recuperação após a retração do setor no final do ano passado, explica Rebeca Palis, coordenadora de Contas Nacionais do IBGE.</p>



<p>Entre as atividades industriais, houve queda nas&nbsp;<strong>Indústrias de Transformação&nbsp;</strong>(-1%) e na&nbsp;<strong>Construção&nbsp;</strong>(-0,8%). Por outro lado, os segmentos de&nbsp;<strong>Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos&nbsp;</strong>(1,5%), além das&nbsp;<strong>Indústrias Extrativas&nbsp;</strong>(2,1%), apresentaram crescimento.</p>



<p>No setor de serviços, o destaque foi o segmento de&nbsp;<strong>Informação e comunicação</strong>, com alta de 3%. A única queda registrada foi no grupo de&nbsp;<strong>Transporte, armazenagem e correio</strong>, que recuou 0,6%.</p>



<p>Pelo lado da demanda, o&nbsp;<strong>consumo das famílias</strong>&nbsp;aumentou 1%, enquanto o&nbsp;<strong>consumo do governo&nbsp;</strong>teve leve alta de 0,1%, possivelmente impactado pela demora na aprovação do Orçamento, o que restringiu os gastos públicos no início do ano, segundo a economista Claudia Moreno, do C6 Bank.</p>



<p>Os&nbsp;<strong>investimentos</strong>&nbsp;tiveram ganho de 3,1% no trimestre. As&nbsp;<strong>exportações&nbsp;</strong>aumentaram 2,9% e as&nbsp;<strong>importações</strong>, 5,9%.&nbsp;<em>(veja os gráficos ao fim da reportagem)</em></p>



<p><strong>Comparação com 2024</strong></p>



<p>Na comparação com o primeiro trimestre de 2024, o PIB cresceu <strong>2,9%</strong>. Naquele período, o principal motor do crescimento foi o comércio.</p>



<p>Neste ano, o destaque ficou com a&nbsp;<strong>agropecuária.</strong>&nbsp;O setor cresceu&nbsp;<strong>10,2%</strong>&nbsp;em relação ao mesmo período de 2024, principalmente pelo bom desempenho de culturas com colheita importante no primeiro trimestre.</p>



<p><strong>Veja os principais resultados:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Soja:&nbsp;</strong>13,3%;</li>



<li><strong>Milho:&nbsp;</strong>11,8%;</li>



<li><strong>Arroz:&nbsp;</strong>12,2%;</li>



<li><strong>Fumo:&nbsp;</strong>25,2%.</li>
</ul>



<p>No mesmo período, a&nbsp;<strong>indústria&nbsp;</strong>registrou crescimento de&nbsp;<strong>2,4%</strong>, puxada pelo setor de Construção, que avançou 3,4% e acumulou sua sexta alta consecutiva. Segundo o IBGE, esse desempenho foi sustentado pelo aumento da ocupação no setor e pela maior produção de insumos típicos.</p>



<p>A&nbsp;<strong>Indústria de Transformação</strong>&nbsp;também contribuiu, com alta de 2,8%, por meio de segmentos de máquinas e equipamentos, metalurgia, produtos químicos e farmacêuticos. Já o setor de&nbsp;<strong>Eletricidade&nbsp;</strong>cresceu&nbsp;<strong>1,6%</strong>, favorecido pelo aumento do consumo residencial.</p>



<p>No setor de&nbsp;<strong>serviços</strong>, todas as atividades registraram crescimento. Os destaques foram: Informação e Comunicação (6,9%), Atividades Imobiliárias (2,8%) e Outras Atividades de Serviços (2,5%). O comércio também teve desempenho positivo, com alta de 2,1%.</p>



<p>Sob a ótica da demanda, os&nbsp;<strong>investimentos&nbsp;</strong>se destacaram, com crescimento de 9,1% em relação ao primeiro trimestre de 2024 — a quinta alta consecutiva nessa base de comparação.</p>



<p>De acordo com o IBGE, esse resultado foi impulsionado pelo avanço da construção civil, pelo aumento da produção nacional e das importações de bens de capital — com destaque para a aquisição de plataformas de petróleo — e pelo crescimento no desenvolvimento de softwares.</p>



<p>O <strong>consumo das famílias</strong> aumentou 2,6%, influenciado pela elevação da massa salarial real e pela maior oferta de crédito, mesmo diante de juros elevados. O <strong>consumo do governo</strong>, por sua vez, teve alta de 1,1%.</p>



<p><strong>Governo mantém projeção de alta de 2,4% para 2025</strong></p>



<p>A Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda (SPE) informou nesta sexta-feira (30) que, apesar do crescimento no primeiro trimestre ter ficado levemente abaixo do esperado, mantém a projeção de alta de 2,4% para o PIB de 2025.</p>



<p>De acordo com o governo, a manutenção da estimativa de crescimento para este ano se baseia na “resiliência observada tanto no mercado de trabalho quanto no setor de crédito”.</p>



<p>&#8220;O crescimento do PIB no primeiro trimestre foi levemente inferior à projeção da SPE. A partir do segundo trimestre de 2025, a contribuição do setor agropecuário para o crescimento deverá se tornar negativa, junto com a redução no ritmo de expansão de atividades cíclicas na comparação interanual&#8221;, diz o governo.</p>



<p>&#8220;Para a segunda metade do ano, a perspectiva é de que o ritmo de crescimento se mantenha próximo à estabilidade na margem, repercutindo os efeitos contracionistas da política monetária [alta de juros].&#8221;</p>



<p>Nas redes sociais, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) celebrou o resultado do PIB:&nbsp;<strong>“Mais um trimestre fazendo a roda da economia girar, com mais emprego e renda para os brasileiros!”</strong>, escreveu.</p>



<p><strong>Mercado projeta (e deseja) desaceleração</strong></p>



<p>O crescimento de 1,4% no PIB no primeiro trimestre evidencia a resiliência da economia brasileira, que se recusa a desacelerar mesmo diante de juros elevados, das incertezas no exterior e das preocupações com as contas públicas do país.</p>



<p>&#8220;Tivemos forte retomada do agro através da safra recorde, depois de performance ruim em todo 2024. O mercado de trabalho aquecido propiciou manutenção dos salários em nível bastante elevado, trazendo estabilidade para o setor de serviços&#8221;, justifica José Alfaix, economista da Rio Bravo Investimentos.</p>



<p>Apesar do bom desempenho no primeiro trimestre, analistas do mercado financeiro avaliam que esse impulso tende a ser passageiro.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;A combinação de inflação persistente, juros elevados e consequente aperto das condições financeiras deve pesar sobre o desempenho da economia. Nesse contexto, a desaceleração não apenas se torna inevitável, como também necessária para a correção dos desequilíbrios atuais&#8221;, diz Igor Cadilhac, economista do PicPay.</p>
</blockquote>



<p>O Banco Central tem reiterado que a desaceleração da economia é necessária para conter a inflação. Por esse motivo, vem elevando a taxa básica de juros (Selic), que atualmente está em 14,75%.</p>



<p>A lógica é que juros mais altos encarecem o crédito e desestimulam o consumo e os investimentos. Com menos dinheiro circulando na economia, a tendência é que os preços cresçam em um ritmo mais lento.</p>



<p>Para Pedro Ros, CEO da Referência Capital, o resultado demonstra resiliência, mas não muda o diagnóstico estrutural. &#8220;Sem equilíbrio fiscal e sem ambiente de confiança, o Brasil seguirá crescendo abaixo do seu potencial. Para o mercado, o dado é positivo, mas não muda o cenário de cautela&#8221;, afirma.</p>



<p><em>Por <a href="https://g1.globo.com/autores/julia-nunes/">Júlia Nunes</a>, g1/São Paulo.</em></p>
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		<item>
		<title>IBGE prevê safra de 2025 com crescimento de 7% em relação a 2024</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/ibge-preve-safra-de-2025-com-crescimento-de-7-em-relacao-a-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Dec 2024 13:02:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[2025]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Safra]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A safra agrícola de 2025 deve totalizar 314,8 milhões de toneladas, 20,5 milhões de toneladas a mais que o desempenho de 2024, o que significa aumento de 7%, conforme os dados do 2º Prognóstico para a Produção Agrícola divulgado nesta quinta-feira (12), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em relação ao primeiro balanço, houve [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A safra agrícola de 2025 deve totalizar 314,8 milhões de toneladas, 20,5 milhões de toneladas a mais que o desempenho de 2024, o que significa aumento de 7%, conforme os dados do 2º Prognóstico para a Produção Agrícola divulgado nesta quinta-feira (12), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>



<p>Em relação ao primeiro balanço, houve um aumento de 1,2% na estimativa de produção agrícola de 2025, o equivalente a 3,9 milhões de toneladas a mais.</p>



<p>Já o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola de novembro aponta uma safra de 294,3 milhões de toneladas em 2024, 6,7% menor que a de 2023, ou seja, 21,1 milhões de toneladas a menos.</p>



<h5 class="wp-block-heading" id="h-soja-impulsiona-projecao"><strong>Soja impulsiona projeção</strong></h5>



<p>A expectativa de uma nova safra recorde de soja é o que tem impulsionado a projeção para a produção agrícola brasileira de 2025.</p>



<p>A colheita da oleaginosa deve totalizar um ápice de 163,5 milhões de toneladas no ano que vem, aumento de 12,9% em relação a 2024, 18,657 milhões de toneladas a mais.</p>



<p>O Prognóstico do IBGE mostra que, além da soja, são esperados aumentos em 2025 para:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Milho 1ª safra:</strong>&nbsp;alta de 9,3% ante 2024 ou 2,129 milhões de toneladas a mais;</li>



<li><strong>Arroz:</strong>&nbsp;6,5% ou 686,9 mil toneladas a mais; e</li>



<li><strong>Feijão 1ª safra:</strong>&nbsp;(29% ou 262,2 mil toneladas a mais.</li>
</ul>



<h5 class="wp-block-heading" id="h-culturas-em-reducao"><strong>Culturas em redução</strong></h5>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img decoding="async" src="https://imagens-cdn.canalrural.com.br/2024/07/5HrU2p2f-colheita-algodao-1-foto-viniciusramos-rotadafibra-1024x576.webp" alt="Qualidade, Bahia, pluma, oeste da Bahia, Luís Eduardo Magalhães, beneficiamento, fibra, exportação" class="wp-image-4061300" style="width:1170px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption"><em>Imagem: Maiara Luz/ Canal Rural BA</em></figcaption></figure>



<p>Em contrapartida, são previstas reduções para a produção das seguintes culturas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Algodão herbáceo em caroço:</strong> -0,8% ou 40,9 mil toneladas a menos</li>



<li><strong>Milho 2ª safra:</strong>&nbsp;-0,1% ou -136,3 mil toneladas;</li>



<li><strong>Sorgo:</strong>&nbsp;-4,9% ou -199,6 mil toneladas; e</li>



<li><strong>Trigo:</strong>&nbsp;-10,9% ou -891,1 mil toneladas.</li>
</ul>



<p>“Prevemos um aumento da produção, sendo uma recuperação das perdas que tivemos em 2024. Embora o ano agrícola de 2025 esteja atrasado por conta da demora das chuvas nas unidades da federação produtoras de grãos, com a chegada destas chuvas, os produtores se mobilizaram e plantaram rapidamente estas lavouras e, agora, elas estão relativamente bem, o que aumenta a expectativa do aumento da safra para 2025”, afirmou Carlos Barradas, gerente do levantamento do IBGE, em nota.</p>



<h5 class="wp-block-heading" id="h-producao-nos-estados"><strong>Produção nos estados</strong></h5>



<p>O 2º Prognóstico do IBGE dá conta de que a safra deve crescer nos seguintes estados:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Mato Grosso (1,9%);</li>



<li>Paraná (11%);</li>



<li>Rio Grande do Sul (12,4%);</li>



<li>Mato Grosso do Sul (24,1%);</li>



<li>Minas Gerais (6,1%)</li>



<li>Goiás (5,0%);</li>



<li>Bahia (6,7%);</li>



<li>São Paulo (16,3%);</li>



<li>Tocantins (0,3%);</li>



<li>Santa Catarina (4,6%);</li>



<li>Piauí (2,3%); e</li>



<li>Rondônia (10,6%).</li>
</ul>



<p>Contudo, as estimativas da produção são de safras menores para:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Maranhão (-0,2%);</li>



<li>Sergipe (-1,7%); e</li>



<li>Pará (-7,7%)</li>
</ul>



<h5 class="wp-block-heading" id="h-area-para-2025"><strong>Área para 2025</strong></h5>



<p>A área total estimada para cultivo de cereais, leguminosas e oleaginosas é de 79,8 milhões de hectares em 2025, aumento de 0,8% em relação a 2024, de acordo com o IBGE.</p>



<p>Em relação ao ano anterior, a área prevista em 2025 é maior para o cultivo de arroz em casca (5,2%), feijão 1ª safra (7,1%), algodão herbáceo em caroço (1,0%), milho 2ª safra (0,9%) e soja (1,4%). Por outro lado, são estimadas reduções na área de milho 1ª safra (-1,9%), sorgo (-4,7%) e trigo (-3,9%).</p>



<p>O IBGE prevê aumentos na área a ser colhida em 2025 no Rio Grande do Sul (3,2%), Mato Grosso (1,4%), Paraná (0,1%), Tocantins (0,1%), Ceará (2,4%), Minas Gerais(2,0%), Bahia (2,7%) e Rondônia (12,5%). Há previsão de declínios em Goiás (-1,0%), Mato Grosso do Sul (-0,3%), São Paulo (-2,0%), Santa Catarina (-10,7%), Pará (-1,1%) e Maranhão (-1,2%).</p>
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		<title>Safra 2024 alcançará 295,1 mi de toneladas, 6,4% menor que a de 2023, diz IBGE</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/safra-2024-alcancara-2951-mi-de-toneladas-64-menor-que-a-de-2023-diz-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Oct 2024 15:31:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Alcance]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Safra 24/25]]></category>
		<category><![CDATA[Soja]]></category>
		<category><![CDATA[Toneladas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A safra agrícola de 2024 deve totalizar 295,1 milhões de toneladas, 20,2 milhões de toneladas a menos que o desempenho de 2023, um recuo de 6,4%. Os dados são do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola de setembro, divulgado pelo&#160;Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística&#160;(IBGE) nesta terça-feira (15). O resultado é 1,2 milhão de toneladas menor [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A safra agrícola de 2024 deve totalizar 295,1 milhões de toneladas, 20,2 milhões de toneladas a menos que o desempenho de 2023, um recuo de 6,4%.</p>



<p>Os dados são do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola de setembro, divulgado pelo&nbsp;<a href="https://www.canalrural.com.br/tag/ibge/">Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística</a>&nbsp;(IBGE) nesta terça-feira (15).</p>



<p>O resultado é 1,2 milhão de toneladas menor que o previsto no levantamento de agosto, uma queda de 0,4%.<br><br><em>Por Canal Rural</em>.</p>
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